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Portugal: 15º Festival Alto Astral

Chegámos à 15ª edição do nosso Festival! São 17 anos de trabalho e 15 anos de Alto Astral, contem com boas rodas, aulas, espectáculo de danças, jantar, palestras e mostras de vídeos, tudo no maior Alto Astral. Vamos fazer deste fim-de-semana, um momento especial e com muita e boa energia, juntamente com mestres e amigos que fazem já parte da história desse grupo.

. Aulas de Capoeira e palestras;
. Oficinas de percussão e instrumentos;
. Jantar com espectáculo;
. Festa Brasileira;
. Criação de espaços para associações e entidades convidadas;
. Aulas de danças;
. Mostra de vídeo permanente;
. Palestras e exposições;
. Loja e espaço de convívio.

Valores: 
50?* » Capoeiras de outros Grupos e CAA Alentejo, Madeira e Roménia (Aulas + actividades todos os dias).
35?* » Para um dia. 
75?* » Todos os alunos CAA Lisboa e arredores.
8?* PARA quem VAI aparecer na RODA de SEXTA-FEIRA
– Não Inclui Jantar de Sábado*

CONTATOS:

Mestre Marco António
+351 962 988 467
+351 915 808 623

marcoantoniocaa@hotmail.com

Capoeira sem mestre

Temos visto ultimamente, principalmente em alguns países europeus, o surgimento de vários grupos de capoeira cuja característica é a de não se vincular a nenhum mestre. Grupos que se caracterizam pela autogestão, cujos próprios integrantes se revezam na tarefa de “puxarem” os treinos e comandarem as rodas. Grupos que não se vinculam a nenhuma “linhagem” de capoeira. Muitos desses grupos, inclusive, se baseiam em vídeos do YouTube e outras ferramentas virtuais para aprimorarem suas sequências de movimentos, golpes, etc.

Entendo que essa iniciativa é, a princípio, muito interessante, pois as responsabilidades são assumidas coletivamente, dentro do princípio de horizontalidade de poder, onde “ninguém manda em ninguém”, onde não existe hierarquia, a não ser pelo tempo de vivência na capoeira de cada um.

Todas as formas autogestionárias devem ser saudadas e valorizadas nesse mundo atual, pois significam formas alternativas de se viver em coletividade, criando novas sociabilidades que se contrapõem à perversa lógica do capitalismo, em que sempre tem que haver alguém para mandar (os que têm dinheiro, e consequentemente poder), e alguém para obedecer (os quem não têm).

Porém, não podemos esquecer que a capoeira não se trata de mera atividade física, ou outra atividade social qualquer. Trata-se de uma manifestação cultural originada de tradições muito profundas, com raízes na ancestralidade africana e na história de luta contra a escravidão no Brasil. Tudo que a capoeira é nos dias atuais, foi fruto de um processo histórico em que foram se acumulando vivências de homens e mulheres que muito sofreram e lutaram, para que essa tradição fosse mantida e chegasse até os dias de hoje.

O mestre de capoeira representa o elo entre esse passado de lutas e sofrimentos, e o presente onde se encontra a capoeira atualmente, espalhada pelos quatro cantos do mundo. O mestre de capoeira tem a missão quase sagrada, de não permitir que esse elo se rompa ! De garantir que os saberes envolvidos na prática da capoeira, sejam transmitidos de forma a respeitar esse passado, a valorizar essa história dessa gente, de manter a tradição viva, mesmo entendendo que a cultura é dinâmica e vai se transformando através dos tempos.

Arrisco dizer que existem princípios vinculados à prática da capoeira que, se não forem mantidos e respeitados, correm o risco de fazer essa tradição se transformar numa simples prática corporal, ou num mero produto comercial, ou ainda, apenas em mais uma modalidade olímpica (como aconteceu com o judô). E sabemos que a capoeira é muito mais do que isso !

Por isso, entendo que o papel do mestre é muito mais do que simplesmente ensinar um movimento ou um golpe. O mestre deve ser detentor de um conhecimento que vai sendo adquirido ao longo da vida, que vai muito além da sua capacidade física de realizar determinado movimento. Ele deve ser consciente sobre o papel de ser o responsável pela transmissão desses conhecimentos para as gerações mais novas. E por isso deve se preparar durante boa parte de sua existência para poder cumprir essa missão. Isso geralmente leva bastante tempo e por isso também não acredito em mestres de capoeira muito jovens. Eles ainda têm muito que aprender antes de se considerarem mestres.

Então, pergunto eu aqui com meus botões:  como esses grupos autogestionários lidam com isso ? Preocupam-se somente em aprender e aperfeiçoar os movimentos para aplicá-los no jogo ? E as questões históricas, ancestrais, ritualísticas, que peso têm para eles ? Que preparo possuem essas pessoas para lidarem com essas questões ?  O que a capoeira perde, quando é encarada somente como esporte ou prática corporal  ?

