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Cadastro Nacional da Capoeira tem nova plataforma

Cadastro Nacional da Capoeira tem nova plataforma:  Iphan disponibiliza, a partir de julho, uma nova plataforma para realização do Cadastro Nacional da Capoeira.

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) disponibiliza, a partir do dia 1º de julho, uma nova plataforma para realização do Cadastro Nacional da Capoeira (CNC).

Ela permite o cadastro de mestres de capoeira, capoeiristas, grupos e entidades de capoeira, além de pesquisadores do campo, em um instrumento que visa a salvaguarda do Ofício de Mestre de Capoeira e da Roda de Capoeira, bens culturais registrados como Patrimônio Cultural do Brasil.

A nova plataforma possibilita consultar informações sobre os cadastrados em mapas e listas (a depender da categoria), além de outras funcionalidades, como disponibilização de publicações, divulgação de eventos, notícias e fóruns de discussão para os coletivos de salvaguarda da Capoeira. Ressalte-se que esse último recurso em específico estará disponível em breve, após definição sobre os termos de uso de cada fórum por meio de diálogo entre o Iphan e os coletivos de salvaguarda de cada estado.

O Cadastro Nacional da Capoeira tem por objetivo facilitar o diálogo entre o Iphan, os mestres de capoeira, capoeiristas e outros segmentos envolvidos com a capoeira, em uma proposta de salvaguarda participativa e inclusiva. Assim, o cadastro viabiliza uma ampla identificação e mapeamento do universo sociocultural onde a capoeira está inserida e fornece informações importantes para a atuação da instituição na mobilização dos capoeiristas em cada Estado. 

Cadastro Nacional da Capoeira tem nova plataforma Geral Portal Capoeira

É importante lembrar que as informações enviadas ao Iphan, por meio dos formulários disponibilizados na plataforma, são de inteira responsabilidade dos cadastrados.

Para evitar a multiplicidade de dados, o cadastro deve ser realizado apenas uma vez por cada pessoa ou instituição, sendo permitida apenas uma inscrição por e-mail.

 

Mais informações para a imprensa
Assessoria de Comunicação Iphan

comunicacao@iphan.gov.br
Fernanda Pereira – fernanda.pereira@iphan.gov.br 
Déborah Gouthier – deborah.gouthier@iphan.gov.br
(61) 2024-5504- 2024-5516 – 2024-5531
(61) 99381-7543
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Aconteceu: Ciclo de debates Pró-Capoeira

Ciclo de debates Pró-Capoeira

Em uma parceira da SEMIRA, através da Superintendência da Igualdade Racial, com a Fundação Palmares e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) aconteceu no Centro de Referência da Igualdade (CREI) o ciclo de debates Pró-Capoeira. O intuito do evento foi debater o reconhecimento da profissão do Mestre de Capoeira, sua importância na cultura e economia do país, bem como a salvaguarda e o incentivo a prática da capoeira.

Estiveram presentes o Sr. Alexandro Reis, diretor do Departamento de Proteção ao Patrimônio Afro-Brasileiro da Fundação Cultural Palmares; a Sra. Salma Saddi, Superintendente do IPHAN em Goiás; a Sra. Teresa Maria Cotrim de Paiva Chaves, Coordenadora Geral de Salvaguarda do IPHAN, além de diversos Mestres e Contra-Mestres de Capoeira de todo estado.

O eventou contou, ainda, com a apresentação da Banda Visual Ylê e do Afoxé Onilewá do terreiro Onilewa Azanadô.

 

FONTE

Comunicação Setorial – SEMIRA

Fotos: Valdir Araújo

Carta da Capoeira de MT é lançada hoje

Acontece neste domingo o lançamento da Carta da Capoeira de Mato Grosso, a partir das 15 horas, na sede do Iphan, no Centro Histórico de Cuiabá.

Documento é resultante da mobilização de mais de cinco mil pessoas envolvidas diretamente com as rodas de capoeira em dezenas de cidades de Mato Grosso

A Carta da Capoeira de Mato Grosso é o resultado da mobilização de mais de 5000 pessoas envolvidas diretamente com as rodas de capoeira na Baixada Cuiabana e mais 29 municípios do Estado.

A Carta foi construída a partir das discussões do Fórum da Capoeira de Mato Grosso, fomentado pelo Iphan, e mediado pelo antropólogo Stênio Soares (Unesco/DPI-Iphan), responsável pelo Patrimônio Cultural Imaterial.

Ao longo de sete meses, foram fomentadas reuniões de formação no campo das políticas públicas de preservação do patrimônio cultural imaterial (tradições, danças, jogos, festas, oralidades). E em março de 2012 foi criado o Fórum da Capoeira de Mato Grosso, coordenado pela Comissão Prol Capoeira de Mato Grosso, organização da sociedade civil que reúne representantes de mais de 50 entidades que lidam diretamente com a roda de capoeira.

