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Maio 2013

Vendo Artigos de: Maio , 2013

Rio de Janeiro: A roda do Cais de Valongo

O cais do Valongo situa-se na zona portuária do Rio de Janeiro e desde sempre manteve uma relação com a cultura afro-brasileira, seja pelo fato de ter sido um entreposto de escravos no Rio ou por ter sido frequentada por capoeiristas, babalorixás e yalorixás, sambistas e outros personagens da cultura popular carioca. O cais do Valongo ele próprio sofreu alterações urbanas ao longo do tempo, como em 1893 quando foi alargado para receber a imperatriz que casaria com D.Pedro II e chamado de Cais da Imperatriz.

A roda do Cais de Valongo foi idealizada por Carlo Alexandre Teixeira da Silva, conhecido na capoeiragem como Mestre Carlão. O Mestre começou o seu trajeto na capoeira Angola nos anos 80 e fez parte de uma geração de capoeiristas no Rio que participou na revitalização da capoeira Angola, mas também, na sua difusão para fora do Brasil. Mestre Carlão residiu em Londres, idealizou alguns espetáculos de teatro com performatizações híbridas entre o teatro e a Capoeira Angola, mas também organizou um dos mais importantes eventos da capoeira londrina, o Movement for change.

De retorno ao Brasil para residir novamente no Rio, consta que Mestre Carlão foi dar aulas próximo ao Cais do Valongo e deu se conta da importância do lugar e da necessidade de criar a volta daquele espaço simbólico um movimento. As rodas do Cais do Valongo têm um carácter temático, tendo sido a primeira dedicada a Prata Preta, líder negro contra a revolta da vacina. A roda também é frequentada e conta com a intervenção de personalidades importantes que pensam a capoeira, a cultura negra e a cidade do Rio como o jornalista Décio Teobaldo e o historiador Mathias Assunção. A ideia central da roda, na compressão do Mestre Carlão, é “ocupar os espaços públicos e históricos para fincar o pé nos locais que estão cada vez mais controlados”. Segundo o mestre existe um “choque de ordem” na ocupação dos espaços públicos em que os gestores municipais criaram regras estritas de utilização que limitam a ação dos agentes da cultura popular na rua. Na perspetiva do Mestre Carlão e de outros agitadores culturais da capoeira carioca, a área do Cais do Valongo tem sido muito visada pela especulação e os investidores, seja por seu carácter histórico e o valor do solo urbano, mas sobretudo pelos avultados investimentos que ali se pretendem fazer. Para além da roda, outros grupos tem feito na praça as suas intervenções como grupos de Jongo, o bloco carnavalesco Prata Preta e inclusive grupos indígenas.

É importante perceber que essa intervenção dos capoeiristas em parte tem um carácter de reforço cultural da atividade, ocupando e intervindo nos espaços público, fazendo notar-se como uma atividade que é popular e que esta em diálogo com os grupos sociais que ocupam a urbe carioca. Mas tem também e principalmente um carácter político e militante em favor da cidade, do direito de manifestar-se nela através da cultura e opondo-se a qualquer forma de elistismo e segregação socio-espacial que os poderes públicos pensem em instituir. Perceba-se também que a roda do Cais do Valongo trás uma proposta de ação para a capoeira Angola no Rio de janeiro. Para além da roda em si, há um tema, ocorrem palestras e podem eventualmente ocorrer intervenções de outras ordens, dentro do contexto de organização da roda. No decorrer dessa proposta outos líderes de grupos também dinamizaram as suas rodas na rua, construindo um movimento espontâneo, mas que vibrava a partir de um sentimento comum de intervir na cidade e engajar a Capoeira Angola numa ação conjunta e assim criou-se a Conexão Carioca de Rodas na Rua, como uma iniciativa dos capoeiritas de integrar as rodas já existentes na rua num mesmo fim. Os grupos envolvidos nessa iniciativa são: Grupo Volta ao Mundo – M. Cláudio (Roda na Praça São Salvador, Laranjeiras); Grupo Kabula Rio – M. Carlão, CM. Leandro, Treinel Fátima (Roda do Cais do Valongo); Grupo Ypiranga de Pastinha – M. Manoel (Roda na Cinelândia, Centro); Grupo Aluandê – C.M Célio (Roda da Feira do Lavradio, Rua do Lavradio); Grupo Valongo – Treinel Maicol e Pedro Rolo e Roda da Praça XV com Prof. Fábio-Pezão do Instituto Uka – Casa dos Saberes Ancestrais.

