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Lançamento do livro : Favela, o mundo desconhecido

Lançamento do livro : Favela, o mundo desconhecido

Trecho do livro de Marcelo Santos < Mestre Pulmão – Grupo Senzala >

Marina desligou o telefone e pensou com ela mesma: Preciso voltar para Honório Gurgel agora!

Tudo está acontecendo naquele lugar!; alguma coisa me diz que esse dia vai ser inesquecível na minha vida!; este meu sentido de jornalista ainda vai me trazer muitos problemas, ou talvez vai me dar o prêmio de melhor jornalista do ano!; é!, preciso voltar lá agora!

– Chefe!, por favor, me arruma um motorista pra me levar em Honório Gurgel? – Marina, você acabou de chegar de lá…!

 

Favela, o mundo desconhecido

  • Para você que trabalha com projetos sociais
  • Para você que quer saber mais das vidas das crianças de ruas
  • Para você que quer saber mais sobre a minha história

 

 

Quando: Terça-feira, 21 de Novembro às 19:00 UTC-02

Onde: Multifoco Bistrô Av. Mem de Sá, 126, 20230152 Rio de Janeiro

 

Fonte: Marcelo Santos < Mestre Pulmão – Grupo Senzala >

 

 

São Paulo: Megan Fox se entusiasma com capoeira na favela de Heliópolis

A atriz Megan Fox (“Transformers”) desembarcou em São Paulo acompanhada do marido, o ator Brian Austin Green (série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”), e do filho Noah. E aproveitou a tarde para visitar a favela de Heliopólis.

A atriz foi conhecer os projetos sociais do local e assistiu entusiasmada a uma apresentação de capoeira, ao lado do marido.

Megan esteve no Brasil para acompanhar o Carnaval e gravar num comercial para uma marca de cerveja.

A Atriz e seu marido ficaram deslumbrados com a plasticidade e harmonia da capoeira.

Lugar de samba é no morro em Diadema

Se alguém te perguntar onde mora um dos ritmos mais tradicionais desse Brasil, pode dizer, sem medo, que ele vive no morro do Samba, em Diadema. A outrora favela, hoje com cara de bairro urbanizado, honra o nome que tem. Desde a ocupação, em 22 de fevereiro de 1991, em pleno Carnaval, até hoje, o morro que não é morro reúne os sambistas de plantão na vendinha de Hélio Batista da Silva, 45 anos e vice-presidente da Associação de Moradores do núcleo.

O percussionista David Moreira, 28, é um dos que nasceram com notas musicais correndo nas veias. Ele e mais seis amigos levam o morro do Samba para fora de Diadema com o Grupo Nova Amizade. “Já fizemos apresentação no Interior e na Baixada Santista, além de barzinhos na Vila Olímpia (na Capital)”, disse.

Moreira pode se orgulhar de viver do que gosta. “Fui autodidata: aprendi a tocar quando tinha uns 10 anos, só de olhar e ouvir os sambistas do bairro. Sou do tipo que mete a mão no instrumento, o pessoal de São Paulo gosta disso”, garantiu, referindo-se ao pandeiro, quase que uma extensão de seu próprio braço.

Entre uma cervejinha e outra, que ninguém é de ferro, o grupo faz seus ensaios sempre diante da vendinha de Hélio, que fica na Rua Botocudos, a principal do núcleo. É na Botocudos também que mais se vê o resultado do Programa Tá Bonito, do governo federal, que investiu cerca de R$ 4,2 milhões na infraestrutura da comunidade.

Ali, cada rua tem as fachadas das casas pintadas de uma cor: verde, vermelho, amarelo, laranja e por aí vai. Interessados em morar no morro têm de pôr a mão no bolso: as casas custam cerca de R$ 70 mil. Barracos não existem mais.

CRIMINALIDADE
O arco-íris do morro do Samba mudou a cara da favela, que tem um passado de episódios ligados ao crime e ao tráfico: em 2006, a polícia entrou no morro após encontrar um muro grafitado com imagens de bandidos assassinando homens da Polícia Militar. No ano seguinte, um vídeo mostrava o consumo de cocaína e maconha em uma festa do PCC (Primeiro Comando da Capital).

