TV: Mestre Leopoldina, a fina flor da malandragem
17 Fev 2006

TV: Mestre Leopoldina, a fina flor da malandragem

TVE BRASIL – 23h (informações do site www.tvebrasil.com.br)   26/02/06 – Mestre Leopoldina, a fina flor da malandragem Origem: Rio de Janeiro

17 Fev 2006
TVE BRASIL – 23h (informações do site www.tvebrasil.com.br)
 
26/02/06 – Mestre Leopoldina, a fina flor da malandragem
Origem: Rio de Janeiro
A malandragem através das músicas, das histórias e da pessoa de Mestre Leopoldina, mestre de capoeira reverenciado mundialmente.
Direção
Rose La Creta
Co-produção
Rose La Creta / Olhar Feminino / TVE Brasil / Fundação Padre Anchieta – TV Cultura
 
MESTRE LEOPOLDINA, A FINA FLOR DA MALANDRAGEM
 
Relação da Capoeira com o Arquétipo do Malandro no Rio de Janeiro.
O Documentário MESTRE LEOPOLDINA – a fina flor da malandragem será narrado através da lendária figura viva de Mestre Leopoldina, sua vida, suas histórias e sua importância para o universo da Capoeira.
Seu arquivo pessoal de fotos, jornais e vídeos que ilustram momentos de sua trajetória profissional como exímio capoeirista, músico, compositor , cantor de músicas de capoeira , showman, participando ainda de espetáculos de teatro, documentários para tv e de escolas de samba no Brasil no mundo.
Mestre Leo narra sua história na primeira pessoa, de modo a trazer para o espectador a emoção e a reflexão de sua filosofia de vida.
Através de seu relato, o documentário nos revela que a Capoeira, prática pertinente à identidade cultural dos afro-descendentes e brasileiros em geral, tem uma filosofia própria e vem ganhando um significado e uma importância que ainda não foram devidamente valorizados, apesar de sua crescente popularidade, especialmente entre os jovens – calcula-se 500 mil praticantes de capoeira espalhados hoje por todo o Brasil e mais 50 mil pelo mundo, principalmente Europa e EUA.
O filme tem como referência o modelo de comportamento do "Malandro Carioca", "herdeiro solitário e destronado das maltas de antigamente" em seu processo de evolução até o "malandro redimido" . O filme destaca a importância deste arquétipo, constatando que ele povoa o imaginário brasileiro, a ponto de surgir na religião da Umbanda, uma "linha de malandros" dirigidos pelo sr. Zé Pelintra, que vem dar conselhos aos vivos.
A cidade do Rio de Janeiro é pano de fundo para o relato de Mestre Leopoldina e sua correspondência gestual com o arquétipo do malandro sr Zé Pelintra, no Centro de Umbanda, pelas ruas e na cidade de Deus, onde Leopoldina mora há mais de 20 anos.
 

Currículo da Diretora
 
Rose La Creta nasceu em São Paulo estudou na USP, ajudou a criar o TUSP (Teatro da Universidade de São Paulo) em 68 com o arquiteto Flavio Imperio, o ator Paulo José, Dina Sfat, André Gouveia entre outros, participou das filmagens do `Bandido da Luz Vermelha" de Rogério Sganzerla.
 
Sua vida profissional tem início com o filme de Geraldo Sarno "Viva Cariri" seguindo como assistente de direção e montagem de Ruy Guerra "Os Deuses e os Mortos", "Capitão Bandeira contra Dr. Moura Brasil" de Antonio Calmon, trabalhando também como atriz de Hugo Carvana em "Vai Trabalhar Vagabundo",de Zelito Viana em "Os condenados"e de Mª do Rosário "Marcados para viver" pelo qual obtém o prêmio Governo do Estado de S.Paulo como melhor atriz. Em 76 realiza seus primeiros filmes com diretora e produtora "Ida e volta ao inconsciente" ensaio narrado por movimentos corporais e "Encarnação" docudrama sobre os mitos do garimpo bahiano.
 
É convidada a participar de festivais internacionais sobre o cinema feminino nos EUA, Canadá e México a partir de 76 e desde então o Olhar Feminino se transforma em sua pesquisa cinematográfica criando mostras de cinema em 85, 86, 87 no FestRio onde o conceito é amplamente discutido e ilustrado com cineastas internacionais.
 
Ainda nos anos 80 é convidada como membro internacional do Festival de Oberhausen, na Alemanha.
 
Em 86 abre a produtora e distribuidora de filmes Olhar Feminino Produções Ltda.
 
Do background da dança nasce a parceria com a documentarista americana Shirley Clarke na composição Rio/NY além de mostras de Videodança em 86, 87, 88 no Carlton Dance Festival (Rio / São Paulo).
 
Trabalha como assistente de direção na produção da Little Magic com o Channel 4 do filme musical "Ilê Ayê, the house of Life" do músico inglês, David Byrne e com Mel Lawrence, diretor do festival de Woodstock.
 
