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Aulas de capoeira na Fundação Síndrome de Down

Aulas de capoeira na Fundação Síndrome de Down, no distrito de Barão Geraldo

A Fundação Síndrome de Down, oferece a partir do mês de julho Capoeira para iniciantes. As aulas, com início no dia 07, serão realizadas às segundas e quartas-feiras, das 19h às 20h, na sede da entidade, localizada à Rua José Antônio Marinho, 430, distrito de Barão Geraldo, Campinas/SP.

Para participar, os interessados devem fazer a matrícula na sede da entidade e pagar taxa de mensalidade no valor de R$50,00. As aulas são aberta a qualquer pessoa interessada e visam utilizar a arte da capoeira para trabalhar e estimular ritmos, musicalidade e autoconfiança.

Informações com Jaqueline, pelo telefone: (19) 3289-2818.

Fundação Síndrome de Down

A Fundação Síndrome de Down, que atua em Campinas desde 1985, tem como missão promover o desenvolvimento integral da pessoa com síndrome de Down nos aspectos físico, intelectual, afetivo e ético. Sua equipe técnica interdisciplinar é formada por profissionais de assistência social, psicologia, fonoaudiologia, fisioterapia, pedagogia, terapia ocupacional e neuropediatria. A Fundação conta ainda com a consultoria de profissionais especializados nas áreas da psiquiatria, além de manter permanente contato com referências nas áreas de organização de serviços para pessoas com síndrome de Down e inclusão no mercado de trabalho.

Serviço:

Aulas de Capoeira

Datas: Às segundas e quartas-feiras – a partir do dia 07 de julho

Horário: 19h

Local: Rua José Antônio Marinho, 430, distrito de Barão Geraldo, Campinas/SP

Informações: (19) 3289-2818, com Jaqueline.

 

Foto: .andréa rêgo barros.

Fonte: http://www.fsdown.org.br/

Guimarães: III Congresso de Inclusão Pelo Desporto

O 3º CONGRESSO INCLUSÃO PELO DESPORTO, inserido no programa geral de Guimarães – Cidade Europeia do Desporto 2013 é a oportunidade para debater e aprofundar metodologias de integração das populações mais desfavorecidas no e pelo Desporto em Portugal e na Europa.

Num período em que a função social e educativa do Desporto tornou-se uma área política de relevância estratégica da União Europeia, espera-se que este Congresso, contribua para o debate em curso sobre a inclusão social dos imigrantes e das minorias étnicas e das populações em risco dentro e através do desporto. Além disso, os resultados e as recomendações práticas desta conferência devem ajudar a colocar a inclusão social na agenda das políticas desportivas nacionais e europeias e promover a partilha dos nossos valores com outras regiões do mundo, nomeadamente, a Comunidade de Países de Língua Portuguesa.
É aqui que queremos estar para potenciar as melhores energias da sociedade civil.

No ano de 2013, promovemos o CID na programação de Guimarães – Cidade Europeia do Desporto. Porque partilhamos uma visão em que salientamos que no Desporto como na Sociedade, a evidente desigualdade de oportunidades possa ser ultrapassada através da capacitação e representatividade das populações mais desfavorecidas em todos os ramos da atividade social e profissional. Por uma questão de oportunidade, mas fundamentalmente por uma questão de consciência e de dever, é em Guimarães que queremos estar colocando o debate das políticas sociais em eventos de relevo e de destaque na sociedade portuguesa e europeia.

O CID oferece cursos de capacitação profissional a mais de 100 educadores e agentes sociais. Apresenta-se como uma série de eventos temáticos (congresso, exposições, publicações, prémios e palestras) com o objetivo claro de inspirar e na partilha ativa de experiências e conhecimentos do interesse de universitários, recém-licenciados, empreendedores, mediadores sociais, técnicos de deporto, técnicos sociais, representantes de ONG`S e IPSS e dinamizadores do mundo empresarial e académico nas mais diversas áreas de atividade. 

