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Dez curiosidades sobre os hinos do futebol carioca

O professor e músico Bruno Castro uniu as duas paixões brasileiras, música e futebol, em livro que revela fatos curiosos sobre os hinos dos clubes cariocas

Você pode até entender tudo sobre futebol, ser capaz de descrever os melhores lances e ter na cabeça de cor e salteado a escalação dos times cariocas, mas o difícil é saber mais do que o professor e músico Bruno Castro sobre os hinos de cada um deles – tanto os oficiais quanto os populares. Aliás, você sabia que os não-oficiais do América, Flamengo, Fluminense e Vasco foram todos compostos na década de 40 pelo compositor popular brasileiro Lamartine Babo (que torcia pelo primeiro) em ritmo de marchinha? Castro conta essas e outras curiosidades no livro-CD Os Hinos do Futebol Carioca – de Coelho Neto a Lamartine Babo, que será lançado nesta quarta (27) na Livraria Travessa do Barra Shopping. Veja a seguir a palinha que ele deu para os leitores de VEJA Rio.

1 – Com exceção do Flamengo, que tem um hino oficial e um popular, Vasco, Fluminense, América e Botafogo possuem dois hinos oficiais e um popular.

2 – Todos os hinos não-oficiais – entoados pelos torcedores até hoje – foram escritos na década de 40 por Lamartine Babo em ritmo de marchinha carnavalesca. Americano fanático, o compositor protagonizou cenas memoráveis como a vez em que desfilou em carro aberto pelas ruas do centro do Rio, fantasiado de diabo, para comemorar o último campeonato do América em 1960.

3 – Ao contrário do que muitos pensam e é dito, os hinos populares de Babo não foram escritos todos de uma vez só, em um único dia. O primeiro foi o do Flamengo em 1945, depois o do América em 1947 e, em 1949, foram feitos os do Vasco, Fluminense e Botafogo.

4 – O Fluminense é o único time que não teve o hino extra-oficial composto exclusivamente por Babo. O compositor teve como parceiro o maestro Lírio Panicalli, encarregado da melodia para a letra que diz “sou tricolor de coração”.

5 – Já os hinos oficias dos clubes, extremamente rebuscados, são da década de 1910. De difícil execução, refletem um período em que o futebol ainda era bastante elitizado.

 

6 – O primeiro hino oficial do Vasco foi composto em 1918 por Joaquim Barros Ferreira da Silva e sua gravação original tem uma interpretação com sotaque luso bastante carregado.

7 – O Botafogo de Futebol e Regatas é o único clube que tem no estatuto a presença completa de seu hinário: primeiro hino oficial (Hino do Remo do Club de Regatas Botafogo) , segundo hino oficial (Glorioso Hymno do Botafogo Football Club) e o hino popular de Lamartine Babo escrito em 1949, período da fusão das duas agremiações alvinegras.

8 – Uma grande mágoa de Babo foi ter sido acusado de plagiar o hino do América, que teria sido criado, supostamente, em cima da canção norte-americana Row, Row, Row (1912), de Willian Jerome e James Monaco.

9 – O hino popular do Botafogo, chamado 1907, teve o título oficialmente reconhecido em 1989 pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro depois de conturbadas brigas judiciais.

10 – Ouça a seguir os primeiros hinos oficiais de cada time, tocados por Bruno Castro e um time de músicos. Uma provinha do CD que acompanha o livro. A obra reúne os 14 hinos oficiais e populares do América, Flamengo, Fluminense e Vasco, sendo que cindo deles permaneciam inéditos até então.

 

Clique na imagem para ver a linha do tempo dos hinos do futebol carioca

 

Para ouvir todos os hinos, clique aqui. Editora Abril S/A

Aconteceu: Seminário Regional de Capoeira na Casa da Cultura da Baixada

Também foi lançada uma revista que conta a história da capoeira na Baixada

A organização não-governamental Casa da Cultura da Baixada promove nos dias 11 e 12 de setembro, das 9h às 14h, o primeiro Seminário Regional de Capoeira da Baixada Fluminense.

