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APAE: Capoeira promove a inclusão social

Há 12 anos o professor Josimar percorre escolas e instituições de alunos especiais para ensinar a técnica da capoeira. “Eu queria fazer algo novo e me ofereci como voluntário na Apae. Eu nem tinha formação na época”, conta.

O trabalho voluntário o encorajou a procurar especialização na prática. “Eu me encantei com a resposta, dedicação e alegria dos alunos. Decidi investir toda minha vida nisso”, relata o professor, que hoje tem formação como neuropsicopedagogo. “Você precisa de várias ferramentas para fundamentar o atendimento”.

O próximo projeto de Josimar é lançar um livro sobre a fundamentação da capoeira inclusiva, a partir de todas as suas experiências ao longo dos anos. “Não basta oferecer capoeira, é preciso ter percepção profissional para entender onde está a necessidade de cada aluno, e qual o remédio da capoeira”, afirma.

 

PROGRAMAÇÃO


O Festival Arte Capoeira e Capoeira Inclusiva é aberto a toda comunidade e não é necessário fazer inscrição. “É só chegar. Estudantes, acadêmicos, a sociedade civil, familiares, amigos. Quanto mais gente, melhor”, brinca Josimar.

O evento também irá atender os alunos especiais de instituições como a Sociedade Educacional Juliano Fernandes Varela e a Escola Clínica Raios de Luz.

O professor Josimar destaca a participação de professores de capoeira de São Paulo e Rio de Janeiro. Hoje, às 18h15min, haverá o Festival de Cantigas “Essa Capoeira é Pra Quem Vê”. “Os alunos cegos transcreveram músicas para o braile, irão discutir o conteúdo das letras e depois cantar”, explica Josimar.

Às 19h, o professor irá fazer a Entrega de Graduação para as crianças, adolescentes e adultos especiais. “É o momento mais importante”, afirma. “Eles irão receber a primeira gradução por mérito de todo o trabalho que fizeram e de tudo o que aprenderam”.

 

http://www.correiodoestado.com.br

Grupo de Capoeira Nação Recife/AACD

Recife: o trabalho de Capoeira com crianças portadoras de deficiências, começou em 2005 a princípio com uma desconfiança mais depois se tornou uma realidade, hoje o Grupo de Capoeira Nação Recife/AACD, sob a direção e coordenação do Mestre Júnior, Prof de Edc Física e História da Capoeira, coordena as aulas com movimentos de Capoeira adaptados para os pacientes (alunos), dentro da grande ludicidade que esta arte contém.

 

Serviço:

Workshop sobre Capoeira Inclusiva e os benefícios que ela pode trazer aos adeptos com necessidades especiais

Mestre Júnior

(81)97701889/86192109 – mestrejunior1@gmail.com

SP: Virada Cultural Afro

A cantora Margareth Menezes levará o seu Movimento AfroPop Brasileiro para o encerramento da Virada Cultural Afro, que acontece em São Paulo, no próximo 20 de novembro.

O show é gratuito e acontece, a partir das 20 horas, no Vale do Anhangabaú. “Estou muito feliz em participar deste ato expressivo de reconhecimento pela contribuição do povo afrobrasileiro. Lembrar da luta pelo fim da escravidão é reviver os motivos que temos para cantar a igualdade”, comentou a artista.

Esta será a primeira vez que as programações especiais pelo Dia da Consciência Negra, na capital paulista, ocorrem de forma ininterrupta, desde o dia anterior, 19 de novembro, em vários pontos da metrópole.

 

Maria Ísis


IMPRENSA – Margareth Menezes
55 71 9103.0374 | 3237.0066
maria@margarethmenezes.com.br
www.margarethmenezes.com.br

Aconteceu: III Encontro da Capoeira Inclusiva de Santos

Encontro de capoeira reúne portadores de necessidades especiais, em Santos

Conscientizar instituições, professores e familiares de pessoas com necessidades especiais sobre a importância da prática de atividade física para o desenvolvimento motor e mental, melhoria da auto-estima e integração social dos portadores. Esse é o principal objetivo do III Encontro da Capoeira Inclusiva de Santos, que será realizado na próxima quinta (22), das 14 às 17 horas, no Complexo Esportivo Rebouças, na Ponta da Praia, em Santos.

