Blog

correio

Vendo Artigos etiquetados em: correio

Curso Gênero, Raça e Etnia

Tem início nesta quarta-feira, dia 31 de agosto, o Curso Gênero, Raça e Etnia Para Jornalistas, resultado da colaboração da Federação Nacional dos Jornalistas – Fenaj e ONU Mulheres. Tendo como local o Sindicato dos Bancários, das 18h às 22h, haverá parte teórica e outra prática, com a jornalista Cleidiana Ramos. O mini-curso segue na quinta-feira, no mesmo local e horário. Esta era uma antiga reivindicação do Núcleo de Jornalistas Afrobrasileiros doSindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul, que está completando dez anos de existência.

A procura por parte de jornalistas e estudantes de Jornalismo superou a expectativa, criando uma lista de espera. O número de vagas inicialmente previsto de 50 participantes, aumentou para 60 visando atender um universo maior de interessados. A cobertura em tempo real vai estar no portal do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul – www.jornalistas-rs.org.br, no blog do curso – generoracaetniaparajornalistas.wordpress.com, e respectivas redes sociais.

 

A redação fala sobre gênero, raça e etnia: Folha de S. Paulo, Correio Braziliense, CBN, TV Brasil, Rádio Nacional e Grupo RBS

Este material foi gerado para o Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas. Agradecemos às/aos colegas pelo tempo cedido no meio da correria do trabalho e pela riqueza do debate: Eliane Cantanhede, Jacqueline Saraiva, Jorge Freitas, Luiz Armando Vaz, Mara Régia, Maria Honda, Rosana Hessel, Tereza Cruvinel e Vicente Nunes. A “conversa entre jornalistas” faz parte da metodologia do Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas, que tem o objetivo de evidenciar os desafios e as possibilidades traçadas por profissionais com atuação em redações de jornal, rádio, TV e internet. A “conversa entre jornalistas” é bastante objetiva e não foge do assunto nem mesmo quando a cobertura de gênero, raça e etnia parece uma questão difícil de responder. Disponível também no www.youtube.com/grejornalistas.

 

Eliane Cantanhede – colunista da Folha de S. Paulo e colaboradora da Globo News

Vídeo 1 – notíciaVídeo 2 – melhoria da cobertura diária | | Vídeo 3 – mulher no Jornalismo Vídeo 4 – raça e etnia no noticiário

Jacqueline Saraiva – repórter do Correio Web

Vídeo 1 – notíciaVídeo 2 – melhoria da cobertura diária | | Vídeo 3 – mulher no JornalismoVídeo 4 – mulheres negras no Jornalismo

Jorge Freitas – repórter de Economia do Correio Braziliense

Vídeo 1 – notíciaVídeo 2 – melhoria da cobertura diária Vídeo 3 – pauta de gênero, raça e etnia |

Mara Régia – jornalista e apresentadora da Rádio Nacional Amazônia

Vídeo 1 – notíciaVídeo 2 – melhoria da cobertura diária | | Vídeo 3 – mulher no Jornalismo |

Maria Honda – produtora da Rádio CBN

Vídeo 1 – notíciaVídeo 2 – melhoria da cobertura diáriaVídeo 3 – melhoria da cobertura diária 2Vídeo 4 – povos indígenasVídeo 5 – mulher no jornalismo

Luiz Armando Vaz – radialista e repórter fotográfico do Grupo RBS

Vídeo 1 – notíciaVídeo 2 – melhoria da cobertura diária |

Rosana Hessel – repórter especial do Correio Braziliense

Vídeo 1 – notíciaVídeo 2 -melhoria da cobertura diária | | Vídeo 3 – papel das mulheres no jornalismo |

Tereza Cruvinel – diretora-presidenta da EBC (Empresa Brasil de Comunicação) | Vídeo 1 – notíciaVídeo 2 – melhoria da cobertura diária |

Vicente Nunes – editor de Economia do Correio Braziliense

Vídeo 1 – notíciaVídeo 2 – melhoria da cobertura diária |

Ladeira da Montanha: Moradias e Estabelecimentos em risco

Moradores se recusam a desocupar casarões: Ocupantes dos imóveis preferem o risco do que ir parar em abrigos

Depois de o juiz Paulo Pimenta, da 16ª Vara Federal, ter deferido em parte o pedido de liminar feito pelos ministérios públicos Estadual e Federal para desocupar e interditar os casarões apontados pela Defesa Civil (Codesal) como de alto risco, muitos moradores demonstram que vão dar trabalho para sair.

