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Piracicaba: Capoeira para todos

Capoeira para todos: Crianças e adolescentes Interesse por atividade amplia em cerca de 250% a participação em aulas desenvolvidas na periferia

O projeto Capoeira na Periferia fechou o ano de 2009 com um índice positivo em seus atendimentos. A média, que no ano de 2008 era de 50 crianças e adolescentes, no ano passado chegou entre 180 e 200 asssistências.

No balanço geral, José Manuel do Nascimento, coordenador do programa, conta que a procura pelas atividades aumentou consideravelmente, mas que ainda há muito trabalho a ser feito. “Aumentou o interesse pela capoeira, hip-hop, pop, axé e break. As pessoas passaram a tomar conhecimento da entidade e isso é muito gratificante”, afirmou Nascimento.

COMEMORAÇÃO. Na festa de encerramento das atividades do projeto, realizada esta semana, Nascimento falou sobre as boas perspectivas para o projeto, que ganhará mais força em 2010. A ideia é proporcionar aulas gratuitas de reforço escolar em diversas disciplinas. “O reforço será para alunos do ensino fundamental – até a 5ª série. Os professores são voluntários e irão receber apenas uma pequena ajuda de custo. Essa é mais uma vitória para os nossos jovens”, afirmou o coordenador.

Ele disse ainda que o projeto segue em 2010 com aulas de coral de flautas doces, capoeira, hip-hop, pop, axé e break e ganha também a modalidade funk consciente. “Sem aquelas letras que só ensinam bobagem para os jovens”, frisa.

Alunos trocam de cordão

Os alunos do projeto participaram de um dia especial para marcar o encerramento das atividades de 2009. Durante a festa, foram entregues cordões de capoeira para alunos já preparados.

Para a aluna de capoeira, Daizy Caroline Fernandes, 11, as atividades são oportunidades únicas para os jovens da comunidade, que não teriam a mesma chance se não fosse pelo projeto. “Comecei a fazer capoeira em setembro, venho depois do colégio e agora estou ainda mais feliz com a ampliação das atividades.”

Um dos mais animados era Rafael Lima de Melo, 8, que recebeu o cordão verde. “Estou super feliz!”

ASSISTÊNCIA

200 crianças e adolescentes foram atendidos em 2009

PRISCILLA PEREZ
Da Gazeta de Piracicaba
priscilla.perez@gazetadepiracicaba.com.br

Fonte: http://www.gazetadepiracicaba.com.br

SCENAS DA ESCRAVIDÃO – Breve ensaio sobre a escravidão negra em Sorocaba

A obra, escrita por Carlos Carvalho Cavalheiro, é um estudo inédito sobre a escravidão negra em Sorocaba que revela aspectos interessantes do tema e acaba por desconstruir o mito de que na cidade a escravidão foi mitigada. Carvalho Cavalheiro comprova através de farta documentação a violência inerente à escravatura também em Sorocaba. A obra revela ainda a participação do teatro sorocabano na campanha abolicionista, a relação entre o tropeirismo e a escravidão, a presença de escravos na produção fabril, a luta de classes entre os senhores e seus escravos e as cenas de crueldade na escravidão. Traz também uma reflexão acerca da cultura afro-brasileira em Sorocaba e a perseguição institucional à essas práticas através da repressão policial, edição de posturas municipais, manifestação de leitores nos jornais antigos etc.

Trata-se de um ensaio sobre a escravidão negra em Sorocaba, desde o séc. XVII até a abolição (séc. XIX), mostrando a discriminação e o preconceito racial em Sorocaba, buscando suas raízes históricas. Discute a falsa idéia de que a escravidão em Sorocaba foi amena, bem como as formas de controle ideológico sobre a mão-de-obra escrava. Além de discorrer sobre a escravidão em Sorocaba, o texto aborda também aspectos particulares da escravidão na região, em cidades como Itu, Porto Feliz, Araçoiaba da Serra (Campo Largo), Salto de Pirapora e até Campinas.

O livro recebeu apoios culturais do Sindicato dos Comerciários de São Paulo, do Sindicato dos Empregados do Comércio de Sorocaba, do Psol (Diretório Municipal), da Crearte Editora, da Implastec, da AFCC Consultoria e Pesquisa, da Academia de Capoeira Nacional, do Movimento Anarquista, do Provocare, da ONG Memória Viva, do Movimento Anarco-cristão, do Centro de Estudos Filosóficos Iluminattis, da Livraria Sebo Nacional e do Escritório de Advocacia Dr. Valdecy Alves.

