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Lado a Lado: Isabel e Zé Maria: um amor de samba e capoeira

Lado a Lado nova novela das seis da Rede Globo

Camila Pitanga e Lázaro Ramos dão vida ao casal apaixonado da trama

Em Lado a Lado Isabel (Camila Pitanga) é uma moça sonhadora. Ela sonha com a liberdade, a igualdade e o amor. Vive em um cortiço com seu pai, Seu Afonso (Milton Gonçalves), um ex-escravo, homem trabalhador que exerce o ofício de barbeiro e dedicou sua vida para criá-la da melhor maneira.

Seguindo o exemplo do pai, desde os 14 anos Isabel trabalha na casa de Madame Besançon (Beatriz Segall) como criada. Foi com ela que aprendeu boas maneiras e também algumas palavras de francês. A vida nunca foi fácil mas a moça, batalhadora que é, nunca se deixou abater diante dos problemas e sempre lutou por seus ideais.

É na roda de samba que Isabel espanta seus males e alimenta sua ânsia de viver. Entrega-se de corpo e alma à dança e encanta a todos com seu gingado. E foi em um dia desses, na cadência do samba, transbordando alegria, que ela conhece Zé Maria (Lázaro Ramos). Ele apaixona-se logo à primeira vista. Ela, tinhosa, a princípio não lhe dá muita confiança. Mas o jeito sedutor do moço acaba acendendo uma luz em seu coração.

Zé trabalha na barbearia com Seu Afonso, mas guarda um segredo que não confessa nem para sua amada: é capoeirista, e dos mais habilidosos. Porém, no início do século XX, os “capoeiras” são sinônimo de bandidagem. É esse lado oculto que fará com que ele se envolva em algumas – injustas – confusões, que poderão abalar a relação dos dois.

‘Lado a Lado’ é a próxima novela das seis, de João Ximenes Braga e Claudia Lage, com direção de núcleo de Dennis Carvalho e direção geral de Vinícius Coimbra, com estreia prevista para setembro.

 

Fonte: http://redeglobo.globo.com

Morro do Querosene realiza Simpósio e Espetáculo Teatral para falar da importância do “Peabiru”

Eventos  fortalecem a luta dos moradores da região por área que abriga uma fonte milenar. Autoridades, ambientalistas e historiadores confirmam presença em simpósio organizado pela comunidade.

Há mais de dez anos os moradores do Morro do Querosene lutam por uma área que abriga uma fonte milenar. Cercada de forma irregular, o que impediu o acesso dos moradores da região a área que dá acesso a fonte, o caso ganhou destaque na mídia e desde então os moradores vêm promovendo uma série de ações para conscientizar a população da importância do local para a cidade de São Paulo. No mês de agosto, o prefeito Gilberto Kassab decretou de utilidade pública, 35 dos 39 m² do terreno onde está localizada a Fonte. Esta foi a primeira conquista dos moradores que visam transformar esta área em um parque, o já batizado “Parque da Fonte”, por onde passa o “Caminho do Peabiru”.

Uma peça teatral, escrita e produzida pelos próprios moradores, e um simpósio fazem parte das atividades do projeto “Peabiru Caminho Suave” que vem sendo realizado com apoio do FEMA – Fundo Especial do Meio Ambiente da Secretaria Municipal do Verde.

 

Sobre o Simpósio “Juntos no Peabiru”

A  comunidade do Morro do Querosene percorreu uma longa trajetória até conseguir um    Decreto de Utilidade Pública para a Chácara da Fonte.

No início, ninguém havia ouvido falar de Peabiru. As informações foram aparecendo como num jogo de quebra-cabeça. Quando começaram a pronunciar “o Peabiru passava por aqui… a Bica era parada obrigatória de quem viajava pelo importante Caminho… na Chácara da Fonte as expedições acampavam….” os ouvintes perguntavam: “e você, é historiador? Quem é você para fazer tal afirmação?”. E como a grande maioria era artista ou agente cultural, logo o interlocutor coçava o bigode como quem entende que artista inventa mesmo.

Foi assim que surgiu esta ideia de realizar um SIMPÓSIO – REUNIÃO DE CIENTISTAS E ESPECIALISTAS para discutir sobre o Peabiru e o Parque da Fonte.

