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Novembro 2005

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1ª CONVENÇÃO NACIONAL DE ARBITRAGEM

 

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CAPOERIA

1ª CONVENÇÃO NACIONAL DE ARBITRAGEM

SALVADOR, 22 À 24 DE JULHO DE 2005

 
ATA
 
Nos dias vinte e dois (18 às 22:00 hs), vinte e três e vinte e quatro (08:00 às 12 e das 14 às 18:00 hs) do mês de julho de dois mil e cinco, em Salvador, no auditório da Congregação das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição, situada na Avenida Luís Tarquínio, número dezoito, reuniram-se para realizar a 1ª CONVENÇÃO NACIONAL DE ARBITRAGEM DE CAPOEIRA, estando presente conforme lista de presença e fichas de inscrições anexas, o Presidente da Confederação Brasileira de Capoeira e demais diretores, dirigente e árbitros do Sistema Nacional Desportivo da Capoeira dos Estados de Goiás, Distrito Federal, Rio de Janeir o, Espirito Santo, Sergipe e ainda dirigentes da Federação de Capoeira do Estado do Tocantins e da Bahia Mestre Miguel, Mestre Salário Mínimo, Mestre Santa Rosa e Mestre Coentro. O presidente da CBC, no dia 22 de julho de 2005, às 18:30 horas, iniciou os trabalhos convidando o Sr. Rubens dos Santos Silva, para ser o mediador da convenção e o Sr. Reinaldo Aparecido de Oliveira para secretariar os trabalhos. Em seguida o Sr. Presidente da CBC, fez a composição da mesa convidando as autoridades presente e um representante de cada Unidade da Federação, solicitou que Deus iluminasse os trabalhos, cantou-se o Hino Nacional Brasileiro, deu as boas vindas a todos, fez esclarecimentos sobre a organização do evento e sobre a administração da CBC e passou a palavra ao Diretor Técnico, coordenador geral da Convenção, o Ms Augusto Baeta, que deu boa vindas a todos, esclareceu detalhes da organização do evento e dos projetos desenvolvidos pela sua pasta. Em seguida o presidente da CBC deu oportunidade para um representante de cada Estado fazer um breve relato do andamento geral da capoeira em seus Estados, o que foi feito pelas federações presentes, sendo encerrada a abertura às 21:30 horas. No dia 23 de julho de 2005, às 8:00, o Sr. Mediador Rubens dos Santos Silva, reiniciou os trabalho passando a palavra ao Presidente da CBC que discorreu sobre a organização internacional da capoeira, estrutura organizacional desportiva nacional, os projetos em andamento na CBC, campeonato brasileiro de capoeira 2005 em Vitória, organização da arbitragem nacional e objetivos da Convenção Nacional de Arbitragem. Em seguida o mediador passou a palavra para Ms. Augusto Baeta, coordenador geral da Convenção, que detalhou sobre a organização do evento, sobre a importância do aprimoramento continuado do árbitro de capoeira, e fez questão que registrasse que, ao contrário de mensagens veiculadas na internete por terceiros, a 1ª Convenção Nacional de Arbitragem de Capoeira, não pretende mudar o Regulamento Internacional da Capoeira e sim discuti-lo em conjunto, em assembléia legal e legitima, visando o seu melhor conhecimento e, se for necessário, encaminhar propostas para seu aprimoramento em assembléia competente. Em seguida o Sr. mediador apresentou a proposta de sistemática de funcionamento da Convenção, ficando aprovado a seguinte sistemática: que durante o dia 23, apresentação de propostas pela federações; dia 24 votação e sistematização das propostas aprovadas, sendo que para cada proposta após lida terá 3 minutos para defesa, 3 minutos para contrariação, 2 minutos para réplica,1 minuto para  tréplica. Dando inicio á apresentações de propostas o Sr. mediador chamou as federações na seguinte ordem: Federação de Goiás, Federação Fluminense, Federação do Distrito Federal, Federação do Espirito Santo, Federação de Sergipe, Federação do Tocantins e  representantes da Bahia, finalizando as apresentações às 18:10 horas do dia 23 de julho de 2005. No dia 24 de julho de 2005, às 8:00 horas, o Sr mediador iniciou o processo de votação da propostas ficando as seguintes propostas aprovadas: 01) Que seja garantida nos estatutos, regimentos e regulamentos das entidades integrantes do Sistema Nacional Desportivo da Capoeira a autonomia administrativa, desportiva e cultural garantidas na Constituição Federal e nas leis desportivas e culturais em vigor, em especial na lei 9615/98 e Decreto Federal 2.574 de 