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Berlin: Existência e Resistência do Projeto Iê Ação Cultural

Aniversário / 01. até 24. SETEMBRO 2013/ 6 ANOS – Existência e Resistência do Projeto Iê Ação Cultural

Desde 1988 o Projeto Iê Ação Cultural vem desenvolvendo no Brasil atividades entre palestras, Workshops e debate relacionados à cultura afro-brasileira no aspecto sociohistórico político cultural. Nesse ano de 2013, estamos comemorando o 6° ano de registro oficial do Projeto Iê Ação Cultural e 30° Anos de vivência do Júlio César Balbino (Mestre PimPim) na Capoeira.

Convidamos a todos para participar em nosso encontro em comemoração, que será realizado no Centro Intercultural Fórum Brasil em Berlin (Alemanha).

Roda de Capoeira Angola – Iê!…Vem jogar mais eu mano meu.

Local:

Forum Brasil e.V.

Möckernstraße 72

10965 Berlin – 030 – 780 960 54

 

 

GEBURTSTAG / 01. bis 24. SEPTEMBER 2013/ 6 JAHREExistência e Resistência do Projeto Iê Ação Cultural

Seit 1988 führt das Projekt Iê Ação Cultural Aktivitäten wie Vorträge, Workshops und Debatten bezogen auf die afro-brasilianische Kultur in ihrem sozial-historischen, politischen und kulturellem Kontext durch. Dieses Jahr, 2013, feiern wir den 6. Jahrestag der offiziellen

Registrierung des Projekts Iê Ação Cultural und 30 Jahre Capoeira-Erfahrung von Júlio César Balbino (Mestre Pim-Pim).

Wir laden alle zu unserem Treffen anläßlich dieser Jahrestage ein, das im Interkulturellen Zentrum Forum Brasil in Berlin (Deutschland) stattfinden wird .

 

Projeto Iê Ação Cultural

E-mail: projetoieacaocultural@yahoo.com.br

www.ieacaocultural.com.br

http://www.facebook.com/ie.acao.cultural.goerlitz

Info. 01771540160

AACD: Superação através do Esporte

“Inclusão e Equilíbrio são alguns limites vencidos pelas crianças da AACD através da capoeira…”

Caros amigos, segue a metéria feita pela revista Fácil que será usada no TELETON de 2012, onde a nossa Capoeira é enfatizada como meio de ajuda a portadores de deficiência da AACD.

Aproveito o ensejo também e me ponho a disposição para palestras, workshops e cursos de Capoeira e capacitação para professores e Mestres que queiram trabalhar nesta vertente da nossa Arte Maior a CAPOEIRA.

 

Contatos:

Mestre Júnior – mestrejunior1@gmail.com

(xxx81)97701889 Tim – 86192109 Oi.

 

AACD: Gabriel José Mesquita Monteiro Dias – Marketing (Recife)  – gjdias@aacd.org.br

 

Iê maior é Deus, grande pequeno sou eu

 

 

O “Iê”: mais que um cumprimento, uma oportunidade para o aprendizado

A capoeira nos oferece inúmeras possibilidades para o trabalho. E na qualidade de educadores devemos estar conscientes para identificá-las e utilizá-las no momento oportuno. Para tanto, é extremamente importante o estado de vigia. Assim como no jogo, todos os sentidos devem estar despertos pois muitas delas podem passar despercebidas, por descuido ou mesmo por estarmos tão acostumados que não alcaçamos o seu potencial.   

Um desses momentos é o nosso “Iê”, que sempre foi para mim a melhor maneira de saudar meus camaradas e também a forma com a qual peço licença ou proteção para iniciar o jogo. Uma pessoa muito querida que reforça isso é o mestre Mendonça (RJ), relator da regulamentação da capoeira nos idos de 1932; um dos baluartes da nossa arte com a qual tenho o privilégio de tomar lição sempre que o encontro ou telefono para ele. Ser humano espiritualizado que sempre reforçou a importância dessa saudação entre os capoeiristas.

No entanto, apesar de buscar valorizar sempre esta atitude, ainda não tinha me dado conta de que ela oferece uma oportunidade ímpar para o trabalho. Mais que uma saudação o “Iê” encerra valores como o respeito e atua fortemente no sentimento de pertencimento.

