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Fevereiro 2018

Vendo Artigos de: Fevereiro , 2018

RED BULL PARANAUÊ 2018

Salvador recebe segunda edição da competição que busca o “capoeirista mais completo do mundo”

Se em 2017 o campeonato movimentou Salvador, para o próximo ano promete muito mais! Já com data marcada, o Red Bull Paranauê acontecerá no dia 3 de março, em frente ao Farol da Barra. Com um formato semelhante ao de sua primeira edição, a competição busca o capoeirista mais completo do mundo, ou seja, aquele possui mais habilidades em três dos principais segmentos da Capoeira: Angola, Regional e Contemporânea.

A grande novidade para 2018 é que as mulheres terão uma categoria separada. Nada mais justo, depois da baiana Débora Santos, conhecida como Pérola, representar muito bem o sexo feminino neste ano, tendo sido a única mulher a disputar o título contra outros 14 finalistas.

 

RED BULL PARANAUÊ 2018
Farol da Barra – Salvador

Red Bull Paranauê 2018 está com inscrições abertas e vem com novidade, as mulheres terão uma categoria separada. A competição, como na 1ª edição, busca o capoeirista mais completo do mundo, ou seja, aquele possui mais habilidades em três dos principais segmentos da Capoeira: Angola, Regional e Contemporânea.

Você pode se inscrever em qualquer uma das seletivas locais, mesmo não morando na cidade em questão, exceto na seletiva Mundo – exclusiva para atletas que moram fora do Brasil. 

 

Lembre-se: só é permitida uma inscrição/participação por atleta.

  • Seletivas Femininas (etapas Rio e SP já aconteceram)
  • Salvador: 26 de fevereiro – local a definir – Inscreva-se AQUI
  • Mundo: 26 de fevereiro – local a definir – Inscreva-se AQUI.
  • Seletivas Masculinas (etapas Rio e SP já aconteceram)
  • Salvador: 27 de fevereiro – local a definir – Inscreva-se AQUI. (ESGOTADO)
  • Mundo: 27 de fevereiro – local a definir – Inscreva-se AQUI.

 

RED BULL PARANAUÊ 2018 Capoeira Eventos - Agenda Portal Capoeira 1 RED BULL PARANAUÊ 2018 Capoeira Eventos - Agenda Portal Capoeira 2

Regras:

1. DESCRITIVO DO EVENTO RESUMIDA

O Red Bull Paranauê é uma competição voltada para capoeiristas, independentemente do seu estilo/segmento. O objetivo do Red Bull Paranauê é encontrar o capoeirista com maior conhecimento técnico e de performance entre os toques de capoeira propostos. Para isso, a competição conta com um corpo de 3 grandes jurados (Mestres), que avaliarão o jogo entre os Capoeiristas e escolhendo imediatamente quem avança de fase até a final, obtendo assim um vencedor.

Para o Red Bull Paranauê serão selecionados 16 Capoeiristas, 08 para categoria feminina e 08 para masculina. Não há restrição de gênero e pode participar qualquer Capoeirista com idade igual ou maior a 18 anos. Poderão se inscrever para participar do evento todos os níveis de Capoeristas com exceção de Mestres.

Ler Mais…

 

Com a palavra Mestre Sábia:

No dia 27/02 acontecerá a seletiva Bahia Masculina, foram abertas mais vagas, escrevam-se no e venha participar!!!!
Tá chegando a hora!

#redbullparanue #táchegandoahora #vaiterdendê#salvadorbahia


Câmara de Curitiba aprova moção de repúdio contra humorista por piada com capoeira

Câmara de Curitiba aprova moção de repúdio contra humorista por piada com capoeira

A moção de repúdio ao comediante Dihh Lopes por piadas com a capoeira foi proposta pelo vereador e capoeirista Mestre Pop, do PSC, e aprovada sem unanimidade na Câmara Municipal de Curitiba. De acordo com o parlamentar, o humorista desrespeitou o esporte, que é reconhecido como patrimônio cultural e imaterial da humanidade.

