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Idosos participam de atividades do Dia Mundial de Combate à Osteoporose

Cerca de 700 idosos participaram hoje (20) de atividades para lembrar do Dia Mundial de Combate à Osteoporose. Reunidos no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília, eles participaram de atividades como aula de tai chi chuan, dança e capoterapia (terapia inspirada na gestualidade da capoeira – Mestre Gilvan).

A coordenadora do Programa de Prevenção à Osteoporose da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, Helenice Gonçalves, explicou que exercícios físicos é uma das atividades que ajudam na prevenção da osteoporose. “O osso precisa de impacto para absorver o cálcio”, explicou. A orientação é fazer atividade física, pelo menos, três vezes por semana, com orientação de profissional especializado. Também é importante evitar fumo e álcool e café expresso.

A dona de casa Milma Silva, 68 anos, disse que gostou de participar das atividades. “Espero que tenha sempre [eventos como esse]. É bom para a saúde e para o convívio social”, destacou.

Segundo a Secretaria de Saúde, a osteoporose é uma doença crônica causada pela diminuição de cálcio nos ossos, tornando-os enfraquecidos e predispostos a fraturas.

 

http://www.jb.com.br

 

Capoterapia

Uma nova terapia, inspirada na gestualidade da capoeira, traz para a terceira idade benefícios físicos, sociais e emocionais

Por Mano Lima (*)

Há 11 anos, o capoeirista brasiliense Mestre Gilvan constatou que havia uma escassez de políticas públicas e de atividades específicas para a terceira idade. Nascia no Distrito Federal a capoterapia – capoeira adaptada para a terceira-idade  como modalidade lúdica, capaz de atrair pessoas e tirá-las do sedentarismo. “O trabalho com a capoterapia iniciado por Mestre Gilvan em nossa unidade de saúde, aliado a outras atividades que oferecemos, como o tai chi chuan, a dança, as sessões de alongamento e a ´terapia do abraço´ têm atraído muitos idosos para atividades que são fundamentais para o seu bem-estar físico e psíquico”, explica o coordenador de terapias corporais do Centro de Saúde 7 de Ceilândia, DF, Dr. Geovane Gomes da Silva. Uma das diferenças da capoeira tradicional para esse novo método está no ritmo e na intensidade. Assim como na capoeira, na capoterapia há a ginga, movimento tradicional da capoeira, e os alunos tem pequenas noções da esquiva, que é o ato de se desviar de um golpe. Mas evidentemente não há saltos, nem golpes mais contundentes, que podem expor os idosos a acidentes e lesões.

A capoterapia pode ser feita, inclusive, por cegos, pessoas com déficit mental ou com seqüela motora (cadeirantes). Apenas pessoas com doença cardíaca grave devem evitar, pois nestes casos qualquer esforço físico mais intenso é uma ameaça a sua saúde. Como a maioria dos grupos de capoeira funciona em centros de saúde, os próprios médicos alertam aos pacientes sobre a viabilidade ou não de fazer a capoterapia. E, o que é mais importante, na capoterapia há o respeito ao ritmo de cada um e ninguém é obrigado a fazer senão aquilo que lhe dá vontade e prazer. ”Conheci a capoterapia através do Centro de Saúde, nas atividades para os idosos hipertensos. Minha família concorda com qualquer atividade que eu faça e que me ajude na melhoria de minha saúde. Sempre fiz exercícios físicos, só que com menos freqüência, depois me integrei ao grupo e tive vários benefícios, pois é muito bom estar em contato com outras pessoas. Minha vida era boa, só que como estava um pouco parada, o corpo estava travado. Quando a capoterapia apareceu, contribuiu ainda mais no meu desempenho físico. Espero que este programa voltado para os idosos não pare, e dure pôr muito tempo.”, comenta Maria Ferreira de Sousa, 59 anos, que tem seis filhos, 12 netos e um bisneto. As vantagens para o público da terceira idade são inúmeras. Quanto aos benefícios físicos ela diminui a dependência química de remédios para hipertensão, diabetes, colesterol.

Provoca, ainda, a recuperação do vigor, amplia a força muscular, ocasiona a amplitude dos membros inferiores e superiores, tonicidade muscular. Entre os benefícios sociais da capoterapia estão a integração grupal e a ampliação do círculo de amizades. A “ginga dos mais vividos”, como é chamada a terapia, também é um auxiliar importante no combate à depressão e à solidão, despertando em seus praticantes a recuperação da auto-estima e do prazer de viver. Conheci a Capoterapia através da auto-massagem. Meus filhos acharam bom, pois minha vida era triste, eu me sentia doente, sempre de baixo astral. Não me divertia, não tinha vontade de sair, na verdade não tinha mais vontade de viver e graças a ela, nós temos uma vida melhor, fazemos sempre novas amizades e nos divertimos muito. Hoje, sou mais alegre, passeio bastante, trabalho e me considero feliz”, relata Antônia Lizarda, 66 anos.

