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Instituto Ressoarte e Projeto Capoeira Show

Capoeira show realiza apresentação gratuita sábado em Anastácio com apoio do FIC/MS

Com patrocínio do Fundo de Investimentos Culturais da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul acontece neste sábado (22), às 17 horas, na sede do Instituto Ressoarte, em Anastácio, mais uma apresentação do projeto Capoeira Show, realizado pelo professor Antonio Marcos Lacerda de Lima (Mestre Liminha), do grupo Ilê Camaleão. O evento é aberto ao público.

O projeto consiste na realização de oficinas de capacitação para grupos locais em municípios do Estado que resultam em grandes apresentações no fim dos trabalhos. “O objetivo é mostrar a arte, a cultura da Capoeira como ação motivadora para reflexão da cidadania”, explica o mestre Liminha.

As ações envolvem dinâmicas de Capoeira e “conversas na roda”, em que se discutem temas referentes aos problemas socioculturais que envolvam as crianças e adolescentes participantes.

“O foco são jovens em situação de vulnerabilidade. A Capoeira aparece como instrumento de valorização e afirmação da cultura local e, consequentemente, das pessoas que a desenvolvem. As atividades culturais e esportivas se apresentam como alternativas importantes para o reforço de valores. E a Capoeira se enquadra em ambos”, explica o professor.

Serviço

A oficina do projeto Capoeira Show em Anastácio acontece nesta sábado (22), a partir das 8 horas, na sede do Instituto Ressoarte, que fica na rua Américo de Souza, 320.  A entrada é franca.

Fonte: FCMS

Emancipação, inclusão e exclusão. Desafios do Passado e do Presente

Exposição traz fotos de negros escravos no Brasil

Até o ano de 1888, negros trazidos da África e seus descendentes viviam no Brasil como escravos. Eles trabalhavam sem receber salário e eram submetidos a compra ou troca, como se fossem objetos.

A exposição “Emancipação, Inclusão e Exclusão. Desafios do Passado e do Presente”, no Museu de Arte Contemporânea da USP, traz 72 imagens feitas entre 1860 e 80, de escravos e ex-escravos. A mostra, em parceria com o Instituto Moreira Salles, fica em cartaz até o dia 29 de novembro de 2013.

Na época em que as fotos foram tiradas, já circulavam entre os intelectuais críticas ao trabalho forçado.

Pelas lentes de brasileiros e estrangeiros, os negros –livres, escravizados ou libertos– foram retratados de diferentes formas: como modelos exóticos para análise científica, como parte do cenário ou como figuras principais.

Acervo Instituto Moreira Salles

PARA CONFERIR

Emancipação, inclusão e exclusão. Desafios do Passado e do Presente
QUANDO até 29/10; terça a domingo, das 10h às 18h
ONDE MAC Cidade Universitária (r. da praça do Relógio, 160; tel. 0/xx/11/3091-3039)
QUANTO grátis

 

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br

Matéria sugerida por: Nélia Azevedo

NZinga: 30 Anos de Capoeira Angola

Grupo Nzinga de Capoeira Angola

O Grupo Nzinga de Capoeira Angola nasceu em 1995, quando Rosângela Araújo – hoje conhecida como Mestra Janja – passou a residir em São Paulo, em função da elaboração de suas teses de mestrado e doutorado na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, na área temática de Filosofia e Educação. Ela vinha de 15 anos de trajetória dentro do Grupo de Capoeira Angola Pelourinho-GCAP, em Salvador, trabalho conduzido pelo Mestre Moraes, que é uma referência no crescimento e divulgação da Capoeira Angola, no Brasil e no mundo. Durante os anos noventa, vieram unir-se ao Grupo Nzinga: Paula Barreto – hoje Mestra Paulinha – que esteve em São Paulo durante seu doutorado no Departamento de Sociologia da USP, e Paulo Barreto (Mestre Poloca), geógrafo e arte-educador, que participavam do GCAP em Salvador desde sua fundação, e onde Poloca já tinha o título de Contramestre. Na Bahia, Janja, Paulinha e Poloca, conviveram com alguns dos mestres mais importantes e renomados da Capoeira Angola, como Mestre João Grande e Mestre Cobra Mansa.

