Blog

das

Vendo Artigos etiquetados em: das

O ABC da Capoeira Angola – Os Manuscritos de Mestre Noronha

O ABC da Capoeira Angola – Os Manuscritos de Mestre Noronha

 

Um documento histórico de grande valor… Uma versão atualizada e completa com 120 páginas !!!

 

Preparamos uma nova versão, completa e atualizada, a versão que estava largamente disponibilizada em PDF na rede, do Livro: “O ABC DA CAPOEIRA ANGOLA – OS MANUSCRITOS DE MESTRE NORONHA“, continha apenas 18 paginas. Esta versão do livro nos foi enviado há cerca de 10 anos pelo incansável Mestre Decanio (em memória), uma das mais fantásticas figuras da Capoeira que defende a democratização da informação… para o mestre, boa informação é aquela que é transmitida…

 

O Livro originalmente foi enviado ao Mestre Decanio pelo escritor, historiador e pesquisador Fred Abreu que conseguiu publicar os manuscritos de Noronha, com o apoio do Governo do Distrito Federal, Programa Nacional de Capoeira/Projeto Capoeira Arte e Oficio, DEFER e CIDOCA/DF

 

Mais uma excelente novidade para toda a comunidade capoeirística!!!

 

o-abc-da-capoeira-angola-manuscritos-de-mestre-noronha

 

Fica a dica de uma ótima e importante leitura, aproveite!!!

 

Agradecimentos especias:

Fred Abreu, Angelo Augusto Decanio Filho, Bruno “Teimosia” e A Família de Daniel Coutinho o Mestre Noronha, que autorizou esta publicação.

 

Programa Nacional de Capoeira/Projeto Capoeira Arte e Oficio – DEFER – CIDOCA/DF

“É um documento emocionante por que demonstra a sede que nosso povo tem manter e propagar a tradição provando que têm consciência de um povo sem tradição é uma arvore sem raiz… qualquer abalo destrói… como venho dizendo há anos…”

Desejando muita saúde, felicidade e  axé!
Decanio

 

 

Visite a seção de “DOWNLOADS DA CAPOEIRA” e confira as novidades

Ginga Porto

OBJECTIVOS

Difundir, valorizar e divulgar a Capoeira como meio de cultura popular, promover a integração social e o lazer entre alunos.Respeitar os costumes e tradições numa dimensão crítica e reflexiva, conscientizando a população da importância da Capoeira como instrumento de Educação e Cultura.

PROGRAMAÇÂO

Quinta-Feira (8 de Maio) – Apresentação de Puxada de Rede. Roda de capoeira que marca o inicio do XIX Encontro Internacional de Capoeira, Praça da Ribeira do Porto – Porto das 20 ás 22 horas

Sexta-Feira (9 de Maio) – Roda de capoeira com todos os convidados, Estação da Refer de São Bento – Porto das 20 ás 22 horas.

Sábado (10 de Maio) – Junta de Freguesia do Bonfim (Campo 24 de Agosto, em frente ao metro do Campo 24 de Agosto)10:00 ás 18.30 hrs – Oficinas de Capoeira, Palestra  e Rodas de Capoeira . 
20:00 – Roda de capoeira que marca o encerramento do 3ºdia do XIX Encontro Internacional de Capoeira, Praça da Ribeira do Porto – Porto das 20 ás 22 horas

Domingo (11 de Maio) – Junta de Freguesia do Bonfim (Campo 24 de Agosto, em frente ao metro do Campo 24 de Agosto)10:00– Roda de capoeira que marca o início do último dia do XIX Encontro Internacional de Capoeira, Praça da Ribeira do Porto – Porto das 10 ás 12 horas
15:00  – XIX Batizado e Troca de Graduações, na Junta de Freguesia do Bonfim . 
19:00  – Festa de Encerramento do XIX Encontro Internacional de Capoeira – Guindalense  – Escadas dos Guindais.

CONVIDADOS

Mestres: Barão, Nilson, Magôo, Caramúru, PernaLonga e Nagô.

Contramestres: Marcha-Lenta, Papagaio, Milani e Fantasma.

Professores: Pelé, Stress e Canela-Seca.

