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Condenada por assassinar capoeirista

Maria Bárbara Berengher, de 40 anos, foi condenada a 12 anos de prisão pelo assassinato do fundador da capoeira no Mercado Modelo, mestre “Di Mola”. O julgamento que demorou 10 horas aconteceu na manhã de anteontem, no Fórum Ruy Barbosa, presidido pelo juiz Vilebaldo Freitas e pelo promotor, representante do Ministério Público Estadual (MPE), Luciano Assis.

A família de Domingos André dos Santos, que estava aos 49 anos na época do crime, mais conhecido como mestre “Di Mola”, luta por justiça há nove anos. “Sei que não vamos ter ele de volta, mas agora a justiça foi cumprida”, desabafou a esposa da vítima, a cabeleireira Júnia Onofre.

Conforme os familiares do capoeirista, o crime aconteceu no dia 16 de outubro de 2001, dia do aniversário de “Di Mola”, que foi comemorado com uma festa em sua residência, em Pituaçu. Segundo Júnia, a vítima foi levar um irmão até um ponto de ônibus, quando encontrou com Maria Bárbara próximo à sua casa e ela desferiu um tapa no seu rosto.

Ao retornar, o capoeirista, acompanhado da esposa, foi tirar satisfação com a agressora, quando começou uma nova discussão. Porém, a acusada conseguiu golpear o mestre, quando este se encontrava distraído.

“Di Mola” foi socorrido para um hospital, mas não resistiu aos ferimentos provocados com perfurações de faca na barriga. Maria Bárbara chegou a ficar presa na época, mas, por estar grávida e ter se apresentado à polícia, respondia o processo em liberdade. No julgamento, ela chegou a confessar o crime e chorou várias vezes, demonstrando arrependimento.

Mestre “Di Mola” era muito conhecido nas rodas de capoeira do Mercado Modelo, pois foi um dos fundadores da roda de capoeira no local. Suas gingas e saltos realizados na capoeira de rua se transformaram em cartão-postal da Bahia, e o levaram a representar a arte e ser reconhecido em diversos países

Fonte: http://www.tribunadabahia.com.br

Jovem com deficiência visual mostra talento

No Encontro Raízes de Capoeira, o público parou para Bárbara Rocha, 15 anos. A jovem de Itaperuçu é deficiente visual, e há dois anos prática capoeira.

Bárbara entrou na roda com o mestre Carvoeira, mostrando muito talento e qualidade.

“É muito bom praticar, não tenho nenhuma dificuldade”, afirmou Bárbara. Aos 10 anos, ela perdeu a visão completamente, conseqüência de um acidente doméstico que sofreu com três anos de idade.

Mas com força de vontade e dedicação, Bárbara passou por cima de todos os obstáculos.

Fonte: Jornal de Colombo – www.jornaldecolombo.com.br
contato@jornaldecolombo.com.br

DR. JOSÉ “CISNANDO” LIMA, A PEDRA FUNDAMENTAL DA REGIONAL

DR. JOSÉ "CISNANDO" LIMA

Tudo começou com ele!

Cisnando trazia no coração um sonho…
aprender capoeira enquanto estudava medicina em Salvador…
Cisnando trazia no bolso uma senha…
o acesso ao Palácio e ao Interventor da Bahia, o Ten.Juracy Magalhães…
Cisnando encontrou Bimba no Curuzú – bairro da Liberdade…
Bimba ensinou o jogo de capoeira a Cisnando…
Cisnando ensinou a Bimba a nomenclatura acadêmica  e a pedagogia da capoeira…
Bimba aprovou a sistematização do ensino da capoeira…
Cisnando sugeriu a Bimba a criação da Luta Regional Baiana…
um passo adiante do jogo da capoeira…
no rumo da defesa pessoal…
Cisnando levou Bimba ao Palácio…
para mostrar a luta regional baiana ao Ten. Juracy Magalhães…
Juracy facilitou o ensino da capoeira sob o rótulo de luta regional…
autorizou o funcionamento do "Clube de União em Apuros"…
na Roça do Lobo…
a primeira academia de capoeira do mundo!
Juracy conduziu Cisnando e Bimba ao Presidente Getúlio Vargas…
Getúlio acreditou na Luta Regional Brasileira como esporte e cultura…
Getúlio abriu as portas do mundo para Bimba…
Bimba abriu os olhos do mundo…
para as manifestações culturais áfrico-brasileiras!


DADOS BIOGRÁFICOS
gentileza de seu filho Hildebrando "Kimura"

José Cisnando Lima nasceu em 9 de Outubro de 1914, no Sítio Santa Rosa, Crato/CE.
Ingressou na Faculdade de Medicina da Bahia em 1932 , formando-se em 1937.
Iniciou suas atividades profissionais em Sta. Bárbara/Ba.
Regressou à sua terra natal, em 1943, clinicando em varias cidades do sul do estado até 1950, quando retornou a Sta. Bárbara/BA.
Sonhador, empreendedor, apaixonado pela agricultura, trouxe colonos japoneses para incrementar as técnicas agrícolas em sua propriedade e foi pioneiro na irrigação das suas culturas, o que o conduziu à presidência do Sindicato Rural de Feira de Santana/BA.
Eleito vereador em Feira de Santana, foi líder do partido situacionista neste município.
Nomeado médico da Secretaria de Agricultura, foi requisitado paras a função de legista da Secretaria de Segurança Pública.
Exerceu os cargos de Supervisor Estadual da Merenda Escolar e representante federal da Campanha Nacional para a Merenda Escolar.
Eleito Presidente da Câmara Municipal de Feira de Santana, assumiu a Prefeitura local durante 4 meses por motivo de saúde do prefeito em exercício.
Dois anos depois dedicou-se inteiramente à psiquiatria, fundando duas clínicas particulares para doentes mentais.
Ensinou biologia no Colégio Santanópolis, no Instituto Guimarães e no Educandário da Casa São José.
Aprendeu Jiu-jitsu com Takeo Yano antes de chegar a Salvador.
Com Takamatsu, 5o dan da Shotokan e 2o da Kodokan, praticou e estudou o karatê.
Um dos seus colonos japoneses o iniciou em Kendô e Bojitsu.
A sua equipe de japoneses, oriunda da TakuDai, incluía Saito Masahiro, 2o dan pela Kodokan e 1o dan pela Shotokan,  que ensinou Judô e Karatê no Spartan Gym de Dr. Geraldo Blandy Motta e no Gremio da Escola de Politécnica, com o qual também pratiquei as duas artes marciais.