Ficam essas questões para reflexão, ou pra quem se aventurar a respondê-las !

Pedro Abib

* Sobre a Ilustração escolhida pelo Editor: Capoeira: sem mestre – Lamartine Pereira da Costa

Sobre o Autor:

O Professor Lamartine Pereira da Costa é um ícone da Educação Física Brasileira e faz parte do seleto grupo de profissionais que contribuíram decisivamente para a evolução acadêmica, técnica e científica dessa área.

O Livro:

O livro completou cinquenta e um anos de publicação. De uma certa forma, podemos dizer que o autor antecipou-se ao movimento de crescimento da capoeira e percebeu a importância que a capoeira viria a assumir no cenário cultural brasileiro.

A publicação é datada: é retrato de um momento em que se acreditava que a capoeira se fortaleceria como um método ginástico, ou como uma modalidade de luta, mais do que uma manifestação de forte conteúdo cultural, étnica e social. É um interessante registro de uma época da história da nossa capoeiragem.

Luis Renato Vieira

Palavra do Editor

Em tempo iremos publicar uma matéria mais ampla sobre o tema aproveitando esta fantástica chamada do nosso grande camarada Pedrão… que se esmerou na cronica… e fazendo a chamada!

Um tema nuclear, importante e que deve fomentar uma discussão mais aprofundada sobre o cenário do ensino da capoeiragem em todos os níveis.

Luciano Milani – Editor

Festa de capoeira no Vale do Ribeira fortalece cultura quilombola

A 1ª Festa de Capoeira no Quilombo de Pedro Cubas, em Eldorado, no Vale do Ribeira (SP), aconteceu no último final de semana (1º e 2/9)e girou em torno da entrega das graduações de capoeira para 26 alunos do projeto Ponto de Cultura Socioambiental. A comemoração marcou ainda a fase final do projeto desenvolvido por quase três anos nas comunidades quilombolas de Pedro Cubas e Pedro Cubas de Cima.

As associações quilombolas de Pedro Cubas e Pedro Cubas de Cima organizaram a festa, cujos preparativos começaram duas semanas antes com a participação de alunos, pais, do ISA e da Associação Desportiva e Cultural de Capoeira Nossa Senhora da Guia (Adecc ). Os 26 alunos do projeto, adolescentes e jovens fizeram a decoração e organizaram as rodas.

Entre os convidados estavam grupos de capoeira como a Associação de Capoeira Quilombo dos Palmares, de Guarulhos/SP; o Grupo de Capoeira Nagolo, de Pedro de Toledo/SP; a Associação de Capoeira Liberdade Camará, de Araçatuba/SP; o Grupo Bernardo Furquim, do Quilombo São Pedro, a Orquestra de Berimbau do Morro do Querosene, situado bairro do Butantan em São Paulo, além das comunidades quilombolas vizinhas à Pedro Cubas. Também participaram da festa dois componentes do Grupo Angoleiros do Sertão (Marcos e Molejo) de Presidente Prudente/SP, Kleber Macaquinho que veio da Bahia e representantes da Eaacone (Equipe de Articulação e Assessoria às Comunidades Negras do Vale do Ribeira).

No sábado, os grupos começaram a chegar ao quilombo de Pedro Cubas por volta das 19 hs. Tochas e uma fogueira foram colocadas para a realização de uma roda de confraternização e do jogo da capoeira Angola.

O instrutor Leleco, que treinou o grupo nesses quase três anos, apresentou os convidados e as lideranças quilombolas, Diva e Antonio Jorge, deram as boas vinda a todos expressando a alegria e o orgulho da comunidade em ser o cenário de um momento de intercâmbio cultural e de graduação de seus jovens. Esse encontro foi uma representação da amizade entre os grupos presentes. Depois começou a roda que só terminou às 11 da noite.

Na manhã do domingo (2), os convidados foram recepcionados com um café tradicional quilombola, com cuscuz de arroz, coruja, bolo de mandioca e pão caseiro.

Depois foi a cerimônia de graduação dos alunos do Ponto de Cultura em Capoeira Regional de Bimba no galpão de sapê do quilombo. Seguindo o protocolo da atividade, na abertura, cada mestre foi apresentado (Mestre Marco Lima, Mestre Peixe, Mestre Bililico, Kleber Macaquinho) e cada um deles apresentou seus alunos e formados. Neste momento os convidados foram saudados e a comunidade de Pedro Cubas e o ISA agradeceram a presença de todos. Em seguida, cada graduando fez um jogo com os mestres e formados e recebendo a sua corda colorida. Cada cor corresponde a uma graduação, um estágio de evolução dentro da capoeira.

O último a receber a graduação de cor verde e branca foi o orientador dos alunos de Pedro Cubas, Leleco, que foi homenageado pela comunidade e pelos alunos pelo trabalho desenvolvido no Ponto de Cultura.

