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MS: Cine Moreninhas apresenta Maré Capoeira

 

 

Cine Moreninhas apresenta “Curtas infantis 2”

Na próxima sexta-feira (22), a partir das 18h30, fechando a programação de férias das crianças da região da região das Moreninhas, a Fundação de Cultura de Mato Grosso de Sul (FCMS) promove mais uma exibição audiovisual no Cine Moreninhas, com a exibição do “Curtas Infantis 2”.

O Cine Moreninhas é um ponto de exibição da Programadora Brasil, um programa do Ministério da Cultura (Minc) que disponibiliza obras audiovisuais para circuitos não comerciais de difusão pública. Com conteúdo em todos os formatos (curta, média e longas-metragens), diversificado em várias categorias, (animação, documentário, experimental e ficção), os filmes são de épocas e regiões geográficas diferentes, o que atende diversos públicos e respeita a diversidade da produção audiovisual brasileira.

O Cine Moreninhas fica no Centro Comunitário das Moreninhas I e II, na Rua Anacá, 175. A entrada é gratuita.

Sinopse

O Programa “Curtas Infantis 2” traz quatro ficções protagonizadas por crianças e adolescentes. “Maré Capoeira” e “Caçadores de Saci” foram produzidos a partir do “Curta Criança”, edital infanto-juvenil do Ministério da Cultura. “D. Cristina Perdeu a Memória” discute o esquecimento de uma idosa através de sua relação com um menino de oito anos, enquanto “Paisagem de Meninos” mostra os dilemas de um grupo de garotos que querem assistir a um seriado no cinema, nos anos 30.

“Maré Capoeira”, dirigido por Paola Leblanc, tem 15 minutos de duração e conta a estória de Maré, apelido de João, um menino de dez anos que sonha ser mestre de capoeira como seu pai, dando continuidade a uma tradição familiar que atravessa várias gerações. O curta mistura ficção e documentário para contar uma pequena história de amor e guerra.

 

 

 

“Caçadores de Saci” foi filmado na chácara da pacata família de Onofre, que vem sendo assombrada por saci: a pipoca não arrebenta, o ovo não choca, o leite sempre azeda, o feijão vive queimando na panela, entre outros estranhos acontecimentos. Para resgatar a tranquilidade da casa, Onofre resolve contratar os serviços de Valdevino, o maior caçador de sacis do sertão. O curta tem a direção de Sofia Frederico.

Ana Luiza Azevedo dirige o curta “Dona Cristina Perdeu a Memória”, uma senhora de 80 anos, que conta histórias sempre diferentes sobre a sua vida para Antônio, um menino de 8 anos, pois acredita que o menino pode ajudá-la a recuperar a memória perdida.

“Paisagem de Meninos” é uma ficção de Fernando Severo filmado numa cidade do interior do Brasil, nos anos 30, cinco meninos tentam superar um grande obstáculo que pode impedi-los de assistir ao último capítulo de um seriado de aventuras, Haroldo, o Homem Relâmpago, ansiosamente aguardado durante semanas.

 

Maré Capoeira

DigiBeta, 15 min, Cor / P&B/ Rio de Janeiro, dezembro 2005

Sinopse:

Maré é o apelido de João, um menino de dez anos que sonha ser mestre de capoeira como seu pai, dando continuidade a uma tradição familiar que atravessa várias gerações. O curta mistura ficção e documentário para contar uma pequena história de amor e guerra.

A Diretora:

Paola Barreto Leblanc nasceu em 1971 no Rio de Janeiro, onde atualmente vive e trabalha como diretora, produtora e roteirista. Começou a fazer filmes em super 8 no ginasial da escola EDEM e em 1986 representou o Brasil no Jury Infantil do Festival International du Film Pour l´Enfance et la Jeunesse, em Paris. Antes de “Maré Capoeira” dirigiu dois premiados curtas infantis: “O Sumiço do Amigo Invisível” (2002) e “O Filme dos Porquês” (2003) exibidos em Barcelona, Miami, Buenos Aires, Montevideo e Santiago, entre outros Festivais; além do documentário “Me Erra!” veiculado no canal a cabo GNT e nos Festivais de Havana, Sevilla, e É tudo Verdade. Atualmente trabalha na série de documentaries curtos “É Campeão” que versa sobre crianças e esportes e está sendo apresentada a canais de TV no Brasil e no exterior.