OBJETIVOS

Proporcionar um espaço informal e de confiança para a potencialização do networking e possíveis parcerias entre todos os participantes e estimular a aprendizagem, troca de experiências e ferramentas entre os participantes através de workshops específicos. 
Motivar a função social e educativa do Desporto através da capacitação de educadores, instituições e poder local a melhorarem a sua abordagem pedagógica e aumentar a eficácia e atratividade da formação do Jovem. 
Promover o Desporto como meio de diálogo intercultural e intercâmbio de boas práticas, que contribuam para a prevenção e a luta contra a violência e o racismo na sociedade, de sedentarismo e de isolamento social das minorias sociais e/ou vítimas de exclusão social. 
Promover a reflexão sobre ética e valores no desporto. 

DESTINATÁRIOS

O 3º CONGRESSO INCLUSÃO PELO DESPORTO procura corresponder às preocupações e expectativas profissionais dos agentes e entidades desportivas e sociais, nomeadamente: 
• Dirigentes e técnicos de desporto e de ação social da administração pública (comunidades urbanas, áreas metropolitanas e outros organismos da administração pública regional); 
• Dirigentes e técnicos de desporto e ação social de instituições de solidariedade social nacionais e europeias; 
• Técnicos e agentes de desporto, de clubes  e associações desportivas; 
• Dirigentes e técnicos de outras organizações desportivas, nomeadamente o Comité Olímpico de Portugal, Comité Paralímpico de Portugal, Confederação do Desporto de Portugal e Fundação do Desporto de Portugal; 
• Professores e estudantes das áreas Desporto e Educação Física e das áreas de Solidariedade Social e da Saúde; 
• Elementos diretivos e técnicos do Desporto Escolar; 
• Empreendedores sociais e animadores de projetos e programas orientados para a educação inclusiva; 
• Outros agentes desportivos e sociais.

 

http://www.iuna.org.pt/congressoinclusaodesporto/

Saquarema: 5º Saqua Beach

5º Saqua Beach: Evento de capoeira movimenta Saquarema em fevereiro

Sol, praia, lagoa e muita capoeira. É o que promete a 5ª edição do Saqua Beach, evento realizado pelo contramestre Juba de Maré e o grupo de capoeira Terranossa, na cidade de Saquarema, no Rio de Janeiro. O encontro acontece entre os dias 24 e 27 de fevereiro.

Na programação atividades como Maculelê, rodas de capoeira, batizados, luaus, aulas com mestres, contramestres, monitores e graduados. O evento já tradicional na cidade mostra a capoeira ligada à natureza, com a realização de caminhadas ecológicas e campanhas de limpeza urbana. Para o organizador da atividade o objetivo é mostrar a integração da capoeira com diversas áreas e profissões. “É importante mostrar que esse esporte é praticado por pessoas de diversas localidades, crenças e áreas de atuações. Existem capoeiristas que são arquitetos, professores, zootecnistas, engenheiros, veterinários, entre outras profissões e também de outras camadas da sociedade, como pedreiro, policias, empresários e estudantes, o que mostra a força de integração de nosso esporte”, afirma o contramestre Juba de Maré.

O evento estimula o turismo local, pois traz entre os convidados, pessoas de diversos países como Alemanha e Colômbia, Portugal, Espanha, França como também de inúmeros Estados do Brasil. Outro destaque na programação é a adaptação do esporte para a terceira idade, uma roda com os alunos do Projeto Viver Melhor, idealizado pelo contramestre Juba, irá mostrar que a capoeira pode e deve ser praticada não só como esporte, mas como terapia ocupacional, melhorando a qualidade de vida e até a saúde dos idosos.

Saqua Beach

Essa é a quinta edição do evento, que já trouxe a Saquarema capoeiristas de todos os continentes. Sempre buscando a integração entre os povos, a partir da vivência desse esporte tão rico em suas manifestações culturais, que há cerca de três anos recebeu o merecido título de patrimônio cultural do Brasil e ainda se valoriza com a lei 10.639 de janeiro de 2003 que estabelece que as escolas possuam um conteúdo programático voltado para a cultura negra.

 

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O encontro tem o apoio da prefeitura de Saquarema e Secretaria Municipal de Turismo e esporte, além das academias Corpo em Movimento (RJ), Master Sport Center (RJ), G1 (AL) e K2 Fitness (AL). Os interessados em participar devem entrar em contato pelos telefones (22) 9812-0423, (21) 7876-8727 ou (21) 9217-5976.

