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Musicalidade

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Abada Poliester

Abada Poliester
 

Ref. abastyle01 – Categoria Abadas Style  
 
Abadas para passeio ou treinamento com varios desenhos
nas cores preta e branca
 
Preço: R$ 35,00

As músicas vencedoras do Festival de Cantigas Capoeira pela Paz

 
ID
Músicas
Festival de Cantigas Capoeira pela Paz
MÉDIAS
Conteúdo – Mensagem
Carater Poético – Contemporaniedade
Publíco
Final
!!!!!
014
Aqui você não vai Jogar
6,33
6,33
5,83
5,67
0,00
6,04
011
O Grito do Capoeira
5,83
6,00
5,83
5,83
0,25
5,94
019
na roda só amizade
5,83
5,50
5,00
4,67
1,00
5,50
016
Capoeira vem jogar
5,67
6,00
5,17
5,00
0,00
5,46
006
não não não não, violência e drogas sempre diga não
5,67
5,83
5,17
4,83
0,25
5,44

 
Aqui você não vai jogar
Por (Monitor Atrazado)
Ritmo:


Que mania é essa de maldade
De alguém que não tem respeito
Sai arranjando confusão
Dizendo que não tem medo
Qualquer dia meu amigo
Você acaba se dando mal
Não poderá entrar na roda
Onde houver berimbau
De que vale tudo isso
Se não será respeitado
Seja calmo e tranqüilo
Que um dia será lembrado
Faça como o grande mestre
Que foi um poço de humildade
Eu falo do mestre Pastinha
Que aqui deixou saudades.
 
A brincadeira vai rolar
Não quero ver você brigar
 
Eu jogo aqui eu jogo lá
Sempre procuro respeitar
 
Coro
 
Sou amigo de todo mundo
Em todas as rodas eu posso entrar
 
Coro
 
Você que se diz valentão
Aqui você não vai jogar
 
Coro
 
Você só arranja confusão
Aqui todo mundo é da paz
O grito do Capoeira     
Por Luciano Milani e Alunos da Capoeira Mogadouro
Ritmo: Angola mais acelerada (Corrido)


 
E e e e e …… eu quero Paz e União…
E e e e e …… com amor no coração…
 
Para rico ou para o pobre… para qualquer cidadão
No jogo da capoeira, companheirismo meu irmão
 
E e e e e …… eu quero Paz e União…
E e e e e …… com amor no coração…
 
Quando olho para a rua, de noite na escuridão
Camarada eu só vejo: Violência e agressão
 
E e e e e …… eu quero Paz e União…
E e e e e …… com amor no coração…
 
De repente vejo a lua com todo seu esplendor
Penso logo em São Jorge, sinto paz e sinto amor
 
E e e e e …… eu quero Paz e União…
E e e e e …… com amor no coração…
 
Então olho com mais calma e vejo tudo em seu lugar
Vejo a Lua e as Estrelas, refletidas pelo mar
 
E e e e e …… eu quero Paz e União…
E e e e e …… com amor no coração…
 
Quando vejo as crianças e o futuro em suas mãos
Carinho , comida, escola esta é a solução
 
E e e e e …… eu quero Paz e União…
E e e e e …… com amor no coração…
 
Na roda de capoeira, Ijexá e Oração
Berimbau e atabaque, ritmo do coração
 
E e e e e …… eu quero Paz e União…
E e e e e …… com amor no coração…
 
Quando Jogo capoeira quando canto esta canção
No pé do meu berimbau faço esta louvação
 
E e e e e …… eu quero Paz e União…
E e e e e …… com amor no coração…
 
Seja noite ou seja dia, na cidade ou no sertão
O capoeira grita alto… Pede Paz e União!!
Na roda só amizade     
Por lee capoeira
Ritmo: angola ( ladainha )


 
pra que tanta violência?
pra que tanta violência?
o que é isso camará?
capoeira tem cadência
não bata pra machucar
não destrua sua essência
com seu jeito de jogar
capoeira é uma criança
começou ha engatinhar
um passo devagarinho
e aprendeu a caminhar
hoje anda pelo mundo
esta em todo lugar
 
o segredo dessa luta, ai meu deus
não tá em saber bater
nem tambem na violencia
que você aprendeu fazer
tá em sua agilidade, ai ai ai
na sua força interior
na destreza e na beleza
de quem é um jogador
jogador de capoeira
não seja tão violento
desenvolva a capoeira
mostre aqui o seu talento
jogue um jogo maneiro
não, não jogue sua maldade
viva a PAZ e não a guerra
acabe a rivalidade
leve a PAZ ao mundo inteiro
e na roda…só amizade, camaradinha…!
 
iê viva capoeira/ iê viva a capoeira camará
ela é mandingueira/ iê é mandingueira camará
iê viva meu mestre/ iê viva meu mestre camará
iê que mim ensinou/ iê que mim ensinou camará
Capoeira vem jogar     
Por Lampanche e Renata
Ritmo: Benguela


 
Capoeira vem jogar
Vem soltar a sua mandiga
vem esquecer essa besteira….
De partir sempre pra briga
 