Ficha Técnica:

Direção: Paola Barreto Leblanc – Roteiro: Fabiana Egrejas, Paola Leblanc, Ferradura, Rosane Svartman – Fotografia: Mauro Pinheiro Jr., ABC – Edição: Daniel Garcia – Edição de Som: Aurélio Dias – Trilha sonora: ArpX – Som Direto: Vampiro – Figurino: Fernanda Fabrizzi – Direção de Produção: Patricia Barbara – Produção Executiva: Ailton Franco Jr. – Cia Produtora: PB Filmes e AR Produções – Elenco: Felipe Santos, Isabela Fabirezza, Mestre Chaminé.

Premiação:

Prêmio Especial do Jury Amazonas Film Festival 2006
Prêmio Melhor Documentário – Nueva Mirada, Buenos Aires 2006
Prêmio do Jury Infantil – Hamburgo 2006
Prêmio do Jury Infantil – Oberhausen 2006
Prêmio Curta Criança – Minc/ TVE 2005

Participação em festivais e mostras :

IDFA – Festival Internacional de Documentários de Amsterdam, Holanda 2006
Mostra Internacional do Filme Etnográfico – Rio de Janeiro, 2006
Festivalzinho Vitória Cine Vídeo 2006
Amazonas Film Festival 2006
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo 2006
Festival Nueva Mirada Buenos Aires, Argentina 2006
Festival Internacional Calgary, Canadá 2006
Festival Internacional de Cinema Infantil de Chicago, USA 2006
Centro Cultural La Casa Encendida – Madrid 2006
Goiânia Mostra Curtas 2006
Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo 2006
Jornada Internacional de Cinema da Bahia 2006
Femina – Festival Internacional de Cinema Femnino 2006
Mostra de Cinema Universitário 2006
Festival Latinoamericano de Cortometrages de Caracas, Venezuela 2006
Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis 2006
FAM – Audiovisual Mercosul 2006
Festival Internacional de Curtas de Hamburgo, Alemanha 2006
Festival Internacional de Curtas de Oberhausen, Alemanha 2006
Festival Internacional de Curtas Metragens do Rio de Janeiro 2005

Contato: A.R. Produções – Ailton Franco Jr.
Praia de Botafogo 210 – Cob 01 – 22.240-050 – Botafogo – Rio de janeiro – RJ
Telefone: 21 2553 8918 – Fax: 21 2554 9059 – e-mail; a.franco@arproducoes.com.br Este endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo

Leia Mais sobre o curta – Maré Capoeira:
http://www.portalcap…tent&task=view&id=937&Itemid=301

Diretora de “Maré Capoeira” em relato exclusivo ao Portal Capoeira

Leia a Matéria e assista ao Filme:
 

Maré é o apelido de João, um menino de dez anos que sonha ser mestre de capoeira como seu pai, dando continuidade a uma tradição familiar que atravessa várias gerações. O curta mistura ficção e documentário para contar uma pequena história de amor e guerra.
 
Paola Barreto Leblanc nasceu em 1971 no Rio de Janeiro, onde atualmente vive e trabalha como diretora, produtora e roteirista. Começou a fazer filmes em super 8 no ginasial da escola EDEM e em 1986 representou o Brasil no Jury Infantil do Festival International du Film Pour l´Enfance et la Jeunesse, em Paris. Antes de “Maré Capoeira” dirigiu dois premiados curtas infantis: “O Sumiço do Amigo Invisível” (2002) e “O Filme dos Porquês” (2003) exibidos em  Barcelona, Miami, Buenos Aires, Montevideo e Santiago, entre outros Festivais; além do documentário “Me Erra!” veiculado no canal a cabo GNT e nos Festivais de Havana, Sevilla, e É tudo Verdade. Atualmente trabalha na série de documentaries curtos “É Campeão” que versa sobre crianças e esportes e está sendo apresentada a canais de TV no Brasil e no exterior.
 