Em seguida, a Orquestra de Berimbau do Morro do Querosene, comandada por Dinho Nascimento, encerrou a festa.

O trabalho conjunto de preparação da festa dos jovens e adolescentes com as associações quilombolas foi o destaque do evento. Atividades de integração como esta revelam a diversidade da expressão cultural da capoeira, os diferentes tipos e jeitos de jogar e o respeito pela cultura de cada grupo. A festa foi ainda uma oportunidade de troca entre grupos e pessoas convidadas vindas de outros pontos de cultura, além de contribuir para o fortalecimento da juventude quilombola e de suas expressões culturais.

 

Fonte: ISA, Raquel Pasinato – http://www.socioambiental.org

Capoeira de Rua e Capoeira na Rua

Com o processo de expansão da capoeira pelo mundo que estamos assistindo hoje em dia, cada vez mais os espaços públicos têm sido ocupados por essa manifestação. Vemos a capoeira atualmente em parques, praças, jardins, praias, na rua e em todos os tipos de evento ao ar livre, em quase todas as partes do planeta.

É interessante observarmos que a origem da capoeira foi justamente essa: a rua. Pelo menos a capoeira como conhecemos hoje, que é aquela forma que essa manifestação adquiriu definitivamente no final do século XIX e início do século XX, a partir das chamadas “festas de largo” ocorridas na Bahia. Foi no espaço das ruas, durante essas festas populares da cidade de Salvador, que esse modelo de roda de capoeira que conhecemos hoje se estabeleceu e se difundiu pelo resto do mundo.

Porém, com o desenvolvimento dos métodos de ensino da capoeira, essa manifestação pouco a pouco foi migrando para os espaços fechados. Foi a época em que começaram a se difundir as academias de capoeira, e começaram a ficar cada vez mais raras as chamadas “rodas de rua”, com raras exceções.

Atualmente vemos um movimento muito forte de capoeira acontecendo nesses espaços públicos que tem a “rua” como palco. Isso é muito importante, pois dá visibilidade à essa manifestação e podemos dizer que essas apresentações públicas tem sido um dos fatores determinantes para que a capoeira vá ganhando mais adeptos a cada dia.

Contudo, vale fazer aqui uma diferenciação daquilo que compreendemos com os termos “capoeira na rua” e “capoeira de rua”. A maioria dessas apresentações de capoeira que assistimos nesses espaços públicos, podemos definir como “capoeira na rua”, pois tratam-se de grupos organizados que tem suas sedes, realizam treinos e rodas nesses espaços fechados e vez por outra, por ocasião de algum evento ou data especial, saem às ruas para fazer uma roda ou uma exibição.

O outro caso, menos comum, é a “capoeira de rua” que se caracteriza por grupos que se encontram exclusivamente nesses espaços para a prática da sua capoeiragem, não possuindo uma sede fixa, ou um espaço fechado onde se realizam treinos e rodas. Poucos grupos têm essa característica, mas é muito importante a permanência dessa forma de manifestação da capoeiragem, pois remete às tradições mais antigas dessa arte-luta.

Uma das rodas de rua mais famosas de Salvador é a do Mestre Lua Rasta. A roda acontece às noites de sexta-feira no Terreiro de Jesus, no centro histórico de Salvador. Se você está pensando em visitar o Brasil e participar dessa roda de capoeira, procure por hotéis em Salvador próximos ao centro histórico e faça uma visita ao Mestre Lua Rasta que você não irá se arrepender. Uma roda muito interessante, precedida pelo cortejo do “Bando Anunciador” de mestre Lua que percorre as ruas do Pelourinho anunciando que a roda vai se iniciar. Todo tipo de capoeirista frequenta passa por ali, muitos mestres também. mestre Lua aproveita e sempre dá algum recado recheado de ironia e crítica social. As vezes rola até um ensaio de Mouringue – luta muito parecida com a capoeira, original das Ilhas Reunion, ex-colônia francesa localizada na África. Quem não conhece essa roda, vale a pena conhecer !

Grupos de Capoeira irão lançar projeto de prevenção as drogas

Aconteceu oficialmene na sexta feira, 16 de Dezembro, o lançamento do Projeto “Sou craque na Capoeira e nas Drogas dou rasteira”. O evento contou com o apoio da Câmara Municipal de Fortaleza e foi realizado na Praça do Ferreira.

O Presidente da Câmara Municipal de Fortaleza, Vereador Acrísio Sena – (PT/CE), destacou a importâncias dos grupos de Capoeira em somar neste momento, ao programa nacional lançado pela a Presidenta Dilma Rusself, que visa combater os traficantes e ressocializar os dependentes químicos, e que com isso, a capoeira terá uma participação muito grande nesta ação, tanto no aspecto saúde, esporte e bem estar de qualidade de vida.

