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EVENTO DO CENTRO CULTURAL CAPOEIRA GUNGANAGÔ

Ocorreu nos dias 24 e 25 de Março,  ECONTRO DE CAPOEIRA, BATIZADO, TROCA DE CORDAS E FORMATURA em Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul.
O evento contou com a presença de capoeiristas de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

No sábado tivemos o batismo e troca de cordas de alunos que participam do Projeto Voluntário Capoeira Para Todos, e o ponto alto foi a Formatura do Estagiário Gigante de Novo Hamburgo- RS, e a confirmação da Corda de Instrutor do Estagiário Alf de Florianópolis-SC.

O evento foi coordenado por Mestre Kadu (presidente do Centro Cultural Capoeira Gunganagô) e organizado pelo Formado Gigante.

Estiverem presentes no evento: Mestre Pop (Grupo Aú – Florianópolis/SC), Mestre Carson (Grupo Muzenza – Porto Alegre/RS), Mestre Delmar (Grupo Esporte Nacional- Porto Alegre/RS), Mestrando Grande (Grupo Nação- Porto Alegre/RS), Contra Mestre Ênio (Centro Cultural Gunganagô – Florianópolis/SC), Prof. Esquilo (SC), Prof. Chicão (SC), Prof. Salsicha (RS), Prof Mister M (RS), Prof Cabeleira (RS), Prof Victor (SC), diversos instrutores, graduados, etc.
No domingo dia 25 houve na Escola Municipal Monteiro Lobato uma palestra ministrada por Mestre Kadu, de Florianópolis sobre história da musicalidade na capoeira, suas origens e influências.

Florianópolis: VI Mosaico Integrando de Capoeira

O VI Mosaico Integrando de Capoeira (VI MIC) ocorreu em Florianópolis, no dia 03 de dezembro de 2011 e foi coroado de êxito. O princípio fundamental deste evento está centrado na organização coletiva, desde o planejamento, passando pela execução até a avaliação. Nesse ano de 2011 contou com líderes dos grupos Beribazu, Gunganagô, Aú Capoeira e Maré Brasil.

Aconteceram cerimônias de batismo, graduação e formaturas, bem como apresentações culturais. O evento aconteceu no Teatro da UBRO, em dois momentos, pela manhã ocorreu o Batizado de crianças até 13 anos, na parte da tarde aconteceu o Show cultural, seguido da segunda parte do batizado, posteriormente as trocas de graduações e formaturas, onde Mestre Kadu ganhou seu 3º Grau de Mestria, o MIC foi agraciado com a participação de Mestres ilustres, como Adilson-DF, Pop-SC, Falcão-GO, Demétrius-SC, Ceará-PR, Nanã-SC e Delmar-RS, além dos Contramestres Rato, Enio, Cascão, Jimmy Wall e Habibis e mais dezenas de professores de diversos grupos de Florianópolis e de outras cidades. As atividades foram todas gratuitas e abertas ao público.

O VI MIC consolida definitivamente o processo de integração que vem sendo implementado por diversos grupos de capoeira da cidade, que têm na Confraria Catarinense de Capoeira, um ponto de apoio. O evento mobilizou um expressivo número de praticantes de capoeira e contribuiu para democratização das relações entre grupos, abrindo possibilidades para novas formas de integração cultural.

Este evento contou com apoio da Eletrosul, Fundação Franklin Cascaes e na sonorização, por intermédio do Gabinete do Deputado Federal Gean Loureiro.

O potencial educacional do evento pode ser verificado a partir de ações de organização coletiva, colaboração, tolerância e solidariedade, tão necessárias para a realização de atividades com essas características.

 

Os grupos que participaram desse IV MIC foram:

 

O Grupo de Capoeira Beribazu

 

O Grupo de Capoeira Beribazu foi fundado em 11 de agosto de 1972, no Distrito Federal pelo Mestre Zulu. Atualmente possui núcleos espalhados pelo país e em diversas regiões do mundo. Em Florianópolis, o grupo é coordenado hoje pelo Mestre Nanã.

 

O Grupo Gunganagô

 

O Centro Cultural de Capoeira Gunganagô foi criado em 2006 pelo Mestre Kadu, que reside em Florianópolis desde 1994. Tem trabalhos desenvolvidos em alguns bairros da cidade. Desenvolve uma significativa experiência de Capoeira com deficientes visuais.

 

O Grupo Maré Brasil

 

A Escola de Capoeira Maré Brasil foi idealizada e criada pelo Contramestre Rato. Presta serviços em vários núcleos na cidade de Florianópolis abrangendo um público de diferentes faixas etárias e classes sociais promovendo a vivência da arte capoeira.

 

A Escola Aú Capoeira

 

A Escola Aú Capoeira foi idealizada pelo Mestre Pop, radicado na Ilha de Florianópolis dês de 1977. Esta Escola não tem como objetivo maior apenas o desenvolvimento da capoeira em si, mas os sujeitos a ela envolvidos e especialmente a forma de valorização e transmissão do conjunto de conhecimentos que perpassa o estudo teórico e prático da capoeira.

