Blog

albo

Vendo Artigos etiquetados em: albo

Os Manuscritos do Mestre Pastinha, o “Caderno-Albo”: disponível para download!

Durante a visita do camarada Bruno Souza (Teimosia), ao Mestre Decanio, em 2003, eles se encaregaram de nos presentear com uma raridade… uma verdadeira jóia da capoeiragem… digitalizaram todos os manuscritos de Vicente Ferreira Pastinha, para garantir a preservação do material histórico.
 
Os manuscritos do Mestre Pastinha. O famoso "caderno-albo", onde Pastinha deixou sua poesia, desenhos, sabedoria e experiências de vida, é um calhamaço de 200 e poucas páginas – já amarelecidas pelo tempo.
 
A letra e a prosa são rebuscadas, mas é um prazer ver destiladas ali a sabedoria simples e profunda do mestre.
 
A leitura é boa para capoeiristas, historiadores e qualquer pessoa que acredite que se pode aprender com o passado.
 
As páginas foram digitalizadas em alta resolução (formato JPG), permitindo uma boa impressão.
 
Para iniciar o download, clique nas imagens ou clique aqui.
 
Cortesia: Mestre Decanio e Teimosia

VERSO DA CAPA DO “CADERNO-ALBO” DE MESTRE PASTINHA

No verso da capa do "Caderno-Albo" do Mestre Pastinha encontramos:

  • O registro da data em que o mesmo foi entregue ao Sr. Wilson Lins para que este escrevesse um texto a ser  ilustrado pelo "Caribé" sobre a capoeira de angola;
  • No canto superior direito a rubrica do mesmo;
  • No centro o título da obra idealizada "Quando as pernas fazem miserê – Metafísica e pratica da Capoeira" na grafia do mesmo W. Lins.

CAPA DO “CADERNO-ALBO” DE MESTRE PASTINHA

Mestre Pastinha escrevia aos seus pensamentos num caderno de capa dura, que apelidava carinhosamento de "caderno-albo", em alusão ao fato de que nele eram lançados seus manuscritos ("caderno"), e seus desenhos (album de desenhos ou simplesmente "albo" no dialeto capoeirano afro-brasileiro em que se expressavam os antigos capoeiristas baianos).

Como será verificado pelo exame dos textos do Mestre da Capoeira Ângola a grafia usada pelo mesmo é a transcrição fonética do linguajar popular do baiano, que tomo a liberdade de apelidar de "dialeto capoeirano afro-brasileiro", que Valdeloir Rego analisa com perfeição na sua "Capoeira Angola".

Manuscritos e desenhos de M.Pastinha

Manuscritos e desenhos de Mestre Pastinha
 
Mestre Pastinha escrevia aos seus pensamentos num caderno de capa dura, que apelidava carinhosamento de "caderno-albo", em alusão ao fato de que nele eram lançados seus manuscritos ("caderno"), e seus desenhos (album de desenhos ou simplesmente "albo" no dialeto capoeirano afro-brasileiro em que se expressavam os antigos capoeiristas baianos).
Como será verificado pelo exame dos textos do Mestre da Capoeira Ângola a grafia usada pelo mesmo é a transcrição fonética do linguajar popular do baiano, que tomo a liberdade de apelidar de "dialeto capoeirano afro-brasileiro", que Valdeloir Rego analisa com perfeição na sua "Capoeira Angola".
 
 
O Mestre Pastinha costumava filosofar, seja em conversas, seja em reflexões que registrava em anotações avulsas ou cadernos, que orgulhosamente exibia aos amigos e visitantes, pintar ou desenhar movimentos da sua grande paixão, a capoeira.

Publicação seriada dos manuscritos e desenhos do Mestre conforme editados por A. A. Decânio Filho, no site:
{mos_sb_discuss:8}