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APAE: Capoeira promove a inclusão social

Há 12 anos o professor Josimar percorre escolas e instituições de alunos especiais para ensinar a técnica da capoeira. “Eu queria fazer algo novo e me ofereci como voluntário na Apae. Eu nem tinha formação na época”, conta.

O trabalho voluntário o encorajou a procurar especialização na prática. “Eu me encantei com a resposta, dedicação e alegria dos alunos. Decidi investir toda minha vida nisso”, relata o professor, que hoje tem formação como neuropsicopedagogo. “Você precisa de várias ferramentas para fundamentar o atendimento”.

O próximo projeto de Josimar é lançar um livro sobre a fundamentação da capoeira inclusiva, a partir de todas as suas experiências ao longo dos anos. “Não basta oferecer capoeira, é preciso ter percepção profissional para entender onde está a necessidade de cada aluno, e qual o remédio da capoeira”, afirma.

 

PROGRAMAÇÃO


O Festival Arte Capoeira e Capoeira Inclusiva é aberto a toda comunidade e não é necessário fazer inscrição. “É só chegar. Estudantes, acadêmicos, a sociedade civil, familiares, amigos. Quanto mais gente, melhor”, brinca Josimar.

O evento também irá atender os alunos especiais de instituições como a Sociedade Educacional Juliano Fernandes Varela e a Escola Clínica Raios de Luz.

O professor Josimar destaca a participação de professores de capoeira de São Paulo e Rio de Janeiro. Hoje, às 18h15min, haverá o Festival de Cantigas “Essa Capoeira é Pra Quem Vê”. “Os alunos cegos transcreveram músicas para o braile, irão discutir o conteúdo das letras e depois cantar”, explica Josimar.

Às 19h, o professor irá fazer a Entrega de Graduação para as crianças, adolescentes e adultos especiais. “É o momento mais importante”, afirma. “Eles irão receber a primeira gradução por mérito de todo o trabalho que fizeram e de tudo o que aprenderam”.

 

http://www.correiodoestado.com.br

Aconteceu: III Encontro da Capoeira Inclusiva de Santos

Encontro de capoeira reúne portadores de necessidades especiais, em Santos

Conscientizar instituições, professores e familiares de pessoas com necessidades especiais sobre a importância da prática de atividade física para o desenvolvimento motor e mental, melhoria da auto-estima e integração social dos portadores. Esse é o principal objetivo do III Encontro da Capoeira Inclusiva de Santos, que será realizado na próxima quinta (22), das 14 às 17 horas, no Complexo Esportivo Rebouças, na Ponta da Praia, em Santos.

Cerca de 120 crianças, jovens e adultos, de seis entidades que trabalham com educação especial, participarão do evento: Capoeira Inclusiva Semes/Rebouças; Apae/Santos; Escola de Educação Especial “Eduardo Ballerini (Cerex); Escola de Educação Especial “30 de julho”; Napne/Santos e Caec João Paulo II/ Vicente de Carvalho – Guarujá.

O evento inicia com a apresentação de uma performance de dança afro pelos alunos da Apae/Santos, e segue com uma  aula inclusiva, onde os participantes jogarão capoeira, numa grande confraternização. Serão formadas cinco rodas, cada uma delas com dois professores para monitorar e orientar os participantes. Uma grande festa com pizza, doces, refrigerantes e muitos brindes encerrará o encontro.

A ideia do evento, que nasceu há três anos, foi do professor de Educação Física e mestre de capoeira Cícero França. MestreTatu, como é mais conhecido, desenvolve há seis anos um trabalho com crianças e adultos portadores de necessidades educacionais especiais nas cidades de Santos e Guarujá.

“No grupo que tenho, a Capoeira Aruanda, sempre apareciam alguns portadores de necessidades especiais. E vi como a capoeira ajudava essas pessoas. Em 2005, resolvi que me dedicaria com mais afinco a esse trabalho, que é muito gratificante”, explica.

O III Encontro da Capoeira Inclusiva de Santos evento tem o apoio da Prefeitura de Santos, Kokimbos Pizzas e Picanha; Menina Flor, Hautte Cabelo e Estética; Studio Click (Juara Prado) -, Programa no Ar – TV Santa Cecília, Ateliê Amália Marcheto, Track Filmes  e MGNNET Hospedagem e Desenvolvimento.

