Itabira: Capoeira como inclusão social
27 Out 2011

Itabira: Capoeira como inclusão social

Grupo Vadeia lança Projeto Boas Práticas, que visa fazer do esporte uma ferramenta de contribuição para o ensino Transformar a capoeira em

27 Out 2011

Grupo Vadeia lança Projeto Boas Práticas, que visa fazer do esporte uma ferramenta de contribuição para o ensino

Transformar a capoeira em uma ferramenta de inclusão social. É esse o objetivo do Projeto Boas Práticas, lançado pelo Grupo Vadeia, de Itabira, nessa quinta-feira, 13 de outubro. Um aulão, na Associação do bairro Vila Santa Rosa deu início ao programa, que reúne mais de 150 alunos.

O projeto é desenvolvido nas associações dos bairros Vila Santa Rosa, São Marcos, Fênix e Abóboras, no Clube Atlético Itabirano (CAI) e na escola municipal Didi Andrade. O “Boas Práticas” conta com o apoio do Juizado da Infância e Juventude e do Grupamento de Operações Escolares (GOE), da Polícia Militar. As aulas são gratuitas para alunos matriculados na escola.

Na aula inaugural, houve a distribuição de livros didáticos para os alunos, com enfoque na educação no trânsito, que contém orientações sobre como pedestre e motorista devem proceder.

De acordo com os idealizadores do projeto, o professor Marcelo Cecel e os graduados Jerferson e Índio, o objetivo é utilizar a capoeira como ferramenta de inclusão social, trazendo para os núcleos do projeto temas sociais que possam capacitar os alunos para que possam ser multiplicadores dentro das comunidades, escolas, famílias, igreja e grupos de amigos.

O evento contou com a presença da representando a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Danúzia, além do integrante do GOE, policial Tássi. “Eu apoio incondicionalmente, pois acredito que o futuro será melhor para as crianças se tornarem-se jovens comprometidos com o bem”, declarou o comandante.

Leonardo de Cássia, graduado na capoeira e integrante do juizado, informou que apontará outros temas para que possam ser levados aos alunos. “Hoje foi sobre educação no trânsito, amanhã pode ser sobre drogas, prostituição, religião, dentre outros”, comenta. O coordenador Edinho Karatê acredita que a idéia é muito boa, pois alia conhecimento a experiência auxiliar os alunos.

 

Fonte: http://www.defatoonline.com.br

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