Blog

clima

Vendo Artigos etiquetados em: clima

Barbacena sedia o I Fórum Regional de Capoeira

De sexta-feira (28) a domingo (30) Barbacena sedia o I Fórum Regional de Capoeira. A abertura acontece às 19h na UEMG, campus Barbacena, com uma palestra do Mestre Ray, de Belo Horizonte.

No sábado (29), rodas de capoeira no centro da cidade. A partir das 15h, cursos de capacitação de capoeira no Cefec com a presença de vários grupos da região e de outros estados.  As inscrições podem ser feitas no dia e no local do evento.

O ponto alto do sábado será a presença do ator e capoeirista Ailton Carmo, protagonista do filme “Besouro”. O longa conta a vida de Besouro Mangangá, um capoeirista brasileiro da década de 1920 a quem eram atribuídos feitos heróicos e lendários. A exibição gratuita do filme será no auditório da Fundac, a partir das 19h.

O encerramento do festival será no domingo  (30), a partir das 10h, na Epcar, com entrada gratuita. Na oportunidade serão graduados cerca de 30 novos alunos. A promoção é da equipe Oficina da Capoeira Barbacena. De acordo com Nicollas Guilarducci, o objetivo do festival é “divulgar a capoeira e a cultura afro-brasileira na cidade”.

 

BARBACENA

Conhecer Barbacena é conhecer uma das regiões mais importantes de Minas Gerais. A mais de 300 anos, Barbacena marcou presença em momentos decisivos na História.
A cidade possui uma média térmica de 17º C, um clima agradável, favorecendo a fruticultura e a floricultura, especialmente a de rosas.
Barbacena é conhecida em todo o Brasil, e também no exterior, como a “Cidade das Rosas”, em função da grande produção de primeira qualidade desta flor. No Brasil, o município também é conhecido como a “Cidade dos Loucos”, pelo grande número de hospitais psiquiátricos instalados no local. A cidade atraiu esses manicômicos em decorrência da antiga idéia, defendida por alguns médicos, de que seu clima ameno, com temperaturas médias bem baixas para os padrões brasileiros, faz com que os ditos “loucos” fiquem mais quietos e menos arredios, supostamente facilitando o tratamento.
Além disso abriga a EPCAR (Escola Preparatória de Cadetes do Ar), várias pousadas e chalés na Serra da Mantiqueira, além de um parque industrial bastante diversificado.

Capoeira: Esporte Olímpico ???

A capoeira como sabemos, não pode ser interpretada de forma simplista e reducionista. Dentre as suas várias possibilidades, ela pode ser caracterizada como jogo, luta, brincadeira, dança, arte, cultura, filosofia, educação. Alguns a consideram também como esporte. A riqueza de referências contidas na capoeira, permite essa diversidade de interpretações.

Gostaria de tecer aqui, algumas considerações sobre a caracterização da capoeira como esporte. Antes de mais nada, é preciso também esclarecer que o fenômeno “esporte” também possui vários sentidos e possibilidades de interpretação. O esporte tanto pode ser visto como atividade voltada para o lazer, visando a busca pela saúde e a educação das pessoas, o desenvolvimento da cooperação e da sociabilidade daqueles que o praticam, como também pode ser visto como uma prática altamente competitiva, excludente, discriminatória (pois só os mais fortes e habilidosos tem vez) em busca da vitória “a qualquer custo”, ou seja, mais um produto dessa nossa cruel sociedade capitalista.

Pois é, aqueles que defendem a capoeira como esporte, têm que deixar claro a que tipo de concepção de esporte estão se referindo. Se for a uma concepção de esporte que busque a integração, o prazer, a inclusão, a socialização das pessoas, aí então posso concordar com essa visão. Mas do contrário, sou muito crítico àquela visão que associa a capoeira ao esporte competitivo, onde campeonatos são organizados para se eleger o melhor, o mais forte, o mais habilidoso, o mais acrobático, onde juízes e regras vão transformando a alegria e espontaneidade de um jogo de capoeira, num clima tenso e pesado onde é travada uma batalha feroz e muitas vezes violenta.

