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GRÃO-MESTRE – “SER OU NÃO SER”

Camisa Roxa, segundo me falaram, ao ser indagado num evento realizado em Siribinha – BA sobre o título de Grão-Mestre que recebera havia pouco tempo, respondeu: “existem tantos mestres de capoeira hoje em dia, que parece com a areia de um oceano! Eu sou apenas um grão desta areia”.

Muito interessante e sábia a resposta!

Conhecendo mestre Camisa Roxa, como o conheci, pois na década de 70 tive o prazer do primeiro contato com ele, quando precisou da ajuda para montar um show do seu grupo folclórico “Olodumaré”, aqui em Brasília, show do qual também participei e que depois fomos nos apresentar em Belo Horizonte. Entretanto, quando o grupo foi para o exterior, apesar do convite do Camisa, eu amarelei, fiquei no Brasil.

Interessante registrar um episódio que aconteceu, no momento em que fui recebê-lo na antiga rodoviária de Brasília, junto com mestre Adilson, quando numa daquelas coincidências ímpares, vem na nossa direção caminhando, o grande mestre Bimba, que também tive a oportunidade de ser apresentando pelo próprio Camisa, que em tempo, de maneira nervosa me disse: “não diga ao mestre qual o motivo da minha vinda aqui em Brasília”.

Naquele momento eu ainda não sabia das intenções do Camisa, uma vez que tinha acabado de conhecê-lo!

A preocupação do Camisa Roxa era a de que o mestre Bimba soubesse que ele estava montando um espetáculo de capoeira, perto do show que ele iria dar! Diga-se de passagem, que esse “perto” correspondia a 200 km de distância, que é a distância de Brasília à Goiânia, onde seria o seu show!

O que eu pude observar desse comportamento do Camisa Roxa, claro, foi o grande respeito e consideração que tinha para com o mestre Bimba!

Tenho certeza que se pudéssemos criar uma atmosfera desse encontro que já se passou o que hoje é impossível, uma vez que os dois estão no andar de cima, com toda certeza mestre Camisa Roxa, teria me pedido: “não fale nada ao mestre Bimba do título de Grão-Mestre que recebi”, pois como poderia ele explicar que seu título era superior ao do Mestre Bimba!

Por esta razão, achei interessante a resposta do mestre Camisa Roxa a respeito do grão de areia, que na verdade é um daqueles “bom rolê” do capoeira, visto que, no universo da capoeira, esse título ainda nem existe.  Portanto, a resposta em forma de brincadeira, faz sentido, tem sabedoria!

O fato de existirem muitos mestres de capoeira hoje em dia, não acho que deva ser um motivo de incomodo, como alguns mestres assim enxergam.   Isso porque, assim como existem “artistas” e artistas, “médicos” e médicos, “mestres” e mestres, assim como também existem “cachorros vira-lata” e cachorros vira-lata, quero dizer que em todos esses exemplos, sempre se sobressaem os que são “especiais”!

Mestre é um título de ofício, de trabalho, de um pescador que se destaca dentre todos na sua comunidade e é consagrado por todos! E assim acontece com todos: pintor, músico, capoeira, etc. É preciso que haja uma força maior a fim de que defina quem deva ter essa consagração dentro da comunidade que atua!

Grão-Mestre, para mim, é um título místico, dado principalmente pela maçonaria, entidade que existe há muito na nossa sociedade e que de forma secreta e fechada, tem uma normatização própria que confere esse título a alguém dos seus membros.

Recentemente um discípulo meu, que também é mestre, mestre Skysito,afirmou que o que está acontecendo na capoeira: é porque ela não tem dono!

Respondi ao “gafanhoto”, que era isso que eu achava interessante na capoeira, ela não precisa de dono, nós que vivenciamos dentro da sua energia, percebemos de maneira empírica, quando ela determina, adequa as normas, mesmo de maneira implícita, mas que sentimos que tem força de fato!

Percebo que não é preciso ser doutor na capoeira para entender isso, a grande maioria sabe diferenciar muito bem, por terem um olhar crítico natural, a capacidade de identificar o que é certo e desconfiar do que é errado!