Ontem, o CORREIO visitou a Rua do Julião, no Comércio, onde segundo o relatório da Codesal de 2009 há a maior concentração dos imóveis considerados de alto risco, com 13 casarões em uma única rua. No casarão de nº 57, o líder comunitário Onassis Brito vive há 40 anos e diz que não pretende sair do imóvel.

“Nós não queremos abrigo. Por que eles não viram essa situação antes? Abrigo não é solução para ninguém. Tem que encaminhar a gente para o programa Minha Casa, Minha Vida e dar moradia com dignidade para quem não pode pagar”, reclamou.

Já no casarão 49 da Ladeira da Montanha, descrito pela Codesal com “fachada com desprendimento de reboco, infiltrações e esquadrias soltas” e que também estaria desabitado, funciona hoje o Centro Cultural Mistura Africana.

“Eu moro aqui há mais de 30 anos e a gente paga IPTU. O casarão está sendo reformado por mim mesmo e não tem problema nenhum”, disse o comerciante Luís Carlos Salvador, 54 anos. “Não há governo nenhum que vá tirar meu povo daqui. Aqui não tem nada pingando. Nada quebrado”, complementou o mestre de capoeira, Raimundo Vital, 44. Segundo ele, no local é ensinado capoeira, percussão, samba de roda e maculelê.

Defasado


Em 2009, ano em que foi elaborado o relatório que serviu de base para a ação judicial, cerca de 40% dos 111 casarões avaliados como de alto risco estavam habitados. Quase dois anos depois, a Codesal admite que o relatório está defasado e não corresponde à situação atual e que não sabe quantos estão habitados.

“Ainda não temos resultado desse novo mapeamento, pois é um trabalho minucioso e delicado. Estamos num momento delicado, de Operação Chuva, por isso o novo estudo ainda não foi realizado”, informou a Codesal, através da assessoria.

Liminar  De acordo com a decisão do  juiz da 16ª Vara Federal, a Prefeitura e a Codesal devem cadastrar todos os moradores dos casarões em risco pra que eles sejam encaminhados para novas habitações. Além disso, a Defesa Civil tem que elaborar placas indicando o nível do risco do imóvel.

Segundo a liminar, ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), à União e ao Estado cabem realizar as intervenções na estrutura física dos imóveis. O não cumprimento da liminar implicará em multa de R$ 1 mil por dia.

A assessoria da Advocacia-Geral da União informou que já foi notificada, no entanto, só irá se manifestar “após analisar a decisão”. Já o governo do estado informou que os técnicos da  Companhia de Desenvolvimento Urbano  analisam a situação individual de cada imóvel para adotar medidas preventivas, mas o órgão não informou quais medidas implementará para executar a decisão da liminar.  Procurados pelo CORREIO, nenhum representante do Iphan não se manifestou até o fechamento desta edição.

http://www.correio24horas.com.br/

Trabalhe e Navegue na Internet com SEGURANÇA, COERÊNCIA e BOM SENSO

ENTENDA O QUE É E COMO SE PROTEGER DO PHISHING:

O roubo de dados pessoais está a aumentar: não seja “fisgado”, não caia na armadilha…

Trabalhe e Navegue na Internet com SEGURANÇA, COERÊNCIA e BOM SENSO Dicas, Curiosidades e Novas Tecnologias Portal CapoeiraDevido ao aumento substancial de envios de emalis em nossa rede, em nossas listas de distribuição, é urgente que todos nós tenhamos conciência deste terrivel problema, nós da comunidade capoeirística, de forma organizada e coerente, devemos olhar para este problema de frente e nos posicionarmos com precaução e buscando sempre estar preparado para evitar está terrivel ameaça virtual.

O phishing (pronuncia-se como “fishing”: derivado das palavras “password”+”fishing”) é um crime gravissimo cada vez mais em voga na Internet.

Os criminosos simulam um falso Web site de um banco, loja online ou companhia de cartões de crédito real.
Depois, tentam enganar as pessoas através de spam ou mensagens de correio electrónico direccionadas, esperando ter a sorte de encontrar clientes reais destes sectores.

As mensagens de correio electrónico conseguem ser extremamente convincentes, como uma mensagem de uma loja online informando que o seu cartão de crédito foi rejeitado ou do seu banco informando que foi detectada actividade não autorizada na sua conta. As mensagens apresentam normalmente logótipos, esquemas coloridos e lemas da empresa ou mensagens de campanhas que parecem legítimas.