Capoeira vem jogar
Com muito amor no coração
Vem mostrar pra essa gente
Que violência não é solução
 
Capoeira vem jogar….
 
coro
 
Capoeira é luta nossa
Que veio nos presentear,
Com toda sua mágia
Que nasceu pra libertar
 
Capoeira vem jogar….
 
coro
 
Capoeira vem jogar,
Vem passar sua emoção
Vem espalhar a paz na roda
Para todos os seus irmãos
 
Capoeira vem jogar…..
 
coro
 
Vamos jogar capoeira,
Essa arte brasileira
Simbolizando a paz
Num gesto de brincadeira
 
Capoeira vem jogar … 
Não Não, Não Não, violência e droga sempre diga não     
Por Cleo dos Santos Garcia
Ritmo:


 
O capoeira quando canta
Ele canta em harmonia
Sempre levando suas mensagens
Que vale pro dia a dia
Cada dia é uma historia
Cada historia é um dia
Quando me lembro de violência e droga
Da-me muita agonia
A agonia de saber
Que a humanidade esta se acabando
Praticando a violência e as drogas as usando
Pois aqui deixo meu recado
Para toda uma nação
Vamos gritar bem alto
Droga e violência sempre digam não
 
Coro: não não, não não
 
Capoeira me ensinou a dizer drogas não
 
Coro: não não, não não
 
A violência pra mim esta guardada a sete palmo do chão
 
Couro: não não, não não
 
Eu quero é só amor e confraternização
 
Coro: não não, não não
 
Por isso meu povo violência e drogas sempre digam não
 
Coro: não não, não não
 
Com isso camaradas
Se afaste das drogas
Pois ela derruba
O difícil depois é levantar do chão
 
Coro: não não, não não
 
Pois cultive a paz
E também harmonia
Isso é só alegria
No cotidiano de toda população
 
Coro: não não, não não
 
Oi quando oferecerem a tal de droga
Espalme sua mão e diga não
 
Coro: não não, não não
 
Fica minha mensagem para todo mundo
Que tem amor no coração
 
Coro: não não, não não

A sonoridade refinada de Mestre Dinho Nascimento em “Ser Hum Mano”

Com dois cds que estimularam o cenário da MPB, Dinho Nascimento prepara "Ser Hum Mano" com surpreendentes diálogos entre seu instrumental primitivo e exótico e o pandeiro de Marcos Suzano, a clarineta de Ubaldo Versolato, a cuíca de Osvaldinho, a flauta de Toninho Carrasqueira e as vozes de um animado coral infantil do Morro do Querosene. No repertório, sugestões de um "trance" e o atrevimento de um "hino", além da simplicidade de "Pescaria" do cancioneiro Dorival Caymmi..
 
Depois da bem sucedida estréia com o cd Berimbau Blues (Prêmio Sharp Revelação da MPB em 1997) e do polêmico e estimulante Gongolô (em 2000) que ultrapassaram as fronteiras do nosso país, mestre Dinho Nascimento está finalizando mais um inusitado projeto musical: "Ser Hum Mano".
 
O novo cd do percussionista, cantor e compositor baiano, que há 30 anos reside em São Paulo, já está em processo de masterização e deve chegar às lojas até o final do semestre. Virá temperado com novidades e participações muito especiais: o lenda-viva do samba paulistano, Osvaldinho da Cuíca; o consagrado percussionista Marcos Suzano e seu precioso groove de pandeiro; o sopro vital, firme e singelo da flauta de Toninho Carrasqueira; a sutil colocação dos scratchs do DJ Cia; e, o depoimento breve, direto e explícito do rapper Sandrão (RZO). Junto na direção, o jovem Aluá Nascimento vislumbra cada movimento, trabalha os arranjos, aprimora as tomadas de som cuidadosamente preparadas pelo habilidoso e sensível Beto Mendonça que no Estúdio 185, é responsável  por monitorar os equipamentos de gravação, editoração e mixagem.
 
Neste álbum, que está sendo produzido de forma independente pelo selo Genteboa, voz, berimbaus e tambores trazem a essência da música de raiz presente nos ritmos da capoeira, coco, samba-de-roda, maracatu e jongo, e a estes acrescenta os ingredientes da world music (como o funk e o reggae). A faixa Berimbau Trance, por exemplo, parece música eletrônica, uma típica "techno" interpretada exclusivamente com instrumentos acústicos.
 
No repertório, as traquinagens de "Saci Pererê tem Uma Perna Só" de Dinho Nascimento e Lumumba e "Um Mundo nº 1" de Dinho com Guca Domênico, contam com a espontaneidade de um pequeno coral infantil; "Pescaria" de Dorival Caymmi é o momento de louvação à sua terra e ao mar; "Muita Gente é Zumbi" traz figuras da nossa luta pela  liberdade (autoria de Dinho e Valdir da Fonseca). A fantástica surpresa fica com o instrumental "Hino Nacional Brasileiro", duo de berimbau e cuíca.
Para ouvir duas faixas do novo CD acesse: http://www.myspace.com/dinhonascimento
 
Breve Histórico do Artista:
 
Nascido em 1951 em Salvador/Ba, muito cedo teve iniciação musical nas festas de rua e outras manifestações populares. Depois passou a freqüentar aulas de piano e teoria musical no Seminário Livre de Música da Universidade Federal da Bahia.
 
