A Realidade da Capoeira nas Escolas Públicas Estaduais do Município de Guanambi – BA
05 Ago 2008

A Realidade da Capoeira nas Escolas Públicas Estaduais do Município de Guanambi – BA

A Educação Física Escolar como componente curricular rico em possibilidades de socialização, integração, desenvolvimento de domínios cognitivos, motores, afetivos; espaço este onde

05 Ago 2008

A Educação Física Escolar como componente curricular rico em possibilidades de socialização, integração, desenvolvimento de domínios cognitivos, motores, afetivos; espaço este onde os alunos podem ampliar sua capacidade de criar, recriar, avaliar, experimentar, tomar decisões e relacionar-se, vem sendo descaracterizado para tornar-se um espaço destinado a alunos que demonstram bom desempenho em determinados esportes para preparar equipes competitivas que representem a escola. Após ter cursado a disciplina Capoeira e discutido seus valores históricos, aspectos culturais e sociais, e ainda ter vivenciado a prática desta como fenômeno cultural, questionamos onde estaria a Capoeira nas aulas de Educação Física Escolar. Esse momento de curiosidade despertou uma inquietação seduzindo-nos a esse tema, motivo que nos levou a pesquisar e refletir sobre a Capoeira, questionando assim a sua importância na escola. Para realização desta pesquisa foram entrevistados (13) treze professores das (07) sete escolas que tinham a Educação Física como componente curricular, totalizando 100% dos atuantes da rede estadual de Guanambi-BA. A partir dessa pesquisa detectamos que os professores percebem a importância da capoeira no ambiente escolar, porém não a introduziram ainda nesse contexto, citando motivos como a cultura da cidade, falta de espaço e/ou material, e ainda por não terem afinidades. Para tanto, adotamos o método quanti-qualitativo, utilizando questionários semi-estruturados, com o auxílio do gravador de voz. O que pretendemos na verdade é conscientizar e alertar os nossos leitores no sentido que elementos riquíssimos e tão próximos da nossa cultura vem perdendo cada vez mais espaço no contexto escolar e social

Palavras – chave: Educação Física; Capoeira; Ambiente Escolar.

 

INTRODUÇÃO

A Educação Física Escolar como componente curricular rico em possibilidades de socialização, integração, desenvolvimento de domínios cognitivos, motores, afetivos; espaço este onde os alunos podem ampliar sua capacidade de criar, recriar, avaliar, experimentar, tomar decisões e relacionar-se, vem sendo descaracterizado para tornar-se um espaço destinado a alunos que demonstram bom desempenho em determinados esportes para preparar equipes competitivas que representem a escola em diferentes locais (NISTA-PICCOLO, 1995). Práticas como estas são extremamente discriminatórias, exclusivas e fortalecem a idéia de que a disciplina Educação Física não seja respeitada como “componente curricular obrigatório da educação básica, ajustando-se às faixas etárias e às condições da população escolar” (BRASIL, 1996). O tempo dedicado a Educação Física é insuficiente dentro do currículo, comparado às outras disciplinas, levando-se em conta tudo que ela pode atingir.

Tendo em vista que grande parte dos professores de Educação Física não aproveita dos efeitos benéficos que a prática coerente traz, não só para ele professor, mas principalmente para seus educandos, as aulas tornam-se pobres, onde conteúdos tão ricos e complexos reduzem-se a um conteúdo mal sistematizado que é geralmente o futebol, dificultando assim as possibilidades dos educandos tornarem-se cidadãos conhecedores da cultura corporal e usufruir efetivamente desta, para beneficiar-se das inúmeras possíveis vantagens advinda da prática. (IORIO e DARIDO, 2005).

A partir desta compreensão procuramos verificar a prática dos professores das escolas estaduais do município de Guanambi – BA, no que se refere à adesão do conteúdo Capoeira inserido na carga horária regular do componente curricular Educação Física, pois a consideramos de grande valor, não só cultural, mas também éticos, étnicos, políticos, religioso, físico e motor, sendo assim, de extrema importância para a formação do ser humano integral, crítico, independente, autônomo, e cooperativo. O trabalho foi desenvolvido a partir de uma pesquisa com questionários semi-estruturados direcionados aos professores de Educação Física das escolas estaduais do município, adotando-se como foco principal a estima da Capoeira no cenário educacional, no intuito de dialogarmos quanto à valorização da cultura corporal, considerando então o movimento como forma de linguagem.

