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Capoeirista Alagoana é selecionada pela Escola Nacional de Circo

A alagoana, Carla Danielle Santos de Albuquerque, moradora do Complexo Habitacional Benedito Bentes, foi selecionada pelo edital Bolsa Funarte para Formação em Artes Circenses 2012 e vai para o Rio de Janeiro estudar circo durante 10 meses com direito a uma bolsa para custear sua estadia.

No dia 24 de setembro, ela irá refazer os exercícios que apresentou em DVD à comissão de análise do edital e, no dia 8 de outubro, inicia as aulas na Escola Nacional de Circo.

A trajetória de Carla Albuquerque começou aos 07 anos com o Grupo de Capoeira Muzenza. Aos 09 anos conquistou o seu primeiro titulo foi 1º lugar na 1ª Copa do Grupo Muzenza de Capoeira na categoria Masculina, naquela época não existia a categoria feminina para a disputa.

Aos 14 anos ficou em 2º lugar no 2º Encontro de Capoeira Alagoana do Grupo Muzenza, desta fez competindo na categoria mista (feminino e masculina). E seus títulos não param de crescer aos 17 anos foi 1º lugar no 3º Muzenza Yá na categoria feminina.

Aos 18 conquistou o 1º lugar na 3º Copa de Capoeira. E aos 20 anos trouxe para Alagoas o título de 3º Lugar na categoria feminina na 2ª Copa Norte/Nortedeste realizado no Estado de Recife. Desde de 2010 passou a fazer aulas de circo no Ponto de Cultura Centro Cultural Armazém do Circo se especializando em acrobacia de solo.

Segundo Carla, no início foi difícil, pois a acrobacia da capoeira é muito diferente da acrobacia de circo exige muita ponta de pé e corpo esticado, mas hoje consigo distinguir bem, na capoeira faço o AU que inicia de lado e as pernas ficam curvadas, já no circo faço a pantana que é de frente, com as pernas esticadas e tem abrir bem a escala. Em 2011 passou a integrar a trupe da Cia Orquídeas de Fogo que é a ONG que criou e gerencia o Armazém do Circo.

Em 2012, a Cia Orquídeas de Fogo montou o espetáculo “Nem tudo são flores” que é o primeiro espetáculo alagoano de circo contemporâneo. Carla Albuquerque faz um número de extrema complexidade com pernas de pau e tira suspiros da plateia. A sua última apresentação como parte da trupe foi na quarta passada, 19 de setembro na praça Deodoro como parte do projeto Aldeia SESC.

 

TH – http://www.tribunahoje.com

IX Alaiandê Xirê – O FOGO QUE FICA

Do original, ioruba, Alaiandê, significa o Mestre Tocador.
 
Xirê, de siré, (idem) quer dizer festa, celebração; encontro festivo.
 
O ALAIANDÊ XIRÊ é a Festa dos Mestres Tocadores dos ritmos africanos, afro-brasileiros e afros-descendentes, ligados às religiões primordiais e de matrizes africanas.
 
O ALAIANDÊ XIRÊ permite o entrosamento de músicos especializados nas diversas nações culturais procedentes da África na diáspora brasileira, que vêm contribuindo na formação de nossa Música Popular, conforme conhecemos hoje.
 
Estes músicos denominam-se alabês, na tradição Ketu/nagô (ioruba); Xicarangomas, de origem Angola-Congo e os Runtós, procedentes do Jeje: Mahi e Mina.
 
Segundo a Mitologia da Religião dos Orixás, Xangô é o mestre tocador; o maior dentre todos os tocadores e dançarinos de batá: um toque ritual, em Sua homenagem.
 
Portanto, costuma-se dizer: ALAIANDÊ É XANGÔ.
 
Realizado há nove anos pela equipe ALAIANDÊ do Ilê Axé Opô Afonjá – uma das mais tradicionais Casas de Culto aos Orixás do Brasil, o ALAIANDÊ XIRÊ – Festival Internacional de Alabês, Xicarangomas e Runtós reúne os melhores músicos sacerdotes: cantores e tocadores de atabaques da Bahia, do Brasil e, também, de diferentes regiões do exterior.
 
As exibições de alguns virtuoses do universo cultural dos Orixás, Voduns e Inquices atraem centenas de pessoas de múltiplos interesses que vêm participar do ALAIANDÊ XIRÊ – já reconhecido e sedimentado nesta cidade do Salvador, no Brasil e alguns paises da diáspora africana.
 
A partir desta 9ª edição o ALAIANDÊ caminhará pelos diferentes terreiros de candomblé em prol da paz e união.
 
O ALAIANDÊ 2006 – O FOGO QUE FICA – será realizado de 01 a 03 de dezembro, no TERREIRO BATE FOLHA, na MATA ESCURA.
 
XANGÔ DOBRA OS COUROS PARA OS 90 ANOS DESTA MARAVILHOSA CASA DE ANGOLA.
 
AXÉ, AUETO!
 
Para ficar por dentro do Alaiandê Xirê visite: Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=17802621
 
Onde: Terreiro Mansu Banduquenqué – Bate Folha – Rua São Jorge, 65 – Mata Escura Salvador/BA
Fone: 0 xx 71 3376-2163
 
Quando ir: 01/12/2006 a 03/12/2006
 
Quanto custa: Grátis
 
Contatos/Informações: Rita do Rio – email: [email protected]
Cléo Martins – email: [email protected]
Alaiandê Xirê – Fone: 0 xx 71 3321-2633
 
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