 

Veja mais fotos:

http://guilhermeantunes.com/on/index.php?do=photocart&viewGallery=10064#page=1

Semana da Consciência Negra: Florianópolis promove dialógos com comunidade

Dia de Zumbi dos Palmares contará com caminhada, debates e apresentações culturais

Para promover a igualdade social, Florianópolis é cenário da Semana da Consciência Negra até o dia 24. Com o tema Diálogos com a Comunidade, o evento contará com
palestras e debates, oficinas de arte negra, mostra de vídeos, apresentações artísticas, exposição das atividades desenvolvidas por projetos sociais, em diferentes pontos da Capital.

A Caminhada da Diversidade Cultural e Religiosa, em comemoração ao Dia Nacional da Umbanda, abriu a programação na manhã desta segunda-feira. Na terça-feira, o tema “População Negra e Emancipação Social” será discutido às 19h, no auditório Paulo Sturart Wright da Assembleia Legislativa, seguido de uma homenagem às tradições de matrizes africanas.

Dia de Zumbi dos Palmares

O ponto alto da Semana da Consciência Negra será no próximo sábado, Dia de Zumbi dos Palmares. Para homenagear o líder negro, a programação especial contará com café da manhã no Palácio Cruz e Souza e a Caminhada das Expressões Culturais e Religiosas pelas ruas do Centro, reverenciando os locais da memória da população negra.

Para as 10h, está marcada a realização de um painel em homenagem às personalidades negras de Florianópolis. Na programação ainda estão previstas roda de capoeira, apresentações artísticas com Africatarina, Abadá Capoeira, Escola de Samba Mirim Os Mensageiros da Alegria, Escola de Samba Mirim da Consulado, Batukaé, Ilha Palmares, Cedep e Centro Escrava Anastácia e Dandara. 

A programação continua com Arma-zen, Hip Hop, Amigos do Samba, Torresmo à Milanesa, Samba da Saia, alas da Velha-Guarda da Copa Lord, Consulado, Unidos da Coloninha e Protegidos da Princesa, a partir das 14h.

::: Confira a programação completa no site da Coordenadoria de Políticas Pública

DIARIO.COM.BR

Festival Nacional de Capoeira em Joinville

Evento segue até sábado no Colégio Bom Jesus/Ielusc

O festival ocorre nas duas sedes do Colégio Bom Jesus/Ielusc. Às 19 horas, a instrutora Karlinha, do Beribazu, ministra uma oficina infantil. Nesta terça, no mesmo horário, é a vez do professor Britha e da instrutora Carol, do Grupo Quilombo Arte Joinville, levar a capoeira para as crianças. 

A partir da quarta-feira, as oficinas são exclusivamente para adultos, com Fumaça, membro do Grupo Candeias Joinville. O capoeirista Lélo, convidado de Florianópolis, encerra o ciclo de oficinas na sexta-feira.

O coordenador do Beribazu de Joinville, Francisco Ezídio do Nascimento, afirma que as práticas conduzidas por profissionais convidados é voltada para o aprimoramento dos capoeiristas e para aqueles que querem iniciar no esporte tombado como patrimônio imaterial da cultura brasileira. 

— Para os professores, o festival será uma reciclagem. Já para os alunos é um conhecimento a mais —, justifica.

Além dos oito grupos de capoeira de Joinville, também participam o Braço do Norte e Florianópolis.

O evento conta ainda com uma palestra do mestre Zulu, fundador do Grupo Beribazu no Brasil e na Inglaterra e Argentina. No encontro, o profissional vai falar sobre o ensino da capoeira nas escolas, mostrando a importância pedagógica da prática.

A programação encerra-se com apresentações dos grupos participantes, graduação – troca de corda – e batizado de capoeira para os praticantes que vão pegar a primeira corda. 

Para se inscrever nas oficinas, é preciso pagar taxa de R$ 10. A renda será destinada à compra de uniformes e instrumentos para o grupo joinvilense.

 

Fonte: http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/

CECA Florianópolis – Ancestralidade na Roda

Convidamos todos vocês para o evento que estamos realizando em Florianópolis, com o tema Ancestralidade na Roda, sejam bem vindos.

Academia João Pequeno de Pastinha – Centro Esportivo de Capoeira Angola – Florianópolis na direção do Mestre Faísca promoverá Oficina de Capoeira Angola, com a temática “Ancestralidade na Roda”. A Oficina faz parte de uma série de vivências proporcionada pela passagem do Mestre Faísca na ilha de Florianópolis.  Nos dias 13 e 14 estará ocorrendo atividades abertas a comunidade, na qual no dia 13 haverá exibição de um Vídeo Documentário sobre a vida do Mestre Pastinha e sua importância para História da Capoeira; e no dia 14 a Oficina de Capoeira Angola. Após as atividades teremos oportunidade de dialogar e refletir junto às orientações do Mestre.