Na prática, as aulas de capoterapia se iniciam com uma sessão de aquecimento e alongamento, pra preparar a musculatura. Em seguida vêm as cantigas de roda, quando o grupo canta clássicos da música infantil, como “ciranda ciradinha” e da música popular como “acorda Maria bonita, levanta vem fazer o café”. As atividades reproduzem rotinas domésticas, como lavar, passar ferro, estender a roupa no varal. O ideal é que a capoterapia seja praticada de duas a três vezes por semana. Como isso a Associação Brasileira de Capoterapia ainda não dispõe de multiplicadores em número suficiente para atender todas as demandas que surgem, a entidade está oferecendo cursos de capacitação, para formar novos agentes do programa. Além disso, os idosos são estimulados a fazer em casa, sozinhos, os exercícios para os quais são orientados nas vivências de capoterapia. Dentro da capoterapia ainda acontecem algumas terapias como a “Campanha do Abraço”, onde se busca resgatar o senso de cordialidade e a descontração, estimulando as pessoas a trocarem o “calor humano”, em gestos afetivos, como instrumento de valorização do outro. Durante a “Terapia do abraço” ocorre a campanha “Você já abraçou seu filho, hoje?

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(*) Mano Lima é jornalista, autor do livro “A ginga dos mais vividos” e Mestre em
Educação.
Saiba mais: Para conhecer melhor a capoterapia ou para receber em casa um
exemplar do livro “A ginga dos mais vividos”

Capoterapia: a ginga dos mais vividos 2000 vagas gratuitas

Há 12 anos, o capoeirista brasiliense Mestre Gilvan constatou que havia escassez de políticas públicas e de atividades específicas para a terceira idade. Nascia no Distrito Federal a capoterapia – capoeira adaptada para a terceira idade – como modalidade lúdica, capaz de atrair pessoas e tirá-las do sedentarismo. “O trabalho com a capoterapia, iniciado por Mestre Gilvan em nossa unidade de saúde, aliado a outras atividades que oferecemos, como o tai chi chuan, a dança, as sessões de alongamento e a ‘terapia do abraço’ têm atraído muitos idosos para atividades que são fundamentais para o seu bem-estar físico e psíquico”, explica o coordenador de terapias corporais do Centro de Saúde 7 de Ceilândia, DF, Dr. Geovane Gomes da Silva.

Uma das diferenças da capoeira tradicional para esse novo método está no ritmo e na intensidade. Assim como na capoeira, na capoterapia há a ginga, movimento tradicional da capoeira, e os alunos têm pequenas noções da esquiva, que é o ato de se desviar de um golpe. Mas, evidentemente não há saltos, nem golpes mais contundentes, que possam expor os idosos a acidentes e lesões.

A capoterapia pode ser praticada, inclusive, por cegos, pessoas com déficit mental ou com seqüela motora (cadeirantes). Apenas pessoas com doença cardíaca grave devem evitar, pois nestes casos qualquer esforço físico mais intenso é uma ameaça a sua saúde. Como a maioria dos grupos de capoeira funciona em centros de saúde, os próprios médicos alertam os pacientes sobre a viabilidade ou não de fazer a capoterapia. E, o que é mais importante, na capoterapia há o respeito ao ritmo de cada um e ninguém é obrigado a praticar.  Somente o lhe dá vontade e prazer.  “Conheci a capoterapia através do Centro de Saúde, nas atividades para os idosos hipertensos. Minha família concorda com qualquer atividade que eu faça e que me ajude na melhoria de minha saúde. Sempre pratiquei exercícios físicos, só que com menos frequência. Depois me integrei ao grupo e tive vários benefícios, pois é muito bom estar em contato com outras pessoas. Minha vida era boa, só que como estava um pouco parada, o corpo estava travado. Quando a capoterapia apareceu, contribuiu ainda mais no meu desempenho físico. Espero que este programa voltado para os idosos não pare, e dure por muito tempo”, comenta Maria Ferreira de Sousa, 59, que tem seis filhos, doze netos e um bisneto.

As vantagens para o público da terceira idade são inúmeras. Quanto aos benefícios físicos, diminui a dependência química de remédios para hipertensão, diabetes, colesterol. Provoca, ainda, a recuperação do vigor, amplia a força muscular, ocasiona a amplitude dos membros inferiores e superiores, tonicidade muscular. Entre os benefícios sociais da capoterapia estão a integração grupal e a ampliação do círculo de amizades. A “ginga dos mais vividos”, como é chamada a terapia, também é um auxiliar importante no combate à depressão e à solidão, despertando nos praticantes a recuperação da autoestima e do prazer de viver.

“Conheci a capoterapia através da automassagem. Meus filhos acharam bom, pois minha vida era triste, eu me sentia doente, sempre de baixo astral. Não me divertia, não tinha vontade de sair, na verdade não tinha mais vontade de viver e, graças a ela, nós temos uma vida melhor, fazemos sempre novas amizades e nos divertimos muito. Hoje, sou mais alegre, passeio bastante, trabalho e me considero feliz”, relata Antonia Lizarda, 66 anos.