“A capoeira é reconhecida como patrimônio cultural imaterial da humanidade. Existe toda uma luta para tirá-la da marginalidade. A capoeira chegou a ser proibida no Brasil [até a década de 1930], e precisou ser disfarçada em dança”, declarou. “A capoeira chegou aqui [ao país] dentro de um navio negreiro. Foi arma de resistência contra escravatura. Não aceito, não admito [as piadas].”

“Ele compara a capoeira a fezes, para não usar o termo pejorativo que ele usa”, continuou Pop. No vídeo, Lopes pergunta ao público se tem alguém que “luta ou joga capoeira” e diz ter “vergonha” da prática. “Desculpa, não tem como respeitar”, afirma, em outro trecho. “Dois negões gigantes rebolando, é capoeira ou parangolê? Quem tá [sic] ali quer ver sangue. Juro, a galera queria ver. Capoeira só ameaça. Não consigo respeitar”, declara o humorista. Ele debocha, na sequência, dos nomes dos golpes e da capoeira ser considera uma arte.

“Não fiz para todos assinarem porque 30% não iam assinar, assim como foram pedir para eu retirar. A Confederação Brasileira de Capoeira e outras estão em movimento, para que isso não se repita”, complementou o autor da moção de repúdio, para quem a capoeira “é a maior representação cultural brasileira”. “Arte tem sua liberdade, mas para no momento que você desrespeita alguém. Arte tem limite”, disse Pop.

Câmara de Curitiba aprova moção de repúdio contra humorista por piada com capoeira Capoeira Portal Capoeira

Osias Moraes (PRB) argumentou que também há casos de desrespeito a outros segmentos, como aos evangélicos e a padres. “Já tivemos aqui o Thiago Ferro [PSDB], ridicularizado por um humorista”, acrescentou. “Temos sim que combater esse humorismo, esses espetáculos que têm como fundamento ridicularizar um segmento e pessoas. Me somo ao senhor pela capoeira e vários outros segmentos.” Também declararam apoio a Mestre Pop os vereadores Professor Euler (PSD), Professor Silberto (MDB), Ezequias Barros (PRP) e Oscalino do Povo (Pode).

“Censura”

Contrária à aprovação da moção de repúdio, Julieta Reis (DEM) foi à tribuna debater o requerimento. “Uma coisa é a valorização da capoeira, como patrimônio cultural brasileiro e mesmo internacional. Outra é um pedido de repúdio a um comediante, que nem sei quem é, envolvendo a Câmara como um todo. Uma censura”, avaliou. “A maior parte dos comediantes hoje fala mal dos políticos, faz uma sátira. Nós teríamos que fazer voto [moção] de repúdio todo dia. Temos que pensar bem. Uma coisa é você [Pop] fazer de forma individual, por uma associação”, completou.

“É uma linha tênue entre valorizar a capoeira e os votos de repúdio da Câmara a uma piada de mau gosto, que acontece todo dia. Poderia ser ao balé. Vamos censurar todos os comediantes por piadas de mau gosto, a maior parte delas sobre políticos? Nós [vereadores] não podemos, vai do público não aceitar”, continuou a vereadora. “Não é o momento desta Casa fazer nenhum pronunciamento”, concordou Jairo Marcelino (PSD).

Professora Josete (PT) se absteve e justificou o voto devido à censura. A parlamentar disse concordar com a importância da capoeira e que existe racismo no país, mas alegou que “neste momento de exceção, com intervenção militar [federal] no Rio de Janeiro, tenho grande temor com censura”. “É um debate muito delicado”, completou. Para ela, as associações de capoeira e outras entidades “têm todo o direito de fazer a crítica a esse humorista”.