 

Fonte: http://www.novasaquarema.com.br/

Ceará: Capoeira como terapia

Grupo vai às praças e áreas de lazer para ensinar o esporte

Muita gente está superando o cansaço e o estresse fazendo capoeira. Em Fortaleza, um grupo vai às praças e áreas de lazer para ensinar as técnicas. Quem frequenta as aulas, fica surpreso com a experiência.

A nova função da capoeira não conhece idade, classe social ou porte físico. As aulas, comandadas pelo Mestre Rato, são um convite para liberar o estresse.

Em uma turma, por exemplo, o objetivo não é aprender a lutar ou se tornar um profissional de capoeira. O importante é trabalhar a auto-estima e dar um novo ritmo à vida.

Praticantes por terapia

A dona de casa Fátima Carvalho, de 49 anos, conheceu a capoeira no bairro onde mora. Ela fez a primeira aula há 3 anos e nunca mais parou.

Sandra começou com o filho adolescente, que acabou desistindo, mas ela, não. Continua firme e forte há 2 anos.

A médica Virlênia Barros diz que recomenda a atividade para os pacientes, e não é só por causa do esforço físico.

Ao som do berimbau, eles buscam a sensação de liberdade na dança dos escravos.

Serviço: a sede do projeto funciona na avenida Pessoa Anta, 218, ao lado do Dragão do Mar. O contato é com o Mestre Rato no telefone (85) 8866 – 5835. O próximo encontro, aberto ao público, é no domingo (24), às 18h.

 

http://tvverdesmares.com.br/

A Importância da Capoeira na Escola

Tradicionalmente, a escola sempre deu mais espaço e valorização para os saberes ditos “científicos” ou “acadêmicos”, ou seja, aqueles saberes que geralmente são construídos a partir dos campos do conhecimento vindos de áreas como as ciências exatas, humanas e biológicas. Por outro lado, os saberes populares, aqueles vindos de grupos tradicionais, geralmente oriundos de culturas dominadas e que se baseiam na transmissão oral dos seus conhecimentos, sempre foram considerados na escola, como sendo saberes de menor valor, e na maioria das vezes tratados como algo exótico, que aparecem apenas em algumas datas comemorativas, como o “mês do folclore”, o “dia do índio”, ou o “dia da consciência negra”.

Entendemos ser esse um grande equívoco, e acreditamos que os saberes populares têm que ser tratados com a mesma dignidade dos saberes científicos, sem hierarquizações nem privilégios, pois ambos contribuem para a formação humana, cada qual na sua especificidade.

A capoeira, graças ao reconhecimento que tem conquistado a cada dia na sociedade como um todo, já começa a ter seu espaço em muitas escolas públicas e privadas no Brasil, mobilizando um número cada vez maior de alunos de todas as idades, interessadas na sua prática. Porém, o que percebemos é que a presença da capoeira na escola se dá de forma ainda tímida, muitas vezes pela atuação de algum grupo de capoeira da comunidade, que solicita o espaço da escola para ministrar suas aulas e organizar as rodas, mas ainda informalmente, ou seja, sem o reconhecimento por parte da escola, como um saber a ser tratado com o devido respeito e dignidade. A capoeira dessa forma, entra pela porta dos fundos da escola.

Defendemos, pelo contrário, que a capoeira possa entrar pela porta da frente da escola. E temos agora o amparo de uma lei federal: a lei 11.769 de 2008, que prevê a obrigatoriedade nas escolas, do estudo sobre as culturas africana e indígena, sem dúvida, um avanço muito importante nessa área. A partir dessa lei, é possível que nossos governantes estabeleçam políticas públicas e programas que viabilizem que esses saberes façam parte dos currículos oficiais das escolas. A capoeira tem aí sua grande oportunidade de se estabelecer como um conhecimento importante e necessário a ser tratado nas escolas, não somente pelo professor de capoeira ou mestre, mas de forma interdisciplinar, a partir da abordagem de várias áreas do conhecimento, como história, educação física, literatura, música, geografia, artes, estudos sociais, filosofia, entre outras.