Cerca de 120 crianças, jovens e adultos, de seis entidades que trabalham com educação especial, participarão do evento: Capoeira Inclusiva Semes/Rebouças; Apae/Santos; Escola de Educação Especial “Eduardo Ballerini (Cerex); Escola de Educação Especial “30 de julho”; Napne/Santos e Caec João Paulo II/ Vicente de Carvalho – Guarujá.

O evento inicia com a apresentação de uma performance de dança afro pelos alunos da Apae/Santos, e segue com uma  aula inclusiva, onde os participantes jogarão capoeira, numa grande confraternização. Serão formadas cinco rodas, cada uma delas com dois professores para monitorar e orientar os participantes. Uma grande festa com pizza, doces, refrigerantes e muitos brindes encerrará o encontro.

A ideia do evento, que nasceu há três anos, foi do professor de Educação Física e mestre de capoeira Cícero França. MestreTatu, como é mais conhecido, desenvolve há seis anos um trabalho com crianças e adultos portadores de necessidades educacionais especiais nas cidades de Santos e Guarujá.

“No grupo que tenho, a Capoeira Aruanda, sempre apareciam alguns portadores de necessidades especiais. E vi como a capoeira ajudava essas pessoas. Em 2005, resolvi que me dedicaria com mais afinco a esse trabalho, que é muito gratificante”, explica.

O III Encontro da Capoeira Inclusiva de Santos evento tem o apoio da Prefeitura de Santos, Kokimbos Pizzas e Picanha; Menina Flor, Hautte Cabelo e Estética; Studio Click (Juara Prado) -, Programa no Ar – TV Santa Cecília, Ateliê Amália Marcheto, Track Filmes  e MGNNET Hospedagem e Desenvolvimento.

Santos: Capoeira apresenta resultados positivos na inclusão de deficientes

‘Jogo atlético, constituído por um sistema de ataque e defesa, de caráter individual e origem folclórica genuinamente brasileira, surgido entre os escravos’. Quem procura pela palavra capoeira no dicionário Aurélio de língua portuguesa encontrará essa definição. Mas, basta conferir uma roda de capoeira de alunos deficientes no Complexo Esportivo e Recreativo Rebouças (Praça Eng. José Rebouças s/n., Ponta da Praia) para ter a certeza que a capoeira vai além. Ela vem promovendo inclusão para quase 90 munícipes com necessidades especiais, garantindo benefícios físicos e psicológicos. O trabalho será tema de encontro promovido pela prefeitura hoje (quarta dia 11, no próprio Rebouças.

De acordo com Cícero França, conhecido como mestre Cícero Tatu, responsável pelas aulas de capoeira com alunos especiais na Semes (Secretaria de Esportes), entre os benefícios destacam-se a melhora na lateralidade, equilíbrio, atenção e raciocínio. “A liberdade de expressão é a essência da capoeira. E é isso que trabalhamos aqui: a educação de forma não padronizada, respeitando os tempos e limites de cada um. Com a música, o ritmo, eles ficam mais atentos e os movimentos ajudam a conhecer melhor o próprio corpo e a respeitar o espaço do outro”.

Os resultados positivos podem ser medidos pela opinião de quem participa. Alunos da Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Santos), Sérgio Luiz Pedra, 46 anos, e Sidnei Viera, 25, começaram as aulas no Rebouças há dois meses e estão gostando do resultado. “É bom pra minha saúde, para o coração. Estou até perdendo a barriga”, conta Sérgio. Sidnei também destaca os benefícios. “Melhorou meu equilíbrio, minha saúde. Estou com mais atenção”. Outro exemplo é Daniel Torrente de Almeida, 38 anos, já formado. De acordo com mestre Cícero, pelo que tem conhecimento, Daniel é o único aluno com autismo já formado. “Hoje já ajudo a dar as aulas. Ensino os movimentos para as pessoas”, conta Daniel.

