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Dezembro 2017

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Centenário: Neta relembra histórias de João Pequeno

Neta relembra histórias de João Pequeno, que faria 100 anos nesta quarta

Nani de João Pequeno também é capoeirista e professora de Educação Física

“Eu sou um patrimônio da capoeira.” Essa frase, que foi uma das últimas de João Pereira dos Santos, mais conhecido como João Pequeno, é a que a sua neta mais velha, Nani de João Pequeno, mais tem orgulho de relembrar. Nani é Cristiane dos Santos Miranda, a primeira neta de João Pequeno de Pastinha, capoeirista angoleiro da segunda geração do mestre Vicente Ferreira Pastinha.

Centenário: Neta relembra histórias de João Pequeno Capoeira Portal Capoeira

Nascido no dia 27 de dezembro de 1917 – amanhã faria 100 anos -, ele foi o capoeirista mais velho a praticar a capoeira, e o fez até o último dia de sua vida, em 9 de dezembro de 2011, no mês em que completaria 94 anos de idade. “Ele fez a sua passagem no mesmo mês em que veio à vida”, diz Nani, no pátio do Forte da Capoeira, em Santo Antônio Além do Carmo, onde fica a Academia de João Pequeno de Pastinha, lugar sagrado para os capoeiristas do mundo inteiro.

“Eu sou um patrimônio da capoeira.” Essa frase, que foi uma das últimas de João Pereira dos Santos, mais conhecido como João Pequeno, é a que a sua neta mais velha, Nani de João Pequeno, mais tem orgulho de relembrar. Nani é Cristiane dos Santos Miranda, a primeira neta de João Pequeno de Pastinha, capoeirista angoleiro da segunda geração do mestre Vicente Ferreira Pastinha.

Nascido no dia 27 de dezembro de 1917 – amanhã faria 100 anos -, ele foi o capoeirista mais velho a praticar a capoeira, e o fez até o último dia de sua vida, em 9 de dezembro de 2011, no mês em que completaria 94 anos de idade. “Ele fez a sua passagem no mesmo mês em que veio à vida”, diz Nani, no pátio do Forte da Capoeira, em Santo Antônio Além do Carmo, onde fica a Academia de João Pequeno de Pastinha, lugar sagrado para os capoeiristas do mundo inteiro.

 

Saudade

No centenário do avô, o sentimento é uma mistura de saudade e reconhecimento. “Ele era um homem de poucas palavras. Costumava dizer: ‘fale pouco, olhe mais e ouça mais’. A simplicidade, o modo de falar, o jeito de cantar e o conhecimento que tinha estão guardados: “Ele nunca forçou ninguém a ser igual a ele. Mestre Zoinho, Mestre Aranha, Mestre Pé de Chumbo, Mestre Jogo de Dentro. Você consegue sentir a presença do meu avô, mas eles são autênticos, cada um tem seu jeito de ser, de levar e transmitir o conhecimento que o mestre deu para cada um”, diz Nani. Quando está em um jogo de capoeira, ela diz que a própria ginga a faz lembrar o seu avô.

 

Cobra mansa

O mestre João Pequeno seguia os ensinamentos de Vicente Ferreira de Pastinha, também baiano e conhecido por ser o maior propagador da capoeira angolana no Brasil. Pastinha costumava chamar João, seu aluno, de Cobra Mansa. O motivo do apelido, segundo Nani, é porque existiam dois ‘Joãos’ na academia dele: “Um João era alto e o outro era baixo, que era o meu avô. Enquanto um jogava mais embaixo, o outro jogava mais no alto. Mestre Pastinha dizia: ‘Na minha academia,  eu tenho dois Joãos. Um é cobra mansa e o outro é gavião. Enquanto um anda pelos ares, o outro enrosca pelo chão’”, explica ela.

Entre os diversos momentos vividos com o avô, Nani relembra o Carnaval de 2008, quando a capoeira foi homenageada. “Uma repórter perguntou sobre o que ele achava da homenagem e ele disse: ‘Ótimo. Tudo que é bom para a capoeira é bom pra mim. Se tá bom para a capoeira, tá bom pra mim’. Ele era muito espontâneo, acessível, aberto e sereno. Lembro desse momento com carinho, porque ele falava coisas que, muitas vezes, a gente desacreditava.”