Entre os recursos pedagógicos que a Educação Física utiliza em sua tarefa de ensinar existem as atividades corporais proveniente da cultura da criança que fazem parte do seu próprio universo (FREIRE, 1989). Elas possuem uma percepção corporal muito ampla; correm, saltam, pulam, rolam, trepam, características principais do desenvolvimento psicomotor que a Capoeira se adequou perfeitamente, favorecendo um entendimento crítico dos seus movimentos, à medida que não seja interpretada como um ato puramente mecânico, mas um processo onde se identifiquem dimensões históricas, afetivas, sociais e motoras, cuja trajetória “pode-se levar a história da expressão e emancipação do negro brasileiro”. (TAVARES apud FALCÃO, 1998: 38)

A CAPOEIRA E UM BREVE HISTÓRICO

Algumas manifestações literárias mostram que a Capoeira pode ter origem em diversos movimentos de dança oriunda da África, tomando como exemplo, a Bassula, a Calcangula ou mesmo o Umundisvui, a Capoeira pode ter como ponto de partida muita dessas manifestações, no entanto, é diferente de todas elas (SOARES, apud IORIO e DARIDO, 2005, p. 181). Capoeira (apud IORIO e DARIDO, 2005: 181) afirma que “temos, agora, uma idéia de como nasceu, de quais as origens da Capoeira: mistura de danças, lutas e instrumentos musicais de diferentes culturas, de diferentes nações africanas”.

Na escravidão a Capoeira era uma fonte de luta disfarçada em dança para camuflar, já que a sua prática era extremamente proibida. Prova disso é sua introdução no Código Penal, 1890 até a década de 30 (CAPOEIRA, 2001), onde dizia que os capoeiristas presos em flagrantes estavam sujeitos a penas de dois a seis meses de prisão e os reincidentes seriam submetidos a chibatadas e poderiam ser enviados a ilhas isoladas, onde permaneceriam durante três meses submetidos a trabalho forçado. A Capoeira era usada pelos escravos como forma de defesa contra os senhores de engenho, policiais violentos, ou até para acertar diferenças e marcar hierarquia dentro da própria comunidade. Após a abolição da escravatura em 1888, tem-se início a marginalidade, onde os ex-escravos ou negros “livres” foram excluídos da sociedade, se aglomerando nos cortiços. Esses lugares representavam o centro da marginalidade, por isso os negros eram reprimidos constantemente através de abusos e perseguições dos policiais.

Os negros então sem ter o que fazer, usava a Capoeira como um artifício da malandragem. Faziam serviços sujos, como roubar e matar. A Capoeira era então, mais do que nunca, rejeitada pela sociedade e vista como “coisa de negro”, de vadio ou malandro. Na década de trinta, o presidente Getúlio Vargas, retirou a Capoeira do Código Penal, mas com interesse político. A Capoeira é legalizada, mas imposto que ela seja praticada em ambiente fechado como forma de controle desta manifestação. Surge aí o período das academias, onde a Capoeira sai das ruas e da marginalidade e começa a ser praticada e ensinada em recinto fechado. Isso por que após Getúlio Vargas ter extinguido a Capoeira do código penal em 1934, concomitantemente ele obrigou que tanto os cultos quanto à Capoeira sejam realizados fora das ruas, criando assim também, uma forma de controlar estas manifestações advindas da cultura negra.

A partir de 1930, no Brasil, essa manifestação cultural nos mostra dois tipos: a Angola e a Regional. A Capoeira angola era a praticada pelos escravos, porém com algumas significações, estas apresentadas com a inserção de instrumentos como o berimbau, o pandeiro, o agogô, atabaque, música na roda de Capoeira e o uso de vestimentas apropriadas para sua prática. Teve como principal personagem o saudoso mestre Pastinha e apresenta algumas diferenças da Capoeira regional. O jogo é mais lento e baixo, os praticantes brincam, dançam com verdadeira mandinga e não utilizam a violência. Tem por características a tradição dos mestres da antiga e as músicas mais lentas. Já a Capoeira regional, criada na década de 1930 por mestre Bimba (IORIO e DARIDO, 2005) apresenta outras características como a incorporação de golpes de outras lutas, a movimentação rápida, a formação de um método pedagógico de seqüências de golpes, ataque e defesa, a música mais rápida e a combatividade, tornando-a um pouco violenta.