A mensagem convida a clicar numa ligação que leva ao falso Web site. Ali, será solicitado a introduzir informações pessoais e confidenciais que serão depois utilizadas pelos criminosos para lhe roubar dinheiro ou praticar crimes de roubo de identidade.

  • DICA: 5 MÉTODOS PARA SE PROTEGER DO PHISHING + REGRA SCB:

 

1 – MANTENHA SOFTWARE E BROWSER ATUALIZADOS

Mantenha o sistema operativo com os patches necessários e transfira a versão mais recente do browser para garantir que está totalmente actualizado e que utiliza as tecnologias mais recentes. (Ex: Windows Update)

Instale patches dos fabricantes de software logo que sejam disponibilizados, já que os piratas informáticos conseguem fabricar software maligno rapidamente a partir de componentes pré-fabricados para explorar as falhas antes da maioria das pessoas terem transferido o patch. Os browsers utilizam listas de excepções e listas de bloqueio para sites conhecidos, verificam os URL e utilizam tecnologia avançada para identificar e filtrar sites de phishing.


2 – NUNCA ENVIE SEU PIN OU SENHA

Lembre-se de que os bancos e instituições de cartões de crédito jamais enviam mensagens de correio electrónico solicitando o seu PIN ou Senha.

Os bancos e instituições de crédito genuínos têm em conta a sua privacidade. Nenhum banco ou instituição de crédito enviará mensagens de correio electrónico solicitando a que revele o seu PIN ou outras informações pessoais. Se receber uma mensagem de correio electrónico para o fazer, não clique em nenhuma ligação da mensagem e não responda.


3 – VERIFIQUE SEMPRE O URL (ENDEREÇO DO SITE)

Verifique o endereço de correio electrónico do remetente, verifique o URL de todos os Web sites e procure “https” (Use a barra de status: Barra inferior do navegador para verificar a URL)

Se de facto clicar numa dessas ligações, tenha cuidado antes de partilhar qualquer informação pessoal. Um site “http” poderá ser seguro para a navegação em geral mas, antes de enviar dados confidenciais, certifique-se de que está a ser utilizada tecnologia de encriptação segura (SSL) – por outras palavras, o “https” aparece no URL. Verifique também se o nome de domínio do site é legítimo. Visto não haver garantias de que a comunicação enviada através de correio electrónico ou Web site é autêntica, se algo lhe parecer suspeito mas não tiver a certeza, não partilhe as suas informações pessoais.


4 – ESCOLHA UM ISP SEGURO

Utilize um fornecedor de serviços de Internet (ISP) que implemente fortes medidas e políticas anti-spam e antiphishing

Alguns fornecedores de serviços de Internet bloqueiam sites de phishing conhecidos para que os clientes não possam chegar a eles. A organização SpamHaus (www.spamhaus.org) lista os 10 piores ISP da actualidade nesta categoria. Tenha isto em consideração quando fizer a sua escolha.


5 – USE SOFTWARES DE SEGURANÇA EFICAZES


Proteja o computador com software de segurança eficaz e mantenha-o actualizado

Os piratas informáticos possuem bases de dados com milhões de endereços de correio electrônico. Contribua para a sua defesa contra phishing e outras pragas virtuais com softwares , que oferecam protecção fiável contra vírus, piratas informáticos e spyware, tendo o cuidado de manter o sistema sempre actualizado.

  • REGRA SCB, A primeira barreira e uma das mais eficazes proteção:

Trabalhe e Navegue na Internet com SEGURANÇA, COERÊNCIA E BOM SENSO!!!

Se voce utilizar esta regra, garanto que irá reduzir drasticamente a possibilidade de contrair vírus ou ser “pescado” por um Phishing.

Fica aqui a minha dica para tres ótimos softwares gratuitos que podem ajuda-lo a manter seu computador livre de vírus e outras pragas eletrônicas:

 

Apoio: NET Internet planos

Capoeiristas homenageiam 119 anos de mestre Pastinha

Matéria retirada do Correio da Bahia, onde o Jornalista Ciro Brigham, faz uma justa a merecida homanagem a Vicente Ferreira Pastinha.