29/04/98; 02) Que o Regulamenta Internacional da Capoeira (RIC) e o Regulamento Internacional Desportivo da Capoeira (RIDC) sejam os norteadores de toda e qualquer competição de capoeira realizada no Brasil; 03) Que as alterações no Regulamento Internacional da Capoeir a e no Regulamento Internacional Desportivo da Capoeira sejam feitos em eventos de foro internacional e que estas alterações provenham de eventos oficiais anteriormente realizados a nivel municipal, estadual e nacional; 04) Que o presidente da Federação Internacional de Capoeira seja formalmente questionado sobre o local, data, participantes da Assembléia Geral que aprovou as alterações no RIC e RIDC publicadas no site da FICA, como por exemplo: a) Alteração na nomenclatura oficial aprovada em 2001, na cidade de Vitória, passando de 90 para 100 movimentos; b) Substituição do artigo 2º do RIC, onde se referia aos eventos de aprovação do mesmo e as entidades participantes, por um artigo referente a objetivos da FICA; c)Alterações no uniforme oficial, obrigando a todos filiados a adquirirem o bordado da FICA; c) Outras alterações constatadas no Regulamento Internacional de Capoeira e no Regulamento Internacional Desportivo da Capoeira; 05) Que a Confederação Brasileira de Capoeira e as demais federações nacionais estejam em constante atividades realizando estudos, pesquisas e experiências visando o aprimoramento do Regulamenta Internacional da Capoeira e do Regulamento Internacional Desportivo da Capoeira. 06) Que a formação e o aprimoramento de árbitros de capoeira de nível estadual seja de direito e de dever da entidade estadual de administração do desporto, a formação e aprimoramento de árbitros de capoeira de nível nacional seja direito e dever das entidades nacionais de administração do desporto e a formação e aprimoramento de árbitros de capoeira de nível internacional seja de direito e dever da entidade internacional de administração do desporto, executada por instrutores devidamente qualificados e autorizados pela FICA, utilizando recursos didáticos e pedagógicos padronizados pela FICA; 07) Que seja pré-requisito obrigatório para o árbitro de capoeira internacional ser árbitro nacional e para o nacional ser árbitro estadual; 08) Que o sistema de avaliação das competições no próximo campeonato brasileiro de capoeira em todas as etapas: individual, duplas, conjunto, cantigas e trabalhos teóricos sejam através de plaquetas numeradas de 0 a 10, erguidas simultaneamente pelos árbitros laterais e anotados na súmula própria pelos mesário, sempre ao comando do árbitro central. 09) Que a experiência de avaliação por plaquetas numeradas de 0 a 10 em todas as  etapas da competição seja encaminhada à convenção internacional para homologação; 11) Que nos próximos campeonatos brasileiros sejam realizados os concursos de trabalho teóricos e cantigas inéditas; 12) Que seja criada uma comissão composta de mestres de capoeira, estudiosos do movimento humano, es tudiosos de lingüística, árbitros de capoeira, atletas e técnicos desportivos de capoeira, para em prazo razoável,  estabeleça conceitos e definições mais precisos e detalhados dos critérios e parâmetros de avaliação atualmente previstos no Regulamento Internacional Desportivo da Capoeira para as competições individuais, conjunto, duplas, cantigas e trabalhos teóricos; 13) Que a CBC, através dos seus departamentos, promova permanente atividades de debates, estudos, pesquisas e experiências com objetivo especifico de desenvolver condições técnicas, administrativas e políticas para a que a capoeira seja incluída nas Olimpíadas; 14) Fica criado o Conselho Nacional de Ética de Arbitragem composta par representantes de árbitros nomeados pela CBC; 15) Que nos eventos internacionais sejam democratizados a participação da delegação de brasileira de técnicos, árbitros e atletas, contemplando o maior número de Estados a partir do ranking oficial. Apó s a votação e sistematização das propostas o Sr. mediador, passou a palavra para o coordenador geral da Convenção, Ms Augusto Baeta, que fez seus agradecimentos e considerações finais, em seguida o Sr. presidente da CBC, também fez suas considerações finais e agradecimentos. A Convenção foi encerrada ás doze e  horas e quinze minutos e, nada havendo mais a tratar, lavrei a presente ata que, após lida e aprovada, vai por nós abaixo assinada.
 