HISTÓRIA

Associação de capoeira Lagoa da Saudade foi fundada em 1987 pelo Mestre Barão em Santos, Brasil, onde ainda mantem as suas raízes. Em 1995 vem para Portugal e fundou o Grupo, já tendo realizado XVIII Encontros internacionais de capoeira. É em Portugal que em 1996, José Cláudio dos Santos, Mestre Barão, recebe sua graduação de Mestre de Capoeira pelos seus Mestres presentes: Mestre Corisco (fundador do Grupo ASCAB) e Mestre Bandeira (fundador do Grupo Arte de Gingar –Só Capoeira)

 

* Julio Pedro Ribeiro – PIU – Associação de capoeira Lagoa da Saudade

Brasileiros revelam como é viver no Havaí e mostram suas atividades

Brasileiros revelam como é viver no Havaí e mostram suas atividades

O que dizer da batucada no Havaí? São alunos de capoeira do paulista Leonardo Naito, que vive no Havaí há 15 anos.

Bem vindos a Waikiki! Conhecida no mundo todo, a praia de Honolulu é também a mais moderna, elegante e cosmopolita do Havaí.

Com mar calmo, hotéis de luxo e inúmeras lojas de grife, Waikiki é sonho de consumo para turistas do mundo todo.

Especialmente os japoneses que estão quase à mesma distância do arquipélago que os americanos do continente.

O que é a bandeira do Brasil está fazendo na areia da praia? A canga foi comprada no Brasil, mas os amigos Maitê e Enos são espanhóis.

E o que dizer, então, da batucada? Agora sim estamos falando português. Mas, entre tantos brasileiros, tem americano no samba.

São alunos de capoeira do paulista Leonardo Naito, que vive no Havaí há 15 anos. Todo fim de semana, chova ou faça sol, o grupo se reúne para treinar.

Edward, o periquito, começou a fazer capoeira a convite de um amigo. Shalina buscava uma atividade para aliviar o estresse das provas da faculdade. Os dois se apaixonaram. E não foi só pela capoeira. Durante os treinos, o casal se reveza para cuidar do filhinho de 11 meses.

Hoje, Leonardo está casado com Patrícia, que nasceu nas Filipinas. E quem vê não imagina. Uma das maiores dificuldades que ela teve na capoeira foi vencer a timidez.

Para Leonardo, mais do que deixar os alunos em forma, a capoeira serve para ensinar um novo estilo de vida.

Uma vez por semana, a rádio estatal do Havaí abre espaço para a música popular brasileira.

Apesar do jeitão e do português perfeito, Sandy não é brasileira. É havaiana. A paixão pelo Brasil começou na infância quando ela ouviu pela primeira vez a música garota de Ipanema.

Depois da faculdade, Sandy foi adiante. Morou três anos no Brasil, quando se casou com o ritmista Carlinhos Pandeiro de Ouro e chegou a cantar nas noites do Rio de Janeiro.

Sandy retornou aos Estados Unidos e não voltou mais a pisar em solo brasileiro. Mas nunca mais perdeu os laços com o Brasil e a paixão pela nossa cultura.

 

Fonte: http://g1.globo.com/

Da Espiral à Roda

Nas redes sociais tenho visto com frequência publicações alusivas a uma nostalgia dos anos 80 (sim, esses que foram considerados pirosos!) acerca dos brinquedos, das brincadeiras, dos desenhos animados… o brincar na rua !!! Ah, que saudades! E tem-se falado sobre como as crianças crescidas nesses tempos estariam mais bem preparadas para enfrentar obstáculos ao longo da vida do que possivelmente estarão as crianças que hoje em dia primam pela tecnologia e pelo isolamento mais do que pela criatividade e o vínculo social.

Surge também nos últimos anos uma frequência mais elevada de diagnóstico de hiperatividade e défice de atenção do que nesses anos. Hiper = grande, atividade = criança? É suposto que as crianças sejam ativas, que se mexam, que sejam curiosas, aventureiras… não é isso ser criança? Mas ter essa atividade toda e não ter como a gastar pode ser altamente nocivo. E atenção, não pretendo minimizar os diagnósticos feitos nem o impacto que isso trás na vida da criança e da família, porque são situações extremamente complexas que têm que ser avaliadas com critérios rigorosos. Apenas pretendo pensar um pouco a hiperatividade na sua expressão mais lata, do senso comum, a hiper-atividade, a atividade em excesso.