O Grupo Nzinga volta-se para a preservação dos valores e fundamentos da Capoeira Angola, segundo a linhagem do seu maior expoente: Mestre Pastinha (Vicente Ferreira Pastinha, 1889-1981). A Capoeira Angola é pautada por elementos como Oralidade, Comunidade, Brincadeira, Jogo, Espiritualidade e Ancestralidade. Toda a sua prática carrega em si significados e simbologias para o crescimento e transformação do indivíduo. Em seu ritual, todos participam e cada um é fundamental e único. Entre os princípios fundamentais dessa tradição estão a luta contra a opressão, a defesa de uma Cultura de Paz, a preservação dos valores que herdamos da diáspora africana, o cuidado com as crianças e jovens, principalmente através da cultura e da educação. Daí destacam-se o enfrentamento do racismo e a luta contra a discriminação de gênero. O antirracismo está na própria natureza da Capoeira Angola, que assumiu esse nome como estratégia para se diferenciar da folclorização e da esportização sofrida pela capoeira quando ela foi legalizada e usada como discurso do Estado Novo para divulgar uma pretensa democracia racial no Brasil. Os angoleiros, como são chamados, não aceitaram a descaracterização promovida pela transformação da capoeira apenas em Educação Física, que desprezava fundamentos da convivência e da educação afrobrasileiros mantidos por séculos nas comunidades de capoeiristas. Quanto à luta contra discriminação de gênero, o Nzinga muito se traduz através da liderança de Mestras Janja e Paulinha. Apesar da existência de mulheres capoeiristas históricas, sua trajetória se destaca num mundo eminentemente masculino e machista como o da capoeira.

Nos anos noventa, o Grupo Nzinga acumulou uma série de feitos nas áreas da cultura e da educação, destacam-se as Maratonas Culturais Afro-Brasileiras, que foram discussões, oficinas, celebração e Capoeira Angola, com público diversificado, incluindo movimento Hip-Hop, ONGs e educadores. Os integrantes do grupo foram incentivados a elaborar Pesquisas Acadêmicas: produção de papers, monografias, dissertações e teses como forma de intensificar e informar o diálogo entre a cultura tradicional e a academia. Desenvolveram-se atividades em conjunto com entidades das mulheres negras, centros culturais, escolas e outras entidades congêneres.

Nessa década de 2000, outras novas conquistas: as Oficinas no Fórum Social Mundial, com participação especial no “Forumzinho”, divulgando a Capoeira Angola para crianças de todo o mundo. O lançamento do CD Nzinga Capoeira Angola, a produção de um Clip (seguem anexos) e do vídeo IÊ, Viva meu mestre. O lançamento da Revista Toques d’Angola, um domínio na internet, o sitewww.nzinga.org.br, e a inauguração de novos núcleos de trabalhos do grupo.

Entre os anos de 2001 e 2002, surgiram os núcleos do grupo em Salvador, conduzido por Mestre Poloca, e Brasília, já com número significativo de membros. Ainda em 2001 nasceu o INCAB – Instituto Nzinga de Estudos da Capoeira Angola e de Tradições Educativas Banto no Brasil. Este instituto é a representação jurídica do grupo, além de uma ampliação efetiva no leque de atuação do Nzinga. Desde sua fundação o grupo tinha sido abrigado por entidades parceiras, como o Instituto de Psicologia da USP e o Centro Cultural Elenko, mas em abril de 2003, inaugurou-se a sede do INCAB no Jardim Colombo, Zona Oeste de São Paulo. Nessa comunidade, que é um dos bairros com pior Índice de Desenvolvimento Humano da capital, uma favela menos vistosa que a vizinha Paraisópolis, o Grupo Nzinga traduziu sua vocação ativista organizando ações de complementação pedagógica para crianças da comunidade e oferecendo gratuitamente aulas de Capoeira Angola e Culturas Populares para as crianças e adolescentes do bairro dentro do Projeto Ginga Muleke. No Projeto Kakurukaju, grupos da terceira idade participavam de atividades de conscientização corporal, Capoeira Angola e debates sobre negritude.

Em setembro de 2004, Mestra Janja recebeu a homenagem de Cidadã Paulistana, da Câmara de Vereadores de São Paulo, por sua marcante atuação na preservação e luta dos valores da comunidade negra do país.

2005 foi o ano da internacionalização do trabalho do Grupo Nzinga, com a inauguração dos núcleos em Marburg, na Alemanha, e na Cidade do México; atualmente com núcleos também em Maputo – Moçambique e Londres, e um terceiro núcleo em São Paulo, que funciona na zona norte da cidade, no bairro do Tucuruvi.