Para este Simpósio “JUNTOS NO PEABIRU”, renomadas autoridades no assunto confirmaram presença:

Rossano Lopes (arqueólogo do IPHAN), Júlio Abe (Diretor do Instituto de Geografia e História de São Paulo), Benedito Prezia (antropólogo, escritor e indigenista), Luiz Galdino (escritor do livro “Os Incas no Brasil”) e Hernani Donato (escritor, historiador, jornalista e professor) estarão  das 9 às 12h30 quando serão abordadas questões relativas à história.

O período da tarde (das 13h30 às 17h) está reservado para as questões urbanísticas e ambientais com Aziz Ab’Saber (geógrafo, ambientalista e professor), Nabil Bonduki (Secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano – Ministério do Meio Ambiente, redator do Plano Diretor da Cidade de São Paulo) e  Ros Mari Zenha (ambientalista).

O evento será aberto para a participação do público em geral e acontecerá no Auditório do Instituto Butantan, dia 13 de setembro de 2011, das 9h às 17h.

 

SIMPÓSIO “JUNTOS NO PEABIRU”

Local: Auditório do Instituto Butantan

Avenida Vital Brasil, 1500 – Butantã – São Paulo

Data: 13 de setembro

Horário: das 9 às 17h

Entrada Franca

mais informações www.fontedopeabiru.com.br

 

Sobre o espetáculo teatral

“Peabiru, o Caminho Suave”

O espetáculo acontece à beira do milenar Peabiru , emaranhado de trilhas que atravessavam o Continente e que eram utilizadas pelo nativos, entre eles, Incas e Guaranis, na busca por alimentos, exploração de novos espaços, intercâmbio cultural e encontros.

A montagem da peça teatral convida seus espectadores a uma reflexão sobre nossa formação cultural e étnica, a realidade e os sonhos atuais, alternativas de ver e viver o cotidiano, abordando, de forma lúdica e popular, questões ambientais e urbanísticas como o caso da polêmica existente entre a construção de um shopping center e um parque com nascentes e belezas naturais.

Alinhando mitos e fatos, em meio a novos códigos florestais, usinas de energia, desapropriação de território de tradições ancestrais, a peça relata aspectos do processo civilizatório, com foco sobre a Vila Pirajussara, outrora parada obrigatória de tropeiros, jesuítas, bandeirantes e índios, hoje Morro do Querosene, rico de manifestações culturais e uma  comunidade engajada em preservar a Chácara da Fonte. A questão não é apenas local, mas extrapola o território brasileiro.

Pai Sumé e elementos personificados, como portais dimensionais e oráculos, costuram a narrativa. Os diálogos acontecem entre mãe e filho, jesuíta, índio e bandeirante, arquiteta, encanador e outros cidadãos que se reúnem para discutir a situação do seu bairro.  No decorrer do espetáculo, outros personagens, como o Saci Pererê, as lavadeiras, escravos, capitães do mato, o cordelista e um repórter interativo, fazem intervenções, lançando um novo olhar sobre os acontecimentos.

Num momento tão violento e crucial para nossa metrópole, o espetáculo “Peabiru, o Caminho Suave” busca chegar na mítica “Terra sem Mal” preconizada pelos nossos antepassados indígenas.

 

FICHA TÉCNICA

Criação :  Peabiru  Arte Manifesto

Texto: Caco Pontes, Cláudio Laureatti e Paulo Almeida

Direção geral e executiva : Cecília Pellegrini

Coordenação e produção :    Nelson Conde

Preparação e direção cênica: Caco Pontes

Direção musical :  Dinho Nascimento

Assistente de direção : Claudio Laureatti e Paulo Almeida

Elenco :  Benê do Morro, Beto Kabelo, Caco Pontes, Claudio Laureatti, Daphne Loureiro, Edgard Max, Gabriel Eduardo, Lara Giordana Lima, Mariana Acioli, Mauro Carotta, Paulo Almeida e Tânia Seong.