Provavelmente nos anos 80 gastavam-se as energias numa apanhada, numa macaca ou num jogo de futebol e quando se chegava a casa, com fome e cansados e com apenas dois canais de televisão, poucas opções sobravam.

Pois, não era uma era tecnológica mas era uma era de ir para a rua. Mas os tempos mudam e não existem apenas efeitos secundários nocivos desta era tecnológica. Os miúdos tratam a tecnologia por tu. Ensinam os pais, os avós, os professores. Encontram músicas, jogos e histórias, chegam a todo o lado com um clique. A tecnologia está para as crianças de hoje em dia como as brincadeiras na rua estavam para as crianças dos anos 80. Sem dúvida que existem benefícios e perigos em ambas as épocas. Mas como em tudo, no meio é que está a virtude.

Uma das vantagens deste fácil acesso é que o longe está sempre mais perto do que nos anos 80. E tudo o que se fazia lá fora e nós só sabíamos 20 anos depois, agora é quase em tempo real. E isso não é necessariamente mau. Faz-nos sentir ligados. Faz-nos sentir menos sós. Parte de algo. Capazes.

A grande questão, na minha humilde opinião, é como conjugar isso. E aí, caros pais dos anos 80, a bola é nossa. Cabe-nos a nós fazer essa ligação. Sim, a nós que apanhámos a transição. As cassetes, os vinis e VHS, os CDs DVD’s DIVX, Nintendos, Spectrums, Playstations, Gameboys…nós conhecemos ambos os lados.

E a nós cabe a tarefa de ajudar as nossas crianças a tirar partido de estar com os outros, estar na rua, jogar esses jogos saudosistas, navegar na Internet, ver os programas mais adequados…enfim, sermos responsáveis por ajudar os nossos filhos a estar, a crescer e ser feliz nesta era.

A hiper-atividade é a expressão máxima da inquietação. Dentro e fora. E ainda não é pacífica a sua definição em termos etiológicos. É genética, é do meio, é daqui e dali… mas é. E a forma com lidamos com essa questão é que terá mais impacto do que o rótulo ou a origem.

Com isto, proponho um pequeno olhar por uma atividade já bem implementada em Portugal desde o final dos anos 80, mas ainda desconhecida para muitos de nós: a capoeira.

Muitos desportos, nomeadamente as artes marciais, visam o auto controlo, respeito das regras, capacidade de concentração, resiliência, competência…mas todas estas tarefas podem parecer hercúleas aos olhos de uma criança cujo nervoso miudinho é quem manda. Saber que se tem que estar atento pode ser por si só catalisador de maior agitação!

Mas existem atividades que podem juntar uma série de elementos que beneficiam de forma imensa as crianças (especialmente as hiper-ativas, ansiosas e introvertidas). A capoeira é sem dúvida uma dessas atividades.

Porque transmite noção de eu no mundo, através da passagem histórica das raízes interligadas (e nem sempre felizes) de Portugal e Brasil. Conhecimento histórico e geográfico, multiculturalidade, expressão física e artística, pertença do grupo, autoestima, atenção e motivação são alguns dos ganho imediatos da prática desta atividade. E porquê?

Porque o fator competição é preterido ao da inter ajuda, porque os grupos são habitualmente heterogéneos (em género e faixa etária), porque tem que se ser rápido e enérgico (valorizando os aspetos considerados tóxicos na hiperatividade), mas ao mesmo tempo atento para se esquivar de um golpe. Porque nunca se perde o outro de vista, porque se canta e se aprende a tocar instrumentos. Porque se valoriza o grupo em detrimento do indivíduo, porque existe a possibilidade de renascer através do batismo de uma alcunha de capoeira.

Porque se pertence. Porque se é. Porque se está ligado. E não é através da Internet. É ali, ao vivo e a cores!