POLÍTICA EDUCACIONAL E INDÚSTRIA CULTURAL

A sociedade capitalista em que vivemos sempre veio procurando utilizar-se da instituição escolar para transmitir ao futuro trabalhador somente o conhecimento necessário para a continuação do processo de produção em benefício da classe dominante.

Concordando com Faria Filho (1997), a escola trabalha a corporeidade para a ordem e a disciplina e, tendo toda a organização escolar voltada para esse contento, a disciplina da Educação Física vem assumindo explicitamente essa tarefa. neste sentido, a mesma compartilharia da lógica de negar o saber popular e fortalecer práticas sistematizadas que conduzam à educação do corpo como princípio de rendimento e contentação: um corpo controlado e eficiente.

Contrapondo essa situação, a Capoeira como manifestação cultural afro-brasileira precisa ser contemplada nas aulas de Educação Física escolar como um conteúdo que contribua para a formação dos alunos, pois: “A Capoeira encerra em seus movimentos a luta de emancipação dos negros no Brasil escravocrata. Em seu conjunto de gestos, a Capoeira expressa de forma explícita a “voz” do oprimido na sua relação com o opressor” (COLETIVO DE AUTORES, 1992: 57).

Num país onde pulsam a Capoeira, o samba, o bumba-meu-boi, o maracatu, o frevo, o afoxé, o xaxado, o candomblé entre outras manifestações, é surpreendente o fato da Educação Física durante muito tempo ter desconsiderado essas produções da cultura popular como objeto de ensino-aprendizagem.

No entanto, acreditamos que a Educação Física já deu um passo importante à frente dos cursos formadores de professores; o modo de ver o mundo, as apreciações de ordem moral e valorativa, os diferentes comportamentos sociais e mesmo a postura corporais são assim produtos de uma herança cultural, ou seja, o resultado à operação de determinadas culturas e que também são fontes riquíssimas de pesquisas e estudos.

VAMOS JOGAR CAPOEIRA

Quando se fala em linguagem vem em mente uma maneira de se expressar verbalmente. Porém para a Educação Física a linguagem tem um outro conceito, o qual está diretamente relacionado com a cultura corporal. Portanto, é de fundamental importância que o professor saiba adequar a atividade aos alunos respeitando a relação do corpo com o meio social. Assim o corpo torna-se veículo de comunicação espontânea e natural que auxiliará na integração dos alunos.

Além de trabalhar diferentes modalidades esportivas cabe ao professor dar atenção também a ginástica, dança, luta e o jogo para que haja o cumprimento dos pré-requisitos básicos da Educação Física baseando-se no Coletivo de Autores, e nesse contexto a Capoeira se adequou perfeitamente já que segundo Falcão (1998), a Capoeira exige concentração, dedicação e auto estima, formando um leque de temáticas importantíssimas a serem trabalhadas em sala de aula “… por isso, percebemos a necessidade de compreender as possibilidades pedagógicas da Capoeira nas aulas de educação física” (FALCÃO, 1998: 36).

Portanto, a Capoeira deve ser trabalhada na escola de forma a possibilitar a ação-reflexão-ação, para que não se torne uma prática puramente mecânica, desvinculada do seu contexto socio-cultural, possuindo assim uma dimensão de interpretação crítico-politica, que a torna um componente imprescindível para a capacidade de formular reflexões históricas, contextualizadas com a nossa própria identidade cultural.