A Comissão Prol Capoeira de Mato Grosso se organizou em seis grupos de trabalho que refletem as demandas do segmento: “Capoeira, identidade e diversidade cultural”, “Capoeira e Educação”, “Capoeira e Fomento das Políticas Públicas”, “Capoeira, Esporte e Lazer”, “Capoeira, Profissionalização e Internacionalização” e “Capoeira e desenvolvimento sustentável”. Além disso, a Carta apresenta o apoio das lideranças capoeiristas às questões tangentes aos direitos igualitários, compreendendo a capoeira como um espaço de respeito às mulheres e à diversidade sexual.

A Comissão já teve avanços importantes com o Ministério da Cultura. Em maio de 2012 realizaram uma reunião com a Coordenadora-Geral de Salvaguarda do Iphan, Teresa Paiva, e com o diretor de Fomento e Promoção da Cultura Afro-brasileira da Fundação Cultural Palmares, Martvs das Chagas.

Os adeptos da capoeira em Mato Grosso acreditam que o movimento no Estado está passando por um processo interessante de construção de maturidade política. As capoeiristas e os capoeiristas compreendem que existe uma política pública federal que protege a roda de capoeira enquanto Patrimônio Cultural do Brasil. Por outro lado, eles percebem que é necessário articulação com o governo do Estado de Mato Grosso e com os municípios onde se fazem presentes. E a Carta da Capoeira de Mato Grosso não se resumirá a um documento de reivindicações, ela será fundamental para se compreender como uma base do movimento cultural no Estado está se articulando diante das políticas públicas nacionais e locais.

Para marcar esse momento de discussão das políticas culturais, a Carta da Capoeira de Mato Grosso será apresentada em meio a rodas de capoeira, danças afro e samba de roda. Como manda o enredo.

Fonte: http://www.diariodecuiaba.com.br

GTPC divulga resultado provisório do Prêmio Viva Meu Mestre Edição 2010

A Comissão de Seleção, nomeada pela Portaria nº.231 do dia 5 de julho de 2011 torna público o resultado preliminar do Edital Nº 1/2010, Prêmio Viva Meu Mestre – Edição 2010. Seguindo o disposto no item 10.6 do edital, a Comissão decidiu pela não habilitação das candidaturas relacionadas à punga maranhense, pela não habilitação de três inscrições que não anexaram cartas de apoio, pela habilitação de duas candidaturas antes não consideradas por terem sido extraviadas internamente e pela habilitação de duas candidaturas que haviam sido desabilitadas pela falta de assinatura em suas respectivas fichas de inscrição. Em conseqüência, a Comissão homologou uma nova listagem de inscrições não habilitadas que segue abaixo.

O prazo para recurso deste resultado preliminar é de três dias úteis a partir da data da publicação. Conforme item 7.7 do edital, os recursos deverão ser enviados em formulário próprio (Anexo 3) para o seguinte endereço:

Prêmio Viva Meu Mestre – Edição 2010
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan
Departamento de Patrimônio Imaterial – DPI
SEPS 713/913 Edifício Lucio Costa,  4º andar
70.390.135 – Brasília – DF

ou a por cópia digital do formulário de recurso do resultado preliminar (Anexo 3) devidamente preenchido e assinado para o e-mail dpi@iphan.gov.br. Devido a problemas técnicos no e-mail institucional do Iphan, os recursos também deverão ser enviados ao e-mail: dpi.iphan@gmail.com

Após análise e julgamento dos recursos, a comissão de seleção publicará a homologação do resultado final do concurso no Diário Oficial da União.

As listas anexas contêm o resultado preliminar da seleção do Edital 001/2010 – Prêmio Viva Meu Mestre, a saber: candidatos classificados até a 100º posição (em ordem alfabética), candidatos classificados entre a 101º e a 112º posição (em ordem decrescente de classificação) e listagem dos candidatos não classificados. Serão premiados os mestres classificados até o 100° lugar e que atenderem à convocação que será publicada após a homologação do resultado final do concurso no Diário Oficial da União. Conforme os termos do edital, caso alguma convocação não seja atendida, o Iphan convocará, sucessivamente, os candidatos melhor classificados até completar-se o número total de prêmios disponíveis.

