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Rio Grande/RS: Projeto “Jogando Capoeira”

Projeto "Jogando Capoeira" contempla jovens no BGV

Os jovens de 5 a 17 anos do bairro Getúlio Vargas (BGV) estão aprendendo a arte da capoeira levando os estudos a sério. Trata-se do projeto "Jogando Capoeira", que é executado no bairro pelo mestre Saci e o monitor Setenta. O projeto é gratuito e conta com 25 alunos.

O mestre Saci comentou que o projeto dá oportunidade dos jovens se integrarem com a comunidade através do esporte, além do conhecimento de uma nova cultura.

Este é o primeiro ano do projeto no BGV, em anos anteriores, o projeto foi executado em outros bairros da cidade. Para 2008, o projeto deve ser executado no bairro Dom Bosquinho. Atualmente, no bairro Getúlio Vargas, o projeto conta com 25 alunos, devido ao espaço que foi cedido pelo presidente da Associação dos Moradores e Amigos do Bairro Getúlio Vargas, José Assis da Luz.

As aulas acontecem às terças e quintas-feiras e junto com elas são oferecidas oficinas de berimbau e atabaque – instrumentos tocados quando o esporte é praticado. Como forma de incentivo aos estudos, os coordenadores prometeram um berimbau aos jovens que apresentassem nota dez em todas as matérias da escola.

"A capoeira é uma maneira de ajudar as crianças a praticarem um esporte, resgatando-as de algumas coisas negativas que jovens nessa idade podem se envolver", disse o mestre Saci, que tem 21 anos de capoeira e é mestre há dois anos. O mestre completou dizendo que não é cobrado nada para os jovens interessados, mas a presença dos pais é solicitada. "Cobramos apenas a presença dos pais, que é o maior incentivo que esses jovens podem ter", encerrou Saci.

Atualmente, o projeto "Jogando Capoeira" tem suas aulas ministradas na rua Mariano Espíndola (antiga rua 6), 196, no BGV.
Os telefones de contato do projeto são (53) 9959-5091 e 8406-1377.

Fonte: Jornal Agora – José Finkler – http://www.jornalagora.com.br

Acre: Cordão de Ouro & Apae: 80 alunos entram na roda

Batizado de Ouro – Capoeira na Apae: 80 alunos entram na roda

Na próxima sexta-feira , 07, acontece o II Batizado de Capoeira na Apae. Participarão da cerimônia 80 alunos do projeto Capoeira na Apae, realizado pelo Grupo Cordão de Ouro, financiado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura, da Fundação Garibaldi Brasil. A cerimônia vai acontecer a partir das 8 horas, realizada pelo Contra-Mestre Arrepiado, sob a supervisão dos Mestres Xandão e Suassuna. Na oportunidade, será feita a entrega de 60 uniformes, além de apresentação de Maculelê e Miudinho. O batizado contará com instrutores, professores, contra-mestres e mestres de todos os grupos representantes da Liga Acreana de Capoeira.

De acordo com o Contra-Mestre Arrepiado, o batizado de capoeira é uma festa tradicional que solidifica, incentiva e garante a continuidade dos seus praticantes. “Além de proporcionar momentos de lazer e confraternização em uma festa voltada para os valores de igualdade, no intercâmbio de todos os capoeiristas”, completa.

Capoeira da Apae – O projeto teve início em 2005, por meio da gerência de projetos especiais da Secretaria de Esportes. No ano seguinte, o grupo Cordão de Ouro deu continuidade ao projeto através da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte. Este ano, seis meses de atividades, mais instrumentos e 60 uniformes foram garantidos por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura. “A capoeira é uma das mais ricas manifestações da cultura brasileira, promove através dos seus cantos, rituais e códigos o entendimento crítico das relações sociais construídas historicamente pelo homem”, explica Arrepiado.

Cultura social, artística e esportiva – É por meio da capoeira que o Contra-Mestre Arrepiado tem realizado diversos projetos com crianças e adolescentes. O capoeirista desenvolve atividades no Calçadão da Gameleira, numa iniciativa que já dura há três anos. O seu trabalho também está incluído neste mesmo período no programa Clube do Talento, da Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social, com atividades de capoeira na Baixada da Sobral. “Estes alunos estão incluídos no VI Batizado de Capoeira do Grupo Cordão de Ouro, que vai acontecer no dia 15”, diz o capoeirista. Mais informações: 99944185.

Giselle Lucena
Assessoria/FGB

Agência de Notícias do Acre – http://www.agenciadenoticias.ac.gov.br

Melhor Idade na Capoeira

Capoeira Recreativa para Terceira Idade movimenta Centro Cultural
 
Projeto financiado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura é voltado para os idosos
Quem disse que capoeira tem idade? Manifestações culturais atravessam também gerações e ganham elementos que as adequam de acordo com os praticantes. Com o projeto “Capoeira Recreativa Para Terceira Idade”, a manifestação foi adaptada para ser oferecida ao grupo da terceira idade que freqüenta o Centro Cultural Lydia Hammes.
 
