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Outubro 2006

Vendo Artigos de: Outubro , 2006

Repercussão… I Ciclo de Palestras do Forte da Capoeira

De Portugal faço uma chamada para conversar com o Sr. Leal, administrador e responsável pelo Forte da Capoeira, aproveito para falar da importância deste evento e de como é fundamental para a comunidade capoeirística poder estar envolvida com  Mestres de renome, representando a velha guarda da capoeiragem.
No mesmo dia falo também com Mestre Decanio, figura ímpar, ser humano fantástico que irá participar do ciclo abordando a religiosidade dentro do contexto ca capoeira.
Para terminar ligo para mestre Bola Sete, Presidente da ABCA, Associação Brasileira de Capoeira Angola, local onde foi realizado o Ciclo de Palestras e deixo o meu axé e agradecimento pela colaboração e parceria da ABCA em conjunto com o Forte da Capoeira.
Eram tantas as expectativas sobre este encontro que de certa gostaria de ter me projetado e atravessado um oceano somente para poder estar com estes grandes Mestres e participado deste evento.
 
Espero que tanto o Forte da Capoeira, na figura do Sr. Leal, quanto a ABCA, representada pelo conselho de Mestres estreitem as relações e continuem trabalhando em prol da capoeira e da cidadania, levando cultura e conhecimento, multiplicando e somando através da capoeira.
 
Luciano Milani
Repercussão… I Ciclo de Palestras do Forte da Capoeira
 
O Centro de Cultura Física Regional da Bahia terá espaço no Forte da Capoeira. Quatro Apóstolos de Mestre Bimba, Cafuné, Boinha, Sariguê e Gavião, conduziram os trabalhos do I Ciclo de Palestras Forte da Capoeira, em 27/10/2006. Os capoeiristas presentes tiveram a oportunidade de conhecer um pouco mais a doutrina da Capoeira Regional, criada pelo Dr. Manoel dos Reis Machado, o saudoso Mestre Bimba, em 1928.
 
Palavras de Cafuné:
“É maravilhosa essa parceria que, a Fundação Mestre Bimba e o Forte da Capoeira agora realizam. A FUMEB disponibilizando parte de seu acervo, principalmente a representação do CCFR com sua galeria de fotos, dados e história sobre os alunos do Bimba e o Forte da Capoeira cedendo o espaço físico adequado para instalarmos esse acervo e juntos disponibilizarmos para o grande publico. Com a estrutura não só física, mas principalmente logística do Forte, esse patrimônio da Regional irá cumprir o seu principal papel: O RECONHECIMENTO POR TODOS DO GRANDE TRABALHO DE NOSSO MESTRE.
Quando Mestre Bimba foi-se para Goiânia levou consigo a sua Academia denominada CENTRO DE CULTURA FISICA REGIONAL DA BAHIA e lá se instalou e ministrou aulas de Capoeira por um ano quando veio a falecer de derrame cerebral, encerrando assim um ciclo de aulas, pois seu Bimba nunca autorizou ninguém a dar continuidade a isso. Esse Patrimônio automaticamente passou para a sua família, seus parentes e descendentes.”
 
 
A comunidade do Vale das Pedrinhas mostrou o seu valor. O trabalho desenvolvido pelo cidadão Vivaldo Rodrigues Conceição, o querido Mestre Boa Gente, naquela comunidade, é um verdadeiro exemplo de vida. Os depoimentos verdadeiros de Rose e de Jéferson, demonstraram que a dedicação, o trabalho e a perseverança do Mestre Boa Gente, gerou sementes de Baobá, multiplicadoras operosas da esperança, da oportunidade e de melhores condições de vida para muitas crianças e adolescentes.
Outra boa notícia!
 
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A pesquisa “Mestres e Capoeiras Famosos da Bahia”, iniciativa do Forte da Capoeira, em parceria com a UFBA/FAPEX/Faculdade de Educação da UFBA e o Grupo Mel, será concluída nos próximos dias. O professor Pedro Abib, coordenador da pesquisa, conversou com os capoeiristas presentes no Ciclo, enfatizando a importância do trabalho da pesquisa para a documentação do conhecimento e a preservação da memória dos Mestres e Famosos Capoeiras da Bahia.
Aguardem!!!
 
 
I Ciclo de Palestras do Forte da CapoeiraCapoeira Regional e a Capoeira Angola foram reverenciados na tarde de ontem, 25/10/2006, com palestras enriquecedoras proferidas pelos Mestres Gildo Alfinete, Bola Sete e Cesar Itapoan. Foi um momento singular para os capoeiristas presentes. A experiência vivencial de Gildo e Bola Sete com o Mestre Pastinha, foi externada com detalhes e curiosidades interessantes foram reveladas sobre a personalidade, os ensinamentos e a contribuição de Vicente Ferreira Pastinha para a preservação dos fundamentos filosóficos da Capoeira Angola. Mestre Pastinha deixou bons discípulos.
 