Trago essa discussão à tona antes que algum aventureiro embarque neste navio, quando ainda há tempo de não cair nesta cilada.

Também chamo a atenção essa inversão de valores que está começando a aparecer no nosso meio! Quem está graduando o Grão-Mestre, são os próprios alunos daquele mestre e isso é no mínimo estranho, pois nesse momento, essa consagração é reconhecida somente por aqueles que estão envolvidos diretamente com o seu mestre, o universo da capoeira, não participa deste evento!

Vamos esperar meus camaradas, que como um capoeira de coração e atitude, sejamos algum “Capoeira Especial”!

 

Brasília, DF, 1 de janeiro de 2014

HÉLIO TABOSA DE MORAES- Mestre Tabosa

Fonte: http://mestretabosa.blogspot.com.br/

Capoeira reciclada!!!

Hoje ao sair de casa para dar aula, queria fazer algo diferente, onde os alunos trabalhassem a percepção de atingir um objeto com uma tarefa simples de golpear algo. Mas a pergunta é: “Eu não possuo, nenhum aparador de golpes?” E agora!!! E infelizmente sabemos que investimentos com a Capoeira em Clubes, Escolas, Academias sempre são NULOS. Foi quando olhei para essas garrafas pets de refrigerante e tive uma grande ideia, quer dizer, não tão grande assim, e sim muito simples. Podemos usar essas garrafas de plástico, como aparador de golpes, Oh Oh Oh Oh Oh Oh!!! Olha só que utilização bacana. E com um pouco mais de trabalho, podemos deixar essas garrafas, como aparadores de chute, bem legais. Basta dar uma pintada, colocar um pedaço de cabo de vassoura, na boca da garrafa, para dar mais firmeza ao segurar, envolver com alguma fita e assim vai, o céu é o infinito. Basta ser criativo e lembrando para fazer isso, você pode ter a colaboração das crianças e explicando sobre meio ambiente, reciclagem, sustentabilidade e etc. Elas vão adorar…

Outra atividade que podem ser usadas essas garrafas pets, são como cones de treinamento, para fazermos golpes sobre os mesmos. Enchendo elas com areia para ficar mais pesada, se não vão sair voando pela sala. Mas lembrem-se, vocês estão dando aula para crianças, então, vede bem, se não essa areia, vai acabar pela sala toda.

Só mais uma dica, a segurança é de total importância. E como são crianças, as brincadeiras acontecem. Então conduza as atividades com total domínio e dinâmica do seu grupo e as crianças vão adorar e a Capoeira vai agradecer.

E agora é com você, comente aqui embaixo, como você poderia utilizar esse material de apoio para dar uma aula bem bacana e divertida de Capoeira Infantil. Pode ser qualquer tipo de aula, lúdica, técnica e etc. Use a criatividade e colabore com todos nós educadores, que utilizamos a Capoeira como meio. Abraços e até a próxima

Fonte: http://berimbrasil.com.br

Crônica: Capoeira “Arma dos Oprimidos”

CAPOEIRA: "ARMA DOS OPRIMIDOS"

 

Década de 70, época em que a Ditatura Militar procura controlar as manifestações populares, onde o falso nacionalismo e  o tecnicismo robotizava os esportes e a capoeira. Para quebrar este paradigma surge em São Paulo o Grupo de Capoeira Capitães da areia, contestando a colocação da capoeira, essencialmente, como sinônimo de esporte e competição. Fundado por Almir das Areias, hoje Anande das areias, reunindo os mestres Demir, Waldir, Baiano, Carioca e Pessoa, que não aceitaram esta descaracterização imposta a capoeiragem, alegando que esta capoeira-esporte deixava de lado todos os outros conjuntos de expressões que ela consequentemente representa.
 
Mestre Anande começa a aprender a capoeira em sua terra natal, Itabuna, com o mestre Luiz Medicina, aluno do mestre Suassuna. Contam que mestre Anande era um verdadeiro encrenqueiro e desordeiro em sua cidade, sendo conhecido popularmente como Cabelo Doido. Sem perspectivas na sua região, Mestre Anande já um aluno intermediário em capoeira, resolve migrar para São Paulo em busca de melhores condições, aqui chegando procura a academia de mestre Suassuna, já estabelecida no bairro da Santa Cecília. Assim Mestre Anande, passa a treinar, se formando com mestre Suassuna.
 