O evento que conta com o apoio da ActionAid Brasil e da Fundação Cultural Palmares, pretende resgatar e fortalecer a prática da capoeira, e fomentar o debate sobre a importância de investimentos do poder público no setor, além da utilização da luta nas políticas públicas de cultura e educação.

Na ocasião, estarão presentes mestres de capoeira, representantes do Ministério da Cultura, da Fundação Cultural Palmares, da Secretaria Estadual de Cultura, das Secretarias Municipais de Cultura da Baixada, e da Federação de Capoeira do Estado do Rio.

Publicação relembra trajetória da capoeira

No sábado, além do seminário, a ong vai lançar a “Revista Capoeira – Resistência da Cultura Afro-Brasileira na Baixada Fluminense”, que conta a história social da capoeira na região da Baixada Fluminense. A intenção é dar voz aos mestres, relembrando histórias, cantigas, mitos, lendas e verdades sobre essa importante manifestação cultural do povo negro. A capoeira tem uma história riquíssima, passando por várias fases: resistência, perseguições, manifestação cultural, celebrações, esporte, dança e luta.

A Casa da Cultura fica na Rua Machado de Assis, 12 – Praça da Bandeira, São João de Meriti. Informações podem ser obtidas através dos telefones 2751-8112 / 2751-5825.

Serviço:

Seminário Regional de Capoeira Angola

Dias: 11 e 12 de setembro

Horário: Das 9h às 14h

Local: Rua Machado de Assis, 12 – Praça da Bandeira, São João de Meriti

Informações: 2751-8112 / 2751-5825

Programação:

Sábado, 11 de setembro.

9h – Mesa de abertura

Apresentação do Balé Afro Contemporâneo

Sandro Matos – Prefeito de São João de Meriti

Antônio Carlos Titinho – Presidente da Câmara de Vereadores de São João de Meriti

Adair Rocha – Representante do Ministério da Cultura no Rio de Janeiro

Zulu Araújo – Presidente da Fundação Cultural Palmares

Mestre Ninguém – Federação de Capoeira do Estado do Rio de Janeiro

Lançamento da Revista Capoeira – Resistência da Cultura Afro-Brasileira na Baixada Fluminense

10h – Mesa: A capoeira nas políticas públicas de cultura e educação

Ecio Salles – Secretário de Cultura e Turismo de Nova Iguaçu

Jonathas Bragança Quintanilha – Secretário de Cultura de Queimados

Alcemir Tebaldi Junior – Secretário de Cultura, Esporte e Lazer de São João de Meriti

Augusto Vargas – Secretário de Cultura e Turismo de Nilópolis

Adair Rocha – Representante do Ministério da Cultura no Rio de Janeiro

Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro

Mestre Magal – Capoeirista

12h30 – Almoço

14h – Exibição do filme Besouro, de João Daniel Tikhomiroff

Domingo, 12 de setembro.

9h – Mesa: A difusão da capoeira na Baixada Fluminense

Ligas de capoeira

Federação de Capoeira da Baixada

10h30 – Homenagem da Secretaria Municipal de Assuntos Institucionais e Direitos Humanos

Homenagem aos mestres e contra-mestres de capoeira

11h30 – Roda de capoeira

Fonte: http://noticias.sitedabaixada.com.br/

FFC: Festival Mama África e Brasil de Capoeira

A cidade de Niterói sediou, no dia 26 de junho, o Festival Mama África e Brasil de Capoeira Estilo Livre, no Sesc, a partir das 8h. Diversas famílias compareceram ao evento e puderam assistir várias apresentações dos capoeiristas. O presidente do Instituto Brasileiro dos Profissionais de Capoeira e coordenador geral do Festival, Mestre Zezeu, recebeu convidados de Saquarema e dos países França, Alemanha, Bélgica, Bolívia e Áustria, os quais tiveram oportunidade para deixar seus depoimentos, durante a festa.

Além destes, compareceram os Mestres mais conhecidos em Niterói pelo trabalho e empenho que dedicam há anos à Capoeira e, com isso, colaboram para fortalecimento do jogo: Travassos, Antonio Affonso, Machado, Chita, Netto, César, Marcos, Cid, Aranha e Jorginho, dentre outros. Todos estavam acompanhados por seus alunos e participaram, unânimes, nas atividades apresentadas.