A capoeira não pode ser reduzida a isso !  Gosto de ver um jogo de capoeira onde as pessoas sorriem e se divertem jogando. Onde há espaço para uma brincadeira marota, uma dissimulação, uma mandinga, uma “gaiatice” como se diz aqui na Bahia. Me pergunto como isso seria julgado por um juiz num desses campeonatos ? Quantos pontos valeria uma mandinga ou uma gaiatice de um capoeira malandro ? Por que um jogo de capoeira tem que ter um perdedor e um ganhador ?  Quem vai estabelecer os critérios do que é bom e o que é ruim num jogo de capoeira, para se definir a pontuação ?  É possível alguém definir isso em se tratando de uma prática tão complexa, rica e diversa como a capoeira ???

Nessa direção, muito me preocupa um certo movimento de querer transformar a capoeira em esporte olímpico. Aí seria, na minha opinião, a sentença de morte para a capoeira enquanto livre expressão do povo brasileiro. A capoeira tem beleza e valor, justamente por possuir essa diversidade, essa espontaneidade, essa alegria. No momento em que enclausurarmos a capoeira dentro de regras internacionais rígidas e competitivas – pois é isso que se exige de um esporte olímpico – a capoeira estará sendo destituída de seus elementos mais ricos, mais belos, estará perdendo a sua alma !!! Se o saudoso mestre Pastinha por aqui estivesse, certamente iria bradar contra isso.

Certo dia desses, fui convidado a um evento de capoeira onde, entre outras atividades, houve um campeonato. Fiquei observando de longe as reações, o clima de tensão, os semblantes fechados, as adversidades e as animosidades que aquilo tudo produzia nas pessoas que participavam do tal campeonato. Mas tive certeza mesmo dos malefícios que aquilo trazia, quando presenciei o choro inconsolável de uma menina de 10 anos, que perdera a final para uma outra menina um pouco mais velha. O jogo bonito que ela apresentou não lhe serviu de nada. A garota mais velha, para os juízes, foi mais “agressiva”. A medalha foi para ela !!!

É nisso que queremos que a nossa capoeira se transforme ????

O Samba de Botequim de Pedrão

Pedro Abib, conhecido como Pedrão, é um compositor paulista de quase dois metros de altura que zanzou entre Campinas e São Paulo antes de se mudar para Salvador e fincar raízes por lá. Se o samba já fazia parte de sua vida há quase 20 anos, foi na Bahia que a música encontrou terreno fértil para crescer em forma de trabalho autoral e virar disco – o bom Samba de Botequim, que acaba de ser lançado de forma independente.

Gravado de maio a outubro de 2008, o CD apresenta o Grupo Botequim, fundado há três anos por Pedrão com o objetivo de pesquisar e divulgar a obra de sambistas baianos, como Batatinha, Edil Pacheco, Ederaldo Gentil e Riachão. “A indústria do axé music é muito forte e praticamente acabou com o samba na Bahia. Por isso, a importância do resgate”, diz Ênio Bernardes, ex-integrante do grupo Cupinzeiro e parceiro de Pedrão em Tem Que Se Cuidar, de longe a melhor faixa do álbum.
Apesar da proposta do grupo ser a valorização da cultura baiana e seus compositores, o disco não se limita à geografia local: Pedrão canta suas origens paulistas em Samba da Benção 2, interpretada por Regiane Pomares. Na faixa, feita com Edu de Maria, ele recusa a ideia de que São Paulo é o “túmulo do samba” e rebate a frase dita por Vinicius de Moraes: “Faço samba sim, poetinha/ e o batuque daqui ecoa, ecoa/ com a benção de todos os sambistas/ desta terra da garoa”.
Um dos pontos altos do CD é o encontro de Pedrão e Walmir Lima, sambista que fez relativo sucesso nos anos 70 e depois desapareceu. Ambos assinam e dividem a faixa Quebra-Mar, um partido-alto recheado de versos irreverentes e tocado sem a correria habitual, na cadência baiana: “A lua quando fica nova/ sinal que a maré tá vazante/ a onda na reviravolta/ carrega o siri arrogante”.
Outro representante da velha guarda a participar do disco é Edil Pacheco, em Tenda de Babalaô: “Cheguei então sorrateiro/ Na Baixa do Sapateiro/ No Largo de São Miguel/ Ao som do cavaco e pandeiro/ Ergui as mãos ao céu”. Em Casa de Dona Cabocla, que reproduz o clima de um tradicional reduto boêmio na Bahia, diz a letra: “Me serviram cambuí/ depois um gengibre que veio gelado/ Dona Cabocla abriu a cerveja/ e Rosenilda me trouxe um traçado”.
Apenas duas faixas destoam do conjunto da obra: Meu Lugar e Ceci trazem melodias repetitivas e até mesmo enfadonhas. No geral, porém, Samba de Botequim preserva e respeita o melhor da tradição do gênero, seja nos arranjos, seja na formação instrumental (“cozinha” composta por pandeiro de couro, tamborim, surdo e repique de anel). O título do álbum não é aleatório: gravado num clima informal, o repertório é a trilha sonora perfeita para a mesa do bar.