Ao descordar de mestre Suassuna em muitos aspectos, Mestre Anande inaugura o seu próprio trabalho, localizado no bairro operário do Braz, porém, outras sedes foram abertas, uma na rua figueira e outra na rua Vitório Camilo. Seu trabalho foi fundamentado através de pesquisas teóricas e práticas além de investigações históricas da capoeira e de um aprimoramento técnico da luta.
Mestre Anande, teve a percepção que a capoeira precisava de um aprimoramento técnico, este insite ocorreu quando jogava em uma roda e esquivou para o lado contrário ao que vinha o movimento, tendo o seu braço quebrado ao ser  atingido por uma meia lua de compasso certeira. Assim, criou o seu método, baseado nas defesas, priorizando a esquiva para o lado que vai o golpe e exigindo a proximidade dos jogadores.
 
O Mestre, consegue materializar de forma eficaz a criação da sua técnica e idéias, em um de seus discípulos, o seu irmão de sangue: Mestre Demir.
A exigência com Mestre Demir foi enorme, pois Mestre Anande tinha que afirmar a sua capacidade como Mestre, revelando para a comunidade capoeirística de São Paulo a sua “criação”. Mestre Demir, tornou-se a mais pura tradução da técnica Capitães da Areia e um dos capoeristas mais temidos e técnicos da sua época. Logo após, surgem outros formados do Mestre, também exímios capoeiristas, mestre Waldir, Mestre Baiano, Mestre Carioca e Mestre Pessoa.
Em decorrência das pesquisas históricas foi elaborado um sistema próprio de graduação, baseado nas transformações sociais sofridas pelo negro durante a escravidão. Éram usados como forma de graduação correntes, cordas e o lenço de seda, procurando representar a graduação com símbolos da opressão branca e da resistência negra.
 
Desta forma os Capitães contestavam o sistema adotado pela Federação Paulista de Capoeira, que utilizava de forma ingênua as cores da bandeira nacional para identificar as graduações, esta onda de civismo era imposta não somente a capoeira mas em toda a sociedade, assim os militares usavam este sentimento patriótico do povo para justificar o seu autoritarismo.
 
Para fundamentar ainda mais a sua proposta, o grupo tem a colaboração de alguns intelectuais e professores universitários que colaboraram na empreitada política, intelectual e técnica do grupo. Estes profissionais atuaram como consultores, estruturando em conjunto o curso de capoeira da academia. Dentre os consultores estavam presentes: Miroel Silveira; Professor de Teatro Brasileiro na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, jornalista, escritor, dramaturgo, ator, diretor, professor, programador, redator, consultor literário, correspondente e crítico teatral, membro de comissões julgadoras, pesquisador, teatrólogo, diretor, tradutor, adaptador de romances, roteirista e autor de musicais. Nabuo Sato; atuou como técnico esportivo estruturando o treinamento físico do curso, a coreógrafaYolanda Amadei, o antropólogo Roberto Foggeti de Almeida e  o médico Luís Carlos Batarello. Mais tarde Mestre Anande,  manteve contato com sociólogo Clóves Moura, autor do livro Rebelião nas Senzalas, com os dançarinos Klauss Viana e Rainer Viana e com somaterapeuta Roberto Freire criador da terapia corporal e em grupo, baseada nas pesquisas do austríaco Wilhelm Reich, buscando o desbloqueio da criatividade, os conceitos de organização vital da gestalterapia e estudos sobre a comunicação humana da Antipsiquiatria e a Capoeira.
 
Podemos dizer, que o Grupo Capitães da Areia, faz jus ao nome adotado, já que no romance homônimo de Jorge Amado, os Capitães da Areia” eram compostos por um conjunto de crianças abandonadas e desfavorecidas. Assim, Mestre Anande, fundamenta sua proposta representando a sua capoeira como “arma dos oprimidos” e luta do fraco contra o forte, simbolicamente representando um “exercito popular” composto por trabalhadores, estudantes, mulheres,  e artistas populares, se opondo e combatendo os capoeiristas que  atuavam na Federação Paulista de Capoeira e se identificavam com os opressores.
 
