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Capoeira ajuda a “Integrar Jovem na Sociedade”

Líder comunitário, Davison Coutinho discorre sobre a importância do esporte na inserção social de jovens moradores de favelas, em texto publicado pelo Jornal do Brasil. “A prática esportiva faz com que tenham uma melhor autoestima e se sintam capazes e integrados socialmente. O esporte, juntamente com a educação, evita que esse jovem tenha sua vida aliciada pelas vias do crime”, argumenta. O autor cita projetos bem-sucedidos como o grupo Acorda Capoeira e a escolinha de futebol de Condy Ximenes

Favela 247 – Membro da Comissão de Moradores da Rocinha, Vidigal e Chácara do Céu, Davison Coutinho destaca a importância do esporte na integração na sociedade de crianças e jovens oriundos de favelas. Em artigo publicado na coluna Comunidade em Pauta, do Jornal do Brasil, na última quinta-feira (dia 19), o líder comunitário apresenta o trabalho sociocultural desenvolvido na Rocinha pelo grupo Acorda Capoeira, com mais de 60 participantes, e pela escolinha de futebol liderada pelo morador Condy Ximenes.

“A prática esportiva faz com que tenham uma melhor autoestima e se sintam capazes e integrados socialmente. Quando um jovem sente-se fracassado na busca por um emprego, ou no aprendizado escolar, representa uma porta aberta para os caminhos errados, e o esporte, juntamente com a educação, evita que esse jovem tenha sua vida aliciada pelas vias do crime, oferecendo um futuro mais digno e humano”, argumenta Coutinho.

 

Esporte e educação: caminhos para transformação e inclusão social

A educação que uma criança recebe em seus primeiros anos é um legado que é levado por toda sua vida. Cada ensinamento, por mais simples que seja, é a semente que irá brotar no coração dos futuros cidadãos de nossa sociedade. O esporte é um excelente caminho para a criança ocupar a mente e desenvolver o corpo. É essencial para o crescimento da criança como um todo. Uma criança que pratica esporte apende a trabalhar em equipe e compreende a importância do próximo no convívio social.

O esporte tem a capacidade de integrar crianças e jovens das comunidades na sociedade, transformar suas vidas e reduzir os preconceitos e estereótipos. A prática esportiva faz com que tenham uma melhor autoestima e se sintam capazes e integrados socialmente. Quando um jovem sente-se fracassado na busca por um emprego, ou no aprendizado escolar, representa uma porta aberta para os caminhos errados, e o esporte, juntamente com a educação, evita que esse jovem tenha sua vida aliciada pelas vias do crime, oferecendo um futuro mais digno e humano.

O grupo Acorda Capoeira desenvolve um trabalho sociocultural na Rocinha e em comunidades parceiras, desde sua formação em 2004. No entanto a capoeira já é ensinada as crianças da comunidade há mais de 30 anos pelo percussor e fundador do grupo Mestre Manel que chegou da Bahia, ainda jovem e despertou o afeto da criançada ensinando capoeira. As aulas acontecem na Escola Municipal Paula Brito, são mais de 60 participantes, muitos alunos já viraram multiplicadores desta ação e levaram a capoeira para outras comunidades e até mesmo para Noruega, China e Itália.

“Comecei dando aula no Centro Comunitário da Rua 02, há 34 anos e depois o projeto foi crescendo e indo para outros locais. Eu fazia muitas rodas no largo do Boiadeiro e quase toda galera da Rocinha foi meu aluno. Tenho alunos viajando para fora do Brasil, levando capoeira. Estou formando aqui professores e cidadãos para vida. A capoeira é uma riqueza para esses jovens, aqui ele aprende falar inglês, tocar instrumentos e aprendem nossa cultura. Meu sonho é poder ter uma sede aqui dentro para ministrar diversos cursos para criançada, com lanche e almoço, um espaço com diversos saberes”, diz Mestre Manel, fundador do Acorda Capoeira.

Entre os participantes mais antigos o grupo tem o mestrando Caixote que aprendeu a capoeira com o Mestre Manel há mais de 20 anos e hoje está a caminho de ser mestre na área. “Eu conheci a capoeira, aqui no local onde a gente treina, eu tinha oito anos, quando o mestre Manel fez um trabalho voluntário na escola… continuei treinando e estou com ele até os dias de hoje, são mais de 20 anos. Sou aluno que virou professor. Graças a Deus nosso trabalho vem sendo reconhecido não só no Brasil, mas em outros países. Com todo esforço do nosso trabalho a capoeira proporciona a esses jovens a disciplina, educação, saúde e incentiva o esporte”, diz mestrando Caixote do Grupo Acorda Capoeira.