Certo disso, tornamos a saudação uma de nossas regras. O aluno ao chegar, após arrumar as suas coisas sauda a todos que estão na roda. E todos devem saudar a sua chegada. Claro, no início eles não compreendiam muito bem, mas hoje eles já fazem questão de utilizá-lo. E quando um ou outro esquece, todos os outros camam a sua atenção para que retorne à entrada e faça o cumprimento.

Outra forma em que o “Iê” está produzindo resultados maravilhos é para chamar a atenção. Neste quesito (já em clima de carnaval) ele merece o Estandarte de Ouro. É impressisonante como as crianças atendem quando o “invoco”, seja para por fim a uma discussão, seja para chamar a atenção, seja para nos despedir… E o que mais me alegra é estar na rua e ouvir, entre uma mar de pessoas, uma voz a me saudar: Iê! Isto, verdadeiramente não tem dinheiro neste mundo ou em qualquer outro que pague.

 
Iêeeeee!

http://flaviosaudade.wordpress.com/

Ribeirão Preto – SP: Projeto Iê Ação Cultural

 

Projeto Iê Ação Cultural: Oficinas de Capoeira e Percussão

Oficina de Capoeira: 

 Todas segundas e quartas-feiras das 19:00 às 21:00 horas

Oficina de Percussão:

Todas segundas-feiras das 19:00 às 21:00 horas

 

Local:

Memorial da Classe Operária – UGT

Rua José Bonifácio, 59 – Centro (ao lado da loja SBS Motos)
Ribeirão Preto – SP

projetoieacaocultural@yahoo.com.br

A MORTE DA FIGURA PÚBLICA MESTRE LEOPOLDINA

Faleceu o Mestre de capoeira Leopoldina ás 16:30h do dia 17/10/2007, na cidade de São José dos Campos/SP, Brasil[1].
 
Abro a caixa de e-mails e lá está a notícia encaminhada por meu amigo Pedro[2].
Morreu o Mestre Leopoldina.

É de sentir o falecimento de uma figura dessas… Leopoldina, embora não tenha qualquer ligação direta com a "nossa" capoeira da Bahia, é seguramente dos últimos representantes (no Rio, acho que o mais emblemático) de um certo "ser" capoeirístico, de uma certa maneira de tocar a vida típica da "fina flor" da malandragem dos tempos de outrora (na Bahia ou no Rio). E é uma pena que a conveniência política me impeça de arrolar outros exemplos vivos na Bahia, que é meu território… [3]

Leopoldina era o símbolo acabado de uma "delicadeza já perdida"[4] ou de uma "malandragem provinciana", poética; malandragem vaidosa, elegante e criativa. Um conceito, portanto, contingencial de "malandro". E é por essa via que posso compreender o quanto orgânicas, intuitivas e legítimas tinham de ser as tão propaladas "negaças", "mandingas", "manhas" e “malícias”[5] que, pela capoeira, nossos ancestrais (categoricamente representados por figuras como Leopoldina) legaram uma perspectiva de mundo, uma maneira de driblar – com elegância e originalidade – carências materiais tão aparentes para nós, míopes repetidores dos inócuos, sabidos e ressabidos discursos sociais.
 
Trata-se, pois, de atentar para aquilo que subjaz, que está por trás, porque no que toca a miséria e abandono sofridos por Cartola, Pastinha ou Waldemar, muito já sabemos e pouco agimos[6]. É quando jogar capoeira, levar um samba, vestir-se de branco impecável ou cumprir suas obrigações transcendentes engendra dignidade na pessoa humana. É disso que não nos apercebemos e é isso que morre, não tão lentamente quanto possa parecer, quando morre um Leopoldina. Dignificar-se pelo seu modo de ser e proceder é tão importante quanto a dignidade humana de que nos falam os jornais e revistas, dignidade enfaticamente material. São direitos humanos que “dignificam” com padrões pré-moldados e classificam por índices econômicos, mas excluem o único sustentáculo efetivo daquilo que faz dos Leopoldinas da vida Mestres de verdade: a capacidade de aplicar a sabedoria de um povo a um instrumental artístico-cultural que se renova criativa e ludicamente com riqueza intrínseca inabalada[7]. Leopoldina não era mestre de capoeira porque tinha muitos alunos. Também não o era porque dominou as técnicas[8] sofisticadas. Era mestre porque fez capoeira como extensão do seu modelo de viver e ver as coisas, matriz de uma cultura que não busquei quando me matriculei na academia; mas com a qual, a partir das primeiras experiências naquela coletividade, pude me identificar e inebriar. O olhar mágico de capoeirista que estava me tornando levou-me a rever preconceitos e aprender com aqueles que infelizmente não compreenderão estas linhas, mas que insisto em chamar de Mestres e assisti-los com atenção. Mas não por humildade e sim em razão da esperteza malandra que eles mesmos me ensinam. Malandragem “que já não é normal”[9], que já se esvai antes mesmo de contagiar, deixando-nos carentes de certas sutilezas não apenas romanticamente bonitas, mas talvez enormemente relevantes para a chance de nos fazer melhor. E quando perdemos isso declinamos também de uma maneira historicamente capoeirística de sermos felizes. Felizes na simplicidade digna que nos leva a repensar a importância[10] dos mega-batizados, dos grupos colossais ou das aparições na TV. É isso que representa a morte do Mestre Leopoldina: a perda de algo que parece afixado ao tempo passado, estéreo, sem continuidade ou proliferação, mas desesperadamente essencial.
 