Quero ressaltar que, os Capitães d’ Areia, também acreditavam e encaravam a capoeira como esporte genuinamente brasileiro, mas não deixava de lado os outros aspectos importantes da nossa arte.
 
O que diferencia jogo de esporte, é que no jogo as regras são flexíveis e adaptáveis as situações e aos componentes da roda, para ser considerada apenas esporte tem que ocorrer a  instiucionalização de regras para a prática, definindo diâmetro da roda, tempo para o jogo, pontuação etc…. tudo isso é válido desde que não seja deixado de lado outros facetas essenciais  que fundamentam e dão significado a prática da capoeira.
 
Hoje em dia vejo vários capoeiristas falando e se vangloriando de praticarem o “estilo” Capitães da Areia, e não conhecem o seu fundamento. A “técnica” Capitães da Areia, como prefiro chamar, foi apenas a materialização física de uma necessidade natural de liberdade e autonomia do capoeirista, gerando um desenvolvimento e um aperfeiçoamento técnico, visando a sobrevivência e afirmação dos verdadeiros valores da cultura popular, em um ambiente político de massificação e opressão.
                                     
 
* Renato Bendazzoli é Professor de CAPOEIRA do Grupo Mar de Itapuã, iniciou nos mistérios dessa arte, em 1994, com MESTRE PEQUENO, vindo a se formar, em 1998. Em 1999 começou a lecionar, em 2003 se formou em Educação física. Durante todos esses anos de dedicação a capoeira, à atividade física e ao esporte, atendeu a muitos alunos, colocando em prática meu método de ensino, que utiliza o corpo como ferramenta para o desenvolvimento físico, intelectual e emocional. Assim, procura implementar o potencial de cada pessoa que passa por suas mãos. Atualmente, é professor efetivo da rede estadual,  leciona capoeira em colégios, academias e treinamento individual. Contato: renato.prof@uol.com.br

Carolina Soares lança seu novo Trabalho: “Canto na Areia”

Carolina Soares, considerada a voz feminina da capoeira, lança seu novo trabalho.
 
Canto na Areia é o 4º CD de Capoeira gravado por Carolina Soares, com produção de Adriano Chediak e lançamento previsto para 15 de abril em São Paulo.
Nesse mercado fonográfico radicalmente dominado pelos homens, em 2002 Carolina acrescentou algo que faltava no universo da Capoeira – a participação ativa da mulher na música. Isso lhe rendeu o privilégio de se tornar a 1ª cantora, no mundo, a gravar um CD com músicas de Capoeira.
 
Canto na Areia traz músicas dos ritos tradicionais da cultura afro brasileira, como o samba de roda, ao lado de composições inéditas de mestres da Capoeira e uma regravação de “Meia Lua Inteira”, do Carlinhos Brown – sucesso na voz de Caetano Veloso. O CD surpreende pela qualidade de sua produção que se esmera nos mínimos detalhes, desde a preocupação em ser fiel aos toques do berimbau até manter a liberdade de interpretação da cantora, que lembra, com o seu canto, a cultura criada nas ruas e nos guetos, destacando-se a força de suas interpretações.
Carolina Soares foi criada na cidade paulista de Iguape, onde começou sua carreira artística, cantando em bares noturnos, com repertório que ia do blues ao rock-Brasil de Cássia Eller. Em setembro de 1998, foi para São Paulo, onde passou também a conviver com o mundo da Capoeira: percorria as “rodas“ e os grandes eventos, conhecia os mestres e os capoeiristas. Era natural que, em contato diário com a capoeira, dela absorvesse o lado musical. Surgiu, então, o projeto para lançar o primeiro CD, Músicas de Capoeira – Vol  I, com todas as faixas cantadas por uma mulher. Ela foi a escolhida e o sucesso, imediato. Em conseqüência, Carolina tomou algumas aulas de canto e, dois anos depois, gravou o segundo CD – Músicas de Capoeira – vol II, também sucesso absoluto de mercado, com ritmos de Benguela, São Bento Grande, Angola, Jogo de Dentro, faixa bônus de Hip-Hop Capoeira e Samba de Raiz, trazendo quatro composições de autoria da cantora.
Em seguida foi lançado o terceiro CD: Carolina Soares – Pout-pourri de Capoeira, nas bancas de jornal de todo o país.
 