A CAPOEIRA NO CONTEXTO ESCOLAR DO MUNICÍPIO DE GUANAMBI-BA

Para a realização desta pesquisa foram entrevistados treze (13) professores das sete (7) escolas que tinham a Educação Física como componente curricular, totalizando 100% dos atuantes na rede estadual de Guanambi-BA. Para essa aproximação adotamos o método quanti-qualitativo o qual consiste em descrições detalhadas de situações com o objetivo de compreender os professores quanto ao tema questionado, e também quantificá-los em relação à prática da Capoeira. Buscando uma melhor analise e interpretação dos dados, utilizamos questionários semi-estruturados, com o auxilio do gravador de voz. Por serem os professores de Educação Física responsáveis pela elaboração e planejamento de suas diretrizes, ou seja, o conteúdo a ser ministrado na escola, é que escolhemos justamente eles para aplicar os questionários e verificar a adesão da Capoeira nas aulas de Educação Física Escolar, fazendo uma ligação com a influência que o tema pesquisado tem para os alunos e para a sociedade. Com isto buscamos os resultados desse processo no sentido de contribuir para compreensão de como a Capoeira se encontra no contexto atual das escolas estaduais locais, qual o seu significado para os professores dessas escolas caracterizando aí a práxis, e por último tentando apontar qual o lugar da Capoeira na escola como conteúdo das aulas de Educação Física.

Os dados nos mostram que, 100% dos professores não trabalham com a Capoeira nas aulas, alegando falta de espaço, material e/ou ainda o não conhecimento técnico da modalidade. O que nos faz lembrar de João Batista Freire (1992) ao citar que “muitas vezes o que falta no professor é a criatividade”, pois geralmente ficamos presos às atividades propostas nos livros.

Podemos perceber através da pesquisa que os professores sabem a importância da prática da Capoeira no ambiente escolar, porém não a introduziram ainda nesse contexto, citando motivos como a própria cultura da cidade, que, por ser localizada perto do estado de Minas Gerais tende a adquirir a cultura mineira onde a Capoeira não é tão difundida, e ainda por não terem espaço, materiais ou até mesmo afinidade com essa manifestação da cultura corporal, o que segundo eles os desqualificariam como mediadores desse processo, demonstrando assim que ainda hoje a Educação Física das escolas estaduais do município de Guanambi apresentam um modelo tradicional onde é enfatizado outras modalidades, reforçando a cultura da esportivização acompanhando a escola, em geral, no que diz respeito a reprodução dos valores dominantes na sociedade esquecendo dos referenciais que as culturas como à afro-brasileira, indígenas entre outras oriundas de camadas da classe “ dominada” oferecem e merecem ser destacadas e trabalhadas em sala de aula.

Analisando os dados obtidos compreendemos que a qualificação profissional dos professores atuantes entrevistados é algo que nos chama atenção. Podemos observar que 4 não são graduados (30%) em Educação Física e entre os 7 graduados (54%) apenas 1 não cursou a disciplina. Ainda constatamos que 1 está em processo de graduação (8%) e o outro possui outra graduação (8%), completando assim 100%.

Apesar de terem, ou não, cursado a disciplina, os professores alegam a falta da técnica (pratica)5 como um dos principais fatores da não adesão desta riquíssima cultura corporal afro brasileira nas aulas de Educação Física, deixando-nos um vazio quanto à metodologia aplicada na disciplina nos cursos de ensino superior. O que queremos dizer é que, apesar de terem cursado a disciplina na graduação, os professores das escolas não utilizam a Capoeira como conteúdo nas suas aulas usando como subterfúgio a falta de espaço e materiais, ou mesmo a falta de vivência, o que segundo eles os desqualificam como mediadores do ensino desta modalidade. Isso nos leva a refletir qual a relevância da disciplina Capoeira no ensino superior.

Recentemente a Capoeira vem sendo incorporada como prática educativa escolar por meio das aulas de Educação Física. Por volta de 1999 foi realizado o primeiro curso superior de Capoeira na Universidade Gama Filho (UGF), no Rio de Janeiro. Entre 1997 e 1998 a Universidade de Brasília (UNB) realizou o primeiro curso de pós-graduação em Capoeira na escola, no Brasil. (FALCÃO, 1998)

Atualmente a Capoeira é obrigatória no currículo escolar dos cursos de Educação Física no Brasil. A incorporação dela como disciplina nos cursos de formação é mais uma das maneiras de tentar buscar e resgatar na história dos negros a sua real importância sócio-cultural para nossa nação.


