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1º Encontro Integrado do Centro Cultural de Capoeira Gunganagô

Nos dias 30/11, 01 e 02/12 realizou-se em Florianópolis – SC. O 1º Encontro Integrado do Centro Cultural de Capoeira Gunganagô.

Este encontro teve o objetivo de redirecionar e fortalecer as diretrizes que norteiam esse grupo, assim como também o de unir mais seus integrantes, reforçando a filosofia e os fundamentos que embasam internamente este Centro Cultural.

No dia 30/11, aconteceu uma palestra sobre a “Musicalidade da Capoeira e as manifestações que a acompanham”, ministrada pelo Me. Kadu, fundador do grupo.

No dia 01/12, aconteceram oficinas e aulões durante o dia inteiro, desenvolvidas pelo professor Esquilo, estagiário Vinicius e Me. Kadu.

À noite, uma descontraída entrevista com Me. Adilson, de Brasília-DF, Mestre que originou a linhagem de Me. Kadu, uma noite para a história do grupo.

No dia 01/12, aconteceu a Cerimônia de entrega do “Anel do Guerreiro Gunganagô”, momento maior do encontro, onde os formados e mestres receberam os Anéis de formatura, correspondentes às suas respectivas graduações, sendo de Prata para os Formados e de Ouro para os Mestres.

Após a cerimônia houve a grande roda com batismo e graduação de alguns alunos, onde todos se confraternizaram.

Para o próximo encontro serão objetivados outras diretrizes que servirão para qualificar mais os fundamentos dos membros deste grupo.

Aconteceu: Campeonato Acreano de Ladainhas Canto das Senzalas

1° Campeonato Acreano de Ladainhas Canto das Senzalas promete se consolidar como parte do calendário cultural da cidade de Rio Branco.

Evento vai reunir na capital mestres capoeiristas de outos Estados e  aconteceu no Cine Teatro Recreio – Acre

A realização foi da Federação Acreana de Capoeira (FAC), através do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura, financiado pelo governo do Estado, por meio da Fundação de Cultura e Comunicação Elias Mansour (FEM).

É através do diálogo harmônico entre luta, dança e musicalidade que surge uma das mais belas expressões de arte e cultura, a capoeira. Genuinamente brasileira, traz em suas raízes as histórias de batalha e sofrimento de um povo, que mesmo subjugado por uma sociedade escravocrata transformou tristeza em alegria ao som de palmas e cantorias, acompanhadas por berimbaus e tambores, em um gingado único que reflete toda nossa brasilidade.

Há quem diga que um bom capoeirista é aquele que valoriza a musicalidade em meio à atividade que pratica, e foi pensando justamente nisso que a Federação Acreana de Capoeira elaborou um campeonato focado na faceta musical, tão própria dessa expressividade cultural, que além de luta e dança é também música.

A programação comporta uma série de atividades, sendo elas realizadas em diferentes espaços: cerimônia de abertura (Cine Teatro Recreio), oficinas (sala de artes marciais do Sesc), batizado integrado (miniginásio do Sesi) e o campeonato propriamente dito(Cine Teatro Recreio).

As oficinas são destinadas aos alunos das sete associações ligadas à federação: Capoeira Educar, Capoeira Nagô, Cordão de Ouro, Abadá Capoeira, Acre Brasil, Capoeira Cajueiro e Grupo Candeias. Da mesma forma, o batizado integrado é um grande encontro, uma confraternização entre os mais novos e os mais experientes capoeiristas de Rio Branco. Em média serão 350 crianças e adolescentes a serem batizados, entre eles meninos e meninas da APAE e do Centro de Ensino Especial Dom Bosco.

O Campeonato de Ladainhas está aberto a todos aqueles que queiram participar, e as inscrições só se encerram uma hora antes do início da competição. Além dos concorrentes, o evento conta com a participação especial de mestres como Luiz Renato (SP), Suassuna (SP), Catitu (SP), Kao (DF), Onça (GO), Risadinha (BA), Coruja (SP), Professor Gibi (SP) e Professor Invertebrado (SP).

Fundada em 1992, a FAC tem como objetivo difundir a cultura afro-brasileira, através da Capoeira. “E isso só é possível pela união dos grupos em busca de um bem maior, a capoeira” relata o contramestre Caju, da Capoeira Cajueiro.

 

Cristiane Albuquerque (Assessoria FEM)

Politicas Públicas para Capoeira e a Lei 10.639

Estivemos em Alagoas na cidades Maceió e União dos Palmares falando sobre Politicas Públicas para Capoeira e a Lei 10.639 que institui o ensino da matriz africana e indigena na rede pública, foi um sucesso total com a participação dos mestres da velha guarda de Alagoas. Finalizando com a ida até o Quilombo dos Palmares.