A Escolinha de futebol liderada pelo morador Condy Ximenes também é um projeto esportivo que tem oferecido muitas oportunidades aos jovens da comunidade. São diversos os campeonatos e participações que os alunos fazem. O futebol promove uma integração entre jovens de diversas classes sociais, o que rola dentro do campo é algo único, onde o preconceito e as diferenças ficam de lado e dão lugar ao espirito esportivo, onde o trabalho em equipe é fundamental.

A libertação por meio do esporte e educação vem como resultado de um viver criativo e cheio de emoções, permitindo o esquecimento das grandes dificuldades, dando esperança ao amanhã. Quando se transforma o indivíduo através dessa associação, se muda o todo, permitindo assim que ele possa ampliar sua capacidade de percepção e potencializar seus conhecimentos.

O esporte não se limita apenas aos benefícios físicos em relação a saúde, sua potencialidade, pelo contrário ele ultrapassa e promove a construção social e o desenvolvimento do cidadão de maneira geral, melhorando seu convívio familiar, escolar e social. Então, vamos lá comunidade, vamos inscrever nossas crianças e jovens em projetos de esporte e educação para que tenham um futuro promissor.

*Davison Coutinho, 24 anos, nasceu e mora na Rocinha. Bacharel em Desenho Industrial, mestrando em Design, funcionário da PUC-Rio, membro da Comissão de Moradores da Rocinha, Vidigal e Chácara do Céu, professor, escritor, designer e liderança comunitária

Jornal do Brasil

Ricky Martín lança clipe com Capoeira, Samba e Futebol

Ricky Martín lança clipe para bombar na Copa

O clipe adotou um cenário brasileiro e mostrou algumas tradições daqui, como o samba, a “capoeira” e o futebol

Há poucos dias da copa, o cantor porto-riquenho Ricky Martín lançou o videoclipe de sua nova canção, “Vida”. A produção, gravada no Rio de Janeiro, pretende aproveitar o clima de festa da competição mundial para se destacar como mais uma ‘música da copa’. 

Além do cenário brasileiro, o vídeo mostra jovens jogando futebol, sambando e jogando capoeira ao redor do cantor. 
“Aqui está #VIDA minha gente!” – escreveu Martin no Twitter. 

“Me diverti muito viajando e gravando no Brasil. Estou emocionado de finalmente poder interpretar ‘Vida’ e compartilhar esta canção tão especial com o mundo”, afirmou Martin recentemente. 

Vale lembrar que em 1998, o cantor teve destaque na copa com a canção “A Copa da Vida”. (Com informações UOL)

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“Fica a chamada de atenção para o Momento oportuno do lançamento do Video… O Tempero vem repleto de malandragem… quem pode dizer que o Cantor também não é capoeira…”
O Editor

Dez curiosidades sobre os hinos do futebol carioca

O professor e músico Bruno Castro uniu as duas paixões brasileiras, música e futebol, em livro que revela fatos curiosos sobre os hinos dos clubes cariocas

Você pode até entender tudo sobre futebol, ser capaz de descrever os melhores lances e ter na cabeça de cor e salteado a escalação dos times cariocas, mas o difícil é saber mais do que o professor e músico Bruno Castro sobre os hinos de cada um deles – tanto os oficiais quanto os populares. Aliás, você sabia que os não-oficiais do América, Flamengo, Fluminense e Vasco foram todos compostos na década de 40 pelo compositor popular brasileiro Lamartine Babo (que torcia pelo primeiro) em ritmo de marchinha? Castro conta essas e outras curiosidades no livro-CD Os Hinos do Futebol Carioca – de Coelho Neto a Lamartine Babo, que será lançado nesta quarta (27) na Livraria Travessa do Barra Shopping. Veja a seguir a palinha que ele deu para os leitores de VEJA Rio.

1 – Com exceção do Flamengo, que tem um hino oficial e um popular, Vasco, Fluminense, América e Botafogo possuem dois hinos oficiais e um popular.

2 – Todos os hinos não-oficiais – entoados pelos torcedores até hoje – foram escritos na década de 40 por Lamartine Babo em ritmo de marchinha carnavalesca. Americano fanático, o compositor protagonizou cenas memoráveis como a vez em que desfilou em carro aberto pelas ruas do centro do Rio, fantasiado de diabo, para comemorar o último campeonato do América em 1960.

3 – Ao contrário do que muitos pensam e é dito, os hinos populares de Babo não foram escritos todos de uma vez só, em um único dia. O primeiro foi o do Flamengo em 1945, depois o do América em 1947 e, em 1949, foram feitos os do Vasco, Fluminense e Botafogo.

4 – O Fluminense é o único time que não teve o hino extra-oficial composto exclusivamente por Babo. O compositor teve como parceiro o maestro Lírio Panicalli, encarregado da melodia para a letra que diz “sou tricolor de coração”.

5 – Já os hinos oficias dos clubes, extremamente rebuscados, são da década de 1910. De difícil execução, refletem um período em que o futebol ainda era bastante elitizado.