 

Fonte: Ana Ehlert – http://www.bemparana.com.br


Violência e Capoeira – Parte 3

Violência e Capoeira – Parte 3

A última coluna que escrevi (Parte 2) provocou algumas reações e debates sobre o tema violência e capoeira. Felizmente. Porque esta série de colunas chamada “Contemplações” é para refletir, reagir, e para fazer agir. No fim de uma conversa, resolvi então abrir este espaço para uma conhecida colega minha, sobre o tema da violência de gênero, especificamente a violência contra a mulher na capoeira. Porque como na capoeira não há ninguém que sabe de tudo, na vida também não tem. E Christine Nicole Zonzon – além de ser mulher na capoeira, que neste assunto faz uma diferença importante – vem desenvolvendo há anos pesquisas, no âmbito da Universidade UFBA, sobre o assunto. Como ela então tem mais experiência nesta área, e uma voz própria, a palavra agora é dela:

 

Violência na capoeira?

Seguindo com o tema da violência na capoeira, tratado nos dois últimos Posts por Filósofo, proponho refletir sobre o tema da violência de gênero, questão que começou a ser discutida em nossos grupos e encontros de capoeira no Brasil e algures. O debate sobre a violência contra a mulher poderá esclarecer alguns aspectos mais gerais da violência na capoeira, já que, como Filósofo justamente afirma, a violência está sempre relacionada ao contexto e ao objeto.

Pelo fato de a capoeira ser uma tradição sem regras explícitas e definitivas, identificar a violência pode ser um exercício difícil. No fim das contas, a própria malícia da capoeira borra as fronteiras entre o “faz de conta” e o real, a brincadeira e a agressão. Mas a violência pode ser percebida por quem sofre seus efeitos, como me disse certa vez uma capoeirista que teve o braço fraturado na roda: “Eu sei muito bem o que é capoeira e o que é violência”. Assim, mesmo ambivalente, a violência na/da capoeira, se torna problemática (e é, portanto, problematizada) quando deixa de ser naturalizada, passando então a ser questionada. Um pouco ao exemplo dos castigos corporais outrora infligidos às crianças na família e na escola…

Mas quais são as formas da violência contra a mulher na capoeira? Recentemente, circulou na Internet um vídeo que ilustra bem duas formas em que a violência se dirige à mulher na roda de capoeira: a violência física e a violência simbólica. A primeira, a violência física é visível em dois tempos: 1. o homem suspende a mulher em meio ao jogo e beija a sua bunda (violência física de caráter sexual)…ela revida; 2. Ele aplica uma chapa no peito da parceira rebelde (violência física propriamente dita). A violência simbólica, por sua vez, se expressa no fato de que a roda continua como se nada tivesse acontecido. A violência é invisível, naturalizada, pois todos aceitam implicitamente que a mulher, antes de ser parceira de jogo, é um objeto sexual para o homem. Isso não significa que os homens e mulheres presentes concordem ideologicamente com essa agressão, mas que não pensam a respeito, não percebem o ato como sendo violência. O conceito de violência simbólica criado por Pierre Bourdieu[1] significa que dentro de uma relação de dominação, o dominado aceita e normaliza a violência sofrida porque incorporou as regras do dominante.

As reações a esse vídeo compartilhado milhares de vez foram virais, e muitas (e muitos) identificaram a violência e a condenaram, afirmando que se tratava de um acontecimento lamentável, porém isolado e peculiar… Ora, as pesquisas empíricas no campo da capoeira mostram que não se trata de um caso excepcional. Além da experiência própria enquanto mulher e capoeirista, convivendo nesse campo desde 1989, duas pesquisas que desenvolvi nesses últimos anos[2] evidenciaram o caráter estrutural da violência de gênero no mundo da capoeira. Através de entrevistas, da análise de debates nas redes sociais, da organização de seminários e discussões sobre esse tema, criou-se um espaço seguro para que as mulheres capoeiristas relatem suas experiências. Também observamos durante meses as interações nas rodas e no cotidiano de grupos de capoeira e garimpamos uma bibliografia (nunca citada nos estudos sobre capoeira!) comportando uma dúzia de estudos sobre gênero e capoeira escritos por pesquisadoras/capoeiristas[3]. Descobrimos que a dinâmica da violência sexual, física e simbólica é corriqueira em diversos grupos e estilos de capoeira no Brasil e no exterior. Entre outras figuras da violência sexista relatadas, vale destacar que o jogo de capoeira inclui novas figuras quando a interação se dá com uma mulher. Inúmeras capoeiristas são carregadas no colo no final do jogo ou jogadas no colo de homens sentados na roda, são beijadas, ridicularizadas. Viu-se até um de “nossos grandes mestres” simular uma sodomização quando sua adversária abriu uma tesoura!