APAE Itupeva dá show de capoeira em Jundiaí

Em pleno calçadão de Jundiaí, alunos da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Itupeva jogaram capoeira, na manhã da última terça-feira, dia 17. O evento deu prosseguimento à Semana Regional de Cultura Popular, promovida pela Secretaria de Cultura e Prefeitura de Jundiaí.

A participação da capoeira pela APAE/Itupeva faz parte do calendário oficial da Semana, que abrange apresentações vindas das cidades de Cajamar, Campo Limpo Paulista, Itatiba, Itupeva, Jundiaí, Louveira e Vinhedo.

O gingado, as músicas entoadas em coro e a disciplina culminaram no sucesso da roda. Mas, logo em seguida, despertaram interesse e admiração dos presentes diante da constatação de que os capoeiristas eram alunos da APAE.

Surpresa maior, ainda, pelo fato de que há apenas três meses – desde maio – eles jogam capoeira.

Todos os alunos – moças, rapazes e crianças – tiveram aulas com o “Mestre Dentinho”, da CECAB Água de Beber, dentro do Programa de Capoeira para Adolescente e Deficiente Intelectual, desenvolvido pela Diretoria de Assistência e Desenvolvimento Social de Itupeva e APAE.

Professor de capoeira há mais de 25 anos em Jundiaí, “Dentinho”, joga capoeira na APAE toda semana dentro das atividades do calendário extracurricular dos alunos.

Sem uniforme normal da APAE, os alunos se apresentaram, em Jundiaí, com roupa própria de roda de capoeira, sem chamar atenção pelo fato de serem especiais.

Diante da Casa de Cultura de Jundiaí, foram apresentados como mais um evento, fizeram os primeiros gingados, entraram na roda, aos pares, e cada um, dentro de suas limitações físicas e intelectuais, mostraram o que sabiam fazer, dando sua contribuição cultural e popular, motivo pelo qual foram convidados.

Durante uma hora, incansavelmente, mostraram sua capacidade de assimilação, coordenação e atenção às ordens do “Mestre Dentinho” que, auxiliado por outros capoeirista, dava as coordenadas para a entrada na roda, tamanha era o entusiasmo dos alunos.

 

Vilma Higa – Jornal de Itupeva Online – http://www.jornaldeitupeva.com.br

Ceará: Capoeira é usada para a inclusão social

Um projeto utiliza a capoeira para melhorar a coordenação motora e a inclusão social de portadores de necessidades especiais

Uma roda de capoeira muito especial. Crianças, adolescentes, jovens e adultos não perdem um lance. Acompanham, muito atentos, os movimentos dos braços e pernas de quem está no jogo. Cantam, batem palmas, sorriem. A prática do esporte é um momento de socialização, de integração de autista, portadores de Síndrome de Down, de deficiência visual, com paralisia e deficiências múltiplas. Essa turma tão familiarizada com o esporte, mora em Guaiúba e é assistida pela Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae).

Há um ano, a Apae enviou um projeto solicitando o apoio da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS). E conseguiu implantar o Projeto de Capoeira Inclusiva com a orientação de Eraldo Gabriel de Sousa, o Mestre Beija-Flor, que há 12 anos desenvolve o projeto no Brasil, e do professor Edy Oliveira, mestre em capoeira que está se especializando em educação inclusiva.

O resultado está sendo tão positivo que, segundo o professor Edy, o aluno Josivan, 23, que tem dificuldades de aprendizagem, está quase pronto para ser mestre da capoeira e dar continuidade à prática aos 35 alunos da Apae. Edy Oliveira, 24, também dá aulas para crianças e adolescentes, em Guaiúba, através de projeto desenvolvido com a Secretaria da Cultura. “São mais de 200 alunos”, diz e acrescenta que a capoeira está sendo iniciado em Redenção.

“A inclusão é um processo sem volta”, diz Edy Oliveira e com ele concorda o sergipano Eraldo Gabriel de Sousa, o Mestre Beija-Flor, que já implantou o projeto em outros estados como São Paulo, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Alagoas, Sergipe, Minas Gerais, Maranhão e Pará. “A inclusão é uma grande arma para diminuir o preconceito e as barreiras sociais. Amplia os horizontes das pessoas portadores de necessidades especiais, além dar mais equilíbrio ao corpo e elevar a sua autoestima”, diz o mestre Beija-Flor.