Fonte: Bruno Ribeiro – http://botequimdobruno.blogspot.com

Pedro Abib é colunista do Portal Capoeira, responsável pela rúbrica Crônicas da Capoeiragem

Nosso Encontro 2009 – 10 anos de “Capoeira & Camaradagem”

A OFICINA INTERNACIONAL DE CAPOEIRA, um fantástico encontro repleto de muita energia positiva, carinhosamente batizado de “Nosso Encontro”, acontece pelo décimo ano consecutivo em Évora, região do Alentejo Português, para o qual tive a honra de ser convidado pela quarta vez para atuar como responsável pela comunicação social e é claro “jogar e vadiar” bastante, é um deste acontecimentos únicos que marcam a nossa caminhada dentro do universo da capoeiragem…

A cidade de Évora, cercada por uma beleza medieval e ao mesmo tempo contemporânea, é um lugar convidativo e hospitaleiro, de clima agradavel que irá se transformar durante os tres dias do “Nosso Encontro” na CASA DA CAPOEIRA.

“uma experiência fantástica e uma grande honra poder estar com pessoas que tem trabalhado com afinco e com o coração pela nossa arte capoeira e acima de tudo uma grande satisfação ter reencontrado grandes irmãos e conquistado novos amigos…”

Um encontro de PAZ e UNIÃO e muita CAPOEIRA!!! É assim que defino o “NOSSO ENCONTRO”

Luciano Milani

 


Carta de Apresentação

Caros companheiros,

Nosso Encontro chega no décimo ano consecutivo e tencionamos brindar essa data comemorativa com mais três dias de capoeiragem norteada pelo sempre clima de camaradagem e troca de conhecimentos que se tornou marca de qualidade nesses dez anos.

Marcado para os dia 11, 12 e 13 de Setembro, contaremos esse ano com a participação especial do Mestre Plínio de São Paulo que alem de dividir com todos nós seus conhecimentos de capoeiragem angoleira, nos presenteará com uma palestra abordando aspectos do desenvolvimento histórico da capoeira angola no estado de São Paulo fazendo, também, alusão às diferentes linhagens da capoeira angola e seus rituais mais expressivos.

Teremos nossas já conhecidas oficinas de capoeira sob responsabilidade dos profissionais presentes – mestres, contramestres e professores, nossa palestra com o mestre convidado, momento de perguntas da platéia, roda da praça do Giraldo, festa de, aulas de danças afro-brasileira com nosso já conhecido Murah, Danças Africanas com o nosso, não menos conhecido, Petchu, além de toda uma equipe que mais uma vez dará suporte para que nosso encontro aconteça pela décima vez. A forma que cada um participa no nosso encontro tem definido o bom resultado. Muito obrigado e nos vemos por lá.

Umoi Souza

 


English

Dear Friends,

This year marks the 10th “Nosso Encontro” (Our Encounter) and to celebrate this achievement we will once again have three more days of Capoeiragem ruled by the same environment of camaraderie and knowledge exchange that became the quality mark for these last ten years.

Set for the 11th, 12th and 13th of September, this year we will be honored in welcoming Mestre Plinio of Sao Paulo, who will be sharing his knowledge of Capoeira Angola and also be speaking about the historical development of Capoeira Angola, as it pertains to the state of Sao Paulo, while making references along the way to the different lines of Capoeira Angola and its rituals.

