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Saúde e Comportamento

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Portugal, Leiria: Ginga e Camaradagem

Capoeira: o exercício que é mais difícil ver do que fazer

O espetáculo vai começar. A roda está formada e a bateira dá sinal para que os berimbaus e atabeques começem a soar. O ritmo tem três tempos e todos acompanham ou com instrumentos ou a cantar e bater palmas. Para o centro da roda vão dois capoeiristas que fazem o jogo. É assim que se faz a festa da capoeira.

Em Leiria, a modalidade desportiva que oferece simultaneamente uma experiência cultural, música e dança, existe há 11 anos. Primeiro em ginásios e desde 2009 com espaço próprio, 100 por cento dedicado à modalidade, na Academia Ginga Camará (“ginga” significa movimento + “camará” significa camaradagem = a movimento de camaradagem).

O grupo assinalou o quarto aniversário do espaço, localizado em Gândara dos Olivais, a 19 de dezembro.

Papagaio e Pastilha

Desenvolvida no Brasil, a capoeira surgiu como um sistema de defesa entre os escravos africanos. Contudo, a prática era proibida e os capoeiristas introduziram movimentos de dança à luta para disfarçar. O mesmo acontecia com as alcunhas que adotavam para escapar às autoridades. Hoje em dia, a tradição continua a existir.

Jimmy Papagaio, isto é, “Contramestre Papagaio” é o fundador do grupo. Natural do Brasil, desde cedo conviveu com a modalidade e, em Portugal, procurou sempre alimentar este mix de desafio-desporto-experiência-tradição. “Normalmente, ninguém acha que é capaz de fazer, porque é mais difícil ver do que fazer”, considera. Não é preciso uma preparação física perfeita, já que os exercícios se adaptam às idades e capacidades de cada um e a perfeição também se conquista.

Pedro Sintra, o “Instrutor Pastilha”, por exemplo, acompanha os mais pequenos, desde os 4 anos. Nesta categoria a principal dificuldade está na concentração, algo próprio da idade, enquanto nos adultos se trabalha mais a coordenação dos membros inferiores e superiores com os movimentos do resto do corpo e o ritmo.

Apesar de ser considerada uma arte marcial, “na base da capoeira não há contacto físico entre quem joga. Há um movimento base, a ginga, e depois um movimento de ataque e um de defesa, em que os adversários interpretam o gesto contrário e respondem com outro movimento. Há ainda os movimentos de floreio, onde estão as acrobacias e mortais”, justifica o instrutor. E tal como no judo e no karaté, a graduação do capoeirista depende da cor da corda que usa à cintura. A atribuição acontece uma vez por ano, no batismo, e depende da prática e empenho de cada um.

Além do espaço de Leiria, frequentado por 40 atletas, o Ginga Camará tem também delegações em Alcobaça, Condeixa, Lisboa e em Pescara, Itália, num projeto de dois antigos alunos.

 

Fonte: http://www.regiaodeleiria.pt

Marina Guerra
marina.guerra@regiaodeleiria.pt

Boas Festas: Mestre Gladson e alunos da Projete Liberdade Capoeira

Queridos amigos Mestres, Contra-Mestres, Professores, alunos e demais entusiastas da nossa CAPOEIRA,

“Desejamos a todos, um findar de ano, onde possamos, de olhos cerrados, olhar para dentro e, fazer um retrospecto de tudo que nos foi oferecido de bom e necessário para o nosso crescimento físico, espiritual e material e, do muito, que pudemos externar aos nossos companheiros desta jornada terrena. Tomara que, na contabilidade divina, não tenhamos débito nos nossos cartões de Liberdade, Igualdade, Fraternidade e Caridade. E, se assim for, tenhamos em 2014, mais um ano repleto de LUZ DIVINA, onde o DEUS de cada um, nos mostrará sempre, que, não existe pobre tão pobre, que não tenha nada para DOAR e, rico tão rico, que não tenha nada para PEDIR. Portanto, que nos seja dada a possibilidade de olhar ao nosso entorno e, podermos CREDITAR a todos os nossos Irmãos, as benesses iluminadas, que sempre estão ao nosso dispor e, as vezes não conseguimos enxergar. Digo no mais alto brado: Tudo que precisamos enxergar, para a realização do especificado, está no contexto de uma RODA DE CAPOEIRA, onde o ditar do ritmo de nosso Mestre Maior, sempre nos mostram o que é: PAZ, AMOR, CARIDADE, DIGNIDADE, AFETO, RESPEITO, HONESTIDADE, HARMONIA, COMPREENSÃO e, outros quesitos mais, que nos ajudarão a melhorar a Qualidade de Vida do Universo como um todo. ACREDITEMOS.”

Um Feliz Ano Novo, extensivo a todos os seus Familiares,

Grande Abraço e Beijos a todos,

Gladson e alunos da Projete Liberdade Capoeira

 

* Dica do editor:

Visite: http://projeteliberdadecapoeira.com.br/

Famílias podem se exercitar com movimentos básicos da capoeira

Mistura de arte marcial, dança e jogo inclui passos de ataque e defesa. Atividade melhora equilíbrio, flexibilidade, resistência e força muscular.

Para quem emendou o feriado e tem a oportunidade de passar esta segunda-feira (30) com a família ou entre amigos, é possível aproveitar o dia para se exercitar em grupo, independentemente da condição meteorológica.

Segundo o preparador físico José Rubens D’Elia e o educador Marcos Mourão, passos básicos da capoeira podem ser um bom começo, pois fortalecem os músculos, dão mais equilíbrio, resistência e flexibilidade.