A roda do cais do Valongo está para continuar. Para além do ritual da capoeira angola e da mandinga e teatralidade dos seus jogadores, a roda do Cais do Valongo é um casamento de várias intervenções artísticas. Já foram produzidos vídeos, realizadas palestras, experimentações fotográficas em que se destaca o trabalho da fotógrafa Maria Puppim Buzanovsky e estão marcadas outras intervenções.

O Rio pulsa e reflete sobe si mesmo na roda do Cais do Valongo.

 

Ricardo Nascimento

Geógrafo – Doutorando em Antropologia pela Universidade Nova de Lisboa

 

Rodas de Capoeira and the Public Art Movement

Rio de Janeiro has always been a city known for its unique beauty, home of cheerful and welcoming people. But now, in addition to the natural beauty and the typical brazilian kindness, we also want to show that our culture, specifically the popular one, still has a value which is not yet known to the public, national and international, to their fullest potential, artistic, cultural, philosophical and historical.
The cultural movement known as “Conexão Carioca de Rodas na Rua” (Carioca Connection of Rodas held on the Street) for almost one year, has developed an innovative proposal which includes 7 groups of Capoeira Angola, promoting a series of Rodas and presentations in public spaces in Rio, with the aim of showing that the culture of Brazil surpasses and does not accept the stereotype and cliché in which we were placed over the centuries, the one which still imagines a Brazil made of beach, forest, football and a carnival that lasts 365 days.
Besides the “Rodas” we have been doing lectures, film recording and photography shoots in order to bring awareness, political consciousness and critical thinking about the Afrobrazilian history and so.
The big events that are coming to Brazil has created an ideal environment to transform many of such misconceptions about us.
Well, the time has come for the people of Brazil show that its value goes far beyond the labels created by propaganda and prejudice. The opportunity to deconstruct the grotesque and reinvent what has always existed is knocking at our door and we do not intend to waste it once again. The Public Art and its protagonists, now has the determination and the voice of thousands of artists and thinkers to say what we think, what we do and how we want to do.
Come and learn about this Cultural Movement that is giving the example of how to organize, gain attention, respect, visibility and attract the public.
The rodas has returned to the street to stay! So, come to Rio de Janeiro to meet and participate in this cultural and political action!

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  • See all the videos of the Cais do Valongo Roda / “Conexão Carioca”, which been made in order to promote awareness and disseminate our ideas and actions: 7th Roda do Cais do Valongo – https://vimeo.com/user12575042Photos by Maria Buzanovsky

 

In September 2012, invited by Master Carlão, I began my photographic shootings of the “Cais do Valongo Roda”, but my initial contact with Capoeira and the group Kabula is older, having been a student of Contramestre Leandro Bicicleta. From the first photo session in that Roda, the main goal was to show intimate moments which could reveal the ritual of Capoeira Roda, its movement and body language of the players or the details of the berimbau and also the other percussion instruments. It has been privileged with absolute focus, a look from the inside the game itself, which I got through my experience within the world of Capoeira as a practitioner and scholar of the history of this cultural manifestation.

I believe that the difference in my work, in addition to the plasticity and beauty inherent in all aspects involved in the ritual, and the game of Capoeira Roda portrayed, is concentrated in special moments and angles which I use for these photos.

