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CAPOEIRA ESCOLAR: A inclusão da Capoeira na Escola nas aulas de Educação Física Escolar e de Artes

Como observamos atualmente a maioria das escolas em todo o seu processo pedagógico está voltado somente para o aspecto cognitivo e esquece dos outros aspectos importantes para a vida das crianças. E a Capoeira abre espaços para outros aspectos. Segundo Natividade (2004), “a peça fundamental para o sucesso desta prática, sem duvida é o Professor, que poderá buscar conhecimentos, informações, parcerias para que os alunos também possam vivênciar aspectos motores, cognitivos e afetivo-sociais da luta”…

Midian Pereira Roque

perolanegra_midian@hotmail.com
Edney da Cunha Samias
edney_cunha@hotmail.com

 

* Estagiária de Capoeira pela Associação de Capoeira Ave Branca Amazonas; Escotísta pela União dos Escoteiros do Brasil. Conhecida no mundo da Capoeira como Estagiária Pérola Negra, discípula direta do Mestre Dedão (AM).

** Orientador; Licenciado Pleno em Geografia pela Universidade do Estado do Amazonas; Mestre de Capoeira pela Associação de Capoeira Ave Branca Mestre Kall; Pesquisador amazonólogo, de relações de fronteiras Brasil-Peru-Colombia, de Relações etno-raciais, de Meio ambiente, de Questão indígena e ribeirinho, de Protagonismo juvenil pelo Núcleo de Estudo Estratégicos Pan-Amazônicos; Escotísta pela União dos Escoteiros do Brasil; Estudante de Licenciatura e Bacharelado em Educação Física na Universidade do Estado do Amazonas. Conhecido no mundo da Capoeira como Mestre Dedão, discípulo de Mestre Kall (DF).

A CAPOEIRA NO JOGO DA APRENDIZAGEM

DIFICULDADES E PERSPECTIVAS PARA A FORMAÇAO DA PESSOA COM DEFICIENCIA VISUAL

Por: Jean Adriano Barros da Silva

RESUMO

O presente artigo se articula com a temática que envolve o dialogo sobre praticas culturais e sociedade, focando em particular os limites e possibilidades da capoeira na formação de pessoas com deficiência visual,. Este tema tem como objetivo geral à proposição de analisar as perspectivas da ação pedagógica no campo da cultura corporal em Educação Especial. Neste sentido, buscaremos dialogar com alguns autores, apresentando alternativas a partir da pratica da capoeira, enfocando seus movimentos, sua musicalidade e o “ritual” da roda, como fontes para o desenvolvimento das pessoas com deficiência visual e conseqüentemente das estratégias e métodos que permeiam as instituições formais para este publico.

PALAVRAS CHAVE – Educação, Capoeira e Deficiência Visual

GINGADO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA ESCOLAR

GINGADO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA ESCOLAR: expressões lúdicas no quefazer da Educação Física
Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Educação do Centro de Educação da Universidade Federal de Pernambuco, como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre em Educação.
Orientadora: Profa. Dra. Tereza Luiza de França

 

HENRIQUE GERSON KOHL

Proposta de Planejamento Anual das Aulas de Capoeira Mirim

PROPOSTA DE PLANEJAMENTO ANUAL DAS AULAS DE CAPOEIRA MIRIM

(PRIMEIRA E SEGUNDA INFÂNCIA)

Resumo:

A utilização da “ferramenta” capoeira está se consolidando como disciplina no universo escolar em razão de sua abrangência e significado dentro da pedagogia. Um trabalho com base de conhecimentos, estrutura, planejamento e constante avaliação; certamente será um diferencial para o educador que busca o sucesso de suas aulas na área educacional. Pensando nesta questão, divido com os demais educadores de capoeira e interessados no assunto, um modelo de planejamento que costumo seguir tendo neste primeiro momento como objetivo, o público de crianças em primeira e segunda infância que engloba dos 02/03 anos de idade até os 10/11 anos. Este período, apesar de literalmente desprezado em relação às atividades físicas planejadas, pelas próprias leis de educação e por instituições de ensino e aprendizagem; é de extrema importância na formação do repertório motor, social, cognitivo e afetivo do indivíduo. Servirá como “alicerce” para sua educação e determinará certamente a maioria das habilidades neuro-motoras e comportamentais da pessoa. Esta proposta não se fecha num modelo ideal; longe disto!Nem possui a intenção de propor regras para o ensino da capoeira infantil. Pelo contrário; vêm a somar com demais iniciativas e contribuições que poderam ser citadas neste portal de informações. Aliás; a quantidade de bons artigos, monografias e teses aqui depositadas (Portal Capoeira); já renderiam um curso de especialização em caráter de pós graduação relacionado com autores extremamente capazes para tal. Mas isto é um sonho que um dia certamente irá se transformar em realidade. No mais, segue o planejamento proposto para as aulas de capoeira infantil.

Planejamento Anual de conteúdos e atividades da disciplina de Capoeira
Professor Beija-Flor (Ricardo A. Costa) CREF 052631 G/SP
(Projeto Beija-Flor)
Alunos/Alvo: Pré-Escola e Fundamental I e II
Faixa Etária: (de 03 a 10 anos) – Ênfase do planejamento: 05/06 anos
(Primeira Infância e Segunda Infância)
Turmas: Mistas (meninos e meninas) com variação de idade de no máximo 03 anos por turma trabalhada.

 

A CAPOEIRA COMO PRÁTICA EDUCATIVA TRANSFORMADORA

CAPOEIRA COM CRIANCAS NO RIO DE JANEIRO: A CAPOEIRA COMO PRÁTICA EDUCATIVA TRANSFORMADORA

Ferradura  (Omri Breda)  – professor especializado em capoeira na educacao infantil

Resumo

Educadores populares carecem muitas vezes de subsídios para o entendimento consciente dos modos de vida na África pré-colonial, da dimensão histórico-social da escravidão, do papel do africano e de seus descendentes nas lutas pela liberdade no Brasil e da função emancipadora da capoeira como ferramenta cultural. Em contrapartida, professores universitários tampouco dominam estes conteúdos; e a estes ainda soma-se o revés de faltar a experiência empírica da cultura brasileira. O trabalho visa caracterizar a capoeira como prática educativa transformadora. Nesse sentido, tendo em vista o ensino socialmente comprometido, consciente e historicamente embasado da Capoeira, recorremos aos estudos de  Emília Viotti da Costa, Ricardo Franklin Ferreira, Muniz Sodré entre outros para a fundamentação teórica. Utilizamos como estudo de caso o trabalho de capoeira infantil realizado no Rio de Janeiro para ilustrar como essa pratica pode se dar. Concluímos que a transmissão da Capoeira deve ser aliada a pesquisa e a reflexão crítica. embasada em conhecimentos muitas vezes não alcança todo seu potencial social, pois a maior parte dos professores têm um conhecimento restrito, difuso e muitas vezes ingênuo e estereotipado da história do negro no Brasil, na África e na diáspora. Este fato se dá por uma razão: os próprios professores foram submetidos ao longo de sua educação a um ensino que nega e distorce sua história e restringe o seu acesso a fontes mais profundas de pesquisa e conhecimento.

Palavras-Chave: Capoeira para criancas no RJ; Educação; Identidade