A proposta:

INTRODUÇÃO

É conhecida a enorme dificuldade que os grupos de capoeira e as culturas populares historicamente enfrentam para dar continuidade às suas atividades e para manutenção de suas expressões.

A política pública de ações afirmativas vem avançando como conseqüência do aperfeiçoamento da democracia na sociedade brasileira ocorrida nos últimos anos com a participação e até mesmo o controle dos movimentos e entidades da sociedade civil organizada sobre o Executivo, o Legislativo e, principalmente, o Judiciário.

Nestes últimos anos os capoeiristas conquistaram espaços dentro das escolas públicas e privadas, com apoio da Unesco, como também em centros comunitários e na comunidade em geral.

A capoeira passou historicamente por diferentes fases em suas relações com o Estado brasileiro, desde a rejeição e perseguição nos anos de escravidão e pós-abolição até a absorção como símbolo de identidade nacional a partir dos anos 1930 quando passou a ser apresentada como “esporte nacional”.

Diferentes camadas sociais passaram a praticar a capoeira que passa também a ser muito incentivada pelo Estado nos anos da ditadura militar brasileira, no entanto, em seus aspectos disciplinadores e ufanistas.

Nos últimos anos, com a abertura democrática, a capoeira retorna ao gueto de onde nunca saiu e onde estava camuflada, ou melhor, pode mostrar a sua verdadeira identidade e ser uma Ferramenta de Inclusão Social.

Os governos e a classe política passam a perceber o movimento cultural popular que a capoeira representa. Em vários governos municipais e estaduais surgiram secretarias focadas na questão do negro e no próprio governo federal é criada a SEPIR (Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial), com estatuto de Ministério, para promover ações afirmativas em relação aos afro-brasileiros que vão desde o reconhecimento de terras quilombolas à lei 10.639/03 substituída pela 11.645/08. Sendo a capoeira uma manifestação reconhecidamente afro-brasileira são também nesses espaços que se inserem as políticas públicas voltadas especificamente para capoeira e os capoeiristas.

No entanto, mesmo com a série de lutas, diversas medidas e conquistas de ações afirmativas de forma generalizada para os afrodescendentes, não está ainda superada a questão da falta de políticas públicas específicas para capoeira e o exercício da mesma como profissão.

No Brasil os negros foram libertados e deixados na condição dos primeiros sem-teto, primeiros desempregados em massa, pois foram libertos sem nenhuma indenização ou oferta de um meio de sobrevivência digno, fazendo uma ponte diretamente das senzalas para as favelas e periferias das cidades brasileiras, diferente daquilo que ocorreu com os imigrantes europeus que substituíram a mão-de-obra escrava pela assalariada recebendo facilidades quanto à posse da terra e outros benefícios. Nesse período pós-abolição a capoeira e sua prática entraram para o Código Penal como crime em 1890, assim como a religião de matriz africana e quase tudo que pertencia à cultura afro-brasileira foi marginalizado e perseguido. O negro agora liberto era vigiado como criminoso potencial e suas práticas culturais eram consideradas ilegais.

Um dos aspectos que se destacam na análise do processo que perpetua a discriminação em nossas comunidades é o fato de que a exclusão social e a falta de políticas sociais e econômicas a que foram submetidos os ex-escravos, como trabalhadores livres da cidade e do campo, corresponderam também à negação a  tais camadas da população a possibilidade de elaborar sua história e o direito à sua própria memória. A negação de tal direito cria extrema dificuldade para desenvolver as identidades coletivas, que é um dos pilares do exercício da cidadania.

Por isso propomos aos capoeiristas um Movimento Nacional Integrado de Capoeira, para legitimar a classe da capoeira como um movimento organizado,  coletivo e integrado que lutará por políticas públicas para capoeira e para aquele que vive da capoeira em cada cidade da União.

Começaremos com eventos (seminários, congressos) municipais, regionais e estaduais. Cada coordenador ficará responsável por interagir com os capoeiristas de vários segmentos que praticam a capoeira, debatendo e se articulando para o movimento ser forte e legitimado em sua cidade, divulgando por meio de correio eletrônico, jornais, revistas, sites e os meios que dispuser para divulgar o Movimento Nacional Integrado de Capoeira e seus propósitos.

Os capoeirista dos movimentos municipais, regionais e estaduais deverão se mobilizar pelo convênio com prefeituras e governos do estado para a aplicação da lei 11.645.

LEI Nº 11.645, DE 10 MARÇO DE 2008.

Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.

O Movimento Nacional Integrado se organizará para debates e articulações em seus diversos níveis, municipal, estadual, regional e nacionalmente, para o fortalecimento do Projeto Lei para a profissionalização da capoeira a ser debatido no Senado. Acreditamos em um Estado democrático no qual os capoeiristas possam ser convidados para contribuir e decidir sobre as políticas públicas para capoeira no Executivo, a partir de um Legislativo que seja sensível à causa dos capoeiristas, para assim atingirmos a melhoria das condições de vida daquele que vive da capoeira.