We will also have our usual Capoeira workshops with the attending mestres, c.mestres and professors, and our speech with the honoured guest mestre. Question and answer sessions will follow, the roda in the town centre “Praca do Giraldo” along with a party to mingle and meet everyone. In addition, we will also have Afro-Brazilian dance classes with our friend, Murah; African dance classes with the always present Petchu, along with the efforts of an entire team that once again will support us, such that our encounter will happen for the tenth time. The continued success of this event each year is due to the contributions of all its participants. Thank you very much and we’ll see you there.

Umoi Souza

Alagoas sedia Encontro Internacional de Capoeira

De 31 de julho a 03 de agosto, acontece nos municípios de Maceió e União dos Palmares o I Muzenzumbi – "Capoeira na Terra de Zumbi"

Já faz uma semana do reconhecimento da capoeira como Patrimônio Nacional, mas a festa ainda continua. Alagoas sediará o I Muzenzumbi Capoeira Internacional – "Capoeira na Terra de Zumbi", nos dias 31 de julho a 03 de agosto, nas cidades de Maceió e União dos Palmares. A atividade é organizada pelo Grupo Muzenza.

Participam Mestres, professores e alunos de capoeira de Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Bahia, Pará, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Israel. A estimativa é reunir 500 participantes, as inscrições são gratuitas e também estão disponíveis para simpatizantes.

A programação inicia com uma palestra sobre "Religião de Matriz Africana" ministrada pelo historiador e babalorixá Célio Rodrigues, às 20h, no Centro de Treinamento (sede) – localizado na Rua da Saudade, nº 60, Clima Bom 1. E na sexta-feira, acontecem rodas de capoeira às 17h no calçadão do comércio de Maceió, e às 20h, na sede do Muzenza.

Durante o final de semana, as atividades continuam em União dos Palmares. No sábado (02) às 18h, será inaugurado no bairro Jatobá o Centro de Treinamento do município. Os participantes terão a oportunidade de visitar à Serra da Barriga, local sagrado e palco da resistência negra, no domingo pela manhã. O encontro encerra às 15h, na Praça Basiliano Sarmento, com aulão de capoeira, batizado e trocas de cordas.

De acordo com Marcelo Cardoso (Mestre Girafa), coordenador do Grupo Muzenza em Alagoas, o encontro estimulará o intercâmbio sócio-desportivo e cultural. "Iremos mostrar um pouquinho da capoeira alagoana para o mundo". Afirmou ainda a importância do evento para o crescimento da capoeira local. "Esse evento tem grande importância porque fortalece a capoeira de Alagoas, ao trazer mestres e contra-mestres de vários Estados que possuem experiência nacional e internacional. A maioria dos mestres que estão vindo, ministram cursos em diversos países do mundo. O Mestre Burguês (coordenador nacional do grupo) chega no sábado, vem direto da Europa", declarou.

O evento conta o apoio da Fundação Cultural Palmares/Ministério da Cultura; Secretaria Estadual da Mulher, Cidadania e Direitos Humanos; Fundação Municipal de Ação Cultural de Maceió; e a Prefeitura de União dos Palmares.

Muzenza

A Associação Muzenza de Capoeira é um dos grupos mais conhecidos e tradicionais da modalidade. Fundado em 05 de maio de 1972, busca desenvolver o nível técnico, teórico e didático-pedagógico dos capoeiristas, além de valorizar os Mestres experientes.

Encontra-se em todo território nacional e 45 países (04 continentes), introduziu a capoeira em clubes, quartéis, escolas, academias, comunidades carentes e negras. Já realizou 03 campeonatos mundiais, 06 Opens de capoeira e diversos eventos no Brasil e no mundo.

No estado de Alagoas, o grupo encontra-se em Maceió (Clima Bom, Complexo do Benedito Bentes, Jacintinho, Chã da Jaqueira, Feitosa, Pestalozzi) e nos municípios de União dos Palmares, Delmiro Gouveia e Arapiraca. Há 13 anos utiliza a capoeira como ferramenta de inclusão social e educacional, realizando um amplo trabalho na periferia, em escolas das redes particulares e públicas; inclusive, com portadores de necessidades especiais.

Capoeira

A capoeira é uma das principais riquezas da cultura afro-brasileira une dança, música e luta. Praticada em mais de 150 países, por capoeiristas das mais variadas classes sociais e faixas etárias, sem discriminação quanto à religião, raça e gênero. Divide-se em dois estilos angola e regional, além de ter outras manifestações como: Maculelê, Puxada de Rede, Samba Duro e de Roda.