Paola Barreto Leblanc em relato exclusivo ao Portal Capoeira, nos conta como foi o processo de criação e desenvolvimento do curta "MARÉ CAPOEIRA" e busca apoio para seu novo projeto "É Campeão!":
Minha motivação veio a partir de meu filho mais velho, Antonio, que pratica Capoeira desde os 06 anos de idade (hoje ele está com 10) com o Mestre Chaminé na escola Lycée Moliere, no Rio de Janeiro.
Eu sou documentarista, já tinha realizado dois curtas sobre o universo infantil, e fui procurada por uma amiga e parceira, a cineasta Rosane Svartman, que tinha uma idéia junto com a roteirista Fabiana Egrejas, de fazer uma pequena história da Capoeira para crianças. Juntas, desenvolvemos o roteiro de um curta e enviamos a um concurso para producão de filmes curtos para crianças promovido pelo MinC e a TVE.
Fomos um dos projetos selecionados e com o prêmio obtido, iniciamos em maio de 2005 através da A.R. Produções, a produção do filme.
 
Saí a  procura de crianças para o filme aqui no Rio de Janeiro e tive a sorte de conhecer o Ferradura, que faz um trabalho bem legal de ensino de Capoeira em colégios da cidade, além de ter um olhar bom pra cinema também. O Ferradura colaborou com a pesquisa e a redação final do roteiro, ajudando a formatar de maneira mais clara e eficiente nosso roteiro. Escolhemos as chulas, de acordo com a evolução da narrativa, ensaiamos muito com as criancas e fizemos uma vasta pesquisa iconográfica.
Depois de testar várias crianças, acabamos escolhendo o Felipe Santos, que é um menino maravilhoso que eu já conhecia de outros curtas que tinha feito, e que pratica no planetário com o Nestor.
 
Sempre tive como meta realizar uma pequena introdução que procurasse apresentar a Capoeira em sua amplitude, sem incentivar dissidências  entre as diferentes formas de jogar, tentando armar no filme uma roda com espaço para todos os tipos de  jogo, dos mais acrobáticos aos mais mandigueiros, dos velozes aos de dança elaborada, da angola ao regional. Montamos uma roda bem variada, com homens, mulheres, crianças, gordinhos, parrudos, atletas, enfim, gente de tudo que é tipo, uma forma de colocar a Capoeira ao alcance de todos e não limitada a figuras-estereótipo.
Escolhi rodar no Largo de São Francisco da Prainha, aqui no Rio de Janeiro, porque é um local de carga histórica  enorme – negros chegados do tráfico negreiro eram negociados ali – além de visualmente remeter às fotos incríveis que Pierre Verger fez de Capoeiristas. O chão de paralelepípedos pesados, o casario ao redor, tudo contribui com informação visual relevante e pertinente ao imaginário e à iconografia da Capoeira.
 
Definido o elenco e o local, agendamos 2 dias de filmagens.
Em um dia fizemos a roda, utilizando apenas luz natural. O Fotógrafo Mauro Pinheiro Jr., parceiro de tantos projetos, abraçou com carinho a idéia, e fizemos reuniões onde estudamos fotos, jogos e meios não didáticos, mas poéticos de filmar a Capoeira. Nossa intenção não era simplemente registrar os jogos, mas evocar, por meio de imagens fragmentadas, o sentimento da roda, filmando com planos fechados detalhes do que se passa num jogo, uma perna que passa, uma ginga de lado, enfim com sutileza construir uma imagem cinematográfica dos instantes e não um teatro filmado.
Em um dia fizemos as cenas na praia e os retratos de família.
 
Filmamos em agosto de 2005, montamos em 2 meses no meu computador e finalizamos em mais um mês com um trabalho sonoro muito elaborado feito pela trilha do Estúdio ArpX e a edição de som da Artesanato Digital. Com o apoio da Link Digital finalizamos primorosamente o curta, e em dezembro do mesmo  ano estreamos no Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro. Desde então o filme já participou de mais de 20 Fetivais Internacionais de Cinema, e ganhou prêmios na Alemanha, Argentina e Brasil.
Faz parte da programação "Curta Criança" da TVE e está disponível no site www.portacurtas.com.br – recebendo sempre comentários elogiosos.
Fico muito feliz e grata pela repercussão que o filme vem obtendo, é um estímulo para a gente insistir em trabalhar com arte e cultura, apesar de todas as dificulades de ordem financeira que são obstáculos a se trasnpor.
 