É claro e evidente que sem um Movimento Nacional Integrado de Capoeira organizado e atuante a luta pela melhoria das condições de vida do capoeirista se fragmenta e individualiza, nos fragilizando como grupo coletivo. Temos que ter consciência que não conseguiremos atingir o poder público de forma individual e fragmentada, sem a organização e atuação de um movimento nacional que aja de forma integrada e coletiva.

Cordialmente,
Mestre Gavião

Opnião:

Brasil não cumpre a Lei 10.639 que obriga o ensino da História e Cultura da África, diz Universidade

Agência VOA – 22 de agosto de 2009

Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil — Estudiosos da Universidade Federal de Minas Gerais desenvolvem no Brasil inteiro uma pesquisa para averiguar a aplicação da lei 10.639, que determina o ensino da história e cultura da África nas escolas brasileiras. Mas antes mesmo da conclusão do levantamento, que deve acontecer no fim deste ano, já é possível perceber que a lei, de 2003, não é cumprida na maioria das escolas. A informação é da coordenadora-geral de Diversidade e Inclusão Educacional da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação, Leonor de Araújo.

Movimento Nacional Integrado de Capoeira

Relato do I° Encontro de Mestres de Capoeira em Brasilia 20 de Agosto 2009 – Aniversário da Fundação Cultural  Palmares

“ Capoeira: 300 anos: Da Escravidão à Profissão”

A Capoeira surgida das lutas dos escravos na busca de sua libertação completa quase três séculos de existência. Este instrumento de luta contra a opressão dos senhores de escravos foi ao longo de sua história perseguida, criminalizada, descriminada e relegada, assim como a maior parte das atividades cultural que tiveram origem no negro escravo. A perseguição continuou na República que a tornou crime, mas tarde os capoeristas sensibilizaram Getulio Vargas que a resgatou como um símbolo nacional e único esporte até então nascido no país. Quando virou moda desacreditar todo o feito do período getulista no Brasil, a Capoeira foi novamente relegada pelo poder público. A ditadura militar tornou-a parte de uma Confederação Brasileira de Boxe. Mas a luta continuou!! Ela além das ruas, onde se popularizou ganhou, academia, setores médios, chegou a Universidade e hoje é Patrimônio Imaterial Cultural de nosso povo, praticada em cerca de 152 países é reconhecida internacionalmente como arte/luta brasileira. Cantada em versos, contadas em livros e apresentada em filmes, ganhou e ganha adepto a todo o momento.

Ela venceu a luta a ingerência, indevida, do sistema CREF/CONFEF e caminha intrépida por entre as ações públicas e governamentais.

Neste sentido nós Capoeiristas reunidos no Encontro de Mestres promovidos pela Fundação Palmares, por ocasião do seu 21° aniversário, após intenso profícuo debate resolvemos o seguinte:

a)     Apoiar, participar, contribuir, envolver-se inclusive na concepção, dos encontros regionais que serão realizados pelo Ministério da Cultura, através do IPHAN, entendendo-os como fase preparatória do Encontro Nacional ou Congresso a ser realizado em 2010 na Capital Federal;

b)     Envidar esforços para que estes encontros sejam partilhados do ponto de vista do Poder Público com os ministérios da educação, trabalho, esporte, Previdência e Cultura;

c)     Realizar um cadastramento imediato dos Mestres antigos com o objetivo de dar-lhes condições de vida compatíveis com suas contribuições ao desenvolvimento desta importante manifestação cultural brasileira;

d)     Apoiar o PL 031/09 em tramitação no Senado, onde apresentaremos inclusive um substitutivo melhorando a sua redação de acordo com a nossa necessidade;

e)     Lutar para que a Lei 10.639/03 contemple a prática e o ensino da Capoeira nas escolas proposta do senhor Vitor Hugo Narciso – Mestre Gavião da Federação Riograndense de Capoeira e Liga Regional de Capoeira.

Estas resoluções partem da constatação unânime que sob o governo do Presidente Lula obtivemos conquistas importantes. Mas estas ainda são insuficientes para resgatar o legado de nossa participação na formação da nação brasileira.

Nós queremos a profissão reconhecida, queremos Capoeira na Escola!!!

Queremos acima de tudo que a capoeira tenha um lugar que merece no cenário nacional compondo políticas públicas do estado brasileiro para que possamos utilizar plenamente o seu potencial enquanto instrumento de Inclusão Social.

Por esta razão vimos a público dizer que seguiremos lutando para conquistar as condições necessárias para o desenvolvimento e fortalecimento da Capoeira.

Brasília 20 de agosto de 2009.