No segundo momento o Mestre Cesar Itapoan deu um passeio no tempo da Capoeira Regional enfatizando a concretização da profecia de Manoel dos Reis Machado: “Eu criei a Capoeira Regional para o Mundo.” A exposição da metodologia de ensino, dos fundamentos e da sistematização do conhecimento da Capoeira Regional, foi ponto o alto da palestra.
É bom ver Cesar Itapoan falar sobre o Mestre Bimba. É pura emoção, reconhecimento, gratidão e respeito ao cidadão Manoel dos Reis Machado, o criador da Capoeira Regional.
 
Realmente; Bimba é Bamba!
Pastinha é Bamba!
 
Leal – Forte da Capoeira – http://www.fortedacapoeira.org.br/

Crônica: FILOSOFIA DA CAPOEIRA – Mestre Chiquinho Correa

A Capoeira é cultura,  é a união das caracteristicas humanas: atitudes,
costumes, modo de agir, instituições e valores espirituais e matériais de um
grupo social, de um povo que se cria e se preserva, através da comunicação e
da cooperação entre individuos.
As raízes principais da capoeira são:
 
1 – Dos africanos, herdamos movimentos, rituais, fundamentos e a
religiosidade ( dos Deuses Iorubá vem o ritmo Ijexá e o refrão tonal a cada
tres batidas; e do povo bantu provem o berimbau.).
 
2 – Dos portugueses herdamos o improviso da dança popular chula, o pandeiro
e a viola.
 
3 – Dos nativos brasileiros, temos a nomeclatura dos movimentos, os titulos
dos cantos, os rituais e métodos de ensinamento.
 
La capoeira é la ricerca dell´universo, dello sviluppo fisico, mentale e
spirituale.
 
A capoeira é  o desenvolvimento fisico, mental e espiritual.
 
A  capoeira muda o modo de viver, harmonizando e equilibrado o ser, ligando
o homem com o céu e a terra, através da fantasia, da música, do jogo da
criatividade e da socialização.
 
Nessa forma de cooperação, não existe vencedores, nem perdedores.
 
É uma forma mutua de respeito.
 
Respeito e a sensibilidade que cada aluno deve ter pelo seu mestre, pelo
ritual da roda , pelos instrumentos, pelos cantos e pela espiritualidade da
capoeira.
 
O respeito é um valor que não se pode ver nem tocar, mas que se sente e que
sabemos que é necessário.
 
O Mestre deve comunicar-se para transformar o aluno em um discipulo.
 
O aluno deve ser sincero para que suas técnicas sejam verdadeiras.
 
Através do conhecimento o aluno com o tempo será um discipulo e depois um
mestre.
 
O verdadeiro capoeirista é aquele que pergunta ao mestre os fundamentos da
arte e que caminha com o mestre até o fim.
 
Assim, juntos, eles alcançam  o equilibrio fisico, mental e emocional:
 
Da união destes valores os movimentos  ganham vida, e a técnica a magia, e
tudo isso se transforma em energia pura e criativa que sustenta outros
valores.
 
Principalmente o valor do amor, que transforma o veneno, em agua cristalina.
 
Por isso se faz necessário,  manter o uso da sabedoria tradicional, para
fazer com que a nossa prática atual seja iluminada.
 
1 – O aluno que " pratica " só por curiosidade essa disciplina
interessando -se somente pela atividade fisica não permanecerá por muito
tempo na academia.
 
2 – O discipulo tem respeito pelo seu mestre e deve saber que a sua tarefa
será  prosseguir os seus ensinamentos, por isso ele aprende evolui e espera
com serenidade o seu tempo o seu momento.
 
E quem decide quando um discipulo será um mestre?
 
As cordas, cordeis, cinturas, conquistadas nos anos tem o significado
simbolico do tempo e da continuidade do caminho percorrido e não do tempo
para ser um mestre, isso vem estabelecido da humildade, da sabedoria e da
sensibilidade conquistada.
 
3 – O " Esperto " através da ambição, inveja, odio, ciumes, não respeira o
seu momento, depois de pouco tempo se convence de ter aprendido tudo e esse
convencimento lhe faz esquecer o respeito que tinha pelo seu mestre, que com
paixão e dedicação mestreza tramanda os ensinamentos a sua cultura
tradicional.
 
Não tem dignidade, honestidade, humildade, mas uma determinação egoista.
 
Não tendo profissionalidade, organiza cursos a um preço inferior as outras
escolas, procura criar discordia falando de um modo não verdadeiro do seu
mestre para impor suas falsas convicções.
 
O Individuo não é um mestre graças a ele mesmo:
 
O imediatista nao é aluno, nem discipulo. O que que ele é?
 