Scenas da Escravidão possui 185 páginas e ilustrações interessantes relacionadas a cultura e história da escravidão em Sorocaba. A revisão histórica foi realizada pelo historiador Prof. Ms. Rogério Lopes Pinheiro de Carvalho e a revisão gramatical pelo prof. Ivaldo José de Carvalho. O prefácio é de autoria de Armando Oliveira Lima, presidente do Instituto Darcy Ribeiro.

O autor, Carlos Carvalho Cavalheiro, é professor de História da rede pública municipal de Porto Feliz e pesquisador da História e Cultura de Sorocaba e do Médio Tietê. Escreveu e publicou os livros Folclore em Sorocaba (1999), A greve de 1917 e as eleições municipais de 1947 em Sorocaba (1998), Salvadora! (2001) e Descobrindo o Folclore (2002). Produziu ainda o CD "Cantadores – O folclore de Sorocaba e região" com a participação de grupos folclóricos como a Folia de Reis de Sorocaba, a Folia do Divino de Araçoiaba da Serra, a Dança de São Gonçalo de Porto Feliz, o Terço Cantado de Itu e o Cururu de Sorocaba entre outros. Participou ainda da produção do CD e documentário "Cantos da Terra". Idealizou a Enciclopédia Sorocabana (www.sorocaba.com.br/enciclopedia) e a Reabertura do Inquérito sobre o Saci-Pererê (www.crearte.com.br/saci.htm). Neste ano proferiu palestra em agosto no SESC de Sorocaba sobre o Folclore de Sorocaba e do Médio Tietê.

“Esta é a única obra que trata especificamente da escravidão sorocabana em todo o período e não só na época da campanha abolicionista.
 
O único inconveniente em relação a publicação de uma tiragem reduzida é que não se tem condições de distribuir uma cota para os arquivos, museus, universidades e bibliotecas. É uma pena!” 
 
Carlos Cavalheiro

Scenas da Escravidão pode ser encontrado no Centro de Estudos Filosóficos Iluminattis (Rua Riachuelo, 437 – Vergueiro – Sorocaba /SP) ou na Livraria Pedagógica Paulista (Rua Padre Luiz, 235 – Centro – Sorocaba /SP – Tel: (15) 3224-4304).

 

SP: Notícias da capoeira em Porto Feliz

É recente o estudo sobre a capoeira antiga no Estado de São Paulo, embora haja algumas informações esparsas sobre a sua prática em diversas localidades do solo paulista. Assim, temos referência no livro de João Amoroso Neto sobre o bandido Dioguinho da luta deste com um negro capoeira da região de Ribeirão Preto. O folclorista Alceu Maynard Araújo informou que a capoeira era ensinada em Botucatu por um carioca chamado Menê. O historiador João Campos Vieira, natural de Tatuí, mas radicado em Porto Feliz, afirma que a tradição popular dizia que "Dioguinho usava navalha no pé e dava rabo de arraia. Era uma capoeira defensiva" *1. As crônicas paulistas ainda dizem respeito a um conflito entre capoeiras e a polícia da capital ocorrido em 1892.
O antropólogo e historiador Carlos Eugênio Líbano Soares, no seu livro A Capoeira escrava e outras tradições rebeldes no Rio de Janeiro (1808 – 1850), transcreveu a notícia do escravo Izaías, "vindo da vila de Iguape, termo de São Paulo, é dado a capoeira …" *2. No programa Terra Paulista, foi citado que na cidade de Bananal, Vale do Paríba, ainda se praticava uma "capoeira diferente".

Aos poucos, a história da capoeira paulista vai sendo desvendada. Em Porto Feliz, cidade do interior de São Paulo, ainda se pode encontrar alguns ex-praticantes da antiga capoeiragem e mesmo testemunhas dessa manifestação.

 
O professor Olivério Rubini informa, por exemplo, que praticava a pernada a qual "era uma brincadeira que antecedia a chegada de todos, onde algumas crianças procuravam derrubar outras com rasteiras. Talvez a diferença com a capoeira era a espontaneidade e a ausência de regras e acompanhamento musical" *3. A pernada parece, então, ser a capoeira primitiva. O local onde se praticava a pernada portofelicense era um terreno baldio usado como campo de futebol e que hoje é a avenida Capitão Joaquim de Toledo, ao lado da Escola Monsenhor Seckler.
 