Músicos :        Dinho Nascimento, Marcos Dafeira e Orates Odara

Pesquisa: Cecília Pellegrini e Roberta de Carlo Smith

Figurino :  Mariana Acioli

Cenário : Daphne Loureiro

Efeitos visuais : Leila Monsegur

Som e luz:  Ana Catarina

Fotografia : Raul Zito

Arte Gráfica:  Maurício Santana

Assessoria de imprensa :  Iara Filardi

Realização:  Associação Cultural da Comunidade do  Morro do Querosene

 

Agenda:

17/09/2011 às 17h

CEU Butantã (Teatro Carlos Zara)

Av: Engº Heitor Antônio Eiras Garcia, 1700 – Jd Esmeralda

Telefone: 3732-4560

450 lugares (sendo 2 para portadores de necessidades especiais)

 

22/09/2011 às 20h

CEU Uirapuru

Rua: Nazir Miguel, 849 – Jd João XXIII

Telefone: 3782-3143

180 lugares

 

01/10/2011 às 11h

Pateo do Collegio

Praça Páteo do Colégio, 02  –  Centro

Telefone:  3105-6899

Espaço aberto

 

07/10/2011 às 21h

Centro Cultural Rio Verde

Rua Belmiro Braga, 119  –  Vila Madalena

Telefone: 3459-5321

120 lugares

 

12/10/2011 às 17h

Rua da Fonte  –  Morro do Querosene   –   Butantã

Telefone: 3726-8406

Espaço aberto

 

Classificação:  Livre

Entrada Gratuita

 

Imprensa: Iara Filardi

55 11 2083-7268

55 11 9224-3681

55 11 9318-3805

contato@iarafilardi.com

Mestre Bimba e a “Capoeira Iluminada”

110 anos de dedicação ao mais brasileiro patrimônio cultural

O De Lá pra Cá deste domingo (21), que sucede ao dia da Consciência Negra, traz uma homenagem ao mestre da capoeira, o Mestre Bimba.

Luta ou jogo? Dança ou esporte? Ou tudo junto? Não existe uma definição absoluta do que é a capoeira. Mas sabe-se que é uma manifestação cultural genuinamente brasileira e que tem em mestre Bimba o homem que a reinventou. Foi Bimba quem tirou a capoeira da marginalidade e a transformou numa cultura física, praticada por milhões de pessoas em todo o mundo. Há 300 anos que é dos maiores símbolos do Brasil e foi tombado como patrimônio cultural brasileiro desde julho de 2008.

Participam deste programa dedicado aos 110 anos de Mestre Bimba, o jornalista e presidente da Biblioteca Nacional, Muniz Sodré; o professor de História da UFBA, Carlos Eugênio; Mestre Camisa e diretor Luiz Fernando Goulart.

 

Apresentação Ancelmo Gois e Vera Barroso

Direção geral José Araripe Jr

Direção Carolina Sá

Livre

Horário: domingo, 18h

Reapresentação: sexta, 20h30

 

Fonte: http://www.tvbrasil.org.br/

Cia. Baobá de Arte Africana e Afro-Brasileira apresenta novo espetáculo Ancestralidade: “Herança do Corpo”

Nova montagem da companhia faz referências às heranças culturais africanas, e conta com direção e coreografias de júnia Bertolino, direção cênica Evandro Nunes, consultoria de Rui Moreira, preparação corporal Mestre João Bosco e direção musical de Mamour Ba.

As expressões artísticas que vigoram no tempo secularmente do continente-berço da humanidade à imensa afro-diáspora chamada Brasil, transmitidas pelo movimento, ritmo, batuque, teatro, canto e poesia. Em resumo, essa é a essência do trabalho da Companhia Baobá de Arte Africana e Afro-brasileira, coordenada pela bailarina, coreógrafa e atriz Júnia Bertolino.

O Espetáculo  da  Cia  Baobá de  Arte  Africana e  Afro-Brasileira ressalta os valores das culturas da África e suas respectivas heranças no Brasil, como a oralidade, ancestralidade e identidade. Todos esses elementos são representados nas esquetes: “Ritual da Graça”, o “abre-caminho” do espetáculo em que as mulheres – que predominam na companhia – dançam com asas de borboleta em reverência ao matriarcado das diversas sociedades africanas, entre os cantos entoam o verso “Filho Brasil pede benção à Mãe-África”; “Universo Feminino”, que ressalta o papel da mulher na comunidade com toda sua altivez, graciosidade e valores; “Djembola”, que segundo Mamour Ba, que deu o nome, em que as mulheres dançam pedindo chuva para a fartura da colheita; “Ginga do Corpo”, que presta homenagem ao mestre Pastinha e seus seguidores e à capoeira angola;  “Dança Ancestral”, momento de reverência e louvação aos orixás, e “Africana”, que faz reflexões sobre a dança afro na cena contemporânea. A direção musical é do músico senegalês Mamour Ba – que participa da trilha junto com seu filho Cheikh Ba -; com preparação corporal de Mestre João Bosco, da Cia. Primitiva de Arte Negra; cenário de Luciana dos Santos; figurino de Marcial Ávila e Lu Silva; e consultoria artística do bailarino e coreógrafo Rui Moreira, diretor da Cia. SeráQuê?.