Na prática, as aulas de capoterapia se iniciam com uma sessão de aquecimento e alongamento, para preparar a musculatura. Em seguida, vêm as cantigas de roda, quando o grupo canta clássicos da música infantil, como “ciranda ciradinha” e da música popular, como “acorda Maria bonita, levanta vem fazer o café”. As atividades reproduzem rotinas domésticas, como lavar, passar ferro, estender a roupa no varal.

O ideal é que a capoterapia seja praticada de duas a três vezes por semana. Como a Associação Brasileira de Capoterapia ainda não dispõe de multiplicadores em número suficiente para atender a demanda, a entidade está oferecendo cursos de capacitação para formar novos agentes do programa. Além disso, os idosos são estimulados a praticar em casa, sozinhos, os exercícios para os quais são orientados nas vivências de capoterapia.

Dentro da capoterapia, ainda são realizadas algumas terapias como a “Campanha do Abraço”, onde se busca resgatar o senso de cordialidade e a descontração, estimulando as pessoas a trocarem o “calor humano”, em gestos afetivos, como instrumento de valorização do outro. Durante a “Terapia do abraço” ocorre a campanha “Você já abraçou seu filho, hoje?”

Maiores informações 061 34752511 ou 99622511 Mestre Gilvan www.capoterapia.com.br

Capoterapia: a ginga dos mais vividos

Uma nova terapia, inspirada na gestualidade da capoeira, traz para a terceira idade benefícios físicos, sociais e emocionais


Há 12 anos, o capoeirista brasiliense Mestre Gilvan constatou que havia uma escassez de políticas públicas e de atividades específicas para a terceira idade. Nascia no Distrito Federal a capoterapia – capoeira adaptada para a terceira-idade – como modalidade lúdica, capaz de atrair pessoas e tirá-las do sedentarismo. “O trabalho com a capoterapia iniciado por Mestre Gilvan em nossa unidade de saúde, aliado a outras atividades que oferecemos, como o tai chi chuan, a dança, as sessões de alongamento e a ´terapia do abraço´ têm atraído muitos idosos para atividades que são fundamentais para o seu bem-estar físico e psíquico”, explica o coordenador de terapias corporais do Centro de Saúde 7 de Ceilândia, DF, Dr. Geovane Gomes da Silva.

Uma das diferenças da capoeira tradicional para esse novo método está no ritmo e na intensidade. Assim como na capoeira, na capoterapia há a ginga, movimento tradicional da capoeira, e os alunos tem pequenas noções da esquiva, que é o ato de se desviar de um golpe. Mas evidentemente não há saltos, nem golpes mais contundentes, que podem expor os idosos a acidentes e lesões.

A capoterapia pode ser feita, inclusive, por cegos, pessoas com déficit mental ou com seqüela motora (cadeirantes). Apenas pessoas com doença cardíaca grave devem evitar, pois nestes casos qualquer esforço físico mais intenso é uma ameaça a sua saúde. Como a maioria dos grupos de capoeira funciona em centros de saúde, os próprios médicos alertam aos pacientes sobre a viabilidade ou não de fazer a capoterapia. E, o que é mais importante, na capoterapia há o respeito ao ritmo de cada um e ninguém é obrigado a fazer senão aquilo que lhe dá vontade e prazer. 

“Conheci a capoterapia através do Centro de Saúde, nas atividades para os idosos hipertensos. Minha família concorda com qualquer atividade que eu faça e que me ajude na melhoria de minha saúde. Sempre fiz exercícios físicos, só que com menos freqüência, depois me integrei ao grupo e tive vários benefícios, pois é muito bom estar em contato com outras pessoas. Minha vida era boa, só que como estava um pouco parada, o corpo estava travado. Quando a capoterapia apareceu, contribuiu ainda mais no meu desempenho físico. Espero que este programa voltado para os idosos não pare, e dure pôr muito tempo.”, comenta Maria Ferreira de Sousa, 59 anos, que tem seis filhos, 12 netos e um bisneto.

As vantagens para o público da terceira idade são inúmeras. Quanto aos benefícios físicos ela diminui a dependência química de remédios para hipertensão, diabetes, colesterol. Provoca, ainda, a recuperação do vigor, amplia a força muscular, ocasiona a amplitude dos membros inferiores e superiores, tonicidade muscular. Entre os benefícios sociais da capoterapia estão a integração grupal e a ampliação do círculo de amizades. A “ginga dos mais vividos”, como é chamada a terapia, também é um auxiliar importante no combate à depressão e à solidão, despertando em seus praticantes a recuperação da auto-estima e do prazer de viver.