Maior ícone da capoeira angola morreu há 26 anos, mas continua vivo na lembrança dos discípulos
 
Era o maior de todos e, ainda assim, só media 1,56m. Faria, hoje, 119 anos. Número longe de ser redondo. Mas para quem conhece a história de Vicente Ferreira Pastinha, qualquer referência à sua trajetória merece a dignidade mínima de bolo e velas. O pequeno gigante, rebentado em fins do século XIX da relação entre um espanhol e uma negra, resgatou a capoeira angola da marginalidade.
 De uma tradição agonizante e estigmatizada, transformou-a em orgulho difundido, filosofia de vida apreendida e repassada na roda, malícia institucionalizada em gingado lento. Guardiã inquebrantável da cadência angoleira, a imagem de mestre Pastinha, morto há 26 anos, recusa-se a deixar os holofotes. Para o bem da posteridade, ele é patrimônio indissolúvel daquilo que ajudou a eternizar.

“O homem é eterno copiador. Só aprendi o primeiro livro. O resto, a vida me ensinou”. Ensinou, por exemplo, que caberia a ele a condução dos destinos da capoeira angola. Que deveria tirá-la da desordem das ruas escuras, cenário do qual o próprio Pastinha – “adornado” com sua faca de dois cortes na cintura e uma pequena foice no cabo do berimbau – fazia parte naquele início de século XX. Bateu, sim, em “policial desabusado em defesa da moral e do corpo”, como deixou escrito. Com ele, ninguém podia. “Na hora da precisão, fazia miserê com as pernas”, já depôs mestre João Grande, 77, hoje em Nova York.

Tutor – Emanado da vadiação, o mulato inflamado – que na infância trocou a pipa por aulas de capoeira com um octogenário (velho Benedito), para deixar de apanhar dos mais velhos na rua – transformou-se em tutor de uma ancestralidade que defendeu, enquanto foi vivo, das influências capazes de eviscerar o lúdico e ortodoxo sistema de jogo. Não queria vê-lo transmutado em algo como a acelerada e reestilizada capoeira regional, obra de outro gigante, seu contemporâneo, mestre Bimba.

Pastinha levou a capoeira das ruas para rodas em locais fechados e adequou regras de jogo aos ritos africanos, banindo a brutalidade e metamorfoseando possibilidades mortais em representações de risco absolutamente controlado. Trajes impecáveis (em amarelo e preto, as cores de seu Ypiranga), dogmas, obediência: era uma nova maneira de conceber capoeira, com a pedagogia do esporte a entranhar na carne do bailado afro-baiano.

“Ele não criou a angola, criou um tipo específico dentro da capoeira, mais condizente com os preceitos tradicionais”, esclareceu o pesquisador Frede Abreu ao repórter Alexandre Lyrio, em matéria publicada no caderno Correio Repórter de 25 de fevereiro de 2007.

Ensinamentos chegam à África

Com a notoriedade de Pastinha, as fronteiras da capoeira angola se alargaram. Depois de Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Brasília, o mestre ousou atravessar o Atlântico para demonstrar a arte de sua turma. Na inversão da diáspora, aterrissou em solo senegalês em 1966, acompanhado de José Gato, João Grande, Camafeu de Oxóssi, Gildo Alfinete e Roberto Satanás. Na capital Dakar, Pastinha foi recebido com louvores no 1º Festival Mundial de Arte Negra (1966), e mostrou do que os capoeiras baianos eram capazes.

Tudo o que acumulou em fama e prestígio não o fez em bens materiais. Sempre solícito, Pastinha teve sua imagem usada e abusada por muita gente. E, a exemplo de outros velhos mestres, amargou final trágico, no esquecimento. A primeira rasteira veio em conseqüência de dois derrames cerebrais: ficou cego. Em 1973, o despejo temporário da academia se tornaria definitivo: o Centro Esportivo de Capoeira Angola daria lugar ao restaurante do Senac, no Largo do Pelourinho.

Pastinha foi obrigado a transferir suas atividades para a Ladeira do Ferrão (Ladeira do Mijo).
Empobrecido, sem fonte de renda e na escuridão, o velho mestre sucumbiu à crise e expôs sua amargura. “Nada vejo. Nada, absolutamente nada. Trevas, trevas, estou na miséria”. E mesmo assim, ainda jogava capoeira como ninguém, obrigando os alunos a manter distância. Em 1979, a última tentativa de reerguer a academia a levaria para a Rua Gregório de Matos, 51. Foi por pouco tempo: quem aparecia, queria aula de graça.

Com a capoeira em alta e sua moral em baixa, mestre Pastinha morreu no dia 13 de novembro de 1981, aos 92 anos, no Abrigo Dom Pedro II. Deixou para mais de dez mil alunos aquilo que herdou dos negros das senzalas e, para a capoeira, a contribuição de um mártir.