Outra expressão da violência simbólica sofrida pelas mulheres na capoeira é a sua exclusão dos lugares de poder/saber: poucas mestras, poucas mulheres comandando a roda e tocando o berimbau, treino diferenciado menos desafiador por considerar que as mulheres não têm força ou habilidade semelhante aos homens, homens se recusando a jogar com mulheres na roda, entre outras…Essas violências têm sido naturalizadas até um tempo muito recente, ou na verdade, até hoje em muitos coletivos de capoeira. São violências justificadas pelo argumento que as mulheres são mais frágeis, não se esforçam o suficiente, não desenvolveram ainda as competências etc… Mas são essas mesmas mulheres tidas por incompetentes que brilham na roda, na bateria, nas discussões nos eventos organizados por e para elas!

Violência e Capoeira - Parte 3 Capoeira Portal Capoeira 1

A violência de gênero, na capoeira, pode ser associada à herança dos tempos da malandragem, dos bambas, da rua, da marginalidade. Mundo dos homens por excelência em que valores testemunhando da masculinidade como a força e a valentia não só eram necessários para a sobrevivência como acabaram instituindo uma hierarquia, um ethos. Mas lembremos também que a capoeira moderna, como surge a partir das iniciativas de Mestres como Bimba e Pastinha, buscou romper com alguns aspectos dessa cultura marginalizada, para enfatizar a educação, a poesia, a beleza, a mística da capoeira. Lembremos também que mulheres estão praticando capoeira, cuidando da capoeira, trabalhando em prol da capoeira há pelo menos 40 anos!

É hora, é hora! De repensar a violência contra quem é menos homem: a mulher, o “viado”, o “gringo”, o fraquinho… Capoeira é luta pela liberdade!

[1] Segundo Bourdieu, a raiz da violência simbólica estaria presente nos habitus culturais, especialmente no reconhecimento tácito da autoridade exercida por certas pessoas e grupos de pessoas, isto é, no respeito que “naturalmente” vincula os dominados aos dominantes. Ver: BOURDIEU, P. A dominação masculina. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007 e A economia das trocas simbólicas. São Paulo: Perspectiva, 2007

[2] A primeira, realizada no âmbito do Doutorado, foi publicada pela Edufba em 2017 sob o título Nas rodas da Capoeira e da Vida: Corpo, Experiência e Tradição. A segunda (Experiências e Representações de Mulheres Capoeiristas) realizada com equipe de pesquisadores da UFBA, está ainda em andamento. Incluiu notadamente a organização de um Seminário (julho de 2017) reunindo uma grande diversidade de mulheres capoeiristas em Salvador em torno da temática da Invisibilidade da mulher na Capoeira.

[3] Entre outros estudos publicados, recomendo “COMO SI FUERAN HOMBRES”:los arquetipos masculinos y la presencia femenina en los grupos de capoeira de Madrid de Menara Lube Guizardi, Revista de Antropología Experimental, nº 11, 2011. Texto 21: 299-315.e TEM MULHER NA RODA? PERSPECTIVAS FEMINISTAS SOBRE RELAÇÕES DE GÊNERO E FEMINILIDADE NA CAPOEIRA de Paula Natanny Rocha Bezerra (Fazendo Gênero 10, 2013)

Foto principal: Arte de Lara Robatto. Logo marca do coletivo feminista de capoeira angola.

