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Março 2011

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Biblioteca Alceu Amoroso Lima & O Autor na Praça: Centenário de nascimento de Maria Bonita.

Biblioteca Alceu Amoroso Lima & O Autor na Praça celebram o Dia Internacional de Lutas das Mulheres e o centenário de nascimento de Maria Bonita.

Maria Gomes de Oliveira nasceu no dia 8 de março de 1911 na Fazenda Malhada da Caiçara, na divisa dos municípios de Glória e Jeremoabo, na Bahia, recentemente a casa onde nasceu foi restaurada, pertence ao município de Paulo Afonso e recebe visitas de pessoas interessadas na história do Cangaço. Em 1929, aos 18 anos conheceu Lampião que visitava a Fazenda de seu pai, em 1930 ela é a primeira mulher a entrar no cangaço acompanhando o grupo de Lampião, tempos depois passa a ser conhecida popularmente como Maria Bonita. Para celebrar o centenário de seu nascimento e o Dia Internacional da Mulher, vamos realizar várias atividades no auditório da Biblioteca. Mais informações abaixo.

PROGRAMAÇÃO

19h00 – Exibição de vídeos documentários sobre as Mulheres e suas lutas

20h00 – Leitura dramática de um texto sobre Maria Bonita pela atriz Soraya Aguillera.

20h10 – Bate papo sobre Maria Bonita e o Dia Internacional da Mulher com Nalu Faria, psicóloga, integrante da SOF – Sempreviva Organização Feminista e membro da Coordenação nacional da Marcha Mundial das Mulheres no Brasil e Antonio Amaury Correa de Araújo, pesquisador sobre Lampião e o cangaço, com 14 livros publicados sobre o assunto em 62 anos de pesquisa.

21h10 – Leitura de texto sobre Dia Internacional de Lutas das Mulheres

21h20 – Apresentações musicais com a Priscila Amorim acompanhada de violão e percusssão, com performances de dança por Fabíola Camargo e Ricardo Silva.

Durante o evento haverá exposição de livros sobre o tema, mostra de telas da artista plástica Leila Monsegur e do cartunista Junior Lopes e o artista plástico Jorge dos Anjos produzirá um quadro com o tema Maria Bonita e Dia Internacional da Mulher.

Serviço:

Dia Internacional de Luta das Mulheres e Centenário de nascimento de Maria Bonita

Dia 11 de março de 2011, segunda-feira, a partir das 19h.

Biblioteca Pública Alceu Amoroso Lima

Av. Henrique Schaumann, 777 – Pinheiros – São Paulo (SP) – Tel. 3082 5023 / 3063 3064

Produção: O Autor na Praça, SOF e o poeta Ricardo Carneiro e Silva.

Assessoria de Imprensa: Edson Lima – 9586 5577 – edsonlima@oautornapraca.com.br.

Apoio: Biblioteca Alceu Amoroso Lima / Secretaria Municipal de Cultura / Prefeitura do Município de São Paulo / SOF – Sempreviva Organização Feminista / AEUSP – Associação dos Educadores da USP / ARTVER.

 

A artista plástica Leila Monsegur participa do evento com apresentação de uma tela sobre Maria Bonita e no dia seguinte (12/03) abre sua exposição “Feminino, força da natureza”, com Pinturas e desenhos, onde o feminino é tanto imagem simbólica quanto força expressiva, força criativa e movimento, partindo das múltiplas facetas que encobrem/descobrem os arquétipos. Na abertura da exposição será realizado o encontro de leitura “Eléia leu”, sobre textos das escritoras Hilda Hilst, Pagu, Simone de Beauvoir e Clarice Lispector. De 12 março a 08 de abril – BP Alceu Amoroso Lima – 2ª a 6ª feira – das 8h às 17h / Sábados – das 9h às 16h. Saiba mais:http://www.leilamonsegur.wordpress.com

 

Dia Internacional de Luta das Mulheres também será celebrado com ato no dia 12 no centro de São Paulo – Em luta por autonomia e igualdade, contra o machismo e o capitalismo, milhares de feministas sairão às ruas de São Paulo mais uma vez para celebrar o Dia Internacional de Luta das Mulheres. Como este ano a data oficial caiu em pleno carnaval, o ato foi transferido para o dia 12 de março. A concentração terá início às 9h30 no Centro Informação Mulher, na Praça Roosevelt (R.Consolação, 605). De lá, as mulheres caminharão pelo centro da cidade, encerrando o ato na Praça da Sé. No próprio dia 8 de março, o bloco “Adeus, Amélia!” levará a mensagem das feministas à população paulista. A concentração terá início às 14h, no final do elevado Presidente Artur da Costa e Silva, o Minhocão (próximo à Avenida Francisco Matarazzo). Informações para a imprensa: Comissão de Comunicação do 8 de Março
Bia Barbosa (8151-0046); Camila Furchi (76655537 e 38193876) e Luka Franca (8752-2369) Saiba mais: www.sof.org.br.