O imediatista não è um aluno, nem um discipulo, O que ele è? E simplesmente um
rapaz, geralmente individualista, e ligado materialmente as coisas.
 
Pode acontece que por férias ou para preparar uma tese universitária, vai a
Salvador,  ao Rio,  a São Paulo, ou a qualquer, outra, cidade do Brasil, a
curiosidade em certos casos  e a falta de honestidade faz com que ele venha
errar e a encontrar um falso mestre, a quem mostra a sua capacidade, sem
mais mencionar o nome do seu mestre que com paixão seguiu seus passos na sua
estrada do aprendimento. Por sua vez o falso mestre por pouco dinheiro
alimenta essa convicção do " Esperto " elogiando – o por sua capacidade
fisica e aconselhando o direito de desenvolver o seu grupo com o titulo de
professor sem nenhum reconhecimento, com o único vinculo de depositar ao
falso mestre um percetual anual da suas entradas.
 
Em virtude do que apenas foi escrito,  as escolas de capoeira se
proliferaram em pouco tempo, mas somente algumas transmitem realmente a
verdadeira cultura
 
Infelizmente, nem todas as academias tem como objetivo a cultura, algumas se
interessam somente pela atividade fisica e pensam somente na luta e não no
jogo, no egoismo e no excessivo desenvolvimento muscular, outras que se
interessam apenas pelo  discurso tradicionalista, tem como finalidade o
aspecto material da capoeira.
 
Não temos como controlar, nem mesmo através das federações mundiais. No
entanto,vamos procurar dar maior espaço  àqueles que realmente são ligados
as raizes e desejam criar um único mundo, ao menos, no que se  refere  a "
Capoeira ".
 
A Capoeira, è uma arte nobre, e è a raiz de um povo, que sofreu e que sofre,
e por esse motivo que deve ser respeitada.
 
A Capoeira tem como sinal o simbolo da união entre todos os mestres que
estao divulgando essa cultura em todo o mundo de maniera pura e sincera,
mantendo os seus principios e sem segundos fins.
A Capoeira, do presente somos nos e nossos alunos: Devemos trabalhar unidos
para o seu futuro.
 
Por esse motivo escrevo a " Filosofia da capoeira ". Mestre Chiquinho Correa
 
NÃO SOU ANGOLEIRO NÃO SOU REGIONAL
JOGO CAPOEIRA PRÁ MIM É LEGAL             2v
 
Alguns pode cantar assim:
 
Eu sou angoleiro não sou regional
Jogo capoeira pra mim é legal
 
Outros:
 
Eu não sou angoleiro Eu sou regional
Jogo capoeira pra mim é legal
 
Aqueles que sao inteligentes devem cantar desse modo:
 
NÃO SOU ANGOLEIRO NÃO SOU REGIONAL
JOGO CAPOEIRA PRÁ MIM É LEGAL             2v
 

Francisco Levino Correa da Silva in arte Mestre Chiquinho Correa; è um brasileiro poliedrico Professor de Estudos Sociais, compositor, interprete, musico, pesquisador , dançarino, coreografo, mestre de capoeira angola do  Grupo olo+xum = ( A energia com o amor ) aluno de Mestre Brasilia – www.oloxum.com,  mestre de samba, forró, salsa etc.., vive em Bolonha -Italia; desde 1990;
 
Tem  uma coluna sobre a capoeira e o samba na web: http://musibrasil.net/
 
Criador do CD e DVD didattico Samba Capoeira Agosto/2006
 
Autor da Musica TIM TIM TIM BERIMBAU  que sairà dia 23 de novembro como homenagem a capoeira e ao samba na Rede de TeleviSao Italiana RAI UNO no programa musical infantil  " Zecchino de Ouro "
 
www.oloxum.com – e.mail: cchiquinho@capoeirabologna.it – Tel + 39 3334924237

Aracajú: Mestre Lucas fala sobre capoeira e lançará livro em Sergipe

“Percebo que minha relação com a capoeira não surgiu de forma aleatória, mas sim como a continuação de uma luta em busca da liberdade, já que o seu surgimento deve-se ao desejo de aceitação do negro diante de uma sociedade que, de forma gradual, distancia-se dessas suas raízes culturais”.
 
As palavras são de Luiz Carlos Vieira Tavares, ou Mestre Lucas, que desde a década de 70 começou a praticar a capoeira em Aracaju, no Cotinguiba Esporte Clube. Em 1977, ele já fundava, com alguns amigos, o grupo de capoeira ‘Os Molas’.
 
Hoje, com 43 anos, ele já está em seu terceiro livro sobre o assunto, fruto de sua dissertação de mestrado. ‘O Corpo que Ginga, Joga e Luta – A Corporeidade da Capoeira’ já foi lançado em Salvador e em São Paulo, mas Sergipe ainda aguarda ser brindado com a obra.
 