MOVIMENTO NACIONAL INTEGRADO DE CAPOEIRA

Demorei para responder, pois estava assoberbado com a Semana Municipal de Capoeira de Porto Alegre na qual sou um dos organizadores. Agora poderei divulgar com mais tempo o Movimento Nacional Integrado de Capoeira.

Pois bem apresentei o conteúdo para ser votado na plenária no Encontro de Mestres de Capoeira em Brasília, na qual foi unânime o apoio ao nosso conteúdo do projeto, esse que estou passando.

É um momento importante para nossa classe, precisamos de capoeiristas engajados na militância do movimento conosco. Entendemos que esse projeto tem tramitação legal e que deve ser apoiado e executado pelo governo. Os capoeiristas interessados em participar deverão entrar em contato com o Mestre Gavião, o projeto visa a reorganização da capoeira em nível nacional. Assim convenceremos o governo reconhecer e legitimar o nosso Movimento.

O Movimento Nacional Integrado de Capoeira não tem presidente, todos são membros aonde devemos nos reunir em seminários municipais, regionais estaduais e a nível nacional, para discutir, implementar, lutar pela nossa classe e mostrar os nossos avanços na capoeira com políticas públicas.

O que nós precisamos é que os capoeiristas militem pela capoeira, e trabalhem pelo coletivo e não para o seu grupo, a proposta do Movimento Nacional Integrado. Se tiver interesse de contribuir para o Coletivo estaremos colocando o capoeirista como membro do Movimento Nacional Integrado de Capoeira e responsável pela sua cidade.

Membro do Movimento Nacional Integrado de Capoeira

INTRODUÇÃO

É conhecida a enorme dificuldade que os grupos de capoeira e as culturas populares historicamente enfrentam para dar continuidade às suas atividades e para manutenção de suas expressões.

A política pública de ações afirmativas vem avançando como conseqüência do aperfeiçoamento da democracia na sociedade brasileira ocorrida nos últimos anos com a participação e até mesmo o controle dos movimentos e entidades da sociedade civil organizada sobre o Executivo, o Legislativo e, principalmente, o Judiciário.

Nestes últimos anos os capoeiristas conquistaram espaços dentro das escolas públicas e privadas, com apoio da Unesco, como também em centros comunitários e na comunidade em geral.

A capoeira passou historicamente por diferentes fases em suas relações com o Estado brasileiro, desde a rejeição e perseguição nos anos de escravidão e pós-abolição até a absorção como símbolo de identidade nacional a partir dos anos 1930 quando passou a ser apresentada como “esporte nacional”.

Diferentes camadas sociais passaram a praticar a capoeira que passa também a ser muito incentivada pelo Estado nos anos da ditadura militar brasileira, no entanto, em seus aspectos disciplinadores e ufanistas.

Nos últimos anos, com a abertura democrática, a capoeira retorna ao gueto de onde nunca saiu e onde estava camuflada, ou melhor, pode mostrar a sua verdadeira identidade e ser uma Ferramenta de Inclusão Social.

Os governos e a classe política passam a perceber o movimento cultural popular que a capoeira representa. Em vários governos municipais e estaduais surgiram secretarias focadas na questão do negro e no próprio governo federal é criada a SEPIR (Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial), com estatuto de Ministério, para promover ações afirmativas em relação aos afro-brasileiros que vão desde o reconhecimento de terras quilombolas à lei 10.639/03 substituída pela 11.645/08. Sendo a capoeira uma manifestação reconhecidamente afro-brasileira são também nesses espaços que se inserem as políticas públicas voltadas especificamente para capoeira e os capoeiristas.

No entanto, mesmo com a série de lutas, diversas medidas e conquistas de ações afirmativas de forma generalizada para os afrodescendentes, não está ainda superada a questão da falta de políticas públicas específicas para capoeira e o exercício da mesma como profissão.

No Brasil os negros foram libertados e deixados na condição dos primeiros sem-teto, primeiros desempregados em massa, pois foram libertos sem nenhuma indenização ou oferta de um meio de sobrevivência digno, fazendo uma ponte diretamente das senzalas para as favelas e periferias das cidades brasileiras, diferente daquilo que ocorreu com os imigrantes europeus que substituíram a mão-de-obra escrava pela assalariada recebendo facilidades quanto à posse da terra e outros benefícios. Nesse período pós-abolição a capoeira e sua prática entraram para o Código Penal como crime em 1890, assim como a religião de matriz africana e quase tudo que pertencia à cultura afro-brasileira foi marginalizado e perseguido. O negro agora liberto era vigiado como criminoso potencial e suas práticas culturais eram consideradas ilegais.

Um dos aspectos que se destacam na análise do processo que perpetua a discriminação em nossas comunidades é o fato de que a exclusão social e a falta de políticas sociais e econômicas a que foram submetidos os ex-escravos, como trabalhadores livres da cidade e do campo, corresponderam também à negação a tais camadas da população a possibilidade de elaborar sua história e o direito à sua própria memória. A negação de tal direito cria extrema dificuldade para desenvolver as identidades coletivas, que é um dos pilares do exercício da cidadania.