Segundo o professor Rubini essa prática ocorria na década de 1940 a 1950.
 
Outra informação sobre a capoeira em Porto Feliz é o relato do senhor José Aparecido Ferraz, conhecido por Zequinha Godêncio. Desde o ano de 1946 ele acompanhava as brincadeiras de capoeira. Aos vinte anos, por volta de 1951, começou a participar das brincadeiras e treinar a capoeira. Havia em Porto Feliz um capoeirista conhecido por Toninho Vieira. Vendo esse capoeirista treinar e jogar, Zequinha começou a praticar imitando-o. "O professor foi só mais ver…", afirmou *4.
 
Outra informação interessante de Zequinha Godêncio diz respeito a perseguição policial à prática da capoeira, embora nessa época já não constasse mais no Código Penal. A mesma reclamação fez um capoeirista de Sorocaba, conhecido por Chiu, que disse que por volta da década de 1950 a polícia ainda perseguia quem praticasse a capoeira. Zequinha informou que havia um bar de um "turco" onde se reuniam os capoeiristas e ficavam jogando. O delegado, Barreto, prendia os capoeirista. "No outro dia cedo ele soltava e elevava ao Porto do Martelo. Chegava lá tinha que lutar com ele. Se a gente jogava ele dentro d’água, saía. Não voltava pra cadeia" *5. O delegado, segundo Zequinha, gostava de desafiar os capoeiristas para uma luta. Aqueles que levassem a melhor poderiam ir. Caso contrário, ficariam mais alguns dias na cadeia.
 
Zequinha lembra alguns nomes de capoeiristas de Porto Feliz: Orides, Pedro (sobrinho de João Xará), Faísca. Também informou que a capoeira era brincada sem acompanhamento musical. "A gente só ia gritando: Aeh!, olha lá, Ah!, Opa! Ia gritando e dando giro" *6. O pessoal de Porto Feliz, na década de 1950, costumava vir a Sorocaba onde no bairro da Árvore Grande brincavam a capoeira com os sorocabanos. "Era lá na Árvore Grande. De lá tinha um chamado Aparecidinho. Tinha Aparecido, um chamado Paulinho. Era os mais chegados" *7.
 
Ainda sobre a capoeira antiga de Porto Feliz, o colecionador Rubens Castelucci informa que havia um pessoal que brincava no largo da Laje, antiga rua da Laje. Segundo Rubens, o prefeito Lauro Maurino promovia muitas apresentações de capoeira e congada em comícios políticos e em festas. Vinham pessoas de Capivari para auxiliar o grupo de Porto Feliz nas apresentações.
 
Essas notícias de Porto Feliz servem de parâmetro para mostrar que há muito ainda sobre a capoeira paulista a ser pesquisado. Algumas pessoas têm se dedicado a isso, como Miltinho Astronauta em São José dos Campos e Érika Balbino, de São Paulo. O resultado desse trabalho já começa a aparecer.
 
 

 

Notas

*1 Entrevista ao autor concedida em 03 out 2006.
*2 LÍBANO, Op. cit., pp. 120 – 121.
*3 Carta ao autor datada de 04 maio 2006.
*4 Entrevista concedida em 02 nov 2006.
*5 Idem.
*6 Entrevista concedida em 02 nov 2006.
*7 Idem.

 
Carlos Carvalho Cavalheiro
La Insignia. Brasil, julho de 2007.
 
Fonte: http://www.lainsignia.org
Enviado por: Rod@ Virtual

Livro: Scenas da Escravidão – Breve ensaio sobre a escravidão negra em Sorocaba

Scenas da Escravidão será lançado dia 09 de dezembro
 
O livro Scenas da Escravidão – Breve ensaio sobre a escravidão negra em Sorocaba será lançado no próximo dia 09 de dezembro, às 20 horas, no Espaço Cultural Saber Viver, do Centro de Estudos Filosóficos Iluminattis.
 
A obra, escrita por Carlos Carvalho Cavalheiro, é um estudo inédito sobre a escravidão negra em Sorocaba que revela aspectos interessantes do tema e acaba por desconstruir o mito de que na cidade a escravidão foi mitigada. Carvalho Cavalheiro comprova através de farta documentação a violência inerente à escravatura também em Sorocaba. A obra revela ainda a participação do teatro sorocabano na campanha abolicionista, a relação entre o tropeirismo e a escravidão, a presença de escravos na produção fabril, a luta de classes entre os senhores e seus escravos e as cenas de crueldade na escravidão. Traz também uma reflexão acerca da cultura afro-brasileira em Sorocaba e a perseguição institucional à essas práticas através da repressão policial, edição de posturas municipais, manifestação de leitores nos jornais antigos etc.
 