 “Ancestralidade: Herança do Corpo” foi construído a partir de agosto, sendo um desdobramento do espetáculo anterior, “Quebrando o silêncio”. Agora, através do patrocínio da CEMIG, via a Lei Federal Rouanet de Incentivo à Cultura, a Cia. Baobá apresenta a nova montagem. No processo, os atuais 14 integrantes da companhia – entre bailarinos, atores e percussionistas – tiveram um momento de formação. O consultor do espetáculo, Rui Moreira, deu oficinas de dança contemporânea. Também participaram dos momentos de formação com os integrantes, Mamour Ba, com canto, dança e percussão da África; o percussionista Carlinhos Oxóssi, com oficinas sobre os ritmos da tradição religiosa afro-brasileira; Marquinho do grupo Encaixa Couro, sobre brincadeiras de roda e o batuque; Mestre João Bosco, com oficinas de capoeira angola e dança afro-brasileira, e Evandro Nunes, do Teatro Negro e Atitude, na preparação cênica.  

 

Sobre a Cia. Baobá

Criada em 1999, por Júnia Bertolino junto com o também bailarino e coreógrafo William Silva e o músico Jorge Áfrika, a Cia. Baobá de Arte Africana e Afro-brasileira surgiu para resgatar no cenário das artes cênicas de Belo Horizonte a representação e valorização das matrizes africanas presentes na identidade do povo brasileiro, retratados através da dança, música, poesia e teatro, a partir de pesquisas sobre a presença dessas matrizes no caldeirão da cultura nacional. Este ano Cia. Baobá completará dez anos de estrada e apresentar seu novo espetáculo de dança, intitulado “Ancestralidade: Herança do Corpo”. Concebido, dirigido e coreografado por Júnia Bertolino e direção cênica Evandros Nunes, sendo  que  o  primeiro  trabalho  da  Cia  é o  espetáculo Quebrando o Silêncio.  

 

Sobre Júnia Bertolino            

Com formação em comunicação social (jornalismo) e Antropologia com especialização em Estudos Africanos e Afro-brasileiro, Júnia iniciou-se na dança afro em 1995, no Centro Cultural da UFMG com o professor Evandro Passos, criador da Cia. de Dança Afro-brasileira Bataka. Nessa época, foi convidada para ser uma das bailarinas da Bataka, a primeira companhia a que pertenceu, com a qual viajou para apresentações na Itália, durante o Festival Internazionale del Folklore, em Roma. Foi bailarina convidada dos espetáculos “Brasil Mestiço” (1996) e “Kizomba – 500 anos”, da Cia. Danç’Arte de Marlene Silva.            

Em 1997, passou a integrar a Cia. de Arte Primitiva, dirigida pelo Mestre João Bosco, com quem aprimorou sua técnica na dança. Até que em 1999, fundou junto com Jorge Áfrika e William Silva a Cia. Baobá de Arte Africana e Afro-brasileira.            

Dentre muitas apresentações e espetáculos, em 2007, Júnia foi convidada para integrar o Coletivo Afro Minas, criado pelo bailarino Rui Moreira, para montar e encenar no Verão Arte Contemporânea o espetáculo “Thiossan” (na tradução em wolof quer dizer “tradição”), dirigido por Mamour Ba, em que dividiu palco com o próprio Rui e o Mestre João Bosco, com trilha do grupo Conexão Tribal African Beat, de Mamour. No cinema, destacam-se as participações nos filmes “Uma Onda No Ar” (2001), de Helvécio Ratton, e “Vinho de Rosas” (2003), de Elza Cataldo. No teatro, participou das peças “Besouro Cordão de Ouro” (2007), de João das Neves, e do espetáculo montado na 4ª edição do Festival de Arte Negra (FAN) pelo Coletivo FAN da Cena, intitulado “Árvore do Esquecimento”, dirigido por Grace Passô, Luis de Abreu e Jessé de Oliveira. Atualmente  faz parte da Diretoria de Arte do NEGRARIA – Coletivo de Artistas Negros/as.  