Diante de nossa cultura Ocidental em que se estimula exageradamente o imediatismo, e muitas vezes desprezam importantes referenciais históricos, que o contato com os mestres desta arte se faz indispensável e fundamental para a construção do conhecimento que tem como base de transferência a Oralidade. É no empenho de possibilitar essas vivências que focamos a questão histórica e Ancestral da Capoeira angola, e mais especificamente do Centro Esportivo de Capoeira Angola, no sentido da construção e fortalecimento dos valores e princípios preservados pelo mestre Pastinha, e mantidos vivos pelo Mestre João Pequeno

Os valores e princípios da capoeira angola fazem dela um instrumento poderoso de desenvolvimento pessoal e social. Sua prática ajuda a estimular a concentração, equilíbrio físico e mental, além de promover integração social. Neste universo cultural todos devem ser incluídos, pois sua ritualística acontece a partir da integração de um coletivo, e deve prevalecer uma dinâmica que possibilite uma interação comunitária para além das relações individualistas tão presentes na nossa sociedade moderna.

A Academia João Pequeno de Pastinha – Centro Esportivo de Capoeira Angola – Florianópolis existe desde meados de 2004, e tem o desafio de dar continuidade a semente do Mestre Pastinha e contribuir para mantê-lo vivo na roda da Capoeira Angola, dado a sua importância e riqueza para a história e cultura de nosso país. Vicente Ferreira Pastinha morreu no ano de 1981, e durante décadas dedicou-se ao ensino da Capoeira. Mesmo completamente cego, não deixava seus discípulos. Ele continua vivo nos capoeiras, nas rodas, nas cantigas, no jogo. Ele morre em corpo, mas vive em espírito, e deixa um legado que é referência para nós deste Centro. E como nesta cultura devemos respeitar e valorizar os mais experientes, celebramos o Dr. Mestre João Pequeno como referência maior da ancestralidade desta arte, já que há 28 anos ele vem tomando conta e supervisionando os fundamentos da Capoeira Angola, que foi confiado pelo Mestre Pastinha.

Mestre Faísca - Ancestralidade na Roda - Florianópolis“João, você toma conta disto, porque eu vou morrer mas morro somente o corpo, e em espírito eu vivo, enquanto houver Capoeira o meu nome não desaparecerá”. Mestre Pastinha

Vibrações Positivas,

Mestre Faísca

A.J.P.P. – C.E.C.A. – Rio Vermelho

www.ceca-riovermelho.org.br

tel: (71) 8813-9060

Campanha: Vamos dar uma rasteira nas Drogas

10 anos do grupo Desterro Capoeira e Campanha: Vamos dar uma rasteira nas Drogas

No dia 11 de Julho de 2009 (Sábado), iremos comemorar os 10 anos do grupo Desterro Capoeira e vamos lançar a Campanha: Vamos dar uma rasteira nas Drogas, será um dia muito especial e importante.

O grupo Desterro Capoeira desenvolve seu trabalho há 10 anos em Santa Catarina, em todas as classes sociais, com crianças, adolescentes e adultos, não só formando capoeiristas, mas sim cidadãos de bem, a Desterro Capoeira é uma entidade sem fins lucrativos e de utilidade pública, e juntamente com esse trabalho nos preocupamos em fazer um trabalho de prevenção contra as drogas que é o mal do século, e nós como trabalhamos com muitas crianças e adolescentes temos essa preocupação com nossos alunos de prevenção às drogas.

Por isso estamos empenhados em fazer essa Campanha contra as Drogas nessa data, no Miramar (Praça Fernando Machado) Centro de Florianópolis, às 10:00horas, com um grande aulão, roda de Capoeira e uma grande passeata pelo Centro de Florianópolis, sensibilizando toda a sociedade em geral.

PROGRAMAÇÃO 11 DE JULHO DE 2009:

09:30 – Concentração no Miramar com todos os alunos e pais.

10:00 – Grande aulão e roda de Capoeira na Praça Fernando Machado (Miramar) Centro de Florianópolis.

11:00 – Passeata pelo Centro com faixas e cartazes.

 

Coordenador geral:

Marcos Vinício Taques (Mestre Mancha)

(48)3242-6297 / 8414-3336

mestremanchadesterro@hotmail.com

www.desterrocapoeira.com.br

Reflexão: A Capoeira no Estado de Santa Catarina

 

Mestre Kadu, que sempre vem colaborando e participandocom o Portal Capoeira de forma a somar para toda a comunidade capoeiristica, nos envia uma importante reflexão sobre a capoeiragem em Santa Catarina.
Mestre Kadu, em parceria com Mestre Gavião e todo pessoal do Portal Capoeira RS – Região Sul tem sido ao longo destes anos importantes fontes de informação e dissiminação da nosso arte e agora vem se juntar a Equipe de colaboradores do Portal Capoeira. Seja bem vindo meu amigo!