 

Sobre Maria Bonita – Nasceu no dia 8 de março de 1911, no sítio Malhada da Caiçara, propriedade de seu pai, na divisa dos municípios Glória e Jeremoabo na Bahia, recentemente a casa onde nasceu foi restaurada, situa-se no município de Paulo Afonso e recebe visitas de pessoas interessadas na história do Cangaço. Depois de um casamento frustrado, Em 1929, aos 18 anos conheceu Lampião que visitava a Fazenda de seu pai, em 1930 ela deixa a casa de seus pais e se torna a primeira mulher a entrar para o cangaço acompanhando o grupo de Lampião, tempos depois passa a ser conhecida popularmente como Maria Bonita. Com Lampião, Maria Bonita teve uma filha de nome Expedita Ferreira Nunes e os gêmeos Arlindo e Ananias Gomes de Oliveira, assim como nasceram mais dois filhos, sendo natimortos. Morreu em 28 de julho de 1938, quando foi degolada ainda viva pela polícia armada oficial (conhecida como “volante”), assim como Lampião e outros nove cangaceiros no que ficou conhecido como “Massacre de Angico”.

 

Sobre Nalu Faria – É psicóloga, com especialização em Psicodrama Pedagógico (Getep) e em Psicologia Institucional (Sedes Sapienties). Atua na SOF desde 1986, onde desenvolve atividades de assessoria e formação feminista com grupos de mulheres, ONGs e gestores públicos. Coordenou várias publicações da SOF, como o boletim Mulher e Saúde (1993 a 2002), a Coleção Cadernos Sempreviva (dez livros desde 1997) e o boletim Folha Feminista (desde 1999). Com Sonia Alvarez e Miriam Nobre, organizou o dossiê “Feminismos no Fórum Social Mundial” para a Revista Estudos Feministas, publicada em 2003. É autora de vários artigos sobre o movimento de mulheres, entre eles “O feminismo latino-americano e caribenho: perspectivas diante do neoliberalismo”. Foi integrante do Conselho Diretor da Fundação Perseu Abramo de 1996 a 2004. É integrante da coordenação nacional da Marcha Mundial das Mulheres (MMM).

 

Sobre Antonio Amaury Correa de Araujo – Grande pesuisador sobre a história de Lampião e o Cangaço, já entrevistou em torno de 40 ex-cangaceiros, membros das forças policiais, pessoas da sociedade da época e familiares remanescentes sendo que a maioria dos depoimentos foram gravados que resultou em mais de 250 horas de registros. Teve como hóspedes em sua casacangaceiro, pelos mais diversos motivos: além da colaboração com depoimentos alguns aproveitaram a hospitalidade do mestre para tratamento de saúde, entre eles Dadá, mulher de Corisco, Zé Sereno, Balão, Criança Marinheiro, Dona Sila. Também esteve em sua casa por 23 dias o irmão de Lampião João Ferreira, que não entrou para o Cangaço. É bom destacar sua amizade com Maria Ferreira, Dona Mocinha, irmão de Lampião, que em 2010 completou 100 anos. Amaury é consultado, com freqüência por jornalistas, cineastas, professores universitários, alunos e estudiosos do cangaço do Brasil e outros países de uma forma geral. Na sua incansável busca de informações sobre o assunto, realizou mais de 7.000 entrevistas, por mais de 60 anos. É consultor sobre o assunto para várias Universidades do Brasil e do exterior. Em 1969, foi roteirista do grande clássico do cinema brasileiro “Corisco, o diabo loiro” em co-autoria com o diretor do filme Carlos Coimbra. Nos anos 70, tornou-se conhecido em todo o Brasil ao participar do “Programa 8 ou 800”, da TV Globo, respondendo sobre o assunto. Foi consultor e colaborou com a primeira edição do programa Globo Repórter em 1975, que tinha como tema o último dia da Vida de Lampião. Tem vários livros publicados, entre eles: “Lampião: Segredos e Confidências do Tempo do Cangaço”“Assim Morreu Lampião”;“Lampião: As Mulheres e o Cangaço”“Gente de Lampião: Dadá e Corisco”“Gente de Lampião: Sila e Zé Sereno”“De Virgolino a Lampião”“O Espinho do Quipá”; “De Virgolino a Lampião – 2ª edição” (estes três últimos em co-autoria com Vera Ferreira, neta de Lampião); “Lampião e Maria Fumaça”; “Lampião e as Cabeças Cortadas”, (ambos em co-autoria com Luiz Ruben F. de A. Bonfim, de Paulo Afonso – BA); “A Medicina e o Cangaço” (co-autoria com Leandro Cardoso Fernandes, de Teresina – PI); e o mais recente “Lampião – Herói ou bandido”, em co-autoria com Carlos Elydio Corrêa de Araújo. Amaury é sócio-fundador da União Nacional de Estudos Históricos e Sociais – UNEHS. Antonio Amaury em agosto estará participando em agosto do 2º Semninário do Cariri Cangaço em Joazeiro do Norte, Crato, Barbalha, Missão Velha e Aurora, no estado do Ceará. Veja entrevista e comentários: http://lampiaoaceso.blogspot.com/2009/10/o-mestre-antonio-amaury.html.

