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Festival de Dança do Triângulo apresenta “Bahia de Todas as Cores”

O Balé Folclórico da Bahia (BFB) é a atração da abertura oficial da 22ª edição do Festival de Dança na Arena Tancredo Neves (Sabiazinho). O BFB apresentará ao público o espetáculo “Bahia de Todas as Cores”. Para conferir esta e outras atrações no Sabiazinho, é preciso trocar 1 litro de leite de caixinha pelos ingressos na bilheteria ou na Oficina Cultural, das 12h às 18h.

Formado por 20 bailarinos, cinco músicos e dois cantores, o grupo mostrou na noite de ontem (27), fragmentos do espetáculo, com as coreografias “samba de roda” e “capoeira”. A apresentação fez parte do lançamento oficial do Festival, que aconteceu no Largo do Rosário e reuniu um público de mais de mil pessoas. “Eu gostei muito do pouco que vi e acredito que o espetáculo completo deve ser muito bonito. Vou fazer de tudo para não perder o show”, disse Marlene de Fátima Ribeiro, 70 anos, que conferiu a primeira noite do evento e elogiou os movimentos precisos do BFB.

 

Todas as Cores

Divididas em sete atos, as coreografias do espetáculo mostram a origem do homem, a puxada de rede feitas pelos pescadores, a dança em comemoração à boa colheita de cana, os toques sagrados do berimbau, o samba de roda, o gingado da capoeira e a festa de afixerê, uma ode à felicidade de ser negro. A direção geral é de Walson Botelho, artística, de José Carlos Arandiba e musical, de José Ricardo Sousa.

Criado em 1988, o BFB tem trabalhos reconhecidos no Brasil e no exterior, no âmbito da pesquisa, da manutenção e da promoção das mais diversas tradições do povo baiano. “Nossos espetáculos envolvem dança, música e outros aspectos que ajudam a expressar as manifestações culturais existentes na Bahia. Com o Bahia de Todas as Cores, vamos mostrar um pouco desta identidade ao público”, disse Walson Botelho, diretor-geral do grupo.

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A Capoeira por Lima Campos (1906)

Clássico da Literatura da Capoeira, com ilustrações de Kalixto
 
Jornal do Capoeira – www.capoeira.jex.com.br
Edição AUGUSTO MÁRIO FERREIRA – Mestre GUGA (n.49)
de 13 a 19 de Novembro  de 2005
Nota do Editor:
Temos publicado, aos poucos, algumas crônicas e textos da literatura clássica da Capoeira, sendo a maioria delas publicadas originalmente no Rio de Janeiro, entre o final do século XIX e início do século XX. O clássico que publicamos nesta edição – "A Capoeira", por Lima Campos, Revista Kosmos, 1906 – foi enviada foi há algum tempo pelo capoeira-pesquisador Carlos Carvalho Cavalheiro, Sorocaba, SP. Para abrilhantar tal clássico, o autor contou com famosas ilustrações de Kalixto. Tanto o texto quanto as ilustrações descrevem minúcias do cotidiano capoeirístico do Rio de Janeiro, com detalhes sobre seus jeitos, tipos e vestimentas. O facsimili enviado por Cavalheiro é parte integrante do acervo particular do historiador Adolfo Frioli. 
Miltinho Astronauta


A capoeira
(parte I)
 
Lima Campos, Rio de Janeiro
Revista Kosmos, 1906
 
"TYPOS E UNIFORMES DOS ANTIGOS NAGOAS E GUAYAMÚS SENDO OS PRINCIPAES DISTINCTIVOS DOS PRIMEIROS CINTA COM CORES BRANCA SOBRE A ENCARNADA E CHAPÉO DE ABA BATIDA PARA A FRENTE E DOS SEGUNDOS COM CORES ENCARNADAS SOBRE A BRANCA E CHAPÉO DE ABA ELEVADA NA FRENTE.
 Não te conto nada seu compadre! o samba esteve cuerêréca. No fim que houve uma chorumella de escacha. O Cara Queimada estava de sorte com a Quinota quando o marchante chegou. Ih! seu camarada! Foi um estrompicio!
O Marchante era sarado, foi logo encaroçando a joça. Eu tive que entrar com o meu jogo, sim, tu sabes, que não vou nisso, e ali eu estava separado, não havia cara que me levasse vantagem. Quando a coisa estava preta eu fui ver como era p’ra contar como foi."
"Das cinco grandes luctas populares: a savata francesa, o jiu-jitsu japonês, o box inglêz, o páu portuguêz e a nossa capoeira, temiveis pelo que possuem de acrobacia intuitiva de elasterio e de agilidade em seus recursos e avanços tacticos e em seus golpes destros é, sem duvida, a ultima, ainda desconhecida fóra do Brasil, mesmo na América, a melhor a mais terrível como recurso individual de defesa certa ou de ataque impune.
Nas outras (com bem limitada excepção de apenas alguns golpes detentivos ou de tolhimento no Jiu-jitsu e a limitadíssima excepção do celebre circulo defensivo descripto pelo movimento giratório contínuo do páu no jogo portuguêz) o valor está no ataque; na capoeira, porém, dá-se o contrario: o seu merito básico é a defesa; ella é por excelência e na essência defensiva
 
Leia Mais: Jornal do Capoeira

Aulão de dança Afro, no SESC Tijuca

Aulão de dança Afro!!!!

TOTALMENTE GRATUITO!!!!!!!!!!!!!!!!!

Galera não percam tão grande oportunidade!!!!!

Aulão de Afro, Samba e Oludum (danças)com Mestre Edvaldo Baiano.
 
Com percussão ao vivo e a cores!!!
Dia 03 de Julho de 2005(domingo)
Na Casa rosa do SESC Tijuca
A partir das 13hs

UNIÃO, ESPORTE E AMOR UNIVERSAL

Bendito seja o africano!
… da cadência dos soluços do degredo e da escravidão…
fez surgir a dança da liberdade, da igualdade e da fraternidade!
… que há de unir velhos e meninos…
… homens e mulheres…
… mestres e alunos…
… de todas cores e nações…
… nos cânticos dos "Salmos de São Salomão"!