 

6 – O primeiro hino oficial do Vasco foi composto em 1918 por Joaquim Barros Ferreira da Silva e sua gravação original tem uma interpretação com sotaque luso bastante carregado.

7 – O Botafogo de Futebol e Regatas é o único clube que tem no estatuto a presença completa de seu hinário: primeiro hino oficial (Hino do Remo do Club de Regatas Botafogo) , segundo hino oficial (Glorioso Hymno do Botafogo Football Club) e o hino popular de Lamartine Babo escrito em 1949, período da fusão das duas agremiações alvinegras.

8 – Uma grande mágoa de Babo foi ter sido acusado de plagiar o hino do América, que teria sido criado, supostamente, em cima da canção norte-americana Row, Row, Row (1912), de Willian Jerome e James Monaco.

9 – O hino popular do Botafogo, chamado 1907, teve o título oficialmente reconhecido em 1989 pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro depois de conturbadas brigas judiciais.

10 – Ouça a seguir os primeiros hinos oficiais de cada time, tocados por Bruno Castro e um time de músicos. Uma provinha do CD que acompanha o livro. A obra reúne os 14 hinos oficiais e populares do América, Flamengo, Fluminense e Vasco, sendo que cindo deles permaneciam inéditos até então.

 

Clique na imagem para ver a linha do tempo dos hinos do futebol carioca

 

Para ouvir todos os hinos, clique aqui. Editora Abril S/A

Cartilha do Itamaraty alerta para tráfico de jogadores, modelos e até capoeiristas

Com base em relatos de consulados desde 2010 foram constatados casos de exploração também de modelos, músicos, dançarinos, cozinheiros e professores de capoeira

São Paulo – O governo federal, em ação da rede consular desenvolvida desde 2010, identificou uma vertente do crime de tráfico de pessoas, mais comumente conhecido pelo abuso sexual: a exploração do trabalho, fora do Brasil.

Foram relatados casos de jogadores de futebol, modelos, músicos, dançarinos, churrasqueiros, cozinheiros de restaurantes étnicos e professores de capoeira com agentes e empresários que os colocam em situação de irregularidade migratória, exploração, abusos, maus-tratos, acomodação precária e retenção de passaportes e pagamentos. Na maioria, brasileiros jovens, sem experiência profissional e de residência no exterior. A partir dessa constatação surgiu a proposta da cartilha “Orientações para o trabalho no exterior – modelos, jogadores de futebol e outros profissionais brasileiros”, que será lançada amanhã (29), no Palácio do Itamaraty, em Brasília. O documento foi elaborado pelas áreas consular e cultural do Itamaraty e tem parceria da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e da Ford Models. A proposta é fornecer informações e alertas sobre os riscos da irregularidade migratória. Em São Paulo, o lançamento será na SP Fashion Week, entre 11 e 16 de junho.

Armênia, China, Cingapura, Coreia do Sul, Filipinas, Grécia, Índia, Indonésia, irã, Malásia, Tailândia e Turquia são os países de onde vem a maioria dos relatos. Para jogadores de futebol, os convites para atuar no exterior costumam ser irresistíveis, mas o sucesso não chega para todos. Segundo Luiza Lopes da Silva, diretora do Departamento Consular e de Brasileiros no Exterior, da Divisão de Assistência Consular do Itamaraty, muitas vezes os garotos são levados a começar a trabalhar sem visto e com base em contratos injustos.

Para esses, a cartilha traz esclarecimentos e recomendações sobre transferência internacional, transferência sem contrato, viagem para testes, contratos, custeio de passagens, visto de trabalho e de negócios, clubes e agentes, retenção de passaportes, choque cultural, entidades locais de assistência e regulação, precauções antes de viajar e ao chegar ao exterior.

“Os meninos-alvo dos agentes mal intencionados são os mais jovens, que demonstram ter futuro. Eles se iludem com as promessas e acabam enfrentando enormes dificuldades, especialmente porque não dominam o idioma local nem o inglês e têm dificuldade de pedir ajuda. Aí ficam na mãos desses agentes, que extorquem, cobram dívidas, às vezes dão alojamentos que viram uma espécie de confinamento”, relata Luiza. Ela afirma que eles não ficam muito tempo nessa situação, mas que a experiência é traumática para a vida e não ajuda em nada a carreira.

A diretora se diz orgulhosa dessa iniciativa porque as informações foram chegando aos poucos e ao se materializarem na cartilha foi possível verificar que era a preocupação de muita gente, só ainda não havia sido verbalizada. Sobre as modelos, Luiza ressalta que elas não vão para passarelas, não vão fazer fotos de revistas nem terão a vida glamourosa com que sonham. “Elas são direcionadas para atividades paralelas, como vendas on line, catálogos para vendas. Muitas acham que estão sofrendo, mas que valerá a pena, mas são anos perdidos, é um atraso, um beco sem saída”, garante.