O Mestre Zezeu agradeceu a todos que auxiliaram para a realização do Festival, como a Federação Fluminense de Capoeira, a Liga Niterói de Capoeira, a Secretaria de Esportes de Niterói, a Fundação de Arte de Niterói (FAN), Ouvidoria Municipal de Niterói e todas as pessoas que espontaneamente somaram forças.

No decorrer da programação foi claro observar a união, a paz, a alegria e o companheirismo com que trabalham. Algo fundamenteal, todos os Mestres que tiveram oportunidade para comentar, enfatizaram a importância de Deus na vida do homem e como máxima na vida. Alguns, além de se preocuparem com o aprendizado da Capoeira, se dedicam também a instruírem os jovens na vida espiritual para dar equilíbrio na vida. Inclusive, o Mestre Zezeu comentou sobre seu novo conceito de Capoeira. “Posso afirmar que ela não tem uma religião apenas. Temos aqui, hoje, capoeiristas de todas as religiões. Nós, diretores, não recebemos nenhum centavo para fazer Capoeira, recebemos apoio dos amigos”, destacou.

De igual forma, o Mestre Travassos falou de seu orgulho pelo evento. “Agradeço a todos os Mestres que aqui estão por fazerem com tanto amor e carinho o nosso esporte, que é a Capoeira. O nosso Deus está aqui entre nós e o Filho Dele veio a esse mundo para nos salvar e nos dar o apoio que precisamos. Por isso, nós, Mestres, precisamos procurar um caminho espiritual para preparar esses jovens”, enfatizou.

A Capoeira – tradicional manifestação de cultura genuinamente brasileira – tem espaço garantido no SESC Niterói todos os sábados, às 10h, aberto ao público e o Mestre Zezeu aguarda os interessados.

O SESC Niterói fica na Rua Padre Anchieta, 56, Centro.

 

Foto: Mestre Zezeu (sentado no chão, com a manga da camiseta de cor amarela) entre alguns Mestres presentes – Foto: Edson Soares

 

Postado por FFC no Federação Fluminense de Capoeira

Joel Pires Marques
Presidente da Federação Fluminense de Capoeira.
tel.: (22) 26295032 e (22) 88083788

Cabo Frio/RJ-Brasil.

Interbairros de Niterói de Capoeira Estilo Livre

Aos Presidentes de Federações, Ligas e Associações, Mestres, Professores, Alunos e amantes da Capoeira,

No dia 26 de setembro de 2009, de 8 às 14h, a Federação Fluminense de Capoeira, a Liga Niterói de Capoeira, Liga Gonçalense de Capoeira e o Instituto Brasileiro dos Profissionais de capoeira, em parceria com o SESC Niterói, realizarão o Interbairros de Niterói de Capoeira Estilo Livre. Este é mais um evento de confraternização entre os capoeiristas fluminenses e os amantes desta modalidade esportiva.

Além de muita capoeira, o público presente poderá participar das atividades que estarão acontecendo no SESC Niterói nesta data, gratuitamente: Terapias alternativas, recreação infantil (brinquedos gigantes) e banho de piscina (menores de 12 anos somente acompanhados por responsável maior de 18 anos).

Nesta ocasião estaremos premiando com troféus os representantes dos bairros que comparecerem com maior número de capoeiristas, além do destaque do dia.

Esperamos contar com a sua ilustre presença e a participação de seu grupo.

Agradecemos desde já sua atenção e colocamo-nos à disposição para esclarecer quaisquer dúvidas.

 

Justificativa:

Acredita-se que a denominação “capoeira” surgiu em analogia ao mato rasteiro ou vegetação rasteira.

Durante o regime escravo, o negro que fugia era perseguido pelos capitães do mato e quando não conseguia êxito em sua perseguição, ao retornar, era questionado pelo senhor de engenho sobre o motivo de não ter conseguido e, como resposta tinha: “a capoeira me pegou” – fazendo alusão a vegetação rasteira, pois o negro aparecia de repente e acertava chutes, cabeçadas e rasteiras.