 

Recomeço

Foi em 1952 que João Pequeno conheceu a sua “mãezinha”, a esposa, dona Edelzuíta. O mestre tinha acabado de perder a mulher devido a um parto complicado e, em Edelzuíta, encontrou uma forma de recomeçar no amor: “Eles se conheceram na academia do mestre Pastinha. Chamou minha avó para lavar as suas roupas de capoeira e aproveitou para convidá-la para ir ao cinema. Minha avó diz que eles não foram para cinema coisa nenhuma, foram logo para o barraco dele, e lá mesmo ela ficou”, relembra Nani, que sempre morou com os dois, no bairro de Fazenda Coutos.

Nani começou a praticar a capoeira com o avô aprendendo a ensinar, como ela mesma diz, nos anos 90, na academia de Fazenda Coutos, cuja construção foi um sonho do mestre João Pequeno.

“Ele me passou o método de ensino, as sequências de aula que eu deveria seguir. Ficava do meu lado e eu ia ensinando aos meninos na comunidade”, conta.

Em 2008, Nani começou a dar aulas profissionalmente em uma escola na Ribeira, mas foi no projeto Pequenos de João, encabeçado pelo seu avô, que ela começou a colocar em prática os ensinamentos.

 

 

Mulheres no jogo

No início, o mestre João Pequeno achava que mulher não poderia segurar o berimbau gunga – instrumento que comanda a roda, normalmente sendo tocado por um capoeirista mais antigo ou um mestre. Depois, enquanto treinava para seguir os seus passos, Nani perguntou a ele sobre segurar o gunga, e a resposta foi: ‘É claro. Você vai deixar um homem comandar a sua roda?’”.

“Não existe diferença entre um jogo de uma mulher ou de um homem, e nem deve ter. A palavra de ordem sempre foi respeito”, disse Nani, em tom sério. O mestre João Pequeno acreditava que a educação era para todos. Costumava questionar os seus discípulos: “Se você jogar com uma criança, você vai bater nela?”, dizia, pois, para ele, todo capoeirista iniciante era como uma criança que se desenvolveria através do jogo: e essa lição servia para ambos os sexos.

Sobre a presença feminina no esporte, Nani afirma que a mulher sempre esteve presente na capoeira, mas ‘escondida’ nos bastidores: “São as mulheres que fazem tudo acontecer. Todos os eventos e trabalhos que envolvem a capoeira, somos nós que organizamos. Minha avó sempre foi a capoeirista por trás das rodas e eventos do meu avô. Era ela quem trazia as comidas, as panelas, quem estava no fundo do quintal construindo os berimbaus, lixando as cabaças…”, afirma ela.

 

 

Presente

Nani é mãe de Gustavo e João, que nasceu após a morte do avô. “Nem pensei em outro nome. Foi um presente que eu ganhei logo após o falecimento dele”, conta ela. Assim como foi com Nani, os seus filhos aprendem a capoeira de forma natural: participando das rodas.

“Ele dizia que eu era a menina dos olhos dele. Eu fui a única que continuou na capoeira, meus irmãos pararam. De vez em quando até tentam, eu ainda não desisti deles”, compartilha ela, aos risos.

Nani completa que conheceu o lado familiar, pessoal de João Pequeno e só viu o lado capoeirista dele nos anos 90. “Ele já era muito sábio, mas tranquilo. Teve muita luta e nunca se deslumbrou nos meios em que andava.” João Pequeno e outros mestres cumpriram o seu legado. Agora, é fazer a capoeira se perpetuar.

* Renata Oliveira é integrante da 12ª Turma do Correio de Futuro, orientada pela editora Mariana Rios.