`Conheci a capoterapia através da auto-massagem. Meus filhos acharam bom, pois minha vida era triste, eu me sentia doente, sempre de baixo astral. Não me divertia, não tinha vontade de sair, na verdade não tinha mais vontade de viver e graças a ela, nós temos uma vida melhor, fazemos sempre novas amizades e nos divertimos muito. Hoje, sou mais alegre, passeio bastante, trabalho e me considero feliz”, relata Antonia Lizarda, 66 anos.

Na prática, as aulas de capoterapia se iniciam com uma sessão de aquecimento e alongamento, pra preparar a musculatura. Em seguida vêm as cantigas de roda, quando o grupo canta clássicos da música infantil, como “ciranda ciradinha” e da música popular como “acorda Maria bonita, levanta vem fazer o café”. As atividades reproduzem rotinas domésticas, como lavar, passar ferro, estender a roupa no varal.

O ideal é que a capoterapia seja praticada de duas a três vezes por semana. Como isso a Associação Brasileira de Capoterapia ainda não dispõe de multiplicadores em número suficiente para atender todas as demandas que surgem, a entidade está oferecendo cursos de capacitação, para formar novos agentes do programa. Além disso, os idosos são estimulados a fazer em casa, sozinhos, os exercícios para os quais são orientados nas vivências de capoterapia.

Dentro da capoterapia ainda acontecem algumas terapias como a “Campanha do Abraço”, onde se busca resgatar o senso de cordialidade e a descontração, estimulando as pessoas a trocarem o “calor humano”, em gestos afetivos, como instrumento de valorização do outro. Durante a “Terapia do abraço” ocorre a campanha “Você já abraçou seu filho, hoje?

(*) O autor é jornalista, autor do livro “A ginga dos mais vividos” e Mestre em Educação.

Saiba mais: Para conhecer melhor a capoterapia ou para receber em casa um exemplar do livro “A ginga dos mais vividos”, entre em contato com o autor: (61) 9190 4256 e mano.lima@yahoo.com.br

“África em Nós” resgata cultura e esporte em torneio

Dentro do projeto Cultura em Movimento, o Departamento de Cultura, Esporte e Lazer da Prefeitura de Registro, promoveu o Torneio G4 de Capoeira do Vale do Ribeira, “África em Nós”, que busca o resgate da cultura africana no Brasil, por meio do esporte e cultura, promovido pelo Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim. A cidade de Cananeia foi a grande campeã, seguido por Registro, Iguape e Pariquera.

A abertura aconteceu no último domingo e envolveu desde crianças a partir dos cinco anos, até homens e mulheres até 60 anos que participaram das atividades. A abertura contou com a prefeita de Registro, Sandra Kennedy Viana, que em sua fala enfatizou a importância do esporte para a união e desenvolvimento disciplinar e pedagógico do cidadão.

O Torneio teve a participação de capoeiristas das cidades de Cananeia, Registro, Iguape, Pariquera Açu e foi coordenado pelo professor Gilson de Jesus Silva e contou com cerca de 400 pessoas e contou com o patrocínio também do Primu´s e Ciclo Ribeira. Conforme o educador físico, a idéia inicial de realizar o torneio é de Registro, da necessidade de se desenvolver a capoeira na cidade e promover mais atividades. “Nós queremos integrar essas e outras cidades dentro da capoeira”.

Além do torneio de capoeira, aconteceram as apresentações de maculelê com os grupos Filho de Cananeia e Samba de Roda Maracatu Princesa do Litoral de Iguape. Em Registro, as aulas de capoeira, por meio do Cultura em Movimento acontecem no Centro Social urbano, Bloco B, Arapongal e Vila São Francisco.

Fonte: http://diariodeiguape.com/

Ceará: Capoeira como terapia

Grupo vai às praças e áreas de lazer para ensinar o esporte

Muita gente está superando o cansaço e o estresse fazendo capoeira. Em Fortaleza, um grupo vai às praças e áreas de lazer para ensinar as técnicas. Quem frequenta as aulas, fica surpreso com a experiência.

A nova função da capoeira não conhece idade, classe social ou porte físico. As aulas, comandadas pelo Mestre Rato, são um convite para liberar o estresse.

Em uma turma, por exemplo, o objetivo não é aprender a lutar ou se tornar um profissional de capoeira. O importante é trabalhar a auto-estima e dar um novo ritmo à vida.

Praticantes por terapia

A dona de casa Fátima Carvalho, de 49 anos, conheceu a capoeira no bairro onde mora. Ela fez a primeira aula há 3 anos e nunca mais parou.

Sandra começou com o filho adolescente, que acabou desistindo, mas ela, não. Continua firme e forte há 2 anos.

A médica Virlênia Barros diz que recomenda a atividade para os pacientes, e não é só por causa do esforço físico.

Ao som do berimbau, eles buscam a sensação de liberdade na dança dos escravos.

Serviço: a sede do projeto funciona na avenida Pessoa Anta, 218, ao lado do Dragão do Mar. O contato é com o Mestre Rato no telefone (85) 8866 – 5835. O próximo encontro, aberto ao público, é no domingo (24), às 18h.