Luiz Carlos Vieira Tavares, ou Mestre Lucas“Em breve o livro será lançado em Aracaju, provavelmente em um evento da Universidade Tiradentes”, diz. O material trabalha, dentre outros temas, a musicalidade, instrumentos, canções, a natureza e cultura da capoeira, abordando também as dicotomias ‘corpo e alma’ e ‘mente e espírito’.
 
“O homem não é uma máquina. O corpo se movimenta com intencionalidade, o corpo sente prazer, chora, sorri, ao contrário da máquina. É essa uma das relações que eu faço com a capoeira na obra”, declara o autor.
 
“Muitos colegas de capoeira enxergam o corpo como uma máquina. Mas observei em minhas pesquisas que boa parte também diz que corpo é vida, corpo é movimento. E isso é bom”, complementa.
 
Mestre Lucas faz questão de destacar que seu livro não é uma obra técnica sobre capoeira e não vai ensinar como praticar a arte, mas faz um resgate da cultura e da história da capoeira para que se possa compreender o corpo e as transformações sócio-culturais.
 
"Eu busco abrir caminhos para o jogo, a luta, a dança de paradigmas que nos permitam, de ‘cabeça para baixo’ ter corpos capazes de desfrutar da beleza dos movimentos de vida que emanam da capoeira", diz.
 
Currículo
 
Luiz Carlos Vieira Tavares é licenciado em Educação Física pela Universidade Católica de Salvador (Ucsal), pós-graduado em Didática do Ensino Superior e em Capoeira na Escola pela Universidade de Brasília. Seu mestrado é na linha de pesquisa Corporeidade e Pedagogia do Movimento e Lazer, pela Universidade Metodista de Piracicaba (SP).
 
Ele é autor do ensaio ‘Nomenclatura na Capoeira’ e co-autor do livro ‘A capoeira no contexto histórico nacional’. Tem também dois CDs de capoeira gravados. Atualmente é professor de universidades sergipanas e do Centro Federal de Educação Tecnológica, unidade de Lagarto.
 
Por Andreza Azevedo
http://www.infonet.com.br

Capoeira & APAE – Projeto APAEXOEIRA

APAE PARTICIPOU ATIVAMENTE AS COMEMORAÇÕES
 
Miguel Pereira – Foi com muita emoção que o Panorama Regional registrou esta semana a participação da APAE de Miguel Pereira nas festividades em homenagem ao 51º aniversário do município. No sábado, dia 21, o Projeto APAEXOEIRA, integrante do Abadá Capoeira reuniu seus 40 atletas com deficiência para troca de cordas e batizado na tenda que foi colocada na Praça João XXIII bem no coração da cidade.
 
Quem assistiu pode acompanhar a vibração dos atletas da APAE que hoje participam dessa maravilhosa iniciativa do Mestre Giboia e da Presidente Tânia Athayde. Uma verdadeira aula de inclusão social que mostrou a todos os presentes que uma pessoa especial pode e deve fazer tudo, como qualquer outra pessoa, precisando apenas que seus limites sejam respeitados. As fotos falam por si. Confiram os semblantes dos atletas APAEXONADOS por Capoeira.
 
Já no Domingo, mais de 200 pessoas participaram do desfile cívico representando a APAE de Miguel Pereira que hoje tem 120 alunos, 25 funcionários e dezenas de familiares e colaboradores. Uma verdadeira integração se demonstrou ao longo do percurso. A cidade aplaudiu e parabenizou a todos os participantes. Nota 1000 para toda a Família Apaeana.
 
Fonte: Panorama Regional
http://www.panoramaregional.com.br/

Pesquisa sobre o Maculelê

Caros Mestres,
 
Em parceria  com o Portal Capoeira, estou fazendo uma revisão e atualização do livro de pesquisas sobre o Maculelê – “Ôlelê Maculelê”  que foi publicado em 1989.  
 
Tenho conhecimentos de que, como acontece com as manifestações folclóricas de um modo geral o passar do tempo e interpretações pessoais têm influenciado para que a tradição seja modificada e, em alguns casos, descaracterizada.
 
Tenho, também, conhecimento de divulgação de conceitos equivocados como a afirmação feita em um programa popular de TV brasileira em que um Mestre apresentou o Maculelê como “estilo” da Capoeira.
 
A globalização da Capoeira não dá condições de se fazer pesquisas de campo como quando o Maculelê foi estudado em 1989 e, assim,  venho solicitar a sua participação – como Mestre – em atividade para que nos envie sua experiência sobre estas descaracterizações e o resultado desta pesquisa será apresentado na 2a. edição do livro que estará sendo lançada em dezembro deste ano.
 
Para participar desta pesquisa e colaborar com o Livro:
 
“Ôlelê Maculelê”, clique aqui.

