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Setembro 2010

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Aconteceu: Encontrão de capoeira em Nova Iguaçu

A prefeitura de Nova Iguaçu realizou o 1º Encontrão de Capoeira pelo Meio ambiente do Programa Escola Aberta, que reuniu centenas de pessoas no sábado, 25 de setembro, na Vila Olímpica de Nova Iguaçu.

Foram 25 grupos de capoeira representando a cultura afro-brasileira, que conquista jovens, crianças e adultos. O evento foi aberto pela secretária de Educação, Dilcéia Quintela. “Estou feliz em abrir o primeiro encontrão de capoeira. Precisamos fazer com que chegue às 125 escolas, pois o esporte é fundamental para o desenvolvimento das crianças”, explicou.

O ginásio de esportes mais parecia um grande terreirão com os gingados e lutas dos capoeiristas. O encontro reuniu mestres, mestrandos e professores de capoeira do Escola Aberta, que formaram três grandes rodas representando as categorias infantil, feminina e adulto num belo espetáculo de dança e luta ao som de berimbaus, tambores e cânticos. Todas as apresentações foram acompanhadas pelo secretário Adjunto Pedagógico, Reginaldo Bastos e coordenadoras do Escola Aberta, Denise Andrade e Luciana Matta.

O presidente da Federação de Capoeira da Baixada Fluminense, Reginaldo Alves de Almeida, parabenizou a iniciativa da Secretaria de Educação em promover o encontro “A capoeira no Escola Aberta está ajudando a tirar muitas crianças da rua. Ela disciplina e ajuda a formar homens íntegros”, disse mestre Almeida.

Emerson de Oliveira, 14 anos e mais três irmãos praticam capoeira na Escola Municipal Nabor Otuki. “Antes da capoeira eu era brigão e passava muito tempo na rua. Agora estou disciplinado e trouxe minhas irmãs para o grupo”, contou o menino.

Quem esteve no local também participou de oficinas de artesanato, todas voltadas para o reaproveitamento. Além disso, a organização do evento inovou com o brinquedo “Vai e Vem” feito de garrafa pet, flores com galhos secos, reaproveitamento de jornal, bijuterias, pintura e pula-pula para a criançada. O encontrão contou com a participação das 55 escolas que desenvolvem o Escola Aberta, que é um programa do governo federal em parceria com as prefeituras e abre as escola aos sábados e domingos para a comunidade.

Fonte: http://noticias.sitedabaixada.com.br/

Bauru: Alberto faz da capoeira a sua causa

Ex-bancário, ele investiu recursos próprios para criar espaço para treinamento e divulgação da modalidade esportiva e cultural

Quando decidiu construir a Casa da Capoeira no Jardim Contorno, perto do residencial Camélias, o capoeirista Alberto de Carvalho Pereira Sobrinho, 44 anos, enfrentou resistência da vizinhança.

Conta que foi chamado para uma reunião e levou revistas de arquitetura para mostrar os projetos bonitos e modernos que o inspiravam. Não teve jeito. Ouviu que tudo o possível seria feito para embargar a obra. Encarou olhares tortos, ameaças de ter a vida transformada num inferno e fiscalização rigorosa.

Alberto não desistiu e a casa ficou pronta há quatro anos. Ex-bancário, ele usou o dinheiro da indenização trabalhista do Banespa e economias próprias para erguer o espaço de 180 metros quadrados, com área para treinamento, banheiros e biblioteca.

Preconceito

A resistência dos vizinhos tem relação com o preconceito à capoeira, justamente o que Alberto tenta combater. Ele idealizou a casa como um local para cursos, seminários, encontros e central de documentação e preservação da memória. Compra a briga de insistir com o poder público para incluir o esporte no currículo escolar da rede pública de ensino.

Alberto nasceu em Afogados da Ingazeira, no sertão de Pernambuco. Na adolescência, foi com a mãe e os irmãos para São Paulo. Viveu a saga dos nordestinos migrantes: trabalhou desde cedo e dividiu as despesas da casa com os seis irmãos.

A diferença é que a mãe fez questão de ser rigorosa com os estudos dos filhos. Todos saíram do Nordeste com o ensino médio concluído e, em São Paulo, conseguiram evoluir no mercado de trabalho.