Socialização:

Outro ponto importante é que as aulas mesclam os alunos deficientes com alunos em geral, promovendo, de fato, a inclusão. “Esses alunos ditos normais amadurecem frente ao desconhecido. Isso por si só já vale a pena. São crianças, jovens, que estão crescendo aprendendo a respeitar as diferenças. A socialização é verdadeira. Todos interagem, jogam juntos”, afirma o professor.

A pequena Stephanie Marra Kuhlmann, de oito anos, é exemplo disso. Desde pequena frequenta as aulas com alunos especiais e aprendeu a lidar com as limitações de cada ser humano. “No começo ela ficava assustada. Hoje beija, abraça todo mundo. Aprendeu a respeitar mais o próprio corpo e os limites dos outros. Ela vem aqui ajudar o professor, mas sabemos que ela também está sendo ajudada. É um aprendizado para a vida toda”, diz a mãe Maria Cristina.

Mestre Cícero conta que também sai ganhando. “A grande diferença não estar no ensinar, mas no aprender. Aprendo muito com eles. Eles me instigam a sempre inovar, a buscar estratégias para que todos possam aprender a capoeira”, afirma. Além dos movimentos, os alunos aprendem em oficinas sobre a história da capoeira e até a confecção dos instrumentos musicais.

Encontro:

Para promover a troca de experiências entre quem pratica este esporte e os profissionais que atuam na área, ou quem está interessado em começar, a prefeitura, por meio da Semes, realiza hoje, o ‘2º. Encontro da Capoeira Inclusiva de Santos’, no Rebouças, das 14h às 16h, com uma grande roda de capoeira. Já há mais de 200 inscritos. Quem quiser participar pode obter informações pelo telefone 3269-8080.

Neste mesmo número é possível saber sobre vagas. Há aulas para turmas de inclusão toda segunda e quarta, em dois horários: das 14h às 15h e das 15h às 16h. Para a população em geral, a Semes também disponibiliza aulas no Posto 2, praia da Pompeia; no Centro Esportivo da Zona Noroeste; e no Centro Esportivo M. Nascimento Júnior. A Secult (Secretaria de Cultura) oferece aulas com mestre Chocolate, no Centro de Cultura Patricia Galvão; Centro Cultural do Morro do São Bento; e na Sociedade de Melhoramentos da Encruzilhada. No caso da Secult, as vagas estão esgotadas.

No total mais de 400 munícipes participam das escolinhas, além de centenas de alunos da rede municipal, nos núcleos do programa ‘Escola Total’. A capoeira está registrada desde 2008 como patrimônio imaterial pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).

 

Fonte: http://www.clicklitoral.com.br

Pernambuco: Capoeira reintegra crianças e adolescentes especiais

Uma ação desenvolvida por grupos de Pernambuco está conseguindo reintegrar crianças e adolescentes especiais através da capoeira, que mistura dança, luta, música, cultura popular. Mas que também tem outra função muito importante. Desenvolvida no Brasil por escravos africanos e seus descendentes, é caracterizada por golpes e movimentos ágeis e complexos, utilizando os pés, as mãos, a cabeça, os joelhos, cotovelos, elementos ginástico-acrobáticos.

Além de um grupo da Universidade Católica de Pernambuco, a Unicap,  a  Associação de Assistência à Criança Deficiente, AACD do Recife, também está desenvolvendo um trabalho voluntário com a capoeira, fazendo a diferença no tratamento com crianças. Veja tudo isso aqui.

Fonte: http://pe360graus.globo.com/

Projeto de inclusão social faz primeiro batizado para alunos com necessidades especiais

A Associação Esporte Nacional Capoeira realiza sábado, dia 29, às 15h, o 1O Batizado do Projeto Capoeira para Crescer. A iniciativa, inédita na capital, oferece há um ano, gratuitamente, aulas de capoeira para alunos com necessidades especiais.

O projeto, voltado para inclusão social por meio do esporte, é fruto de uma parceria entre a Associação e a Krim Bureau Digital, e conta com o incentivo do Programa Municipal de Apoio e Promoção do Esporte (ProEsporte) da Secretaria Municipal de Esportes, Recreação e Lazer.