Essa mistura de arte marcial, dança e jogo, que surgiu no Brasil na época dos escravos, inclui movimentos de ataque e defesa. Durante a prática, a pessoa pode se levantar, abaixar, esquivar, girar e chutar.

Com a ginga, os golpes e as acrobacias da capoeira, os adeptos vão ganhando fôlego e saindo do sedentarismo. Também podem melhorar o ritmo – os movimentos são acompanhados de berimbau e cantos –, a coordenação motora e a socialização.

No estúdio do programa, as famílias Navarro e Sittoni executaram os ensinamentos dos especialistas e mostraram que não existe idade para fazer atividade física nem para aprender passos novos.

Antes da prática de exercícios, também vale aquecer o corpo, procurar um lugar confortável e tirar os sapatos. De acordo com os convidados, mexer os pés, bater palmas e até engatinhar pelo chão são algumas das propostas para fazer em casa de forma saudável e lúdica, principalmente para quem tem filhos e netos.

 

Fonte: http://primeiraedicao.com.br/

Brasilia: Idosos comemoraram o Dia Mundial do Abraço na rodoviária

Em comemoração ao Dia Mundial do Abraço, celebrado neste 22 de maio, cerca de 300 idosos do Programa de Capoterapia de Brasilia distribuíram milhares de abraços e sorrisos na entrada do metrô e na plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto na manhã deste sábado.

É o terceiro ano que o grupo aproveita a data para tornar o dia dos passageiros mais feliz.

O evento faz parte do projeto Arte nos trilhos, do Dança no Cinquentenário, com apoio do Metrô-DF e patrocínio da Petrobras. A meta era que cada idoso repetisse o gesto 100 vezes, num total de 30 mil abraços. Segundo o coordenador nacional do Programa de Capoterapia, mestre Gilvan Alves de Andrade, a meta foi superada. “Pela contagem individual, a gente conseguiu muito mais”, comemora.

Membro do grupo desde que foi criado há 12 anos, a aposentada Maria Edinar Modesto, 83 anos, adorou a experiência. “Raras pessoas se afastavam, mas a maioria agradecia os nossos abraços. Teve um moço que até me levantou”, conta, aos risos. “Nossa intenção é estimular as pessoas para que elas esfriem a cabeçam e vivam com menos sofrimento”, explica o aposentado Luiz Coimbra, 71 anos. E foi justamento isso que sentiu o autônomo José Reinaldo Alves, 27, ao ser abraçado pelos idosos. “Me senti privilegiado, é um prazer. Seria bom se fizessem isso todos os fins de semana.”

O que é a capoterapia Criada pelo mestre Gilvan em Brasília no ano de 1998, a capoterapia é uma forma de terapia para idosos por meio da capoeira. Com movimentos leves e lúdicos, a prática visa tornar a atividade física mais prazerosa com todos cantando cantigas de roda ao som do berimbau.

A ideia tornou-se programa nacional e atende mais de 20 mil idosos em 160 municípios.

Capacitação

Na última semana de junho, haverá um curso de formação em capoterapia com 500 vagas para multiplicadores.

Informações pelo telefone (61) 3475-2511 ou pelo site www.capoterapia.com.br

RJ: Daniele Suzuki redescobre a capoeira

A atriz voltou a praticar a luta há um mês e meio.

Quem vê Daniele Suzuki jogando capoeira e dançando o maculelê, não imagina que a atriz começou a praticar a luta há apenas um mês e meio. Com a desenvoltura de uma capoeirista experiente, Daniele lança as pernas para o alto e foge dos golpes com uma agilidade típica de quem é veterano no esporte. Ela justifica sua habilidade: “Faço balé clássico desde criança. A dança ajuda a elasticidade e a abertura de perna. Também já fiz capoeira, quando era adolescente”, contou Daniele.

Ela redescobriu a capoeira numa academia em frente ao condomínio onde mora no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio. Daniele é aluna da Associação Cultural e Desportiva Tamanduá Capoeira, do professor Gilmar Carneiro, o Mestre Tamanduá, discípulo de Beto Simas, o Mestre Boneco.

Duas vezes por semana Tamanduá leva a turma para jogar numa quadra coberta em Vargem Grande, Zona Oeste do Rio. No lugar, cercado pela mata exuberante,  Daniele deixa de ser a Ellen da novela das 20h da Rede Globo, “Viver a vida”, e vira uma capoeirista comum. Porém, esse momento dura pouco.

Quando a aula chega ao fim, os alunos mirins correm para tietar Daniele que, simpática, suada e feliz, posa com seus pequenos admiradores.

“A capoeira tem uma energia muito boa. Adoro!”, disse Daniele.

“A capoeira é uma luta que deixa a pessoa pronta para executar qualquer movimento”, concluiu Mestre Tamanduá.

 

Fonte: http://ego.globo.com/

Capoeira & propaganda de cigarros

Marca de cigarros lança campanha na Indonésia, onde a Capoeira aparece como propaganda.

Não é de hoje que a Capoeira têm sido convidada a participar de campanhas publicitárias, comerciais em televisão, revistas e jornais. Evitando fazer propaganda de ninguém, mas é comum nós vermos algumas “vinhetas” nos intervalos de alguns canais da TV Brasileira, onde a Capoeira aparece como um símbolo de Brasilidade.

Algumas delas criadas até por nosso saudoso REDI, do Rio de Janeiro. Uma rede de hipermercados têm também utilizado a Capoeira com uma boa conotação.