Aos 14 anos, ele começou como boy numa construtora. Depois foi contratado pelo Hospital do Servidor, onde trabalhava meio período. Dividia o tempo entre o serviço, o cursinho e a capoeira, que o atraía desde a infância.

Começou a jogar com o professor Paulo Carioca, do grupo Netos de Amaralina. Descobriu a escola no metrô, quando o trem passava quase parando perto do antigo Carandiru e ele podia ver a placa.

“Fui lá e me matriculei”, lembra. Valores como a liberdade e a solidariedade, relacionadas à capoeira, foram os principais responsáveis pela aproximação.

Em São Paulo, fazia planos para o futuro com o irmão mais novo, Roberto. Queriam voltar a Pernambuco. Ele pretendia cursar agronomia e o irmão veterinária. Atenderiam o desejo da mãe de ver os filhos formados e teriam profissões que possibilitariam o trabalho junto a comunidades nordestinas.

Destino

A vida impôs outros rumos. Roberto, o caçula, morreu assassinado aos 23 anos. Alberto decidiu sair de São Paulo. Veio para Bauru, onde seguiu sua carreira de bancário até ser demitido sem justa causa do Banespa. Aqui conseguiu ir para a universidade. É formado em educação física pela Unesp e trabalha como professor em escolas estaduais e numa faculdade de Agudos, além das aulas na Casa da Capoeira e as atividades com o grupo Jogo de Dentro.

O capoeirista ainda não é mestre – e nem tem pressa.

Ele defende o conhecimento técnico do jogo associado à noção histórica e à percepção dos significados. Não concorda muito com quem é chamado de mestre apenas porque domina a parte técnica.

Um exemplo: o movimento que o capoeirista faz ao entrar numa roda simboliza a saída dos escravos do mundo real e a chegada ao universo lúdico. A rasteira, por sua vez, tem o significado de derrubar os problemas. Jogá-los no chão.

 

Dedicação é para ter reconhecimento

Não há arrependimento por causa dos investimentos financeiros e pessoais feitos na Casa da Capoeira, mas Alberto tem a sensação de impotência por ainda não ter conseguido vencer as disputas locais e unir os capoeiristas de Bauru em defesa do esporte, que também é manifestação cultural.

Ele garante que não desistiu de seu objetivo.

Sancionado em julho deste ano pelo presidente Lula, o Estatuto da Igualdade Racial reconhece a capoeira como desporto de criação nacional em todas as suas manifestações: esporte, luta, dança ou música.

Isso significa que está garantido o livre exercício da capoeira e também a possibilidade de reconhecimento público da prática.

O dono da Casa da Capoeira esteve recentemente na Câmara Municipal para divulgar aos vereadores e à população a regulamentação e pedir mais atenção à modalidade.

Mestre

Alberto pratica a capoeira regional, criada pelo Mestre Bimba, baiano de Salvador responsável por tirar a modalidade da marginalidade e torná-la mais popular, numa época em que havia o risco dela ser extinta, como aconteceu com outros folguedos que tiveram origem na escravidão e deixaram de ser praticados ao longo do tempo.

O documentário “Mestre Bimba, a capoeira iluminada”, conta a história de Manoel dos Reis Machado (1900-1974), descrito como o homem que dedicou a vida a dar dignidade à modalidade praticada inicialamente apenas por homens negros.

A praça localizada em frente à Casa da Capoeira, no Jardim Contorno, recebeu o nome de Mestre Bimba e é mantida por Alberto e outros vizinhos.

Ele adotou o espaço público. Há projeto de urbanização para o local, com pista para bicicross, espaço para caminhada, áreas de convivência e playground, no formato de roda de capoeira.

Outras metas

Também estão nas metas de Alberto conseguir que a Semel (Secretaria Municipal de Esportes) crie o cargo de técnico de capoeira, preenchido por meio de concurso público; a instalação de escola municipal de capoeira e a inclusão da modalidade como atividade curricular na rede municipal de ensino.

Hoje, ela já é ensinada como atividade extra em escolas da rede particular e em algumas unidades públicas.

Para a Casa da Capoeira, os planos são criar uma identidade visual e também um blog – tudo com o objetivo de divulgar o espaço e a manifestação esportiva e cultural que o local abriga.

Ah, é preciso informar.