Trata-se de um ensaio sobre a escravidão negra em Sorocaba, desde o séc. XVII até a abolição (séc. XIX), mostrando a discriminação e o preconceito racial em Sorocaba, buscando suas raízes históricas. Discute a falsa idéia de que a escravidão em Sorocaba foi amena, bem como as formas de controle ideológico sobre a mão-de-obra escrava. Além de discorrer sobre a escravidão em Sorocaba, o texto aborda também aspectos particulares da escravidão na região, em cidades como Itu, Porto Feliz, Araçoiaba da Serra (Campo Largo), Salto de Pirapora e até Campinas.
 
O autor pleiteou recursos da LINC deste ano para a publicação da obra, mas teve negado o projeto sob a alegação de que se trata de livro destinado ao público acadêmico. A partir da negativa da LINC, Cavalheiro buscou a publicação em formato mais econômico e tiragem reduzida. Para tanto, despendeu de recursos próprios e de apoiadores culturais como o Sindicato dos Comerciários de São Paulo, o Sindicato dos Empregados do Comércio de Sorocaba, o Psol (Diretório Municipal), a Crearte Editora, a Implastec, a AFCC Consultoria e Pesquisa, a Academia de Capoeira Nacional, o Movimento Anarquista, o Provocare, a ONG Memória Viva, o Movimento Anarco-cristão, o Centro de Estudos Filosóficos Iluminattis, a Livraria Sebo Nacional e o Escritório de Advocacia Dr. Valdecy Alves.
Livro: Scenas da Escravidão - Breve ensaio sobre a escravidão negra em Sorocaba“Esta é a única obra que trata especificamente da escravidão sorocabana em todo o período e não só na época da campanha abolicionista.
 
O único inconveniente em relação a publicação de uma tiragem reduzida é que não se tem condições de distribuir uma cota para os arquivos, museus, universidades e bibliotecas. É uma pena!” 
 
Carlos Cavalheiro
 
A tiragem dessa edição é de 300 exemplares, sendo que parte disso é destinada aos apoiadores. O restante será comercializado no dia do lançamento.
 
Scenas da Escravidão possui 185 páginas e ilustrações interessantes relacionadas a cultura e história da escravidão em Sorocaba. A revisão histórica foi realizada pelo historiador Prof. Ms. Rogério Lopes Pinheiro de Carvalho e a revisão gramatical pelo prof. Ivaldo José de Carvalho. O prefácio é de autoria de Armando Oliveira Lima, presidente do Instituto Darcy Ribeiro.
 
O autor, Carlos Carvalho Cavalheiro, é professor de História da rede pública municipal de Porto Feliz e pesquisador da História e Cultura de Sorocaba e do Médio Tietê. Escreveu e publicou os livros Folclore em Sorocaba (1999), A greve de 1917 e as eleições municipais de 1947 em Sorocaba (1998), Salvadora! (2001) e Descobrindo o Folclore (2002). Produziu ainda o CD “Cantadores – O folclore de Sorocaba e região” com a participação de grupos folclóricos como a Folia de Reis de Sorocaba, a Folia do Divino de Araçoiaba da Serra, a Dança de São Gonçalo de Porto Feliz, o Terço Cantado de Itu e o Cururu de Sorocaba entre outros. Participou ainda da produção do CD e documentário “Cantos da Terra”. Idealizou a Enciclopédia Sorocabana ( www.sorocaba.com.br/enciclopedia ) e a Reabertura do Inquérito sobre o Saci-Pererê ( www.crearte.com.br/saci.htm ). Neste ano proferiu palestra em agosto no SESC de Sorocaba sobre o Folclore de Sorocaba e do Médio Tietê. 
 
O Espaço Cultural Saber Viver está localizado na Rua Riachuelo, 437 – Bairro Vergueiro. O lançamento será às 20 horas e a entrada é franca.
 
carlosccavalheiro@yahoo.com.br

Mestra Cigana: “Feliz Natal de Luz a todos!”

Quero falar do real significado deste momento de amor, compaixão e paz.