 

Fonte: http://www.correio24horas.com.br/

Chegou a hora dessa gente “BRASILEIRA” e bronzeada mostrar seu valor…

Chegou a hora dessa gente “BRASILEIRA”
e bronzeada mostrar seu valor…

Homenagem de Natal à toda comunidade de capoeiras que esta longe do seu país… A todos aqueles que de forma direta ou indireta, disseminam a nossa arte luta, nossa cultura, nosso legado… pelos 4 cantos do mundo, com carinho, amor e respeito a ancestralidade afro-brasileira.

 

Vídeo revela compositores, cantores e instrumentistas populares que interpretam uma versão criativa do clássico ‘Brasil Pandeiro’ na primeira edição do projeto Quatro Cantos, inspirado no americano “Playing For Change”

 

Que o povo brasileiro é um poço de diversidade cultural, musical e criatividade, ninguém pode negar!

Então, um viva pra nossa terra e também pra quem sambe diferente noutras terras, noutra gente, num batuque de matar…

 

Esse vídeo foi gravado com músicos dos quatro cantos do país e é parte integrante do DVD exclusivo do projeto Quatro Cantos da marca Luigi Bertolli. A primeira edição do projeto lançou essa versão do clássico do cancioneiro popular nacional “Brasil Pandeiro”, de Assis Valente (que já era uma lindeza só na interpretação dos Novos Baianos e que aqui ganhou uma nova cara com a nossa gente brasileira, talentos espalhados pelos quatro cantos do país).

Produzido pelo pesquisador e produtor musical Betão Aguiar, o vídeo conta com a participação de cerca de 25 artistas e atrações dos quatro cantos do país.

A proposta da ação, idealizada pela marca Luigi Bertolli e concebida por Betão (que também é filho de Paulinho Boca de Cantor, um dos membros dos Novos Baianos) e Dipa Di Pietro (Diretor de branding da LB), é dar espaço e visibilidade para artistas pouco conhecidos do grande público ou até mesmo anônimos, como artistas de rua, ligados à cultura popular nacional.

O vídeo ‘Brasil Pandeiro’ oficializa o apoio do grupo GEP – responsável pelas marcas Luigi Bertolli, Emme + Estúdio Emme e Cori – às práticas de valorização da cultura nacional.

 

Confira a lista dos artistas participantes do projeto Quatro Cantos:

  • Orlando Costa (Bonfim, Salvador/ Bahia): pandeiro e tamborim de dedo
  • Di Freitas (Juazeiro do Norte/ Ceará): rabecão
  • Marinez e Marias do Coco Frei Damião (Bairro João Cabral, Juazeiro do Norte/ Ceará): voz e coro
  • Luê Soares (Belém do Pará/ Pará): voz
  • Wem (São Paulo/ SP): voz e violão
  • Samuel Macedo (Nova Olinda/ Ceará): violão
  • Bule Bule (Salvador/ Bahia): voz e prato
  • T-Kaçula (Casa Verde, São Paulo/ SP): voz e cavaquinho
  • Calixto (Campo Limpo, São Paulo, SP): voz e dança
  • Renato Dias (Vila Madalena, São Paulo/ SP): voz e caixa de fósforo
  • Guilherme Kastrup (São Paulo/ SP): percuteria reciclada, MPC, cajon, galão e tamborim
  • Abará (Salvador/ Bahia): surdo ruber nose
  • Dú e Jô (Salvador/ Bahia): pandeiro e xequeré
  • Percussionistas do Candeal (Candeal, Salvador/ Bahia)
  • Mestre Bigode e Antonio Contramestre (Juazeiro do Norte/ Ceará): ganzá e pandeiro
  • Mestre Cirilo do Maneiro Pau (Vila Padre Cícero/ Ceará)
  • Lívia Mattos (Salvador/ Bahia): voz e sanfona
  • Didi Moraes (Fortaleza/ Ceará): cavaquinhoPalhaça Rubra (São Paulo/ SP): voz e carrinho de brinquedos
  • Juninho Costa (Salvador/ Bahia): guitarra
  • Maneiro Pau do Mestre Raimundo (Bairro João Cabral, Juazeiro do Norte/ Ceará): coro e bastão
  • Trio de Sopros (São Luiz do Paraitinga/ SP)
  • Ciço Gnomo (Juazeiro do Norte/ Ceará): voz e violão
  • Zé Matias do Cavaco (Juazeiro do Norte/ Ceará): voz e cavaquinho elétrico

Nagé, o Homem que Lutou Capoeira até Morrer

Nagé, o Homem que Lutou Capoeira até Morrer

Livro inédito de Frede Abreu tem lançamento dia 14 de dezembro no Forte da Capoeira “Nagé, o Homem que Lutou Capoeira até Morrer” é um dos últimos livros do pesquisador baiano que morreu em 2013 como um dos maiores estudiosos de capoeira do mundo .