Luciano Milani

 

Reflexão: A Capoeira no Estado de Santa Catarina

Antes de começar, gostaria de deixar muito claro que o que irei contar não existe a intenção de generalizar grupos, pessoas e Capoeiras. Também gostaria de esclarecer que aqui conheci e (re)conheço grandes Capoeiras que me ensinam até hoje sobre esta cultura e sobre a arte de aprender ensinando, portanto em nenhum momento tenho a intenção de diminuir ou menosprezar a Capoeira de Santa Catarina e muito menos dar a entender que minha chegada aqui modificou ou engrandeceu a boa Capoeira que aqui encontrei. O que posso afirmar é que tive e tenho tentado colaborar para que a Capoeira de Santa Catarina seja reconhecida à altura de suas grandes capacidades e pela boa representação nativa que nela vive.

É realmente complexo escrever alguma coisa sobre a Capoeira na Região Sul. Apesar de ser natural de Porto Alegre, um pouco depois de meu nascimento fui para o Rio de Janeiro, onde permaneci até os 08 anos, quando me mudei para Brasília. Morei na Capital Federal até 1994 e daí me fixei em Florianópolis, onde vivo até hoje e com a graça de Deus viverei até o fim dos meus dias. Portanto, é complicado comentar uma história em que não vivenciei todos os fatos desde sua origem. O que posso dizer é que quando cheguei aqui em Florianópolis, em 1994, encontrei uma Capoeira diferente daquela que eu conhecia, não só na sua organização, mas em suas definições, Angola, Regional e Contemporânea.

Sabemos que distante dos grandes centros de difusão da Capoeira, as vertentes sofrem influência não só da cultura local, mas também da visão de cada representante destas vertentes. O que quero dizer é que dentro de uma linhagem, as diferenciações surgem por diversas razões. O aprendizado em escolas diferentes, as informações e influências externas, a falta de orientação e acompanhamento que sustentariam essa filosofia, a adequação ao que possa lhe parecer atual ou inovador, etc. Por estes e outros conceitos pode ocorrer o distanciamento em relação aos fundamentos mais relevantes da Capoeira.

A princípio alguns me viram como um intruso, outros como mais um detentor de informações distorcidas de seus fundamentos e outros mais, como portador de novas informações da Capoeira atualmente jogada e globalizada, pois muitos tinham concepção de que a Capoeira jogada no Sudeste e no Nordeste do Brasil, seria a mais atualizada, globalizada e mais fiel aos fundamentos e as vertentes a que pertenciam, o que, diga-se de passagem, muitas vezes é um enorme engano, pois os problemas que aconteciam por aqui, muitas vezes se reproduziam por lá também.

Aqui conheci alguns grupos que se diziam angoleiros realizando batizados e usando cordas, outros que se diziam regionais jogando os toques de angola e usando aquela formação de bateria como também muitos de seus fundamentos e grupos contemporâneos usando graduações e filosofias sem uma clara e definida fundamentação.

Alguns líderes acreditavam e pregavam aos seus, que pessoas como eu, eram capoeiristas “de fora”, e desta forma intrusos que queriam descaracterizar e corromper a Capoeira “pura” que eles trabalhavam. Certamente eles não se lembravam que Santa Catarina não é a Bahia, o Rio de janeiro e muito menos o Recife e que qualquer Capoeira aqui ensinada vinha de fora e, portanto, o que estava acontecendo era apenas uma conseqüência dos tempos.

Após uns dez anos de trabalho com a Capoeira aqui em Florianópolis e já inserido neste meio, eu e outros líderes de grandes grupos daqui, passamos a sentir a necessidade de contribuir com mudanças no cenário da Capoeira de Santa Catarina, quanto ao respeito entre os pares, suas filosofias e seus trabalhos, a tolerância ao diferente. Decidimos então formar e fortalecer uma comunidade de Capoeira, pois havia em todos os grupos o discurso da inclusão social de seus seguidores, sem ao menos nós mesmos sermos incluídos socialmente e nem formarmos uma representatividade consistente como comunidade ou representantes de uma arte, o que incomodava a esses líderes.

Pela iniciativa do Mestre Pop, pioneiro em Santa Catarina, alguns líderes fomos convidados em 2003 para uma reunião, de onde se seguiram outras mais que deram conseqüência ao 1º Congresso Catarinense de Capoeira, de onde surge a delegação de Santa Catarina que participaria do 1º Congresso Brasileiro de Capoeira, em São Paulo.

Durante o retorno da viagem e pelo sucesso de nossa construção conjunta, surge entre alguns líderes a vontade de se criar uma entidade que pudesse representar e trabalhar pela Capoeira do Estado em todos os segmentos e que defendesse uma única bandeira, a da Capoeira. Nasce então, a Confraria Catarinense de Capoeira (Triplo C), e é dessa experiência agora que passo a contar pra vocês, por acreditar que este foi um marco na história da Capoeira Catarinense.

Logo após a realização do II Congresso Nacional de Capoeira, em 2003, no Rio de Janeiro, os representantes catarinenses presentes naquele evento formalizaram uma comissão que desse prosseguimento às discussões e análises sobre as principais questões que envolvem a Capoeira na atualidade e desencadearam um amplo processo de debates e eventos para todos os capoeiras.

Durante todo o ano de 2004 e 2005 esses capoeiristas de diversos grupos continuaram se organizando e realizando atividades vinculadas à Capoeira. Inicialmente esse coletivo se auto-intitulou como Cooperativa Catarinense de Capoeira.