Destacando-se a cada ano no mercado fonográfico da Capoeira, Carolina incorporou o Samba em seu repertório, continuando fiel aos ritmos brasileiros. Em 2004, no Dia Nacional do Samba que aconteceu no Teatro Sérgio Cardoso (SP), Carolina Soares foi aplaudida pela velha Guarda do Samba Paulista, com seu trabalho reconhecido e aceito.
 
Há alguns anos, a cantora se apresenta semanalmente no Bar Brahma, uma das maiores vitrines do samba paulista.
 
Já fez temporada de shows com o Mestre Jamelão da Mangueira e sempre é comparada, pelo público que assiste ao seu show, à saudosa Clara Nunes.
No Dia Nacional da Consciência Negra, Carolina Soares emocionou o público, na Sala São Paulo, fazendo a abertura do “Troféu Raça Negra 2006”, evento considerado o “Oscar” da comunidade negra no Brasil. Alcione, Emílio Santiago, Preta Gil, Alexandre Pires, Jorge Aragão, Luciana Melo, Afro-Reagge, Rappin Hood, Margareth Menezes, Paula Lima, entre outros, também participaram da comemoração.
 
Ouça e Faça o Download da faixa "Rainha do Mar" com exclusividade no Portal Capoeira
 
Lançamento do CD “Canto na Areia”
 
Entrada: R$ 10,00
Data: 15 de abril de 2007
Horário: 16 horas
Local: Bar Brahma
Av. São João, 677 – Centro – São Paulo
Tel: (11) 3333-0855
 
 
PONTOS DE VENDA DE INGRESSO ANTECIPADO:
 
LOJA SDOBRADO – RUA 24 DE MAIO, 116 – SBLJ 37 – CENTRO – SÃO PAULO – TEL (11) 3337-2208
LOJA MARIMBONDO SINHÁ – AV. MAZZEI, 226 – TUCURUVI – SÃO PAULO – TEL (11) 6265-5704
LOJA MARIMBONDO SINHÁ – AV ADOLFO PINHEIRO, 384 – LOJA 51 – SANTO AMARO – TEL (11) 5524-4406
DISCOTEKA – Rua Pelotas, 83 – Loja 183 – Multishop Vila Mariana – TEL (11) 5906-0456
Aberto de terça à domingo das 14 horas até as 21 horas
 
 
Informações para a imprensa:
Adriano Chediak
(11) 6839-8147 ou 9663-9802
contato@carolinasoares.com.br
Carolina Soares lança o seu CD Canto na Areia, que traz músicas dos ritos tradicionais da cultura afro brasileira, como o samba de roda, ao lado de composições inéditas de mestres da Capoeira e uma regravação de “Meia Lua Inteira”, do Carlinhos Brown – sucesso na voz de Caetano Veloso. 
 
CD – CANTO NA AREIA
1. Na Aruanda – Tucano Preto   
2. Rainha do Mar  – Marquinhos Coreba  
3. Canto na Areia  – Carolina Soares  
4. Capoeira não pode parar  – Carolina Soares 
5. Do sertão ao cerrado – Mestre Piloto 
6. A velha Bahia mora no céu – Mestre Ricardo
7. Mundo Enganador – Mestre Barrão  
8. É no Balanço do mar – Muralha 
9. Leva eu – Mestre Ricardo   
10. Menino novo  – Mestrando Bigodinho  
11. História da capoeira real  – Professor Passarinho 
12. Capoeira de menino – Carolina Soares  
13. Tombo do pau – Domínio Público   
14. Meia Lua Inteira – Carlinhos Brown   
15. Fuzuê – Toninho e Romildo
Para comprar o CD:
Para saber mais da cantora:  www.carolinasoares.com.br

Dança da Vida

É bonito se ver na beira da praia… Capoeira…
Brincando.. Gingando… e as ondas batendo… na areia…..
O transe.. e o som do vento que sopra… Capoeira….
Os barcos à vela… e os coqueiros fincados… na areia…
Como guerreiros jogam só…. na dança da vida… Capoeira…

Óóóóóóó…. quem não viu vá ver… na beira do mar nascer….
Óóóóóóó…. quem não viu vá ver… na beira do mar crescer….
Óóóóóóó…. quem não viu vá ver… na beira do mar viver….
Óóóóóóó…. quem não viu vá ver… na beira do mar saber….
Óóóóóóó…. quem não viu vá ver… Seu Decanio para apreender….