O projeto é financiado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura, gerenciada pela Fundação Garibaldi Brasil, e acontece há três meses, com previsão para finalizar em dezembro. “A intenção é levar lazer para a terceira idade e tornar constante esta prática”, afirma Mestre Moreno, quem ministra as aulas. O capoeirista desenvolve trabalhos na área há mais de 17 anos, e nos últimos quatro, vem trabalhando com a melhor idade.
 
Segundo ele, a idéia do projeto surgiu no ano passado, quando visitou o centro cultural e se informou sobre as atividades desenvolvidas no espaço e o público que costuma participar. “O Centro Cultural Lydia Hammes recebe grande número de idosos, então, elaborei esse projeto para oferecer uma atividade que eles ainda não tinham. Trabalhar com a terceira idade é como trabalhar com crianças, é gratificante, eles têm uma grande energia positiva”, conta.
 
Vovó Capoeira – A turma é formada por aproximadamente 50 alunos, a maioria mulheres de 40 a 70 anos. Na opinião de Iracema Silva, 66, a capoeira deixou de ser algo só para jovens. “Nunca imaginei que iria praticar. Conhecia a atividade vendo a meninada brincar. Mas agora, vejo que é muito boa para nós também, fazemos exercícios e nos divertimos”, diz. Francisca Jasci, 58, ganhou um motivo a mais para interagir com os familiares. “É a primeira vez que pratico capoeira, os meus netos praticam, às vezes brincamos no quintal de casa”, conta. Maria Freira, 64, pratica atividade física há 24 anos, e achou a capoeira algo inovador. “Se soubesse que era tão bom, teria procurado antes”, afirma. Mais informações pelo telefone: 32251707.
 
Fonte: Rio Branco-AC – Página 20 – http://www2.uol.com.br/pagina20

Acre: Projeto Iê Camará vai divulgar a arte da capoeira

Lá do Norte temos tido muitas notícias e muitos frutos estão sendo plantados…
Importantes eventos tem movimentado esta rica região do Brasil,  mestres de renome tem se destacado na forma participativa e interativa na implementação de seus trabalhos.
Entre os dis 17 e 20 de Agosto estará acontecendo um evento importante em Manaus, sob a responsabilidade e direção do Instituto Terreiro do Brasil.
Do Acre, mais precisamente da Liga Acreana de Capoeira, recebemos esta notícia que remonta ao uso correto da Lei de Incentivo à Cultura, usufruindo e fazendo valer a voz da capoeira…
 
Aos capoeiristas da região Norte do País fica a dica para participarem e somarem com os camaradas, buscando sempre um melhor entendimento e entrosamento da capoeiragem
 
Luciano Milani

 
A Liga Acreana de Capoeira vai realizar no período de 30 de agosto a 1º de setembro, no Memorial dos Autonomistas, o 4º Projeto Iê Camará. O evento faz parte das atividades aprovadas pela Lei de Incentivo à Cultura e tem como objetivo divulgar a arte da capoeira, valorizar os profissionais da área e capacitar professores e instrutores.
 
Durante o período, a Liga vai apresentar uma avaliação dos resultados do trabalho feito com as crianças de famílias carentes, provenientes de bairros como o Conquista, Nova Estação e Baixada do Sol, entre outros.
 
De acordo com o mestre Caju, do grupo Besouro Preto Mangangá, cerca de 2,5 mil crianças e adolescentes são atendidas pelos instrutores. “É um trabalho que visa a inclusão social dos meninos e meninas por meio da arte da capoeira”, explicou.
 
A Liga Acreana é formada por seis grupos, sendo eles: o Besouro Preto Mangangá, Cordão de Outro, Mameluco, Senzala e Cadeias. Durante a realização do projeto, será desenvolvido um ciclo de palestras sobre o desenvolvimento da capoeira no Acre, além de oficinas e cursos de toque de berimbau, atabaque, os movimentos acrobáticos da luta e os folguedos da capoeira.
 
“O público vai poder contar ainda com apresentações de samba de roda, maculelê, puxada de rede, dança e do fogo”, ressaltou Caju. Os cursos serão ministrados pelos professores e mestres acreanos. O nível de técnica deles é igual ao aplicado pelos profissionais dos grandes centros, não havendo a necessidade de trazer nomes de fora do Estado. O projeto está sendo patrocinado pelo Lojão dos Parafusos.
 
 
Página 20 Online – http://www2.uol.com.br/pagina20
Rio Branco-AC