Atualmente tenho um projeto de uma série de filmes curtos sobre esporte para crianças, "É Campeão!", que vai apresentar de maneira divertida alguns dos esportes do PAN às crianças. Estamos a procura de parceiros para desenvolver este projeto em 2007.
 
ABs
 
Paola
 
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Maré Capoeira
 
DigiBeta, 15 min, Cor / P&B/ Rio de Janeiro,  dezembro 2005
 
Sinopse:
 
Maré é o apelido de João, um menino de dez anos que sonha ser mestre de capoeira como seu pai, dando continuidade a uma tradição familiar que atravessa várias gerações. O curta mistura ficção e documentário para contar uma pequena história de amor e guerra.
 
A Diretora:
 
Paola Barreto Leblanc nasceu em 1971 no Rio de Janeiro, onde atualmente vive e trabalha como diretora, produtora e roteirista. Começou a fazer filmes em super 8 no ginasial da escola EDEM e em 1986 representou o Brasil no Jury Infantil do Festival International du Film Pour l´Enfance et la Jeunesse, em Paris. Antes de “Maré Capoeira” dirigiu dois premiados curtas infantis: “O Sumiço do Amigo Invisível” (2002) e “O Filme dos Porquês” (2003) exibidos em  Barcelona, Miami, Buenos Aires, Montevideo e Santiago, entre outros Festivais; além do documentário “Me Erra!” veiculado no canal a cabo GNT e nos Festivais de Havana, Sevilla, e É tudo Verdade. Atualmente trabalha na série de documentaries curtos “É Campeão” que versa sobre crianças e esportes e está sendo apresentada a canais de TV no Brasil e no exterior.
 
Ficha Técnica:
 
Direção: Paola Barreto Leblanc – Roteiro: Fabiana Egrejas, Paola Leblanc, Ferradura, Rosane Svartman – Fotografia: Mauro Pinheiro Jr., ABC – Edição: Daniel Garcia – Edição de Som: Aurélio Dias – Trilha sonora: ArpX – Som Direto: Vampiro – Figurino: Fernanda Fabrizzi – Direção de Produção: Patricia Barbara – Produção Executiva: Ailton Franco Jr. – Cia Produtora: PB Filmes e AR Produções – Elenco: Felipe Santos, Isabela Fabirezza, Mestre Chaminé.
 
Premiação:
 
Prêmio Especial do Jury Amazonas Film Festival 2006
Prêmio Melhor Documentário –  Nueva Mirada, Buenos Aires 2006
Prêmio do Jury Infantil – Hamburgo 2006
Prêmio do Jury Infantil – Oberhausen 2006
Prêmio Curta Criança – Minc/ TVE 2005
 
Participação em festivais e mostras :
 
IDFA – Festival Internacional de Documentários de Amsterdam, Holanda 2006
Mostra Internacional do Filme Etnográfico – Rio de Janeiro, 2006
Festivalzinho Vitória Cine Vídeo 2006
Amazonas Film Festival 2006
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo 2006
Festival Nueva Mirada Buenos Aires,  Argentina 2006
Festival Internacional  Calgary,  Canadá 2006
Festival Internacional de Cinema Infantil de Chicago, USA 2006
Centro Cultural La Casa Encendida – Madrid 2006
Goiânia Mostra Curtas 2006
Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo 2006
Jornada  Internacional  de Cinema da Bahia 2006
Femina – Festival Internacional de Cinema Femnino 2006
Mostra de Cinema Universitário 2006
Festival Latinoamericano de Cortometrages de Caracas, Venezuela 2006
Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis 2006
FAM – Audiovisual Mercosul  2006
Festival Internacional de Curtas de Hamburgo, Alemanha 2006
Festival Internacional de Curtas de Oberhausen, Alemanha 2006
Festival Internacional de Curtas Metragens do Rio de Janeiro 2005
 
Contato: A.R. Produções – Ailton Franco Jr.
Praia de Botafogo 210 – Cob 01 – 22.240-050 – Botafogo – Rio de janeiro – RJ
Telefone: 21 2553 8918 – Fax: 21 2554 9059 – e-mail; a.franco@arproducoes.com.br
 
 

Festival Internacional de Curtas: A Capoeira na Grande tela

Depois de Mestre Bimba a Capoeira Iluminada do Diretor Luiz Fernando Goulart é a vez do Curta de Paola Barreto Leblanc: Maré Capoeira ser apresentado na grande tela!
 