Os grupos participantes passarão por um processo de capacitação com profissionais da área, para melhor ter domínio no tema em questão e poder ajudar direto e indiretamente. Além disso, será confeccionado informativos para distribuição em pontos estratégicos de nossa cidade, no intuito de alertar e melhor explicar como identificar um usuário de droga, já que muitos dos casos registrados acontecem dentro de casa e não sabemos quais os sintomas para identificá-los.

Na pauta da programação, está prevista uma audiência publica em conjunto, Câmara Municipal de Fortaleza e a Assembléia Legislativa do Estado do Ceará, onde será debatido o papel da Capoeira na Prevenção as drogas e da violência no nosso Estado, requerimento de autoria do Deputado Roberto Mesquita – (PV/CE), por iniciativa do Vereador Iraguassú Teixeira – (PTD/CE).

A intenção é dar continuidade neste projeto até 2016, uma vez que, não iremos combater as drogas e a criminalidade de uma hora para outra, não é este o objetivo do projeto, o País foi contemplado com 02 (dois) grandes eventos esportivos mundiais, a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016; ate a realização destes grandes acontecimentos, muito teremos que fazer neste sentido; é o que afirma Mestre Gerson do Valle, idealizador do Projeto.

 

Maiores informações:

Mestre Gerson do Valle – 085. 8754.2803 Oi, 9954.8989 TIM, 8107.6104 Vivo e 9204.2624

Email: mestregerson@yahoo.com.br

Blog: HTTP//:www.gersondovalleoreporter.blogspot.com

http//:www.ciaterreirocapoeiradoceará.blogspot.com

 

Equipe: Juntos vamos dar uma rasteira nas drogas. Terreiro Capoeira, ACAS, Legião Brasileira, Grupo Zumbi, Associação Palmares, Marabaiano, Benção Capoeira, Grupo Muzenza, Viver Capoeira, União Capoeira, Capoeira Brasil, Nação Capoeira, Berimbau de Prata, Capoeira Luz Viva, Nação Negra e Equipe Capoeira.

 

(*) Foto: Presidente Acrísio Sena, Mestre Prainha – Presidente em exercício da Federação Cearense de Capoeira e Vereador Iraguassú Teixeira

Florianópolis: VI Mosaico Integrando de Capoeira

O VI Mosaico Integrando de Capoeira (VI MIC) ocorreu em Florianópolis, no dia 03 de dezembro de 2011 e foi coroado de êxito. O princípio fundamental deste evento está centrado na organização coletiva, desde o planejamento, passando pela execução até a avaliação. Nesse ano de 2011 contou com líderes dos grupos Beribazu, Gunganagô, Aú Capoeira e Maré Brasil.

Aconteceram cerimônias de batismo, graduação e formaturas, bem como apresentações culturais. O evento aconteceu no Teatro da UBRO, em dois momentos, pela manhã ocorreu o Batizado de crianças até 13 anos, na parte da tarde aconteceu o Show cultural, seguido da segunda parte do batizado, posteriormente as trocas de graduações e formaturas, onde Mestre Kadu ganhou seu 3º Grau de Mestria, o MIC foi agraciado com a participação de Mestres ilustres, como Adilson-DF, Pop-SC, Falcão-GO, Demétrius-SC, Ceará-PR, Nanã-SC e Delmar-RS, além dos Contramestres Rato, Enio, Cascão, Jimmy Wall e Habibis e mais dezenas de professores de diversos grupos de Florianópolis e de outras cidades. As atividades foram todas gratuitas e abertas ao público.

O VI MIC consolida definitivamente o processo de integração que vem sendo implementado por diversos grupos de capoeira da cidade, que têm na Confraria Catarinense de Capoeira, um ponto de apoio. O evento mobilizou um expressivo número de praticantes de capoeira e contribuiu para democratização das relações entre grupos, abrindo possibilidades para novas formas de integração cultural.

Este evento contou com apoio da Eletrosul, Fundação Franklin Cascaes e na sonorização, por intermédio do Gabinete do Deputado Federal Gean Loureiro.

O potencial educacional do evento pode ser verificado a partir de ações de organização coletiva, colaboração, tolerância e solidariedade, tão necessárias para a realização de atividades com essas características.

 

Os grupos que participaram desse IV MIC foram:

 

O Grupo de Capoeira Beribazu

 

O Grupo de Capoeira Beribazu foi fundado em 11 de agosto de 1972, no Distrito Federal pelo Mestre Zulu. Atualmente possui núcleos espalhados pelo país e em diversas regiões do mundo. Em Florianópolis, o grupo é coordenado hoje pelo Mestre Nanã.

 

O Grupo Gunganagô

 

O Centro Cultural de Capoeira Gunganagô foi criado em 2006 pelo Mestre Kadu, que reside em Florianópolis desde 1994. Tem trabalhos desenvolvidos em alguns bairros da cidade. Desenvolve uma significativa experiência de Capoeira com deficientes visuais.