 

Sobre Priscila Amorim – Apaixonada por música, especialmente pela música brasileira, no ano de 2002, decide buscar seu espaço e mostrar a singularidade da sua voz nos bares e espaços culturais de São Paulo. Através de amigos e fãs conhece o Clube Etílico Musical, espaço famoso por divulgar a mpb, onde absorve e intensifica sua afinidade com o samba e outros ritmos brasileiros. Filha de músico, autodidata por necessidade e natureza, sem receio de dividir seu dom, participou de shows memoráveis com personalidades do meio musical como Paulo Muniz, Carmem Queiroz, Oswaldinho da Cuíca, Alessandro Penezzi entre outros. Com muito entusiasmo e simpatia, fazendo da sua profissão o seu lazer, atualmente apresenta-se na noite paulistana cantando samba-raiz e mpb onde já recebeu para maravilhosas canjas a cantora Teresa Cristina, Adriana Moreira e também Teresa Gama do Clube do Balanço, abrindo também o show de Monarco da Portela, pelo Circiuto Original. Eventualmente participa de projetos paralelos para a prefeitura de São Paulo no Centro Cultural Vergueiro e para a prefeitura de Santana de Parnaíba em inesquecíveis shows dominicais. Gravou em 2006 uma faixa do show “Recado de Lá” produzido e arranjado por Oswaldinho do Acordeon. Em 2007 no seu próprio show “Cada lugar na sua coisa” convida o público a uma viagem pela música na sua essência, onde cada ritmo é explorado e expressado sem misturas, com arranjos bem elaborados mostrando toda sensibilidade e versatilidade da sua alma e de sua voz. Em 2009, fez uma temporada de shows no Bar Brahma e participou do carnaval paulista, compondo o coro, cantando samba enredo da escola Pérola Negra no Anhembi e em projetos “ Quartas Musicais” no Boteco Seu Zé, onde se apresenta semanalmente, cantando ao lado de Aloísio Machado, D Ivone Lara e Tia Surica. Agora, trabalha para gravar composições inéditas, interpretando composições de Fábio Henrique, Kiko Dinuci, Wesley Noog e também algumas releituras de D. Ivone Lara, Paulinho da Viola, Roque Ferreira, Ney Lopes e claro fazer muitas pessoas sambarem, até, quem bom sujeito não é.

 

Sobre Soraya Aguillera – Atriz formada no Teatro Escola Macunaíma em 1986, completa este ano 25 anos de carreira. Atuou em mais de 30 espetáculos,  alguns trabalhos premiados e de grande sucesso, como  A Vida na Praça Roosevelt de Dea Loher, A Mancha Roxa de Plínio Marcos, O Pranto de Maria Parda de Gil Vicente ou  Um lugar que Nunca Tive de João Fábio Cabral, entre tantos. Como atriz, conquistou elogios da crítica teatral em todos espetáculos que atuou. É também, Assessora de Imprensa e Arte Educadora em teatro.

 

Sobre Fabíola Camargo – Atualmente integra a Cia Corpos Nômades como bailarina. Participou do Grupo Minik Mondó da Coreógrafa Maria Mommenson em 2009. Foi Professora de Dança no Projeto Vocacional da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo no ano de 2009. Estuda Ciências Políticas na Escola de Sociologia e Política.

 

Sobre Ricardo Carneiro e Silva – É poeta e dançarino. Nasceu na cidade de São Paulo em 1979, ano do Carneiro no horóscopo chinês, na Vila Joaniza (Zona Sul). De família nordestina (Rio Grande do Norte e Bahia) e árvore genealógica dos Carneiros da Silva (avós maternos), Ricardo Aparecido Silva trabalhou em Cartório de 1996 à 2001, em 1999 conheceu a Soma – Uma Terapia Anarquista; onde o tesão de fazer poesia desabrochou, o tesão de jogar capoeira nasceu e a possibilidade de dançar plantou. Aclarou-se a intuição, o cartório para a minha vida seria uma contramão. Então a capoeira de angola passou  integrar o seu  viver de forma completa no Grupo de Capoeira Angola Omoayê até o fim de 2006. Trabalhou e ainda é um colaborador do projeto O Autor na Praça, onde organizou intervenções poéticas e urbanas, produziu e agitou no espaço Plínio Marcos. Hoje integra a Cia Corpos Nômades como dançarino e assistente de produção.