Os vizinhos antes insatisfeitos não cumpriram a ameaça de infernizar a vida de Alberto, visto como estranho no Jardim Contorno quando chegou por lá com seus planos.

Agora ele e sua capoeira são bem vindos ao bairro.

A casa da Capoeira é uma associação de pessoas, interessadas na prática e fruição do jogo da Capoeira, entendendo o jogo como uma brincadeira SÉRIA.

 

A Capoeira, como todas as demais práticas corporais, enseja valores próprios que transcendem ao próprio jogo, “invadindo” outros espaços da nossa vida cotidiana, constituindo-se assim uma cultura própria.

Desse modo, o nosso interesse inicial é a prática, mas os nossos compromissos vão para além da prática:

  • Contribuir para a elevação do padrão técnico e cultural da capoeiragem da região de Bauru, através de ações diversas: cursos, workshop, seminários, encontros, etc.; através de seus próprios meios ou em colaboração com os poderes públicos e a iniciativa privada;
  • Contribuir para a preservação da memória e história da Capoeira na Região de Bauru, incentivando e realizando o trabalho de documentação dos vários espaços de prática e gravando em mídia eletrônica depoimentos dos Mestres responsáveis pela disseminação da prática na região;
  • Manutenção de uma biblioteca multimídia, que conte com livros, revistas, artigos, registros fonográficos (em vinil, k7 e CD) e registros cinematográficos (filmes, vídeoK7 e DVD); além da disponibilização desse material por meio eletrônico, resguardados os direitos autorais e/ou créditos aos autores.

 

Fonte: Agência BOM DIA – http://www.redebomdia.com.br/

Alagoas: Capoeira será tema de Sessão Especial na CMA

Foi convidado para o debate o mestre sergipano de capoeira Beija-flor que irá falar sobre o projeto “Capoeira Inclusiva”

A Câmara Municipal de Aracaju (CMA) realizará nesta segunda-feira, 27, uma Sessão Especial em homenagem a Capoeira. O tema foi sugerido pela vereadora Rosângela Santana (PT) e tem como objetivo apresentar aos parlamentares a beleza deste esporte que está acessível a todo e qualquer público, seja criança, idoso ou portador de necessidade especial.

Foi convidado para o debate o mestre sergipano de capoeira Beija-flor que irá falar sobre o projeto “Capoeira Inclusiva”, baseado na sociabilização e elevação de auto-estima dos alunos, que passam a superar seus limites.

Outro tema será a inclusão da capoeira na grade curricular das escolas, que será debatido no plenário da Casa pelo mestre Robson. A sessão terá ainda a presença do presidente da Federação Sergipana de Capoeira, mestre Papuá. Os grupos de capoeira Mangangá, Negaça, Novos Irmãos, Filhos da África, Irmãos Unidos e Arte Brasil também foram convidados a participar.

“A capoeira alcançou reconhecimento internacional, ela se tornou o mais novo Patrimônio Cultural Brasileiro. Ela significa uma herança cultural calorosa, por isso os grupos de capoeira precisam de apoio e de espaço para poder incentivar mais a nossa raiz brasileira”, explicou a vereadora Rosângela.

Salvador e Subúrbio Ferroviário aclamam o seu Campeão

O Subúrbio sempre evidenciou para o mundo seus aspectos históricos, culturais e ambientais como o Quilombo do Urubú, a Batalha de Pirajá, a passagem de Jorge Amado onde escreveu em Periperi seus famosos livros – “Velhos Marinheiros” e “Baía de Todos os Santos”, a descoberta do primeiro poço de petróleo do Brasil no Lobato que originou a Petrobrás.

Revelado no Subúrbio Ferroviário, no Rio Sena a 40 minutos do centro de Salvador, sem planejamento e com poucas oportunidades, Marcelo Ferreira conseguiu esquivar-se dos problemas lá existentes e se superou.

Desta vez, evidencia também o seu lado desportivo, como um dos maiores atletas de Capoeira e Boxe, aqui pouco divulgado na mídia, mas reconhecido pelos seus amigos e em suas modalidades.

