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Aconteceu: Ciclo de debates Pró-Capoeira

Ciclo de debates Pró-Capoeira

Em uma parceira da SEMIRA, através da Superintendência da Igualdade Racial, com a Fundação Palmares e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) aconteceu no Centro de Referência da Igualdade (CREI) o ciclo de debates Pró-Capoeira. O intuito do evento foi debater o reconhecimento da profissão do Mestre de Capoeira, sua importância na cultura e economia do país, bem como a salvaguarda e o incentivo a prática da capoeira.

Estiveram presentes o Sr. Alexandro Reis, diretor do Departamento de Proteção ao Patrimônio Afro-Brasileiro da Fundação Cultural Palmares; a Sra. Salma Saddi, Superintendente do IPHAN em Goiás; a Sra. Teresa Maria Cotrim de Paiva Chaves, Coordenadora Geral de Salvaguarda do IPHAN, além de diversos Mestres e Contra-Mestres de Capoeira de todo estado.

O eventou contou, ainda, com a apresentação da Banda Visual Ylê e do Afoxé Onilewá do terreiro Onilewa Azanadô.

 

FONTE

Comunicação Setorial – SEMIRA

Fotos: Valdir Araújo

Longe do trabalho infantil, crianças se dedicam aos estudos e atividades lúdicas

Jogos, brincadeiras, capoeira, música, educação física e breaking. Essas são apenas algumas das atividades promovidas por meio do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti), em Piraquara. No contraturno escolar, são atendidas cerca de 300 crianças e adolescentes, com idades entre 7 e 15 anos.

Além das atividades lúdicas e educativas, de acordo com a coordenadora do programa, Claudiane Ferrari, tanto as crianças quanto os pais são acompanhados por uma equipe multidisciplinar composta por assistente social, pedagogo e psicólogo. As reuniões familiares podem ser mensais, quinzenais ou semanais dependendo de cada situação.

“Em caso de denúncia em que as crianças trabalham nos finais de semanas, por exemplo, é chamada a atenção da família. Primeiro há uma reunião e no caso de reincidência o caso é encaminhado para a Vara da Família para que sejam tomadas as medidas necessárias. A família tem que assumir o papel na educação dos filhos”, explicou a coordenadora. Cada família recebe R$ 40 por criança participante do programa.

Ainda de acordo com Claudiane, o programa também possui outras exigências. Os pais têm que participar das reuniões e os alunos têm que frequentar a escola e o Peti. A tolerância é de apenas três faltas mensais, com justificativa. Caso a família não cumpra com as regras o benefício pode ser bloqueado e até cancelado. Além do acompanhamento também nas escolas, o programa incentiva o aluno na superação de dificuldades na aprendizagem.

 

Peti

O objetivo do programa desenvolvido pela prefeitura municipal é oferecer um espaço seguro e voltado para o desenvolvimento biológico, psicológico e social de crianças e adolescentes antes submetidos a situações de trabalho, exploração e mendicância.

Desde o início deste ano, o Peti está instalado em prédio próprio, que fica em anexo ao Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Piraquara Solidária, no Bairro São Cristóvão. O transporte para o deslocamento diário é proporcionado gratuitamente a todos os alunos. Além disso, o programa também oferece duas refeições (lanche e almoço).

A coordenadora pedagógica e os cinco instrutores são contratados a partir de um convênio firmado com a Adesobrás. Os demais funcionários pertencem ao quadro próprio (efetivo) da prefeitura municipal (coordenadora geral, professora, assistente social, técnico administrativo, motorista, dois estagiários, quatro auxiliares de serviços gerais e duas merendeiras).

Em tempo: O programa atende, exclusivamente, crianças e adolescentes (abaixo de 16 anos) em situação de trabalho infantil e risco social. Para participar é necessário procurar a sede do Peti, que fica na Rua Reinaldo Meira, n.º 978, no bairro São Cristóvão. Para fazer as inscrições basta apresentar RG e comprovante de residência. Mais informações: (41) 3653-7387.