 

Sobre a SOF – Sempreviva Organização Feminista – É uma organização não-governamental, fundada em 1963 com atuação nacional. Contribui para consolidar um movimento feminista forjado nas lutas populares, que atua na conjuntura, gerando e alimentando alternativas à ordem neoliberal. A SOF realiza atividades de formação, de construção do conhecimento, de fortalecimento de articulações, além de publicações. Apóia e assessora organizações de mulheres, movimentos sociais, ONGs e órgãos de governo. E também faz parte do movimento de mulheres, no Brasil, e da REMTE (Rede Latino-americana Mulheres Transformando a Economia) e da Marcha Mundial das Mulheres, no âmbito internacional. Saiba mais: www.sof.org.br.

 

Sobre o livro “As origens e a comemoração do Dia Internacional das Mulheres”. – Para marcar este um século de organização e mobilização das mulheres, a SOF juntamente com a editora Expressão Popular publicam o livro “As origens e a comemoração do Dia Internacional das Mulheres”, de Ana Isabel Álvarez González, traduzido do espanhol. Sinopse do livro: Diversas são as histórias que tentam contar a origem do Dia Internacional das Mulheres, comemorado no dia 8 de março ao redor do mundo. Conhecer as motivações e desvendar os mitos e os fatos que deram origem ao 8 de março é o que nos traz o livro de Ana Isabel Álvarez González, agora traduzido para o português. A pesquisa realizada pela autora vai a fundo conhecer a história do movimento de mulheres socialistas do final do século 19 e início do século 20. Revela embates e contradições dentro do movimento socialista quanto ao reconhecimento da importância da igualdade entre os sexos e da libertação das mulheres. A luta das mulheres reivindicava o direito ao voto, ao reconhecimento como portadoras de bens e direitos, o acesso ao trabalho e ao espaço público. Ao se completar um século desde que as mulheres socialistas reunidas em Copenhague aprovaram a proposta do Dia Internacional das Mulheres, a recuperação do significado dessa data é uma contribuição importante para a reflexão sobre os desafios, as formas de organização e as reivindicações que mobilizam a luta das mulheres ainda hoje. A autora relata também os acontecimentos do trágico e marcante incêndio em uma fábrica nos Estados Unidos, onde mais de cem operárias foram mortas. Tal evento foi de suma importância para o desenvolvimento do movimento operário estadunidense, no entanto, a autora desconstrói o mito que o vincula à criação do Dia Internacional das Mulheres. O livro “As origens e a Comemoração do Dia Internacional das Mulheres” será lançado dia 13 de Março em Várzea Paulista (Av. Projetada ao lado do Espaço Cidadania e da Prefeitura) durante a 3ª Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres.

As origens e a comemoração do Dia Internacional das Mulheres.

De Ana Isabel Álvarez González.

Editora Expressão Popular – SOF – Sempreviva Organização Feminista, 2010. 208p., R$ 15,00

Saiba mais sobre o Dia Internacional das Mulheres: http://www.sof.org.br/publica/Dia_Internacional_da_Mulher-SOF-Em_busca_da_memoria_perdida-ATUALIZACAO2010.pdf

III Festival Alagoano das Palavras Pretas

A 3ª edição do Festival Alagoano das Palavras Pretas acontece no Dia Internacional de Luta Contra o Racismo, o 21 de março, como um prosseguimento da experiência de plantar espaços mais amplos e democráticos, para a palavra despir-se da roupagem convencional, invadindo continentes alheios ao nosso conhecimento cotidiano, criando sinergias, articulando as muitas e diversas gentes que gostam de gostar da emoção do encontro com poesia.

Será mais uma noite especialmente poética de uma segunda-feira, 21 de março, com o cheiro e sabor das palavras despindo as amarras: “minha-mãe-não-deixa-não”, rasgando alguns silêncios sociais.

III Festival Alagoano das Palavras Pretas conta com o “apadrinhamento artístico” do ator e militante do movimento negro, Milton Gonçalves e experimenta algo novo. 
O novo assusta?

O Festival tem a intenção de criar uma maior intimidade com os diversos mundos existentes na palavra-poesia. Mundos que quebram barreiras,promovem a abolição de códigos caducos, racistas e sexistas, renovam a arte de poetar.