Segundo Luiza, o papel do governo é ajudar a conscientizar para que essas pessoas controlem a impetuosidade. “Otimismo é bom, mas não muito”, diz. Exemplo disso foi o que ocorreu com três garotas que viajaram para a Índia alimentando o sonho de ser modelos. Na semana passada, o juiz federal João Batista Gonçalves, da 6ª Vara Civil de São Paulo, deferiu pedido de liminar da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, do Ministério Público Federal, que em ação civil pública relatou que as agências de modelos Dom Agency Models, de Passos (MG), e Raquel Management, de São José do Rio Preto (SP), enviaram as garotas para o exterior, uma delas menor de idade, com contratos de trabalho que não foram cumpridos. As agências estão impedidas de enviar modelos para o exterior por decisão do juiz federal. As duas agências são acusadas de tráfico internacional de pessoas.

Segundo informação da cartilha, o exercício da profissão sem contrato registrado e sem visto de trabalho é comumente associado a regime de servidão por dívidas. “Os salários, normalmente estipulados por sessão de trabalho, passam a ser quase totalmente retidos pelo empregador, a título de reembolso da passagem áerea e de pagamento do alojamento, sendo-lhes entregues diárias irrisórias, por vezes insuficientes até mesmo para alimentação.”

Os casos entre churrasqueiros, cozinheiros, dançarinos, músicos e professores de capoeira têm uma configuração comum que também as qualifica como tráfico – mas poucos admitem a condição de vítimas desse tipo de crime. “O normal é: ‘fui enganado, peguei um agente de má-fé, prometeram uma coisa e fizeram outra'”, relata Luiza. Mas ela garante: “É tráfico sim, embora não tenha cara. Para nós não interessa se a pessoa se vê como vítima, o que importa é que está se formando uma rede para levar as pessoas para exploração”.

O documento destaca que naturalmente há casos de sucesso, como cozinheiros que acabaram abrindo o próprio negócio. “Para cada caso de sucesso, contudo, muitos outros são de dificuldade, privações e abusos.”

 

Fonte: http://www.redebrasilatual.com.br

Cidade de Deus promove cidadania e inclusão de jovens com evento esportivo

A manhã deste sábado foi marcada pela abertura dos I Jogos Abertos da Cidade de Deus, organizado pela equipe de Territórios da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH). Cerca de 400 jovens, com idades entre 09 a 15 anos, participarão do torneio, que vai até 11 de dezembro.O objetivo dos jogos é promover a cidadania e a inclusão destes jovens, que disputam dez modalidades esportivas: futebol, futsal, quatro modalidades de atletismo e três de artes marciais. Estão competindo os alunos dos projetos: Acomunicom, Aliança Ariri Capoeira, Bem Viver, CEACC, Águia de Charlote, CDD em Forma, Fanáticos por Futebol, Monte Sião e Ginga Brasil, além do SESI e do Centro de Referência da Juventude (CRJ).As modalidades esportivas acontecem em toda Cidade de Deus promovendo um entrosamento entre as três UPPs presentes no local – Quadras, Karatê e Apartamentos. Na abertura do evento foi feita a execução do Hino Nacional, pelos soldados Torres, Lemuel, Jaderson e Daniel, da UPP, que há três meses trabalham no projeto Educarte, que leva a música para 40 jovens. Alguns deles se apresentaram junto com os soldados.

O Major Romeu, comandante da UPP das Quadras, trouxe estes soldados de várias unidades para a comunidade, mas afirmou que o trabalho social da PM não para por aí. Os policiais treinam Jiu-jitsu, futebol, capoeira e karatê, além de ajudarem no reforço escolar. As atividades contam com o apoio do CRJ e de uma igreja, que cederam seus espaços.

– Hoje as equipes de Jiu-jitsu e a de futebol, que têm ao todo 400 alunos, estão competindo a convite no aniversário da UPP do Morro dos Macacos”, concluiu.

Na abertura, o Mestre Darli da Silva Costa, do grupo Aliança Ariri Capoeira, fez um solo de berimbau e foi seguido pelo juramento olímpico, feito pelo aluno Mateus de Lima Costa.

Para Daniel Misse, superintendente de Territórios, o evento da SEASDH cumpre seu objetivo de aliar o esporte à saúde, à cidadania e à inclusão. – Ver quase 400 alunos inscritos é muito gratificante. E o mais legal é que cada um que participa é parte igual deste processo – afirmou.

O gestor social da Cidade de Deus, Bruno Machado, e a professora de capoeira Darlene Costa concordam.- Esse momento é histórico para a CDD, porque esse é um evento que não veio de fora, mas foi pensado com a comunidade – disse.