Os resultados da capoeira inclusiva para os que são atendidos pela Apae de Guaiúba também são ressaltados pela conselheira Fátima Maria Leitão Araújo. Ela cita o exemplo de um paciente de 30 anos que não conseguia andar direito e, com a prática da capoeira, adquiriu confiança, melhorou sua expressão corporal e coordenação motora.

“Já houve até apresentação da turma de capoeiristas na cidade de Pacoti. É um projeto que contribui muito para a inclusão social”, constata Fátima Leitão. O mestre Beija-Flor também pretende levar o projeto para Portugal e países da América Latina.

Batizado Arrepiado Capoeira Cordão de Ouro Acre

A capoeira na Apae – Ac, nasceu de um programa da Secretaria de Esporte do Estado, mas só durou um ano. Desde então atendo os alunos especiais de forma voluntária. Durante seis mêses do ano, o projeto ganha um incentivo da Prefeitura de Rio Branco, através da Lei Municipal de  Incentivo à Cultura, mas para isso escrevo um projeto com todas as exigências do edital.

Esse ano vamos trazer o Mestre Brasília. Ele nunca veio ao Acre, está muito ancioso. O Professor Espirrinho já veio 3 vezes (com essa).

O legal deste ano é que o evento caiu na mesma data da Consciência Negra, que também é bem difundida pelas entidades do movimento e apoiadas pela Prefeitura e Estado. Com certeza vai ser um grande evento!

A capoeira na APAE tem um foco diferente, mais específico. Por ser multidisciplinar e multicultural, a modalidade se relaciona bem com os alunos, que se expressam sempre de maneira sincera e bem expontâneas. Isso mostra que com eles não se brinca, mas oportuniza-se as formas de brincar, com a ludicidade própria da capoeira. Vemos que a cada dia suas limitações viram possibilidades, da forma que bem entenderem e antes, suas “classificações”, viram qualificações.
Temos então um leque, extenso e variado de formas de trabalho através da prática da capoeira, com seus rituais, cantos e códigos. O batizado é o ponto alto do trabalho, um momento de confraternização. Colocam em evidência tudo o que conseguiram aprender durante o ano de treinamento. Toda sociedade vem prestigiar, eles dão entrevistas, tiram fotos, brincam, jogam, cantam, são vistos e isso para eles faz com se sintam incluídos, mesmo que por um dia, pois sabemos que a realidade é bem diferente.

Mesmo assim vale a pena, pois damos um alição de superação, uma verdadeira inspiração para uma maior valorização da vida.
Esse é o meu trabalho, minha vida. Não faço outra coisa a não ser trabalhar com projetos (especiais e crianças em risco social). Se não tenho apoio, trabalho mesmo assim. Tenho 28 anos e 20 de capoeira, faço parte da família Cordão de Ouro.

Um grande abraço.

Axé

Everton Silva Leodegário
CM. Arrepiado
Rio Branco-Acre

Programação do Evento CDO CM. Arrepiado – Acre
(Supervisão Mestre Suassuna CDO-SP)

Dias 20 e 21 de novembro

V – Batizado e Troca de Cordas “Capoeira na APAE – AC”.
I – Batizado “Academia CDO CM. Arrepiado”
I – Batizado de Capoeira “Espaço Cultural Neném Sombra”

Presença confirmada do Mestre Brasília, um dos renomados Mestres que fundaram o Grupo Cordão de Ouro!

E Instrutor Espirrinho, de São Paulo.

Programação

Dia 20 de novembro (sexta-feira)
Escola APAE-AC (Conj. Esperança)
Hora: 9h Cerimônia de entrega de instrumentos e uniformes.
Roda e mesa de frutas

Mercado Velho
Hora: 18h  Em homenagem ao Dia Nacional da Consciência Negra a Academia CDO CM. Arrepiado fará uma programação Especial em parceria com entidades ligadas ao movimento Negro de Rio Branco.

Aulão, Roda e muito AXÉ!