Os moradores, no entanto, garantem que a comunidade está mais segura atualmente. “Sem as vielas fechadas, ficou difícil para os traficantes instalarem as bocas. Eu diria que 90% do tráfico saiu daqui”, avaliou um deles, que preferiu não se identificar.

MENSAGEM
Mas não é só de samba que vive a favela. Quem também representa o morro do lado de fora dele são os Manos MC”s, ou Rodrigo Ismael dos Santos, o Nego Blay, e Cleiton Venâncio, ambos de 31 anos. A dupla faz um trabalho diferente da maioria dos rappers: além da mensagem social, uma tradição do estilo, abusam das misturas com outros ritmos.

Como não poderia deixar de ser, o samba continua presente. “Temos parcerias com o pessoal do Nova Amizade e outros sambistas que diferenciam a nossa música. Alguns rappers torcem o nariz, mas o desafio é esse mesmo: ser diferente, tá ligado?”.

 

Capoeira tira crianças da rua e futebol empolga adultos

“A roda é boa, a roda é boa, no Morro do Samba, a roda é boa!”. No centro comunitário da favela, a pipa e a bola são deixadas de lado quando o som do berimbau e do atabaque começa a ecoar. As obras inacabadas do local não impedem a molecada de aproveitar as aulas do Cultuarte, que ensina capoeira para cerca de 20 crianças de 4 a 15 anos.

A finalização do centro comunitário foi atrapalhada pelas chuvas. De vassoura na mão, a professora Suellen Rodrigues de Assis, 19, seca a poça de água causada pelas goteiras. Enquanto isso, ensinou: “O esporte é um bom jeito de tirar a molecada da rua”.

Em frente ao prédio, um ponto de descarte irregular de lixo também incomoda. “O povo é porco, não respeita, e a Prefeitura também não vem recolher”, diz o presidente da Associação de Moradores do Morro do Samba, Nejaim José da Silva, o Maradona, 47.

BOLA NO PÉ
Maradona tem orgulho de falar não só da capoeira, mas também do futebol do morro, que tem sete times disputando campeonatos amadores de Diadema. “Seria bom ter um campinho pra gente bater bola, organizar um treino de vez em quando”, pediu.

E assim segue o morro, com a bola e o samba no pé e a capoeira como arte. Nas palavras do pastor da Igreja Evangélica Aliança Com Deus William Vicente, 61, a favela é o “morro das bênçãos”. E segue caminhando com fé, “porque a fé não costuma falhar”.

Documentário: Slum, Drums and Capoeira

É com satisfação que anunciamos em anunciar que o Kabula estará exibindo o documentário “Slum, Drums and Capoeira” (Favela, Percussão e Capoeira). Esta festa se destina a todos os membros do Kabula e também a toda comunidade da capoeira em Londres e UK. O intuito maior dessa celebração visa a arrecadação de fundos para o projeto do Kabula no Reino Unido, o Projeto JINGA.

Slum, Drums e Capoeira conduz você a uma viagem única de descoberta dentro do universo dessa antiga arte. Desde suas origens até a favela mais famosa do Rio de Janeiro e assim vivendo o espírito da capoeira no Brasil moderno.


Na Rocinha – maior favela do Rio de Janeiro, que tem suas ruas estreitas manchadas com o sangue de tráfico de drogas, encontramos

Tiane, uma capoeirista talentosa e jovem, que perdeu seu irmão para a violência. Nós seguimos a sua jornada mostrando como ela luta para estabelecer uma escola de capoeira na favela para proporcionar as crianças a possibilidade de caminho alternativo.

Sua história está entrelaçada com a dos antigos mestres de Salvador um dos berços da Capoeira no Brazil. Com imagens raras de Mestre Bimba e Mestre Pastinha (os pais da moderna Capoeira) e entrevistas dos mestres mais respeitados de hoje (Mestre Curió, Nenel, Bamba, Moraes Bola Sete e muitos mais). Favela, Percussão e Capoeira capta a verdadeira essência da capoeira no Brasil de hoje.