No dia 15 de julho, a capoeira foi eleita Patrimônio Cultural, pelo Conselho Consultivo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Entrou na lista dos 14 patrimônios culturais do País, e o processo de registro inclui a roda de capoeira no Livro das Formas de Expressão e a criação de um plano de previdência especial para os "velhos mestres".

SERVIÇOS

Associação Muzenza de Capoeira – AL

Rua da Saudade, Nº 60, Clima Bom I. Tabuleiro Dos Martins. Cep: 57071-870 / Maceió-AL

Contatos: (82) 3033-3833 / 8814-4366 / 8816-6143 / 8808-9366

Texto: Helciane Angélica (Jornalista – 1102 MTE/AL)

Fotos: Grupo Muzenza (Divulgação)

Évora: Mestre Umoi, Capoeira & “Nosso Encontro”

Nome do evento: VIII Oficina Internacional de Capoeira – Évora 2007 – “Nosso Encontro”

Data: 07, 08 e 09 de Setembro de 2007

Local: Piscinas Municipais de Évora

Convidado palestrante: Mestre Beija-Flor – Capoeira Paname – Paris

A OFICINA INTERNACIONAL DE CAPOEIRA, um fantástico encontro repleto de muita energia positiva, carinhosamente batizado de “Nosso Encontro”, acontece pelo oitavo ano consecutivo em Évora, região do Alentejo Português, para o qual tive a honra de ser convidado pela segunda vez para atuar como responsável pela comunicação social e é claro capoeirar bastante, é um deste acontecimentos únicos que marcam a nossa caminhada dentro do universo da capoeiragem…

A cidade de Évora, cercada por uma beleza medieval e ao mesmo tempo contemporânea, é um lugar convidativo e hospitaleiro, de clima agradavel que irá se transformar durante os tres dias do “Nosso Encontro” na CASA DA CAPOEIRA.

“uma experiência fantástica e uma grande honra poder estar com pessoas que tem trabalhado com afinco e com o coração pela nossa arte capoeira e acima de tudo uma grande satisfação ter reencontrado grandes irmãos e conquistado novos amigos…”
Um encontro de PAZ e UNIÃO e muita CAPOEIRA!!! É assim que defino o “NOSSO ENCONTRO”

Acesse o site do evento e garanta a sua participação: www.nossoencontro.net

Luciano Milani

Mestre Umoi Souza, Grupo União na Capoeira, coordenador e mentor da Oficina Internacional de Capoeira, convida a toda a comunidade capoeirística para a oitava edição deste grandioso acontecimento.
“Caros capoeiristas,
Axé a todos vocês.
Pelo oitavo ano consecutivo venho anunciar que nos preparamos para mais uma jornada de três dias de capoeira em Évora.
O Nosso Encontro, antes de ser um evento, é um conceito que tentamos partilhar com a capoeiragem que aparece para uma vadiação.
Não temos convidados. Temos o espaço aberto para a promoção da capoeiragem e do capoeirista aluno, professor, contramestre ou mestre.
Estes últimos são as grandes estrelas que fazem brilhar o nosso encontro. Integram um quadro de profissionais que durante o evento divide com todos nós seu conhecimento teórico-prático nos domínios da capoeiragem e dignifica o capoeirista menos experiente presente em momentos de formação, devidamente organizados pelos três dias.
Évora 2006: Mestre UmoiSendo assim, o nosso encontro não se torna um evento destinado a um mestre especial, a um grupo seleto de participantes ou a um seguimento de capoeira. Mas promove espaços onde capoeiristas de várias correntes possam se sentir à vontade para se expressar sob um clima de camaradagem e respeito recíprocos.
Nossas regras de participação são bem simples e fáceis de serem seguidas, pois fazem parte do cotidiano de todo cidadão equilibrado física e emocionalmente.
Na esperança de poder conhecer novos capoeiras e rever bons amigos, fica o desejo de um bom encontro para todos nós.
Axé.”
Umoi Souza
Coordenador

Mestre Jaime de Mar Grande: Oficina de Berimbaus da Linha Paraguaçu

Nosso grande Amigo e Parceiro, Mestre Jaime de Mar Grande está preparando uma oficina de Berimbaus muito especial já que para o Mestre Jaime existe uma enorme relevancia entre os aspectos que fazem parte da fabricação do Berimbau, muito antes do artesão começar a fabrica-lo: A forma, o clima, o local de origem da madeira, a preocupação ambiental, a energia de quem colheu a matéria prima, são apenas alguns dos aspectos importantes para que o instrumento possa ecoar…
 