It is precisely the perspective from the heart of the Roda that attracts both the general public, as well as the protagonists themselves, when they see themselves in the photographs and the signs of their culture, such as the berimbau and the “atabaque” (capoeira traditional drum), the “chamada de Angola” step or a beautiful “rasteira”. Thus, they identify temselves with the images because they feel a portion of their most private emotions portrayed out of their bodies. I believe this is due to the great success that, to my surprise, the photos reached on social networks, through which I have been receiving affectionate messages from capoeiristas from around the world, who appreciate my work.

Beyond the ritual of Capoeira Angola, from “mandinga” and theatrics of its players, the idea is to provide the combination of various artistic actions and interventions. In addition to the photographic shootings it has been produced videos and lectures with the participation of scholars and artists who think capoeira, the black culture and the city of Rio de Janeiro. The aim is therefore to stimulate greater insight into Capoeira, as a Brazilian Intangible Cultural Heritage, broadcasting its ritualistic aspect, it recognition as an important part of the history of Brazil and african-Brazilian cultural heritage and above all, lead to reflection on its role and political action in the present.

Maria Buzanovsky

 

siga os clipes das Rodas do Cais do Valongo | follow the Roda do Valongo teasers

7a Roda do Cais do Valongo
6a Roda do Cais do Valongo
5a Roda do Cais do Valongo

 

Carlo Alexandre

Kabula Rio & London

Diretor Artístico / Mestre de Capoeira Angola

web: www.kabula.org

Cel. 21 7948.7969 tim |

Skype: carloalexkabula1

Porto: 7° Evento Interrnacional de Capoeira Grupo Zumbi Portugal

Acontece dias 7,8 e 9 de junho, em Matosinhos – Porto, o 7° Evento Interrnacional de Capoeira Grupo Zumbi Portugal.

Teremos como convidados mestres, contra mestres, professores e convidados de diversos países da Europa, entre eles: mestre Jota Jota, mestre Pernalonga, mestre Barão, contra mestre Doda, contra mestre Fantasma, professor Oriazambi, professor Milani, professor Tijolo e professor Lesma.

Para maiores informações visite:

  • www.grupozumbi.com
Adalberto Salles.

Boa Nova – Bahia: Prefeitura proíbe rodas de capoeira em espaços públicos

A Prefeitura da cidade de Boa Nova-BA voltou ao tempo, mais precisamente na década de 20 quando os capoeiristas eram proibidos de praticarem sua arte por que a capoeira era considerada crime, quem a praticava era só os negros. Um ofício da Prefeitura de Boa Nova, datado de 6 de maio de 2013, “está proibindo o uso de espaços públicos (praça, ruas, avenidas, clubes, quadra poliesportiva e ECT), só será permitido mediante a autorização do Poder Executivo.” Esse ofício foi assinado pelo Secretário de Administração, Rubens Souza Andrade, encaminhado para o Mestre de Capoeira Amado de França.

A Associação de Capoeira Netos do Mestre Canjiquinha, sob a coordenação do Mestre Amado, atualmente no município de Boa Nova, há 16 anos vem desenvolvendo um trabalho social sério que através do esporte tem mudado para melhor a vida de crianças, adolescentes e jovens. A Constituição Federal diz que todos temos “o direito a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”. A Prefeitura não informou os motivos da proibição. Esse crme já foi denunciado no Conselheiro Nacional de Cultura, Ministério da Cultura e ao CNPC (Conselho Nacional de Política Cultural) e IPHAN (Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural).

 

Fonte: http://giroemipiau.com.br

CECA – Coimbra: Oficina de Capoeira Angola

Coimbra: Academia de João Pequeno de Pastinha – Centro Esportivo de Capoeira Angola.

Sob a coordenação de Mestre Faísca, o trabalho em Coimbra encontra-se sob a responsabilidade do Trenel Bruno Angola. Os treinos têm sede na Associação Cultural Artes Jah Nasce ( às terças e quintas das 19 às 21 hs) localizada na Rua de Aveiro, na Conchada; e no Centro Cultural Dom Dinis (a iniciar em Outubro e com horários a confirmar).

Mais informações: www.ceca-riovermelho.org.br.