Após a projeção, termos uma performance com uma orquestra de berimbau (por isso, por favor traga o seu próprio berimbau se você pretende participar). Em seguida acontecerá uma roda e também um festa com DJs tocando uma mistura eclética de música brasileira. Cópias do filme também estarão disponíveis para venda em DVD em £10 (normal price £ 15), com 50% das vendas revertidas ao Kabula.

O Projeto Kabula JINGA projetado para escolas e espaços comunitários para jovens, refugiados e público em geral tem como finalidade maior utilizar a capoeira como uma ferramenta para a transformação pessoal e social, inspiradas na filosofia da capoeira Angola.

Esperamos que você possa para participar conosco deste evento especial … se inspirar, se divertir e contribuir para uma boa causa.



O quê? Projeção de filme e festa de angariação de fundos para o projeto Kabula Jinga!


Onde: Favela Chic (Londres)

Quando: 06 de dezembro

Horário: das 7pm em diante

Custo: doação de £ 3 (recomendado)

 

 

Film Screening: “Slums, Drums and Capoeira” & Fundraising Party

 

(Link: http://slumsdrums.com/)

We’re delighted to announce that Kabula will be hosting the premier screening of the documentary film Slums, Drums and Capoeira. This will be a party for Kabula members and the wider capoeira community and others to raise funds for the work of Kabula in the UK and Brazil.
Slums, Drums and Capoeira takes you on a unique journey of discovery into this ancient art form. From its origins in Salvador to Rio’s most notorious slum, we see the spirit of capoeira alive in modern Brazil.
Rocinha – the largest slum in Rio de Janeiro, where the narrow alleys are stained with the blood of drug trafficking. Here we meet
Tiane, a gifted young capoeirista who lost her brother to the violence. We follow her journey as she fights to establish a capoeira school in the slum to provide the kids with a different path.
Their story is interwoven with that of the old masters from Salvador the home of Capoeira. With rare footage of Mestre Bimba and Mestre Pastinha (the fathers of modern day Capoeira) and interviews from today’s most respected masters (Mestre Curio, Nenel, Bamba, Moraes Bola Sete and many more). Slums, Drums and Capoeira captures the true essence of capoeira in today’s Brazil.
After the screening we will have a berimbau orchestra (so please bring your berimbau if you want to play), a roda and a party with great DJs playing an eclectic mix of Brazilian music. Copies of the film will also be available for for sale on DVD for £10 (normal rrp £15), with 50% of sales going to Kabula.
Kabula works in schools and community settings with young people, refugees and the general public to use capoeira as a tool for personal and social change, inspired by the philosophy of capoeira Angola.
We hope you can attend this special event, be inspired, have fun and contribute to a good cause.

What: A film screening & fundraising party for Kabula!

Where: Favela Chic (London)
When: 6th Dec.
Time: from 7pm onwards
Cost: Recommended donation £3 to Kabula

Jogadores da NBA participam de projeto e roda de capoeira em favela paulistana

São Paulo (SP) – Os jogadores que marcam presença na clínica “Basquete sem Fronteiras”, da NBA, deram um tempo no trabalho com os jovens talentos no Clube Pinheiros e, na tarde desta quinta-feira, participaram da cerimônia de inauguração de uma quadra poliesportiva e de um centro de tecnologia e educação na Favela Coliseu, localizada na zona sul da capital paulistana.

O projeto contou com o apoio da liga norte-americana e de outros patrocinadores, que também doaram 15 computadores com acesso à internet para a camunidade. No evento, além do rapper MV Bill, também estiveram presentes os brasileiros Anderson Varejão, Leandrinho Barbosa, Nenê Hilário e Marcus Vinícius e os estrangeiros Matt Bonner, Shawn Marion, Luke Walton, Kyle Korver e Samuel Dalembert.

 

NBAA inauguração teve, além do basquete, uma roda de capoeira. Quando convidado para participar, Leandrinho não fez feio e recebeu aplausos, logo depois justificados. “Quando era pequeno, fiz um ano de capoeira junto com o basquete. Só parei porque minha mãe percebeu que eu não estava conseguindo conciliar os estudos com as atividades físicas”, explicou.