Por isso propomos aos capoeiristas um MOVIMENTO NACIONAL INTEGRADO DE CAPOEIRA, para legitimar a classe da capoeira como um movimento organizado, coletivo e integrado que lutará por políticas públicas para capoeira e para aquele que vive da capoeira em cada cidade da União.

Começaremos com eventos (seminários, congressos) municipais, regionais e estaduais. Cada coordenador ficará responsável por interagir com os capoeiristas de vários segmentos que praticam a capoeira, debatendo e se articulando para o movimento ser forte e legitimado em sua cidade, divulgando por meio de correio eletrônico, jornais, revistas, sites e os meios que dispuser para divulgar o MOVIMENTO NACIONAL INTEGRADO DE CAPOEIRA e seus propósitos.

Os capoeirista dos movimentos municipais, regionais e estaduais deverão se mobilizar pelo convênio com prefeituras e governos do estado para a aplicação da lei 11.645.

LEI Nº 11.645, DE 10 MARÇO DE 2008.

Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.

O MOVIMENTO NACIONAL INTEGRADO DE CAPOEIRA se organizará para debates e articulações em seus diversos níveis, municipal, estadual, regional e nacionalmente, para o fortalecimento do Projeto Lei para a profissionalização da capoeira a ser debatido no Senado. Acreditamos em um Estado democrático no qual os capoeiristas possam ser convidados para contribuir e decidir sobre as políticas públicas para capoeira no Executivo, a partir de um Legislativo que seja sensível à causa dos capoeiristas, para assim atingirmos a melhoria das condições de vida daquele que vive da capoeira.

É claro e evidente que sem um MOVIMENTO NACIONAL INTEGRADO DE CAPOEIRA organizado e atuante a luta pela melhoria das condições de vida do capoeirista se fragmenta e individualiza, nos fragilizando como grupo coletivo. Temos que ter consciência que não conseguiremos atingir o poder público de forma individual e fragmentada, sem a organização e atuação de um movimento nacional que aja de forma integrada e coletiva.

LEVANTE ESSA BANDEIRA! É DO MOVIMENTO DE CAPOEIRA, É DE TODOS NÓS

Abraço Mestre Gavião

Maiores informações: Mestre Gavião (051) 8400.5500

E-mail: mestregaviao@gmail.com

http://redenacionaldacapoeira.ning.com/

3º ENCAT – Encontro de Capoeira em Taubaté

Estaremos realizando nos dias 1 e 2 de agosto o 3º ENCAT – Encontro de Capoeira em Taubaté (evento realizado bienalmente) que tem a finalidade de reunir nós capoeiras para discutir, debater, atualizar conhecimentos, fazer novas amizades com a presença confirmada de diversos mestres e capoeiras do Estado de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

No dia 1º de agosto (14:00 h) haverá debates e aulão de capoeira com os Mestres César (Capoeira Palmares – MG) e Tucano Preto (Centro Integrado de Capoeira – SP).
No domingo, 2 de agosto, a realização do 6º Batizado e Troca de Graduação do N”GOLO BRASIL CAPOEIRA a partir das 09:00 h.
Contato: Tel (12) 3629-5360 / 9114-0793 / 9103-1042 / 9765-1001

Prof. LAZARINI – CENTRO CULTURAL N’GOLO BRASIL

I° SEMINÁRIO INTEGRADO DE CAPOEIRA EM PORTO ALEGRE

FOI UM MEGA EVENTO O I° SEMINÁRIO INTEGRADO DE CAPOEIRA EM PORTO ALEGRE.

Dia 20 de junho de 2009 marcará para sempre a história da Capoeira no Rio Grande do Sul. Com a participação das principais escolas, associações e grupos gaúchos, realizou-se no Plenarinho da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, o I Seminário Integrado de Capoeira do Rio Grande do Sul. Sob a coordenação da Federação Riograndense de Capoeira (filiada à Federação Internacional de Capoeira), presidida pelo Mestre Gavião, o evento reuniu autoridades na área da cultura popular brasileira, além de mais de 200 capoeiristas, entre mestres, professores e alunos.

Os objetivos do evento – valorização dos mestres de Capoeira; afirmação dos valores e dos fundamentos da capoeira perante à sociedade; integração dos capoeiristas das diferentes entidades e troca de experiências entre os participantes – foram alcançados com êxito.

A Federação Riograndense de Capoeira agradece todos participantes que fizeram deste evento o maior encontro da Capoeira gaúcha das últimas décadas e convida seus filiados à participar das discussões da formação do Centro de Pesquisa da Capoeira do Rio Grande do Sul.