 
Lucy Geão – Produtora Cultural por Emília Biancardi – nucleodenegocios@atarde.com.br

Pesquisa para revisão e atualização do livro de Emília Biancardi: “Ôlelê Maculelê”

O INÍCIO
 
Emília Biancardi Ferreira sempre foi apaixonada pelo folclore. Com ascendência italiana (por parte de mãe) e portuguesa-africana (pai) Emília desde adolescente, em Vitória da Conquista, ficava fascinada com os festejos dos ternos de reis. Mais tarde, quando foi designada professora de música e canto orfeônico no Instituto de Educação Isaías Alves (Iceia) ela criou, em 1962, o primeiro grupo parafolclórico da Bahia: “Viva Bahia”.
 
Era uma época em que a cultura afro-baiana não estava na moda e a capoeira e o candomblé sofriam repressão social, quando não policial. O grupo que mostrava as danças de origem africana se transformaria no “Viva Bahia”, em 1969 que depois se apresentou em toda a América do Sul, Europa, EUA, Oriente Médio e África e onde muitos Mestres começaram suas carreiras no exterior.
 
O “Viva Bahia” sobreviveu até 1983 e é a própria Emilia que conta: “O grupo de danças tradicionais populares, “Viva Bahia”, surgiu em Salvador a partir de uma pesquisa sobre raízes populares. Era um trabalho onde danças e músicas eram reproduzidas e aplicadas em espetáculos teatrais, havendo uma total observância dos postulados inspiradores destes; seja no candomblé, onde a coreografia se inspira diretamente na dança sacralizada dos orixás; seja na capoeira, onde as artes marciais africanas se aculturaram; seja no maculelê, recriação dentro dos valores da cultura negra das regras éticas do duelo; seja no samba de roda, onde este samba, tantas vezes modificado, aparece em sua forma original”.
 
Em seus mais de 40 anos de atividade artística Emília Biancardi (a) publicou os livros: “Cantorias da Bahia”, “Viva Bahia Canta”, “O Lindro Amô”, “Olêlê Maculelê” e “Raízes Musicais da Bahia” sendo estes dois últimos considerados de referência; (b) participou de dois importantes documentários sobre a Bahia – “Bahia de Todos os Sambas” e “Bahia por Exemplo” e (c) criou a “Coleção de Instrumentos Tradicionais Emília Biancardi” com mais de 500 instrumentos indígenas e africanos com várias exposições em Salvador e em outros estados..
 
O LIVRO “ÔLELÊ MACULELÊ”
 
Em 1989, após uma acurada pesquisa de campo, o livro  “Ôlelê Maculelê” foi por ela feito publicar como resultado da busca da trajetória do folguedo Maculelê na vida popular das microrregiões onde existiu e era cultivado observando-se as evoluções, já notadas naquela ocasião, que originou a perda de várias de suas características primitivas e que modificaram seu aspecto de folguedo de raízes africanas.
 
Nos dias de hoje essas modificações vêm sendo drásticas envolvendo  coreografia e indumentária fazendo com que a descaracterização do folguedo seja, ainda, mais profunda chegando ao absurdo de se colocar o Maculelê como “estilo da Capoeira” (???)..
 
Essa interpretação errônea feita, inclusive, num programa popular de televisão originou a inserção de uma “Ordem do Dia“ no Conselho Estadual de Cultura da Bahia que está emitindo uma Moção contra tal situação já que a autora é Conselheira do órgão e, conseqüentemente, este fato acelerou sua intenção de fazer nova Edição do “Ôlelê Maculelê” que deverá estar sendo lançado no próximo mês de dezembro.
Emília Biancardi, hoje se vê diante desta difícil situação do Maculelê que aumenta consideravelmente sua preocupação com a crescente e evidente modificação das suas características o que poderá ocasionar a perda de seu espaço no campo das manifestações tradicionais da cultura popular.
 
Assim, retomando seus estudos e com o resultado das pesquisas – via internet –  resolveu compilar várias dessas opiniões dos antigos Mestres acrescentando-as nesta 2a. edição do “Ôlêlê Maculelê”, editado em 1989, e que tem, até hoje, sua leitura recomendada por muitos Mestres como se pode constatar em inúmeros Sites dedicados à Capoeira e ao próprio Maculelê;
 
Alguns dos  depoimentos – já confirmados – que farão parte desta nova edição:  Prof. Maria Mutti, diretora do Núcleo de Incentivo Cultural de Santo Amaro (Nicsa – Prof. Zilda Paim, historiadora do Recôncavo e Mestres de Capoeira como: Mestre Morais, Mestre  Itapoan e  Mestre Bira Acordeon.
 