Mundos que propõem formas alternativas de “pensar” o racismo brasileiro, potencializando a diversidade de poemas africanos e afro-brasileiros ou de gente que escreve sobre a questão afro alagoana ou brasileira.

Quantos poemas africanos ou afro-brasileiros você conhece?

Ficou na dúvida? Pois é, está aí um momento ímpar para conhecê-los.

Como estamos em marçoIII Festival Alagoano das Palavras Pretas terá o sugestivo título de “Palavras com Cor e Gênero” e nesta noite a grande protagonista é a mulher que cerze o verbo, bordando histórias de determinação, possibilidades, oportunidades, continuidade… 
Poetisas que em seu lugar e tempo, são marcos de referência.

Você escreve sobre a temática?

Manda seu poema para gente divulgar no Festival, ou caso não, venha participar da oportunidade de raptar a palavra do papel dando-lhe voz e vida.
O palco do III Festival das Palavras Pretas: Palavras com Cor e Gênero é o Teatro Abelardo Lopes/SESI- Galeria Arte Center. Av. Antonio Gouveia, 1113, Pajuçara.

Ah! nessa terceira versão teremos um olhar especial para os poemas estrategicamente espalhados ao longo do Teatro para serem colhidos por você. É que no II Festival eles simplesmente sumiram.

Após uns dias de encucação-o-que-foi-que-aconteceu?-uma senhora nos ligou agradecendo pelo convite, teceu elogios e afirmou que graças ao II Festival ela agora tinha um “monte” de poemas africanos e afrobrasileiros colados em um caderno.
Como um livro!

Que bom!

Para inscrever-se basta enviar um e-mail para raizesdeafricas@gmail.com dizendo: quero-participar-do-III-festival-das-palavras-pretas, com os seguintes dados: nome, instituição, celular, endereço.

Até lá!

 

http://www.cadaminuto.com.br/blog/raizes-da-africa

Carnaval na Bahia: Mestre Tonho Matéria em dose dupla

Tonho Matéria em dose dupla na segunda-feira: Cantor sai às 12h30 no Campo Grande e à noite no Movimento Afropop Brasileiro, como convidado de Margareth Menezes

Após começar o Carnaval com o bloco da Capoeira, no circuito Osmar (Campo Grande), Tonho Matéria se prepara jornada dupla na segunda-feira. Depois de fazer um show em Correntina (BA) no sábado, primeiro o cantor vai puxar um trio independente no Campo Grande, ao meio dia e meia. Às 20h30 ele participa do Movimento Afropop Brasileiro, bloco sem cordas de Margareth Menezes no circuito Dodô (Barra-Ondina). “Vai ser ótimo sair num horário tão legal, num trio sem cordas. Vai ter muito samba-reggae, ijexá e músicas ligadas a capoeira!”, diz Tonho sobre o desfile no Campo Grande.

O Bloco da Capoeira saiu, em seu quarto ano, às 21h da quinta-feira (03), com o tema meio ambiente e com sete alas: água, fogo, terra, ar, fauna, flora e vida. Cerca de duas mil pessoas – entre capoeiristas, percussionistas , dançarinos e foliões – participaram do desfile, que serviu de base para captação de imagens para o DVD de Tonho Matéria, com previsão de lançamento esse ano. O figurino de Matéria e das alas foi todo feito com material reciclado, pelos alunos da associação cultural Capoeira Mangangá, que o artista mantém no bairro de sete de abril.

Tonho Matéria:

Foi vocalista do Ara Ketu, Olodum e, entre bandas e carreira solo, já lançou sete álbuns. Compositor, tem mais de 600 músicas registradas – várias gravadas por nomes como Daniela Mercury (Olha o Gandhy aíVulcão da Liberdade), Ivete Sangalo (Pra abalarTimbaleiro) e Chiclete com Banana (Se me chamar eu vouMenina me dá seu amor), Asa de Águia, Beth Carvalho, Margareth Menezes, Olodum e Banda Eva.

Mestre capoeirista, Tonho mantém, desde 2001, a Associação Cultural de Capoeira Mangangá, que proporciona gratuitamente a jovens de comunidades aulas de capoeira, percussão, dança afro e curso pré-vestibular. O nome Mangangá é homenagem ao mestre de capoeira Manoel Henrique Pereira, o Besouro Mangangá.

 

Victor Villarpando 
71 8867.6107 | 71 7813.8814

Afoxé Asè Omo Odé abre caminho para o Carnaval dos Tambores

Criado na década de 1990 por Pai João de Abuque (o mais antigo babalorixá e o primeiro ancestral do candomblé goiano), o Afoxé Asè Omo Odé trouxe ao carnaval dos anos de 1990 a 1993 a riqueza das expressões artísticas da tradição afro-brasileira, para a construção da tradição afro-goiana.