Voltando a residir em Salvador, Mestra Janja assumiu a coordenação do Departamneto de Mulheres da Secretaria de Promoção da Igualdade do Estado da Bahia – SEPROMI e depois o cargo de professora titular no Departamento de Educação da Universidade Federal da Bahia. Mestra Paulinha dirige o Centro de Estudos Afro Orientais de Salvador – CEAO –  da UFBA,  e Mestre Poloca desenvolve já cinco anos atividades de resgate de lendas e contos africanos com crianças de escolas da rede pública de Salvador. Em São Paulo e nos outros núcleos, o trabalho foi assumido pelos chamados na tradição de treinéis, integrantes mais antigos, responsáveis pela condução das atividades do grupo.

Em 2008, o Instituto Nzinga decidiu mudar sua sede para a região do Largo da Batata, em Pinheiros. Ao se reestabelecer nesse bairro, onde o Nzinga foi sediado por vários anos, um núcleo de atividades passou a funcionar nas instalações do Projeto Viver, no Jardim Colombo, garantindo a continuidade dos trabalhos no bairro.

Os angoleiros e angoleiras do Nzinga são, na sua maioria, pessoas da comunidade, jovens estudantes, universitários, músicos, artistas, professores, trabalhadores…, reunidos numa diversidade de três gerações, no mínimo. Acima de tudo, o Grupo Nzinga é  constituído de pessoas que se conhecem, se gostam, gostam do que fazem e, principalmente, gostam e acreditam em fazer juntos.

 

http://nzinga.org.br – Endereço do Nzinga: Rua Alto da Sereia, 2 – 3º andar – Rio Vermelho C Salvador – BA

Ciência, paternidade e ação social

Dono de um currículo impressionante, Sidarta Ribeiro, do Instituto de Neurociências, tem uma personalidade instigante, além de um telentoso neurocientista e pesquisador, Sidarta é também capoeirista*…

Sidarta Ribeiro é um pai coruja. Sim, Sidarta Ribeiro, o neurocientista com mestrado, doutorado e pós-doutorado, que tem experiência na área de neuroetologia, neurobiologia molecular e neurofisiologia de multieletrodos, adora cuidar do filho, dar banho, brincar, trocar fralda. Bem, trocar fralda não é a atividade preferida como pai, mas ele jura que faz com prazer. Ernesto tem sete meses e chegou para mudar a rotina do pai. “Antes, eu dormia às 5h da manhã, agora tem dias que eu acordo neste horário”, disse. A paternidade também trouxe mudanças na forma como esse cientista obstinado vê a vida.

“Com a paternidade, eu fiquei mais tranquilo e mais nervoso. Quando você não tem filhos, você calcula os riscos no limite, e quando você tem filhos, você pensa ‘eu não posso correr riscos'”. Com os olhos brilhando e um sorriso tímido no rosto, Sidarta diz que gostaria de passar mais tempo com o filho, mas a dura rotina de trabalho o impede. “Minha rotina é acordar cedo, ficarcom a família, e depois que meu filho vai para a creche eu vou ou para a UFRN ou para o Instituto de Neurociências. Trabalho o dia todo e, às vezes, à noite também. O bom de ser cientista é que não tem horário e o ruim é que não tem horário”, brinca.

Outra paixão do neurocientista é a capoeira. Ele conta que tentou fazer capoeira em Brasília, quando tinha 21 anos, mas achou que estava velho demais para isso. Em Nova York, ele se rendeu aos encantos do esporte e acabou se tornando instrutor. Quando chegou a Natal, começou a dar aulas para crianças carentes da favela Via Sul, localizada nas proximidades do instituto. “Quando eu cheguei aqui no instituto ainda não tinha equipamentos, eu fiquei mais de um ano sem equipamento, então o que eu mais fiz foi trabalhar com essas crianças, era uma miséria horrorosa, todo mundo doente, todo mundo se xingando, uma neurose, e eu comecei a me dedicar a isso”.

A iniciativa acabou se tornando um projeto de extensão da UFRN, o Projeto Semente, que hoje envolve capoeira, música, e alcança um número maior de crianças. “A gente chama de socialização científica, não é iniciação científica, não é que o menino vai trabalhar no laboratório, mas sim usar a ciência para querer se vestir melhor, se limpar, melhorar a auto-estima, começar a perceber que ele não precisa pedir esmola. Tem algumas crianças que estão com a gente há vários anos e as melhoras são impressionantes”, relata.