Convida a artista americana multimedia Laurie Anderson com seu filme concerto "Home of the Brave" e o Olhar Feminino o distribui no mercado brasileiro com bastante sucesso.
 
Em parceria com o cineasta Sergio Wladimir Bernardes compõe o documentário "Rio, plano político", "Porangaçú" e demais programas sobre ecologia para ECOTROPIC.
 
Nos anos 90 viaja para o Egito e associada ao Jardim Árabe de música, arte e literatura realiza a 1ª mostra de cinema Árabe Egípcio no Brasil.
 
Escreve o conto "O encontro da Íris com o Olhar", premiado e encenado na Casa de Cultura Laura Alvim pelo projeto Anna Magnani.
 
Escreve roteiro para longa metragem sobre a vida e a obra da maestrina brasileira Chiquinha Gonzaga.
 
Em 97 dá início ao projeto da série "Mutantis do Brasil"
 
Em 99 participa como membro do Júri do Fest de Filmes de Curitiba e do Chicago Film Fest.
 
Em 2000 participa do debate sôbre as relações de co produção no eixo Portugal, Africa e Brasil
 
No Festival de Troia , Portugal./
 
Em 98/99/2000 paricipa da comissão geradora do Instituto Brasileiro do Audiovisual, Escola Darcy Ribeiro, juntamente com Ruy Guerra, Cacá Diegues e Nelson Pereira dos Santos , sob a direção de Irene Ferraz.
 
Em 2001 inicia as filmagens de `NZINGA`, filme musical sobre a cultura Afrobrasileira, com direção musical de Naná Vasconcelos e do documentarista O.Bezerra.
 
Em 2002 escreve roteiro sobre o documentário musical"Capoeira, Capú".
 
Associada ao Consulado Geral do Líbano no Rio de Janeiro cria e produz o evento "Mosaicos do Líbano", convidando a cineasta Jocelyne Saab para sua retrospectiva e o maestro Gabriel Yared, ganhador de Oscar com o filme " O paciente Inglês", para um concerto de trilhas musicais para cinema.
 
Em 2003 é convidada com presidente do Júri do festival de cinema de Deir Qamar no Líbano.
 
Em 2004 prepara a I Mostra retrospectiva de Cinema Brasileiro no Mideast Film Fest, Beirute-Líbano, com o exibidor do Empire Films em Beirute a se realizar em março de 2005.
 
Seu projeto " Mestre Leopoldina, a fina flor da malandragem" vence o concurso DOCTV2004
 
Em 2005 é convidada a exibi-lo em pré estréia internacional no dia 24 de Junho de 2005 , no Fórum des Images, por Gilles Rousseau.
 
È convidada a representar a ABRACI ( Associação Brasileira de Cineastas -RJ ) no Fórum Firjan
 
" Rio de todos nós " que irá ocorrer de 06 a 12 de Junho de 2005.
 
Ficha Técnica
 
Argumento / Roteiro
Jorge Itapuã Beiramar
 
Direção de Fotografia
Renato Laclette
 
Direção Musical
Mario Moura
 
Edição
Karen Akerman
 
Produção e Direção
Rose La Creta
 
Convidado Especial
Xangô da Mangueira
 
Entrevistados
Carlos Eugênio Libano Soares
Walter Boechat
Zéca Ligièro
 
Participações Especiais
Mestre Gato
Mestre Peixinho
Mestre Garrincha
Mestre Toni Vargas
Mestre Paulo Boa-Vida
Mestre Primeiro
Mestre Tinta Forte
Mestre Pavão
Mestre Gibi
Mestre Canga
Mestre Paulo Siqueira
Mestre Marrom
Mestre Pepe
Mestre Feijão
 
Equipe
 
Câmera
Raphael Durão / Renato Laclette
 
Som Direto
Gabriel Borges
Juarez Dagoberto (Roda no Galpão de Artes recicladas)
 
Still / câmera adicional
Flavio Borges
 
Direção de Produção
Denise Fontoura
 
Assistentes de Produção
Marcia Reis
Denis Delerue
 
Estagiária
Lianna Codina
 
Pesquisa
Luciano de Castro Silva
 
Assistente de Direção
Jorge Itapuã Beiramar
 
Finalização
Estúdios Mega
 
Edição de Som / Mixagem
Bem Hur – Estúdios Mega
 
Smoke
Aranha – Estúdios Mega
 
Tape to tape
Erbert -Estudios Mega
 
Vinhetas e Créditos
OESTUDIO filmes
 
Assistente de edição
Raquel Diniz
 
{mosimage}Eletricista
Marcio Manhães – Apema
 
Transporte
Sr. Paulinho e Gaúcho
 
Secretária da produção
Laís Dourado
 
 
Rita Mônica
Secretaria
 ritmodias@hotmail.com 
 85 3101-9627 85 8896-7046
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