Em 1973, com Chico Evangelista, Carlos Lima e Kiko Tupinambá, profissionaliza-se formando o Grupo Arembepe com quem vai para o Rio de Janeiro e se apresenta no Teatro Opinião, fazendo a abertura do show de Gal Costa. Em 1974 vão para São Paulo onde  tocam no circuito universitário, abrem o legendário show dos "Novos Baianos" no Teatro Municipal, apresentam-se para menores da FEBEM, animam casas noturnas e gravam dois compactos (um pela gravadora Odeon, outro pela Crazy). O Arembepe foi depois integrado por TC, Lumumba, Orlandinho Costa, Jean e Lord Bira, permanecendo em função até 1983.
 
Como percussionista, acompanhou e participou de gravações de renomados artistas tais como João Donato, Tom Zé, Pena Branca & Xavantinho, Renato Teixeira, Zé Ketti, Walter Franco, Inezita Barroso, João Bá, Vidal França, Batatinha, Clementina de Jesus, Alcione, Banda de Pífanos de Caruaru, O Terço, Berimbrown, Luís Wagner, Renato Borghetti, Osvaldinho da Cuíca, Marcos Suzano, Lumumba e Tião Carvalho. No cenário da música internacional tocou com Bill Close e Kewin Welch.
 
Musicalizou espetáculos de dança de importantes coreógrafos tais como Maria Duschenes, Ioshi Morimoto, Clive Thompson, Klaus Viana, Júlio Vilan, Célia Gouveia, Sônia Mota, Lia Robato, Denilton Gomes, Solange Arruda, Maria Mommenhson e Pitanga.
 
No cinema, além de servir como trilha sonora para vários documentários apresentados na televisão, sua música também sensibilizou importantes cineastas, como aconteceu com Laís Bodanzky e Luís Bolognesi, Hermano Penna, José Araripe e Renato Rizadinha.
 
Em 2000 dirigiu a Orquestra de Berimbaus do Espetáculo Étnico apresentado na XIX Reunião do Conselho do Mercado Comum do Mercosul, realizado em Florianópolis (SC).
 
Em 2002 realizou oficina e show na Mostra Internacional de Percussão "Ritmos da Terra" realizado em Campinas (SP).
 
Em 2003 exibiu sua performance no Meeting Internacional de Capoeira de Faro, Portugal (mestre Batata) e no 3º Encontro Nacional de Capoeira em Santa Crus de Cabrália, Bahia (mestre Marinaldo).
 
Em 2004 seu show musical, apresentado no SESC-Consolação e aberto por um grupo de percussionistas da Coréia do Sul, integrou as solenidades do Fórum Cultural Mundial realizado em São Paulo. Realizou show e oficina de Ritmos e Manifestações Populares Brasileiras no Festival de Inverno de Bonito, Mato Grosso do Sul
 
E, ainda em 2004, a Câmara Municipal de São Paulo lhe conferiu o Título de Cidadão Paulistano.
 
Dinho Nascimento realiza várias ações de cunho sócio-educacional-cultural junto à Comunidade do Morro do Querosene (orientando o Batuquerô, dirigindo o Batucada de Bambas e coordenando Rodas de Capoeira e Oficinas de Rua).
 
O Berimbum, berimbau de sua criação com sonoridade extra-baixa (obtida com corda de contra-baixo) é mencionada com destaque na enciclopédia "Popular Music of the World" publicada por Richard P. Graham e N. Scott Robinson,. em Ohio, USA. (www.nscottrobinson.com.br).
 
 
Contatos:

Ladainhas, de Mestre Mintirinha

Eu até chorei
Quando vieram me avisar
Que o Grande Capoeira partiu para nunca mais voltar
Prepare a manta mamãe…
Prepare o cavalo meu irmão…
A distancia é tão grande
Mas eu tenho que ir pra lá…
Vou, vou correndo como vou
E como vou
Meu cavalo como trota na ladeira
É a última homenagem que presto a esse Capoeira
E quando eu cheguei
Olha, eu não suportei
Sou cabra rude, macho e forte
Mas assim mesmo chorei
A tristeza era tão grande
Que o atabaque até furou
O pandeiro inconsolável para sempre se calou
Reco-reco amargurado caiu no chão, se quebrou
Somente o berimbau foi o que continuou
Prestando a sua homenagem a seu dono, seu senhor
Iê chora o berimbau
Iê chora o berimbau, Camará…
Iê lamenta o pandeiro
Iê lamenta o pandeiro, Camará…

E lá vou eu
Por esse mundo afora
Não tem dia nem tem hora
Agora é só eu e Deus
Viver sozinho
É a força do destino
Recordar essa lembrança
No meu peito a esperança
De ter você
Novamente nos meus braços
Te beijando, te abraçando
Louco, louco te amando
Agora é só eu e Deus
Agora é só eu e Deus, camará…

Luís Américo da Silva
Mestre Mintirinha