Sidarta conta que as crianças têm verdadeiro fascínio por ciência, computadores e música clássica. “São coisas muito distantes da realidade deles e por isso mesmo fascina. A capoeira é muito importante para aproximar essas crianças, porque tem símbolos bem populares, de fácil reconhecimento. Mas depois em geral eles preferem o violino ao berimbau, talvez porque o violino simboliza uma outra realidade. A gente investe muito na formação do senso crítico, a ciência ajuda muito, porque na ciência você não acredita em nada a não ser que você tenha uma demonstração, então a gente está treinando os alunos a terem esse senso crítico. Mais do que ter os fatos científicos na ponta da língua, mas saber como é que você chega ao fato, como é que que você testa um fato. Vai acreditar em alguma coisa por quê? Baseado em quê? A gente trabalha isso”.

 

Fonte: http://www.diariodenatal.com.br/

* Inserção: Luciano Milani

USP: Capoeira, Cultura e Educação

No dia 24 de Julho de 2010 (Sábado) das 13:00 às 22:00h acontecerá em São Paulo, o Curso: Capoeira, Cultura e Educação. Será ministrado pelo Mestre Gladson e Prof. Vinicius Heine e fará parte da programação do VII Encontro Internacional de Esporte e Atividade Física, promovido pelo Instituto Phorte Educação, Universidade Gama Filho e Phorte Editora (inscrições através do site oficial do evento: http://www.institutophorte.com.br/vii-encontro-internacional-esporte-atividade-fisicacursos.php?tipo=1/) Maiores informações pelo telefone (011)2714-5678.

O Curso acontece pela terceira vez durante o Encontro Internacional do Instituto Phorte Educação. Este ano, houve um aumento da carga horária do Curso, que passou de quatro para oito horas, uma função de uma solicitação dos participantes das edições anteriores.

Neste curso serão abordados importantes temas relacionados aos temas Capoeira, Cultura e Educação, tais como: O Educar através dos movimentos da Capoeira, Integrando Educação e Cultura Popular, O Papel do Professor no processo Educativo da Capoeira, Dinâmicas e vivências educativas, A Dimensão Coletiva da Educação através da Capoeira, Educar para a Inclusão, O papel do prazer no aprendizado da Capoeira, As Emoções e a Inteligência Emocional na Educação da Capoeira.

O objetivo é criar um fórum de reflexão e discussão de importantes temas relacionados à pedagogia e ao processo de ensino e aprendizado da Capoeira. Reunirá profissionais da Capoeira (pesquisadores, Professores, Mestres e Contra Mestres) que atuam em Escolas, Universidades, Academias e Projetos Sociais em diferentes estados do Brasil.

O Encontro Internacional do Instituto Phorte Educação encontra-se na sua 7ª Edição e é um dos mais importantes Congressos em temas relacionados à Educação Física, ao Esporte e à Atividades Físicas. É um grande orgulho para a Capoeira, ver a nossa modalidade ocupando esse espaço e se fazer representar, mostrando o seu valor e sua relevância social.

O curso será teórico prático e as discussões acontecerão dentro de um contexto de vivências, dinâmicas e atividades próprias para o ensino da Capoeira em contextos educacionais. O curso tem como referência bibliográfica os livros Capoeira do Engenho à Universidade, de autoria do Mestre Gladson (cuja 4ª edição, corrigida e ampliada, acontecerá em breve pela Phorte Editora) e Capoeira um Instrumentos Psicomotor para a Cidadania, de autoria do mestre Gladson e do Prof. Vinicius Heine (professores do Centro de Práticas Esportivas da Universidade de São Paulo – CEPEUSP e coordenadores da Projete Liberdade Capoeira www.projeteliberdadecapoeira.com.br).

Os interessados devem se apressar em se inscreverem até o dia 15 de Julho. Após esta data, os valores da inscrição sofrerão uma pequena correção.

Participe! Venha trocar experiências e refletir sobre questões importantes do universo e da atuação da Capoeira.

Capoeira no Acervo do Instituto Nacional das Antiguidades da Finlândia

Caros amigos e colegas,
O museu etnográfico Helinä Rautavaara em Finlândia acabou de disponibilizar uma parte do arquivo fotográfico dele no portal do Instituto Nacional das Antiguidades da Finlândia. A coleção consiste em milhares de fotos sobre o candomblé, capoeira e a cultura afro-brasileira e brasileira em geral tiradas por a Helinä Rautavaara nos anos 1960 e 1970 em Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro.