Lucas da Silva Andrade, de 12 anos, estava acompanhado da mãe, Maria Helena Carlos da Silva, e do professor de Jiu-jitsu no CRJ, Darci de Almeida.O professor se disse feliz em ver que a referência dos meninos mudou. – Antes eles se espelhavam nos traficantes, que tinham grana e poder. Hoje é interessante ver que conhecem todos os lutadores de MMA e sonham ser professores – diz.

Lucas fazia futebol, mas insistiu com a mãe para fazer jiu-jitsu também. – Eu disse a ele que teria que ir muito bem na escola. Ele já passou de ano sem recuperação e o comportamento melhorou na escola e em casa. Agora ele faz o futebol e o jiu-jitsu e eu sempre acompanho para apoiar – diz Maria Helena, orgulhosa.

Além dos jogos, a SEASDH levou ao evento uma tenda da Superintendência de Segurança Alimentar (SSA), com o objetivo de ajudar as crianças a escolher uma alimentação saudável, através de jogos lúdicos.

– Após uma pesquisa feita na Cidade de Deus, queremos aproveitar a oportunidade para aliar a prática de esportes ao consumo de alimentos saudáveis. Há muitos jovens com sobrepeso e obesos, consumindo muitos doces e produtos industrializados – disse Mirani Barros, da SSA.

 

A competição

Neste sábado, foram realizadas duas corridas de um quilômetro, para 12 e 13 anos e para 14 e 15 anos. Na primeira, os vencedores foram Luan Martins, Nicolas Santos e Marco Antonio Barbosa. Na segunda, venceram Eric de Oliveira, Pablo Gonçalves e Matheus dos Santos Pereira.No domingo haverá competições de Jiu-jitsu, no CIEP João Batista, e futebol, no campo do CSU. Os eventos começam às 9h. O encerramento dos jogos será no dia 11 de dezembro com a final do futebol.

 

Fonte: http://www.jb.com.br/

Homem de Gelo no Botafogo, Jefferson vira Gato Negro na capoeira

Goleiro mostra desenvoltura no esporte e diz que é preciso ter muito jogo de cintura para passar por determinadas situações do futebol

Agilidade, flexibilidade, concentração e disposição. Tudo isso contribui para o sucesso de um bom goleiro. Mas essas características também podem influenciar no bom desempenho em outro esporte: a capoeira. O show visual proporcionado pelo jogo pode ser comparado, inclusive, às defesas de um profissional do futebol. Que o diga Jefferson, camisa 1 do Botafogo.

Nascido na Bahia, onde a capoeira tem raízes fortes, ele pratica o esporte desde os sete anos. O goleiro conta que dividia o tempo entre as peladas com os amigos e as rodas ainda em São Vicente, em São Paulo. Porém, teve que deixar o hobby de lado, pois, desde os 15 anos, vive do futebol. Mas voltou a sentir o gostinho da capoeira na manhã desta quinta-feira, no Aterro do Flamengo, um dia após a vitória por 4 a 1 sobre o Madureira, no Engenhão, pela terceira rodada da Taça Guanabara.

Conhecido como Homem de Gelo, tamanha sua frieza durante os jogos e treinos em General Severiano e no Engenhão, Jefferson deixou para trás o semblante fechado, o olhar fixo e o estilo de poucas palavras para relembrar a infância. Vestiu o novo uniforme, colocou a corda e foi mostrar seu gingado. Tudo banhado a muitos sorrisos e brincadeiras com os 20 jogadores do grupo Abadá-Capoeira, que tem sede no Humaitá, Zona Sul do Rio de Janeiro.

– No futebol, os treinos e os jogos exigem mais um pouco de concentração e seriedade. Não pode levar tudo na brincadeira. Mas, ao sair do futebol, somos outros, precisamos de algo como a capoeira para distrair. É isso que faço. Nas horas de lazer procuro me distrair um pouco – disse o goleiro, que chegou acompanhado de sua esposa Michele e a filha Nicole, de dois anos.

Nem mesmo o 1,90m atrapalhou o goleiro. Acostumado a voar debaixo das balizas, Jefferson fez estripulias no Aterro do Flamengo. Depois de sua exibição, ganhou o apelido do grupo: Gato Negro. O giro no ar também foi batizado: o pulo do gato. Cansado após sua participação, ele disse se sentir mais preparado para os treinos físicos e saiu satisfeito de voltar a praticar capoeira.

– Cansa, exige muito, mas é legal. Faz parte. Só é preciso ter cuidado, porque ajuda, mas pode causar lesões – disse o goleiro, que garantiu que o técnico Joel Santana sabia do jogo de capoeira.

A ginga que mostrou na roda de capoeira é a mesma que o ajuda a sair de situações complicadas no dia a dia do futebol. Jogo de cintura não falta ao goleiro, que é um dos líderes da equipe alvinegra e ídolo da torcida.

– Tem que ter ginga em todos os sentidos para administrar algumas coisas que acontecem no futebol.