 

http://tvverdesmares.com.br/

Capoeira grávida, pode?

Embora a prática de exercícios durante a gravidez seja estimulada pelos médicos, a capoeira está longe de estar na lista dos esportes recomendados por eles. Um dos motivos é que os médicos logo pensam em uma roda, com pontapés, saltos e rasteiras. Outro motivo é que não é mesmo apropriado para uma mulher que não tem o hábito de praticar esportes, começar pela capoeira logo no período gestacional.

Mas a mulher que já é capoeirista, que já possui um bom condicionamento físico, pode continuar treinando ao engravidar, desde que tenha acompanhamento médico e tome os devidos cuidados.

As vantagens são a redução de sintomas comuns na gravidez, como o cansaço, inchaços, dores lombares, constipação, má circulação do sangue e varizes. Os exercícios também melhoram a oxigenação do bebê e a liberação de nutrientes para ele, ajudam no condicionamento físico da mãe, no controle do peso, atuam no estado psicológico da mulher, reduzindo as chances de depressão, melhorando a qualidade de vida e a autoestima, além de facilitar a recuperação pós-parto.

Entretanto, a capoeirista deve estar consciente de que o período gestacional não é o momento de aprender aquele movimento desejado que exige tanto equilibrio. Saltos, inclusive, são totalmente proibidos. Mesmo que sejam executados com perfeição e a capoeirista termine de pé, o simples impacto podem trazer complicações para a gravidez, como o descolamento da placenta, por exemplo.

Outros cuidados a serem tomados se referem à postura pois, ao se exercitar, é necessário respeitar a ação abdominal e o posicionamento da coluna. Também é importante evitar treinos em dias muito quentes, usar roupas leves, e beber bastante água, para manter a hidratação.

Para entrar na roda, a atenção deve ser redobrada, pois a capoeirista tem que estar ciente que, não é apenas ela que deve conhecer e tomar todos os cuidados exigidos nesse período, mas também o companheiro de jogo. Em caso de dúvida, melhor não jogar. Além disso, é importante ficar atenta ao cansaço e não abusar. O recomendado é que a grávida esteja sempre atenta ao ritmo dos batimentos cardíacos, que não devem ultrapassar 140 por minuto.

Vale reforçar que o acompanhamento médico é fundamental, pois os cuidados a serem tomados variam não só de acordo com o estado de saúde da mulher, mas também com o período gestacional em que ela se encontra. E, ao contrário do que muita gente pensa, os três primeiros meses de gravidez é que são considerados os mais críticos.

Referências:

Neila Vasconcelos – Venusiana
capoeiradevenus.blogspot.com

Senador propõe que prática de capoeira, recomendada por médico, seja deduzida do Imposto de Renda

Brasil: Papaléo propõe que prática de exercício físico recomendado por médico seja deduzida do Imposto de Renda
Despesas com aulas de natação, dança, capoeira, ioga e artes marciais poderão ser deduzidas do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) caso sejam recomendadas por médico como tratamento de saúde. Essa é a proposta de projeto de lei (PLS 340/07) de autoria do senador Papaléo Paes (PSDB-AP) que está pronto para ser votado em decisão terminativa na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). O relator é o senador Neuto de Conto (PMDB-SC), que já entregou minuta de relatório favorável ao projeto.

A proposta inclui nas deduções do Imposto de Renda os pagamentos efetuados para professores de educação física, academias de atividade físicas, desportivas, ou de natação, escolas de esportes, academias de dança, de capoeira, de ioga ou de artes marciais, mas apenas quando a atividade for indicada em laudo médico, após diagnóstico.

Na justificativa do projeto, Papaléo afirma que tais atividades físicas, ao lado da fisioterapia, vêm sendo usadas como complemento de tratamentos médicos. O senador ressalta que o objeto da proposta é "o exercício físico ministrado sobre orientação profissional por expressa recomendação médica, como terapia integrante de um tratamento claramente definido em laudo".

Atualmente, despesas com médicos, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, hospitais, exames laboratoriais, serviços radiológicos e próteses e aparelhos ortopédicos e dentários podem ser deduzidas, bem como a maioria das despesas com educação.

Fonte: Augusto Castro / Agência Senado – http://www.senado.gov.br

Mestre João Pequeno de Pastinha em Aveiro – Portugal

1º FESTIVAL DE CAPOEIRA ANGOLA
Academia de Capoeira Angola de Mestre João Pequeno de Pastinha

Temos o enorme prazer de convidar a toda a comunidade capoeiristica para este evento imperdível que estará acontecendo no final de julho em Aveiro – Portugal.
 
Sob a organização do Mestre Pé de Chumbo, este fantástico acontecimento irá nos proporcionar uma oportunidade singular de conviver e estar perto de um dos maiores ícones da capoeira, Mestre João Pequeno de Pastinha.
 
Também estarão presentes os Mestres Rosalvo e Deraldo, convidados de renome internacional para abrilhantar ainda mais este festival.
 