 

O Grupo Maré Brasil

 

A Escola de Capoeira Maré Brasil foi idealizada e criada pelo Contramestre Rato. Presta serviços em vários núcleos na cidade de Florianópolis abrangendo um público de diferentes faixas etárias e classes sociais promovendo a vivência da arte capoeira.

 

A Escola Aú Capoeira

 

A Escola Aú Capoeira foi idealizada pelo Mestre Pop, radicado na Ilha de Florianópolis dês de 1977. Esta Escola não tem como objetivo maior apenas o desenvolvimento da capoeira em si, mas os sujeitos a ela envolvidos e especialmente a forma de valorização e transmissão do conjunto de conhecimentos que perpassa o estudo teórico e prático da capoeira.

 

Veja mais fotos:

http://guilhermeantunes.com/on/index.php?do=photocart&viewGallery=10064#page=1

Nestor Capoeira & Lançamento de seu Novo Livro

Lançamento de livro: CAPOEIRA A CONSTRUÇÃO DA MALÍCIA E A FILOSOFIA DA MALANDRAGEM – 1800 – 2010 de Nestor Capoeira

Alo rapaziada, em alguns meses lanço um novo livro.

É um livro de responsa, com 560 páginas, muitas ilustrações, papos com Velhos Mestres já falecidos, as melhores partes de meu doutorado (mas em linguagem do dia-a-dia), e ampla bibliografia (autores de 1886 para cá e, em especial, as últimas pesquisas).

O novo livro enfoca em profundidade a malícia; e também, como sempre, uma parte prática de treinamentos para o iniciante, o médio, e o aluno formado.

Se no passado, há 10 ou 20 ou 30 anos atrás, algum dos meus livros te deu uma nova visão do que realmente é o Jogo de Capoeira; então prepare-se: este novo livro vai fazer tua cabeça, é um passo além.

Estamos criando “grupos de estudo”. Já existem alguns na Europa e agora vamos ampliar para o Brasil e outros países.

Eu envio um capítulo, você lê, reune-se com seus amigos do “grupo de estudo” umas 2 ou 3 vezes para discutir o assunto; concordar ou discordar; bolar outras idéias. Então entram no blog do livro com suas dúvidas e intervenções, para discutirmos e “trocar figurinha”.

Paralelo a isso, você vai ver os outros grupos de outras cidades que também estarão entrando no blog com suas contribuições.

Um mês depois, eu envio novo capítulo e repetimos o lance.

 

Como criar um “grupo de estudo”?

Basta você ler o texto que está no arquivo anexo, e envia-lo para amigos que também curtam o lance.

Você e seus amigos (1, 2, 5 ou 20 amigos) é que vão criar o seu “grupo de estudo”; resolver quando vão se reunir; e depois mandar as suas idéias, dúvidas, e contribuições para o blog.

É totalmente gratuito. Não tem nada a ver com seu “grupo de capoeira”, sua academia, ou o seu estilo.

No entanto, há uma regra: no blog só discutimos o capítulo que está sendo estudado. Não discutimos outros aspectos da capoeira, ou dos capoeiristas.

 

Você pode participar sozinho?

Claro que sim.

Mas lembre-se que para jogar capoeira é preciso uma dupla, e mais outro para tocar berimbau. Aqui é a mesma coisa; a troca num “grupo de estudo” é mais rica do que a cabeça de uma só pessoa.

 

Então aí vai, no arquivo anexo, os 2 primeiros capítulos.

 

Breve você vai receber o endereço do blog.

Tudo de bom, muito axé,

Nestor Capoeira.

Capoeiristas Cearenses unidos para dar uma rasteira nas drogas

“Aprender para ensinar e ensinar a aprender”

Usada como ferramenta de inclusão social, a capoeira pode inibir uma das grandes preocupações que envolvem hoje a nossa juventude; as drogas. O consumo de drogas no País é muito grande e não há como combater, chega-se cogitar a liberação da mesma no Brasil, assim como ocorre em alguns Países de primeiro mundo.Enquanto nossas autoridades não chegam ao um denominador, Grupos de Capoeirano estado do Ceará resolvem realizar o projeto denominado: “Sou craque na Capoeirae nas drogas dou rasteiras”, equipe: “Juntos vamos dar uma rasteira nas drogas”.

O evento esta programado para ser realizado no mês de dezembro do corrente ano, mas os grupos já estão mobilizados em busca de apoio e patrocínio.
O projeto esta constituído por 17 Grupos de Capoeira da Capital e no Estado do Ceará, onde os mesmos pretendem mostrar a Capoeira como ferramenta de inclusão no combate as drogas, principalmente contra crack, uma droga avassaladora que vemdestruindo não só os nossos jovens, como também, muitas famílias.
Para somar nesta empreitada a equipe denominada de “Juntos vamos dar umarasteira nas drogas”, irá elaborar uma serie de atividades: palestras, doação de sangue, apresentações em terminais, praias, aulas e oficinas de Capoeira, audiências Publicas na Câmara Municipal e Assembléia Legislativa.