Mestre Jorge Draga, que desenvolve seu trabalho em Perth, Austrália, foi convidado para participar de um comercial de Cigarros na Indonésia. As vantagens seriam diversas, indo de hotel 5 estrelas, passagens aéreas e também um excelente cache! Ele não aceitou!

Mas como podemos ver na foto ao lado, outros se dispuseram a tal.

Junto com a ilustração segue o seguinte texto: Como pode um grupo de Capoeira se expor numa propaganda dessas. Isso mostra que nem todos os grupos de Capoeira tem a mesma essência, pois, enquanto alguns se dedicam a ensinar seus alunos a não fumarem etc, outros, como podem ver na foto, até comerciais de cigarro fazem.

Você deixaria teu filho nas mãos de um grupo desse?

Por isso quando procurar um grupo de Capoeira de verdade, pesquise seus princípios. Existem muitos por ai, e não generalize, pois existem capoeiristas de verdade.

Parabéns Mestre Jorge Draga!

PNAD – Tabagismo


Base: Ano de 2008

17,2% dos brasileiros fumam; 52,1% deles pensam em parar

Cerca de 24,6 milhões de brasileiros de 15 anos ou mais de idade fumavam derivados de tabaco em 2008, o que correspondia a 17,2% da população nessa faixa etária. Os percentuais de fumantes eram maiores entre os homens (21,6%), entre as pessoas de 45 a 64 anos de idade (22,7%), entre os moradores da região Sul do país (19,0%), os que viviam na área rural (20,4%), os menos escolarizados (25,0% entre os sem instrução ou com menos de um ano de estudo) e os de menor rendimento domiciliar per capita (19,9% entre os sem rendimento ou com menos de ¼ de salário mínimo). A maior parte deles começou a fumar com 17 a 19 anos de idade, e, dentre os que fumavam diariamente, o mais comum era consumir por dia de 15 a 24 cigarros, sendo o primeiro fumado entre 6 e 30 minutos após acordar. Um fator que impactava na idade de começar a fumar era a escolaridade.

Por outro lado, a quase totalidade dos fumantes (93,0%) afirmava saber que o cigarro pode causar doenças graves, e um pouco mais da metade deles (52,1%) disse que pensava ou planejava parar de fumar, sendo que 65,0% dos fumantes informaram que as advertências nos rótulos dos cigarros fizeram pensar em parar de fumar.

Esses são alguns destaques da Pesquisa Especial de Tabagismo (Petab), que traça um panorama inédito e detalhado do uso de produtos derivados de tabaco no Brasil, entre as pessoas de 15 anos ou mais de idade, com informações para o país, as grandes regiões e as unidades da federação. A Petab foi realizada pelo IBGE em parceria com o Ministério da Saúde, com a atuação técnica do Instituto Nacional de Câncer (Inca), e aplicada a uma subamostra (cerca de 51 mil domicílios) da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2008. A pesquisa seguiu o modelo da GATS (Global Adult Tobacco Survey), que está sendo realizada também em outros 13 países1, pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). O projeto internacional envolve também a Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health (EUA) e tem financiamento da Bloomberg Philantropies.

No Brasil, em 2008, 17,5% da população de 15 anos ou mais de idade eram usuários de produtos derivados de tabaco (fumado ou não)2, o que correspondia a 25 milhões de pessoas. Regionalmente, o maior percentual de usuários estava no Sul (19,0%) e os menores no Sudeste e Centro-Oeste (16,9% em cada um). Em todas as regiões, o percentual de homens usuários era maior que o de mulheres.

Os usuários de tabaco não fumado eram 0,4% dos brasileiros de 15 anos ou mais de idade, percentual maior entre os homens (0,6%) e na região Nordeste (0,9%).

Assim, 17,2% da população na faixa de idade investigada (24,6 milhões de pessoas) consumiam tabaco fumado, ou seja, eram fumantes de tabaco, sendo 14,8 milhões homens (21,6% do total de 15 anos ou mais de idade) e 9,8 milhões mulheres (13,1% do total nesse grupo etário).

Dos fumantes, apenas cerca de 3 milhões (equivalentes a 12,2% do contingente de fumantes e a 2,1% do total da população de 15 anos ou mais de idade) fumavam ocasionalmente.

Entre os não fumantes (118,4 milhões de pessoas ou 82,8% da população de 15 anos ou mais de idade), 78,1% (64,7% da população de 15 anos ou mais de idade, o equivalente a 92,5 milhões de pessoas) nunca haviam fumado, percentual que era maior entre as mulheres (71,7% do total das mulheres de 15 anos ou mais) do que entre os homens (57,0%).

Já os ex-fumantes (26 milhões de pessoas) eram 18,2% da população de 15 anos ou mais de idade e 22,0% dos não fumantes, em 2008.

Maiores percentuais de fumantes estão entre os homens, na região Sul, na área rural, entre os menos escolarizados e os de menor rendimento domiciliar per capita

A região Sul tinha, em 2008, o maior percentual de fumantes de tabaco (19,0%), sendo os menores percentuais verificados no Centro-Oeste (16,6%) e Sudeste (16,7%). Entre os homens, os maiores percentuais de fumantes estavam no Nordeste (22,9% ou 4,2 milhões de pessoas) e no Sul (22,5% ou 2,3 milhões); já entre as mulheres, eles foram verificados no Sul (15,9%) e Sudeste (13,3%).