É preciso também ter jogo de cintura com as brincadeiras dos integrantes do Abadá-Capoeira. Havia apenas um botafoguense entre os 20 jogadores que se encontravam na roda. Logo de cara, o goleiro avisou que só jogaria com o alvinegro. Depois de ouvir algumas provocações do flamenguista Anderson Silva, o professor Parafuso, o camisa 1 foi defendido por Leonardo Lenine, o Barata.

– Eles estão é preocupados, se sentindo ameaçados.

 

Sonho com a volta para Seleção

 

O sucesso com a camisa do Botafogo em 2010 fez com que Jefferson fosse convocado por Mano Menezes para a Seleção Brasileira. Porém, ficou fora da última lista, já que o treinador optou por não convocar atletas que atuam no Brasil. Mas um nome chamou a atenção. O goleiro Julio César, do Inter de Milão, que defendeu a amarelinha nos últimos anos e participou da Copa do Mundo na África do Sul, voltou a ser chamado.

– Desde que fui convocado, sabia que o Julio César ia voltar. Mas também penso em voltar à Seleção e vou continuar trabalhando no Botafogo para ter novas oportunidades.

 

Fonte: http://globoesporte.globo.com

Bahia: Projeto “Virando o Jogo”

Jovens capoeiristas brilham no projeto virando o jogo

Orgulhosos, com medalhas no peito, jovens capoeiristas  de bairros carentes de Salvador estiveram no centro das atenções e da roda de capoeira na manhã do domingo (16), no Forte Santo Antônio Além do Carmo, também conhecido como Forte da Capoeira.

Eles proporcionaram um belo espetáculo no projeto Virando o Jogo, que é fruto de uma parceria entre o Governo do Estado e a iniciativa privada, com organização esportiva realizada pela Superintendência de Desportos do Estado da Bahia (Sudesb).

Antes da capoeira, aconteceram as disputas do futebol masculino e do atletismo, sempre com a presença de jovens atletas representantes de bairros carentes de Salvador.

A próxima disputa vai envolver atletas do futebol feminino.

Capoeira: o segredo da elasticidade do herói Jefferson

Rio – Foi com a elasticidade de um gato que o goleiro Jefferson defendeu o pênalti de Adriano e se transformou no herói do título carioca do Botafogo. Antes disso, já havia defendido duas penalidades contra o Santa Cruz, na Copa do Brasil. Agilidade e reflexo que o camisa 1 de 1,88m e 80kg muito bem distribuídos aprendeu ainda quando era um moleque nas rodas de capoeira de São Vicente (SP), onde nasceu.

Para conferir se o goleirão tem mesmo a capoeira no sangue, o ‘Ataque’ convidou o jogador para um desafio: participar de uma roda no Aterro do Flamengo com os mestres Burguês, Abano e Corumbá, do Grupo Muzenza de Capoeira (www.muzenza.com.br). E Jefferson não fez feio. Gingou, mostrou intimidade com o berimbau e o pandeiro e deixou claro que tem a capoeira no sangue de verdade.

“Eu tinha um primo que era mestre, era um negão, bem grandão. Todo dia à noite a gente fazia a roda. Desde os sete anos jogo capoeira”, revelou o goleiro, que roubou a cena ao fazer várias acrobacias na roda e trocar o semblante sempre sério do futebol por um largo sorriso no rosto.

Entre uma ginga e outra, Jefferson contou como a capoeira o ajudou no dia a dia da vida de goleiro. “A capoeira traz muita elasticidade. Tem que ter velocidade, agilidade nos movimentos, principalmente a gente que é goleiro, ali atrás”, explicou o camisa 1. “Até na hora do pênalti, na defesa, a capoeira vem me ajudando bastante”, enfatizou.

Apesar da ajuda extra, Jefferson lamenta ter abandonado as rodas nos últimos anos. “É uma pena que hoje não tenho tempo para participar das rodas. Mas a capoeira está no meu sangue, não é um esporte violento. É mais a dança, a elegância dos movimentos”.

Fruto da cultura popular da raça negra, Jefferson encontrou na capoeira um pouco das origens do seu povo. Origens das quais se orgulha muito, principalmente por ser um dos poucos goleiros negros que atuam no futebol brasileiro.

“Fico muito feliz com isso. O Brasil não tem muitos goleiro negros e é importante acabar com o racismo, com o preconceito”, ensina Jefferson. “Quem tem talento tem que permanecer e, graças a Deus, o Botafogo sempre abriu as portas para os negros”, ressalta.

 

Fonte: http://odia.terra.com.br

A capoeira como ferramenta par a preparação física e treinamento do futebol

A prática do futebol esteve e está no cotidiano da maioria da população brasileiro, desde a infância, sendo na escola ou em praças, condomínios e clubes esta prática esta contida em nossa realidade. Por sermos o único país penta-campeão mundial, o desenvolvimento deste esporte vem sendo difundido com muita ênfase. Jogar bola tem sido a maior diversão da infância brasileira, principalmente para os meninos. Para fazer um programa de atividade física, é necessário, inicialmente, definir a linha de trabalho, ou seja, a abordagem que será seguida.