No ano de 2008, por iniciativa da Associação Desportiva e Cultural de Capoeira Mestre Bimba e do terreiro Ilè Ibá Ibó Mim, o Afoxé sob direção do ogã Mestre Luizinho, herdeiro de Mestre Bimba; retomou suas atividades festivas nas ruas de Goiânia, em rememoração ao dia 13 de maio.

Desde então, realiza anualmente cortejos pelas ruas do Setor Pedro Ludovico em homenagem a importantes mestres da tradição afro-brasileira como: Pai João de Abuque; Mestre Bimba – criador da capoeira regional; Mestre Pastinha – ícone da capoeira angola; e em 2010 reverenciou os mestres da Congada de Goiânia.

Em 2009 e 2010, o Afoxé abriu o carnaval de rua de Goiânia na Avenida Araguaia, e em 2011 abre os caminhos para “O CARNAVAL DOS TAMBORES” no Setor Pedro Ludovico com o som percussivo dos atabaques, agogôs e xequerês, a beleza dos cantos e das danças, a força das cores e dos ritos do Candomblé em um grande cortejo que destaca a riqueza rítmica e estética de Ogum, orixá dono dos caminhos e da tecnologia; de Oxóssi (patrono desse afoxé), protetor dos caçadores e das matas, e a exuberância de Oxum com o seu ritmo ijexá.

 

Serviço

Atabaque, cavaco, tamborim: o Carnaval dos Tambores”

Data: 05 de março

Horário: a partir das 17 horas

Local: Alameda João Elias da Silva Caldas – Setor Pedro Ludovico

Concentração: Rua 1059, n.1059, qd.134, lote 03 (em frente ao Ilè Ibá Ibó Mim, Casa do Pai João de Abuque), em direção a Alameda João Elias da Silva Caldas

Mais Informações: Ceiça Ferreira (62) 8191-2122 / Clécia Santana (62) 9310-6395 / Janaína Soldera (62) 9975-7363

Produção Executiva: Canela di Ema Produções. Fone: 3645-6138

Acompanhe também pelo blog: colofe.blogspot.com

Laboratórios de Capoeira e Cultura Popular gratuitos no Teatro Escola SESC

Estão abertas inscrições para os Laboratório de Capoeira e para o de Cultura Popular no Teatro Escola SESC (Uzina)- Gratuita

Manifestações culturais

CapoeiraBuscar, através do contato com nossa arte popular, um desenvolvimento integral dos participantes (dimensões do corpo, mente, emoções), onde estes, além de praticarem uma atividade lúdica e prazerosa, possam resgatar as suas raízes e reafirmar a sua brasilidade. Necessita de uniforme especifico.

Ministrantes:
Marcus Macul
É professor de Educação Física (UCB), especialista em Marketing e Administração Esportiva (FAMATH) e em Abordagem Transdisciplinar Holística pela UNIPAZ-RJ/FSJT, massoterapeuta, professor do Centro Cultural Senzala de Capoeira e coordenador do Núcleo de Cultura Popular para a Paz.
Barbara Tinoco Garotti (Pantera)
É graduada em Produção Cultural (UFF), especialista em Abordagem Transdisciplinar Holística da UNIPAZ-RJ/FSJT, professora do Centro Cultural Senzala de Capoeira, integrante do Núcleo de Cultura Popular para a Paz.
Cecília Einsfeld
É professora de Música (Conservatório de Música do Rio de Janeiro), graduada em Produção Cultural (UFF), especialista em Abordagem Transdisciplinar Holística pela UNIPAZ-RJ/FSJT, professora do Centro Cultural Senzala de Capoeira, integrante do Núcleo de Cultura Popular para a Paz.

Dias e horários: sábado das 16h30min às 18h30min. 
Local: Praça glória 
Carga horária: abril: 08 horas/aula – maio: 08 horas/ aula – junho: 08 horas /aula – Total: 24 horas / aula
Vagas: 30 vagas

AULA ABERTA – DEMONSTRAÇÃO
Dia 19/03/2011 às 15 horas. 

Danças Populares

Visa despertar a atenção dos envolvidos para a nossa riqueza cultural expressada pelo meio de danças: Jongo, Coco, Ciranda Pernambucana, Samba de roda do Recôncavo, Samba Chula e Maculelê. Necessita de uniforme específico.