Sacerdote da prática angoleira

O filho de José Siñor Pastinha e Raimunda dos Santos nasceu em 5 de abril de 1889 e sua estada na escola resumiu-se à alfabetização. Viveu na Rua do Tijolo, passou pela Marinha ainda adolescente, foi pintor de parede, apontador de jogo do bicho e leão-de-chácara. Chamado por Totonho de Maré e Amorzinho à responsabilidade de “mestrar”, não titubeou. Perspicaz e inteligente, aprendeu com as limitações da vida e tornou-se professor, filósofo, sacerdote.

Como cabe aos mestres, misturou vida e obra numa caldeira só, deixando lições apropriadas de um letrado. “Ninguém pode mostrar tudo o que tem. As entregas e revelações devem ser feitas aos poucos. Isso serve na capoeira, na família e na vida”, sugere, num dos manuscritos que hoje compõem o acervo da Associação Brasileira de Capoeira Angola (ABCA), com sede no Pelou-rinho.

Justamente aos poucos, durante as quatro décadas que esteve à frente do Centro Esportivo de Capoeira Angola (Ceca), criado por ele em outubro de 1941 (só conseguiu registrar e fazer o estatuto em 1952), é que Pastinha consolidou sua condição de “velho mestre”, patenteando o legado da tradição em contornos cada vez mais distantes da aura de “arruaça”, emprestada aos que aterrorizavam a capital baiana até o início do século XX. O relato de mestre Gildo Alfinete, que se diz seu eterno discípulo, dá conta dessa ousadia. “Ele criou um centro para uma arte que era totalmente discriminada. Diziam que ele ia ficar maluco, morrer ou perder todos os amigos”.

O que aconteceu não foi bem isso. A reputação deu-lhe amigos e admiradores ilustres, como o artista plástico Carybé, o boêmio Camafeu de Oxóssi e o fotógrafo e pesquisador francês Pierre Verger. Jorge Amado talvez tenha sido um dos melhores. “Mestre Pastinha, mestre da capoeira de angola e da cordialidade baiana, ser de alta civilização, homem do povo com toda a sua picardia, um dos seus ilustres, um de seus Obás, e seus chefes. O primeiro em sua arte, senhor da agilidade e da coragem, da lealdade e da convivência fraternal”, escreveu o literato em Bahia de Todos os Santos.

Discípulos, então, Pastinha fez aos montes: o próprio Gildo Alfinete, João Pequeno, João Grande (há 20 anos em Nova York), Satanás, Boca Rica, Papo Amarelo, Natividade, Malvadeza, Bola Sete e Tom Zé. Isso mesmo, o tropicalista de Irará passou, ainda menino, pela academia de Pastinha.

Fonte: Correio da Bahia – http://www.correiodabahia.com.br

Paraná: Guaraniaçu é destaque no Mega Festival Nacional de Capoeira

 Foi realizado em Paranavaí (PR) no último final de semana o 12º Mega Festival Nacional de Capoeira que reuniu professores e mestres do Brasil e da Bolívia. Os professores de Guaraniaçu Sidnei Ramos “Tangerina” e Luciano Rodrigues “Timão” representaram a região conquistando o 3º lugar obtido por Timão e o 1º lugar obtido por Tangerina na categoria semi-profissional que reúne estagiários, monitores, instrutores e professores. Além dos títulos individuais a equipe de Guaraniaçu que conta também com o contra-mestre “Coringa” obteve o 3º lugar. No total participaram da competição 16 equipes de vários estados brasileiros e uma equipe boliviana. Já na categoria semi-profissional, a qual os atletas de Guaraniaçu participaram, teve 32 atletas. O final do Festival foi marcado por um grande show de capoeira no Teatro Municipal de Paranavaí. “Agradeço o apoio que o grupo vem recebendo de algumas empresas principalmente do Jornal Correio e da Loja Sartori, e também dos vereadores Ronaldo Cazella e Osmário Portela, além da administração municipal através das secretarias de esporte e ação social e do clube Mão Amiga”, disse o professor Signei. “Nosso grupo vem crescendo a cada dia, provando que este é um trabalho sério, com resultados surgindo nas competições e no grande número de alunos que participam do grupo”. 
 
Fonte: Correio do Povo do Paraná – http://www.jcorreiodopovo.com.br

Nota de Falecimento: “Mestre Martim da Pemba”

José Martim dos Santos, conhecido pelos antigos da capoeira baiana como "Mestre Martim da Pemba" ou "Mestre Pena Dourada", faleceu em Salvador, Bahia, aos 106 anos de vida. 
 