E então, porque não, antes de mandarmos os meninos e meninas distraídos, impulsivos e inquietos para dentro de um cubo gigante e opressor de um medicamento que apenas faz bem aos cuidadores (que têm menos desgaste), mas que mata a criatividade e a possibilidade de encontrar alternativas, se mandasse para uma roda de capoeira?

 

NOTA: Apesar de considerar que as crianças com TDAH de acordo com o DSM IV-TR estão igualmente aptas a entrar para uma atividade física e desportiva como a capoeira, essa indicação deve ser dada criteriosamente em contexto clínico, de acordo com a avaliação da situação individual. E não se esgota na prática de uma atividade, a sua leitura é sempre multidisciplinar tal como a intervenção. Em caso de dúvida, contacte um especialista. A Psicronos em Setúbal tem um serviço dirigido a crianças e adolescentes, bem como o aconselhamento parental que pode e deve caso exista suspeita da criança ou jovem se enquadrar neste diagnóstico.

 

Carla Ricardo

Carla Ricardo é licenciada em Psicologia Clínica pelo Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA) de Lisboa, desde 2002. Exerce clínica privada na delegação de Setúbal da Psicronos e tem formação base em Psicoterapia Psicanalítica, EMDR e terapia cognitivo-comportamental.

Email: carla.ricardo@psicronos.pt

Contactos: 213 145 309 / 918 095 908

Imagem: © Turma da Mónica / Maurício de Sousa

Capoeira como Atividade de Reabilitação nos Presídios

Faltam mais de 250 mil vagas para presos no Brasil

Esse problema não é exclusivo de penitenciárias. Muitas delegacias também sofrem com a falta de espaço e o excesso de presos

A segunda parte da série Prisões Brasileiras – Um Retrato sem Retoques, do Repórter Brasil, da TV Brasil, mostra hoje (25) um grande número de pessoas em espaços muito pequenos. A superpopulação carcerária é um problema encontrado em todo o país. De acordo com o Departamento Penitenciário Nacional (Depen), do Ministério da Justiça, o déficit de vagas no sistema penitenciário brasileiro chega a 256 mil.

Fábio Sá e Silva, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), explica que não é tarefa simples conseguir novas vagas para detentos no Brasil. Além do alto custo, é necessário enfrentar a rejeição da sociedade. “As cidades não querem receber presídios. Elas se mobilizam contra, os cidadãos pedem audiências públicas para rejeitar o projeto, o Ministério Público entra com Ação Civil para que não seja construído o presídio”. De acordo com Douglas Martins, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), abrir uma vaga no sistema prisional custa em torno de R$ 40 mil.

Esse problema não é exclusivo de penitenciárias. Muitas delegacias também sofrem com a falta de espaço e o excesso de presos. No Paraná, por exemplo, as delegacias abrigam 10.600 pessoas em  4.400 vagas. Curiosamente, sobram cerca de mil vagas nos presídios do estado.

Uma das sugestões para desafogar os presídios é rever a punição de alguns crimes como, por exemplo, o uso de drogas. A subprocuradora-geral da República, Ela Wiecko, defende essa alternativa. “Todo mundo pratica crimes, mesmo pequenos, em algum momento da vida. Ninguém pode dizer ‘eu nunca cometi’ alguma coisa que, lá no Código Penal, não conste como crime ou tenha constado. Um exemplo é o adultério, que estava no Código algum tempo atrás”.

Atualmente, a remissão da pena é uma das formas de tirar o preso da cadeia antes do tempo. Condenados trabalham ou estudam enquanto reduzem dias de suas penas. “O colégio está me fornecendo remissão de pena. É como se eu fosse estudar dois dias e ganhar um. Um dia fora desse lugar é muito bom”, diz um detento do presídio Juiz Antônio Luiz Lins de Barros, no Recife.

Já o ex-dançarino Marcelo Andrade aprendeu a jogar capoeira na prisão e hoje dá aula para outros detentos. “Esses presos aqui poderiam estar trocando faca, fazendo rebelião, tentativa de fuga, matando outro, se destruindo nas drogas. Mas hoje estão aqui comigo, jogando capoeira”.