 

Oficina de Capoeira Angola:

Informa-se que Sábado e Domingo (18 e 19 de Maio) haverá oficinas Oficinas de Capoeira Angola com o Mestre Faísca da ACJPP –  CECA RV em Coimbra (Portugal)

As oficinas serão das 13.30 às 18.30 na Associação Cultural “Artes Jah Nasce” no bairro da Conchada em Coimbra. O valor pelos dois dias será 50€.

Contato telefónico: 961140611.

Livro Jogo de Discursos é lançado em Pernambuco e Minas Gerais

O livro Jogo de Discursos: A disputa por hegemonia na tradição da capoeira angola baiana, de autoria do jornalista e capoeirista Paulo Magalhães, terá dois lançamentos nacionais neste mês de maio.

No dia 18, sábado, a partir das 19:00, o lançamento será em Olinda (PE), no 1º Encontro da ACANNE Pernambuco. Realizado nos dias 17, 18 e 19 pela Associação de Capoeira Angola Navio Negreiro, no Espaço Alternativo, o evento contará com oficinas do Mestre Renê Bitencourt (BA) e rodas de capoeira angola. O evento é organizado pelos capoeiristas Eduardo Ramos (Baygon) e Marco Antônio (Baixinho), e constitui um marco na articulação de mais uma linhagem angoleira no estado de Pernambuco.

No sábado seguinte, dia 25, a partir das 14:00, o lançamento ocorrerá na Gruta da Lapinha, em Lagoa Santa (MG), durante X Encontro de Culturas de Raiz – Lapinha Museu Vivo. Em seguida, haverá a mesa redonda: “Cultura de Raiz e Globalização”, com a participação dos mestres Zé do Lenço (BA), Dunga (MG) e Ernestino (PI), representantes da velha guarda do samba, do reinado de N. Srª do Rosário, pesquisadores e representantes do poder público. O evento é organizado pela Associação Cultural Eu Sou Angoleiro, sob a direção do Mestre João Bosco, e a programação completa pode ser encontrada no endereço http://www.eusouangoleiro.org.br/.

O livro Jogo de Discursos: A disputa por hegemonia na tradição da capoeira angola baiana trata da diversidade de concepções sobre a tradição na capoeira angola, a partir de mestres representantes de diferentes linhagens. As estratégias políticas de legitimação da capoeira angola e) as disputas em torno de sua organização ao longo da história são discutidas, utilizando fontes como jornais, observação direta e cerca de 20 entrevistas com mestres angoleiros renomados.

 

Maiores informações:

Paulo Magalhães: (71) 8741-1251 / 9273-7765

Eduardo Ramos (Olinda): (81) 9882-7467

Gercino Alves (Lagoa Santa): (31) 8561-5456

 

Serviço

 

Pernambuco:

O quê: Lançamento de Jogo de discursos: a disputa pela hegemonia na tradição da capoeira angola baiana no 1º Encontro da ACANNE

Quando: 18 de maio, a partir das 19h

Onde: Espaço Alternativo (Av. Guararapes, 847 – Jardim Atlântico – Olinda – PE)

Quanto: entrada gratuita

 

Minas Gerais:

O quê: Lançamento de Jogo de discursos: a disputa pela hegemonia na tradição da capoeira angola baiana no X Encontro de Culturas de Raiz – Lapinha Museu Vivo

Quando: 25 de maio, a partir das 14h

Onde: Museu da Lapinha (Gruta da Lapinha, acesso pelo km 44 da MG-010, direção Serra do Cipó – Lagoa Santa – MG)

Quanto: entrada gratuita

FCP realiza oficinas de capacitação para o Prêmio Culturas Populares

Os cursos são uma iniciativa do MinC, com apoio da Fundação Cultural Palmares, e vão preparar produtores culturais negros do Estado para participarem da premiação

Valorizar a cultura e a arte afro brasileira e capacitar os produtores culturais negros para incluí-los nos editais de fomento a cultura. São os objetivos das oficinas de capacitação para o Prêmio Culturas Populares, do Ministério da Cultura (MinC), propostas pela Fundação Cultural Palmares, que ocorrem de 8 a 29 de maio, em São Paulo/SP.