Dia 21 de novembro (sábado)
Usina de Arte  
Hora: 17h
V – Batizado e Troca de Cordas “Capoeira na APAE – AC”.
I – Batizado “Academia CDO CM. Arrepiado”
I – Batizado de Capoeira “Espaço Cultural Neném Sombra”
Rodas, palestras e muito mais!

Contatos:
9977-4990
arrepiadocdoacre@hotmail.com

Apoio:
Lei Municipal de Incentivo a Cultura – FGB

Patrocínio:
Banco do Brasil
Hotel João Paulo
ABRASEL

Capoeira inclusiva estimula crianças a superar limites

Capoeira inclusiva. É um projeto desenvolvido no município de Maranguape, na Região Metropolitana de Fortaleza, que reúne crianças de escolas públicas e da Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais

Meninos e meninas se organizam numa roda, batem palmas, gritam, cantam e assim começa o jogo. O movimento das pernas e braços acompanha o som que vem do berimbau, do atabaque, do caxixi. Os pequenos capoeiristas se divertem e mostram habilidade nas acrobacias próprias do jogo. No grupo, crianças muito especiais: surdas, autistas, com paralisia, Síndrome de Down e deficiências múltiplas. A garotada pratica, há um ano, capoeira inclusiva, na sede da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Maranguape.

É um projeto pioneiro no Pais batizado com esse nome pelo professor Eraldo Gabriel de Sousa, o Mestre Beija-Flor. O sergipano fica no meio da roda das crianças orientando, incentivando e consegue tornar o jogo da capoeira igual para todos. "O nosso trabalho sempre é feito com a perspectiva da inclusão. Ajudamos as crianças no seu desenvolvimento psicomotor, no seu equilíbrio, afetividade e socialização. A capoeira inclusiva trabalha desde a consciência corporal até a elevação da auto-estima", diz Mestre Beija-Flor, que já deu cursos, palestras e aulas em várias cidades do Brasil divulgando esse projeto de harmonia social.

"Aqui (em Maranguape), a Secretaria da Educação acreditou no projeto e o adotou, especialmente a coordenadora do Núcleo de Educação Especial, a professora Virgínia Queiroz. Estamos encerrando o contrato de um ano", relata Mestre Beija-Flor que, mesmo indo embora da cidade, deixa uma pessoa preparada para dar continuidade à capoeira inclusiva. Deu todas as orientações para Antonio Renato da Silva Oliveira, o Renato Gigante, que vai trabalhar com as crianças. Ao todo são 680 alunos de escolas municipais e da Apae de Maranguape.

A prática da capoeira inclusiva, segundo Eraldo Gabriel, já foi implantada em Sergipe, Pernambuco, São Paulo, Alagoas, Minas Gerais, Pará, Maranhão e Rio Grande do Sul. No próximo mês, após o II Encontro Maranguapense de Capoeira Inclusiva, na sede da Apae, Mestre Beija-Flor segue para Manaus (AM). Depois, anuncia, viaja para Portugal e países da América Latina para difundir o projeto terapêutico.

A capoeira inclusiva é feita com pessoas cegas, surdas, com hidrocefalia, paralisia cerebral, déficit de aprendizagem e com idosos. "Queremos quebrar preconceitos, enfrentar as barreiras que essas pessoas encontram. Estimular uma cultura de paz. Esse projeto já foi levado para universidades, foi motivo de cursos, fóruns e palestras". Segundo ele, a capoeira estimula as crianças a vencerem seus próprios limites. Eraldo diz que, por onde anda, forma multiplicadores para que trabalhem a inclusão dentro das escolas.

DICIONÁRIO

O caxixi é um instrumento idiofone do tipo chocalho, de origem africana. É um pequeno cesto de palha trançada, em forma de campânula (sino).

O atabaque (ou tabaque) é um instrumento musical de percussão. O nome é de origem árabe: at-tabaq (prato). Constitui-se de um tambor cilíndrico ou ligeiramente cônico, com uma das bocas cobertas de couro de boi, veado ou bode.

SAIBA MAIS

A capoeira é uma técnica esportiva e cultural desenvolvida na África e trazida para o Brasil pelos escravos. Por muito tempo foi proibida, porque no período colonial buscavam reprimir a cultura negra. Esse fato se agravou quando se deu a abolição da escravatura, pois os negros, sem condições de sobrevivência, organizavam bandos e esquematizavam roubos.