Entre as unidades da federação (UF), os maiores percentuais de fumantes de tabaco na população de 15 anos ou mais estavam no Acre (22,1%), Rio Grande do Sul (20,7%) e Paraíba (20,2%), enquanto os menores estavam no Amazonas (13,9%), no Distrito Federal (13,4%) e em Sergipe (13,1%).

O percentual de fumantes de tabaco era maior na zona rural (20,4% ou 4,4 milhões de pessoas) que na urbana (16,6% ou 20,1 milhões de pessoas). O maior percentual de fumantes estava entre as pessoas sem instrução ou com menos de um ano de estudo (25,7% do total desse grupo). No outro extremo, das pessoas que tinham 11 anos ou mais de estudo, 11,9% fumavam – comportamento que se repetia em todas as regiões do país. O percentual de fumantes também era maior entre os que se declararam pretos ou pardos (19,0%) do que entre os brancos (15,3%), o que também se verificava regionalmente.

O grupo etário de 45 a 64 anos tinha a maior concentração de fumantes (22,7% das pessoas nessa faixa), fato que se verificava em todas as regiões do país.

Foi possível observar ainda, sobretudo nas regiões Sul e Nordeste, que, quanto maior o rendimento domiciliar per capita, menor a proporção de fumantes, conforme tabela a seguir.

Escolaridade é fator que impacta na idade de começar a fumar

Dos 24,6 milhões de fumantes de tabaco, 21,5 milhões (87,4%) fumavam todos os dias, o que correspondia a 15,1% das pessoas de 15 anos ou mais de idade. Entre os homens dessa faixa etária, 18,9% eram fumantes diários e 2,7% ocasionais, percentuais que eram de, respectivamente, 11,5% e 1,6% entre as mulheres. Mais uma vez, a região Sul apresentava os maiores percentuais de fumantes diários, tanto na população total (17,3%), quanto entre os homens (20,5%) e mulheres (14,3%).

A maior proporção de fumantes ou ex-fumantes diários com 20 a 34 anos de idade iniciou o hábito de fumar na faixa etária dos 17 a 19 anos (31,9%), situação que se verificava entre os homens (34,1%), mulheres (28,7%), na zona urbana (32,3%) e rural (29,8%) e em quase todas as regiões, exceto no Nordeste, onde a distribuição por faixa etária era mais homogênea: menos de 15 anos (23,7%); 15 e 16 anos (27,5%); 17 a 19 anos (27,3%); 20 anos e mais (21,5%).

A escolaridade é um fator que impacta na idade de começar a fumar: entre as pessoas sem instrução ou com menos de um ano de estudo, a proporção dos que começaram a fumar antes dos 15 anos de idade chega a 40,8%.

17,1% das pessoas de 15 anos ou mais de idade fumam cigarros; 85,4% delas diariamente

Os cigarros3 são o principal produto consumido pelos usuários de derivados do tabaco: os fumantes de cigarro somavam, em 2008, 24,4 milhões de pessoas, 99,5% do total de usuários de tabaco fumado. Os fumantes de cigarro representavam 17,1% dos brasileiros de 15 anos ou mais de idade, 21,5% dos homens e 13,0% das mulheres nessa faixa etária.

Dos 24,4 milhões de fumantes de cigarro, 85,6% (14,6% do total da população de 15 anos ou mais de idade, ou 20,9 milhões de pessoas) fumavam diariamente. Regionalmente, mais uma vez o destaque ficou com o Sul, onde 16,8% das pessoas de 15 anos ou mais de idade fumavam cigarro diariamente. Os menores percentuais ficaram nas regiões Norte (13,1%) e Nordeste (13,8%). Entre as unidades da federação, o Rio Grande do Sul (18,4%) apresentava a maior incidência de fumantes diários de cigarros, enquanto o Amapá (8,2%) tinha a menor percentagem.

Maior parcela dos fumantes diários consome entre 15 e 24 cigarros por dia

A maior parcela dos fumantes diários de cigarro (33,9%) fumava entre 15 e 24 cigarros por dia (35,6% entre os homens e 31,2% entre as mulheres). Na zona urbana, esse percentual chegou a 36,1%.

O percentual de fumantes que consumiam de 15 a 24 cigarros por dia era menor que a média nacional nas regiões Norte (26,5%) e Nordeste (24,6%), e maior no Centro-Oeste (34,3%), Sudeste (37,7%) e Sul (40,1%). Por outro lado, as regiões Norte (20,9%) e Nordeste (20,6%) ficavam acima da média nacional (16,3%) no que diz respeito ao fumo diário de menos de cinco cigarros, enquanto as regiões Sudeste (15,3%), Centro-Oeste (13,8%) e Sul (11,8%) estavam abaixo da média.

O mais comum era que os fumantes diários de cigarro levassem de 6 a 30 minutos após acordar para fumar o primeiro cigarro (39,3%). A proporção dos que fumavam em até cinco minutos após acordar era de 21,0%, enquanto, no outro extremo, 25,6% dos fumantes demoravam mais de 61 minutos para fumar depois que acordavam.

Os ex-fumantes diários de derivados de tabaco eram 14,1% da população de 15 anos ou mais de idade, em 2008, ou 20,1 milhões de pessoas (17,2% entre os homens e 11,2% entre as mulheres).

Entre os que pararam de fumar, predominam aqueles que deixaram o hábito há dez ou mais anos (57,3%) – situação que se verifica na divisão por sexo (60,1% dos homens e 53,3% das mulheres) e por situação de moradia rural (53,6%) e urbana (58,0%).