 

Fonte: http://agoraparana.uol.com.br/

Loucos pela Diversidade

Cerimônia de Premiação será na próxima quarta-feira (25) no Teatro de Arena da Caixa Cultural, no Rio

O Ministério da Cultura e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizam, no próximo dia 25, às 11 horas, no Teatro de Arena da Caixa Cultural, no Rio de Janeiro, a cerimônia de premiação do Edital Loucos pela Diversidade 2009, Edição Austregésilo Carrano.

55 iniciativas, selecionadas por meio de concurso público, foram contempladas com o prêmio, que teve investimento total de R$ 675 mil oriundos da Caixa Econômica Federal, parceira da Secretaria da Identidade e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (SID/MinC)e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), por intermédio do Laboratório de Estudos e Pesquisa em Saúde Mental (LAPS), na realização do Edital.

O Prêmio Loucos pela Diversidade integra as ações da SID/ MinC para promover e garantir a participação das pessoas em sofrimento psíquico nas políticas públicas de cultura, e é resultado das propostas aprovadas na Oficina Nacional de Indicação de Políticas Públicas para Pessoas em Sofrimento Mental e em Situação de Risco Social, realizada em 2007, no Rio de Janeiro.

Ao todo foram 369 projetos inscritos que atuam na interface saúde mental e cultura para pessoas em sofrimento psíquico. Os prêmios foram divididos em quatro categorias, sendo, 7 deles destinados para instituições públicas, 8 para organizações da sociedade civil, 20 para grupos autônomos e 20 para pessoas físicas. Cada prêmio, para as três primeiras categorias, será de R$ 15 mil. Para os integrantes da categoria pessoas físicas o valor da premiação será de R$ 7,5 mil.

A cerimônia de premiação contará com a presença do Ministro da Cultura, Juca Ferreira, e do secretário da Identidade e Diversidade Cultural, Américo Córdula. Haverá um cortejo com o Coletivo Tá pirando, pirado, pirou! e uma apresentação musical do grupo de ações poéticas Sistema Nervoso Alterado. Ambos os grupos foram premiados no concurso.

Os Contemplados

Uma das iniciativas contempladas com o Prêmio Loucos pela Diversidade 2009, Edição Austregésilo Carrano, foi o Programa Igual Diferente, desenvolvido, desde 2002, pelo Museu de Arte Moderna de São Paulo. O programa tem como objetivo promover o estudo e a criação de arte, por meio de modalidades artísticas como a pintura, a escultura e a fotografia, para pessoas em situação de sofrimento psíquico.

A coordenadora do Programa Igual Diferente, Daina Leyton, considera iniciativas como o Prêmio Loucos pela Diversidade, fundamentais para o estímulo a programas que promovam a reintegração social das pessoas em transtorno mental que, na maioria das vezes, são vítimas de discriminação social. “É um marco no processo da promoção e da construção de ‘um outro olhar’ para a questão dos deficientes mentais. E, mais do que isso, é também um importante passo na quebra de preconceitos e um incentivo para que outras instituições desenvolvam atitudes semelhantes”, diz a coordenadora.

A SID/MinC publicará, no decorrer da próxima semana, uma série de entrevistas com os premiados do Edital Loucos pela Diversidade. A primeira será a entrevista completa com a coordenadora do Programa Igual Diferente do Museu de Arte Moderna de São Paulo, Daina Leyton.

Mato Grosso do Sul comemora Dia Mundial da Síndrome de Down com Dança e Capoeira

O Dia Mundial pela Síndrome de Down, comemorado dia (21/03), será marcado por atividades de conscientização e disseminação do conhecimento da síndrome em Campo Grande (MS). Para celebrar a data, Uma Rede de Supermercados  em parceria com a Escola de Desenvolvimento Especial Juliano F. Varela, especializada em acolher portadores da Síndrome de Down, realiza pela primeira vez na Capital uma festa especial com apresentações de danças e distribuição de folders educativos.
 
A coordenadora pedagógica da escola, Roberta Navarrete Ribeiro, explica que na ocasião cerca de 80 alunos da Escola Juliano Varela apresentará ao público campo-grandense habilidades na capoeira e na dança do ventre. “Eles também estarão entregando folhetos informativos sobre as atividades desenvolvidas pela Escola Juliano Varela e sobre a importância da inclusão social”, ressalta a coordenadora.
 