Em 1932, a capoeira foi renovada por Mestre Bimba. Ele acrescentou movimentos existentes nas artes marciais e levou a capoeira a ser conhecida sem apresentar ligações com marginais. O esporte se estendeu, ao longo do tempo, por todo o País.

Para jogar capoeira é necessária a música tocada pelo berimbau, pandeiro, atabaque, caxixi, agogô e cantada pelos capoeiristas da roda. A música determina o ritmo e o estilo do jogo.

Os movimentos básicos da capoeira são: ginga, aú, queda de quatro, cocorinha, negativa, queda de rim e resistência.

Os toques mais conhecidos são: Angola (São Bento Grande), São Bento Pequeno (Angolinha), Iúna (Lamento), Amazonas (Cavalaria), Santa Maria (Benguela), Idalina (Maculelê), Samba de Roda (Samba de Angola), São Bento Grande de Bimba (Samango), Valsa (Samba de Enredo) e São Bento Corrido (Choro).

FONTE: www.brasilescola.com

Foto: TALITA ROCHA

Tangará teve uma grande conquista em 2007. Ser adotado pelo Criança Esperança

Uma grande vitória para Tangará da Serra no ano de 2007 foi a conquista da Capoeira, que conseguiu através de um projeto ser adotado pelo Criança Esperança. Esse projeto trabalha com cerca de 80 pessoas, entre elas crianças, jovens e adolescentes.

A capoeira está mudando a vida dos alunos da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Tangará da Serra. As aulas, do projeto ‘Capoeira na Escola’ são ministradas gratuitamente pelo instrutor Willian de Campos Martins, na capoeira conhecido como instrutor Máquina. Esta iniciativa mudou a vida de muitas crianças conta com o incentivo do Criança Esperança, que se mantém de doações, financia projetos voltados à promoção dos direitos e à melhoria da qualidade de vida de crianças, adolescentes e jovens.

Através do Criança Esperança o projeto tangaraense contou com a disponibilidade de R$ 22 mil para trabalhar durante o finalizado ano. O instrutor informa que com o repasse do valor foi possível adquirir todos os equipamentos necessários e uniformes para que os alunos pudessem continuar praticando o esporte.

Willian explica que o Projeto ‘Capoeira na Escola’ visa interagir os alunos da Apae na prática da capoeira. “O projeto foi elaborado no ano de 2006 e teve algumas mudanças na parte pedagógica antes de ser encaminhado ao Criança Esperança”, declara Willian, salientando ainda que outra grande conquista da Capoeira, foi em relação a matéria vinculada no Jornal da Globo, transmitido em rede Nacional e internacional. “Em Mato Grosso só existe somente dois projetos apoiados pelo Criança Esperança, o nosso e um projeto de Cuiabá” declara, finalizando que a presidência da escola avaliaram o projeto como positivo, tanto para a escola quanto para a sociedade.

CRITÉRIO – Segundo ele, a comissão organizadora avaliou os objetivos do projeto como também os resultados das aulas práticas. “Todas as apresentações dos alunos da Apae foram registradas e encaminhadas ao Criança Esperança”, informa o instrutor, salientando que “a Apae foi a única escola em Tangará que abraçou o projeto e aprovou a idéia de aulas de capoeira na escola”.

PROJETO – O instrutor informa que já enviou novamente o projeto para que possa ser aprovado, e para a Capoeira contar com o recurso também neste ano de 2008.

RECURSOS – Com relação ao investimento do recurso, o instrutor informou que foi possível atender aproximadamente 100 alunos na Apae, totalmente uniformizados. Ele conta que no momento recebem aulas cerca de 80 crianças.

Segundo ele, o dinheiro servirá para a compra de instrumentos, uniformes completos, aparelhos de TV, DVD e som, como CDs e DVDs de capoeira, livros e remuneração de mais quatro monitores para auxiliar nas aulas. “No decorrer do ano, aconteceu sempre uma prestação de contas à Unesco, informando onde o valor está sendo investido. Sem contar que no final do ano a comissão esteve no município para fazer um balanço das atividades”, informou Willian.