Violência e Capoeira - Parte 3 Capoeira Portal Capoeira

Christine Nicole Zonzon é capoeirista e pesquisadora interessada mais particularmente nas temáticas do corpo e da cultura, com foco na capoeira. Atualmente realiza um pós-doutorado no Programa de Pós Graduação em CIências Sociais da Universidade Federal da Bahia, desenvolvendo um projeto sobre as experiências das mulheres capoeiristas.  É autora do livro Nas rodas da capoeira e da vida: Corpo, Experiência e Tradição (Edufba, 2017).


Escola de Capoeira Vivência: Não foi lido, Não foi contado, foi Vivido…

“PERNAMBUCO FALANDO PARA O MUNDO…”

 

Capoeira leva associação poveira a festival em Lisboa

A Associação de Capoeira e Artes Marciais da Póvoa de Varzim – Portugal, continua a levar o nome do concelho pelo país fora.

Desta feita deslocou-se a Lisboa para participar no Festival Tributo aos Mestres 2018 um evento solidário que tem como um dos objetivos angariar fundos para a concretização de projetos sociais nos quais a Capoeira é ferramenta de inclusão social.

Além do convívio com o mestre Acordeon, discipulo de Mestre Bimba e Mestre João Grande, discipulo de Mestre Pastinha, a comitiva liderada pelo Contramestre Pestana – Escola de Capoeira Vivência aproveitou a oportunidade para estabelecer parcerias tendo em vista o próximo festival de Verão que será organizado com a colaboração da autarquia e da Casa da Juventude.

Na próxima semana a ECV comemora seu primeiro aniversário!!!

 

Sobre:
Escola de Capoeira Vivência, foi criada pela Contramestre Pestana e Pelo Professor Tata em Fevereiro de 2016.

 

Não foi lido, Não foi contado, foi Vivido

Contactos: 
Web: https://www.facebook.com/pg/escolacapoeiravivencia/
Tel: +351 913 506 933

Tributo aos Mestres Lisboa 2018

Tributo aos Mestres, Lisboa 2018

Um dos grandes objetivos do “Tributo” é a ajuda financeira que possa beneficiar Mestres que muito já fizeram pela arte e que estejam nesse momento a precisar de apoio da nossa comunidade. Nosso grande Mestre Alexandre Batata terá de passar por um tratamento complexo e dispendioso para resolver uma lesão em sua anca, o pré e pós operatório são situações de grande pressão psicológica e financeira, apoiar e ajudar de alguma forma o Mestre não só é uma necessidade, mas uma responsabilidade coletiva da #Capoeira, os fundos arrecadados depois de retirados custos de evento e despesas gerais serão revertidos para o próprio Mestre como forma de apoio ao seu tratamento.
A possibilidade de privar com Mestres Acordeon e João Grande é imperdível, somada com o objetivo da missão, tornam esse evento uma bandeira da Capoeira para os capoeiras, e não territorial e de uma só cor, por isso, façam suas inscrições pelos lincks apresentados aqui no evento, e reservem suas vagas.

*NÃO SE ACEITARÃO INSCRIÇÇÔES NO LOCAL E NA HORA DO EVENTO, APENAS ANTECIPADAS E FEITAS ON LINE.

Tributo aos Mestres Lisboa 2018 Capoeira Portal Capoeira

Ingressos a venda:
– 50 unidades por 70astrais* – Já a venda pelo: https://www.eventbrite.co.uk/e/2nd-tributo-aos-mestres-fundraising-festival-tickets-38601400829
– 50unidades por 80astrais* – Vendas a partir de 16 de Novembro até 20 de Dezembro.
– 50unidades por 90astrais* – Vendas a partir de 21 de Dezembro até 25 de Janeiro.
-30unidades para o dia de Sábado por 50astrais* O/dia.
-30unidades para o dia de Domingo por 50astrais* O/dia.
*Isso vai dar direito as aulas , foto oficial com os Mestres Acordeon e João Grande, e um livro.

