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Melhor Idade na Capoeira

Capoeira Recreativa para Terceira Idade movimenta Centro Cultural
 
Projeto financiado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura é voltado para os idosos
Quem disse que capoeira tem idade? Manifestações culturais atravessam também gerações e ganham elementos que as adequam de acordo com os praticantes. Com o projeto “Capoeira Recreativa Para Terceira Idade”, a manifestação foi adaptada para ser oferecida ao grupo da terceira idade que freqüenta o Centro Cultural Lydia Hammes.
 
O projeto é financiado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura, gerenciada pela Fundação Garibaldi Brasil, e acontece há três meses, com previsão para finalizar em dezembro. “A intenção é levar lazer para a terceira idade e tornar constante esta prática”, afirma Mestre Moreno, quem ministra as aulas. O capoeirista desenvolve trabalhos na área há mais de 17 anos, e nos últimos quatro, vem trabalhando com a melhor idade.
 
Segundo ele, a idéia do projeto surgiu no ano passado, quando visitou o centro cultural e se informou sobre as atividades desenvolvidas no espaço e o público que costuma participar. “O Centro Cultural Lydia Hammes recebe grande número de idosos, então, elaborei esse projeto para oferecer uma atividade que eles ainda não tinham. Trabalhar com a terceira idade é como trabalhar com crianças, é gratificante, eles têm uma grande energia positiva”, conta.
 
Vovó Capoeira – A turma é formada por aproximadamente 50 alunos, a maioria mulheres de 40 a 70 anos. Na opinião de Iracema Silva, 66, a capoeira deixou de ser algo só para jovens. “Nunca imaginei que iria praticar. Conhecia a atividade vendo a meninada brincar. Mas agora, vejo que é muito boa para nós também, fazemos exercícios e nos divertimos”, diz. Francisca Jasci, 58, ganhou um motivo a mais para interagir com os familiares. “É a primeira vez que pratico capoeira, os meus netos praticam, às vezes brincamos no quintal de casa”, conta. Maria Freira, 64, pratica atividade física há 24 anos, e achou a capoeira algo inovador. “Se soubesse que era tão bom, teria procurado antes”, afirma. Mais informações pelo telefone: 32251707.
 
Fonte: Rio Branco-AC – Página 20 – http://www2.uol.com.br/pagina20

Aconteceu: I Festival Pedagógico de Capoeira

Capoeira Especial
Grupo Candeias encerra projeto financiado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura e ao Desporto
 
Na última quarta-feira, o Centro de Ensino Especial Dom Bosco e o Grupo de Capoeira Candeias realizaram o I Festival Pedagógico de Capoeira, encerrando as atividades do Projeto Capoeira Especial, financiado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura e ao Desporto, da Fundação Garibaldi Brasil. Na ocasião, pais, alunos e equipe gestora estiveram juntos para presenciar o batizado de alguns alunos, além de interagir com os capoeiristas especiais.
 
O projeto foi realizado por Janosson da Silva Carvalho, mais conhecido como Falcão, durante o período de abril a dezembro, no Centro de Ensino Dom Bosco. Aulas de capoeira, palestras, oficinas, contação de história, exibição de vídeos, leitura de textos, oficinas, apresentações, rodas e aulões foram algumas das atividades realizadas, todas elas com o foco a capoeira.
 
“Dim-dim, dom-dom”
 
Durante a realização do projeto, Falcão e a Capoeira ficaram conhecidos como “dim-dim, dom-dom”, forma como os alunos do Dom Bosco se referiam ao professor e à atividade. “Desenvolvemos também um trabalho afetivo, já que carinho nunca é demais”, diz Falcão.
 
Segundo ele, o objetivo do projeto é estimular o desenvolvimento das crianças e adolescentes com deficiência, proporcionando através da capoeira o uso do corpo, espaço e instrumentos, visando a interação diferenciada ao da rotina escolar. “A capoeira é uma atividade que pode contribuir com o processo de crescimento da pessoa com deficiência, servindo de apoio complementar aos atendimentos oferecidos pelo Centro de Ensino Dom Bosco, potencializando a inclusão social, respeitando as diferenças e desigualdade de oportunidades”, explica o proponente.
 
De acordo com a coordenadora pedagógica do Dom Bosco, não há nada mais gratificante do que ver as crianças participando e se divertindo. “A maioria dessas crianças são carentes, e só na escola têm um momento de lazer e contato com outras atividades”, diz.
 
Página 20 – Rio Branco – AC
http://www2.uol.com.br/pagina20