Em 2006, diante da necessidade de se oficializar essa entidade, para dar maior visibilidade à organização e também facilitar a captação de recursos, a opção de cooperativa foi descartada, pois se mostrava inviável para atender aos objetivos da organização e, então, surgiu no interior do coletivo, a proposta de institucionalização por intermédio de uma confraria.

No dia 13 de maio de 2006 foi realizada a Assembléia de Fundação da Confraria Catarinense de Capoeira e no dia 07 de junho do mesmo ano ela foi registrada oficialmente no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ).

Desde a sua concepção, a Confraria Catarinense de Capoeira, também chamada de TRIPLO-C, vem trabalhando organicamente para contribuir com o desenvolvimento da Capoeira no Estado de Santa Catarina e no Brasil. Dele fazem parte diversas lideranças de vários grupos de Capoeira, juntamente com estudiosos e alunos interessados, bem como outros participantes eventuais.

A Confraria Catarinense de Capoeira (TRIPLO-C) tem estatuto que expressa os princípios defendidos pelos seus criadores. Os cargos de direção são eletivos a cada dois anos, podendo ter apenas uma recondução. Os membros da Direção dispõem de uma lista de discussão para a realização de comunicações ágeis, nem sempre possíveis diante das inúmeras demandas.

Os integrantes desta Confraria procuram ampliar o entendimento sobre a Capoeira objetivando o seu pleno e democrático desenvolvimento. Sua metodologia de trabalho utiliza o conceito de rede e tem as seguintes características:

– não possui hierarquia, não tem chefe, mas tem várias lideranças, sendo estas provenientes de diferentes âmbitos;

– não tem centro, ou melhor, cada integrante do mesmo é um centro em potencial;

– se desdobra em múltiplos níveis ou segmentos autônomos capazes de operar independentemente, mas que compartilham assuntos e experiências de interesse comum;

– é dinâmica, fluída e se alicerça pela vontade e dedicação dos seus integrantes;

– se organiza de forma igualitária e democrática, em torno de objetivos comuns;

– é autônoma e mantém sua independência em relação aos grupos, da mesma forma que não interfere na autonomia dos grupos aos quais seus participantes também lideram ou integram.

Esta Confraria está sempre aberta à entrada de novos membros que aceitem as regras de intercomunicação estabelecidas, ainda que as mesmas possam e devam ser revistas de acordo com a demanda ou a circunstância. O auto-desligamento de qualquer de seus membros não constitui problema, pois no âmbito da Confraria é assegurada a plena liberdade de opção de cada um.

A Confraria Catarinense de Capoeira se materializa da seguinte forma:

· Ninguém é obrigado a entrar ou permanecer e ninguém é subordinado de ninguém;

· Os valores, as angústias, as expectativas, as frustrações, as decisões são fraternalmente compartilhados, problematizados e acolhidos;

· É a cooperação entre os seus integrantes que a faz funcionar;

· A informação circula livremente, emitida de pontos diversos e encaminhada de maneira não linear a uma infinidade de outros pontos, que também são emissores de informação. Seus integrantes se reúnem periodicamente em locais previamente agendados e com pauta previamente decidida.

Por fim, a participação, a conectividade, a multiliderança, a descentralização, o dinamismo, os múltiplos níveis de abordagem, o respeito, a tolerância e a camaradagem são princípios defendidos e colocados em prática pela Confraria Catarinense de Capoeira.

Dentre as ações pontuais já desenvolvidas pela Confraria, destacamos:

1. Elaboração da avaliação do I Congresso Nacional de Capoeira, realizado nos dias 15, 16 e 17 de agosto de 2003, em São Paulo, divulgada pela internet e encaminhada a expressivo número de capoeiras do Estado de Santa Catarina;

2. I Encontro Catarinense de Capoeira com palestras e debates, realizado no dia 04 de outubro de 2003, em Brusque-SC;

3. Oficina de movimentos e golpes de Capoeira que contou com a participação de cerca de 40 (quarenta) professores de Capoeira do Estado de Santa Catarina.

4. II Encontro Catarinense de Capoeira com palestras e debates, realizado no dia 06 de novembro de 2004 na Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis-SC;

5. Participação no II Congresso Brasileiro de Capoeira realizado no Rio de Janeiro em novembro de 2004;

6. ACAMPOEIRAMENTO – realizado no mês de outubro de 2005, em Brusque.

7. FESTIVAL CATARINENSE DE CANTIGAS DE CAPOEIRA – realizado no dia 14 de Outubro de 2005, no Acampoeiramento, em Brusque.

Dentre as ações permanentes da Confraria, temos:

GINGA MENINA: Evento planejado e realizado exclusivamente por mulheres praticantes de Capoeira no Estado de Santa Catarina. O I Ginga-Menina aconteceu em Brusque em 2004.

VENHA VER CATARINA – Evento de periodicidade bienal, planejado e coordenado exclusivamente por mulheres praticantes de Capoeira, mas que permite a participação dos homens nas atividades. O I VENHA VER CATARINA aconteceu em Florianópolis no dia 02 de Novembro de 2006.

