Instituto Volta por Cima promove encontro de três dias para mostrar que a capoeira é um belo elemento de inclusão social.
Começa nesta quinta-feira (21), às 19h, e vai até do dia 23/6 o Festival Cultural Cordão de Ouro. O Instituto Volta Por Cima - capoeira Educação e cultura e a Academia Cordão de Ouro realizam o Festival. A programação do evento contará com palestras, aulas de dança folclórica e de capoeira, além de Batizado de capoeira e exibição para convidados.
O maior objetivo dos organizadores é difundir a cultura brasileira e levá-la até jovens carentes que vivem em situação de risco como opção de fulga da violência e da marginalidade, promovendo a inclusão social através do esporte.
"A nossa ONG desenvolve trabalhos desde 2001, procuramos promover um contato maior dos jovens com a identidade brasileira. A história da capoeira está ligada a história do Brasil e de seu povo. Esperamos em torno de 300 pessoas para os três dias evento", conta Eurico Lopes Barreto, mestre de capoeira e participante da ONG Cordão de Ouro.
Mestre Cláudio Danadinho, professor de Arquitetura da UnB, abre o Festival com palestra sobre sua tese de doutorado que aborda a capoeira e a arquitetura como sistemas culturais de suma importância para a cultura mundial.
Quem comanda a Oficina de capoeira Regional é o mestre Onça Negra, reconhecido e respeitado por quem entende de capoeira. E não é para menos, Onça Negra é filho de mestre Binha, primeiro mestre a metodizar o ensino do esporte. A Oficina de danças Folclóricas fica por conta do professor Ferpa, que veio de Campinas, SP, especialmente para o Festival.
Com um número cada vez mais significativo de praticantes no estrangeiro, a capoeira hoje está presente em mais de 156 países. Só o trabalho do Grupo Cordão de Ouro em Israel, conta com 5.000 alunos. Na Suécia, o número de praticantes no grupo passa dos 100.
No Brasil, a capoeira vem sendo utilizada com sucesso como instrumento de arte-educação e inclusão social. É o caso do projeto social “Aprendendo com a cultura Brasileira” desenvolvido pelo Instituto Volta Por Cima em parceria com a Academia Cordão de Ouro. Em funcionamento desde 2002, o projeto atende a 60 jovens e crianças abrigadas e/ou em situação de risco no DF.
No Brasil, a capoeira vem sendo utilizada com sucesso como instrumento de arte-educação e inclusão social. É o caso do projeto social “Aprendendo com a cultura Brasileira” desenvolvido pelo Instituto Volta Por Cima em parceria com a Academia Cordão de Ouro. Em funcionamento desde 2002, o projeto atende a 60 jovens e crianças abrigadas e/ou em situação de risco no DF.
A abordagem do Projeto utiliza a identidade cultural brasileira como forma de educação e inclusão social. O impacto positivo é comprovado pelo depoimento das “mães sociais” que atestam a melhoria nos âmbitos familiares e escolar.
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