Amanhã (26), a série Prisões Brasileiras – Um Retrato sem Retoques vai mostrar outros problemas que provocam a superlotação dos presídios, bem como as alternativas usadas para diminuir o problema. A série vai ao ar no Repórter Brasil, às 21h.

Nova Iguaçu abre 100 vagas para aulas de capoeira

A Secretaria Municipal de Esporte e Lazer de Nova Iguaçu (Semel) abriu 100 novas vagas para aulas de capoeira, promovidas através do Programa Esporte na Vila. As aulas são gratuitas e acontecem duas vezes por semana. Para se inscrever é preciso apresentar certidão de nascimento ou identidade, declaração escolar, uma foto 3×4 e atestado médico, na secretaria administrativa da Vila Olímpica, na Rua Luís de Lima, 288, Centro, das 9h às 17h.

Crianças com idade a partir de três anos podem participar. As aulas acontecem as terças, quintas e sábados, ministradas pelo professor de educação física e mestre de capoeira Carlos Eduardo Alves Gomes, conhecido como Chumbinho. “Com as novas vagas que estamos oferecendo, a capoeira será a modalidade com maior número de inscritos no Projeto Esporte na Vila”, disse Adriano Santos, secretário municipal de Esporte e Lazer.

O Projeto Esporte na Vila, que tem mais de mil alunos inscritos, já revelou atletas para o esporte brasileiro, como o judoca Sebastian Pereira e a ex-capitã da seleção brasileira de handebol, Lucila Vianna. Além das aulas de capoeira, há outras atividades esportivas como: atletismo, ginástica, basquete, vôlei, futsal, handebol, futebol, karatê, tênis de mesa e judô. Mais informações podem ser feitas através do telefone: 2669-5744.

 

Fonte: http://www.baixadafacil.com.br/

Instituto Ressoarte e Projeto Capoeira Show

Capoeira show realiza apresentação gratuita sábado em Anastácio com apoio do FIC/MS

Com patrocínio do Fundo de Investimentos Culturais da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul acontece neste sábado (22), às 17 horas, na sede do Instituto Ressoarte, em Anastácio, mais uma apresentação do projeto Capoeira Show, realizado pelo professor Antonio Marcos Lacerda de Lima (Mestre Liminha), do grupo Ilê Camaleão. O evento é aberto ao público.

O projeto consiste na realização de oficinas de capacitação para grupos locais em municípios do Estado que resultam em grandes apresentações no fim dos trabalhos. “O objetivo é mostrar a arte, a cultura da Capoeira como ação motivadora para reflexão da cidadania”, explica o mestre Liminha.

As ações envolvem dinâmicas de Capoeira e “conversas na roda”, em que se discutem temas referentes aos problemas socioculturais que envolvam as crianças e adolescentes participantes.

“O foco são jovens em situação de vulnerabilidade. A Capoeira aparece como instrumento de valorização e afirmação da cultura local e, consequentemente, das pessoas que a desenvolvem. As atividades culturais e esportivas se apresentam como alternativas importantes para o reforço de valores. E a Capoeira se enquadra em ambos”, explica o professor.

Serviço

A oficina do projeto Capoeira Show em Anastácio acontece nesta sábado (22), a partir das 8 horas, na sede do Instituto Ressoarte, que fica na rua Américo de Souza, 320.  A entrada é franca.

Fonte: FCMS

Embú das Artes: Capoeira ganha espaço e faz 1ª Conferência

São Paulo – Embú das Artes

A capoeira acaba de conquistar mais espaço na cidade. Neste ano de 2014, o Governo Municipal, por meio da Secretaria de Cultura, trabalhará direto com a Associação dos Capoeiristas de Embu das Artes, em busca até mesmo de captação de recursos para a promoção de atividades do esporte na cidade. O presidente da associação, Sérgio de Oliveira Cabrito, o Joca, do Ponto de Cultura Projeto Diversidades Culturais na Capoeira, que funcionam no Jardim Novo Campo Limpo, está otimista.