Lucy Geão – DRT 1857 – Produtora Cultural


 
A PESQUISA
 
ASPAS
Caros Mestres,
 
Em parceria  com o Portal Capoeira, estou fazendo uma revisão e atualização do livro de pesquisas sobre o Maculelê – “Ôlelê Maculelê”  que foi publicado em 1989.  
 
Tenho conhecimentos de que, como acontece com as manifestações folclóricas de um modo geral o passar do tempo e interpretações pessoais têm influenciado para que a tradição seja modificada e, em alguns casos, descaracterizada.
 
Tenho, também, conhecimento de divulgação de conceitos equivocados como a afirmação feita em um programa popular de TV brasileira em que um Mestre apresentou o Maculelê como “estilo” da Capoeira.
 
A globalização da Capoeira não dá condições de se fazer pesquisas de campo como quando o Maculelê foi estudado em 1989 e, assim,  venho solicitar a sua participação – como Mestre – em atividade para que nos envie sua experiência sobre estas descaracterizações e o resultado desta pesquisa será apresentado na 2a. edição do livro que estará sendo lançada em dezembro deste ano.
 
Para participar desta pesquisa e colaborar com o Livro:
 
“Ôlelê Maculelê”, clique aqui.
 
Lucy Geão – Produtora Cultural por Emília Biancardi
nucleodenegocios@atarde.com.br
FECHA ASPAS
 
Emília Biancardi
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Peça Músical: Besouro Mangangá

Besouro Mangangá
 

O lendário capoeirista, que tem dedicado um capítulo em Mar Morto de Jorge Amado e que tem versos seus no samba ganhador da I Bienal do Samba, em 1968, "Lapinha" composição de Baden Powell e Paulo Cesar Pinheiro, cantada por Elis Regina: "Quando eu morrer me enterrem na Lapinha, calça culote, paletó almofadinha …", ganhará uma peça musical de autoria de Paulo Cesar Pinheiro.
 
Será a estréia do letrista Paulo Cesar Pinheiro como autor teatral. A pesquisa começou em Santo Amaro da Purificação (BA), onde ele encontrou antigas histórias que revelam um herói popular. O espetáculo terá 14 músicas do próprio autor, ritmicamente inspiradas nos toques do berimbau: São Bento, angola, cavalaria, benguela, barravento, iúna, samango e por aí vai …
 
A estréia será em dezembro no Teatro III do Centro Cultural do Banco do Brasil do Rio de Janeiro.


Nota repassada da Comunidade DA Incubadora AFRO BRASILEIRA
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=9220740

Crônica: “DO GIGA BYTE AO PANDEIRINHO”

A dura missão de levar a rua para dentro da escola.
 
Alguns dias atrás o Pedro Henrique, aluno do infantil, me explicou o que era um "giga byte". O quanto àquela unidade numérica suportava de informação e como era complexa a sua função no mundo dos chips.
Tudo em ordem, se não fosse o fato do Pedro estar com 05 ou 06 anos de idade. Ele brinca muito! Brinca quase quatro horas por dia. Brinca de entrar na internet, brinca de desmontar placas de computador e depois as monta. Brinca com o seu mundo office, world wide web e de mega bytes! 
 
Observei muito o Pedro nas últimas aulas de capoeira e percebi a sua dificuldade em realizar movimentos motores de caráter grosso, que no geral são mais simples que os de características fina, que ele já deveria estar executando. Os pais dele, após assistirem uma apresentação na unidade de educação infantil, o matricularam na capoeira com a intenção de diversificar a maneira de brincar do pequeno Pedro. Ele ainda corre com pouca coordenação, salta com grande deficiência, quase não pula e rolar ainda é um mundo desconhecido para o Pedro assim como os “giga bytes” são para mim. O testei, colocando uma série de figuras, personagens e objetos ao seu reconhecimento. Cerca de 20 imagens dentre elas a foto de Edson Arantes, o Pelé; Zumbi dos Palmares e de instrumentos musicais como o berimbau e o agogô. Ele reconheceu somente o Chaves, do seriado infantil, os Rebeldes fruto da cultura de massa musical e o ícone tecnológico do internet explorer. Eu não poderia esperar mais! Estou propondo á ele novas brincadeiras e jogos adaptados para a capoeira e tenho realizado uma leitura de seu comportamento motor e afetivo.
 
Em relação à valência física de coordenação motora, observamos a capacidade de dissociação da criança no primeiro momento, para planejar o seu desenvolvimento. Esta valência está na prática de associar movimentos de membros inferiores, juntamente com movimentos de membros superiores e do tronco. As crianças apresentam muitas diferenças neste aspecto, contudo o nosso Pedrinho mal conseguia erguer um braço e a perna do mesmo lado simultaneamente. Casos assim são rotineiros dentro da educação corporal de crianças em primeira infância que contempla dos 02 aos 06 anos de idade. Não sendo a idade a única balizadora deste período. Uma criança de 05 anos nunca será igual à outra em vários aspectos só porque possuem a mesma idade. Contudo, não é raro encontramos casos similares ou ainda mais complicados como do Pedro. 
 