 
 
Gersonilto Heleno de Souza
 
 
Augusto Januário Baeta
 
 
Reinaldo Aparecido de Oliveira
 
 
Rubens dos Santos Silva

Mestre Cobra Mansa fala sobre o Livro do Mestre Russo:

“O Mestre Russo  merece meu tempo e dedicação porque ele faz parte da minha historia de capoeira.
O livro do mestre Russo e uma prova de que academicismo não e necessário para se escrever um bom livro sobre capoeira . Com uma forma direta e objetiva, mestre Russo relata a trajetória da sua vida com a  capoeira  e falando sobre importante aspectos políticos e sociais que  influenciaram na capoeira da sua época e traçando paralelos importante nunca antes discutidos por estudiosos.
É um livro que vale a pena ser lido não somente por capoeiristas e admiradores mais também pelos acadêmicos e estudiosos.”
 
M. Cobra Mansa, direto da Suécia, em final de novembro de 05
 
 
Para adquirir o livro do mestre Russo por CORREIO, é só efetuar o depósito no BRADESCO e nos mandar seu endereço completo.
Detalhes em:
 
http://f-a-c-a.vilabol.uol.com.br/livrorusso.html

De Marília para o Congresso Estadual Preparatório de Capoeira

O mariliense Edvaldo Pereira dos Santos, o mestre Pereira, foi o representante de todo o interior do Estado de São Paulo no Congresso Estadual Preparatório de Capoeira, realizado dia 12 de novembro, na Sociedade Esportiva e Recreativa Vila Maria, em São Paulo.

O congresso reuniu cerca de 300 participantes e várias assuntos foram discutidos, como capoeira internacional, capoeira desporto, capoeira política e capoeira cultura social, além da regulamentação e profissionalização da capoeira.

“Já estamos lutando há dois anos para que a capoeira seja regulamentada e se torne um esporte olímpico. É uma luta que esperamos que chegue ao fim o mais rápido possível”, disse o mestre Pereira.

Pereira será um dos 30 representantes de São Paulo no Congresso Nacional de Capoeira, que acontece em Salvador (BA) no mês de fevereiro de 2006.

Mestre Pereira pertence ao grupo de capoeira Marília-Brasil, que reúne aproximadamente 100 pessoas, e conta com apoio do Sindimmar e da Auto Peças Mirauto. Ele ministra aulas nas academias Salutar (segunda a quinta-feira, das 8h30 às 10h) e RT Mix (às terças e quintas-feiras, das 18h30 às 19h30.

Comentários

APARECIDA – Criança Feliz e Abadá tira meninos da rua

Uma parceria entre a Prefeitura de Aparecida e o grupo de capoeira Abadá tem mudado a vida de dezenas de crianças e adolescentes no município. Eles fazem parte do Projeto Criança Feliz desenvolvido em várias modalidade esportivas. Os garotos da capoeira ocupam os ginásio da Vila Brasília todas as tardes para treinar.
 
Thiago da Silva Santos,15, é aluno do estagiário Maiko Barbosa, que atualmente está no grupo Abadá, e conta que encontrou na capoeira uma forma de se livrar do mundo das drogas e da marginalidade. “Antes eu pertencia a um caminho tortuoso, era muito nervoso e hoje encontrei na capoeira uma maneira de ver o mundo de outra forma, promovendo o respeito às pessoas e a paz entre todos”, garante Thiago.
Segundo Maiko, o fato de sua turma está ligado a filosofia do grupo Abadá, traz vantagens aos alunos.
  

“Procuramos sempre enfocar o esporte como uma maneira de educar para a vida, conta Maiko.
As aulas podem ser ministradas para pessoas de sete a 70 anos. No caso das crianças e adolescente a exigência é estar freqüentando regularmente a sala de aula. Este mês acontece o batizado da primeira turma.

Encontro de Capoeira em Pérola

O mestre de Capoeira Ailton Rodrigues esteve durante os dias 12 e 13 de novembro representando o Município de Pérola no Festival Internacional de Capoeira que aconteceu em Presidente Prudente – SP.
 