Com uma vida difícil e com poucos recursos na família, como muitos, Marcelo Ferreira disse: “que nunca desistiria de seus sonhos”. Foi assim que começou a praticar a capoeira na Academia Topázio, do Mestre Dinho e em paralelo, o então garoto conhecido pelos amigos como Mestre Trovoada, enveredou pelo boxe, preparado pelo atual treinador e procurador Marcos Ninja, da Federação Baiana de Boxe e pela Academia União de Boxe. “Percebi que o garoto tinha futuro, que era dedicado. Só fiz ensiná-lo as técnicas. O cuidado com o preparo físico, além das conversas que tínhamos a respeito da vida. Hoje me orgulho pelos títulos que defende, e por ele me reconhecer e sempre voltar para estar com sua família e amigos”.

Marcelo Ferreira é o atual Campeão Baiano, Campeão Brasileiro e Campeão europeu de kick Boxer, ranqueado pelo Conselho Nacional e Federação Baiana de Boxe, categoria Meio Pesado – 79,379Kg \ 175Lbs. Basta entrar na internet e verificar seus títulos e lutas ganhas no Brasil e na Espanha, onde mora atualmente.

O Campeão com sete vitórias e um empate está em Salvador para realizar mais um luta importante para sua carreira, tendo como desafiante Luiz Santos, da Academia Coutinho uma das a mais antiga no subúrbio, desde 1970.

Essa luta acontecerá no Clube Recreativo de Periperi, no dia 1º de outubro de 2010, ás 18h. Vale á pena ir lá ver e encontrar outros campeões que também tiveram seus dias de glória, como Holifield, o “Pantera Negra”.

 

Por: Silvio Ribeiro – Coordenador do Projeto ACERVIVO- História, Cultura e Ambiente do Subúrbio Ferroviário de Salvador \ Diretor de Marketing e Comunicação da Federação Baiana de Boxe.

 

Contatos: 87437976 / 99496492 (Silvio Ribeiro) / 81860144 (Marcos)

 

Crédito de foto: Manoel Filho – 30146870

A feminilidade na capoeira

Antigamente, para ser respeitada nas rodas de capoeira, as mulheres precisavam rejeitar sua feminilidade, adotando comportamentos masculinos. É o que indicam apelidos, como Maria Homem, e até estudos feitos a partir de cantigas de capoeira. Mas, e hoje? Será que é diferente?

Atualmente a mulher tem conquistado cada vez mais espaço na capoeira, mas ainda enfrenta críticas simplesmente por ser feminina.

Uma questão é a vaidade. Quando a mulher se arruma e se enfeita para ir à roda, ainda é acusada, principalmente por outras mulheres, de não levar a capoeira a sério, e sim usá-la para chamar atenção dos homens, arrumar namorado, ou coisas do equivalentes.

Outra questão é o excesso de cuidado na roda por parte dos homens. A mulher é delicada por natureza e muitas vezes essa característica é confundida com fragilidade. Quando isso ocorre os homens jogam com elas como se as mesmas fossem feitas de vidro, podendo quebrar a qualquer momento.

É óbvio que não se trata de incentivar uma atitude violenta contra as mulheres, mas é muito bom quando o homem solta seu jogo sem fazer distinção quanto ao sexo do oponente.

Mas, para evitar essas e outras “pedras” no caminho, a opção da mulher seria se masculinizar? Deixar de lado sua vaidade e sua delicadeza e se comportar de modo semelhante aos homens?

Na verdade a melhor resposta que pode ser dada é seguir em frente e continuar treinando e se dedicando, sem deixar a opinião alheia virar um obstáculo. Por mais feminina, vaidosa e delicada que seja, quando a mulher entra na roda e dá o melhor de si, ela não é apenas respeitada, mas também admirada.

Neila Vasconcelos – Venusiana
capoeiradevenus.blogspot.com

Iphan: Pró Capoeira Adiado para Novembro

O Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional na qualidade de instituição coordenadora do grupo de trabalho interinstitucional criado pelo Ministério da Cultura para promover a formulação e implantação do Programa Nacional de Salvaguarda e Incentivo à Capoeira – Pró-Capoeira, vem a público informar que por  problemas administrativos, logísticos e operacionais o Encontro Pró-Capoeira relativo às regiões Norte e Centro-Oeste será adiado para os dias 3,4 e 5 de novembro, em Brasília, em local a ser oportunamente divulgado.