A Bahia está dando um passo importantíssimo nessa direção, através do Programa “Capoeira na Escola: patrimônio de todos nós”, do qual faço parte da equipe de coordenação. Esse programa é uma iniciativa da Secretaria Estadual de Educação, que prevê a capacitação de professores de todas as regiões do estado, que passam por um curso que busca se aprofundar nos estudos sobre a capoeira, abordando aspectos históricos, filosóficos, pedagógicos, envolvendo também a prática dos movimentos, da musicalidade e da ritualidade da capoeira. Uma vez finalizada essa capacitação, esses professores então, irão implantar seus projetos em suas escolas, com a recomendação de que sejam projetos multidisciplinares, ou seja, que se articulem com as várias áreas do conhecimento existentes na escola.

É preciso que fique bem claro que o objetivo desse projeto não é o de formar capoeiristas nas escolas, isso é tarefa dos grupos e academias. Trata-se apenas de possibilitar que os alunos possam ter contato com esse universo tão rico de saberes, que é o universo da capoeira, a partir de um trato pedagógico multidisciplinar dentro da escola.

Essa experiência ainda está em processo de implantação, mas acreditamos que possa se transformar numa referência importante para a implementação de futuras políticas públicas, por parte de governos interessados na valorização da capoeira e dos saberes populares no âmbito da formação humana.

 

Pedro Abib (Pedrão de João Pequeno) é professor da Universidade Federal da Bahia, músico e capoeirista, formado pelo mestre João Pequeno de Pastinha. Publicou os livros “Capoeira Angola, Cultura Popular e o Jogo dos Saberes na Roda”(2005) e “Mestres e Capoeiras Famosos da Bahia”(2009). Realizou os documentários “O Velho Capoeirista” (1999) e “Memórias do Recôncavo: Besouro e outros Capoeiras” (2008).


Coluna: “Crônicas da Capoeiragem” por Pedro Abib

Mais um envolvente texto da Coluna Crônicas da Capoeiragem, sob a tutela do nosso grande camarada e parceiro, Pedro Abib, enfocando histórias, casos, experiências, opiniões, críticas, enfim, um texto de uma lauda sobre o universo da capoeiragem.

Projeto cria áreas de preservação do patrimônio cultural

O Projeto de Lei 3056/08, do deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), institui as Unidades de Preservação do Patrimônio Cultural Brasileiro e estabelece os critérios para a sua criação, implantação e gestão. Caberá ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) identificar os aspectos étnicos, históricos, culturais e socioeconômicos do grupo ou dos grupos que constituirão as áreas de proteção. O Iphan também deverá delimitar as terras consideradas suscetíveis de reconhecimento e demarcação.

O texto define como unidades de preservação os “territórios habitados por povos e comunidades tradicionais, participantes do processo civilizatório” do Brasil. Para constituírem uma unidade de preservação, esses povos devem preservar bens de natureza material e imaterial referentes à sua identidade, ação e memória.

Entre esses bens, a proposta destaca língua própria, formas de expressão; modos de vida; criações científicas, artísticas e tecnológicas; obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artísticas e culturais; e conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico.

Combate à discriminação

O projeto estabelece que as unidades de preservação devem levar em conta aspectos como etnia, raça, gênero, idade, religiosidade e orientação sexual. Também devem ser considerados, segundo o texto, a segurança alimentar e nutricional e o desenvolvimento sustentável como forma de promoção da melhoria da qualidade de vida das populações. Outro princípio para orientar a formação das unidades deve ser o combate a todas as formas de discriminação, incluindo a intolerância religiosa.

Angelo Vanhoni argumenta que o País já conta com normas para a preservação da cultura indígena (Estatuto do Índio) e da afro-brasileira (Decreto 3.912/01), mas lembra que não há leis proporcionais à importância de outros grupos. Ele destaca especificamente os imigrantes que chegaram ao País a partir do século 19, como alemães, italianos, poloneses e japoneses.