ENINCA (Encontro Infantil de Capoeira): Evento de periodicidade anual, destinado exclusivamente ao público infantil e infanto-juvenil, dos 04 aos 15 anos: O I ENINCA aconteceu em maio de 2003, na Universidade Federal de Santa Catarina e o II ENINCA aconteceu no dia 14 de maio de 2005, na Escola Técnica Federal de Santa Catarina (CEFET).

ZUMBALAEKÁ – Festa de celebração e confraternização dos diversos grupos de Capoeira e cultura popular do Estado de Santa Catarina, realizada periodicamente com exibições de artistas populares e expressiva participação de público. Já aconteceram três edições do Zumbalaeká.

PAPOEIRA – Atividade de formação desenvolvida bimestralmente em forma de seminário temático em que integrantes da Confraria, ou convidados, discorrem sobre determinada temática que é discutida pelos presentes em forma de questionamentos e críticas. Já aconteceram cerca de 30 (trinta) papoeiras.

ESCAMBO DE CAPOEIRA – Evento periódico de trocas de experiências e artefatos de Capoeira com um festival pedagógico no encerramento.

MOSAICO INTEGRADO DE CAPOEIRA – (MIC) Evento que promove a integração de diversos grupos de Capoeira da cidade, mobilizando expressivo número de praticantes de Capoeira, contribuindo para a democratização das relações entre grupos e abrindo possibilidades para novas formas de integração cultural e organizacional da Capoeira. São desenvolvidas oficinas, rodas de confraternização, Cerimônia de Formatura de Mestre de Capoeira; Encontro Feminino de Capoeira, Espetáculo Cultural, oficina de Capoeira Especial para professores e alunos de Capoeira, cerimônia integrada de batismo e graduação dos integrantes dos diversos grupos. Foram realizadas duas edições do MIC (2006 e 2007), onde o potencial educacional desse evento foi verificado a partir de ações de organização coletiva, colaboração, tolerância e solidariedade, tão necessárias para a realização de um evento com essas características.

ATIVIDADES EM PARCERIA COM OUTRAS ENTIDADES

PERI-CAPOEIRA – Curso de capacitação profissional para educadores populares de Capoeira do Estado de Santa Catarina, realizado em parceria com o Núcleo de Pesquisa em Educação Intercultural, MOVER, da Faculdade de Educação da UFSC, com carga horária de 180 (cento e oitenta horas), com o objetivo de formação de rede de educadores populares e canais de comunicação numa perspectiva intercultural. Foram realizadas duas edições do curso Peri-Capoeira (2005 e 2007).

II SENECA – (Seminário Nacional de Estudos da Capoeira) – Realizado no Centro de Cultura e Eventos da UFSC, em Florianópolis-SC, nos dias 12, 13 e 14 de maio de 2006, em parceria com o GECA (Grupo de Estudos da Capoeira).

[1] O termo confraria tem expressiva densidade no campo cultural afro-brasileiro. Também chamadas de irmandandes, as confrarias tiveram grande importância na história do Brasil no que se refere a luta dos negros africanos em busca de libertação e na administração de fundos para compra de cartas de alforria, na luta pela ocupação do espaço social, na continuidade dos valores culturais e na constituição de identidade.

 

 

Marcos Duarte de Oliveira – mestrekadu@superig.com.br

Aconteceu: II Mosaico Integrado de Capoeira – II MIC

II Mosaico Integrado de Capoeira  (II MIC)

Florianópolis 15 a 18 de novembro de 2007

Foi realizado em Florianópolis-SC, entre 15 e 18 de novembro de 2007, o II Mosaico Integrado de Capoeira (II MIC). Durante o evento foram realizadas oficinas, rodas, espetáculos e outras atividades ligadas à capoeira. O evento aconteceu em diversos locais da cidade. O Teatro da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foi palco para o belo espetáculo cultural e para a realização da cerimônia de graduação e formatura dos grupos Beribazu, Cordão de Ouro e Gunganagô. Todas as atividades foram gratuitas e abertas ao público.

Segundo seus coordenadores (Mestre Falcão, Mestre Kadu e Contramestre Habibis) a  realização do II MIC, em Florianópolis, consolida o processo de integração que vem sendo implementado por diversos grupos de capoeira da cidade. O evento mobilizou um expressivo número de praticantes de capoeira e contribuiu para democratização das relações entre grupos, abrindo possibilidades para novas formas de integração cultural.

II Mosaico Integrado de Capoeira  - II MIC

O II MIC promoveu, de fato, a integração e o intercâmbio entre praticantes de capoeira de diversos grupos da cidade e seus convidados. A partir de ações de organização coletiva, colaboração, tolerância e solidariedade, tão necessárias para a realização de atividades com essas características, os grupos organizadores do II MIC se imbuíram em superar uma lógica que vem segmentando a capoeira cada vez mais em que grupos se tornam rivais pelo excesso de concorrência em busca de prestígio e reconhecimento.