 

Quem também participou da capoeira foi o haitiano Dalembert, que não passou fez vergonha. “Aprendi esses movimentos jogando videogame”, brincou o pivô do Philadelphia 76ers, que aproveitou para revelar uma outra paixão esportiva. “Adoro futebol e estou sempre praticando. Meus ídolos são Pelé e Maradona”.

 

Nas quadras, inúmeras crianças faziam fila para acertar alguns arremessos nas cestas e receber dicas dos atletas da NBA, que ainda distribuíram vários autógrafos. Um dos mais assediados era Leandrinho, que ressaltou a importância de ações sociais como essa. “Nos Estados Unidos, projetos assim acontecem com muita freqüência e sempre participamos. Aqui no Brasil, tem muitos jogadores de futebol que não fazem coisa alguma; não entendo por que isso”, criticou.

 
Além da participação no evento na Favela Coliseu, os participantes do ‘Basquete sem Fronteiras’ em São Paulo ainda visitarão na manhã desta sexta-feira o projeto Atendimento Multi Assistencial (AMA), no Hospital Samaritano, localizado na zona Oeste.

http://www.gazetaesportiva.net/

Ludicidade, Pedagogia, Cidadania & Capoeira

SEE leva discussão étnico-racial a jovens de favela
 
Utilizar o lúdico como proposta pedagógica, a fim de levantar a auto-estima, promover a cidadania e o intercâmbio entre crianças e professores da Favela Sururu de Capote. É com este objetivo que a Secretaria Executiva de Educação, através do Núcleo Temático Identidade Negra na Escola, em parceria com a Editora Paulinas, realiza nesta terça-feira, das 9h às 11h e das 14h às 16h; e na sexta-feira, das 9h às 11h, uma série de oficinas temáticas na sede da Editora Paulinas, localizada no Centro de Maceió.
 
A iniciativa faz parte do Projeto Vim para que Todos Tenham Vida, por meio da oficina temática “Outubro é Mês de Xirê”. Xirê, na língua iorubá, quer dizer festa, brincadeira e propõe, por meio da brincadeira entre professores e alunos, transmitir os valores da tradição e cultura negras.
 
No mês em que se comemora o dia das crianças e o dia do professor, nada mais propício do que promover o intercâmbio entre a comunidade acerca dos valores da diversidade, com a utilização da capoeira e jogos no aprendizado e respeito às diferenças.
 
“A proposta de realizar essa experiência brincante de aula passeio é uma estratégia pedagógica dinâmica e divertida de envolver crianças no aprendizado e respeito do outro e das diferenças étnico-raciais, contribuindo para a promoção dos valores sociais, étnicos e culturais”, explica Arísia Barros, coordenadora do Núcleo Temático.
 
Oficinas – A primeira oficina temática “Jogando o Jogo da Capoeira” será voltada para 40 crianças entre sete e 11 anos da favela Sururu de Capote, das 9h às 11h e será coordenada pelo mestre em Capoeira e presidente do Centro de Capoeira Quilombo dos Palmares e professor de educação física da rede, Cláudio Figueiredo.
 
À tarde, a partir das 14h, acontece a segunda oficina, “Dançando a Dança Afro”, ministrada por Nane Moreno, coordenadora do Grupo de Dança Afro Oju Omin Omorewá. Será trabalhada com os 40 alunos, também entre sete e 11 anos, a dança africana, uma das tradições mais antigas das sociedades africanas.
 
Na sexta-feira, a partir das 9h, será realizada a oficina “Omowalê” – a filha que volta para casa. A palestrante Ana Márcia Ferreira de Farias, pedagoga, coordenadora do Projeto Laboratório Pedagógico da SEE e mestranda em Educação, fará uma reflexão sobre educação e diversidade étnico-racial para 80 professores da rede estadual de ensino.
 
“A oficina de encerramento fornecerá um elemento de manutenção da identidade étnica de meninos e meninas negras, através da Lei 10.639/03 e da temática afro-brasileira”, comenta Arísia. O encerramento das atividades está previsto para as 11h. Todo o transporte e alimentação dos participantes estão sendo providenciados pela SEE e pela Editora Paulinas.
 
(Agência Alagoas)  
 
 
Fonte: WWW.GAZETAWEB.COM  – Maceió, AL, Brasil