Dentre os que fumavam ou pararam de fumar nos últimos 12 meses (26,6 milhões de pessoas), 45,6% haviam tentado parar de fumar nesse mesmo período (43,0% entre os homens e 49,5% entre as mulheres). Nesse grupo dos que tentaram parar de fumar, 6,7% usaram medicamentos e 15,2% foram aconselhados por profissionais.

Mais da metade dos fumantes diz que planeja parar, mas só 7,3% no curto prazo

Dos fumantes de qualquer derivado de tabaco (24,6 milhões de pessoas), 52,1% afirmaram planejar ou pensar em parar de fumar (49,2% entre os homens e 57,1% entre as mulheres). Os percentuais de fumantes que pensavam em parar de fumar eram maiores no Distrito Federal (62,2%), Tocantins (61,3%) e na Bahia (61,1%) e menores no Amazonas (35,3%) e Rondônia (38,2%).

Pouco mais de um em cada três fumantes (33,5%) mencionou a intenção de parar algum dia, mas não nos 12 meses seguintes à entrevista; 11,4% disseram pensar em parar nos 12 meses seguintes; e apenas 7,3% manifestaram a intenção de parar de fumar no mês seguinte à pesquisa (set.08). Esse comportamento se verificava em todas as regiões.

Por outro lado, 57,1% dos fumantes brasileiros foram advertidos a parar de fumar (55,7% entre os homens e 58,5% entre as mulheres), sendo que as advertências foram mais frequentes no Sudeste (59,5%) e Sul (59,3%) e menos comuns na região Norte (49,9%).

Exposição à fumaça produzida por fumantes era mais comum em casa

O local mais apontado de exposição à fumaça produzida pelo consumo de tabaco por terceiros era a própria casa, por 27,9% do total de 15 anos ou mais de idade – percentual que chegava a 33,0% no Nordeste. A exposição no trabalho era relatada, em 2008, por 24,4% das pessoas de 15 anos ou mais de idade que trabalhavam fora (11,6 milhões em números absolutos) – chegando a 26,0% no Sudeste. Já em restaurantes, o percentual alcançou 9,9% – indo a 12,3% no Sudeste.

Fumantes da região Sul gastavam, em média, quase R$ 100 por mês com cigarros

Os bares, botequins e restaurantes eram os locais mais utilizados para compra de cigarros industrializados no Brasil, citados por 53,8% dos fumantes. Também foram citados com frequência os supermercados, mercadinhos e mercearias (21,7%) e as padarias e lanchonetes (14,8%).

Em média, os fumantes de cigarros industrializados gastavam R$ 78,43 por mês com cigarros. Os homens (R$ 89,27) gastavam mais que as mulheres (R$ 62,80). Regionalmente, os menores valores foram informados no Norte (R$ 59,97) e Nordeste (R$ 59,14), e o maior, no Sul (R$ 98,99). O Sudeste teve gasto médio de R$ 78,39 por mês, e o Centro-Oeste, de R$ 93,42.

As propagandas de cigarro em pontos de venda eram percebidas por 31,3% das pessoas de 15 anos ou mais de idade, sendo os percentuais de 38,2% entre os fumantes e 29,9% entre os não fumantes. Regionalmente, esse tipo de propaganda era menos percebido no Norte do país (por 18,0% das pessoas de 15 anos ou mais); enquanto no Sudeste ele atingia 35,2% e no Sul, 35,4%.

Propagandas em locais diferentes dos pontos de venda ou em eventos esportivos foram observadas por 21,3% das pessoas de 15 anos ou mais de idade, sendo os percentuais de 20,1% entre os fumantes e 21,5% entre os não fumantes.

Por outro lado, campanhas contra o fumo veiculadas em televisão ou rádio foram percebidas por 67,0% das pessoas de 15 anos ou mais de idade, proporção que foi de 67,7% entre os fumantes e de 66,9% entre os não fumantes.

65,0% pensaram em parar de fumar por causa das advertências nos maços de cigarro

Mais da metade dos fumantes (65,0%) disseram que pensaram em parar de fumar por causa dos rótulos de advertência nos maços de cigarro (63,5% entre os homens e 67,2% entre as mulheres). Os rótulos causaram menos impacto na região Norte (59,6% dos fumantes pensaram em parar) e mais impacto no Sudeste (66,7%) e Centro-Oeste (66,1%). O impacto dos rótulos foi maior em Roraima (91,7% pensaram em parar de fumar), Rondônia (75,0%) e Distrito Federal (74,7%) e menor no Amazonas (50,2%), em Alagoas (45,8%) e no Acre (45,2%).

93,0% dos fumantes sabem que cigarro pode causar doenças graves

Fumar causa sérias doenças. É o que afirmaram acreditar 96,1% dos brasileiros de 15 anos ou mais de idade, percentual que chega a 93,0% entre os fumantes e a 96,7% entre os não fumantes. A percepção apontada com mais frequência é a de que o tabaco causa câncer de pulmão (94,7% do total de pessoas investigadas, 90,6% dos fumantes e 95,6% dos não fumantes). Os riscos associados a derrames foram os menos citados (por 73,1% da população de 15 anos ou mais), chegando, ainda assim, a frequências de 70,1% entre os fumantes e 73,7% entre os não fumantes.

Notas:

1 Além do Brasil, Bangladesh, China, Filipinas, Índia, México, Egito, Polônia, Rússia, Tailândia, Turquia, Ucrânia, Uruguai e Vietnã. Os dados da Tailândia já foram divulgados e podem ser acessados no http://www.cdc.gov/tobacco/global/gats/countries/sear/fact_sheets/thailand/index.htm.