Ao invés de apenas publicitar o EVENTO, resolvi fazer uma singela homenagem a João Pereira dos Santos, aluno de mestre Gilvenson e depois discípulo de Mestre Pastinha, de quem se tornou continuador, é hoje o mais "velho" discípulo VIVO de Mestre Pastinha. Integrou em 1966 a delegação brasileira no Premier Festival des Arts Nègres, em Dakar (Senegal). Hoje, ainda mantém Academia de Capoeira, no Forte Santo Antônio (centro histórico de Salvador) e continua dissiminando pro todo o mundo os ensinamentos e as "manhas" de seu professor. Em dezembro de 2003 a Universidade Federal de Uberlândia outorgou o título de doutor honoris causa pelo seu conhecimento em capoeira angola.
 
Em 1970, Mestre Pastinha assim se manifestou sobre ele e seu companheiro João Grande: "Eles serão os grandes capoeiras do futuro e para isso trabalhei e lutei com eles e por eles. Serão mestres mesmo, não professores de improviso, como existem por aí e que só servem para destruir nossa tradição que é tão bela. A esses rapazes ensinei tudo o que sei, até mesmo o pulo do gato".
 
Retirado de "http://www.portalcapoeira.com/wiki/index.php?title=Jo%C3%A3o_Pequeno"
 
Não percam esta oportunidade, eu estarei lá e voce? 

 

Mestre João Pequeno de Pastinha

 Para ver o cartaz em tamanho real, clique aqui.


Local: 
Pavilhão Municipal – Avenida Mário Sacramento, Ílhavo – Aveiro

Contato:
Mestre Pé de Chumbo – mestrepedechumbo@bol.com.br
Estudante Russo: +351 916009479


Segue um dos mais belos textos que já li sobre Mestre João Pequeno

 

AS TRÊS ESTRELAS DE ANGOLA

Por A. A. Decanio Filho – Mestre Decanio
 
Mestre Caiçara certamente cantaria:
 
Céu de Angola tem três estrelas!
Todas três entrelaçadas!
Uma é "Grande"!
Outra é "Pequeno"!
A "Primeira" está no Alto…
Onde mora "O Brilho Maior"!
 
Acostumado a assistir do anonimato das galerias, às rodas e exibições do Centro Esportivo de Capoeira Angola, onde pontificavam as figuras de Pastinha e seus principais seguidores, desde logo aprendi a admirar o jogo expressivo dos dois "Joãos", diferenciados em "Grande" e "Pequeno’ em paralelo físico, apesar de idênticos na lisura, elegância, disciplina e beleza gestual.
 
João Pequeno, na realidade não era tão pequeno, o cognome sendo apenas relacionado ao físico avantajado do "Grande". No jogo ambos se agigantavam e equivaliam.
Calado, ele ensinava aos mais novos pela exibição de seus movimentos elegantes, desenvolvidos dentro do ritmo como exigido pelo ritual da capoeira, sempre mantendo o respeito pelo parceiro do jogo, seja no plano físico, seja no moral.
Cantando, falava a linguagem tradicional dos capoeiristas na roda, louvando a tradição, exaltando suas origens, acentuando as qualidades da terra e de seu povo, num jogo elegante e ritmado de frases poéticas.
 
Vivendo, transmitia um exemplo de humildade serena e liderança inconteste, impondo-se pelo carisma a todos que dele se aproximavam.
Na intimidade, revelava-se um pai extremoso, devotado à preservação dos valores espirituais da família e zeloso no provimento das necessidade materiais dos seus.
 
Ao completar a oitava década, continua o mesmo de sempre: calmo, humilde, apaixonado pela capoeira; jogando capoeira e liderando um dos grupos mais expressivos da nossa terra, embora cultuado como um dos monstros sagrados da nossa e reconhecido internacionalmente como um dos marcos mais importantes na história da nossa arte-e-manha de São Salomão.
 
A evolução da capoeira a partir de 1943 vem acompanhando o trajeto duma estrela gêmea, cujos focos são os dois Mestre Maiores, Bimba e Pastinha, sob a luz dos quais temos que forçosamente examinar e entender os fatos.
Pólos opostos, porém complementares, os dois grandes lideres, se completam, unindo a modernidade à tradição.
Somente graças à visão de Pastinha, manifestada na sua adorada Capoeira de Angola, pôde o verdadeiro jogo da capoeira conservar sua pureza original e sobreviver ao impacto da histórica tormenta desencadeada pela criação da Luta Regional, antípoda do Jogo de Capoeira, porta aberta para intromissão dos teóricos modernos e as conseqüentes deformações conceptuais da capoeira baiana original, "sempre elegante, bela e gentil com Deus a concebeu", nas suas palavras.
Pastinha proclamou nos seus manuscritos a estrita obediência aos três erres fundamentais do jogo capoeira : Ritmo, Ritual e Respeito, sem os quais a prática se transforma em luta feroz, de bestas ensandecidas.
 