MALANDRAGEM[11]
 

Antigamente,
Tudo era diferente,
No Rio a gente era gente,
Que beleza de lugar,
Ali na Lapa ,
Tinha toda a malandragem,
Do Samba e da capoeira,
Vale a pena recordar,
A malandragem,
Não era como hoje em dia,
Havia mais poesia,
No jeito de malandrar,
O bom malandro,
De branco era boa praça,
Cantava e fazia graça,
Era um tipo popular,
Mas respeitado,
Porque bom da capoeira,
Derrubava de rasteira,
Sem nem mesmo se sujar,
E de noitinha,
Embaixo dos lampiões,
Lindas moças ruquiões
Olhavam onde passar,
Lá pelos arcos,
Desenhando de beleza,
O céu que a mãe natureza
Reservou pra esse lugar,
O céu que a mãe natureza
Reservou pra esse lugar,
O céu que a mãe natureza
Reservou pra esse lugar,
O céu que a mãe natureza
Reservou pra esse lugar,
Ê viva meu Deus
Iê viva meu Deus camará
Iê que me ajudou
Iê quem me ajudou camará
Iê viva meu Mestre
Iê viva meu Mestre camará

 

 
 

Esforço-me para acreditar naquilo que, certa ocasião, na Gamboa de Baixo[12], depois de ter “mordido uma cachaçinha”[13] com o M. Bola Sete, disse-me o mesmo amigo Pedro (do e-mail) – que curiosamente é professor, doutor, documentarista, intelectual e sei lá mais o quê: “Sempre haverá uma resistência. Por mais que a aculturação dominadora se apresente com toda a sua força, toda sua sedução, setores continuarão desenvolvendo maneiras e maneiras originais e ricas, de preservar sua identidade, de ser (existir)”. Esforço-me… muito esforço.

Benício Golfinho tem 24 anos, é branquelo, flácido, católico, não conheceu Leopoldina pessoalmente, não tem nenhum compromisso científico, trabalha com roupa social e nunca morou no subúrbio (nem dos ricos nem dos pobres). Mas agradece ao mundo descortinado pela capoeira e capoeiristas por cada segundo que joga nas rodas de rua, por ter aprendido a respeitar o samba como algo musicalmente fantástico, por cada ida ao terreiro (sem exotismo racista no olhar), por andar gingando, por não ver a “nega do balaio grande” como depósito de esperma, por negacear com o cotidiano e por todos os momentos de pura felicidade que desfrutou longe dos seus colegas e perto de seus amigos, malandramente.

 

[1] http://www.capoeirajogoatletico.com/blog/?p=627

[2] Decididamente a coincidência é só no nome, porque ele não parece com o amigo de Raulzito.

[3] Sim, porque a vontade é de dizer “Vão! Corram e procurem, façam documentários, escrevam livros sobre essa gente, ‘o tempo urge’!”

[4] Expressão aproveitada do vídeo “O País da Delicadeza Perdida” (Chico Buarque)

[5] “A capoeira é mandinga, é manha, é malícia (…)” (Pastinha)

[6] Ajamos, portanto.

[7] É evidente que louvar nostalgicamente a representavidade de tal cultura – personificada na figura pública do Mestre – não significa rejeitar os avanços da atualidade. Significa alertar que tais avanços não devem implicar na extinção absoluta daquilo que nos é mais sagrado: nossa tradição. Treinemos nas academias, mas não pensemos que para aprender capoeira só levantar bem as pernas basta.