“Precisamos aprovar agora a Lei da Profissionalização da Capoeira dodeputado federal Carlos Zarattini”, diz Joca. O Projeto de Lei 2.858/2008, que aguarda sanção em Brasília, DF, dispõe sobre a regulamentação da atividade e cria o Dia Nacional da Capoeira e do Capoeirista, além de declarar sua importância como cultura, esporte e meio de inserção social. “Capoeira é o esporte mais completo que existe. Envolve cultura, esporte, educação, lazer e é a mistura de todas as artes marciais”, afirma Joca, 41 anos, 22 de prática. A capoeira é Patrimônio Imaterial da Cultura Brasileira, registrado pelo Instituto do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural (Iphan) e Ministério da Cultura (MinC), no governo Lula, em 2008.

 

DIA 22/2, NA CÂMARA

No encontro realizado em 25/1, entre capoeiristas, suas associações (há mais de 30 na cidade) e a Secretaria Municipal de Cultura, ocorreram dois fatos importantes: a formalização da Associação dos Capoeiristas de Embu das Artes e a indicação da cidade como sede da Conferência Regional de Capoeira, a qual será realizada no dia 22 de fevereiro, às 14h, na Câmara Municipal embuense (rua Marcelino Pinto Teixeira, 50).

A conferência é aberta a todos os interessados.

Fontes: http://www.embudasartes.sp.gov.br – http://capoeirajoca.blogspot.pt/

Palmares, um Projeto de Nação

O INÍCIO DE PALMARES…. , A ESCRAVIZAÇÃO DO ÍNDIO

“No dia em que nossa gente acabar de uma vez, eu vou  tirar esta
escora daqui, e o céu vai desabar, e todas as gentes vão desaparecer.
Vai acabar tudo”. Sinaá, Lenda do fim do Mundo, povo Juruna.”

  • 1533 – Bula Veritas Ipsa Papa Paulo III declarando “os índios homens racionais”…
  • Entradas, expedições organizadas pelos Gov. Gerais, ou diretamente pela Corôa.
  • Bandeiras, empresa (expedição) organizada por particulares, ambas para caçar índio.
  • Incursões de franceses, iniciativa particular de “piratas” e não de governo.

Toda e qualquer referência à escravização do índio, que nos interessa, seria uma repetição da escravização negra. A História do Brasil é contada em dois extremos de uma mesma arma – ora como uma peça de defesa, o secular cuidado com a cabeça de louça do cristianismo; ora uma peça dedescaracterização do negro – a condenação da vítima – “comprava-se negros escravizados por outros negros;  eram comprados por escambo índios escravizados por outros índios ” : Doe mais ao negro do Mundo, assim com ao índio do Brasil, estas mentiras secularmente repetidas que a própria escravidão a que foram submetidos, doem-lhes a insaciedade do dominador…

As narrativas feitas entre o Séc. XVI e o XVIII serve como relato, não como interpretação, de um lado por que os escrivães não conheciam absolutamente nada do índio; segundo porque eram interessados – uns como mercadores ou agentes de mercadores; outros, por serem agentes da Coroa Portuguesa que chega ao Séc. XIX  “tendo no Brasil apenas a vaca leiteira”.

Acrescente-se ao fato das expedições portuguesas serem compostas por homens sem letras. Se dentre os franceses e até dentre as poucas entradas alemãs de que se tem notícia sempre havia intelectuais, homens de letras, e muitos de ciência, (meramente interessados em ciência), dentre os portugueses não há um único registro com este cuidado, por todo o Séc. XVI e até o Séc. XVII. Mesmo entre os jesuítas pode-se encontrar quando muito um ou outro letrado, que eram dominados ou pelo interesse comercial da sua Ordem, ou pela posição de minoria dentre os seus pares, ou notadamente pela ordem severa da Igreja Católica. O que se conhece de imparcial e de cunho cultural é de origem francesa, depois holandesa.

 

RELATO SOBRE ÍNDIO, CRONISTA FRANCÊS JEAN LERY.

“Uma vez um velho índio perguntou-me: – Que significa isto de virdes vós outros, peros (portugueses) e mirs (franceses), buscar tão longe  lenha para vos aquecer? Não a tendes por lá em vossas terras? – Respondi que tínhamos lenha e muita, mas não daquele pau, e que não o queimávamos, como ele supunha, mas dele extraíamos tinta para tingir.