Notas sobre os Grupos que integraram o II MIC

O Grupo de Capoeira Beribazu

O Grupo de Capoeira Beribazu foi fundado em 11 de agosto de 1972, no Distrito Federal pelo Mestre Zulu. Atualmente possui núcleos espalhados pelo país e em diversas regiões do mundo. A estimativa é de que o Grupo Beribazu tenha hoje cerca de 2.000 integrantes. Em Florianópolis, o responsável pelo Grupo Beribazu é o mestre Falcão, professor da UFSC.

O Grupo Cordão de Ouro

O Grupo Cordão de Ouro foi fundado em 1967 por Mestre Suassuna, em São Paulo. É um dos grupos de capoeira mais antigos do mundo. Em 2007 completou 40 anos de existência. Tem núcleos em vários países do mundo e em Florianópolis é coordenado pelo contramestre Habibis.

O Grupo Gunganagô

O Grupo Gunganagô foi criado em 2005 pelo Mestre Kadu, que reside em Florianópolis desde 1994. Tem trabalhos desenvolvidos em diversos bairros da cidade. Desenvolve uma significativa experiência de capoeira com cegos e possui núcleos em outras cidades do Estado de Santa Catarina.

 

UMA EXPERIÊNCIA BASTANTE POSITIVA

As atividades desenvolvidas durante o II MIC foram muito empolgantes e envolveram cerca de 30 docentes de capoeira entre mestres, contramestres e professores de várias regiões do Brasil. Contou também com a formatura de um professor argentino, integrante do Grupo Beriazu.

II Mosaico Integrado de Capoeira  - II MICII Mosaico Integrado de Capoeira  - II MIC

No espetáculo cultural houve apresentações de maculelê, puxada de rede, seqüência do Mestre Bimba, samba de roda, orquestra de berimbau e a execução acompanhada de diversos instrumentos (berimbau, violinos, violão selo, contra baixo, pandeiro e atabaque) da música ‘Berimbau’ de Vinícius de Moraes e Baden Power.  Todas as atividades atraíram grande público e foram muito elogiadas.

As atividades do II MIC estão disponibilizadas em DVD e podem ser adquiridas mediante contato com os coordenadores do evento.

Mestre Falcão – mestrefalcao@beribazu.com.br

Mestre Kadu – mestrekadu@superig.com.br

Contramestre Habibis – habibis@uol.com.br

Florianópolis é sede do 2º mengalhos de capoeira

Nos dias 30 de novembro e 01 e 02 de dezembro, será realizado o 2º Mangalhos de Capoeira, em Florianópolis, que consolidará o processo de integração praticado pela Confraria Catarinense de Capoeira, Núcleo MOVER/CED/UFSC, Casa da Criança e do Adolescente do Morro do Mocotó – ACAM e Centro de Educação Complementar – CEC Itacorubi/Morro do Quilombo e diversos grupos de Capoeira de Santa Catarina e Paraná.

O 2º Mangalhos de Capoeira mobilizará significativo número de praticantes de capoeira, educadores, pesquisadores, crianças das comunidades empobrecidas e contribuirá para democratização das relações entre grupos, abrindo possibilidades para novas formas de integração sócio-político-cultural.

O Mangalhos de Capoeira prevê uma participação de aproximadamente 150 pessoas e contará ainda com a participação de vários capoeiristas de Santa Catarina, Paraná e de outros estados. Como é o caso do Mestre Corisco fundador e líder do Grupo de Capoeira Chapéu de Couro. “É atualmente o grupo mais antigo ainda em atividade Recife Pernambuco“, lembra professor Bruno. O mestre Corisco é responsável pelas atividades de capoeira na UNICAP (Universidade Católica de Pernambuco) “O mestre Corisco se propõe a contribuir com a disseminação da capoeira, como manifestação de raízes populares e uma prática de educação não formal dentro do espaço acadêmico”, explica.

Fonte: http://correiodailha.com.br

 

Programação:

30 de novembro: Apresentação de Capoeira
Local: Praça em frente a Assembléia Legislativa.
Horário: das 14h às 16h.
Grupo: Comunidade do Morro do Mocotó
1 de dezembro: Apresentação de Capoeira
Local: Centro de Educação Complementar – CEC – Itacorubi
Horário: 9h às 12h.
Grupo: Itacorubi
2 de dezembro: Apresentação de Capoeira
Local: Morro do Quilombo
Horário: das 14h às 16h.
Grupo: Comunicade do Morro do Quilombo

II Mosaico Integrado de Capoeira em Florianópolis

Evento inicia quinta-feira, 15 de novembro e vai até domingo, 18.

A partir do dia 15 de novembro, quinta-feira, Florianópolis recebe o II Mosaico Integrado de Capoeira, o II MIC. Serão realizadas oficinas, rodas, espetáculos e outros eventos ligados à capoeira. O evento acontece durante quatro dias, até domingo, 18 de novembro, e conta com atividades em diversos locais da cidade. O Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha) recebe, no dia 17, sábado, um Show Cultural, com apresentações de capoeira, maculelê etc, além da graduação e formatura integrada. As atividades são gratuitas e abertas ao público. Veja a programação completa mais abaixo.