Ministrantes 
Marcus Macul 
É professor de Educação Física (UCB), especialista em Marketing e Administração Esportiva (FAMATH) e em Abordagem Transdisciplinar Holística pela UNIPAZ-RJ/FSJT, massoterapeuta, professor do Centro Cultural Senzala de Capoeira e coordenador do Núcleo de Cultura Popular para a Paz.
Barbara Tinoco Garotti (Pantera)
É graduação em Produção Cultural (UFF), especialista em Abordagem Transdisciplinar Holística da UNIPAZ-RJ/FSJT, professora do Centro Cultural Senzala de Capoeira, integrante do Núcleo de Cultura Popular para a Paz.
Cecília Einsfeld
É professora de Música (Conservatório de Música do Rio de Janeiro), graduada em Produção Cultural (UFF), especialista em Abordagem Transdisciplinar Holística pela UNIPAZ-RJ/FSJT, professora do Centro Cultural Senzala de Capoeira, integrante do Núcleo de Cultura Popular para a Paz.

Dias e horários: domingo das 14h00min às 16h00min.
Local: Sala de dança
Carga horária: abril: 08 horas/aula – maio: 08 horas/ aula – junho: 08 horas /aula – Total: 24 horas / aula
Vagas: 30 vagas

 

Nosso trabalho com as diversas manifestações culturais brasileiras, é estruturado em uma nova metodologia de ensino que une a metodologia e a tradição do C.C. Senzala, com a metodologia da UNIPAZ – Universidade Holística Internacional,pioneira em trazer os conceitos holísticos e transdisciplinares ao Brasil. Esta metodologia criada pelo Professor Feinho tem como finalidade criar uma cultura de paz, possibilitando uma consciência holística.

FICHA DE INSCRIÇÃO PARA OS LABORATÓRIOS DO UZINA

As fichas deverão ser impressas, preenchidas e entregues com a cópia do documento de identidade (RG) na Assessoria de Cultura do Teatro SESC, situada na Av. Ayrton Senna, 5677 – Jacarepaguá, Rio de Janeiro, conforme previsto no item 2 das Normas de Inscrição do UZINA, a partir do dia 15/MAR.

*NÃO HAVERÁ INSCRIÇÃO ONLINE*

LINKS PARA FICHA DE INSCRIÇÃO:
http://www.4shared.com/file/5SOk8gqN/Ficha_de_inscrio_-_Laboratrios.html (.docx)
http://www.4shared.com/document/5RNGQM1I/Ficha_de_inscrio_-_Laboratrios.html (.pdf)
http://www.4shared.com/document/FCjpRgbJ/Ficha_de_inscrio_-_Laboratrios.html (.doc)

Mulheres – Vale a pena conhecer

Mais um  Dia Internacional da Mulher está chegando. Comemorado, este ano, na mesma data do Carnaval, tem mais chances de ser lembrado: por escolas de samba, blocos, em trios elétricos ou outras festividades.

Por outro lado, a data também tem mais chances de ser esquecida, sendo ofuscada pelas festividades carnavalescas.

Cabe a cada um de nós escolher entre celebrar a data ou deixá-la passar em branco. Lembrando que, celebrá-la pode ser muito simples.

Basta olhar ao redor e observar cada mulher que circunda sua vida. Observar seu trabalho, sua força, sua paciência e persistência. Com certeza não vai faltar o que ser admirado, elogiado e homenageado. Então admire, elogie e homenageie.

Esse é um exercício muito simples e positivo que pode ser colocado em prática pelos homens e pelas próprias mulheres, que também têm muito o que aprender umas com as outras. Em casa, no trabalho, no grupo.

Você conhece as alunas do seu grupo? Sabe de suas batalhas e de suas dificuldades? Pois este é um ótimo momento para conhecer e incentivar os demais a fazer o mesmo.

 

Neila Vasconcelos – Venusianacapoeiradevenus.blogspot.com

Documento Final: I Seminário Baiano de Proposições de Políticas Públicas para a Capoeira

Prezados

Encaminhamos anexo o documento final, como resultado das sistematizações do I Seminário Baiano de Proposições de Políticas Públicas para a Capoeira, realizado nos dias 11 e 12 de dezembro de 2010, no Forte da Capoeira, na cidade de Salvador.

Esse seminário contou com a representação de 59 grupos e associações de capoeira de todo o estado da Bahia, além de pesquisadores e lideranças comunitárias entre outros demais interessados.

Esperamos que esse documento possa ser uma referência no sentido de contribuir com as discussões encaminhadas pelo IPHAN através do Pró-Capoeira, durante o seminário final previsto para acontecer em Salvador no ano de 2011.

Pedro Abib

Comissão Organizadora do Seminário

Pernambuco: X Encontro Internacional, Batizado e Troca de Cordas da Associação Capoeira Interação

Ocorreu no dia 26/02/2011 no Núcleo de Educação Física da Universidade Federal de Pernambuco o X Encontro Internacional, Batizado e Troca de Cordas da Associação Capoeira Interação, organizado pelo Prof. Henrique Kohl “Tchê” e pela Formada Cupido com supervisão do Contramestre Vulcão.