Por décadas essas fotos se encontraram guardados no acervo do museu na Finlândia com difícil acesso ao público, então é com grande prazer que agora divulgo o link da coleção online à vocês:

As fotos se encontram em:

Capoeira

Candomblé

Infelizmente o site não se encontra em português ainda, mas o sistema de busca é bem simples. Colocando palavras de pesquisa como candomblé ou capoeira, no campo chamado “free text search” no topo da barra ao lado esquerdo, o sistema busca todas as fotos marcadas com essas palavras chaves. Outra opção boa também é buscar só com a primeira parte da palavra terminando ela com um asterisco.

Por exemplo: capoe*

Assim o sistema busca todas as fotos marcadas com palavras chaves que começam com capoe. (Em finlândes as palavras se conjugam de várias formas. Por isso muitas vezes a busca funciona melhor desse jeito).

O site continua em construção. Ao longo do tempo o museu colocará mais fotos e informação. Eles com certeza se interessariam em qualquer comentário ou pergunta que vocês teriam sobre as fotos. A pessoa responsável no museu Helinä Rautavaara sobre o projeto de digitalização dessas fotos é Katri Hirvonen-Nurmi. O email dela é: katri.hirvonen-nurmi@helinamuseo.fi

Fonte: Teimosia

FESTIVAL MAMA ÁFRICA E BRASIL DE CAPOEIRA ESTILO LIVRE

REUNIRÁ GRANDES MESTRES DA CAPOEIRA NO SESC-NITERÓI

Niterói — As assessorias de comunicação social do  Instituto Zezeu Capoeira Estilo Livre (IZC) e do IBPC — Instituto Brasileiro dos Profissionais de Capoeira acabam de confirmar para o dia 26 de junho (sábado) com concentração às 8:00h., a realização do Festival Mamma África e Brasil de Capoeira Estilo Livre, em parceria com o SESC Rio e com apoio da Federação Fluminense de Capoeira, da Liga Niterói de Capoeira, da Secretaria de Esportes de Niterói, da Fundação de Atividades Culturais do Município (FAN) e da Ouvidoria Municipal de Niterói.

O QUE É “ESTILO LIVRE”

A Capoeira é identificada como a arte marcial brasileira, e espalhou-se pelo mundo mais como atividade lúdica e exercício do que como luta. O Instituto Zezeu de Capoeira Estilo Livre propõe uma capoeira mais solta, que reúne movimentos e golpes dos dois estilos tradicionais de capoeira: a Capoeira Angola e a Capoeira Regional. Seu número de participantes cresce a cada dia, mas a finalidade deste encontro não é o de localizar tendências ou delimitar caminhos, e sim apontar para as necessidades que o ser humano tem de interagir com seu semelhante através do esporte, da cultura e da arte brasileira.

SESC-NITERÓI APÓIA ATIVIDADES POPULARES

O Serviço Social do Comércio, que proporciona múltiplas atividades em Niterói aos seus associados e à comunidade, apóia atividades de arte e cultura popular, por princípio. No dia 26 de junho, a partir das 8 horas da manhã, o FESTIVAL MAMMA ÁFRICA E BRASIL DE CAPOEIRA ESTILO LIVRE apresentará as seguintes atividades: apresentação de Capoeira de Angola, Regional e Estilo Livre, Maculelê, Jongo, Puxada de Rede, Pernada Carioca e Samba de Roda.

MAMA ÁFRICA HOMENAGEARÁ  CAPOEIRISTAS

Além destas apresentações, o conclave contará ainda com clínica e oficina de instrumentos musicais, mesa redonda entre Mestres e convidados e ainda Jogos Ecológicos, terapias alternativas e orientação odontológica.

Aproveitando o momento de confraternização, o Festival e seus parceiros — o Instituto Zezeu de Capoeira Esilo Livre,  Federação Fluminense de Capoeira, o SESC Rio, a FAN, a Ouvidoria Municipal de Niterói, etc. — homenagearão os profissionais que lutam pela valorização desta arte, que receberão troféus alusivos ao evento. Serão homenageados ainda com o troféu “Ämigos da Capoeira” aqueles que se distinguiram no apoio a essa tradicional manifestação de cultura genuinamente brasileira.