Vou escolher meus presentes de maneira diferente.

Vou lembrar de todas as pessoas que um dia já passaram pela minha vida e mandarei a elas uma mensagem com meu profundo amor.

Lembrarei a todos do poder real que temos. Poder de escolher, de criar, de manifestar nossa divindade. O primeiro é de fazer parte de um enorme grupo e circundar o mundo num abraço de Luz, envolvendo a todos indistintamente numa energia vibrante, brilhante, que carregará afeto e alegria verdadeiras a todos nossos irmãos e irmãs, sobretudo aos que estiverem sozinhos, cansados e deprimidos.

Ninguém estará ou se sentirá sozinho se conseguir se conectar com esta Luz que irá emanar dos corações de tantos e tantos seres humanos despertos, abertos e cada vez mais conscientes da Unidade, do Amor Incondicional e da urgente necessidade de paz. Paz em todos os corações, a começar pelo nosso, que poderá estar mais capaz – dia após dia, de romper barreiras, de gerar tréguas cada vez mais longas e por todo lado, a começar pelo nosso núcleo familiar e de relacionamentos, se espalhando como semente poderosa por toda a Terra.

Este ano quero convidar a todos a fazerem este pensamento de amor. Mesmo que seja por apenas alguns minutos. Façam com intenção, lembrando sempre que o amor que mandamos aos outros, enche primeiro o nosso coração!

Que neste Natal nossos presentes sejam para a Alma.

Que se multipliquem ao infinito os abraços, os sorrisos, os perdões, os carinhos, os beijos, enfim, todos os gestos de boa vontade e que este abraço de Luz se torne a grande e verdadeira corrente do bem.

Que possamos lembrar de manter esta conexão de Luz a cada dia, com clareza e perseverança. Com ardor e humildade. Que façamos desta aliança na Luz nossa sintonia constante, para que o Natal se torne presente permanente em nós e à nossa volta, se manifestando em todos os corações todos os dias de nossa vida.

Feliz Natal de Luz a todos!

Mestra Cigana, iê!

Luiz Fernando Goulart e Equipe: Feliz Nata e Próspero Ano Novo…

Em meu nome e no de toda a equipe que realizou o filme
MESTRE BIMBA A CAPOEIRA ILUMINADA,
lhe desejamos, à sua família e a todo o seu grupo um
FELIZ NATAL,
com muita
PAZ e HARMONIA e um ANO NOVO de grandes realizações.
Que as luzes de
BIMBA e PASTINHA estejam presentes em todas as aulas e eventos do seu grupo em 2006.

São os votos de
Luiz Fernando Goulart e equipe

APARECIDA – Criança Feliz e Abadá tira meninos da rua

Uma parceria entre a Prefeitura de Aparecida e o grupo de capoeira Abadá tem mudado a vida de dezenas de crianças e adolescentes no município. Eles fazem parte do Projeto Criança Feliz desenvolvido em várias modalidade esportivas. Os garotos da capoeira ocupam os ginásio da Vila Brasília todas as tardes para treinar.
 
Thiago da Silva Santos,15, é aluno do estagiário Maiko Barbosa, que atualmente está no grupo Abadá, e conta que encontrou na capoeira uma forma de se livrar do mundo das drogas e da marginalidade. “Antes eu pertencia a um caminho tortuoso, era muito nervoso e hoje encontrei na capoeira uma maneira de ver o mundo de outra forma, promovendo o respeito às pessoas e a paz entre todos”, garante Thiago.
Segundo Maiko, o fato de sua turma está ligado a filosofia do grupo Abadá, traz vantagens aos alunos.
  

“Procuramos sempre enfocar o esporte como uma maneira de educar para a vida, conta Maiko.
As aulas podem ser ministradas para pessoas de sete a 70 anos. No caso das crianças e adolescente a exigência é estar freqüentando regularmente a sala de aula. Este mês acontece o batizado da primeira turma.

ENVELHECER…

Lembrar sempre que envelhecer é uma benção divina!
Para envelhecer é indispensável estar vivo.
Estar vivo é ótimo para saúde, diria Mestre Pastinha.
A única exigência para se jogar capoeira (regional naturalmente…) é estar vivo, dizia Mestre Bimba.
Feliz é quem não morre antes da velhice.
O envelhecimento é a trilha da sabedoria.
O amadurecimento do espirito e a clareza da mente acompanham o envelhecimento do corpo sadio.