Este Centro de Pesquisa será referência nacional nas pesquisas realizadas sobre a Capoeira no Brasil. Participe conosco da construção desta nova realidade da Capoeira gaúcha, filie-se à Federação Riograndense de Capoeira!

Participaram do evento capoeiristas da cidades: Caxias do Sul, Esteio, Gravataí, Santo Ângelo, Teotônia, Panambi, Uruguaiana, São Leopoldo, Sapucaia do Sul, Canoas, Eldorado do Sul, Cachoeira do Sul, Viamão, Rio Grande, São Sepé e Lajeado.

 

Att,

Mestre Gavião,

Presidente da Federação Riograndense de Capoeira,

Liga Regional de Capoeira RS

Filiada à Federação Internacional de Capoeira. 

 

abraço!

cordialmente,

Mario Humberto Morocini de Azambuja Junior

Cientista Político

III MOSAICO INTEGRADO DE CAPOEIRA

 

III MOSAICO INTEGRADO DE CAPOEIRA: CONSTRUINDO A UNIDADE NA DIVERSIDADE

Mais do que um sonho, o III Mosaico Integrado de Capoeira (MIC) é fruto de experiências articuladas por diversos grupos de Capoeira de Santa Catarina que ousaram realizar essa forma diferente de fazer um evento de Capoeira. A iniciativa coloca em prática – pelo terceiro ano consecutivo – a filosofia da Confraria Catarinense de Capoeira (TRIPLO-C), que é promover a integração e o intercâmbio entre praticantes de Capoeira de diversos grupos, no sentido de contribuir com o processo de democratização e socialização do conhecimento produzido em relação a esta manifestação da cultura afro-brasileira.

Participaram do III MIC os grupos Beribazu (Mestre Falcão), Camará Capoeira (Mestre K.B. Lera), Cordão de Ouro (Contra Mestre Habibis), Gunganagô (Mestre Kadu) e Irmão Capoeira (Contra Mestre Cascão). Seus integrantes já mantêm uma convivência significativa e o MIC é conseqüência direta desse convívio. A organização do evento certamente contribuiu para democratização das relações entre os grupos, abrindo possibilidades para novas formas de integração cultural.

 

III MOSAICO INTEGRADO DE CAPOEIRA

O Mosaico Integrado de Capoeira visa cumprir com seu objetivo de conclamar todos e todas capoeiras a se integrarem cada vez mais, difundir os trabalhos realizados pelas diversos grupos de Capoeira buscando contribuir para o desenvolvimento de uma consciência crítica em relação à necessidade de organização da comunidade da Capoeira. Nossas ações engajadas estão sintonizadas com experiências concretas cujas linguagens emanam de experiências em extensão e profundidade de sujeitos históricos situados no tempo e no espaço e moldam a forma como vemos e agimos no mundo, com o mundo e sobre o mundo, dando sentido às nossas vidas.

O evento iniciou com a Roda de abertura na sexta feira (14/11) à noite no Barracão da Capoeira da UFSC. No sábado pela manhã (15/11), a partir das 10h00min, aconteceu a Cerimônia de Batismo, realizada no Teatro da UFSC (Igrejinha). No mesmo local, às 19h00min foi dado prosseguimento à programação com a realização do Show Cultural e a Cerimônia de Graduação e Formatura de professores de Capoeira.

III MOSAICO INTEGRADO DE CAPOEIRAO Show Cultural do III Mosaico Integrado de Capoeira mostrou claramente como, com muita arte e manha, o que antes era motivo de sangue e castigo se transformou em Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Na oportunidade, além das apresentações com recursos multimidiáticos, foram encenadas algumas das diversas formas de linguagens que a Capoeira possibilita, como o Batuque, a Dança do Fogo e o Maculelê; apresentação de músicas (inéditas) de Capoeira com arranjos e instrumentos inusitados; Orquestra de Tambores; demonstração de uso de armas (facas, bengala e porretes) pelos capoeiras de outrora, e o emocionante jogo entre capoeiristas cegos.

Em seguida, a Roda de Graduação e Formatura de professores de Capoeira foi um momento de celebração ao verdadeiro espírito da Capoeira, onde o Ritmo, o Ritual e o Respeito caminhavam lado a lado com a malícia e a luta. Mestres, Contra-Mestres e Professores vindos de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e de toda Santa Catarina proporcionaram um espetáculo de malícia e camaradagem que jamais será esquecido.

  • Mestre Falcão – Grupo Beribazu
  • Mestre Kadu – Centro Cultural Gunganagô Capoeira
  • Mestre K.B. Lera – Centro Cultural Camará Capoeira
  • Contra Mestre Habibis – Grupo Cordão de Ouro
  • Contra Mestre Cascão – Grupo Irmão Capoeira

 

II Mosaico Integrado de Capoeira em Florianópolis

Evento inicia quinta-feira, 15 de novembro e vai até domingo, 18.