Martim da Pemba, além de mestre de capoeira, é pai do senhor Jaime Martim dos Santos – Mestre Curió.
 
Não foi possivel ilustrar esta matéria, devido a ausencia de fotos do mestre na Internet.
 
Contudo o camarada Miltinho Astronauta, do Jornal Capoeira, esta disponibilizando duas matérias, retiradas do Correio da Bahia, em homenagem ao Mestre.
 
Agradeco em nome do Mestre Curio
 
Mestra Jararaca
Discipula  de Mestre Curio
 

Mestre Cobra Mansa fala sobre o Livro do Mestre Russo:

“O Mestre Russo  merece meu tempo e dedicação porque ele faz parte da minha historia de capoeira.
O livro do mestre Russo e uma prova de que academicismo não e necessário para se escrever um bom livro sobre capoeira . Com uma forma direta e objetiva, mestre Russo relata a trajetória da sua vida com a  capoeira  e falando sobre importante aspectos políticos e sociais que  influenciaram na capoeira da sua época e traçando paralelos importante nunca antes discutidos por estudiosos.
É um livro que vale a pena ser lido não somente por capoeiristas e admiradores mais também pelos acadêmicos e estudiosos.”
 
M. Cobra Mansa, direto da Suécia, em final de novembro de 05
 
 
Para adquirir o livro do mestre Russo por CORREIO, é só efetuar o depósito no BRADESCO e nos mandar seu endereço completo.
Detalhes em:
 
http://f-a-c-a.vilabol.uol.com.br/livrorusso.html

A Arte de “Morcegar”

  • Treinamento de aperfeiçoamento "Morcegar" no trabalho
1. Nunca caminhe sem um documento nas mãos
– Pessoas com documentos em uma das mãos parecem funcionários ocupadíssimos que se dirigem para reuniões importantes.
– As pessoas de mãos vazias parecem que estão se dirigindo para a cafeteria.
– As pessoas com um jornal nas mãos parecem que estão se dirigindo para o banheiro.
– Sobretudo, leve algum material para casa, isso causa a falsa impressão de que você trabalha mais horas do que você costuma trabalhar.
2.Use o computador para parecer ocupado
– Quando você usa um computador, parece que você está "trabalhando" para quem observa ocasionalmente. Você pode emitir e receber e-mail pessoal, ficar no bate papo ou ter uma explosão sem que isso tenha alguma coisa a ver com trabalho.
3. Mesa bagunçada
– Quando sua mesa está bagunçada parece que você está trabalhando duramente.
– Construa pilhas enormes de documentos em torno de seu espaço de trabalho.
– Ao observador, o trabalho do ano passado parece o mesmo que o trabalho de hoje; é o volume que conta. Se você souber que alguém está vindo à sua sala finja que está procurando algum papel.
4.O correio de voz
– Nunca responda ao seu telefone se você tiver o correio de voz. As pessoas não te ligam para te dar nada além de mais trabalho.
– Selecione todas suas chamadas através do correio de voz.
– Se alguém deixar uma mensagem do correio de voz para você e se for para trabalho, responda durante a hora do almoço quando você sabe que eles não estão lá.
5. Pareça impaciente e irritado.
– Você deve estar sempre parecendo impaciente e irritado, para dar ao seu chefe a impressão de que você está realmente ocupado.
6. Sempre vá embora tarde
– Sempre deixe o escritório mais tarde, especialmente se o seu chefe estiver por perto.
– Sempre passe na frente da sala do seu Chefe quando estiver indo embora.
– Emita e-mails importantes bem tarde (por exemplo 21:35, 6:00, etc…) e durante feriados e finais de semana.
7. Reclame sozinho
– Fale sozinho quando tiver muita gente por perto, dando a impressão de que você está sob pressão extrema.
8. Estratégia de empilhamento.
– Empilhar documentos em cima da mesa não é o bastante.
– Ponha vários livros no chão. (os manuais grossos do computador são melhores ainda)
9. Construa um vocabulário.
– Procure no dicionário palavras difíceis. Construa frases e use-as quando estiver conversando com o seu chefe. Lembre-se: ele não tem que entender o que você diz, desde que o que você diga dê a entender de que você está certo.
10. O MAIS IMPORTANTE!!!:
– Não envie isto ao seu chefe por engano!!!!!
Read More