 

Ficha técnica:  

 

“Ancestralidade: Herança do Corpo”, da Cia. Baobá de Arte Africana e Afro-brasileira

Direção geral e coreografia: Júnia Bertolino

Direção Cênica: Evandro Nunes

Direção musical: Mamour Ba

Consultoria artística: Rui Moreira

Preparação corporal: Mestre João Bosco

Figurino: Marcial Ávila e Lu Silva

Cenário: Luciana dos Santos

Iluminação: Geraldo Otaviano

Cabelos e maquiagem: Dora Alves, Marisa Veloso e Lú Santana

Registro fotográfico e audiovisual: Netun Lima, Renata Mey e João Álvaro

Elenco: Júnia Bertolino, William Silva, Fred Santos, Alex Diego Tamborilar, Eric Delo, Jander Ribeiro, Evandro Nunes, Lu Santana, Lu Silva, Andréia Pereira, Gaya Dandara Campos, Gabriela Rosário, Camila Rievers,  Gilmara Guimarães e Marisa Veloso.

Elenco convidado: Mestre João Bosco

Músicos convidados: Mamour Ba e Cheikh Ba  

 

Serviços:

Espetáculos:  quebrando  o   silêncio  e  “Ancestralidade: Herança do Corpo”, da Cia. Baobá de Arte Africana e Afro-brasileira

 

Contato para show e informações: (31) 99176762  ou  3467-6762  

baoba.arteafricana@gmail.com   juniabertolino@yahoo.com.br   

site: http://www.myspace.com/ciabaoba

 

Teatro: Besouro Cordão de Ouro em Vila Velha

BESOURO CORDÃO DE OURO NO TEATRO VILA VELHA

Av. Sete de Setembro, s/n, Passeio Público
Campo Grande | 40 080-570
Salvador . Bahia . Brasil
Dias 13 e 14 de outubro(segunda e terça)as 20h

R$ 10 (inteira)
R$ 5 (meia)
Atenção ingressos limitados já a venda no local

GARANTA JÁ O SEU PRA NAO FICAR DE FORA!!!

Besouro Cordão de Ouro é um musical de Paulo Cesar Pinheiro em homenagem ao capoeirista mitológico que assim era conhecido. O palco se transforma numa grande roda de capoeira com atabaques, berimbaus, pandeiros e caxixis, numa verdadeira transposição da arte e das circunstâncias que consagraram o santoamarense Besouro Mangangá como mestre lendário. Um passeio pela formação de nosso povo, sua coragem, criatividade e resistência.

Veja o trailer da peça em: http://blogdovila.blogspot.com/

http://br.youtube.com/profile_videos?user=millermultitvldb&p=v

Ana Paula Black
Cridemar Aquino
Maurício Tizumba
Raphael Sil
Sérgio Pererê
William de Paula
Wilson Rabelo
Gilberto Santos da Silva "Laborio"
Letícia Soares
Marcelo Capobiango
Valéria Monã
Victor Alvim "Lobisomem"
Alanzinho Rocha
Iléa Ferraz
Direção:João das Neves
Direção musical: Luciana Rabello

TEATRO VILA VELHA
Av. Sete de Setembro, s/n, Passeio Público
Campo Grande | 40 080-570
Salvador . Bahia . Brasil
Referências: Próximo ao Hotel Tropical da Bahia
Palácio da Aclamação
Casa D’Itália

Portugal: Lançamento do documentário Memórias do Recôncavo: Besouro e Outros Capoeiras

O vídeo-documentário Memórias do Recôncavo: Besouro e outros Capoeiras, do cineasta, músico, capoeirista e professor universitário da Ufba, Pedro Abib, 45, será exibido, pela primeira vez em Portugal, dentro da programação do VI Congresso Português de Sociologia, a realizar-se entre 25 e 28 de junho de 2008 em Lisboa No Porto, no Centro Comercial Brasília no dia 05/07 ás 16:30h e também em Leiria, no I Festival Internacional de Capoeira do Grupo Ginga Camará 2008 , sob a responsabilidade do grande capoeira e camarada Papagaio.

Memórias do Recôncavo: Besouro e outros Capoeiras, contemplado pelo edital Capoeira Viva – 2006 do Ministério da Cultura do Governo Federal é um documentário que aborda a capoeira e suas histórias num dos prováveis locais de seu surgimento no Brasil: o Recôncavo Baiano. A partir de depoimentos de antigos capoeiras moradores da região e também de estudiosos e pesquisadores, busca-se reconstruir a memória sobre fatos e personagens envolvidos com essa importante manifestação da cultura afro-brasileira, trazendo ainda um rico acervo de imagens de arquivo. O filme também busca reconstruir a história de um famoso personagem da região e um ícone da capoeira: o lendário Besouro Mangangá.