Com o objetivo de preservar as contribuições desses povos à cultura nacional, o projeto determina que, nos processos de reforma agrária onde houver unidades de preservação do patrimônio dessas populações, os novos colonos devem receber treinamento sobre as técnicas agrícolas tradicionais.

A proposta determina também que as escolas, públicas ou privadas, de municípios que contem com unidades de preservação ensinem o idioma da população tradicional.

Tramitação

O projeto terá análise em caráter conclusivo nas comissões de Direitos Humanos e Minorias; de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Reportagem – Maria Neves
Edição – João Pitella Junior

(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura `Agência Câmara`)

Agência Câmara
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Fax. (61) 3216.1856
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CEUT realiza a IV Copa de Capoeira

A IV Copa CEUT de Capoeira será realizada no período de 01 a 07 de setembro de 2009

A Faculdade CEUT, o Grupo de Capoeira Raízes Brasil e o Mestre Touro, realizam a IV Copa CEUT de Capoeira. A atividade se estenderá durante uma semana, no período de 01 a 07 de setembro.

Durante o evento acontecerão ciclo de palestras e cursos voltados ao cuidado com a saúde e o conhecimento mais aprofundado da cultura piauiense, através da capoeira. Ambos são abertos à comunidade em geral, em especial estudantes e profissionais das áreas de Enfermagem, Fisioterapia, Educação Física e História.

Segundo o Mestre Touro, professor de Capoeira do CEUT, a cada edição da Copa, novidades são inseridas na programação. “Começamos somente com jogos, depois vieram os diálogos com professores que deram início a modalidade no Estado, em seguida oferecemos o curso de Angola, outro estilo de jogo dentro da Capoeira, também conhecido como Tradicional. Já nesta quarta edição, teremos cursos e o I ciclo de palestras, além dos tradicionais jogos”, especifica.

Além de propagar e exaltar a importância da Capoeira na cultura do Estado, o evento integra os participantes dessa modalidade com acadêmicos dos cursos da área de saúde e de História e proporciona aos professores e alunos um conhecimento mais amplo sobre como trabalhar com o corpo humano e os cuidados com a saúde, já que dentro da Capoeira nem todos os professores tem formação nestas áreas.

Os jogos contarão com cerca de 200 atletas oriundos de vários municípios do Piauí, Maranhão e Ceará, que se dividirão em 09 categorias. O júri será formado por mestres e professores de outros estados.

A taxa de inscrição é de R$ 20,00 + 01kg de alimento não perecível (a ser entregue na palestra “Primeiros Socorros”ou na abertura dos jogos). O certificado é de 30h (para participantes das palestras, cursos e aulas práticas, e com freqüência mínima de 75% em todo evento.

Fonte: http://www.45graus.com.br

Espaço Cultural realiza ECCO Capoeira 2008

O Espaço Cultural Contemporâneo (ECCO), em Brasília, realiza no momento a temporada Olhares Afrocontemporâneos – Diversidade e Cultura Negra. O ECCO possui áreas livres em seu corpo físico de 550 m2 e 400m2, onde são adaptados auditórios, classes, oficinas e áreas para danças, práticas lúdicas diversas.

Considerando o registro patrimonial recente da Capoeira, a direção do ECCO decidiu celebrar essa classificação cultural com o evento “Ecco Capoeira 2008: Cultura e Pernada, o Tombamento”, que acontece na capital federal, nos dias 22 e 23 de outubro. A atividade será coordenada pelo mestre de capoeira Cláudio Danadinho.

O encontro terá palestras e uma roda de capoeira, com a presença de representantes do Iphan, dos pesquisadores Fred Abreu, Carlos Eugênio Líbano Soares e J. Bamberg (Mestre Angoleiro), além de expoentes capoeira brasileira, como os mestres Lua Rasta e Nenel.. Haverá distribuirá certificados e camisetas aos participantes. A inscrição deve ser acompanhada da doação de 1 kg de alimento não perecível ou 1 agasalho.

O Ecco funciona no SCN quadra 3 bloco C loja 5, próximo ao Shopping Liberty Mall. Informações: 3327 2027, ramais 20, 29 e 31.

(*) O autor é jornalista e colunista deste site.