A capoeira nos dias atuais, derrubando as barreiras culturais, já é praticada nos cinco continentes e, é reconhecido pelo Ministério da Cultura e, está em todos os níveis de nossa sociedade (clubes, creches, escolas, universidades, praças, empresas, etc) atendendo a todas as faixas etárias.

Atualmente possui vários estilos e a capoeira está organizada através de Associações, Ligas, Confederação, Federação Nacional e Internacional, o estilo livre integra todas as características e é uma das mais importantes e genuínas expressões afro-brasileira  manifestando-se através expressões como a dança, jogo, luta, etc.

Buscando a integração dos capoeiristas e amantes desta modalidade esportiva, a Federação Fluminense de Capoeira, a Liga Niterói de Capoeira, a Liga Gonçalense de Capoeira, a Associação dos Profissionais de Capoeira e o Instituto Zezeu Capoeira Livre promovem, em parceria com  o SESC Rio de Janeiro, o Interbairros de Niterói de Capoeira Estilo Livre. Este será realizado no dia 26/09,  das 8 h às 14 horas, no SESC Niterói (Rua Padre Anchieta, 56 – Centro – Niterói), e contará com a presença de vários mestres com reconhecimento mundial.

Serão premiados os representantes dos grupos que conseguirem mobilizar maior número de capoeiristas, além do Destaque do evento.

Com esta atividade não iremos auferir lucros.

 

Atenciosamente,

Elizeu dos Santos Felipe

Presidente da Federação Fluminense de Capoeira

mestrezezeu@yahoo.com.br

(21)9589-1358

SESC Niteroi – Capoeira Infantil

A Federação Fluminense de Capoeira realizará, em 09 de maio de 2009, das 09 às 17 horas, o Festival Estadual (RJ) de Capoeira Infantil.
Local: SESC Niterói/RJ.
Rua Padre Anchieta, 56 – Centro – Niterói/RJ, Brasil.
Todos os capoeiristas e simpatizantes estão convidados a participar do evento.

 

Entrada franca – Apoio SESC-Niterói/RJ

 Oficinas:

  • – História da capoeira
  • – Confecção de instrumentos com material reciclável
  • – Aulão de capoeira
  • – Rodas de capoeira infantil
  • – Apresentação dos profissionais de capoeira
  • – Recreação

Mais informações: (21)9589-1358
Realização: Federação Fluminense de Capoeira

Mestre Zezeu

RJ: III FÓRUM DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A CAPOEIRA

Em parceria com a Fundação Municipal de Educação de Niterói, Secretaria Municipal de Educação e Câmara Municipal de Niterói, a Liga de Capoeira do Estado do Rio de Janeiro – LICAERJ e a Liga Niteroiense de Capoeira – LINC, estarão realizando, de 15 a 17 de junho de 2007, o III Fórum de Políticas Públicas para a Capoeira, que tem como objetivo principal apontar para os governos municipais e estadual as demandas hoje existentes relativas a uma política pública que reconheçam o valor da Capoeira como uma atividade cultural, social educacional e política que muito tem contribuído no Estado do Rio de Janeiro em particular e em todo o Brasil para a inserção da criança e do adolescente em atividades esportivas e culturais que tem como principal meta trabalhar a auto estima e a identidade destes atores sociais.

Este Fórum pretende, ainda, mostrar para os governos a importância do Profissional da Capoeira para todo o conjunto da sociedade. Em seguida apresentamos a nossa programação e esperamos poder contar com a participação de todos e todas na construção de uma política pública que contemple de fato todo o conjunto da sociedade que envolve hoje o trabalho da Capoeira no Estado do Rio de Janeiro. Apresentação A formulação de políticas públicas garante com que os anseios da sociedade organizada sejam trabalhados em conjunto pelas organizações governamentais, propiciando, assim, o desenvolvimento de um determinado segmento social.
 