CONQUISTA – Esta conquista de apoio ao projeto é um ganho importante, pelo fato de que o nome do Grupo Capoeira Vip também é reconhecido. “É uma realização pessoal em ver estes alunos uniformizados adequadamente. Somos o segundo no Estado beneficiado com o Criança Esperança o que para nós é uma imensa satisfação”, orgulha-se Willian, dizendo que “a aprovação do projeto mostra que a capoeira não é somente dança e arte, mas também profissionalismo”.

SAIBA MAIS – Os projetos que o Criança Esperança elabora todos os anos e que ajuda milhares de crianças no mundo inteiro, são voltados à promoção dos direitos e à melhoria de qualidade de vida de crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social. Prova de que ele realmente funciona, e todos recursos adquiridos com doações através de ligações e depósitos em contas bancárias, se revertem no auxílio de projetos.

Fonte: Diário da Serra – Tangará da Serra – MT – BR – http://www.diariodaserra.inf.br

Acre: Cordão de Ouro & Apae: 80 alunos entram na roda

Batizado de Ouro – Capoeira na Apae: 80 alunos entram na roda

Na próxima sexta-feira , 07, acontece o II Batizado de Capoeira na Apae. Participarão da cerimônia 80 alunos do projeto Capoeira na Apae, realizado pelo Grupo Cordão de Ouro, financiado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura, da Fundação Garibaldi Brasil. A cerimônia vai acontecer a partir das 8 horas, realizada pelo Contra-Mestre Arrepiado, sob a supervisão dos Mestres Xandão e Suassuna. Na oportunidade, será feita a entrega de 60 uniformes, além de apresentação de Maculelê e Miudinho. O batizado contará com instrutores, professores, contra-mestres e mestres de todos os grupos representantes da Liga Acreana de Capoeira.

De acordo com o Contra-Mestre Arrepiado, o batizado de capoeira é uma festa tradicional que solidifica, incentiva e garante a continuidade dos seus praticantes. “Além de proporcionar momentos de lazer e confraternização em uma festa voltada para os valores de igualdade, no intercâmbio de todos os capoeiristas”, completa.

Capoeira da Apae – O projeto teve início em 2005, por meio da gerência de projetos especiais da Secretaria de Esportes. No ano seguinte, o grupo Cordão de Ouro deu continuidade ao projeto através da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte. Este ano, seis meses de atividades, mais instrumentos e 60 uniformes foram garantidos por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura. “A capoeira é uma das mais ricas manifestações da cultura brasileira, promove através dos seus cantos, rituais e códigos o entendimento crítico das relações sociais construídas historicamente pelo homem”, explica Arrepiado.

Cultura social, artística e esportiva – É por meio da capoeira que o Contra-Mestre Arrepiado tem realizado diversos projetos com crianças e adolescentes. O capoeirista desenvolve atividades no Calçadão da Gameleira, numa iniciativa que já dura há três anos. O seu trabalho também está incluído neste mesmo período no programa Clube do Talento, da Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social, com atividades de capoeira na Baixada da Sobral. “Estes alunos estão incluídos no VI Batizado de Capoeira do Grupo Cordão de Ouro, que vai acontecer no dia 15”, diz o capoeirista. Mais informações: 99944185.

Giselle Lucena
Assessoria/FGB

Agência de Notícias do Acre – http://www.agenciadenoticias.ac.gov.br

Rio Pardo: Capoeira promove a cultura e a inclusão social na cidade

A Associação Preto Rico de Oxósse realiza no próximo domingo um grande evento em Rio Pardo. Trata-se do batizado – troca de cordéis, que vai contemplar cerca de 60 crianças e adolescente que vivem no município. Entre os alunos estão os estudantes atendidos pela Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). O grupo, que existe há 23 anos, vai mostrar o espetáculo, considerado uma das mais belas heranças dos escravos.
 
A troca de cordéis vai contar com a participação de mestres de capoeira como Karcará, de Porto Alegre, um dos responsáveis pela organização do esporte no Estado; Neri Saldanha, professor da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) e um dos fundadores do grupo Oxósse em Rio Pardo; e o mestre Genésio da Rosa Batista. O evento, que se inicia às 14 horas, será realizado no ginásio municipal de esportes Guerino Begnis e conta com o apoio da Prefeitura.
 