Proposta limita atuação dos conselhos de Educação Física

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 1371/07, da deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), que impede o conselho federal (Confef) e os conselhos estaduais de Educação Física de fiscalizar as academias de dança, artes marciais, capoeira, ioga e pilates, bem como os profissionais que atuam nessas áreas.

A proposta altera a Lei 9.696/98, que regulamentou a profissão de Educação Física e criou os conselhos. De acordo com a deputada, a lei não define claramente o campo de atuação desse profissional, o que tem levado os conselhos a submeterem atividades como ioga, dança e capoeira à fiscalização prevista na lei. Para os conselhos, essas atividades só podem ser exercidas por quem possui o registro profissional.

"O projeto pretende por fim às interpretações conflitantes que estão sendo dadas à lei", destaca a deputada. Segundo ela, o Ministério Público já vem promovendo ações judiciais contra os conselhos que insistem em fiscalizar as academias e os profissionais de dança e artes marciais, entre outras atividades.

Espaço próprio
Alice Portugal reconhece a importância do profissional de Educação Física, mas defende que ele tem atuações específicas, que não se confundem com manifestações culturais, artísticas e de expressão corporal, próprias da dança, da capoeira, da ioga e do pilates. "A lei não autoriza o Confef a intervir em outras áreas de expressão artístico-cultural, espaços há muito consagrados pela ação e memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira", resume a parlamentar.

O projeto é similar ao substitutivo que ela apresentou em 2004 ao PL 7370/02, do ex-deputado Fleury, que tratava do mesmo assunto. Como esse projeto foi arquivado no final da legislatura passada, Alice Portugal decidiu reapresentá-lo, na forma do seu parecer.

Tramitação
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Educação e Cultura; de Turismo e Desporto; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta: – PL-1371/2007

 

Fonte: Agência Câmara

Reportagem – Janary Júnior
Edição – Marcos Rossi

Agência Câmara
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Fax. (61) 3216.1856
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http://www2.camara.gov.br

Órgão regulamentador para capoeira

Carta do ministro Gilberto Gil ao presidente da Comissão de Turismo
e Desporto, deputado Antônio Cambraia (PSDB-CE)
MinC oficializa apoio à aprovação do Projeto de Lei nº 7.370 de 2002
A Sua Excelência o Senhor Deputado Antônio Cambraia,


Câmara dos Deputados,
 
Senhor Deputado,
 
O Ministério da Cultura tem acompanhado com atenção as discussões
nesta Casa sobre o Projeto de Lei n° 7.370/2002, de autoria do
deputado Luiz Antônio Fleury, e seu Substitutivo, excluindo os
profissionais de Dança, Artes Marciais, Capoeira, Yoga e Método
Pilates da fiscalização dos Conselhos Federal e Regionais de
Educação Física.
 
Apoiamos a aprovação dessa iniciativa, pois consideramos que essas
atividades são, em primeiro lugar, cultura e, em segundo,
fisiocultura. São manifestações culturais e artísticas de grande
importância para o Brasil, com seus universos simbólicos
específicos, incorporadas e recriadas pelo povo brasileiro em seus
costumes e configurações corporais e criativas. A atuação, a
linguagem e o conhecimento dessas áreas transcendem a atividade
física. No caso do Método Pilates, por ser uma atividade
interdisciplinar, é preciso um controle com características
próprias, integrando representação de várias áreas.
 
Portanto, o Ministério da Cultura entende que não cabe a uma outra
área de conhecimento, no caso à Educação Física, por meio de seus
conselhos, legislar e fiscalizar manifestações genuinamente
culturais e artísticas.
 
Solicitamos a atenção dos membros dessa Comissão de Turismo e
Desporto para as questões aqui expostas quando da votação do
referido projeto, estando à disposição para qualquer esclarecimento.
 
 
Atenciosamente,
 
 
Gilberto Passos Gil Moreira
Ministro de Estado da Cultura
 
http://www.cultura.gov.br/noticias/notas/index.php?p=9058&more=1&c=1&pb=1

O carater desta notícia é divulgar e esclarecer, de maneira nenhuma tem carater politico.
Luciano Milani