2 Produtos de tabaco fumado (que emitem fumaça): cigarro industrializado; cigarro de palha ou enrolado à mão; cigarro de Bali ou cravo; bidis/ indianos; charuto ou cigarrilha; cachimbo ou narguilé. Produtos de tabaco não fumado (que não emitem fumaça): rapé; fumo de mascar e snus ou snuffs.

3 Produto do tabaco enrolado e que emite fumaça. São considerados nessa categoria cigarro industrializado, cigarro de Bali/ cravo e cigarro de palha ou enrolado à mão.

Arquivos oficiais do governo estão disponíveis aos leitores.

Saúde: Comida demais

Agência FAPESP – O que tem contribuído mais para a epidemia de obesidade: a ingestão excessiva de alimentos ou o sedentarismo? A questão vem sendo discutida há tempos, mas, segundo um estudo que acaba de ser divulgado, a culpa é principalmente do primeiro item.

A pesquisa foi apresentada na sexta-feira (8/5) no Congresso Europeu de Obesidade. Segundo o trabalho, feito por um grupo internacional, o aumento na obesidade nos Estados Unidos desde a década de 1970 se deve quase que completamente ao aumento na ingestão de calorias.

De acordo com a Associação Europeia para o Estudo da Obesidade, o estudo inova ao examinar a questão das contribuições proporcionais à epidemia de obesidade ao combinar relações metabólicas e dados epidemiológicos e agrícolas, entre outros.

“Há muitas sugestões de que tanto a redução da atividade física como o aumento na ingestão de calorias têm sido os principais vetores da obesidade. Mas, até agora, ninguém havia proposto como quantificar as contribuições relativas desses dois pontos”, disse Boyd Swinburn, diretor do Centro de Prevenção da Obesidade da Universidade Deakin, na Austrália, órgão que atua junto à Organização Mundial de Saúde.

“O novo estudo demonstra que o ganho de peso na população norte-americana parece ser explicado totalmente pela ingestão de mais calorias. Aparentemente, as mudanças nas frequências de atividades físicas têm um papel mínimo”, afirmou.

Os pesquisadores examinaram inicialmente 1.399 adultos e 963 crianças para determinar quantas calorias seus corpos queimam no total em circunstâncias normais. Após obterem as taxas de queima de calorias de cada um dos voluntários, Swinburn e colegas calcularam quanto os adultos precisam comer de modo a que mantenham um peso estável e quanto as crianças necessitam para que estejam em uma curva de crescimento normal.

Em seguida, foi feita a análise de quanto os norte-americanos comem, por meio de dados nacionais da disponibilidade de alimentos (a quantidade de alimento produzida e importada menos o total exportado, desperdiçado e usado em animais ou em outras situações), desde a década de 1970.

A ideia era estimar qual seria o peso aproximado 30 anos depois levando em conta apenas a ingestão de alimentos. Para isso, também usaram dados de outro estudo nacional sobre o peso médio dos habitantes dos Estados Unidos. “Se o aumento de peso real se mostrasse o mesmo que a estimativa havia apontado, isso implicaria que a ingestão de alimentos era a responsável.

Se isso não ocorresse, significaria que mudanças na atividade física também tiveram papel importante”, disse Swinburn. Os resultados mostraram que, em crianças, o peso estimado e o real eram exatamente o mesmo, indicando que o consumo calórico sozinho poderia explicar o aumento de peso médio observado no período. “Para os adultos, estimamos que eles estariam em média 10,8 quilos mais pesados, mas o aumento ficou em 8,6 quilos.

Isso sugere que o excesso na ingestão de alimentos ainda explica o ganho de peso, mas que houve melhorias na atividade física nesses 30 anos que evitaram um crescimento ainda maior”, afirmou. Segundo Swinburn, para que o peso médio retorne aos valores da década de 1970, seria preciso diminuir a ingestão calórica em cerca de 350 calorias por dia para crianças e em 500 calorias (um sanduíche grande) para adultos.

“Uma alternativa para atingir resultados semelhantes seria aumentar a atividade física em 150 minutos por dia para crianças e 110 para adultos. Realisticamente, embora a combinação dos dois fatores seja o ideal, o foco deve estar principalmente na redução da ingestão calórica”, disse.

O pesquisador enfatiza que a atividade física não pode ser ignorada como um importante fator para auxiliar na redução da obesidade e que deve continuar a ser promovida por conta de diversos outros benefícios à saúde .

Entretanto, Swinburn destaca que as expectativas em relação ao que pode ser atingido por meio de exercícios devem ser diminuídas e as políticas públicas de saúde precisam ser dirigidas mais no sentido de encorajar a população a comer menos.

 

http://www.easo.org/eco2009/ 

 

Laercio Elias Pereira
http://cev.org.br/qq/laercio/
(82) 9913 8811 – Maceio’

Capoeira ganha força entre os que passaram dos 50

Capoeira: Jogo atlético constituído por um sistema de ataque e defesa, de caráter individual e origem folclórica genuinamente brasileira, surgido entre os escravos procedentes de Angola no Brasil colônia, e que, apesar de intensamente perseguido até as primeiras décadas do século 20, sobreviveu à repressão e hoje se amplia e se institucionaliza como prática desportiva regulamentada.