A maioria das crianças nos grandes centros urbanos vive em seus apartamentos, comendo fast food e jogando play station. Nunca rodaram um pião, jamais empinaram uma raia, nem sabem o que é uma fubeca ou até mesmo não avistaram a sua frente um pé de frutas para subirem em seu tronco. Nós educadores temos a dura missão de trazer a rua para dentro da escola. Nuca será a mesma coisa. São ambientes bem distintos. Mas diante da difícil situação em que se encontram nossos pequenos, o brincar de pique esconde dentro da escola, se tornou mais presente do que as tabuadas e a gramática  dos nossos pequenos prisioneiros. E isto talvez seja um ponto positivo referente à pedagogia na educação infantil da atualidade. 
 
Nosso saudoso Jean Piaget, no seu inesquecível O Nascimento da Inteligência na Criança de 1978, acreditava que nossa gestação no útero materno é muito curta, apenas nove meses. Comparados aos outros animais, nascemos muito grandes a antes do tempo. Os bebezinhos recém-nascidos, ainda apresentam feições de feto, como se a formação biológica devesse ainda algum desenvolvimento a eles. João Batista Freire, no seu livro Educação como Prática Corporal de 2003, afirma que esta continuidade no processo de “gestação” se dá no “útero cultural”. Ou seja, nesta segunda gestação, aprendemos o que não foi aprendido na barriga da mãe. Ela acontece através da cultura e pelo resto da vida, especialmente durante a juventude. Somos, portanto, animais com extremo talento para aprender. Considerando que o meio em que vivemos não é natural, mas cultural, e que a cultura humana se altera a cada instante, precisamos, para dar conta de viver nele, aprender permanentemente. 
 
Crianças no Projeto Beija-FlorA nossa missão então, é fazer com que o nosso querido Pedro Henrique, seja visto como uma criança e nada mais. Um ser que não se apresenta, fragmentado ou fatiado em dados momentos; como um ser psicológico, um ser motor, um ser intelectual e um ser moral. Mas sim um ser único que deverá ser educado de corpo inteiro (FREIRE; SCAGLIA, 2003). Oferecer a ele uma “outra gestação” ampla culturalmente e bem diversificada socialmente. Uma criança que não deveria ficar quatro horas em frente á uma tela de computador e nem mesmo quatro horas gingando e dando piruetas. Alguém que não suporta ficar durante horas sentado em uma sala de aula, em frente á um quadro negro e enfileirado como um soldado do exército. A visão que se tem é que não há respeito pela imobilidade e inquietação da criança em razão de nossa imposição por padrões estabelecidos. Querer que uma criança fique quieta, sem se mexer e sem levantar durante um período de aula é anular o que ela tem de mais belo, que é a sua capacidade criativa e de improvisação em jogos, brinquedos e brincadeiras. Nós adultos, temos características de imobilidade perante aos pequenos e achamos que eles devem seguir o nosso raciocínio. 
 
Neste ponto, as atividades corporais, de cultura, de expressão e o lazer entram com uma grande importância dentro dos primeiros anos de aprendizado. Invertem a situação estática antes mencionada. As danças, lutas e também a capoeira está a cada dia mais presente dentro das atividades oferecidas pelas escolas de educação infantil. Em geral, se bem planejadas pelo educador, são bem aceitas por pais e alunos. Só devemos entender que este seja talvez o principal período de construção de conhecimento para estas crianças. Todo repertório motor está sendo constituído nesta fase, bem como o processo de maturação biológica e concepções afetivas.
 
Então, a responsabilidade de quem trabalha com crianças é grande e não depende apenas de boa vontade, mas também de conhecimento no assunto e amor. Há algum tempo a informação é de fácil acesso aos educadores, só esperamos que haja busca neste sentido. Senão, nós capoeiristas em particular, não poderemos dizer a que viemos e porque fazemos de uma arte tão bela uma poderosa ferramenta pedagógica. 
{jgquote}Talvez os “giga bytes” um dia o ajudem, mas agora só queremos que ele viva como um garoto. Um garoto de cinco anos de idade que hoje viu o mundo com as pernas para o alto.{/jgquote} 
E voltando ao pequeno Pedro Henrique, nesta manhã ele conseguiu fazer uma bananeira. A mãe dele me disse que ontem ele usou pouco o computador e construiu um pandeirinho com sucata que encontrou em casa. Talvez os “giga bytes” um dia o ajudem, mas agora só queremos que ele viva como um garoto. Um garoto de cinco anos de idade que hoje viu o mundo com as pernas para o alto. 
 