[8] Aliás, o conceito de “técnica” na capoeira deveria ser mais estudado pelos pesquisadores, porque foi indubitavelmente com esteio nela e em suas mutações que toda a estética capoeirística foi se desenvolvendo, enquanto a capoeiragem fazia suas migrações (da clandestinidade para o Mercado Modelo dos gringos, do cais para a rua, do preto para o branco, da rua para os Balés Folclóricos, da rua para a academia, do Brasil para o mundo, do mundo para o Brasil, do Brasil multicultural para a africanidade resgatada etc).

[9] Trecho da música “Homenagem ao Malandro”, de Chico Buarque: “Eu fui a Lapa e perdi a viagem / que aquela malandragem não existe mais / Agora já não é normal o que dá de malandro regular, profissional / (…) Mas o malandro para valer, não espalha / aposentou a navalha, tem mulher e filho e tralha e tal / Dizem as más línguas que ele até trabalha / Mora lá longe chacoalha, no trem da central”

[10] “Importância” no sentido de imprescindibilidade, não de rejeição com algo em si negativo, mas apenas desnecessário.

[11] Ladainha cantada por M. Peixinho no dicos do Centro Cultural Senzala.

[12] Bairro (ou pequena comunidade) de Salvador-BA.

[13] Expressão por ele cunhada no mesmo dia.

Nota de Falecimento: Mestre Pernambuco

Nação Capoeira,

Repassando mensagem consternada de mestre Mintirinha, com pesar, informamos o falecimento do mestre Pernambuco, Marco Antônio Domingues Galvão, acometido de um aneurisma cerebral.

Conforme notícia veiculada em 20 de setembro de 2007, no Capoeira Jogo Atletico e no Portal Capoeira, mestre Pernambuco estava internado no Hospital Geral de Bonsucesso, no Rio de Janeiro/RJ, Brasil – leito 01, quarto 414.

O corpo de mestre Pernambuco será inumado hoje, sexta-feira, 12 de outubro de 2007, às 15:00h, no Cemitério de Inhaúma, no Rio de Janeiro/RJ, Brasil .

Tristes saudações pela perda,

Iê capoeira!!!

Mestra Cigana: Ladainha em Homenagem a Dona Ivone

Muitas vezes nesta vida
Muitas vezes nesta vida
Só se enxerga o que se quer
mais por traz de grande mestre
tem sempre grande mulher
vou falar de uma delas
voces vão saber quem é
ela é seu braço direito
em tudo que ele fizer
na saude ou na doença
está do lado esta mulher
chorando quando ele chora
sorrindo se ele quizer
desde os tempos de menina
ela lhe jurou amor
hoje depois de alguns anos
parece que começou
namorar o grande mestre
todo o tempo não passou, ah! ah!
Iê! Viva o amor
Iê! desta mulher
Iê! vou falar seu nome
Ela é DONA IVONE
Ele é CANJIQUINHA
Paraná, paraná
Paraná, paô
Canjiquinha sofreu, dona Ivone "segurou"
Paraná Paraná, Paraná Paô
Mas quando ele sorriu ela já participou…
 
Iê!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
 
 
Fatima Colombiano – Mestra Cigana

IÊ-SP e 9ª FACA – 3 a 6 de nov. 2005

 Olá CAPOEIRAS,

 

Escrevo pra avisar de nosso evento, do IÊ de SP e da FACA.

Estamos fazendo o lançamento do livro do mestre Russo e

Continuando o projeto MEMÓRIA DA CAPOEIRA UM,

Fazemos um evento com mesa redonda, roda, oficinas e mais rodas.

Se puder participar apareça…

Grande abraço

RuiTakeguma

http://f-a-c-a.vila.bol.com.br/9sampa.html

3 a 6 de novembro de 2005,

Tendal da Lapa, Pelezão e Parque Água Branca SP

70 reais, receba o livro, faça 4 oficinas de 1h30 com os mestres e receba certificado de participação