Retrucou o velho: – E por ventura precisais de tanto pau brasil? – Sim, respondi, pois em nosso pais existem negociantes que têm mais panos, facas, tesouras, espelhos e mais coisas de que vós aqui podeis supor, e um só deles compra todo o pau brasil com que muitos navios voltam carregados.

 

  • Ah! tu me dizeis maravilhas, disse o velho; e acrescentou, depois de bem alcançar o que eu dissera: – Mas esse homem tão rico não morre?
  • Sim, morre como os outros. –  E quando morre, para quem fica o que é dele? Perguntou.
  • Para seus filhos, se os tem, e na falta, para os irmãos ou parentes próximos, respondi.

 

Na verdade, continuou o velho, que não era nada tolo, agora vejo que vós, peros e mairs, sois uns grandes loucos, pois que atravesseis o mar com grandes incômodos, como dizeis, e trabalhais tanto a fim de amontoardes riquezas para os filhos ou parentes! A terra que vos alimentou não é suficiente para alimentá-los a eles? Nós aqui também temos filhos, a quem amamos, mas como estamos  certos de que após a nossa morte a terra que nos nutriu os nutrirá também, cá descansamos sem o mínimo cuidado”. Jean Lery.

“… andavam muitos deles dançando e folgando uns ante outros, sem se

tomarem pelas mãos, e faziam-no bem”.

(carta de Pero Vaz de Caminha, sobre o índio)

 

ÍNDIO ESCRAVIZA ÍNDIO  X  NEGRO ESCRAVIZA NEGRO, (meu Deus?)

Aí repousa o telhado de vidro do Cristianismo,  bastando que se diga:

  1. Todo e qualquer bacharel em História, em qualquer parte do Mundo sabe que é mentira esta afirmação, assim como todo e qualquer bacharel em direito que tenha se dedicado ao Direito Antigo; (só tem sentido alguém escravizar alguém se o excedente de produção do escravo for superior ao que ele consome, como não havia noções de acumulação, entre negros e índios, não podia haver interesse em escravizar uma ou um grupo de pessoas)

  2. No Brasil, ainda sobre o indígena: nem uma obra ou abordagem dos Irmãos Vilas-Bôas consta alguma citação de nações, ou tribo indígena escravizada por outra tribo, no que pese referências inúmeras a constatações e ou suspeitas de desaparição em guerras. (Todo animal lutou num dado instante por ração, e por toda a vida pelo instinto da procriação, apetite sexual).   Esta mesma observação vale para Darcy Ribeiro, ou Cândido Rondon. Os Vilas Boas viveram, moraram entre índios por mais de 45 anos, – vejamos um dos seus relatos:  “As grandes áreas devastadas, ou transformadas na sua vegetação original  existentes nas vizinhanças das aldeias em geral, provam a longa permanência dos índios nesses lugares…quantos anos não levaram para transformar grandes extensões em  mangabais,  piquizais…. e cerrados”?  Relato que desmente também as afirmações acerca do “nomadismo do índio brasileiro:  um povo agricultor não pode ser nômade.

“Quando Cabral pisou a terra brasileira em 1500, avalia Luis Amaral, já o indígena graças a ele próprio ou a seus antepassados, praticava a agricultura, em grau  mais ou menos igual ao então conhecido na Europa..” Assim é que eles já conheciam, naquela época  remota, anterior mesmo a 1500, o fumo, o algodão, o milho, a mandioca, a batata doce, a batatinha, o feijão, a abóbora, e o arroz”, completa Aluysio Sampaio.

Assim o índio, muitas das usas tribos foram se tornando errantes e não nômades como a Ordem Estado/Igreja usa como justificativa a 500 anos. Da Ordem dos Jesuítas e seus vigários o que se pode dizer é que foram sempre mais comerciantes (exploradores) que tudo o mais. De sob as imunidades desfrutadas em muitos períodos, cita Aluysio Mendonça Sampaio – “Do terror do gentio pelo português era tão grande que se chegou a criar a lenda do Padre de Ouro, lenda ainda contada por Frei Vicente do Salvador como verídica”.