O Batizado tem o patrocínio do Banrisul e Octo Promocional.

Local: Clube Farrapos – Av. Cristiano Fischer, 1331 – Porto Alegre/RS
Data: 29/11/08 – às 15h
Informações: Delmar Perroni – 51 9325 0023 – e/ou Márcio Gomes – 51 99334912

Crônica: A Chatice da Igualdade

A CHATICE DA IGUALDADE.
Como trabalhar as diferenças e aprender com elas.

Quem nunca viveu uma situação como esta; tu sai a procura de emprego roda, roda, roda e só encontra NÃO ou então a seguinte frase: Você é muito qualificado para o cargo; arquivaremos e seu currículo. É péssimo não é? Vamos usar esta comparação para amigos e amigas portadores de necessidades especiais que além da procura de emprego e educação; buscam atividades físicas planejadas como jogos coletivos, lutas, atividades aquáticas, danças ou qualquer outro exercício.

Enquadra-se aqui os mais diferentes aspectos em deficiência física, mental, social, cognitiva, motora, visual ou outras. Aliás, que palavra é está hein??? Deficiência!!!

Acredito que todos nós temos as nossas. Eu tenho as minhas, você não tem as suas?

Há também tanta deficiência moral e ética no mundo e estas, muitas vezes, são denominadas de “normais”. Enfim; está é uma outra história!

Voltemos à questão da inclusão. Incluir é diferente de integrar. Incluir é fazer com que este indivíduo participe da atividade, do emprego, do jogo, da educação. Integrar é somente juntá-lo ao grupo, muitas vezes desprezando a sua presença e não pensando em procedimentos para fazer com que esta pessoa faça parte do momento. Então; a questão é inclusão e não integração!

Já presenciei inúmeras vezes educadores, professores, gerentes, diretores, donos de empresa tirando o corpo fora quando é hora de “incluir” . Oferecem uma desculpa qualquer, indicam o vizinho e jogam a batata quente para o outro lado.

Certa vez uma mãe de um garoto com necessidades especiais me procurou dizendo da dificuldade em achar um local para que seu filho praticasse um esporte. Ouviu uma série de desculpas e até um encaminhamento para a medicina, tratando assim o garoto como um doente e não como uma pessoa capaz de realizar toda e qualquer tarefa, necessitando apenas de uma adaptação para isso.

Todos podem dividir os mesmo espaços e as mesmas atividades sem muitos esforços. Basta um pouco de bom senso e curiosidade por parte de educadores para saber qual necessidade devemos adaptar para cada situação que nos é colocada à prova. Cadeirantes, amputados, deficientes visuais, transtornos mentais, dificuldade de cognição não importa o título. É apenas necessário buscar a informação e proceder acolhendo e tratando sem distinção estas pessoas que nos procuram.

Muitos ainda pecam por excesso de zelo. Não por culpa própria, mas por inexperiência. Os portadores de necessidades especiais devem ser tratados como os demais. Sem mimos ou dó. Normal!O estimule e elogie, cobre e se preciso chame a atenção. Você o fará se sentir uma pessoa como outra qualquer que na verdade é o que são.

No geral eles são mais aplicados. Insistem mais na repetição do exercício ou no estudo. Não desistem fácil e raramente faltam às aulas. Possuem um compromisso enorme com a atividade ou a aula. Não é raro encontrarmos pessoas que praticam capoeira com amputação de membros inferiores ou com grave comprometimento neurológico. Mesmo assim podem sentir a energia da roda, tocar os instrumentos, cantar, bater palmas, pesquisar e nos fornecer lições que só a vida pode nos ensinar. E a presença de todos eles durante a aula, contribui com os demais que enxergam nestas pessoas a superação, e quebram certos paradigmas enraizados como o preconceito e a discriminação.