A Capoeira é sem sobra de duvidas na atualidade uma das maiores ferramenta deinclusão social no combate as drogas no nosso País, se não vejamos; como produtoda cultura popular e esporte, podem e devem contribuir para reverter esse quadro efavorecer a aproximação das pessoas, valorizando-as pelo que são, em essência, enão pelas suas condições sociais e materiais. Contribui também, para a construçãode espaços democráticos, onde todos tenham direitos e oportunidades iguais; para a compreensão das relações entre passado, presente e futuro; e, sobretudo, paradespertar a consciência política e a capacidade de afirmação da cidadania e dos direitos humanos fundamentais.

Fortaleza é o epicentro de onde surgiram personagens fundamentais, que contribuíram para a formação da capoeira no Ceará. Este processo de construção começou no início da década de 1970, a capoeira antes marginalizada e criminalizada; hoje conta com cerca de 100 mil praticantes em todo o Estado. Porém, para que essas conquistas possam seguir adiante, é necessário que se discuta políticas públicas voltadas exclusivamente para a capoeira. Afinal, são 41 anos de serviços prestados, formando cidadãos, promovendo a inclusão social e afastando os jovens doenvolvimento em atividades ilícitas.

Segundo o IBGE, 62% da população cearense vivem abaixo da linha da pobreza,em contraste com uma desigual concentração de renda nas mãos de uma minoria. O desemprego atinge 200 mil pessoas, principalmente os jovens. O consumo do crack, droga altamente nociva e com capacidade veloz de degradação humana tem crescidode forma assustadora entre a juventude, soma-se a isso o fato de Fortaleza conviver com mais de 700 favelas, a maioria sem previsão de políticas publicas de educação, cultura ou lazer, medidas estas, que poderiam contribuir para amenizar sensivelmente o devastador quadro social que vem sendo pintado diariamente.

São partes integrantes para concretização deste projeto os seguintes Grupos com seus respectivos Mestres e Contra Mestres: Terreiro Capoeira, Mestre Gerson do Valle, Cordão de Ouro, Mestra Paulinha, ACAS, Mestre Simpatia, Legião Brasileira, Mestre Zebrinha, Zumbi, Mestre Wlisses, Palmares, Mestre João Baiano, Marabaiano, Mestre Jair, Benção Capoeira, Mestre Bebezão e Prainha, Muzenza, Mestre Adriano, Viver Capoeira, Mestre Indio, União Capoeira, Mestre Marrom, Capoeira Brasil, Mestre Kim, Nação Capoeira, Mestre Baleia, Berimbau de Prata, Mestre Zé Ivan, São Salvador, Mestre Aramola, Nação Negra, Mestre Humberto e Equipe Capoeira, Contra Mestre Piolho.

Em todo o Brasil, mais especialmente em nosso Estado, as drogas têm proliferado de uma maneira assustadora, levando muitos dos nossos jovens ao seu consumo ea morte; porem a Capoeira como instrumento disciplinador vem ocupando espaço dedestaque nesse contexto e oferecendo contribuições significativas através de seus educadores.

Nosso lema: “Aprender para ensinar e ensinar a aprender”, capacitando aindamais os educadores, mestres e professores em capoeira, para que possam prestarserviços eficientes, de alta qualidade e contribuir de maneira efetiva com o processo cultural local, favorecendo, entre outras coisas, a inclusão social, o combate à evasão escolar e a prevenção do envolvimento dos jovens em atividades ilícitas. Desta formaconclamamos a todos para: “JUNTOS DARMOS UMA RASTEIRA NAS DROGAS”. Finaliza Mestre Gerson do Valle, idealizador do Projeto.

Maiores informações de como participar na construção e no apoio a este projeto:

Mestre Gerson do Valle
085. 9954.8989 TIM – 8754.2803 OI – 9204.2624 CLARO – 8107.6104 VIVO
E-mail: mestregerson@yahoo.com.br

Capoeira, qual é a sua, Angola, Regional ou contemporânea?

Certamente o leitor atento as questões da capoeira terá feito a si próprio ou aos outros o tipo de pergunta que compõe o título dessa crónica. A resposta, se bem pensada, poderá ser por vezes dúbia, impõe particularidades existenciais e requer alguma reflexão.

Como sabemos o que convencionou-se chamar de capoeira Angola e Regional formou-se na década de 30 durante o Governo de Getúlio Vargas a partir das figuras eminentes dos Mestres Pastinha e Bimba. Estas fórmulas marcaram uma divisão clara na maneira de ver e praticar a capoeira até por que nasceram em oposição a outra. Se as divergências e as diferenças tendiam a ser mais óbvias no passado, bem menos são no presente se observarmos os processos de hibridação e novas formatações que ocorreram com a capoeira produzida pelos dois mestres.