A capoeira, fruto do encontro de nossas matrizes étnicas, se encontra hoje difundida na grande maioria dos municípios brasileiros, bem como em 164 países, sendo praticada por milhões de pessoas. Só na internet são encontradas mais de 470.000 páginas sobre o tema. Em virtude de suas complexidades advindas do jogo, da luta, da arte, da dança, assim como sua penetração em todos os segmentos sociais, tas como clubes, academias, igrejas, sindicatos, escolas, universidades, clínicas, spas, ong\'s, centros esportivos, culturais, educacionais e de assistência social, desde as favelas até as mansões, bem por sua inserção no ensino fundamental, médio e superior, assim como nos sistemas de desportes: nacional, estadual, municipal, se tornam necessários mecanismos de compreensão e de preservação desta que é uma das mais importantes manifestações culturais brasileiras.
 
A Capoeira chegou ao terceiro milênio. Torna-se necessário que repensemos seu futuro, numa época em que temos que conviver com a globalização e os efeitos fragmentadores das sociedades: pós-moderna, pós-tradicional, pós-industrial, que aliados às novas linguagens e tecnologias, geram múltiplas ressignificações culturais, gerando inúmeras formas de interpretações distintas, assim como saberes e fazeres diferenciados. No entanto se torna necessário que possamos entender a Capoeira enquanto um patrimônio cultural, o qual necessita ser estudado e preservado em sua integridade. Sendo assim, vimos pelo presente solicitar os relevantes préstimos da sociedade brasileira, em particular a fluminense, organizada em suas Prefeituras e Câmaras Municipais, Governos e Secretarias Estaduais e Municipais de Esporte, Cultura, Educação, Turismo, Igrejas, Organizações Não Governamentais, Instituições de Ensino e Sindicatos, entre outras, assim como Grupos e Associações de Capoeira do Município de Niterói e de todo o Estado do Rio de Janeiro, Núcleos de Prática Desportiva e Cultural da Capoeira, bem como a todos os capoeiristas, para que possamos, num esforço conjunto, repensar a Capoeira em todos os seus aspectos, de forma ampla e democrática, e, portanto crescermos fortes rumo aos novos desafios do novo milênio.
 
Busquemos, pois, o entendimento e a harmonia entre todos os segmentos da Capoeira, para que possamos retribuir à mesma, seu justo e merecido lugar, enquanto elemento de referência dos valores e tradições do povo brasileiro. Objetivos – Ouvir dos participantes seus anseios e expectativas em relação ao futuro da Capoeira, cujos resultados servirão de subsídios para os legisladores e gestores públicos; – Propiciar a interação e integração entre todos os segmentos praticantes da Capoeira; – Rediscutir a Capoeira com toda a sociedade civil de forma democrática, respeitando-se as diversidades e interesses dos segmentos sociais: culturais, desportivos, educacionais, étnicos, profissionais e outros. – Apresentar para o Poder Público constituído propostas de valorização da Capoeira como um instrumento de inclusão e transformação social.
 
* Texto de Autoria do Professor Sérgio Vieira – FICA
 
PROGRAMAÇÃO:
 
Dia 15 de Junho de 2007 – 6ª Feira
Câmara Municipal de Niterói – Endereço: Avenida Amaral Peixoto, 625 – Centro 19h – Abertura Ato político com a presença de representantes das Secretarias de Educação; Cultura; Esporte e Lazer; Meio Ambiente; Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia, da Câmara de Vereadores, do Gabinete do Prefeito, além de outras personalidades do mundo político, esportivo educacional e cultural.
 