Terapia ocupacional: Aquela em que se procura desenvolver e aproveitar o interesse do paciente por um determinado trabalho ou ocupação. (Novo Dicionário Aurélio)

A soma dos dois conceitos parecia impensável. Quem iria se tratar praticando golpes ao som do berimbau? Há 10 anos, Gilvan Alves de Andrade, mais conhecido como mestre Gilvan, provou que a mistura de capoeira e terapia dava certo. Em palestras sobre qualidade de vida, ele ensinava a ginga aos visitantes. O trabalho fez sucesso entre o público da terceira idade e ganhou nome de capoterapia. Hoje, a atividade é realizada em 11 pontos do Distrito Federal e ajuda cerca de 22 mil idosos em todo o país.

“É uma atividade bem brasileira e está tirando o idoso de casa. É uma terapia com base na capoeira, mas não cobro saltos nem nada complicado”, explicou o mestre Gilvan. Durante os encontros, os alunos se reúnem em torno do mestre e repetem os movimentos que ele faz. Eles agacham, levantam e se alongam no ritmo de canções tradicionais. Cada um faz o que pode, de acordo com as limitações. A aula termina com palmas e suor escorrendo no rosto dos capoeiristas.

Há cadeiras espalhadas por toda a sala onde Gilvan aplica a terapia, na QNL 30 de Taguatinga, mas ninguém quer ficar sentado por muito tempo. A aposentada Aliete Lima Liberal, 70 anos, sai cedo de casa e pega dois ônibus para não perder a aula. Ela entrou na capoterapia há oito anos e ganhou ânimo para praticar dança de salão, coral e teatro. “Antes disso, eu não vivia, vegetava. Saía para andar e me perdia, tomava remédio para a coluna. Não foi difícil aprender a capoeira, isso faz é bem.”

Pessoas entre 50 e 90 anos procuram a capoterapia para aliviar a artrite, depressão, pressão alta e outros problemas. Quem quer apenas fazer amigos e praticar uma atividade física também está convidado — os encontros são gratuitos e abertos ao público. “O resultado é importante na qualidade de vida e autoestima. O idoso começa a levantar o braço, tirar o pé do chão e daqui a pouco está no meio da roda”, afirmou Gilvan. Não há idade mínima ou máxima para participar, mas é importante que o aluno faça acompanhamento médico.

Adeus, depressão

O maior desafio do mestre Gilvan não é ensinar os passos da capoeira aos idosos, mas tirá-los de casa. O aposentado Luiz Martins, 70 anos, entrou em depressão depois de sofrer descolamento de retina. Ele perdeu a visão de um olho e enxerga pouco com o outro. As sequelas da artrite dificultavam a locomoção. “Era um sofrimento”, resumiu. Tantos problemas tiraram a vontade de Luiz de sair na rua. Incentivado pela esposa, ele experimentou a capoterapia. “No começo, eu não podia fazer todos os movimentos, mas insisti e deu certo. Isso aqui faz bem para o corpo e a mente”, completou. A convivência com o grupo levou embora a depressão e hoje o aposentado se considera mais alegre e comunicativo. “Agora estou na campanha para trazer mais homens para a aula!”, adiantou Luiz. A iniciativa tem fundamento: a maioria dos capoeiristas é mulher. Quando chega na hora da roda, não tem par para todo mundo e as alunas se juntam para dançar.

Os idosos mantêm o contato até fora do horário de aulas. O grupo organiza viagens pelo Brasil e já passou por cidades do Nordeste, Rio de Janeiro e Goiás. Eles se preparam para o próximo destino: Caldas Novas (GO). As viagens com os amigos são um dos programas mais esperados pela aposentada Sílvia Sales, 63 anos. É a chance de conhecer lugares novos, praticar a capoterapia e dançar muito nas festas. “A gente brinca, ri, fala besteira. É uma alegria! E eu gosto muito de balançar o esqueleto”, disse.

Em uma dessas excursões, a aposentada conquistou o título de melhor dançarina do créu graças à elasticidade adquirida na capoterapia e nas aulas de ginástica. Sílvia não para: faz ginástica às segundas, quartas e sextas-feiras e pratica a terapia baseada na capoeira às terças e quintas. Nem se lembra mais da antiga osteoporose e da dor na coluna que assolavam a vida da aposentada. “Passo o dia todo subindo e descendo a escada lá de casa. Faço qualquer movimento!”, revelou. A ginga da capoeira vem dos trabalhadores escravizados no Brasil. No meio de uma roda, duas pessoas executam golpes no ritmo do berimbau. Em 2008, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) registrou a capoeira como patrimônio cultural imaterial brasileiro. Outras 14 tradições do país possuem o título, como o frevo, a Feira de Caruaru, o queijo minas artesanal e o Círio de Nossa Senhora de Nazaré.

Agenda

As aulas de capoterapia são gratuitas e abertas ao público. Para participar, basta ir a um dos locais na hora marcada. Se o visitante gostar, ele preenche uma ficha e vira aluno regular.

SEGUNDA-FEIRA

8h — Centro de Saúde 5 de Ceilândia
9h30 — Igreja São Lucas, Águas Lindas

TERÇA-FEIRA

8h — QNL 30, Conjunto A, Lote 31, Taguatinga
8h — Paradão da QNL/QNJ, Taguatinga

QUARTA-FEIRA

7h30 — Praça do Bicalho, Taguatinga
8h — Galpão Bernardo Sayão, M Norte

QUINTA-FEIRA

8h — QNL 30, Conjunto A, Lote 31, Taguatinga
8h — QNA 39, Taguatinga

SEXTA-FEIRA

8h — Policlínica, Taguatinga Centro
10h — Universidade Católica de Brasília, Taguatinga

 

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/

PÓS-CAPOEIRA UNESA-RJ

PÓS-CAPOEIRA UNESA-RJ, iniciará em 14 de Abril 2009.