60 reais antecipado

projeto em transparência financeira…

www.ie.angola.pagina.de

As músicas vencedoras do Festival de Cantigas Capoeira pela Paz

 
ID
Músicas
Festival de Cantigas Capoeira pela Paz
MÉDIAS
Conteúdo – Mensagem
Carater Poético – Contemporaniedade
Publíco
Final
!!!!!
014
Aqui você não vai Jogar
6,33
6,33
5,83
5,67
0,00
6,04
011
O Grito do Capoeira
5,83
6,00
5,83
5,83
0,25
5,94
019
na roda só amizade
5,83
5,50
5,00
4,67
1,00
5,50
016
Capoeira vem jogar
5,67
6,00
5,17
5,00
0,00
5,46
006
não não não não, violência e drogas sempre diga não
5,67
5,83
5,17
4,83
0,25
5,44

 
Aqui você não vai jogar
Por (Monitor Atrazado)
Ritmo:


Que mania é essa de maldade
De alguém que não tem respeito
Sai arranjando confusão
Dizendo que não tem medo
Qualquer dia meu amigo
Você acaba se dando mal
Não poderá entrar na roda
Onde houver berimbau
De que vale tudo isso
Se não será respeitado
Seja calmo e tranqüilo
Que um dia será lembrado
Faça como o grande mestre
Que foi um poço de humildade
Eu falo do mestre Pastinha
Que aqui deixou saudades.
 
A brincadeira vai rolar
Não quero ver você brigar
 
Eu jogo aqui eu jogo lá
Sempre procuro respeitar
 
Coro
 
Sou amigo de todo mundo
Em todas as rodas eu posso entrar
 
Coro
 
Você que se diz valentão
Aqui você não vai jogar
 
Coro
 
Você só arranja confusão
Aqui todo mundo é da paz
O grito do Capoeira     
Por Luciano Milani e Alunos da Capoeira Mogadouro
Ritmo: Angola mais acelerada (Corrido)


 
E e e e e …… eu quero Paz e União…
E e e e e …… com amor no coração…
 
Para rico ou para o pobre… para qualquer cidadão
No jogo da capoeira, companheirismo meu irmão
 
E e e e e …… eu quero Paz e União…
E e e e e …… com amor no coração…
 
Quando olho para a rua, de noite na escuridão
Camarada eu só vejo: Violência e agressão
 
E e e e e …… eu quero Paz e União…
E e e e e …… com amor no coração…
 
De repente vejo a lua com todo seu esplendor
Penso logo em São Jorge, sinto paz e sinto amor
 
E e e e e …… eu quero Paz e União…
E e e e e …… com amor no coração…
 
Então olho com mais calma e vejo tudo em seu lugar
Vejo a Lua e as Estrelas, refletidas pelo mar
 
E e e e e …… eu quero Paz e União…
E e e e e …… com amor no coração…
 
Quando vejo as crianças e o futuro em suas mãos
Carinho , comida, escola esta é a solução
 
E e e e e …… eu quero Paz e União…
E e e e e …… com amor no coração…
 
Na roda de capoeira, Ijexá e Oração
Berimbau e atabaque, ritmo do coração
 
E e e e e …… eu quero Paz e União…
E e e e e …… com amor no coração…
 
Quando Jogo capoeira quando canto esta canção
No pé do meu berimbau faço esta louvação
 
E e e e e …… eu quero Paz e União…
E e e e e …… com amor no coração…
 
Seja noite ou seja dia, na cidade ou no sertão
O capoeira grita alto… Pede Paz e União!!
Na roda só amizade     
Por lee capoeira
Ritmo: angola ( ladainha )


 
pra que tanta violência?
pra que tanta violência?
o que é isso camará?
capoeira tem cadência
não bata pra machucar
não destrua sua essência
com seu jeito de jogar
capoeira é uma criança
começou ha engatinhar
um passo devagarinho
e aprendeu a caminhar
hoje anda pelo mundo
esta em todo lugar
 
o segredo dessa luta, ai meu deus
não tá em saber bater
nem tambem na violencia
que você aprendeu fazer
tá em sua agilidade, ai ai ai
na sua força interior
na destreza e na beleza
de quem é um jogador
jogador de capoeira
não seja tão violento
desenvolva a capoeira
mostre aqui o seu talento
jogue um jogo maneiro
não, não jogue sua maldade
viva a PAZ e não a guerra
acabe a rivalidade
leve a PAZ ao mundo inteiro
e na roda…só amizade, camaradinha…!
 
iê viva capoeira/ iê viva a capoeira camará
ela é mandingueira/ iê é mandingueira camará
iê viva meu mestre/ iê viva meu mestre camará
iê que mim ensinou/ iê que mim ensinou camará
Capoeira vem jogar     
Por Lampanche e Renata
Ritmo: Benguela