Dentre as várias abordagens possíveis em educação física, optou-se pela abordagem desenvolvimentista. A justificativa dessa escolha deve-se ao fato de que essa abordagem tem priorizado, e sua fundamentação teórica , os aspectos referentes aos processos de crescimento e desenvolvimento. O pressuposto básico é de que existe uma seqüência normal nos processos de crescimento, desenvolvimento e aprendizagem motora, significando que os indivíduos necessitam ser orientados de acordo com essas características (Tani, Manoel, Kokubun & Proença, 1998), tendo como principal foco o movimento.

O processo de desenvolvimento motor caracteriza-se por transições de comportamentos motores desordenados para comportamentos motores ordenados, de simples para complexos. Para que o futebol aborde um nível de excelência o embasamento científico e a tendências em propostas alternativas de treinamento desportivo vem de encontro a política de sucesso em jogos e formação de novos atletas e cidadãos, com maior controle corporal cinestésico e demais benefícios.

Uma das vantagens em que a população pode contar é a “ginga” contida no ritmo desenvolvido nas tradições sócio-culturais de nosso país.  Desde o “carnaval”, o “reizado”, a “puxada de rede”, o “maculelê”, o “bumba-meu-boi”, entre outras destaca-se a “capoeira”, uma mescla de dança, esporte e luta, que desenvolve vários benefícios psicomotores, e poderá ser uma ferramenta poderosa aos preparadores físicos e professores de futebol.

Como já vimos muitas são as qualidades, tanto físicas como técnicas e até mesmo psicológicas necessárias para um bom goleiro de futsal. Uma destas qualidades básicas, diz respeito a capacidade de reação, que deve ser a mais rápida possível, através da realização de movimentos técnicos de defesa, frente as ações ofensivas dos adversários, normalmente arremates ao gol em forma de chutes e cabeceios.

É primordial que o goleiro responda rapidamente e conscientemente a este estímulo, estando a sua produtividade diretamente relacionada com esta capacidade. Para obter este intento, um bom tempo de reação é necessário.

Utilizando inicialmente o termo Velocidade de Reação, surge o conceito de VIANA (1995) para quem “ velocidade de reação é o tempo mínimo necessário para ser dar uma resposta motora a um estímulo sensitivo”.

Isso vem de encontro com várias situações de jogo, que além do goleiro, as demais posições também se utilizam destas funções, como: passe, rebote, lançamento, antecipação, entre outros.

Na capoeira, os ataques são esquivados pelo oponente, por exemplo: quando um jogador executa um chute denominado “benção”, o oponente se esquiva no movimento “queda de quatro”, ou quando o oponente defere uma “meia-lua de compasso”, o jogador se esquiva na “cocorinha”.

Alguns técnicos de futebol já utilizam a capoeira como ferramenta. O colunista esportista da Folha de São Paulo, Jose Geraldo Couto, comentando a atuação do Técnico Parreira à frente da Seleção Brasileira de Futebol, e de Zico à frente da Seleção Japonesa de Futebol nos deu uma informação interessante sobra a Capoeira.

O artigo em si é interessante: o problema do Parreira, homem tático, cartesiano radical, é lidar com os craques brasileiros, especialistas em driblar formas geométricas, em procurar a beleza da jogada, a improvisação ; o gol virá naturalmente (quem ainda se lembra do “radical” Denis da Portuguesa que dizia  – mais ou menos isso – que preferia executar uma bela jogada a marcar um gol feio).

O problema que Zico tinha na época que treinava times no Japão era o  oposto: o jogador japonês é absolutamente obediente taticamente; tem bom preparo físico, mas não sabe “gingar”, não improvisa e fica escravo da rigidez tática. Zico tentou de tudo para passar para os seus pupilos alguma coisa da ginga do jogador brasileiro e, indo fundo no seu intento, contratou um professor de capoeira para ensinar essa dança/luta para os japoneses, na esperança de que  eles adquiram algum tipo de jogo de cintura, que os brasileiros têm de sobra, e possam melhorar o seu futebol.
Mais uma nuança de muitas que a capoeira possui, quem sabe podemos colaborar mais ainda com nosso futebol!

Referências bibliográficas

VIANA, Adalberto. Treinamento do Goleiro de Futebol. 1ª edição. Imprensa Universitária. 1995. Viçosa.
Tani, G.; Manoel, E.J.; KOKUBUN, E.; PROENÇA, J.E. Educação Física Escolar: fundamentos de uma abordagem desenvolvimentista. São Paulo: EPU/ EDUSP, 1998.