Anexos

Lista preliminar de candidatos classificados entre a 1ª e a 100ª posição ( ordem alfabética)

– Lista preliminar de candidatos classificados entre a 101ª e a 111ª posição (ordem alfabética)

Lista preliminar de candidatos habilitados e nao classificados (ordem alfabética)

Lista definitiva de candidatos não hatilitados

DOU – Resultado provisório 1

DOU – Resultado provisório 2

Belo Horizonte vai sediar Encontro Nacional de Capoeira Angola

 

Contribuir com as orientações que norteiam as políticas públicas culturais, sociais e educacionais de Belo Horizonte. Este é um dos objetivos do 3º Encontro Nacional de Capoeira Angola, que acontece de 05 a 09 de abril na capital mineira, e vai discutir a participação da Capoeira Angola na formação cultural e na educação de crianças e jovens e, ainda a Capoeira como Patrimônio Cultural.

O encontro é promovido pelo Grupo Iúna de Capoeira Angola, com patrocínio do Fundo Municipal de Cultura e apoio do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Funarte e Grupo Sant’Angelo, da Itália. Será um fórum para discutir e trocar informações sobre o papel cultural e social da capoeira na atualidade, reafirmando a importância de ações de reconhecimento da diversidade étnica e de valorização da cultura afro-brasileira. Nas mesas de debate serão
sistematizadas as demandas e ações que serão propostas no Encontro Nacional Pró-Capoeira que acontecerá em julho, em Salvador.

A realização do 3º Encontro Nacional de Capoeira Angola vai trazer para capital mineira a ginga, as cantigas, os instrumentos e toda beleza desta arte brasileira, com a participação de grupos de capoeira, pesquisadores e mestres capoeiristas de diversos lugares do Brasil, admiradores da prática, interessados na história dessa rica forma de expressão.

Estarão reunidos nomes de destaque nacional e internacional, como os baianos Mestre Felipe, Mestre Ivan e Mestre Lua, os mineiros Mestre Índio e Mestre João, além de representantes da Secretaria Municipal de Educação, Fundação Municipal de Cultura e da Superintendência do Iphan em Minas Gerais, educadores, estudantes, professores, artistas, músicos, bailarinos, lideranças comunitárias, ONG’s, pontos de cultura e centros culturais, que participarão das oficinas, mesas-redondas e rodas de capoeira. Toda a programação é gratuita. Em 2008, o 2º Encontro contou com a participação de três mil pessoas, entre capoeiristas, autoridades, alunos e público em geral.

O 3º Encontro, a Capoeira Angola fará uma homenagem aos mestres da Capoeira Regional pioneiros na capital mineira: Mestre Cavalieri, Mestre Dunga e Mestre Boca. Entre os convidados estão Corina Moreira do Iphan – MG, a pedagoga Rosa Margarida da Secretaria Municipal de Educação, Michelle Arroyo da Fundação Municipal de Cultura, a cientista política Diva Moreira, o historiador Marcos Cardoso, o professor José de Sousa Miguel Lopes, e o antropólogo e professor José Márcio Barros, coordenador do Observatório da Diversidade Cultural (ODC) e do Programa Pensar e Agir com a Cultura.

Capoeira na sala de aula

Educadores têm discutido e visto na prática das escolas que inseriram a capoeira como atividade no currículo, a contribuição desta e de outras manifestações culturais no ambiente escolar, com reflexos positivos na disciplina, na auto-estima e na maior integração do aluno no ambiente escolar. Por isso, o 3º Encontro vai discutir também essas novas formas de renovação pedagógica que procuram qualificar o atendimento educacional, considerando o aluno como um todo e centro do processo educativo, que precisa receber uma formação ampla e plena.

Capoeira: patrimônio cultural brasileiro

Praticada em mais de 150 países, desde julho de 2008 a Capoeira foi registrada como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. O Ofício dos Mestres de Capoeira está inscrito no Livro dos Saberes, e a Roda de Capoeira no Livro das Formas de Expressão.

O Registro foi uma iniciativa do IPHAN e do Ministério da Cultura e fez da capoeira a 14ª expressão artística do Brasil registrada como patrimônio imaterial. A Capoeira figura, assim, ao lado do samba de roda, do acarajé baiano, das panelas de barro do Espírito Santo e do frevo pernambucano, como um bem cultural brasileiro, reunindo harmonia, arte, música, poesia, folclore, artesanato, esporte, diversão, dança, jogo, luta, rituais e tradição, em uma das mais genuínas expressões da nossa cultura popular.

Programação:

3º Encontro Nacional de Capoeira Angola – 05 a 09 de abril de 2011
Data: 05 de abril de 2011
Horário: das 16h00 às 18h00
Local: Funarte Casa do Conde
Rua Januária, 68, Floresta / Belo Horizonte / MG

Homenagem aos Mestres Cavalieri, Boca e Dunga

Data: 09 de abril de 2011
Horário: das 14h00 às 19h00
Local: Em frente à sede do IUNA
Rua Dr. Brochado, 1.500, Saudade / Belo Horizonte / MG

Com informações da Assessoria de Comunicação/Iphan

http://www.noh.com.br

Belo Horizonte vai sediar o 3º Encontro Nacional de Capoeira Angola

Encontro irá debater o papel da capoeira como patrimônio imaterial e instrumento de educação na formação da criança e do adolescente

Tendo em vista contribuir com as orientações que norteiam as políticas públicas culturais, sociais e educacionais de Belo Horizonte, a cidade vai sediar de 05 a 09 de abrilEncontro Nacional de Capoeira Angola, para discutir a participação da Capoeira Angola na formação cultural e na educação de crianças e jovens e, ainda a Capoeira como Patrimônio Cultural.