Pedimos desculpas às pessoas mobilizadas para o evento e informamos que os convites enviados estão reiterados para a nova data, assim como as inscrições feitas permanecem válidas e serão consideradas no processo de seleção dos participantes e observadores deste encontro.
Informamos, por fim, que está mantida a data do Encontro Pró-Capoeira das regiões Sudeste e Sul, a ser realizado na cidade do Rio de Janeiro, nos dias 27, 28 e 29 de outubro de 2010.

Atenciosamente,

Marcia Sant’Anna
Diretora do Departamento do Patrimônio Imaterial do Iphan
Coordenadora Suplente do Grupo de Trabalho Pró-Capoeira – GTPC

Bahia: Mestre condenado a 11 anos de prisão

Capoeirista que matou primo é condenado a 11 anos de prisão

O capoeirista José Venceslau, o mestre Marrom, 53 anos, conceituado professor de capoeira Angola, foi condenado nesta terça-feira, 21, a 11 anos de prisão em regime fechado, por ter matado a facadas o primo dele, Mário da Silva Brito, presidente da Associação de Moradores Unidos do Acupe, em março de 2006. O julgamento aconteceu na 1ª Vara Crime do Fórum Ruy Barbosa e foi presidido pelo juiz Moacy Pitta Lima Júnior.

A viúva do líder comunitário, Maria José Faustina da Silva, disse não estar satisfeita com a pena, porque acredita que “quem mata deveria ficar preso para sempre”. Mas, declarou que ela e as duas filhas pelo menos estão mais aliviadas, depois de quatro anos de sofrimento desde o assassinato de Mário Brito, morto quando tinha 48 anos.

Segundo as testemunhas ouvidas no processo, o crime aconteceu no dia 8 de março de 2006, depois de uma discussão entre os dois primos, motivada por um carrinho de mão, quando a vítima impediu que o capoeirista jogasse entulho na rua, no Acupe de Brotas.

Os envolvidos já haviam travado várias discussões, segundo a viúva, devido a um campo de futebol situado na área, onde também ficavam a a associação e o Grupo Cultural de Capoeira Angola do Acupe, dirigido por mestre Marrom. Mário Brito tinha o hábito de ceder o campo para o uso de outras pessoas e de outras entidades, mas o primo exigia que fosse cobrado um aluguel pelo uso.

 

Fonte: http://www.atarde.com.br

Longe do trabalho infantil, crianças se dedicam aos estudos e atividades lúdicas

Jogos, brincadeiras, capoeira, música, educação física e breaking. Essas são apenas algumas das atividades promovidas por meio do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti), em Piraquara. No contraturno escolar, são atendidas cerca de 300 crianças e adolescentes, com idades entre 7 e 15 anos.

Além das atividades lúdicas e educativas, de acordo com a coordenadora do programa, Claudiane Ferrari, tanto as crianças quanto os pais são acompanhados por uma equipe multidisciplinar composta por assistente social, pedagogo e psicólogo. As reuniões familiares podem ser mensais, quinzenais ou semanais dependendo de cada situação.

“Em caso de denúncia em que as crianças trabalham nos finais de semanas, por exemplo, é chamada a atenção da família. Primeiro há uma reunião e no caso de reincidência o caso é encaminhado para a Vara da Família para que sejam tomadas as medidas necessárias. A família tem que assumir o papel na educação dos filhos”, explicou a coordenadora. Cada família recebe R$ 40 por criança participante do programa.

Ainda de acordo com Claudiane, o programa também possui outras exigências. Os pais têm que participar das reuniões e os alunos têm que frequentar a escola e o Peti. A tolerância é de apenas três faltas mensais, com justificativa. Caso a família não cumpra com as regras o benefício pode ser bloqueado e até cancelado. Além do acompanhamento também nas escolas, o programa incentiva o aluno na superação de dificuldades na aprendizagem.

 

Peti

O objetivo do programa desenvolvido pela prefeitura municipal é oferecer um espaço seguro e voltado para o desenvolvimento biológico, psicológico e social de crianças e adolescentes antes submetidos a situações de trabalho, exploração e mendicância.

Desde o início deste ano, o Peti está instalado em prédio próprio, que fica em anexo ao Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Piraquara Solidária, no Bairro São Cristóvão. O transporte para o deslocamento diário é proporcionado gratuitamente a todos os alunos. Além disso, o programa também oferece duas refeições (lanche e almoço).