João Pequeno, após o retorno do Velho Mestre aos planos mais elevados, toma do cetro e vem dirigindo com serena humilde, o barco da tradição, de portaló aberto ao progresso e à evolução, sem perda de objetivo e rota.
Enfim, João Pequeno faz jus à frase do Mestre Pastinha … "o famoso o povo lhe diz" …
 
Deus salve o Mestre João Pequeno!
Oxalá o cubra com seu alá…
e resguarde das artimanhas dos exús…
nas encruzilhadas da vida!
 
 
Nota final:
Pessoalmente, desejo alcançar os "oitentinhas" assistindo suas brincadeiras e exibições de habilidade nas rodas da "Academia de João Pequeno de Pastinha do Centro Esportivo de Capoeira Angola".

Crônica: Capoeira, um caminho para a vitória pessoal

Todos nós trazemos "marcas" emocionas, advindas de nossas experiências corpóreas. Na jogo da capoeira, estas vivências ajudam a moldar a nossa personalidade e a desenvolver nossas emoções. É através de desafios, fantasias, aventuras e competições que conhecemos a tão almejada vitória ou a frustrante derrota, duas vertentes da qual vivenciamos a cada "volta ao mundo" e que é responsável pela formação da nossa poderosa representação mental.

O jogo da capoeira alimenta as nossas emoções, proporcionando a mente uma idéia viva e concreta de conquista, quando conseguimos dar um salto, fazer uma parada de mão ou quando simplesmente jogamos capoeira, desenvolvemos soberanamente um verdadeiro êxtase de crença em nossa capacidade de realização e habilidade, assim impregnamos em nossa mente e materializamos, através do corpo físico, alicerces emocionais para o sucesso e a vitória. Porém não devemos esquecer o outro lado, onde fracassos e derrotas também ficam gravados. A derrota se bem administrada pode ser o nosso trampolim para a vitória, já que é através dela que podemos perceber e refletir sobre as nossas dificuldades e assim trabalhar para que elas sejam sanadas e nossos objetivos sejam alcançados. Assim estaremos encontrando soluções para que a tão gratificante e almejada vitória seja alcançada.
 
Tudo que vivenciamos no jogo da capoeira fica arquivado em nossa mente. Podemos utilizar este arquivo a qualquer momento, percebendo as experiências vitoriosas que obtivemos através das conquistas obtidas pelo corpo durante a prática da capoeira. Estas vivências com certeza alimentam e reforçam a nossa capacidade de acreditar em nós mesmos e são transferidas para outros contextos como trabalho, escola, família etc. Se eu consigo me esquivar de uma meia lua de compasso em alta velocidade, fica fácil se esquivar de pessoas mal intencionadas ou de qualquer forma de opressão que venha anular a nossa capacidade de conquista, se eu canto e me expresso na roda de capoeira, fica fácil falar em público e transmitir minhas idéias, se eu coopero com meu parceiro de jogo eu coopero nas minhas relações pessoais, se eu perder o emprego, não irrei ficar depressivo e desistir dos meus objetivos, pois aprendemos que levar uma rasteira pode parecer uma derrota, mais ensina a grandeza de cair sem se machucar e a levantar com elegância e continuar o jogo.
                             
Além disso, a riqueza de movimentos da capoeira, é de relevante importância para o desenvolvimento da nossa inteligência, durante o jogo adquirimos o conhecimento de espaço, tempo, distância, visão espacial e agilidade de raciocínio. Para conseguirmos realizar todas estas façanhas, exigimos mais do nosso cérebro, resultando na dilatação e ampliação da nossa mente.
 
Como isto acontece: nós capoeiristas somos privilegiados, já que a capoeira é um dos poucos “esportes” considerados individual e coletivo ao mesmo tempo, recebendo os benefícios de ambos. A Capoeira como prática individual fornece a crença e a perseverança, gerada através da luta solitária e pela busca da auto-superação, assim é reforçada a capacidade de acreditar em si. Esta capacidade é materializada para o plano emocional, fazendo com que venhamos a apreender a lidar com os problemas de nossas vidas e a resolvê-los da melhor maneira possível. Como prática coletiva a capoeira é extremamente eficaz para a integração social, uma roda de capoeira é uma aula de sociedade, onde existem regras, e leis. Todos se revezam em suas funções, em quanto uns cantam outros batem palmas, outros jogam ou tocam, assim nos submetemos a um grupo, a um ritual e desta forma nos aprimoramos como ser social
 
Dento deste contexto o mestre de capoeira deve perceber e valorizar o talento individual de cada um. Promovendo, estimulando e reforçando cada conquista obtida pelo aluno, por menor que seja. A prática do elogio faz com que o aluno reconheça que uma pequena evolução, é uma grande vitória. Enfim, é durante muitas “voltas ao mundo”, e jogando com diversos capoeiristas que construiremos o nosso caráter e desenvolveremos a nossa personalidade.
 