Mesmo tendo sido um dos negros mais valentes da história da Bahia, Nagé teve sua história pouco contada e quase não figurou nas pesquisas, homenagens e registros históricos dos grandes capoeiristas baianos. Essa lacuna pode começar a ser preenchida a partir do próximo 14 de dezembro, às 18h, quando será lançado, no Forte da Capoeira, o livro “Nagé, o homem que lutou capoeira até morrer”, um dos últimos livros escritos pelo pesquisador Frede Abreu, que morreu em 2013 e é considerado um dos grandes estudiosos da capoeira no mundo.

Muitos valentões que ajudaram a construir e moldar o legado da arte-luta dos negros no Brasil foram esquecidos, apagados da memória da capoeira por questões políticas e sociais. Nagé foi um deles, apesar de eternizado pelas lentes do cineasta Alexandre Robatto e ressaltado também por intelectuais como o escritor Jorge Amado (“Nagé foi um assombro de valentia”), e pelo crítico de arte Wilson da Rocha (“Nagé foi um herói popular”), permanece invisível.

Nagé, o Homem que Lutou Capoeira até Morrer Capoeira Eventos - Agenda Portal Capoeira 1

“Nagé, de propósito ou sem querer, entrou no rol dos malditos da capoeira. Logo desta arte que, pelo menos no passado, foi celeiro de arruaceiros”, escreveu Frede Abreu, acrescentando: “Não se pode apagar da memória da capoeira a presença dessa brava gente desordeira.

Uma história de resistência dos oprimidos.” O autor ainda nos alerta: “Pelo que sei, não há nenhuma pesquisa ou “missão cultural” em andamento, nem ações governamentais na área da cultura, em perspectiva, para identificar esses personagens importantíssimos para a capoeira”. Com a publicação desse novo livro, Frede Abreu – que dedicou grande parte da sua vida aos estudos e à difusão das manifestações populares e divulgou antigos mestres e lutas similares à capoeira como a punga, o batuque, o tambor de crioula, a bassula e o mouringue – nos convida mais uma vez a conhecer e respeitar a memória de antepassados que muito contribuíram para eternizar o legado da capoeira.

O livro é ilustrado com fotografias inéditas, pesquisas e pertinentes discussões sobre a capoeira de rua e os mestres de outrora.

Na solenidade de lançamento, será realizada mesa de debate com pesquisadores e mestres de capoeira, onde destaca-se a presença da Mestra Janja Araújo e dos historiadores Antônio Liberac e Pedro Abib. Haverá roda de capoeira com expoentes da capoeira de rua, comandada pelo o Mestre Lua Rasta, discípulo de Canjiquinha, e uma roda de samba rural com o grupo Angoleiros do Sertão, do Mestre Claudio Costa.

O livro foi selecionado pelo edital setorial de culturas identitárias da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult – BA) , cuidadosamente editado pela Barabô Editora, sob a supervisão de Elza Abreu, filha e curadora do acervo deixado pelo pesquisador Frede Abreu.

SERVIÇO:

  • Lançamento do livro “Nagé, o homem que lutou capoeira até morrer” do historiador Frede Abreu.
  • Local: Forte da Capoeira – Santo Antônio além do Carmo
  • Data: 14 de dezembro de 2017
  • Horário: 18h

Programação:

18h – Lançamento com exposição fotográfica e debate com pesquisadores e mestres de capoeira;

19h – Roda de capoeira com o Mestre Lua Rasta;

20h – Roda de samba com os Angoleiros do Sertão e o Mestre Cláudio Costa.