É nossa capoeira sendo difundida pelos 7 mares através da 7ª Arte…
Sucesso e muito axé a toda equipe de Maré Capoeira!!!
Luciano Milani

O Festival Internacional de Curtas de Oberhausen inicia-se, nesta quinta-feira (04/05), com 136 filmes provenientes de 48 países. Em 2006, cinco curtas brasileiros foram selecionados.

Nesta quinta-feira (04/05), inicia-se a 52ª edição de um dos mais antigos e mais renomados festivais de curtas-metragens do mundo, promovido pela cidade de Oberhausen, na Renânia do Norte-Vestfália.

Dos 5768 trabalhados enviados, neste ano, foram selecionados 136 curtas provenientes de 48 países, concorrendo em quatro categorias: internacional, curta alemão, infanto-juvenil e clip musical alemão. No ano passado, o curta brasileiro Man.Road.River, do mineiro Marcellvs L., foi premiado na competição internacional com sete mil e quinhentos euros.

Em 2006, cinco curtas-metragens brasileiros foram selecionados para participar do festival de Oberhausen, três na competição internacional – Dormente, de Joel Pizzini, Jonas e a Baleia, de Felipe Bragança e Mestre Humberto, de Rodrigo Savastano, e dois na categoria infanto-juvenil – Maré Capoeira, de Paola Barreto Leblanc e Tudo o que é solido pode derreter, de Rafael Gomes.

Dormente

Estações ferroviárias, trilhos e linhas de transmissão de energia elétrica constituem o cenário noturno de Dormente. Formas infinitas, forças paralíticas, gestos que se repetem, lembranças, auto-retratos e a escuridão da nossa viagem diária nos são revelados no filme do carioca Joel Pizzini.
 
Jonas e a Baleia

Jonas possui uma arma, um par de sapatos e uma motocicleta. Um dia, ele se apaixona e mata um homem.
Jonas e a Baleia, curta do carioca Felipe Bragança filmado em 2006, será mostrado pela primeira vez ao público no Festival de Curtas de Oberhausen deste ano.
 
Mestre Humberto
 
O enredo de Mestre Humberto, do cineasta carioca Rodrigo Savastano, trata de um delicioso passeio pelo centro histórico do Rio de Janeiro e pela África.
O passeio é acompanhado dos amigos e das lembranças de um experiente observador da vida chamado Humberto de Souza.

Maré Capoeira
 
A também carioca Paola Barreto Leblanc traz para Oberhausen Maré Capoeira.
O curta conta a história de Maré, apelido de João, um garoto de dez anos de idade que sonha em ser mestre de capoeira como o pai, seguindo uma tradição de família.
Tudo o que é sólido pode derreter

Débora, aos 15 anos de idade, divide com Hamlet os mesmos medos e dúvidas de tornar-se adulta. Por ser capaz de sentir os medos do príncipe Hamlet, começa a analisar sua dor e aprende a se posicionar.
Tudo que é sólido pode se derreter é a contribuição do paulista Rafael Gomes para a competição infanto-juvenil de Oberhausen.


Forte presença latino-americana

 

Com curtas provenientes da Argentina, Brasil e Chile, a presença latino-americana na competição de curtas infanto-juvenis deste ano, em Oberhausen, é excepcionalmente forte, segundo ressaltou a organização do festival.

Uma outra novidade do festival é que será apresentada, pela primeira vez em Oberhausen, uma seleção de 12 das mais importantes associações de filmes experimentais e de arte. O Brasil está representado pela mostra da Associação Cultural Videobrasil, do Rio de Janeiro.

Obras de Alex Gabassi, Rafael França, Wagner Morales, Fabiana Werneck e Marco del Fiol farão parte da mostra Videobrasil a ser apresentada nesta quinta-feira (05/05), em Oberhausen.

O Festival de Curtas de Oberhausen vai até 09/05, quando serão anunciados os nomes dos curtas vencedores da competição internacional, alemã e infanto-juvenil.