A Origem da Capoeira

A capoeira tem como um de seus prováveis locais de origem, segundo vários historiadores, uma das regiões mais férteis no sentido do florescimento cultural de raiz afro-brasileira: o Recôncavo Baiano. Segundo o cineasta Pedro Abib, o projeto está fundamentado a partir de uma profunda pesquisa documental sobre aspectos do surgimento da capoeira nessa região, contando também com depoimentos colhidos entre antigos moradores, mestres de capoeira, historiadores e pesquisadores da região.

“A partir das histórias narradas pelos antigos habitantes e da visita aos locais mais importantes como os velhos engenhos, fazendas, cidades, povoados e localidades do Recôncavo, reconstruimos uma parte da memória dos tempos dos grandes capoeiras da época a exemplo das lendárias figuras como Besouro Mangangá, Neco Canário Pardo, Cobrinha Verde, Ferreirinha de Santo Amaro, Gato, Noca de Jacó, Siri de Mangue, entre tantos outros capoeiras do Recôncavo que deixaram seus nomes na história”, disse Abib.

Entre os filmes já realizado pelo cineasta Pedro Abib destacam-se Batatinha e o Samba Oculto da Bahia (2007), premiado com dois “Tatu de Ouro” na 34ª Jornada Internacional de Cinema da Bahia – 2007 (melhor Documentário e melhor Vídeo da Jornada) e Menção Honrosa no Festival de Cinema Atlantidoc – Montevideo – Uruguai – 2007; “Divino Espírito Popular” (2006 ) Selecionado para a Jornada Internacional de Cinema da Bahia -2006 e convidado para o Festival de Cinema Africano em Tarifa (Espanha) – 2006; “O Velho Capoeirista: Mestre João Pequeno de Pastinha” (1999) Prêmio Melhor Documentário no Festival de Artes da UNICAMP – 2002; “Fome de Que?” (1998) Participante do Festival de Cinema e Vídeo da Fundação Cultural de Salvador, 1998.

DocDoma Filmes

2008 é um ano de desafios para a DocDoma Filmes. Além do lançamento do documentário MEMÓRIAS DO RECÔNCAVO: BESOURO E OUTROS CAPOEIRAS, a produtora tem ainda a responsabilidade de produzir os filmes: O Trampolim do Forte, de João Rodrigo Matos, longa-metragem ( ficção ) com recursos do Ministério da Cultura; Cuíca de Santo Amaro – Ele o Tal, de Joel de Almeida e Josias Pires, longa-metragem (documentário) com recursos da Petrobras, Lei Rouanet, além dos curtas-metragens Cães, de Adler Paz e Premonição, de Pedro Abib, ambos filmes de ficção, vencedores do Programa Petrobras Cultural.

A DocDoma Filmes é uma produtora baiana que atua na criação e produção de documentários, curtas e longas metragens, vídeos institucionais, promocionais e educativos, além da produção de conteúdos para televisão.

FICHA TÉCNICA:

  • Argumento, Roteiro e Direção: Pedro Abib
  • Direção de Produção: João Rodrigo Mattos
  • Produção Executiva: Adler Paz
  • Direção de Fotografia: Alexandre Basso
  • Som: Kico Povoas
  • Montagem: Bau Carvalho
  • Produção: DocDoma Filmes
  • Ano de realização: 2008
  • Suporte: HDV
  • Duração: 54’

Jornalista Responsável:
Luiz Henrique Sena (71 8201-7018/ 71 3354-6123)
DRT 1879 Ba
Contato do Diretor: Pedro Abib : 71 8150-2882/71 3285-3292 pedrabib@ufba.br

DOC FILMES PRODUÇÕES AUDIOVISUAIS LTDA.

Rua Almeida Garret, 35, Sala 205, Itaigara, Salvador – Bahia. Cep: 41815-320.