A partir do dia 15 de novembro, quinta-feira, Florianópolis recebe o II Mosaico Integrado de Capoeira, o II MIC. Serão realizadas oficinas, rodas, espetáculos e outros eventos ligados à capoeira. O evento acontece durante quatro dias, até domingo, 18 de novembro, e conta com atividades em diversos locais da cidade. O Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha) recebe, no dia 17, sábado, um Show Cultural, com apresentações de capoeira, maculelê etc, além da graduação e formatura integrada. As atividades são gratuitas e abertas ao público. Veja a programação completa mais abaixo.

Segundo um dos coordenadores do evento, professor Luiz Falcão, do Centro de Desportos da UFSC, a realização do II MIC, em Florianópolis, consolida o processo de integração que vem sendo implementado por diversos grupos de capoeira da cidade. O evento mobiliza um expressivo número de praticantes de capoeira e contribui para democratização das relações entre grupos, abrindo possibilidades para novas formas de integração cultural.

O II MIC busca promover a integração e o intercâmbio entre praticantes de capoeira de diversos grupos, no sentido de contribuir com o processo de democratização e socialização do conhecimento produzido em relação a esta manifestação da cultura afro-brasileira. O potencial educacional do evento pode ser verificado a partir de ações de organização coletiva, colaboração, tolerância e solidariedade, tão necessárias para a realização de atividades com essas características

Participam da coordenação dos trabalhos o Projeto de Extensão Capoeira Beribazu da UFSC e integrantes dos Grupos Gunganagô e Cordão de Ouro.

O Grupo de Capoeira Beribazu

O Grupo de Capoeira Beribazu foi fundado em 11 de agosto de 1972, no Distrito Federal pelo Mestre Zulu. Atualmente possui núcleos espalhados pelo país e em diversas regiões do mundo. A estimativa é de que o Grupo Beribazu tenha hoje cerca de 2.000 integrantes. Em Florianópolis, o mestre do grupo é o professor Dr. Luiz Falcão, do Centro de Desportos da UFSC.

O Grupo Beribazu tem como lema o binômio "Arte-Luta" e procura elaborar uma síntese que busca a superação da divisão: Capoeira Angola e a Capoeira Regional, procurando difundir a capoeira da forma mais abrangente possível, através da análise crítica dos seus valores histórico-culturais.

O Grupo Cordão de Ouro

O Grupo Cordão de Ouro foi fundado em 1967 por Mestre Suassuna, em São Paulo. É um dos grupos de capoeira mais antigos do mundo. Esse ano completa 40 anos de existência. Tem núcleos em vários países do mundo e em Florianópolis é coordenado pelo Contramestre Habibis.

O Grupo Gunganagô

O Grupo Gunganagô foi criado em 2006 pelo Mestre Kadu, que reside em Florianópolis desde 1994. Tem trabalhos desenvolvidos em diversos bairros da cidade. Desenvolve uma significativa experiência de capoeira com cegos.

No ano passado, a primeira edição do MIC atraiu um grande público e contou com diversos grupos de Florianópolis, como o Maculelê, Puxada de Rede, Roda de Capoeira, Samba de Roda, Batucada e Orquestra de Berimbau. Durante as apresentações dos grupos locais, cerca de 30 mestres e professores de capoeira de várias regiões do Brasil, convidados para o evento participaram das apresentações.

Este ano, o II Mosaico Integrado de Capoeira será realizado em vários espaços da cidade de Florianópolis, na tentativa de ampliar a integração Universidade/Comunidade. O evento é de natureza intercultural e conta com as seguintes atividades:

– Oficinas – a serem ministradas por mestres e professores convidados de reconhecida competência;
– Rodas de confraternização envolvendo os diferentes grupos de capoeira;

– Espetáculo Cultural

– Cerimônia integrada de batismo, graduação e formatura dos integrantes dos diversos grupos.

SERVIÇO

O QUE: II Mosaico Integrado de Capoeira, com atividades interculturais.

QUANDO: A partir do dia 15 de novembro, quinta-feira, até domingo, dia 18. Os horários da programação estão listados a seguir.

ONDE: Em diversas localidades de Florianópolis. Mais detalhes na programação.
QUANTO: Gratuito e aberto ao público.
CONTATO: Coordenação Geral do evento:
Fones (48) 3234-7558, 9102-7360 (Mestre Falcão), 9101-0144 (Mestre Kadu) e 9111-0994 (Contramestre Habibis). E-mails: falcaox@cds.ufsc.br / mestrekadu@superig.com.br / habibis@uol.com.br

Fonte: Lucas Sarmanho – Bolsista Acadêmico de Jornalismo – Assessoria de Imprensa do DAC-PRCE-UFSC, com informações da organização do evento.