Acesso: Entrada Franca

Livro: R$ 70 (valor promocional de lançamento)

 

Contatos:

Tatiane Freitas – VIVA Comunicação Interativa – 71 99211 5722

Elza Abreu – Coordenadora do Projeto – 71 992899632 ​

Sobre Frede Abreu.

Grande estudioso da capoeira, Frede escreveu sobre mestres como Bimba, Pastinha, João Pequeno, Canjiquinha, Waldemar, Caiçara e Cobrinha Verde. Ele fundou o Instituto Jair Moura, com acerco de mais de 40 mil títulos sobre capoeira e cultura afrobrasileira.

Frede foi historiador e pesquisador não acadêmico sobre a capoeira e seus textos se destacaram pela lucidez analítica. Dedicou a vida aos estudos e difusão da capoeira e manifestações populares, divulgou mestres desconhecidos e lutas similares à capoeira como a Punga, o Batuque, o tambor de crioula, a Bassula e o Mouringue. Como coordenador do evento Ginga Mundo promoveu diversos intercâmbios dessas culturas. Foi autor e co-autor de mais de dez títulos do tema como: “Barracão do Mestre Waldemar”, “Manuscritos do Mestre Pastinha”, “Improviso Poético e Como eu Penso?, “Capoeira Séc. XIX”, “Macaco Beleza”, “Bimba é Bamba”, “Capoeira no Ringue”, “Batuque, a luta braba”, entre outros.

Pela sua importância na pesquisa da capoeira, ele é citado na maioria das bibliografias, teses e dissertações sobre o tema. Frede deixou o maior acervo de capoeira que se tem conhecimento, com mais de 45 mil títulos sobre a temática, que ganhou dois prêmios Cultura – Viva da Capoeira. Ele também formou e coordenou três Pontos de Cultura com a temática capoeira, foi membro fundador da Academia do Mestre João Pequeno de Pastinha, Fundação Mestre Bimb, e conselheiro do Ministério da Cultura para a capoeira ser reconhecida como Patrimônio Imaterial da Humanidade.

CENTENÁRIO DO MESTRE JOÃO PEQUENO

CENTENÁRIO DO MESTRE JOÃO PEQUENO – DEZEMBRO DE JOÃO 2017

CONVITE

Salvador –Bahia Dezembro de 2017.

Prezados (as) Mestres (as) O Centro Esportivo de Capoeira Angola – Academia do Mestre João Pequeno de Pastinha tem a honra de convida-lo para participar das homenagens ao centenário de nascimento do Mestre João Pequeno de Pastinha que serão realizadas entre os dias 09,15,21, 26 e 27 de Dezembro de 2017, desde já agradecemos a sua atenção e manifestamos o ansejo pela sua presença.

Segue abaixo a programação do referido evento.

Centro Esportivo de Capoeira Angola – Academia do Mestre João Pequeno de Pastinha, Matriz Forte Santo Antonio Além do Carmo (Forte da Capoeira)

Centenário de nascimento do Mestre João Pequeno de Pastinha.

CENTENÁRIO DO MESTRE JOÃO PEQUENO Capoeira Eventos - Agenda Portal Capoeira 2

DEZEMBRO DE JOÃO CRONOGRAMA DO CENTENARIO EM SALVADOR

PROGRAMAÇÃO

01/12– ABERTURA DO DEZEMBRO DE JOÃO ABERTURA : FALA DE ABERTURA -UMA MOSTRA DE VIDEO SOBRE O EVENTO – APRESENTAÇÃO DO GRUPO IMPORTUNO POÉTICO- PERFORMANCE-MESA DE CONVERSA COM CONVIDADOS: PARA FALAR SOBRE VIVENCIA E IMPORTÂNCIA DO MESTRE JOÃO PEQUENO

CONVIDADOS: *LUCÍLIA DOS SANTOS *JOÃO EVANGELHO DOS SANTO *EDELZUITA ROSA ( DONA MÃEZINHA) *PROFª E PESQUISADORA NILDES SENA * PROFª SELICK TRINDADE -UM VÍDEO CELEBRANDO O MESTRE JOÃO -INTERVENÇÃO DE HOMENAGEM MUSICAL COM MESTRE CIRO.