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Crianças no Projeto Beija-Flor diante da roda de capoeira:
atenção em razão da beleza cultural e não pela imposição
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Capoeira & Programa de Erradicação ao Trabalho Infantil

Ações destinadas às crianças e adolescentes do município de Porto do Mangue são desenvolvidas através do Programa de Erradicação ao Trabalho Infantil (Peti), visando manter os beneficiados na escola e participando de atividades educativas. O programa atende a crianças e adolescentes com faixa etária entre 7 e 15 anos com atividades visam a melhoria na qualidade de vida para a população.
 
Segundo a coordenadora do Peti, Antonia Cristiane Florêncio Dantas, o programa beneficia atualmente cento e cinqüenta crianças do município, sendo cem atendidas na sede do município, trinta na comunidade do Rosado e vinte na comunidade do Logradouro, em vários atendimentos.
 
Atividades
 
"Estas crianças e adolescentes participam de atividades educativas em horário inverso ao escolar. Para ser uma beneficiada, ela precisa estar matriculada na escola e estar freqüentando as aulas regularmente", afirma.
 
De segunda a sexta-feira, as crianças e adolescentes participam de diversas atividades educativas em horário inverso escolar, com as aulas de reforço, capoeira e de serigrafia. Todos as atividades são acompanhadas por monitores especializados que acompanham todas as ações desenvolvidas. Através do programa, cada beneficiado recebe mensalmente uma bolsa no valor de R$ 25,00 para auxiliar na renda familiar.
 
A coordenadora destaca que a merenda distribuída é acompanhada por uma nutricionista, que monta semanalmente um cardápio alimentar com todos nutrientes necessários para uma alimentação saudável.
Capoeira
A equipe da Secretaria Municipal de Assistência Social está elaborando um projeto para realizar o batizado da capoeira no final do ano. O evento está previsto para acontecer em 10, 11 e 12 de dezembro, e contará com a participação de grupos de capoeira de outros municípios e de estados vizinhos.
A coordenadora informa que os projeto está na fase de elaboração para depois ser encaminhado os ofícios para outras cidades. "Será um grande evento e esperamos reunir um grande número de pessoas. O evento marcará o resultado de todo o trabalho realizado com os alunos", finaliza
 
http://diariodenatal.dnonline.com.br
 

 
PETI – Programa de Erradicação do Trabalho Infantil
 

O Brasil é considerado referência mundial no combate à exploração de crianças. É o único país a adotar política específica contra esta mão-de-obra. Em 1996, o governo criou o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil, o PETI. Resultado da mobilização da sociedade seu principal objetivo sempre foi de retirar crianças e adolescentes de 7 a 15 anos do trabalho perigoso, penoso, insalubre e degradante.
 
O PETI é uma ação do governo que desperta em nossas crianças e em suas família a possibilidade de um outro futuro.Atualmente, as ações de proteção social especial às crianças e adolescentes vêm sendo transformadas em política pública e ações continuadas a serem executadas regularmente por meio do Sistema Único da Assistência Social – SUAS. Ao lado disto, existe o compromisso do governo federal de alcançar até 2006 todas as crianças e adolescentes utilizados como mão-de-obra. Segundo o PNAD/2003 são 2,7 milhões, na faixa dos 5 a 15 anos, representando 7,46% das crianças nesta idade. Em 1995, um ano antes da criação do Peti, eram 5,1 milhões – 13,74% das crianças entre 5 e 15 anos.
 
Para mais informações sobre o Peti clique aqui e acesse o conteúdo da página do portal MDS

Inclusão da Capoeira nos Currículo das Escolas

INCLUSÃO DA CAPOEIRA NO CURRÍCULO DAS ESCOLAS
 
O PROGRAMA DE REFLEXÕES E DEBATES PARA A CONSCIÊNCIA NEGRA
Uma experiência de aplicação da Lei 10.639/03, tem em desenvolvimento o Projeto CAPOEIRA NA ESCOLA, sob coordenação da Professora Carla Lopes.
 
No fim do ano passado ela "clippou" uma informação sobre uma votação na Assembléia Legislativa no Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) para a INCLUSÃO DA CAPOEIRA NO CURRÍCULO DAS ESCOLAS PÚBLICAS.
A Profa. Carla Lopes procurou por várias vezes informações sobre a evolução e os resultados da votação, mas não obteve resposta e entende que passada a eleição de Deputados Estaduais é hora de se pedir posições, e mais que isso, mobilizar educadores e capoeiristas para se representarem organizadamente para a cobrar e acompanhar esta aprovação, no Estado do Rio de Janeiro e também por todo Brasil.
 
PROGRAMA DE REFLEXÕES E DEBATES PARA A CONSCIÊNCIA NEGRA
 
Coordenação Geral: Profa. Carla Lopes
programa.rdcn@gmail.com
 
Matéria enviada por Miltinho Astronauta – www.capoeira.jex.com.br