O evento, que desde o segundo ano da associação acontece no sábado que antecede o sábado de carnaval, comemorou uma década de intervenções realizadas pela associação em parceria com importantes entidades representativas da capoeira de Pernambucana e setores da UFPE (Exs.: Laboratório de Sociologia do Esporte-DEF/CCS/UFPE, Programa de Pós-Graduação em Educação-PPGed/UFPE, Núcleo de Educação Física-NEFD/UFPE, Departamento de Educação Física-DEF/UFPE, Coordenação de Educação Física, Programa Cabeça de Área da TV Universitária/UFPE, etc.).

Na ocasião do evento, homenageamos o Prof. Dr. Edilson Fernandes de Souza e o Prof. Dr. José Luis Simões pelos espaços oportunizados pela extensão universitária em prol da capoeira; a Profª. Msª Daise França (IFPE-Belo Jardim/PE) recebeu moção de reconhecimento pelo trabalho da capoeira com a terceira idade; os mestres de capoeira Marco-Angola e Senzala (Associação de Capoeira Volta que o Mundo Dá), juntamente com a Srª Edna Gomes da Silva (Secretária Municipal de Programas Sociais e da Mulher do Cabo de Santo Agostinho) receberam moções relativas ao trabalho social com capoeira desenvolvido no estado e os mestres de capoeira Birilo e Mula (Associação de Capoeira Meia Lua Inteira) foram as referências da capoeira homenageadas no evento.

A Associação Capoeira Interação reafirmou durante todo o evento que todas as entidades presentes são importantes para a projeção qualitativa da capoeira pernambucana e que merecem mais reconhecimento pelas contribuições de inconteste importância delineadas até o momento. Abrilhantaram o evento alunos(as) das entidades convidadas, além das lideranças abaixo relacionadas:

Mestres

Galvão (Capoeira Raízes), Dentista (Muzambê), Renato (Axé Liberdade), Peu (Quilombo), Grillo (Arte e Malícia), Marco Angola(Volta que o Mundo Dá), Senzala (Associação de Capoeira Volta que o Mundo Dá), Maciano (Muzambê),Mula (Meia Lua Inteira),Babuíno (Candeias), Americano (Malunguinho),Pezão (Raízes de Salvador), Sérgio Tatu (Brazambuco), Til (Bamba Capoeira), Robocop (Capoeira Liberdade) e Ligeirinho (Capoeira Raízes).

Contramestres

Pernalonga (Grupo Arte Nossa/Portugal), Cupim (Ungo Capoeira), Gereba(Ungo Capoeira), Cuscuz (Filho da Capoeira),Pajé (Legião Brasileira de Capoeira), Macarrão (Grupo Legião Brasileira de Capoeira), Leto (Legião Brasileira de Capoeira), Pingo (Gingarte Capoeira), Kadocá (Escola Brasileira de Capoeira), Enrrolado (Quilombo da Catucá), Bola (Quilombo), Malhado (Quilombo), Gato (Quilombo), José Radiola (Projeto Social José Radiola) e Dendê (Dendê Arte e Dança Capoeira).

Professores

Soldado (Associação de Capoeira Volta que o Mundo Dá), Timão (Associação de Capoeira Volta que o Mundo Dá), Paçoca(Associação de Capoeira Volta que o Mundo Dá),  Zumbi (Grupo Capoeira Brasil),Peixe (Muzenza), João (Ginga Brasil), Caju (Axé Liberdade), Preguiça (Legião Brasileira de Capoeira),Pernalonga (Legião Brasileira de Capoeira), Bruce (Legião Brasileira de Capoeira) e Bira (Quilombo).

Instrutores(as)

Tom (ABADA Capoeira), Paulo Brasil (Ungo Capoeira/Bélgica), Parasita (Ungo Capoeira), Kinha (Capoeira Brasil), Guri (Capoeira Brasil), Bambinho (Ginga Brasil), Séla (Legião Brasileira de Capoeira), Pallos (Força da Capoeira) e Tibério (Capoeirarte).

Monitores

Erinho (Legião Brasileira de Capoeira), Paçoca (Volta que o Mundo Dá), Coruja (Associação de Capoeira Volta que o Mundo Dá), Tampinha (Legião Brasileira), Edu( Legião Brasileira de Capoeira), Pesado (Legião Brasileira de Capoeira), Bolado (Arte e Cultura), Mandinga (Oficina da Capoeira), Lampião (Oficina da Capoeira), Sóia (Ungo Capoeira) e Fêlix (Ungo Capoeira).