16 de Junho de 2007 – Sábado
Auditório da Fundação Municipal de Educação de Niterói – Endereço: Rua Visconde de Uruguai, 414 – Centro 09h – Mesa Redonda * Capoeira Adaptada para os Portadores de Deficiências e Necessidades Especiais • Professora Rosangela Ruffato Pereira (Mestre em Ciência da Motricidade Humana (UBC) em 2007; Pós Graduada em Psicomotricidade (UCM) em 2000; Licenciatura em Educação Física (UBC); Especialista em Educação Física Adaptada; Professora de Educação Física na disciplina de Capoeira da EEFD – UFRJ em 2007; Professora de Educação Física do CETEP Santa Cruz / FAETEC desde 2000; Mestre de Capoeira). • Daise Rosas da Natividade (Mestre em Educação pela UERJ em 2002 (bolsista CNPq); MBA em Planejamento Estratégico em Recursos Humanos pela UFF em 2004; Especialista em Psicologia Jurídica pela UERJ em 1995; Extensão em Direito Social pela UERJ em 2001; Graduada em Psicologia e Licenciatura pela Federação das Faculdades Celso Lisboa 1987/91). 10h – Palestra • As Áfricas Presentes no Brasil • Mônica Lima (Professora de História da África e Doutoranda em História pela UFF (Universidade Federal Fluminense). 10h30min – Palestra * Capoeira como Instrumento de Inclusão Social • José Machado dos Santos (Professor de Literatura Brasileira e Português/Inglês; Advogado; Mestre de Capoeira e Presidente da Liga Gonçalense de Capoeira). 11h às 12h – Debate 12h às 14h – Intervalo 14h às 15h – Vídeo: “Heróis de Todo o Mundo” 15h – Palestra • História da Capoeira em Niterói • Antoane Rodrigues do Carmo (Bacharel, com Licenciatura Plena em História pela Universidade Federal Fluminense, Pesquisadora da História de Niterói com ênfase na História Cultural. Trabalha com diversos temas, entre os quais: Escravatura e Abolição, Patrimônio Cultural e Educação Patrimonial, Feminismo, entre outros). 15h30min – Palestra • Capoeira Como Patrimônio Cultural Brasileiro • Pierre Guerra Domingues (Bacharel, com Licenciatura Plena em História pela Universidade Federal Fluminense, Pesquisador da História de Niterói com especial interesse em História Social. Desenvolveu trabalhos de pesquisa sobre Escravatura e Abolição, Patrimônio Cultural e Educação Patrimonial). 16h – Palestra • Capoeira na Escola e suas múltiplas contribuições • Paulo Henrique Menezes da Silva (Presidente da Liga de Capoeira do Estado do RJ; Responsável pela implementação da Capoeira nas Escolas da Fundação Municipal de Educação de Niterói; Conselheiro de Cultura de São Gonçalo; Mestre de Capoeira e Militante do Movimento Negro). 16h30min – Debate 17h –

17 de Junho de 2007 – Domingo
Auditório da Fundação Municipal de Educação de Niterói – Endereço: Rua Visconde de Uruguai, 414 – Centro 09h às 11h – Propostas e Sistematização • Apresentação das propostas a serem encaminhadas aos órgãos competentes e a aprovação da comissão do Fórum que acompanhará estes encaminhamentos. 12h – Votação das Propostas 12h30min – Carta ao Povo Brasileiro • Leitura e aprovação de manifesto ao povo brasileiro em defesa da cultura, história e identidade nacional representadas pela capoeira. 13h – Roda de Encerramento no Jardim São João

 

 

MAIORES INFORMAÇÕES: Mestre Paulão 55 21 8135-9232 meste_paulao@yahoo.com.br – mestrepaulaoriobrasil@hotmail.com

 

Aconteceu: Reunião da Federação Fluminense de Capoeira

Reunião de diretoria da Federação Fluminense de Capoeira, que aconteceu dia 16 de março de 2007, no SESC-Niterói/RJ-Brasil, para tratar de assuntos relacionados ao Campeonato Brasileiro de Capoeira a ser realizado em 06, 07 e 08 de julho de 2007, em Niterói/RJ-Brasil, com o apoio do SESC, da Prefeitura de Niterói e, possivelmente, do Ministério do Esporte, com a supervisão da Confederação Brasileira de Capoeira.
Ficou definida a logística do evento, discutiu-se a proposta orçamentária e considerou-se a estratégia muito bem elaborada, fundamentada na proximidade temporal do evento XV Jogos Panamericanos, onde estarão presentes a maioria dos turistas vindos para aproveitar a ocasião e a saída destes para o outro lado da Baía de Guanabara, aumentando, destarte, o leque de opções de visitas aos viajantes que aportam para o PAN 2007, que poderão conhecer a bela cidade de Niterói, contribuírem ao acréscimo da arrecadação turística e de lá sairem com uma ótima impressão daquele município e do Brasil.
 
Saudações capoeirísticas, com um sonoroso grito de
 
Iê capoeira !!!
 
Joel Pires Marques
(55)(21) 82004888 – 22649356
 
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