EVENTO MÚLTIPLO SERÁ ABERTO E GRATUITO

Esta promoção tem entrada gratuita e se estenderá pela maior parte do dia, terminando às 16:00h com Roda Aberta, onde todos os capoeiristas presentes terão a oportunidade de jogar com os Mestres que estarão presentes ao festival. — “Contamos com a presença da população que ama e pratica esportes, lutas, danças; pessoas interessadas em cultura popular e de todos aqueles que desejarem passar algumas horas curtindo as apresentações, participando das clínicas e convivendo conosco no alegre e saudável ambiente da capoeira. Neste evento não se paga nada, é tudo de graça. Estão todos convidados desde já”, conclui Mestre Zezeu, presidente do Instituto Brasileiro dos Profissionais de Capoeira e coordenador geral do Festival Mama África e Brasil de Capoeira Estilo Livre.

PROGRAMAÇÃO:

– 8h = Concentração (no ginásio);

– 8:30h = Abertura “Hino Nacional”;

– 9 às 10h = Oficina de Capoeira Infantil com os Professores Camelo, Tatu e Ângelo folha Seca (no ginásio);

– 9 às 10h = Mesa Redonda com tema livre com Mestre Machado como mediador, Mestre Chita, Mestre Travassos, Dr. Amadou Diop entre outros (no restaurante);

– 10h = Oficina de Jongo com a Profª. Darlene Costa (no ginásio);

– 10:30h = Oficina de Pernada Carioca e Samba de Roda com o Mestre Derli da Silva Costa (no ginásio);

– 11h = Oficina de Maculelê com o Mestre Chita;

– 11:30h = Oficina de Capoeira Regional com o Mestre Antônio Affonso;

– 12h = Oficina de Capoeira Angola com o Mestre Cobrinha;

– 12:30h = Apresentações de Jongo, Pernada Carioca, Samba de Roda, Capoeira Regional, Capoeira Angola e Capoeira Livre;.

Aconteceu: SESC–Niterói/RJ – 1º Festival Interbairros de Capoeira Estilo Livre

1º Festival Interbairros de Capoeira Estilo Livre reuniu trezentos capoeiristas e aficcionados no SESC–Niterói/RJ, Brasil.

Com a finalidade de congraçamento entre os capoeiristas dos diversos bairros de Niterói e convidados das cidades vizinhas, realizou-se sábado, dia 26 de setembro, nas dependências do SESC (Serviço Social do Comércio) de Niterói o I Festival Interbairros de Capoeira Estilo Livre.

Promovido pela Liga Niterói de Capoeira, Federação Fluminense de Capoeira e Instituto Brasileiro dos Profissionais de Capoeira, com parceria do SESC e apoio das Secretarias Municipais de Cultura, de Esportes, e da Neltur — Empresa de Turismo de Niterói, o evento, conforme esperado, reuniu não apenas os capoeiristas, mas também suas famílias, que puderam desfrutar, na ocasião, de atividades paralelas como banho de piscina, recreação infantil e massoterapia, entre outras.

PRESENÇA EXPRESSIVA DE MESTRES TROUXE BRILHO EXTRA AO EVENTO

Os Mestres de Capoeira Aranha, Branca, Carlinhos, César, Chita, Coringa, Ferro, Jacaré, Joel, Lelo, Líu, Mais Velho, Marcos, Mendonça, Mestiço, Miquinho, Naval, Niterói, Sid, Tio Régis, Tio Russo, Tonelada, Zezeu e Zumba aplaudiram bastante quando sete outros mestres foram agraciados pela organização do evento com belíssimos troféus de Honra ao Mérito especialmente confeccionados para a ocasião: os cariocas Daniel “Barba Rala”, Derly (de Jacarepaguá) e Paulão Muzenza; Machado, de São Gonçalo; e Mestres Gegê (de Caxias), Gil (Niterói) e Travassos (Itaboraí). É raro um evento de Capoeira reunir tantos dos mais expressivos mestres do nosso tempo.

Além dos 31 mestres presentes — sete dos quais agraciados com o Troféu de Honra ao Mérito como reconhecimento pelo seu trabalho e pelas suas vidas — o evento também conferiu troféus para as maiores delegações de bairros presentes, tanto as de Niterói (1º. lugar Fonseca; 2º., Vital Brasil; 3º. Icaraí), quanto as dos municípios (1º. Santa Luzia, São Gonça-lo; 2º. Papucaia, Cachoeiras do Macacú; 3º. Jacarepaguá, Rio de Janeiro).