Alguns autores chamam a atenção que para além de Bimba e Pastinha, destaca-se também a figura de um terceiro mestre no panteão dos importantes fundadores da capoeira que hoje jogamos. Trata-se de Washington Bruno da Silva, o Mestre Canjiquinha. Apesar de nunca ter criado um estilo propriamente, recordamos que o mestre criou dois toques, Samango e Muzenza e foi um importante divulgador da capoeira no sul do Brasil. A relevância do seu trabalho reside sobretudo na capacidade de síntese que realizou com o legado dos mestres Bimba e Pastinha, estabelecendo assim uma terceira posição que é hoje a postura da maioria dos grupos. Para além dos seus shows e excursões para o sul do Brasil o mestre participou de dois filmes importantes na década de sessenta como O pagador de Promessas e Barravento de Glauber Rocha, que ajudaram a popularizar a capoeira.

Destacamos a importância de alguns grupos na produção de uma nova atitude que envolve as duas formas basilares de fazer a capoeira, entre eles certamente o grupo Cordão de Ouro em São Paulo cuja simbiose de diferentes jogos produziu o miudinho. Contudo, arriscaria dizer que foi com o grupo Senzala que estas colagens ganharam maior proeminência e popularidade. O uso corrente do São Bento Grande de Angola e a mesma bateria utilizada na Capoeira Angola, contrasta com o jogo rápido, quase sempre em cima, a utilização de uma distinção hierárquica, as cordas, e uma atitude que em grande parte se aproxima da capoeira Regional. Mas afinal que formato é esse, é Angola ou Regional? A parte da resposta polémica, a verdade é que essa maneira de fazer capoeira, que alguns chamam simplesmente de Capoeira, nem Angola nem Regional, generalizou-se a partir da influência do Grupo Senzala principalmente. As fusões podem ainda se tornar mais complexas quando alguns grupos podem fazer uso da bateria da Capoeira Angola, tocar São Bento Grande de Bimba, numa atitude que de alguma forma mais se aproxima da Regional, contendo algo da Angola, ainda que de maneira discreta.

Na ausência de um termo mais adequada, convencionamos chamar de “capoeira contemporânea” toda prática da capoeira que de alguma maneira não se enquadra nem na Regional, tão pouco na Angola. Mestre Nestor Capoeira, a respeito da capoeira feita pelo grupo Senzala, batizou-a de estilo regional-senzala, nome que nunca chegou a propagar-se nos jargões correntes dos capoeiristas, penso que por força da sua pouca consistência. Embora o termo “capoeira contemporânea” tenha-se generalizado, tão pouco tornou-se consensual, pois alega-se, em argumento válido, que contemporânea pode ser também toda e qualquer capoeira que se pratica em nosso tempo, seja ela qual for. O argumento tem pertinência, mas não resolve o problema de uma nomenclatura clara que nos permita situar as diversas formas de fazer e ver a capoeira hoje. Apesar das respostas estéreis e inconclusivas a esse debate, tenho de admitir que classificar faz parte da liturgia das nossas sociedades e os nossos atores sociais, os capoeiras, também fazem-no, como forma de categorizar a capoeira que praticam ou atribuir autenticidade e legitimidade aos coletivos em que se encontram.

De volta ao termo “capoeira contemporânea”, constatamos que formalmente esse “estilo”, se assim o podemos chamar, nunca foi criado ou instituído por nenhum mestre ou grupo, nem tão pouco exista um toque ou uma liturgia do jogo que o singularize. É do meu entendimento, sem grande margens para dúvidas, que em grande parte o Grupo Abada capoeira, quer goste-se ou não, na figura do mestre Camisa, também ele herdeiro de um certo legado do Grupo Senzala, popularizou uma estética que muitos caracterizam como contemporânea. Infelizmente, talvez por força das ferramentas do mercado e da indústria cultural com o qual o grupo Abada soube sempre trabalhar bem, está estética tornou-se uma imposição na qual muitos praticantes embarcaram de forma acrítica. Tudo que estava fora desse formato dominante passou a ser qualificado de coicero, saroba, e outros tantos adjetivos de tom pejorativo. Sabemos entretanto que a “capoeira contemporânea” jogada pelo grupo Abada nada tem de inovador, e nada mais é do que uma estetização uniformizada da capoeira no seu formato corporal e musical com base na capoeira de Bimba e Pastinha.