Telefax: (71) 3354-6123 – CNPJ: 07.718.282/0001-06

 

ÁGUA DE BEBER & desconto de 50% para capoeiristas

O espetáculo foi construído a partir de uma associação entre a música, o corpo em movimento e a reflexão sobre a capoeira e seus aspectos. O texto foi criado a partir de notícias de jornal entre o fim do século XIX e início do século XX, entrevistas atuais com mestres e estudiosos da capoeira como os Mestres Camisa e Nestor Capoeira, o escritor Muniz Sodré, o antropólogo Bernardo Conde e a neurologista Dra. Rosali Correia e o livro “SANTUGRI” de Muniz Sodré, cujas histórias curtas de “mandinga e capoeiragem”, remetem aos segredos, mitos e negaças de personagens como Besouro, Querido de Deus, Madame Satã e muitos outros.

A proposta cenográfica do espetáculo inclui a projeção de imagens, escolhidas pela artista plástica Brígida Baltar, que permeiam as cenas.

A música ao vivo, cujos temas afro-brasileiros, transcendem a tradição da capoeira, está bem presente, pontuando e dando ritmo ao espetáculo.

ÁGUA DE BEBEROutra riqueza desse trabalho está na expressividade do corpo impregnado pela capoeira, nas metáforas e associações com o comportamento cotidiano.

Além de apresentar uma visão histórica da capoeira, o espetáculo apresenta personagens que contam histórias fantásticas, convidando o público a ingressar no universo da capoeiragem. Água de Beber agrada aos capoeiristas e ao público em geral, apresentando as infinitas possibilidades que existem dentro desse manancial de criatividade que é a capoeira.

O DIRETOR

“Depois de 30 anos praticando, observando e estudando a capoeira, resolvi finalmente amadurecer este projeto, que há muito esperava nos arquivos a oportunidade de se concretizar. Trata-se de uma volta às origens, pois foi através da capoeira que descobri as possibilidades do meu corpo em movimento, da expressão da minha voz e do meu ritmo dentro de um grupo. A capoeira é uma fonte de inspiração inesgotável, à qual eu sempre retorno para matar a sede. Uma arte que se transforma e se molda como a água, de acordo com o contexto que se vive no espaço e no tempo do ritual de uma roda de capoeira. “Água de Beber” é uma reflexão atual sobre a capoeira, trazendo, não uma, mas muitas visões acerca de uma das manifestações mais ricas da nossa cultura popular”.

CLÁUDIO BALTAR

FICHA TÉCNICA

DIREÇÃO, CONCEPÇÃO E ROTEIRO: Cláudio Baltar
CO-DIREÇÃO: Fabianna de Mello e Souza
SUPERVISÃO DE PRODUÇÃO E FIGURINO: Valéria Martins
DIREÇÃO MUSICAL E TRILHA: Rafael Rocha, Fábio Leão Pequeno e Sérgio Cebolla
PROJEÇÃO E PROGRAMAÇÃO VISUAL: Brígida Baltar
ILUMINAÇÃO: Aurélio de Simoni
ASSESSORIA DE IMPRENSA: Andréa Cals
FOTOS: Andréa Cals e Mico Preto
PRODUÇÃO EXECUTIVA: Ana Coll
ADMINISTRAÇÃO: Beatriz Sant’Ana
PREPARAÇÃO JOGO DOS BICHOS: Mestre Camisa
PREPARAÇÃO JOGO DE DENTRO: Marron Capoeira
TREINAMENTO DE MÁSCARAS: Fabianna Mello e Souza
VOZES EM OFF: Rodrigo dos Santos, Muniz Sodré, Bernardo Conde
CORDEL: Parafina, Lobisomem e Leão Pequeno
MÚSICA DAS MALTAS E MÚSICA FINAL: Bernardo Palmeira
MÚSICA “ÁGUA PRA VIVER”: Lobisomem e Cebolão
ESTÚDIO E MIXAGEM: Bernardo Palmeira
CONFECÇÃO DAS MÁSCARAS: Clívia Cohen
CONFECÇÃO DE INSTRUMENTOS: Sérgio Cebolla e Marcos China
CONFECÇÃO DE FIGURINOS: Maria das Graças Silva
ADEREÇOS: Cida de Souza
OBJETOS DE CENA: Marcos China
OPERADOR DE SOM E PROJEÇÃO: Filipe Farinha
OPERADOR DE LUZ: Daniel Galvan
ELENCO: Rodrigo dos Santos; Sérgio Cebolla; Fábio Leão Pequeno; Davi Mico Preto; Fábio Negret; Charles Rosa
REALIZAÇÃO: Intrépida Trupe

 

Serviço:

SESC TIJUCA – RUa Barão de Mesquita, 539 – Rio de Janeiro

Sexta, sábado e domingo as 20 horas

Ingressos a R$ 12,00 inteira e R$ 6,00 meia.