Para a premiação, o MinC oferecerá, em todo estado de São Paulo, 13 oficinas. Dessas, cinco serão organizadas pela FCP por meio de sua representação no estado, com o objetivo de mobilizar os agentes culturais negros para que desenvolvam propostas de acordo com o edital. As atividades vão prepará-los para preencher os roteiros de inscrição, cadastrar as ações, utilizar as ferramentas do Sistema MinC, entre outros. As oficinas serão realizadas em parceria com organizações do movimento negro paulista.

Poderão participar grupos negros de umbanda, candomblé, escolas de samba, quilombos, congada, maracatu, rituais e festas populares, arte popular, mitos, histórias e outras narrativas orais, processos populares de transmissão de conhecimentos, medicina popular, culinária popular, pinturas, desenhos, grafismos, artesanato e expressão plástica, escritos, danças dramáticas, audiovisual, entre outros.

Prêmio Culturas Populares – Desenvolvido pelo Ministério da Cultura por meio da Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural (SCDC), o prêmio tem como objetivo reconhecer a atuação de mestres, grupos e comunidades responsáveis por iniciativas exemplares que envolvam as expressões das culturas populares brasileiras. O edital, que tem inscrições abertas até 5 de julho, receberá propostas de projetos que desenvolvam atividades de difusão e práticas de expressões populares em processo de esquecimento.

A edição de 2013 homenageará o ator, produtor e cineasta Amácio Mazzaropi, nascido em São Paulo em 9 de abril de 1912. Serão premiados 350 participantes, divididos em 170 na categoria Mestres, 170 nas categorias Grupo/comunidade formal e informal e 10 para “Mestres In Memoriam”, como reconhecimento ao legado de valorização da arte e da cultura brasileira.

 

Informações para a imprensa

Mara Karina Silva

Assessora de Comunicação da Fundação Cultural Palmares

mara.silva@palmares.gov.br

Tel: (61) 3424.0165/9831.0215

 

 

 

Azerbaijão será sede de 1º Campeonato Mundial de Capoeira

 

O Campeonato Mundial de Capoeira foi aguardado ansiosamente por um longo tempo. Finalmente, entre os dias 30 de maio – 01 de junho de 2013 o campeonato será realizado pela Federação Mundial de Capoeira (WCF), em Baku, capital do Azerbaijão. O evento será diferente de todas as outras competições organizadas anteriormente. Os campeonatos mundiais de capoeira realizados anteriormente eram, principalmente, realizados por um determinado grupo internacional de capoeira.

Os exemplos disso, foram os campeonatos mundiais organizados pelos grupos internacionais “Muzenza” e “Maculele”. Mas, no campeonato que será organizado pela Federação Mundial de Capoeira (WCF), equipes de todos os grupos internacionais de capoeira poderão participar. Estarão presentes equipes de mais de 80 países, e cerca de 20 grupos internacionais de capoeira foram convidados para o torneio.

A característica principal deste campeonato é que atletas receberão gratuitamente hospedagem, alimentação e transporte durante a estadia deles em Baku (para maiores informações visite o site da e os requisitos para a participação). O resultado disso é que as federações e escolas de capoeira que tem dificuldades financeiras terão condições de participar do campeonato (sem nenhum custo).

Os árbitros foram selecionados dentre mestres e professores com extensa experiência na capoeira e membros de diferentes grupos de capoeira, o que contribuirá para uma avaliação objetiva e justa dos atletas durante o campeonato.

Após a inscrição online, os membros das equipes – atletas, treinadores, torcedores, etc – receberão uma carta de confirmação em seu e-mail que os capacitará a participar do evento.

 

Ler tambémhttp://www.ebc.com.br/noticias/internacional/galeria/videos/2013/04/azerbaijao-sera-sede-de-1o-campeonato-mundial-de

 

Ver:

 

{youtube}y4lFlHApdds{/youtube}

 

* Nota do Editor: Estarão presentes diversos mestres de relevância internacional