A coordenadora pedagógica e os cinco instrutores são contratados a partir de um convênio firmado com a Adesobrás. Os demais funcionários pertencem ao quadro próprio (efetivo) da prefeitura municipal (coordenadora geral, professora, assistente social, técnico administrativo, motorista, dois estagiários, quatro auxiliares de serviços gerais e duas merendeiras).

Em tempo: O programa atende, exclusivamente, crianças e adolescentes (abaixo de 16 anos) em situação de trabalho infantil e risco social. Para participar é necessário procurar a sede do Peti, que fica na Rua Reinaldo Meira, n.º 978, no bairro São Cristóvão. Para fazer as inscrições basta apresentar RG e comprovante de residência. Mais informações: (41) 3653-7387.

 

Fonte: http://agoraparana.uol.com.br/

Bahia – Lançamento do Livro: O Pelé da Capoeira

A Associação de Capoeira Angola Mestre Pelé da Bomba, convidam a todos os Capoeiristas, Associações, Grupos, Academias, simpatizantes da arte em geral a participar do lançamento do LIVRO “O PELÉ DA CAPOEIRA”, que será realizado no Forte Santo Antônio Além do Carmo.

 

Bahia – Lançamento do Livro: O Pelé da Capoeira – Mestre Pelé da Bomba

 

Dia: 05 de Novembro de 2010.

Horário: 18:00h

Local: Espaço do Forte Santo Antônio Além do Carmo.

 

Cordialmente

 

Mestre Pelé da Bomba

Contra-Mestre Lene

 

Tel.: (71) 3387 – 0485 / 8824 – 7869 / mestrepele@hotmail.com

adidas apoia evento de capoeira em São Paulo

Empresa é parceira do IV Encontro Zungo Capoeira

Presente em 35 modalidades esportivas, a adidas também contribui para uma das principais manifestações artísticas e esportivas da cultura brasileira, a capoeira. Esse ano, a empresa apoiará a quarta edição do Encontro Zungu Capoeira – “Batendo Tambor”, que acontece de 16 a 19 de setembro, em São Paulo.

Para o evento, a adidas doará os uniformes que serão utilizados durante as apresentações, além de organizar um intercâmbio com a ONG Associação Internacional de Interesses da Humanidade  (AIIH). As crianças da instituição, apoiada pela empresa, conhecerão um pouco mais da cultura e da realidade da capoeira.

“Queremos colaborar com o crescimento e com o desenvolvimento de outros esportes no País. É fundamental estarmos ao lado de uma manifestação tão importante e antiga do Brasil”, afirma Rodrigo Messias, diretor de marketing da divisão esportiva da companhia.

Além do apoio ao evento, a adidas possui produtos específicos para a prática da capoeira como os tênis Mactelo e Escorao. Desenvolvidos para auxiliar na performance dos atletas, os modelos foram criados com o  acompanhamento e supervisão de mestres e capoeiristas. De couro, os tênis possuem alta flexibilidade para auxiliar durante a prática do esporte.

O Encontro Zungu Capoeira desse ano é um grande evento que busca a divulgação e a preservação da arte popular por meio de palestras, cursos, oficinas e rodas abertas ao público. O tema de 2010, Batendo Tambor, sugere como foco principal o ritmo, a musicalidade da cultura afrobrasileira e as danças populares.

Nessa edição estarão presentes consagrados mestres do esporte, historiadores, pesquisadores e capoeiristas famosos e respeitados ao redor do mundo. Durante os quatro dias de evento serão ministradas palestras e cursos teóricos.

Nota aos editores

Mactelo e Escorao

A adidas possui tênis específicos para o esporte. De couro e com solas que possuem máxima flexibilidade e super finas, os modelos Mactelo e Escorao dão máxima proteção para o pé. Suas solas com cortes no estilo navalha possibilitam a máxima aderência durante a prática da capoeira.

Serviço


IV Encontro Zungu Capoeira

Data: 16 a 19 de setembro

Horários: 16 e 17/9 – 7h às 23h

18 e 19/9 – 9h às 19h

Local: Escola Cultural Zungu Capoeira – Rua Almirante Marques Leão, 787 – Bela Vista

Contato: (11) 2308-1306


Informações para imprensa:

Comcept Marketing e Comunicação Esportiva

55-11-3045-4610

www.comcept.com.br

adidas Brasil
Alice Lima – alice.lima@adidas.com