Segundo um dos coordenadores do evento, professor Luiz Falcão, do Centro de Desportos da UFSC, a realização do II MIC, em Florianópolis, consolida o processo de integração que vem sendo implementado por diversos grupos de capoeira da cidade. O evento mobiliza um expressivo número de praticantes de capoeira e contribui para democratização das relações entre grupos, abrindo possibilidades para novas formas de integração cultural.

O II MIC busca promover a integração e o intercâmbio entre praticantes de capoeira de diversos grupos, no sentido de contribuir com o processo de democratização e socialização do conhecimento produzido em relação a esta manifestação da cultura afro-brasileira. O potencial educacional do evento pode ser verificado a partir de ações de organização coletiva, colaboração, tolerância e solidariedade, tão necessárias para a realização de atividades com essas características

Participam da coordenação dos trabalhos o Projeto de Extensão Capoeira Beribazu da UFSC e integrantes dos Grupos Gunganagô e Cordão de Ouro.

O Grupo de Capoeira Beribazu

O Grupo de Capoeira Beribazu foi fundado em 11 de agosto de 1972, no Distrito Federal pelo Mestre Zulu. Atualmente possui núcleos espalhados pelo país e em diversas regiões do mundo. A estimativa é de que o Grupo Beribazu tenha hoje cerca de 2.000 integrantes. Em Florianópolis, o mestre do grupo é o professor Dr. Luiz Falcão, do Centro de Desportos da UFSC.

O Grupo Beribazu tem como lema o binômio "Arte-Luta" e procura elaborar uma síntese que busca a superação da divisão: Capoeira Angola e a Capoeira Regional, procurando difundir a capoeira da forma mais abrangente possível, através da análise crítica dos seus valores histórico-culturais.

O Grupo Cordão de Ouro

O Grupo Cordão de Ouro foi fundado em 1967 por Mestre Suassuna, em São Paulo. É um dos grupos de capoeira mais antigos do mundo. Esse ano completa 40 anos de existência. Tem núcleos em vários países do mundo e em Florianópolis é coordenado pelo Contramestre Habibis.

O Grupo Gunganagô

O Grupo Gunganagô foi criado em 2006 pelo Mestre Kadu, que reside em Florianópolis desde 1994. Tem trabalhos desenvolvidos em diversos bairros da cidade. Desenvolve uma significativa experiência de capoeira com cegos.

No ano passado, a primeira edição do MIC atraiu um grande público e contou com diversos grupos de Florianópolis, como o Maculelê, Puxada de Rede, Roda de Capoeira, Samba de Roda, Batucada e Orquestra de Berimbau. Durante as apresentações dos grupos locais, cerca de 30 mestres e professores de capoeira de várias regiões do Brasil, convidados para o evento participaram das apresentações.

Este ano, o II Mosaico Integrado de Capoeira será realizado em vários espaços da cidade de Florianópolis, na tentativa de ampliar a integração Universidade/Comunidade. O evento é de natureza intercultural e conta com as seguintes atividades:

– Oficinas – a serem ministradas por mestres e professores convidados de reconhecida competência;
– Rodas de confraternização envolvendo os diferentes grupos de capoeira;

– Espetáculo Cultural

– Cerimônia integrada de batismo, graduação e formatura dos integrantes dos diversos grupos.

SERVIÇO

O QUE: II Mosaico Integrado de Capoeira, com atividades interculturais.

QUANDO: A partir do dia 15 de novembro, quinta-feira, até domingo, dia 18. Os horários da programação estão listados a seguir.

ONDE: Em diversas localidades de Florianópolis. Mais detalhes na programação.
QUANTO: Gratuito e aberto ao público.
CONTATO: Coordenação Geral do evento:
Fones (48) 3234-7558, 9102-7360 (Mestre Falcão), 9101-0144 (Mestre Kadu) e 9111-0994 (Contramestre Habibis). E-mails: falcaox@cds.ufsc.br / mestrekadu@superig.com.br / habibis@uol.com.br

Fonte: Lucas Sarmanho – Bolsista Acadêmico de Jornalismo – Assessoria de Imprensa do DAC-PRCE-UFSC, com informações da organização do evento.

PROGRAMAÇÃO DO II MIC

Dia 15/11 (Quinta-Feira) – feriado

14h00 às 18h00: Batismo Integrado de Capoeira, com a participação dos
capoeiristas da APAE
Local: LAGOA IATE CLUBE – LIC

Dia 16/11 (Sexta-Feira)

15h00 às 17h30: Oficina com mestres e professores convidados
Local: LAGOA IATE CLUBE – LIC

19h00 – Palestra com mestre convidado
Local: Teatro da Igrejinha da UFSC

Dia 17/11 (Sábado)

18h00: Show cultural, Graduação e Formatura Integrada
22h00: Festa de Celebração
Local: Teatro da Igrejinha da UFSC

Dia 18/11 (Domingo)

10h00: IV Festival Cultural Beribazu
Local: Clube Catalina – Campeche