No festival aconteceram várias apresentações, como o Joga de Capoeira Angola. O Mestre de Capoeira Ailton Rodrigues atua nas escolas Municipais Arminda Rodrigues de Souza e Waldemar Biaca de Pérola, onde executa o Projeto Pedagógico “Capoeira nas Escolas” que é oferecido a todas as crianças da rede Municipal atendidas nestas escolas.
Ailton aproveitou sua ida ao Festival para divulgar o 1º Encontro Interestadual e Batizado de Capoeira que acontecerá nos dias 10 e 11 de Dezembro de 2.005 em Pérola. O evento conta com o total apoio da administração Municipal, da Secretaria de Educação e Cultura e com a parceria da Associação de Capoeira “Herança dos Quilombos”.
 
Claiton ressaltou a importância de investir nas crianças do Município. Ele acredita que com isso pode proporcionar um futuro mais promissor para as mesmas.

Capoeira: Projeto “Formando um Cidadão”

Capoeira: Projeto “Formando um Cidadão” participou de evento estadual
 
Redação DS 
 
     O grupo de capoeira Vip, formado por alunos do projeto Formando um Cidadão, do Projeto Aplausos e da Escola Raio de Sol, participou nos dias 18 e 19 em Cuiabá, do Campeonato Estadual de Capoeira.
    
     O evento reuniu cerca de 300 capoeiristas de Cuiabá, Sinop e Tangará da Serra. Além das disputas, houve troca de cordas e batizado de novos capoeiristas.
    
     Conforme informações do professor do grupo de capoeira, soldado William, tanto o batizado como a troca de corda dos capoeristas participantes no evento foi extremamente positiva.
    
     “Só temos que agradecer aos nossos patrocinadores que investem na modalidade e assim podermos participar de eventos como este”, disse.“O projeto conquistou três destaques individuais com os alunos Leoclei(Carneiro), Diego (Spok) e com a capoeirista Priscila. O município de Tangará conquistou ainda destaque individual com o aluno Gustavo(Galego) que faz parte do Projeto Aplauso. 

GOIÁS PERDE UM DOS SEUS GRANDES LÍDERES: MORREU MESTRE ZUMBI

 
Após dedicar sua vida em prol da capoeira, Mestre Zumbi (48 anos) morre em Goiânia, por complicações de saúde.
Mestre Zumbi foi um grande ativista da capoeira em Goiás, ensinou a capoeira a milhares de alunos, formou dezenas de professores, realizou shows, campeonatos e batizados. < /DIV>
Foi diretor fundador da Federação Goiana de Capoeira.
Era ligado ao Mestre Suassuna, através do Grupo Cordão de Ouro.
Seus amigos, alunos e admiradores prestaram homenagem ao Mestre nos seus últimos momentos.
 
Salve Mestre Zumbi!
 
Obrigado!!!!!

CAPOTERAPIA 400 vagas gratuitas

 Capoeira adaptada para a 3ª idade, nos Centros de Saúde de Ceilândia e Taguatinga
 
 O QUE É CAPOTERAPIA C A P O T E R A P I A

n a 3ª I d a d e  A  CAPOTERAPIA é uma terapia utilizando o lúdico da capoeira, idealizado pelo Mestre Gilvan.
Devido ao sedentarismo dos grandes centros, aliado às doenças cardiovasculares e respiratórias, ser o grande responsável pela mortalidade entre os mais vividos. Doenças como a arteriosclerose e a
artrite, entre outras, podem ser evitadas, ou mesmo tratadas, a partir da prática orientada de exercícios físicos. A prática de esportes, com ênfase nos seus aspectos terapêuticos e de estímulo à prática
socializante, tem se revelado como um poderoso instrumento para proporcionar o bem estar físico e espiritual e a própria felicidade aos idosos, num momento tão particular de suas vidas, onde o convívio
familiar lhes impõe um certo isolamento natural.

A capoeira, em particular, trabalhada na perspectiva de respeitar as condições físicas
próprias da terceira idade, pode se converter num eficaz meio de valorização da vida social dos idosos, fazendo do seu ambiente um pólo catalisador e irradiador de cidadania. […]

Cortejo na abertura dos Jogos Quilombolas

Uma apresentação de capoeira da angola feita por integrantes do Projeto Raízes, da Secretaria de Justiça do Pará, abriu a programação do III Jogos Quilombolas, na Praça da Cultura, em Cametá, no final da tarde de domingo (20). Logo em seguida duas lideranças deram boas vindas aos  600 representantes de 170 comunidades quilombolas, de 22 municípios, que participam até a próxima sexta-feira do evento.