Capoeiristas pagam meia entrada.

Porto Alegre: Federação Riograndense de Capoeira necessita de 4 oficineiros

 

A Federação Riograndense de Capoeira necessita de 4 oficineiros para ministrarem aulas de capoeira para Prefeitura Municipal de Porto Alegre em 4 turnos e um sábado Salário R$ 450,00 + Vale Transporte interessados deverão entrar em contato com o Mestre Gavião Fone: 9812.8737

FEDERAÇÃO RIOGRANDENSE DE CAPOEIRA
Entidade de Direção, Administração e Regulamentação Esportiva
CENTRO DE REFERÊNCIA DA CAPOEIRA GAÚCHA

Mestre Presidente Gavião – mestregaviao@gmail.com
http://www.mestregaviao.portalcapoeira.com
(051) 9812.8737

Secretário Gigante
(051) 8144.8525

Sesc Senac Iracema: Espetáculo Besouro Cordão-de-ouro

O palco vai se transformar numa grande roda de capoeira com atabaques, berimbaus, pandeiros e caxixis, para ilustrar a vida de Besouro Cordão-de-Ouro, o Exu Kerekekê dos candomblés baianos. O espetáculo teatral Besouro Cordão de Ouro será apresentado nesta terça, 15, dentro da programação do Festival Palco Giratório. Com texto, músicas e letras inéditos de Paulo César Pinheiro, direção geral de João das Neves e direção musical de Luciana Rabello, o espetáculo fala sobre Manoel Henrique Pereira, o Besouro Cordão de Ouro, um lendário capoeirista da região de Santo Amaro, na Bahia.

No musical, diversas histórias envolvendo alguns dos feitos extraordinários atribuídos a ele são contadas por outros capoeirista. O elenco é formado apenas por atores negros, escolhidos em workshops do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro. O grupo contou com a coordenação e preparação corporal dos mestres Casquinha e Camisa.

Besouro, nascido em Santo Amaro da Purificação, deixou seu nome gravado nas rodas de capoeira por esse Brasil inteiro. Homem conhecedor de política, impunha respeito e temor aos poderosos daquele princípio de século XX na velha Bahia. Sua vida virou lenda. Além de capoeirista, também tocava violão e compunha sambas-de-roda e chulas.

SERVIÇO

Espetáculo Besouro Cordão-de-ouro hoje, 15, às 20 horas, no Sesc Senac Iracema (rua Boris, 90C – Praia de Iracema). Ingressos: R$ 6 e R$ 3. Informações: 3452 1242.

DVD Mestre Bimba a Capoeira Iluminada

MESTRE BIMBA – A Capoeira Iluminada

A vida de Manuel dos Reis Machado, o MESTRE BIMBA (1899-1974), que iluminou a prática da capoeira, tornando-se o seu mais conhecido e admirado nome em todo mundo.

Uma história com muita capoeira, contada por alguns dos seus mais importantes alunos, seus familiares e pelos que se dedicaram a estudar sua genial personalidade.

DVD Mestre Bimba a Capoeira Iluminada

The life of Manuel dos Reis Machado, known as MESTRE BIMBA (1899-1974). The master that enlightened the art of capoeira, becoming the most known and admired name of it’s practice around the world.

History and stories of capoeira, told by his most important disciples, his family and by the ones who devoted studying his genius personality.

(DVD + Poster)

Legendas: Portuguese, English and French.

 

EXTRAS

01 Uma Visita ao Mestre Decanio
02 Uma auyla completa de Bimba, por seu filho Mestre Nenel
03 Como se faz um berimbau, por Mestre Nenel
04 Novos "causos" da Academia de Bimba
05 Rodas depois das filmagens

Créditos

Roteiro: Luiz Carlos Maciel
Fotografia: Rivaldo "doddy" Agostinho
Pesquisa: Antônio Venancio
Montagem: Daniel Nobre
Sonorização e Mixagem: Fernando Ariani
Direção de Produção: Didado Azambuja
Direção: Luiz Fernando Goulart

UMA REALIZAÇÃO BISCOITO FINO
Direção Geral: Kati Almeida Braga
Direção Artística: Olivia Hime
Gerente de Produto: Martinho Filho
Assitente de Produção: Luciene Caruso