Artistas baianos levam capoeira e chorinho ao Himalaia
19 Out 2011

Artistas baianos levam capoeira e chorinho ao Himalaia

Seis artistas baianos estão levando expressões da mais autêntica cultura brasileira para o Himalaia. O grupo formado pelo músico e integrante do

19 Out 2011

Seis artistas baianos estão levando expressões da mais autêntica cultura brasileira para o Himalaia.

O grupo formado pelo músico e integrante do Madrigal da UFBA Lula Gazineo (violonista do grupo Mandaia), pela bailarina e coreógrafa Isabela Saffe e pelos capoeiristas Mestre Santa Rosa e Glauber Santos vai apresentar o espetáculo “Capoeira Chorada” no Festival de Dussehra e em outras quatro cidades do Himachal Pradesh, ao norte da Índia.

A primeira apresentação no domingo, dia 9, foi em Naggar, durante evento do International Roerich Memorial Trust – IRMT celebrando o aniversário de nascimento do artista e filósofo russo Nicholas Roerich, que deixou um valioso legado cultural. A turnê segue dia 11, com uma apresentação no Festival de Dussehra, um dos mais importantes da região e que reúne cerca de seis mil pessoas.

O espetáculo integra o Projeto de Intercâmbio Cultural “Brasil: muitas raízes, um legado de Paz”, proposto pelo Instituto Roerich da Paz e da Cultura do Brasil (com sede em Salvador) e selecionado pelo Edital de Intercâmbio Cultural do Ministério da Cultura. ‘Esta será a primeira vez que a cultura brasileira vai àquela parte do mundo’, diz Raimundo Santos, presidente do Instituto Roerich da Paz e da Cultura do Brasil.

Andréa Ruf, assessora de Relações Internacionais da mesma instituição lembra que a presença da cultura brasileira no Himachal Pradesh tem características singualres: “Com um ar quase que profético, Nicholas Roerich, no início do século passado, já dizia: as artes unirão a humanidade. No Vale dos Deuses, assim como é chamado o Vale de Kullu, Naggar, nas escrituras Tibetanas e Hindus, a herança ancestral dos Mahatmas se encontrara com a Velha Bahia, tão rica e bela. Será’ o casamento de um povo em comunhão com o sagrado com outro povo também em comunhão com o sagrado”.

Capoeira Chorada

Ao som do violão, flauta, berimbau, voz, palma e pandeiro, o Projeto de Intercambio Cultural – Brasil, várias raízes, um legado de Paz achará o ponto de convergência dessa união. Capoeira de Angola é’ a certeza do golpe com o bailar. O corpo inteiro esta presente desenvolvendo a sua performance em todos os níveis . Um acordo entre os capoeiristas em comunhão com o toque do instrumento. O Choro nasceu entre os ritmos europeus e africanos no solo musical brasileiro, cuja diversidade e’ a característica predominante. “Capoeira Chorada” reúne essas expressões através da Arte e da Cultura. Também integra o grupo patrocinado pelo Ministério da Cultura os músicos Luis Codes (flauta) e Átila Coutinho (percussão).

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