Atualmente, a Escola Juliano Varela atende cerca de 120 alunos com os programas de estimulação precoce, educação infantil e ensino fundamental, atividades extras curriculares, como a capoeira, educação no trânsito e inserção no mercado de trabalho, além do grupo de dança formado pelos alunos da escola. Ela é mantida através de doações e de convênios com o governo federal, estadual, municipal e doações de empresas e particulares.
Síndrome de Down
 
O Dia Mundial da Síndrome de Down foi escolhido pela Associação Internacional Down Syndrome International, em alusão aos três cromossomos no par de número 21 (21/3) que as pessoas com síndrome de Down possuem. A síndrome de Down não é um defeito nem uma doença. É uma ocorrência genética natural, que no Brasil acontece em 1 a cada 700 nascimentos e está presente em todas as raças. Por motivos ainda desconhecidos, durante a gestação as células do embrião são formadas com 47 cromossomos no lugar dos 46 que se formam normalmente.
O material genético em excesso (localizado no par de número 21) altera o desenvolvimento regular da criança. Os efeitos do material extra variam enormemente de indivíduo para indivíduo, mas pode-se dizer que as principais características são os olhinhos puxados, o bebê ser mais molinho e o desenvolvimento em geral se dar em um ritmo mais lento. Com apoio para seu desenvolvimento e a inclusão em todas as esferas da sociedade, as pessoas com síndrome de Down têm rompido muitas barreiras.
Em todo o mundo, e também aqui no Brasil, há pessoas com síndrome de Down estudando, trabalhando, vivendo sozinhas, escrevendo livros, se casando e até chegando à universidade.

Capoeira & Programa de Erradicação ao Trabalho Infantil

Ações destinadas às crianças e adolescentes do município de Porto do Mangue são desenvolvidas através do Programa de Erradicação ao Trabalho Infantil (Peti), visando manter os beneficiados na escola e participando de atividades educativas. O programa atende a crianças e adolescentes com faixa etária entre 7 e 15 anos com atividades visam a melhoria na qualidade de vida para a população.
 
Segundo a coordenadora do Peti, Antonia Cristiane Florêncio Dantas, o programa beneficia atualmente cento e cinqüenta crianças do município, sendo cem atendidas na sede do município, trinta na comunidade do Rosado e vinte na comunidade do Logradouro, em vários atendimentos.
 
Atividades
 
"Estas crianças e adolescentes participam de atividades educativas em horário inverso ao escolar. Para ser uma beneficiada, ela precisa estar matriculada na escola e estar freqüentando as aulas regularmente", afirma.
 
De segunda a sexta-feira, as crianças e adolescentes participam de diversas atividades educativas em horário inverso escolar, com as aulas de reforço, capoeira e de serigrafia. Todos as atividades são acompanhadas por monitores especializados que acompanham todas as ações desenvolvidas. Através do programa, cada beneficiado recebe mensalmente uma bolsa no valor de R$ 25,00 para auxiliar na renda familiar.
 
A coordenadora destaca que a merenda distribuída é acompanhada por uma nutricionista, que monta semanalmente um cardápio alimentar com todos nutrientes necessários para uma alimentação saudável.
Capoeira
A equipe da Secretaria Municipal de Assistência Social está elaborando um projeto para realizar o batizado da capoeira no final do ano. O evento está previsto para acontecer em 10, 11 e 12 de dezembro, e contará com a participação de grupos de capoeira de outros municípios e de estados vizinhos.
A coordenadora informa que os projeto está na fase de elaboração para depois ser encaminhado os ofícios para outras cidades. "Será um grande evento e esperamos reunir um grande número de pessoas. O evento marcará o resultado de todo o trabalho realizado com os alunos", finaliza
 
http://diariodenatal.dnonline.com.br
 

 
PETI – Programa de Erradicação do Trabalho Infantil
 

O Brasil é considerado referência mundial no combate à exploração de crianças. É o único país a adotar política específica contra esta mão-de-obra. Em 1996, o governo criou o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil, o PETI. Resultado da mobilização da sociedade seu principal objetivo sempre foi de retirar crianças e adolescentes de 7 a 15 anos do trabalho perigoso, penoso, insalubre e degradante.
 