Corpo docente: Ms. Roberto Cláudio, Esp. Fábio Cantizano, Dndo. João Perelli, Dr.Leonardo Mataruna, Ms. Sandro Carpenter, Dr. Julio Tavares, Ms.Alvaro Andreson, Dr. Luis Alberto, Ms.Elisa Rennó, Dr. Paulo Coelho, Dndo. Carlos Dória, Ms. Tufic Derzi,Dr. Mathias Assunção, entre outros.

Coordenação: Prof. doutorando João Perelli.

Cordialmente
João Perelli

 


Certificação Conferida

Certificado de especialização em Capoeira.

Professor Responsável

João Marcus Perelli dos Santos

Objetivos

Especializar o profissional de Educação Física para planejar, executar e avaliar atividades de ordem prática da Capoeira, considerando a diversidade de ambiente e de alunos em que se dá a aprendizagem.

Estabelecer espaço crítico reflexivo sobre a relevância da Capoeira.

Promover a pesquisa científica estimulando o debate pedagógico em diferentes instituições de ensino.

Pré-Requisitos

Diploma de Ensino Superior em Educação Física, Pedagogia, Antropologia, Sociologia, História e Ciências Sociais.

Público-Alvo

Graduados em Educação Física, Pedagogia, Antropologia, Sociologia, História e Ciências Sociais.

Disciplinas

ANATOMIA E CAPOEIRA – 20 h
BIOMECÂNICA CAPOEIRA – 30 h
CAPOEIRA ADAPTADA – 20 h
CORPOREIDADE E CAPOEIRA – 20 h
ÉTICA NA CAPOEIRA – 10 h
FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO E AVAL. FUNCIONAL NA CAPOE – 30 h
HISTÓRIA DA CAPOEIRA – 20 h
LESÕES ARTICULARES E CAPOEIRA – 20 h
METODOLOGIA DA PESQUISA – 18 h
PRÁTICA PEDAGOGIA E CAPOEIRA – 20 h
PRIMEIROS SOCORROS À CAPOEIRA – 20 h
PROJETO SOCIAL E CAPOEIRA – 20 h
PSICOMOTRICIDADE E CAPOEIRA – 30 h
REDAÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS – 18 h
TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO – 18 h
TÓPICOS ESPECIAS EM CAPOEIRA – 16 h
TRABALHO FINAL – 1 h
TREINAMENTO DESPORTIVO E CAPOEIRA – 30 h

Total de Horas: 361 h

Perfil Profissional

Profissionais interessados na história, desenvolvimento e no ensino da capoeira como atividade cultural e esportiva.

Mercado de Trabalho

Academias de Ginástica, escolas públicas e privadas, clubes e intituições de estudos de cultura brasileira.

Informações Adicionais

A disciplina Didática do Ensino Superior é optativa, devendo ser cursada pelos alunos que desejarem obter qualificação para o magistério superior. Valor: R$ 280,00.

A disciplina Escalada Básica é optativa, devendo ser cursada pelos alunos que desejarem conhecer, vivenciar e dominar técnicas de segurança e de movimentação na rocha, desenvolvendo a solidariedade e confiança. Saiba mais.

Inscrições/Informações

Todos os campi da Universidade Estácio de Sá. Taxa de inscrição: R$ 70,00;

Recanto do Falcão: Beleza e Cultura no sul do Brasil

Nosso grande amigo e parceiro, José Luiz Cirqueira Falcão, conhecido no mundo da capoeiragem como Mestre Falcão acaba de nos surpreender com um empreendimento fantástico e repleto de beleza natural no sul do Brasil, o Recanto do Falcão.

Após ter recebido convite para a inauguração do Recanto do Falcão, que acontece no final de Dezembro, na Praia do Rosa- SC, o qual lamentavelmente não poderei estar presente por motivos maiores, fui de imediato visitar o site institucional do empreendimento e fiquei maravilhado com a beleza, qualidade e principalmente com a proposta cultural.

Fica aqui uma excelente dica para todo e qualquer amante da capoeira, passar umas férias diferentes e repletas atividades culturais.

Parabéns a toda equipe da Pousada e ao mestre Falcão pela brilhante iniciativa e nossos mais sinceros votos de sucesso!!!

Segue agora o material colhido no site do Recanto do Falcão, o qual recomendo uma visita.

Luciano Milani

A pousada oferece estrutura com hospedagem, cursos e oficinas de capoeira. Além de conhecer as mais belas praias do Sul do Brasil, os interessados poderão desfrutar da pratica capoeira em lugares paradisíacos. Durante a estádia serão oferecidas oficinas de capoeira e outras atividades de manifestações da cultura afro-brasileira para grupos de até 16 pessoas, num clima de camaradagem, hospitalidade, integração, competência e muita descontração.

 

Pousada:

A pousada Recanto do Falcão fica localizada na Praia do Rosa, em Imbituba, uma das mais belas praias catarinenses. (Estrada IMB 407, Rua Doze (John Lenon), s/n, Praia do Rosa.)

Telefone: +55 48 9102 7360


Coordenação
: Mestre Falcão

Mestre de Capoeira do Grupo Beribazu com trinta anos de experiência. Autor do Livro “A Escolarização da Capoeira”. Mestre em Educação Física pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1994). Doutor em Educação pela Universidade Federal da Bahia (2004). Professor universitário.

email: joseluizfalcao@hotmail.com