Na vida, constantemente estamos nos adaptando a diferentes situações. Caímos e levantamos, superamos crises e infelicidades. Encaramos novas realidades e mudanças. Conhecemos novos lugares e pessoas. Tudo isto pede adaptação. Um saber agir diferente e a capacidade de mudar, transformar e tocar o barco à frente. No momento que você for colocado à prova, não desista. Procure informação, leia, pesquise, mas antes de tudo traga a pessoa para junto de si. Faça-a sentir a segurança do seu trabalho e afeto no seu falar. Ache meios para ela participar de sua aula. Busque saber sim o seu estado clínico, principalmente com patologias relacionadas com o sistema cárdio-respiratório e músculo-esquelético. Mas nunca a trate como um doente. Certamente você aprenderá demais e multiplicará as suas experiências. Na era da inclusão não é necessário muito para a sua colaboração, somente tirar boas impressões das diferenças. Afinal que chato se fossemos todos iguais!

BEIJA-FLOR

*Educador em Capoeira. *Bacharel em Comunicação Social com especialização em Jornalismo. *Licenciado Pleno e Bacharel em Educação Física. Grupo Macungo de Capoeira, extensão Projeto Beija-Flor

SÃO BERNARDO DO CAMPO/SP

http://bfcapoeira.vilabol.com.br

beijflor@portalcapoeira.com

Fortaleza: Capoeira promove a inclusão de pessoas com necessidades especiais

Cidadania: Capoeira promove a inclusão de pessoas com necessidades especiais.
 
Um projeto criado há 10 anos em Aracaju (SE) e que utiliza a capoeira para trabalhar o desenvolvimento da coordenação motora, o eqüilíbrio, força, expressão corporal, musicalidade e auto-estima de pessoas com necessidades especiais.
Este é o Projeto Capoeira Inclusiva e Terapêutica – Arte de Sentir Bem, cujo criador é o sergipano mestre Beija-Flor.
E o professor Eraldo Gabriel de Sousa, o mestre Beija-Flor – há 27 anos praticando a capoeira -, encontra-se atualmente em nossa Capital, tentando implantar o seu projeto nas secretarias da Educação de Fortaleza e Maranguape, para atender às pessoas com necessidades eduacaionais especiais dessas cidades.
“Eu trabalho há 10 anos com pessoas dotadas de necessidades educacionais especiais e já implantei meu projeto em São Paulo, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Alagoas, Minas Gerais, Pará, Maranhão, e agora o estou apresentando no Ceará”, afirmou o professor Eraldo Gabriel. O mestre Beija-Flor vai ainda ministrar palestra, amanhã, na UFC/Faced.

O PROFESSOR ERALDO Gabriel trabalhou com alunos especiais em Belo Horizonte
 

VIII FESTIVAL DE CAPOEIRA DA UFRJ

Rio de Janeiro – 01 de junho de 2006 – quinta-feira – 11:00 h
 
Escola de Educação Física e Desportos/UFRJ.
 
O Acervo Cultural de Capoeira Artur Emídio de Oliveira da Escola de Educação Física e Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro realizará mais um encontro acadêmico: o VIII Festival de Capoeira da UFRJ/EEFD.
 
Em sua edição anterior, em junho de 2005, o festival contou com a presença de cerca de 1000 pessoas, dentre elas representantes da cultura da capoeira, pesquisadores, representantes da sociedade civil e do Ministério da Cultura. Nesta edição, o Festival prestará homenagem especial à Velha Guarda da Capoeira do Rio de Janeiro, imortais herdeiros e continuadores desta genuína manifestação popular que está presente em cerca de 150 países com 6 milhões de praticantes.
 
O público será brindado com uma pequena mostra da nossa inigualável cultura: jongo, tambor de crioula, samba, e é claro, muita capoeira. Estão confirmadas ainda as participações especiais de representantes de comunidades indígenas, quilombolas e dos Filhos de Gandhi.
 
Uma verdadeira celebração à cultura e à identidade de um povo que prima pela beleza da diversidade e a diversidade da beleza.
 
Maiores informações:
 
Mestre Gilberto Oscaranha
Coordenador do Acervo Cultural da Capoeira
3346-7065 / 9628-8212