O PETI é uma ação do governo que desperta em nossas crianças e em suas família a possibilidade de um outro futuro.Atualmente, as ações de proteção social especial às crianças e adolescentes vêm sendo transformadas em política pública e ações continuadas a serem executadas regularmente por meio do Sistema Único da Assistência Social – SUAS. Ao lado disto, existe o compromisso do governo federal de alcançar até 2006 todas as crianças e adolescentes utilizados como mão-de-obra. Segundo o PNAD/2003 são 2,7 milhões, na faixa dos 5 a 15 anos, representando 7,46% das crianças nesta idade. Em 1995, um ano antes da criação do Peti, eram 5,1 milhões – 13,74% das crianças entre 5 e 15 anos.
 
Para mais informações sobre o Peti clique aqui e acesse o conteúdo da página do portal MDS

Ludicidade, Pedagogia, Cidadania & Capoeira

SEE leva discussão étnico-racial a jovens de favela
 
Utilizar o lúdico como proposta pedagógica, a fim de levantar a auto-estima, promover a cidadania e o intercâmbio entre crianças e professores da Favela Sururu de Capote. É com este objetivo que a Secretaria Executiva de Educação, através do Núcleo Temático Identidade Negra na Escola, em parceria com a Editora Paulinas, realiza nesta terça-feira, das 9h às 11h e das 14h às 16h; e na sexta-feira, das 9h às 11h, uma série de oficinas temáticas na sede da Editora Paulinas, localizada no Centro de Maceió.
 
A iniciativa faz parte do Projeto Vim para que Todos Tenham Vida, por meio da oficina temática “Outubro é Mês de Xirê”. Xirê, na língua iorubá, quer dizer festa, brincadeira e propõe, por meio da brincadeira entre professores e alunos, transmitir os valores da tradição e cultura negras.
 
No mês em que se comemora o dia das crianças e o dia do professor, nada mais propício do que promover o intercâmbio entre a comunidade acerca dos valores da diversidade, com a utilização da capoeira e jogos no aprendizado e respeito às diferenças.
 
“A proposta de realizar essa experiência brincante de aula passeio é uma estratégia pedagógica dinâmica e divertida de envolver crianças no aprendizado e respeito do outro e das diferenças étnico-raciais, contribuindo para a promoção dos valores sociais, étnicos e culturais”, explica Arísia Barros, coordenadora do Núcleo Temático.
 
Oficinas – A primeira oficina temática “Jogando o Jogo da Capoeira” será voltada para 40 crianças entre sete e 11 anos da favela Sururu de Capote, das 9h às 11h e será coordenada pelo mestre em Capoeira e presidente do Centro de Capoeira Quilombo dos Palmares e professor de educação física da rede, Cláudio Figueiredo.
 
À tarde, a partir das 14h, acontece a segunda oficina, “Dançando a Dança Afro”, ministrada por Nane Moreno, coordenadora do Grupo de Dança Afro Oju Omin Omorewá. Será trabalhada com os 40 alunos, também entre sete e 11 anos, a dança africana, uma das tradições mais antigas das sociedades africanas.
 
Na sexta-feira, a partir das 9h, será realizada a oficina “Omowalê” – a filha que volta para casa. A palestrante Ana Márcia Ferreira de Farias, pedagoga, coordenadora do Projeto Laboratório Pedagógico da SEE e mestranda em Educação, fará uma reflexão sobre educação e diversidade étnico-racial para 80 professores da rede estadual de ensino.
 
“A oficina de encerramento fornecerá um elemento de manutenção da identidade étnica de meninos e meninas negras, através da Lei 10.639/03 e da temática afro-brasileira”, comenta Arísia. O encerramento das atividades está previsto para as 11h. Todo o transporte e alimentação dos participantes estão sendo providenciados pela SEE e pela Editora Paulinas.
 
(Agência Alagoas)  
 
 
Fonte: WWW.GAZETAWEB.COM  – Maceió, AL, Brasil