Esta é uma excelente oportunidade para quem quiser vivenciar uma experiencia positiva dentro do processo de confeccionar o "instrumento rei" da capoeira", saborear um ótimo almoço e compartilhar da sempre agradavel e simpatica companhia do Mestre.
Fica aqui esta excelente dica!!! Participe!!!
Luciano Milani

A Associação Cultural de Capuêra Angola Paraguaçu
convida-a (o) para participar da
Oficina de Berimbaus da Linha Paraguaçu
Ministrada por Mestre Jaime de Mar Grande
Dia 13 de maio de 2006
 
OBJETIVO:
A oficina tem como objetivo fornecer informações necessárias nos mínimos detalhes (Incluindo informações referentes ao desmatamento), desde o momento da retirada da madeira, até a confecção do instrumento e conservação do mesmo.
 
CONTEÚDO:
Serão abordados assuntos comparativos a outros instrumentos que requerem os mesmos cuidados, quando da escolha da madeira (A exemplo da fabricação do violão), quanto ao tempo que a madeira deve ficar em estufa e, ainda, a qualidade e o peso da mesma.
Pois, para obtermos um instrumento de qualidade é preciso primeiro saber a época em que foi retirada  a madeira (O mês, a lua, a pessoa que está retirando, o corte, o diálogo entre o cortador e a árvore, a relação do ser humano cortador com o reino vegetal).
Como ninguém vive sozinho, falaremos agora da parte feminina da união que acontece no mesmo reino, o cuidado que deve ser seguido na escolha das cabaças. À exemplo da verga (Madeira), deve-se considerar a época do ano melhor para adquirirmos cabaças de qualidade, o clima que a matéria da cabaça fica mais consistente (O clima interfere em tudo: no tamanho, na estética, na consistência…).
Teremos três espécies de vergas: biriba, condurú e candeia. Quanto as cabaças, teremos três opções de tamanho: pequena, media e grande.
E ainda, antes da roda final, logo após o termino da produção dos instrumentos, uma aula de toques e dicas fundamentais e necessárias para facilitar o aprendizado.
Dentro deste mesmo trabalho, serão tratados vários outros assuntos dos nossos interesses. Será uma oportunidade de vivenciarmos um dia de muito aprendizado, onde todos poderão aprender, ensinar, brincar, dividir, somar, multiplicar, descontrair, reintegrar, confraternizar, jogar, sambar, dançar e amar. Num clima de muita alegria e de amizade.
 
PROGRAMAÇÃO:  dia 13 de maio de 2006
 
09h – Inicio da oficina
12h – Almoço no local do evento (Durante o almoço será exibida a fita da Roda do dia 11 de março de 2006.)
14h – Continuação da oficina
15h – Término da oficina e Roda de Capoeira
17h – Samba de Roda  
 
Local: Rua dos Lavapés, 89 – Cambuci.
 
INVESTIMENTO:
Não sabemos exatamente quando estamos ensinando ou, quando estamos aprendendo. Estamos na verdade fazendo as duas coisas ao mesmo tempo. Contudo, será solicitada uma taxa:
R$ 35,00 (Trinta e cinco reais) até 5/5
R$ 40,00 (Quarenta reais) após 5/5
 
        Valores referentes a participação em todo o evento, incluindo o almoço:  comida baiana.
 
A taxa poderá ser entregue ao Mestre Jaime de Mar Grande, às segundas-feiras e quartas-feiras das 19h30 às 21h30. Na Rua dos Lavapés, 89 – Cambuci. Ou, através de depósito bancário no Banco do Brasil, em nome de Jaime Lima. Agência:  0172-4 – Conta poupança: 10637-2.
 
O comprovante do depósito deverá ser enviado para o endereço eletrônico: jaimedemargrande@hotmail.com, juntamente com nome completo da pessoa inscrita.
Mestre Jaime, Mestre Cavaco, Gaucho e Ratão - Negaça
 
Maiores informações: (11) 9954-6668 / (11) 9560-3959
 
Axé!