PROGRAMAÇÃO DO II MIC

Dia 15/11 (Quinta-Feira) – feriado

14h00 às 18h00: Batismo Integrado de Capoeira, com a participação dos
capoeiristas da APAE
Local: LAGOA IATE CLUBE – LIC

Dia 16/11 (Sexta-Feira)

15h00 às 17h30: Oficina com mestres e professores convidados
Local: LAGOA IATE CLUBE – LIC

19h00 – Palestra com mestre convidado
Local: Teatro da Igrejinha da UFSC

Dia 17/11 (Sábado)

18h00: Show cultural, Graduação e Formatura Integrada
22h00: Festa de Celebração
Local: Teatro da Igrejinha da UFSC

Dia 18/11 (Domingo)

10h00: IV Festival Cultural Beribazu
Local: Clube Catalina – Campeche

Pernambuco: I Aulão Integrado Ginga Brasil.

A cada dia nosso Portal tem recebido mais e mais visitas dos mais diferentes e distantes pontos do Brasil e do Mundo… Posso seguramente afirmar que o Portal já está sendo lido e conhecido do Iapoque ao Chuí, da Malasia ao  Sudão, de Israel a Australia…
Nos chegam emails de diversas grupos e lugares… A força da Capoeira espalhada pelos 7 mares… pelos 4 cantos do globo….
 
Tudo isto somente pode ser tornado realidade devido a importante presença das novas tecnologias, da massificação do uso da internet como um dos principais meios de comunicação de nossos tempos… e pela coragem e espírito desbravador dos capoeiristas que tem gingado pelo universo da capoeiragem em busca de um espaço…
Não devemos esquecer a energia da camaradagem e da união e cidadania inerentes deste movimento…
 
Lá de Pontezinha (Cabo de Santo Agostinho – Pernanbuco), nos chegam notícias de que a capoeiragem vai muito bem obrigado!

I Aulão Integrado Ginga Brasil.

Dia: 17 de Junho de 2007
Horário: 14:00 às 17:00hs
Local: Escola Guimarães
Pontezinha – Cabo de Santo Agostinho – PE

Programação:

14:00hs Oficina de Vídeo.
14:30hs Aulão de Capoeira com os Convidados.
15:30hs Aulão de Maculelê
16:00hs Rode de Capoeira
17:00hs Enceramento.

Organização: Instrutor Bambinho.
Direção: Professor João.
Supervisão Geral: Contra Mestre Galo.

 

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Santa Catarina: Teatro da UFSC recebe show cultural de capoeira

Acontece no Teatro da UFSC, nesta sexta-feira, dia 03/11, às 19 horas a apresentação do show cultural e formatura de Capoeira, atividades que integram o I Mosaico Integrado de Capoeira – I MIC, que acontece em Florianópolis e região, de 02 a 04 de novembro.
 
O Show Cultural contará com apresentações de diversos grupos de Florianópolis, como Maculelê, Puxada de Rede, Roda de Capoeira, Samba de Roda, Batucada e Orquestra de Berimbau. Durante as apresentações dos grupos locais, cerca de 30 mestres e professores de capoeira de várias regiões do Brasil (SC, PR, RS, DF, PE e BA) convidados para o evento, também farão parte das apresentações, integrando os diversos grupos que estiveram se apresentando. O show cultural tem duração de duas horas e meia. Ao final haverá a formatura.
 
Segundo o coordenador geral do evento, professor Luiz Falcão, do Centro de Desportos da UFSC, o I MIC consolida o processo de integração que vem sendo implementado por diversos segmentos de Capoeira da cidade. Mobilizará expressivo número de praticantes de capoeira e contribuirá para democratização das relações entre grupos, abrindo possibilidades para novas formas de integração cultural.
 
Ainda segundo o professor Falcão, o objetivo geral do I MIC é promover a integração e o intercâmbio entre praticantes de capoeira de diversos grupos, no sentido de contribuir com o processo de democratização e socialização do conhecimento produzido em relação a esta manifestação da cultura afro-brasileira. É a primeira vez que essa iniciativa de realizar um evento integrado de capoeira será colocada em prática na cidade de Florianópolis. Na UFSC acontecerão várias atividades do I MIC. O potencial educacional desse evento poderá ser verificado a partir de ações de organização coletiva, colaboração, tolerância e solidariedade, tão necessárias para a realização de um evento com essas características.
 
O I Mosaico Integrado de Capoeira se materializará como um evento de natureza intercultural a partir das seguintes ações: Oficinas – a serem ministradas por mestres e professores convidados de reconhecida competência; Rodas de confraternização envolvendo os diferentes grupos de capoeira; Cerimônia de Formatura de Mestre de Capoeira; Encontro Feminino de Capoeira; Espetáculo Cultural; Cerimônia integrada de batismo e graduação dos integrantes dos diversos grupos.
 
Fonte:
Redação – Portal da Ilha
http://www.portaldailha.com.br