A programação continuou com chegada do grupo cametaense Bambaê do Rosário, um dos mais tradicionais da comunidade negra na região do Baixo-Tocantins. Eles mostraram a dança ritual, típica das comunidades Mola, Itapocu e Juaba, em Cametá, onde acontece a coroação do rei e da rainha nas festas de louvor à Nossa Senhora do Rosário. Os integrantes seguiram em cortejo pelas ruas da cidade, cantando e dançando ao som de maracás, em músicas que lembram lamento e adoração.

Os moradores foram para as janelas das casas acompanhar a passagem do cortejo que seguiu em direção à praça São João Batista, na orla da cidade. No meio do caminho foi inaugurada pelo Secretário Especial de Promoção Social Gerson Peres, um monumento comemorativo aos III Jogos Quilombolas de Cametá.

Lá foram entregues, três títulos definitivos de posse da terra para as comunidades quilombolas de São Manoel, Conceição do Mirindeua e Santa Maria de Tracateua, no município de Moju. O Programa Raízes, também repassou recursos no valor de R$ 450 mil para desenvolvimento de atividades de geração de emprego e renda nas comunidades quilombolas, como produção de farinha, apicultura e avicultura. O dinheiro também servirá para compra de equipamentos, barcos e máquinas agrícolas.Ainda no palco montado na praça, onze lideranças de comunidades negras foram homenageadas com placas comemorativas, pelo trabalho desenvolvido em prol da comunidade. Todos os homenageados fazem parte da velha guarda. Um deles fez o rito de passagem, entregando um colar para um jovem quilombola, que assumiu o compromisso de continuar a luta das comunidades remanescentes.

A cerimônia de abertura dos jogos encerrou com uma missa afro em homenagem ao Dia Nacional da Consciência Negra, comemorado ontem. Participam dos jogos, comunidades quilombolas de Abaetetuba, Acará,Alenquer, Ananindeua, Augusto Corrêa, Baião, Colares, Cachoeira do Piriá, Cametá, Capitão-Poço, Irituia, Mocajuba, Mojú, Óbidos, Oeiras do Pará, Oriximiná, Santa Isabel, Salvaterra, Santarém, São Miguel do Guamá, Tracateua e Viseu.

Fotografia – Paralelo a toda essa programação, foi aberta ontem a Exposição Fotográfica “Quilombos do Pará”, dos fotógrafos Paulo Sampaio e Carlos Penteado. Ela está funcionando no Salão da Paróquia São João Batista. As fotos mostram o cotidiano de diversas comunidades quilombolas do Pará. A exposição atraiu centenas de moradores na noite de ontem.

A programação dos III Jogos Quilombolas do Pará só encerra na sexta-feira (25). Até lá o publico cametaense vai poder assistir, durante o dia, disputas esportivas de capoeira da angola, futebol de campo, futebol de salão, vôlei de quadra, canoagem, futebol de areia, corrida, salto a distância, cabo de guerra e natação. A noite, na praça matriz da cidade, vão acontecer apresentações culturais de Ópera Cabloca (Cametá), Samba de Cacete ( Belém), Tambor de Crioula(Cachoeira do Piriá), Aiué (Oriximiná, Banguê Cinco de Ouro(Abaetetuba), Marambiré (Alenquer), Danças Afro (Acará), Boi de Porto Alegre (Cametá) e Dança do Gambá (Gurupá).

Durante toda esta semana, a Fundação Curro Velho estará oferecendo oficinas de Trança Afro, Confecção de Bijuterias com Beneficiamento de Sementes e Argila, Ritmo Afro, Brincadeiras de Jogos Infantis, Danças Nativas e Confecção de Estandartes. Ainda dentro da programação dos jogos quilombolas, vai acontecer o Circuito de Capoeira Angola na Cidade, Mostra de Gastronomia e Artesanato de Comunidades Quilombolas, lançamento do CD “Bumbarqueira- Cantigas de Quilombos de Cametá” e lançamento do Vídeo “ Terra de Negro 3”, sobre comunidades do Acará e Abaetetuba.