Esse terror do gentio pelo branco já é uma prova da decadência do poderio dos nativos. Daqui por diante veremos os portugueses avançando, escravizando-lhes e empurrando-os para o sertão. “E a terra, em todos os lugares do Brasil, irá aos poucos mudando de dono”. Nos moldes da mistura geral, o Gov. Luiz de Brito, na sua primeira atitude organiza expedição de caça ao índio como nunca….diz frei Vicente “Na Paraíba,não deixaram branco nem negro, grande nem pequeno, macho nem fêmea, que não matassem e esquartejassem”. (sobre a tática de jogar o negro contra o índio e vice-versa. Embate contra uma tribo talvez ainda desconhecida, entrada de Governadores  Gerais). Tudo o que se passou nos Séc. XVI e XVII chega, com a mesma intensidade a meados do Séc. XIX, constata Alexander Marchant, por desconhecer o Brasil de 1940 quando escreveu. Aliás aquele Historiador americano em todo seu escrito “Do Escambo a Escravidão”, (l943), se não chega a desmentir, em nenhum momento avaliza afirmações sobre escravização de índio por índio.

A descoberta do Brasil, para o indígena como para o negro foi mais danosa que toda e quaisquer das invasões  de bárbaros em quaisquer lugar da terra onde ocorreu  – 500 anos depois e ainda não houve intercâmbio, não há nada que se possa conceituar além do domínio, do saque. Assim é que o indígena brasileiro regrediu, decresceu em número e em qualidade de vida e afunilou-se inversamente do ponto de vista da evolução técnico-cultural.

PS. Quando tratarmos do início de Palmares, A escravização do negro, vamos demonstrar a mentira da escravização do negro pelo negro, e ou a escravização do índio pelo índio .

 

Jean de Léry

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.”Historia navigationis in Brasiliam…”. Genebra, 1586.

(Côte-d’Or, c. 1536 – Suíça, c. 1613) foi um pastor, missionário e escritor francês e membro da igreja reformada de Genebra durante a fase inicial da Reforma Calvinista.

 

André Pêssego – projetozumbi@uol.com.brBerimbau Brasil  – São Paulo, SP – Mestre João Coquinho – 10 anos

Jornalista lança livros de capoeira no Museu Capixaba

Uma das obras instrumentaliza a capoeira na luta contra as drogas. Outra obra conta em 4 idiomas a história da capoeira no Brasil

O jornalista e mestre em Educação Mano Lima lança no dia 22 de janeiro, a partir das dezoito horas, no Museu Capixaba, o livro SEJA UM CRAQUE SEM PEDRA (a capoeira que dá rasteira nas drogas).

O evento é uma promoção da Federação de Capoeira do Espírito Santo, com o apoio da prefeitura municipal de Vitória.

Mano Lima é historiador e autor de outros livros, como o DICIONÁRIO DE CAPOEIRA, A GINGA DOS MAIS VIVIDOS (capoeira na terceira idade) e e “EU, VOCÊ E A CAPOEIRA”, que conta a historia da escravidao no Brasil e da capoeira, e foi editado em português, inglês, francês e espanhol.

Os livros do escritor já foram lançados em três continentes (Europa, Asisa e América) e em paises como Espanha, Holanda, Alemanha, Belgica, França, Portugal, Paraguai e Cabo Verde.

Além de escritor, o autor é diretor de jornalismo da TV Portal Capoeira e colaborador no mesmo site.

 

Serviço: O escritor está à disposição de outros grupos de capoeira para dar palestras e fazer o lançamento do seu livro. Para receber o livro, via correio, ou convidar o escritor para eventos de capoeira, no Brasil, ou exterior, os interessados podem fazer contato direto com o mesmo, nos telefones (61) 8101 0915 e (61) 9190 4256, ou no e-mail dicionariocapoeira@gmail.com.

Aguardo seu contato.
MANO LIMA    Jornalista(61) 9190 4256      OI (61) 8101 0915      TIM(27)30192707

fecaes
(27)99825 0727 VIVO CABRAL
(27)98147 6343  VIVO  CABRAL
(27)99234 3490  secretaria da fecaes