Mestre Genésio explicou que o Oxósse é o grupo de capoeira mais antigo do interior do Rio Grande do Sul. O trabalho começou há 23 anos e foi ganhando força. Segundo o mestre, pouca gente conhece a realidade do trabalho e, mesmo sem muita divulgação, o grupo está presente hoje em diferentes instituições. “Atualmente desenvolvemos ações na Apae, onde as crianças agora estão aprendendo o Maculelê – dança usada pelos escravos para o aquecimento antes de jogar a capoeira – e no Instituto Medianeira, antiga Casa da Criança”, disse. O projeto também é realizado na Escola Municipal Casimiro de Abreu, no distrito de Albardão.
 
Na Apae, a capoeira é ensinada pelo empresário e professor Maurício Günter, que desenvolve um trabalho voluntário. Capoeirista desde a adolescência, Günter disse que a atividade na Apae foi um chamado. “Há tempos treinava capoeira apenas como esporte, mas em razão do trabalho comecei a me afastar. Aí, numa conversa com o Genésio, senti que precisava fazer alguma coisa diferente. Foi como um chamado, pois nesse bate-papo soube que a Apae tinha o projeto pronto, mas faltava um parceiro para dar as aulas e eu aceitei”, disse.
 
São quatro anos de uma ação que se reflete diretamente no desenvolvimento dos alunos. “Em novembro o grupo vai participar de uma macro-olimpíada e a apresentação artística deles será o Maculelê. A arte é difícil, mas eles estão mostrando que são capazes de realizar. Estamos na segunda aula e eles já demonstram domínio sobre os bastões e a música”, destacou Günter.
 
 
REPOSTA
 
De acordo com a professora de Educação Física, Sandra Eisenhardt, o uso da capoeira nas atividades das crianças portadoras de necessidades especiais aparece claramente. “A realização da capoeira reflete em aspectos como desenvolvimento do ritmo e da coordenação motora a partir da música. Eles desenvolvem a atenção ao ritmo, ganharam flexibilidade, equilíbrio e percepção corporal. Tudo isso reflete no aprendizado de outras atividades. Pois esses aspectos são base para todas as outras ações que eles querem realizar”, destacou.
O trabalho de capoeira com os meninos e meninas da Apae acontece na Academia Vida Ativa. O espaço é cedido gratuitamente à Apae, todas as quartas-feiras. Sandra destacou que este será o terceiro batizado que o grupo de Capoeira Renascer irá participar. “Neste processo, todos eles já mudaram seu graus de corda. Isso, além de valorizar seus esforço, mostra que todos são capazes de desenvolver a atividade”, disse.
 
Fonte: Gazeta do Sul – Santa Cruz do Sul,RS,BR
http://www.gazetadosul.com.br

Capoeira & APAE – Projeto APAEXOEIRA

APAE PARTICIPOU ATIVAMENTE AS COMEMORAÇÕES
 
Miguel Pereira – Foi com muita emoção que o Panorama Regional registrou esta semana a participação da APAE de Miguel Pereira nas festividades em homenagem ao 51º aniversário do município. No sábado, dia 21, o Projeto APAEXOEIRA, integrante do Abadá Capoeira reuniu seus 40 atletas com deficiência para troca de cordas e batizado na tenda que foi colocada na Praça João XXIII bem no coração da cidade.
 
Quem assistiu pode acompanhar a vibração dos atletas da APAE que hoje participam dessa maravilhosa iniciativa do Mestre Giboia e da Presidente Tânia Athayde. Uma verdadeira aula de inclusão social que mostrou a todos os presentes que uma pessoa especial pode e deve fazer tudo, como qualquer outra pessoa, precisando apenas que seus limites sejam respeitados. As fotos falam por si. Confiram os semblantes dos atletas APAEXONADOS por Capoeira.
 
Já no Domingo, mais de 200 pessoas participaram do desfile cívico representando a APAE de Miguel Pereira que hoje tem 120 alunos, 25 funcionários e dezenas de familiares e colaboradores. Uma verdadeira integração se demonstrou ao longo do percurso. A cidade aplaudiu e parabenizou a todos os participantes. Nota 1000 para toda a Família Apaeana.
 
Fonte: Panorama Regional
http://www.panoramaregional.com.br/