Para ouvir, clique: Dança da Vida


 
Música em homenagem a pessoa ímpar e ser humano único… um Mestre, um Amigo…

Cidadão do mundo… com a sua luta e trabalho contagiante que nos leva a uma outra esfera
de percepção… da nossa arte… da nossa "Capoeira"… da nossa vida.

Mestre Decanio nos pega pela mão e nos mostra a "Capoeira da Bahia"
Toca em nossos corações e nos inunda com a "Escola de Cidadania"
Um grande Abraço, repleto de paz e alegria!!!
Mais uma volta ao mundo… mais um ciclo…

Parabéns Mestre … Axé!!! Ângelo Augusto Decanio Filho.

CD: Mestres Boca Rica e Bigodinho

Uma excelente dica, pra quem gosta de boa música de capoeira é o CD "Capoeira Angola" dos Mestres Boca Rica e Bigodinho, lançado em 2002.
O repertório é uma referencia de qualidade e bom gosto,  recheado de boas surpresas…
Artistas: Mestres Boca Rica e Bigodinho
 
Título do CD: Capoeira Angola
 
Ano: 2002
1. Bahia De Todos Os Santos  
2. Riachão  
3. Ola-Ê-La-Ê-Lá  
4. Quantas Melodias / A Bananeira Caiu  
5. Na Beira Do Mar  
6. Praia Da Preguiça  
7. Não Bata Na Criança  
8. Madeira De Maçaranduba  
9. Beira-Mar  
10. Ave Maria, Meu Deus  
11. Vatapá Com Caruru  
12. Angola Ê Ê  
13. Vá Na Piedade Amanhã  
14. Mestre Bigodinho  
15. Eu Vi O Sol, Vi A Lua Clarear  
16. Nunca Vi Tanta Areia No Mar
17. A Canoa Virou Marinheiro  
18. Marinheiro Sö  
19. Pau Pereira  
20. Pé De Lima, Pé De Limão  
21. Que É Que Tem Nego?  
22. Bem-Te-Vi Jogou  
23. Tabaréu Que Vem Do Sertão  
24. Aidê / Apanha A Laranja / Sta. Bárbara  
25. Adeus, Adeus  
26. Ô João Chofer  
27. Alô Bahia  
28. Sai, Sai, Sai Ô Piranha / Boi Maia  
29. Já Tô Véio / Não Vou Em Santo Amaro  
30. Se Eu Tivesse Dinheiro / Ai Meus Amô  
31. Saco De Areia  
32. Tá Com Raiva De Mim  
33. Ói Ela De Manhã  
34. Se Nós Dois Morasse Junto  
35. Pai É Pai, Mãe É Mãe  
36. Que Luz É Aquela?  
37. Eu Sou De Minas Gerais  
38. Amanheça O Dia
Este CD faz parte das produções realizadas pela Associoação de Capoeira Angola Mestre Marrom e Alunos, do Rio de Janeiro. Mestre Marrom tem dedicado boa parte de seus projetos em documentar a parte ritma e cantada da Capoeira Angola, sendo que dentre os principais trabalhos podemos citar: 1. Capoeira Angola Marrom e Alunos; 2. Mestres Boca Rica e Bigodinho; 3. Tradições Populares – Infantil (Capoeira Angola, Maculelê, Puxada de Rede e Samba de Roda); 4. Mestres Felipe de Santo Amaro e Cláudio Angoleiro de Feira de Santana. Além de diversos CDs dos Encontros Internacionais promovidos na Europa, especialmente na França, onde o contramestre Dorado desenvolve seu trabalho, na cidade de Boudeaux. (contribuição: Miltinho Astronauta)