09/12 :19:30 – RODA EM MEMORIA A PASSAGEM DO MESTRE JOÃO PEQUENO (CONVIDADA PROFª VANDA MACHADO E MESTRE MORAES)

10/12: 15HS – RODA (SALÃO NOBRE DA CAPOEIRA ANGOLA JOÃO PEQUENO) EM PERNANBUÉS COM O MESTRE CIRO

15/12 : 18HS – HOMENAGEM AO TITULO DE DOUTOR HONORES CAUSA DO DR MESTRE JOÃO PEQUENO DE PASTINHA (SALÃO NOBRE DA REITORIA DA UFBA )

21/12 19HS INTERVENÇÃO NA PRAÇA DO SANTO ANTÔNIO ALÉM DO CARMO -MOSTRA DO VIDEO: O VELHO CAPOEIRISTA (PEDRO ABIB) -RODA NA PRAÇA DO SANTO ANTÔNIO ALÉM DO CARMO

26/12: 19HS –TRADICIONAL RODA DO MESTRE JOÃO PEQUENO – COM ABERTURA DO SEMEANDO “ MESTRE JOGO DE DENTRO” 21HS – CONFRATERNIZAÇÃO

27/12 9HS – OFICINA DE CAPOEIRA ANGOLA MESTRE ARANHA 15HS – OFICINA DE CAPOEIRA ANGOLA (PROF NANI DE JOÃO PEQUENO) -17h HOMENAGENS AO MESTRE JOÃO PEQUENO EM MEMORIA AO SEUS 100 ANOS 18HS – RODA EM MEMORIA AOS 100 ANOS DO MESTRE JOÃO PEQUENO 20:30 HS – CONFRATERNIZAÇÃO COM A TRADICIONAL MESA DE FRUTAS

CENTENÁRIO DO MESTRE JOÃO PEQUENO Capoeira Eventos - Agenda Portal Capoeira

INFORME PRINCIPAL PARA PARTICIPAR DAS ATIVIDADES: TODOS QUE QUEIRAM PARTICIPAR DAS ATIVIDADES DE RODA E OFICINA DEVERAM ESTAR DEVIDAMENTE FARDADOS, CALÇADOS E COM A CAMISA DO CENTENÁRIO QUE ESTARÁ A VENDA NO LOCAL.

Centro Esportivo de Capoeira Angola – Academia do Mestre João Pequeno de Pastinha, Matriz Forte Santo Antonio Além do Carmo (Forte da Capoeira) Centenário de nascimento do Mestre João Pequeno de Pastinha. Atenciosamente

Nani João Pequeno

INFORMAÇÕES 71 33230708 71 988331469 71 987466141

Pags do Facebook: Ceca-Ajpp Matriz-Salvador

 

Porto: Encontro “Irmãos de Roda”

Todos DIFERENTES… JUNTOS pelo mesmo… CAPOEIRA

Porto: Encontro “Irmãos de Roda”

“A cada edição o Evento, que tem sido uma referência na Capoeira de Portugal, ganha mais corpo e mais visibilidade… os “Irmãos de Roda” extrapolam o contexto e a essência do que significa capoeiragem… fazendo valer a sua visão da unidade através das diferenças… e que tudo gira em torno da mesma capoeira…

O evento tem início nesta sexta-feira e continua até o próximo domingo, na cidade do Porto em Portugal.

 

 

 

Convidados:

Mestres – Barão, Bozó, Magôo, Ediandro, Caramúru, PernaLonga, Jean Pangolin, Nagô, entre outros…

ContraMestres – Careca, Milani, Fantasma,Sapo, Oria Zambi, Grilo, Kula, entre outros…

Professores – Thiago, Diego, Péle, Lesma, Wiris, Curinga, Filósofo, Carrapeta, Piu,
Stress, entre outros…

 

PARA MAIS INFORMAÇÕES:

julspedro@gmail.com

Tlm: 966883484

https://www.facebook.com/groups/235562903267370/