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Janeiro 2016

Vendo Artigos de: Janeiro , 2016

Livro: Cadu e as histórias de Bantu

Sobre o livro: A autora Alexandra Barcellos nesta obra Cadu e as histórias de Bantu apresenta ao público juvenil as raízes afro-brasileiras, pouco exploradas na literatura específica para esta faixa etária, situando a narrativa no vilarejo mítico e sugestivo de africanidade Bantu, aonde o protagonista Cadu dotado pelas asas da imaginação, vivencia peripécias repletas de aprendizagem por entre o ondular de coqueiros e a presença do mar.

“Textos como o de Alexandra Barcellos, que abordam as nossas raízes afro-brasileiras, são sempre bem-vindos. Em Cadu e as histórias de Bantu, a autora nos carrega, nas asas da imaginação, a um vilarejo mítico, pleno de africanidade.

Personagens de nome marcantes, como Nilo e Luanda; o ondular dos coqueiros; a presença do mar que nos une ao continente africano; a labuta dos pescadores; o som dos instrumentos musicais; o sabor das comidas… tudo nos remete à África tão distante e ao mesmo tempo tão perto de nós. Axé!” (Rogério Andrade Barbosa é professor, escritor, contador de histórias e ex-voluntário das Nações Unidas na Guiné-Bissau)

“Através dos olhos do curioso Cadu, a escritora Alexandra Barcellos nos envolve nas histórias de Bantu, um vilarejo que nasceu como refúgio de escravizados africanos e de afrodescendentes. Essas histórias celebram a natureza e a luta pela igualdade e pela integridade humana, sempre nos apontando para a existência de diferentes formas de viver.

Livros como este, que valorizam as vozes das minorias, são imprescindíveis na educação e na formação de nossos jovens, pois nos brindam com um imaginário mais plural e nos convidam a ter mais solidariedade com a história e o presente. O leitor encontra um Brasil múltiplo nesta visão de poeta.” (Lauren Fraiz é historiadora)

Sobre a autora: “A Alexandra é daquelas pessoas que conquistam nossos minutos com sua companhia e simpatia. Amiga poeta e cheia de talento. Dona de um olhar apurado sobre a natureza, sendo capaz de transmitir esses sentimentos em sua obra. Em sua relação com o que existe no universo, encontra beleza nas pedras que transforma em mandalas e nas árvores que viram personagens atentos à sua história. É um encanto em vida podermos contar com tamanha sensibilidade e vontade de escrever. É um privilégio mandar letras para o papel em um mundo em que Alexandras existem.” (Felipe Belão é autor dos livros No lugar do meu pai, eu; Monólogos de menino; e Vitrine de sonhos. É professor universitário (PUC-PR e FAE), publicitário, blogueiro, especialista em Engenharia Econômica e Mercado Financeiro e Mestre em Administração Estratégica)

Livro: Cadu e as histórias de Bantu

alexandrapoeta@gmail.com

http://editorakazua.com.br/

Atividades culturais no bairro Canaã tem vagas para crianças

Atividades culturais no bairro Canaã tem vagas para crianças

A ONG PeriferArte promove, em janeiro, uma série de atividades culturais para crianças no Bairro Canaã, zona oeste de Uberlândia. As oficinas são gratuitas e envolvem dança, capoeira e cultura estrangeira. Cinco intercambistas de diferentes países da América do Sul ministram dinâmicas que ensinam aspectos culturais de sua região às crianças.

Anny Tejada, uma das intercambistas que atua nas oficinas, é natural do Peru e estuda antropologia em seu país natal. Ela afirma que o trabalho com as crianças está sendo prazeroso, tanto do ponto de vista pessoal quanto acadêmico. “É um aprendizado mútuo. É ótimo saber que posso usar na prática o que aprendi na faculdade para ensinar as crianças como elas podem contribuir para a sua própria comunidade”, disse.

Anny Tejada está no Brasil desde setembro de 2015. A peruana disse que as oficinas contemplam diversos aspectos das culturas dos monitores, como ensino da língua espanhola. “Para isso, usamos música, livros e outras manifestações artísticas”. Além de Anny, há outra voluntária do Peru, uma do Panamá, uma da Colômbia e um do México.

As oficinas com os monitores de fora do Brasil estão previstas para acontecerem até o fim de janeiro. Já outras atividades são promovidas pela ONG durante todo o ano. Um dos monitores do projeto é Antônio da Trindade Neto. Para ele, trabalhos como esse são uma forma de mudar positivamente uma sociedade.

“Sou morador do bairro Canaã e ministro capoeira em projetos sociais na região há 17 anos. Além de capoeira, temos danças brasileiras, hip-hop e quadrilhas juninas. Isso faz muito bem para as crianças e para todos“, disse.

As atividades começaram nesta segunda-feira (5) e acontecem na sede da ONG. Cerca de 30 moradores do bairro já fizeram a inscrição no projeto. Ainda há vagas para todas as atividades, que são abertas a crianças a partir de cinco anos. As oficinas são disponíveis para moradores de todas as regiões da cidade.

Para participar:

Os pais que estiverem interessados em matricular os filhos nas oficinas precisam fazer inscrição junto aos voluntários da ONG PeriferArte, na rua Jericó nº 1490, no bairro Canaã. É preciso levar documentos pessoais de identificação. Não há limite de oficinas por crianças. Os encontros têm uma hora de duração e acontecem de segunda a quinta-feira, das 15 às 20 horas.

Serviço:

 

ONG PeriferArte – Avenida Jericó 1490, bairro Canaã
Quem pode participar: Criança a partir de 5 anos
Gratuito

Contatos:
Antônio da Trindade Neto – 34 9 9126 7144
Juliana de Lima Trindade – 34 9 9634 9189

 

http://www.correiodeuberlandia.com.br/