CONSIDERAÇÕES FINAIS

É mister que os professores estejam atentos as riquezas e possibilidades que a Capoeira proporciona através de sua diversidade e relevância histórica e sócio-cultural. Através da Capoeira o professor pode e deve estimular a expressão corporal nos seus alunos sendo possível desenvolver aspectos psicomotores, cognitivos, afetivos e sociais dando inclusive possibilidade do professor estabelecer relações com as demais disciplinas, concretizando assim, a tão sonhada interdisciplinaridade.

Todas essas informações sobre a Capoeira podem ser trabalhadas nas escolas de várias maneiras. A partir da visão dos PCNs(1998) pode-se abordá-la nas dimensões atitudinais, procedimentais e conceituais de seus conteúdos, levando os alunos a conhecerem essa manifestação pertencente a nossa cultura. (IORIO e DARIDO, 2005)

Infelizmente é comum nas escolas brasileiras lembrar da nossa cultura apenas em datas comemorativas, reduzidas a culinária (acarajé, abará, etc.), algumas danças (maculelê ou samba de roda) e/ou ainda com demonstrações de grupos de Capoeira que na maioria preparam um espetáculo o que podemos chamar de “Capoeira show”. O que pretendemos na verdade é conscientizar e alertar os nossos leitores no sentido que elementos riquíssimos e tão próximos da nossa cultura vem perdendo cada vez mais espaço no contexto escolar e social.

Autores:

João Narciso Barbosa Neto1

Marlon Messias Santana Cruz2

Rafael Borel Fiscina3

Wesley da Silva Moraes4


REFERÊNCIAS

ARAÚJO, R. C. A África e a afro – descendência: um debate sobre a cultura e o saber. In: SILVA, C. (org.). Ações afirmativas em educação: experiências brasileiras. São Paulo: Summus, 2003.

BRACHT, Valter. A constituição das teorias pedagógicas da educação física. Caderno Cedes ano XIX, Nº 48, Capinas – SP, Agosto 1999.

BRASIL. Ministério da Educação e do desporto, lei Nº 9394/96, de 20 d dezembro de 1996. Estabeleceu as diretrizes curriculares e bases da educação nacional.

CAPOEIRA, Nestor. Capoeira: os fundamentos da malícia. ed. 8. Rio de Janeiro: Record, 2001.

COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do ensino de Educação Física. São Paulo: Cortez, 1992.

IÓRIO, Laércio Schwantes. DARIDO, Suraya Cristina. Capoeira. In Eucação Física na Escola: implicações a prática pedagógica/ Coordenação Suraya Cristina Darido, Irene Conceição Andrade Rangel – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.

KUNZ, Elenor. Didática da Educação Física 1/Org, Elenor Kunz-2 ed. Ijuí: Ed. Ijuí, 2001. (Coleção Educação Física).

FALCÃO, José Luís Cirqueira. Para além das metodologias prescritivas na Educação Física: a possibilidade da capoeira como complexo temático no currículo de formação profissional. In: Pensar a Prática: revista da pós-graduação em Educação Física/Universidade Federal de Goiás, faculdade de Educação Física – vol:7, n 2, P. 155-170, jul./dez. 2004. Goiânia: Ed. UFG, 1998.

FARIA FILHO, L. M. de. História da escola primária e da Educação Física no Brasil: alguns apontamentos. In: Trilhas e Partilhas: educação física na cultura escolar e nas práticas sócias. SOUZA, E. S. & VAGO, T. M. (orgs). Belo Horizonte: Cultura, 1997.

FREIRE, João Batista. Educação de Corpo Inteiro: teoria e prática da educação física. 3.ed. São Paulo: Editora Scipione, 1989;

KUNZ, Elenor. Educação Física: ensino e mudanças. 3.ed. unijuí; 2004 (Coleção Educação Física).

NISTA – PÍCCOLO, Vilma L. Educação Física Escolar: ser… ou não ter? Vilma L. Nista Piccolo, org. 3. ed. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 1995.

SOLER, Reinaldo. Educação física escolar. Rio de Janeiro, Sprint, 2002.

 

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