 

Márcio R. dos Santos

Pós Graduado em Treinamento Desportivo e Individualizado; Coordenador do Projeto Capoeira Escola da Secretaria Municipal de Governo-Sede Regional do Centro Histórico-Mercado Municipal da Secretaria Municipal de Educação de Santos e Faculdade de Educação Física de Santos-Fefis-Unimes; Faculdade de Educação Física -UNIP-Santos; professor da Escola de Educação Infantil-Ensino Fundamental e Médio “Verde que te quero verde” e da Escola de Educação Especial “30 de Julho”

 

Fonte: http://www.educacaofisica.com.br

Macau: O Brasil que não vende

Capoeira é a última novidade. No que toca à cultura brasileira, Macau tem alguma variedade. Há restaurantes, futebol, jiu-jitsu, música e entretenimento. No entanto, a comunidade continua insatisfeita. Por estes lados, ao contrário da China Continental, a marca Brasil não é sinónimo de sucesso garantido.

A avaliação é feita por Jane Martins, uma das fundadoras da Associação Casa do Brasil em Macau, criada no princípio deste ano: “Já estou em Macau há 24 anos. Começou a ouvir-se mais música brasileira, de cinema não há nada e existe uma grande falta de literatura. Não sinto que tenha havido um grande progresso”, diz.

Para Jane Martins, a marca Brasil está mais consolidada na China Continental, devido às relações comerciais entre os dois países. Mesmo assim, o comércio predomina sobre a cultura. E em Macau? “O público chinês local só gosta do futebol e da comida. Não ligam para a cultura”, lamenta.
No território, a fórmula canarinha só funciona em alguns sectores. Nos outros, há que improvisar e apostar em diferentes vertentes.

No que toca à gastronomia, primeiro estranha-se e depois entranha-se. Existem três restaurantes da especialidade na RAEM. O primeiro a abrir foi o Churrascão, em 2006. “Nota-se que as pessoas conhecem cada vez mais o conceito brasileiro. A marca é rentável”, sublinha o gerente e proprietário, Eric Peres.

“Para os estrangeiros, vende sempre bem. Não é preciso gastar muito em marketing. Para o cliente chinês, é preciso explicar primeiro”, acrescenta a sub-gerente do restaurante Fogo Samba, Thais Pinheiro. O segredo para atrair a clientela chinesa e asiática, continua, é “quebrar o gelo” da primeira impressão.

Na área da comida rápida, Josecler decorou o seu espaço “Brazilian Hot Dog” com as cores da bandeira do seu país. O efeito é o desejado: “Chama a atenção, porque é o Brasil”. Hoje, diz ter uma clientela fixa.
A mesma táctica foi aplicada na sua escola de futebol. Na International School, estabelecimento de ensino com quem tem uma parceria, “uso o meu nome associado ao Brasil. O futebol brasileiro é apreciado, é ‘top level’ e isso facilita muito”, reconhece o ex-futebolista.

O samba não chega

Do lado do desporto, cada modalidade vale por si. A origem não tem impacto comercial. Criada em 2007, a Associação de Jiu-jitsu Brasileiro de Macau funciona por “passa palavra” e está a “crescer devagarinho”, à custa de uma turma flutuante composta essencialmente por expatriados.
“Não posso dizer [que esse crescimento] se deva ao facto de ser brasileiro. É mais pela arte marcial que, hoje em dia, é considerada uma das mais eficazes do mundo para defesa pessoal”, aponta o vice-presidente da organização, Tiago Afonso.
Ainda a dar os primeiros passos em Macau, no ginásio Universal Yoga, o mestre de capoeira Edy Murphin (ver texto nesta página) também não se fia na marca Brasil. “Não ponho só a marca Brasil, vendo a marca capoeira e o desporto. Passo a mensagem: fez muito bem para mim e também vai fazer para você”, afirma.

E, através da prática desportiva, comercializa cultura. “Faço os asiáticos se abraçarem. Coloco um pouco desse nosso jeito e acabam pegando. Os alunos não só aprendem capoeira e defesa pessoal, mas também o português e a música”, assegura.
Sem motivos para lamentos está o proprietário do grupo Dança Brasil. O negócio iniciado em 2003 vai de vento em popa e nem a crise financeira afecta as solicitações deste grupo que tem presença marcada no Festival Internacional de Artes de Pequim.

Wallas Silva conquistou o sucesso à custa de adaptação e aculturação. As “fantasias”, por exemplo, são mais fechadas do que o habitual.
A par disso, é “preciso variar”. Ao samba e às danças brasileiras, o Dança Brasil acrescentou hip hop, Bollywood, jazz, cancan, entre outros. “Deixei de me concentrar tanto no Brasil, mudei para vários tipos de entretenimento e senti uma mudança na resposta do cliente”, conclui.

 
Fonte. http://www.hojemacau.com