Dois Troféus de Destaque foram conferidos ainda ao Mestre Joel Pires Marques, de Cabo Frio/RJ, criador da comunidade “Papoeira, conversa de capoeira” da Internet, e ao Mestre Paulão da Muzenza, fundador do Grupo Muzenza de Capoeira. Mestre Joel mencionou e agradeceu publicamente a ajuda que recebe dos dois maiores divulgadores mundiais da capoeira na Internet: Mestre Jeronimo (da Austrália) e mestre Luciano Milani (de Portugal), como também do mestre André Lacé, a seu ver o atual maior conhecedor de capoeira (do Rio de Janeiro).

A INTEGRAÇÃO DE RAÇAS E DE CREDOS MANTÉM VIVO O “ESPÍRITO DA CAPOEIRA”

“No I Festival de Capoeira Estilo Livre houve a total integração de pessoas de variadas faixas etárias e situações econômicas e religiosas, como sempre acontece na Capoeira, que é o meio mais barato, rápido e seguro de promover o bem estar físico e a sudável convivência entre as pessoas”, assegura Mestre Zezeu, que coordenou o evento juntamente com o IZC — Instituto Zezeu de Capoeira Livre.

O Festival teve ainda o apoio da Ouvidoria Municipal de Niterói.

Joel Pires Marques

http://groups.google.com.br/group/papoeira/
CREF1 022152-G/RJ (Ed.Física)
Boxe; Capoeira; Kickboxing & Muaythai.
tel.: (22) 26295032 e (22) 99727403 e (22) 81540658
Cabo Frio/RJ-Brasil.

Bahia: Grupos de capoeira fazem caminhada pela paz

Aproveitando o dia primeiro de janeiro, Dia da Paz Mundial, diversos grupos de capoeira de Feira de Santana fazem hoje, a partir das 16h, uma caminhada em direção à praça de alimentação da Avenida Getúlio Vargas, em Feira de Santana, 2º maior município da Bahia.

Com a palavra de ordem “Vista-se de branco e jogue limpo”, a reunião dos grupos termina numa Grande Roda de confraternização com a presença de capoeiristas de todas as idades e estilos.

Esta é a segunda edição da Campanha Cultura da Paz Capoeira, uma iniciativa do Instituto Odu Odara, ONG que trabalha com capoeira e educação em Feira de Santana.

Segundo o Instituto, a campanha é uma ação junto à comunidade capoeira da cidade para construir uma cultura de paz e diminuir as distâncias entre os grupos.

Entendemos que ações como esta são capazes de remover as barreiras para o desenvolvimento da capoeira integrando os capoeiristas entre si e com a comunidade – dizem os coordenadores da entidade.

A ONG espera que, a partir do sucesso da ação, grupos de capoeira de outras cidades reproduzam a iniciativa.

Fonte: http://jbonline.terra.com.br

Cerimônia de lançamento do livro Capoeira: jogo atlético brasileiro

C o n v i t e:

Cerimônia de lançamento do livro Capoeira: jogo atlético brasileiro

Capoeira: jogo atlético brasileiro, um livro de corajosa investida na multiplicidade de opiniões sobre a epistemologia da capoeira, o jogo de capoeira e a capoeiragem; embasado no conhecimento de especialistas dos diferentes, porém tautócronos e complementares saberes populares e acadêmicos; apartado da mitificação de ídolos e da mistificação do imaginário popular quanto às origens geográficas, culturais e sociais, trazendo em si uma exposição simples e fidedigna da tradição musical, escrita, gestual e mais alguns relatos por seus ícones maiores.

Capoeira: jogo atlético brasileiro, um livro divulgador, embora pequeno, de algumas das diversas capoeiras que o Brasil e o mundo apresentam.

Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ

Átrio – das 18:30h às 21:30h
Av. Pasteur, 250 – Praia Vermelha – Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
Ao lado do Instituto Philippe Pinel. Em frente ao Iate Clube do Brasil.
Próximo aos Shoppings Rio Sul e Rio Plaza e Casa de Shows Canecão.
Entrar pela Av Venceslau Brás 71 (UFRJ)

Capoeira: jogo atlético brasileiro – Professor Joel Pires Marques

www.capoeirajogoatletico.com