Devemos apenas tomar cuidado para que a capoeira não se torne uma vilã, sendo responsável pela construção de homens sem valores, e sem o sentido intrínseco de educação. E pior, fazer com que ela deixe de ser sinônimo de alegria, festa, saúde, brincadeira e poesia, visando apenas à competição e a vitória a qualquer custo. Portanto, a capoeira deve se tornar um meio para que venhamos a explorar o extraordinário potencial humano que existe em cada um de nós.
 
Um grande Axé a todos.

Professor Renato e DavidRenato Bendazzoli é Professor de CAPOEIRA do Grupo Mar de Itapuã, iniciou nos mistérios dessa arte, em 1994, com MESTRE PEQUENO, vindo a se formar, em 1998. Em 1999 começou a lecionar, em 2003 se formou em Educação física. Durante todos esses anos de dedicação a capoeira, à atividade física e ao esporte, atendeu a muitos alunos, colocando em prática meu método de ensino, que utiliza o corpo como ferramenta para o desenvolvimento físico, intelectual e emocional. Assim, procura implementar o potencial de cada pessoa que passa por suas mãos. Atualmente, leciona capoeira em colégios, academias e treinamento individual.
Contato:
renato.prof@uol.com.br

3 de Agosto: Dia do Capoeirista – Matéria I

Em homenagem ao DIA DO CAPOEIRISTA e ao mesmo tempo em sensibilização ao contexto atual (guerras, violência, falta de solidariedade…) o Portal Capoeira estará publicando durante o dia de hoje algumas matérias e reflexões sobre o “NOSSO DIA”, esperando que os nossos leitores e visitantes, capoeiristas ou não, busquem um melhor entendimento sobre o SER CAPOEIRISTA… e o porquê desta data?!
Luciano Milani
08/2006

No Dia do Capoeirista, nesta quinta (3), praticantes aliam tradição e modernidade

Para escapar da escravidão, se libertar dos castigos e fugir dos capitães de mato, os escravos brasileiros de séculos atrás reuniam-se na senzala e treinavam. Para que ninguém percebesse os golpes certeiros, disfarçavam a luta que praticavam em dança e, assim, enganavam feitores. Foi assim que nasceu a capoeira, no Brasil Colônia.

Centenas de anos depois, a prática ainda persiste, embora sem as mesmas razões libertárias. Nesta quinta-feira (3/8), Dia Nacional do Capoeirista, os praticantes desta arte não aprendem mais como escapar dos trabalhos forçados, mas sim lições que lhes servem para o corpo e para a mente.
Segundo Amaro Caetano de Souza, o mestre Amaro, da Academia Marinheiro, de Suzano, as aulas de capoeira hoje são ricas e os ensinamentos vão além da defesa pessoal. “É importante que, dentro da capoeira, as pessoas aprendam a ser cidadãos de bem, além de bons atletas”, disse.
O mestre baiano, que vive em São Paulo desde 1978, é apaixonado pela arte dos escravos e respeita as raízes desta mescla de esporte, arte marcial e dança. No entanto, acredita que a arte se modernizou e os treinos precisam acompanhar estas mudanças. “É importante investirmos na capoeira e os praticantes devem aprender a cultura, a história desta arte, mas precisam também ter técnica, preparo físico e noções
de cidadania”, comentou.
Para ele, é importante ainda investir no alongamento, para garantir movimentos que dão beleza à arte. Há poucas décadas, uma academia de capoeira era freqüentada majoritariamente por homens. Agora, as mulheres formam um público forte da capoeira e vão para os treinos acompanhando os maridos e levando filhos e amigas. “A capoeira é um ótimo exercício físico. Muita gente prefere a capoeira a freqüentar uma academia, porque tem mais benefícios à saúde. E sensação depois da aula é de completo bem-estar”,disse o mestre.
A roda de capoeira

A roda de capoeira é o momento em que os capoeiristas encontram-se para colocar em prática o que aprenderam nas aulas. Sentados em círculo, os alunos batem palmas acompanhando o ritmo do berimbau, principal instrumento para a prática da capoeira, e respondendo o “coro” (música cantada pelos mestres ou alunos mais graduados).
Na capoeira, o respeito é de extrema importância. Os mestres e alunos mais velhos ensinam aos mais jovens e inexperientes os golpes, as saídas e as “manhas” da capoeira, enquanto jogam dentro da roda.
História

Presente no mercado de escravos e nas senzalas, a capoeira sempre foi uma atividade de rua. Passou a ser praticada em academias a partir de 1932, quando Manuel dos Reis Machado, o Mestre Bimba, abriu a primeira academia de capoeira em Salvador. A partir daí, ele passou a organizar o ensino como capoeira Regional Baiana. Resistindo à opressão e até o seu quase desaparecimento por completo, a capoeira chega aos dias de hoje com a sua força característica, porém mais erudita e praticada em todo o mundo, unindo movimento de corpo e música numa manifestação brasileira de dança, jogo e arte-luta com raízes africanas.