Se por um lado as práticas habituais da capoeira Angola e Regional foram formalmente instituídas e legalmente sancionadas pelo estado com a abertura das suas academias, “outras capoeiras” podem ser também criadas e inventadas pela pujança da sua vivência, pelo cariz de sua ideologia, pela força da sua estética ou pela forma generalizada da sua prática e é, a meu ver, o que ocorre com a “capoeira contemporânea” que singulariza o grupo Abada capoeira. Nada impede que, após o falecimento do Mestre Camisa – a quem espero que viva por muitos anos – que ele possa ser visto como criador da capoeira contemporânea, muito embora nunca a tenha instituído formalmente. Não podemos subestimar a força dos atores sociais e a sua capacidade de apropriarem-se, inventarem ou recriarem as coisas que os rodeiam.

No que toca a Capoeira Regional sabemos que poucos reivindicam essa ascendência, e os que fazem andam envoltos em polémicas, por não tomarem parte direta dos grupos que descendem dos discípulos de Bimba ou por não estarem ligados ao mestre Bimba por laços familiares e consanguíneos. Apesar da figura imponente do criador da Regional a verdade é que a Regional, no formato estrito concebido pelo mestre, nunca vingou, mesmo entre alguns dos seus mais conhecidos discípulos. Raros são os grupos em que se usa um berimbau e dois pandeiros, as sequencias, os balões e quase tudo que o mestre instituiu.

O mesmo não se passa com a capoeira Angola, cujo crescimento conheceu maior impulso com a sua internacionalização, como quase tudo no Brasil que só ganha visibilidade ao cruzar as fronteiras nacionais. Constata-se que há entre os praticantes da capoeira Angola um senso de pertença mais apurado que os caracteriza, muito embora, não se possa dizer que a capoeira Angola que hoje se pratica seja verdadeiramente unânime nas suas características e mesmo precisas na realização dos rituais tal como Mestre Pastinha os concebeu. Os uniformes são de cores diversas, existem diferenças nos alinhamentos das baterias, nos rituais de compra do jogo, na nomenclatura dos golpes e até o uso de cordas, que não é comum, serve de complemento aos paramentos utilizados em alguns coletivos para diferenciar as graduações. Vendida como a “capoeira mãe”, a verdadeira e autêntica, o que é certamente uma boa estratégia de mercado, a capoeira Angola é tão crioula e híbrida quantas as outras, carente de legitimidade e autenticidade que se busca nos discursos de pureza e originalidade.

A verdade é que a diferentes bricolagens e experimentações feitas com a capoeira permitem nos dizer que há muito mais o que nos une, capoeiristas, do que o que nos separa, ainda que muitos prefiram dividir e categorizar. E se dúvidas restarem sobre as classificações de que falamos, resta ainda perguntar: qual é mesmo a capoeira que praticas ?

 

* Ricardo Nascimento

Geógrafo
Mestre em Sociologia da Cultura
Doutorando em Antropologia
Professor de Capoeira

TV Portal Capoeira: o novo canal da capoeira

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Essa é uma grande novidade em termos de cobertura jornalística, um serviço de reportagem especializado em capoeira. A TV Portal Capoeira já realizou coberturas experimentais nos festivais dos grupos Ibeca (Holanda e Alemanha), Alto Astral Capoeira (Portugal) e Aluá (Espanha). Veja como exemplo a reportagem sobre o grupo Aluá Capoeira no youtube (TVMano Lima).

A reportagem vai entrevistar o público, os promotores e os mestres e demais convidados de cada evento. Em seguida, as imagens são editadas e a matéria vai pro ar na página do Portal Capoeira e no youtube. A reportagem será supervisionada pelo jornalista Mano Lima, repórter de TV, colunista do Portal Capoeira, editor da revista Capoeira em Evidência e autor dos livros “Dicionário de Capoeira”, “Eu, você e a capoeira” e “A ginga dos mais vividos” e por Luciano Milani, editor do Portal Capoeira, professor e pesquisador.

Nessa parceria, o Portal oferece o serviço jornalístico gratuitamente. E o grupo que sugeriu a pauta arca com o transporte e estadia (alimentação e hospedagem) do repórter e, conforme a disponibilidade, do cinegrafista. A produção, será assinada pelo Portal Capoeira e editada em Português. Caso o grupo deseje e forneça um tradutor, será incluída uma legenda no idioma que o grupo indicar.

O vídeo editado poderá ser reproduzida e distribuído livremente, comercialmente ou não, pelo grupo. Com isso, os capoeiristas têm acesso a uma nova e eficiente mídia pra divulgar seus projetos e ações, com um investimento financeiro reduzidíssimo, uma vez que os custos de produção de vídeo são muitos altos, o que inviabiliza que os grupos menores tenham o seu próprio portfólio audiovisual.

 

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Para agendar o seu evento e solicitar a presença da nossa reportagem, entre em contato com o jornalista Mano Lima, no email mano.lima@yahoo.com.br, ou nos telefones (61) 9190 4256 e 8101 0915 (Brasil), ou com Luciano Milani, editor do Portal Capoeira, no email mail@portalcapoeira.com, ou nos telefones + 351 938 304 080 e + 351 279 343 053 (Portugal)