 
Capoeira vem jogar
Vem soltar a sua mandiga
vem esquecer essa besteira….
De partir sempre pra briga
 
Capoeira vem jogar
Com muito amor no coração
Vem mostrar pra essa gente
Que violência não é solução
 
Capoeira vem jogar….
 
coro
 
Capoeira é luta nossa
Que veio nos presentear,
Com toda sua mágia
Que nasceu pra libertar
 
Capoeira vem jogar….
 
coro
 
Capoeira vem jogar,
Vem passar sua emoção
Vem espalhar a paz na roda
Para todos os seus irmãos
 
Capoeira vem jogar…..
 
coro
 
Vamos jogar capoeira,
Essa arte brasileira
Simbolizando a paz
Num gesto de brincadeira
 
Capoeira vem jogar … 
Não Não, Não Não, violência e droga sempre diga não     
Por Cleo dos Santos Garcia
Ritmo:


 
O capoeira quando canta
Ele canta em harmonia
Sempre levando suas mensagens
Que vale pro dia a dia
Cada dia é uma historia
Cada historia é um dia
Quando me lembro de violência e droga
Da-me muita agonia
A agonia de saber
Que a humanidade esta se acabando
Praticando a violência e as drogas as usando
Pois aqui deixo meu recado
Para toda uma nação
Vamos gritar bem alto
Droga e violência sempre digam não
 
Coro: não não, não não
 
Capoeira me ensinou a dizer drogas não
 
Coro: não não, não não
 
A violência pra mim esta guardada a sete palmo do chão
 
Couro: não não, não não
 
Eu quero é só amor e confraternização
 
Coro: não não, não não
 
Por isso meu povo violência e drogas sempre digam não
 
Coro: não não, não não
 
Com isso camaradas
Se afaste das drogas
Pois ela derruba
O difícil depois é levantar do chão
 
Coro: não não, não não
 
Pois cultive a paz
E também harmonia
Isso é só alegria
No cotidiano de toda população
 
Coro: não não, não não
 
Oi quando oferecerem a tal de droga
Espalme sua mão e diga não
 
Coro: não não, não não
 
Fica minha mensagem para todo mundo
Que tem amor no coração
 
Coro: não não, não não

Programação de RODA de CAPOEIRA ANGOLA do Grupo IÊ para Julho/Agosto 2005 SP/SP

Em maio deste ano (2005), o Grupo Anarquista IÊ de Capoeira Angola
comemorou dois aniversários. Completamos 10 anos de existência em
Sampa, há uma década Rui Takeguma é professor deste grupo que busca
conciliar a ARTE popular da Capoeira Angola com a Pedagogia Libertária
e a Autogestão. Outro aniversário foi de 1 ano que utilizamos o Espaço
Cultural TENDAL DA LAPA
(da prefeitura de SP).
       Até final de 2003 mantínhamos nossas RODAS nas quintas-feiras a
noite, nessa nova fase sem espaço próprio o IÊ optou em não ter dias
fixos de rodas.
       A partir deste mês (julho) o Grupo IÊ optou em fazer suas RODAS
rotativas nos horários que temos no Tendal da Lapa, para atender a
variedade dos alunos atuais.
CONVIDAMOS A COMUNIDADE DOS CAPOEIRAS A NOS VISITAR, para isso
divulgamos as datas e h orários das nossas rodas a cada dois meses.
Além, do JORNAL DO CAPOEIRA, os horários estão disponíveis no SITE do
IÊ (
www.ie.angola.pagina.de <http://www.ie.angola.pagina.de>), ou
podem ser confirmado por telefone (Rui 9459-4912 ou Tendal 3862-1837).
JULHO 2005 –
Dia 19 – terça-feira – 19h30  às  21h30
Dia 25 – segunda-feira – 16h às 18h
AGOSTO 2005 –
Dia 5 – sexta-feira – 19h30  às  21h30
Dia 10 – quarta-feira – 16h às 18h
Dia 13 – sábado – 10h às 12h no Parque Água Branca dentro do II Te&So
(<
http://somaie.vila.bol.com.br/teso.html>)
Dia 16 – terça-feira – 19h30  às  21h30
Dia 26 – sexta-feira – 16h às 18h
Espaço Cultural Tendal da Lapa (ao lado da sub-prefeitura da Lapa)
r. Constança 72, LAPA (estacionamento gratuito)
São Paulo SP