Alojamento:
Professores/Mestres acompanhados por mais de 5 alunos também terão garantidas alimentação e alojamento, desde que confirme presença até dia 10 de Janeiro de 2018, caso contrário poderemos não ter salvaguardadas essas garantias, devido a organização antecipada do evento.

https://www.facebook.com/AssociacaoSpin/ (ASSOCIAÇÃO SPIN)

Alimentação: O evento será realizado no Bairro de Carnide, que conta com uma boa rede de Cafés e restaurantes nas imediações e que está bem perto do Centro Comercial Colombo.
Professores/Mestres acompanhados por mais de 5 alunos também terão garantidas alimentação e alojamento, desde que confirme presença até dia 10 de Janeiro de 2018, caso contrário poderemos não ter salvaguardadas essas garantias, devido a organização antecipada do evento.

Mais informações:
Ilefoundation.org
tel +447757116730
@Aos_Mestres

APOIO: Junta de Freguesia de Carnide.

Texto do Mestre Maxwel:

Salve meu queridos amigos e companheiros de jornada de Capoeira.
Meu nome è Maxwel, sou Mestre de Capoeira e gostaria de apresentar á vocês nosso projeto chamado Tributo aos Mestres.
O projeto tem 3 objetivos principais.
1. Divulgar e promover a capoeira para os capoeiristas e não capoeiristas através de músicas, CDs, vídeos, documentários, festivais e cursos.
2. Contribuir financeira e administrativamente com projetos sociais onde a Capoeira è utilizada como ferramenta de inclusão social, terapia e promotora de bem estar físico e mental.
3. Retribuir de forma financeira aos Mestres que estão passando por dificuldades financeiras, emocionais, físicas e ou sociais.

Com o intuito de cumprir nossa missão, depois de trabalhar 10 anos com projetos sociais no Pais de Gales, criamos uma ONG a Fundação Cultural ILÊ.
Em Fevereiro de 2016 fizemos uma pequena homenagem e retribuição ao Mestre Gigante, em Fevereiro de 2017 realizamos o primeiro Festival Tributo aos Mestres, em março de 2017 fizemos uma retribuição ao Mestre Sabú, também lançamos o primeiro CD Tributo aos Mestres, á venda no site da DunDak.com.
Tudo isso é muito pouco, mas que para ser realizado contou com a boa vontade de mais de 100 pessoas que doaram seu talento, seu tempo, sua boa vontade e sua fé nesse projeto.
Particularmente passei por um momento muito complicado da minha vida há uns 10 anos atrás, estava sozinho e tive que passar por uma cirurgia bem grave, passei uma semana no hospital e tive que esperar quase 6 meses para voltar as atividades. Nesse tempo tive a sorte de ter meus alunos e amigos por perto para me ajudar. Geralmente pensamos que os Mestres em situação de risco são os únicos que precisam de ajuda, por que não se organizaram, não pensaram no futuro, mas isso nem sempre è verdade, existem inúmeros fatores que os fizeram chegar no ponto em que estão, e não é nosso papel julgar è nosso papel tentar mudar essa realidade dando apoio nos primeiros passos.
Vamos ficar muito felizes em ver os amigos fazendo um comentário, curtindo o texto ou mesmo postando na sua página, mais vamos ficar muito mais felizes em ver que nossos amigos estimularem seus amigos e alunos a apoiarem o projeto com uma doação, comprando um Cd ou um livro, por que isso vai fazer uma grande diferença na vida de muita gente, nesse momento precisamos de atitudes pra mudar as coisas, nesse momento contamos com vocês, pois tem muita gente contando com a gente!

Muito obrigado!

Maxwel Lucas
Diretor Executivo da Fundação Cultural ILE