O 3º Encontro Nacional de Capoeira Angola é promovido pelo Grupo Iúna de Capoeira Angola, com patrocício do Fundo Municipal de Cultura e apoio do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan, Funarte e Grupo Sant’Angelo (Itália). Será um fórum para discutir e trocar informações sobre o papel cultural e social da capoeira na atualidade, reafirmando a importância de ações de reconhecimento da diversidade étnica e de valorização da cultura afro-brasileira. Nas mesas de debate serão sistematizadas as demandas e ações que serão propostas no Encontro Nacional – Pró-Capoeira que acontecerá em julho, em Salvador.

A realização do 3º Encontro Nacional de Capoeira Angola vai trazer para capital mineira a ginga, as cantigas, os instrumentos e toda beleza desta arte brasileira, com a participação de grupos de capoeira, pesquisadores e mestres capoeiristas de diversos lugares do Brasil, admiradores da prática, interessados na história dessa rica forma de expressão. Dentre os convidados, nomes de renome nacional e internacional como Mestre Felipe (BA), Mestre Ivan (BA), Mestre Lua (BA), Mestre Índio (BH) e Mestre João (BH), representantes da Secretaria Municipal de Educação, Fundação Municipal de Cultura e Iphan, além de educadores, estudantes, professores, artistas, músicos, bailarinos, lideranças comunitárias, ONGs, pontos de cultura e centros culturais reunidos nas oficinas, mesas-redondas e rodas de capoeira.  O 2º Encontro, realizado em 2008, contou com a participação de cerca de 3.000 pessoas, entre capoeiristas, autoridades, alunos e público em geral.

Neste 3º Encontro, a capoeira de angola fará uma homenagem aos mestres da capoeira regional pioneiros na capital mineira: Mestre Cavalieri, Meste Dunga e Mestre Boca.

Dentre os convidados representantes do poder público que farão parte das mesas redondas estão: Corina Moreira (Iphan), a pedagoga Rosa Margarida (Secretaria Municipal de Educação/PBH) e Michelle Arroyo (Fundação Municipal de Cultura/PBH). Além da cientista política Diva Moreira; do historiador Marcos Cardoso; do professor José de Sousa Miguel Lopes, e do antropólogo e professor Jose Marcio Barros, coordenador do Observatório da Diversidade Cultural – ODC e do Programa Pensar e Agir com a Cultura.

 

Capoeira na sala de aula – Educadores têm discutido e visto na prática das escolas que inseriram a capoeira como atividade no currículo, a contribuição desta e de otras manifestações culturais no ambiente escolar, com reflexos positivos na disciplina, na auto-estima e na maior integração do aluno no ambiente escolar. Por isso, o 3º Encontro vai discutir essas novas formas de renovação pedagógica que procuram qualificar o atendimento educacional, considerando o aluno como um todo e centro do processo educativo, que precisa receber uma formação ampla e plena.

Grupo IÚNA de Capoeira Angola – É uma ONG criada em 1983 – primeiro grupo de capoeira angola de BH -, que tem como finalidade a promoção e a valorização da capoeira angola como bem cultural. Coordenado por Mestre Primo e organizado por jovens e moradores da comunidade do bairro Saudade/BH, o grupo é um Ponto de Cultura e oferece em sua sede oficinas gratuitas de capoeira para mais de 150 crianças e adolescentes de escolas públicas do bairro. Além disso, realiza atividades culturais voltadas para a capoeira angola com o objetivo de fortalecer a relação da ONG com a comunidade, expandir o conhecimento dos jovens e crianças sobre a capoeira, e contribuir para melhorar a qualidade de vida daquela localidade.

Capoeira: patrimônio cultural brasileiro – Praticada em mais de 150 países, desde julho de 2008 a Capoeira foi registrada como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, tendo sido aprovada a inscrição do Ofício dos Mestres de Capoeira no Livro dos Saberes e da Roda de Capoeira no Livro das Formas de Expressão, do Patrimônio Imaterial brasileiro. O Registro foi uma iniciativa do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e do Ministério da Cultura e fez da capoeira a 14ª expressão artística do Brasil registrada como patrimônio imaterial. A Capoeira figura, assim, ao lado da ciranda de roda, do acarajé, das panelas de barro do Espírito Santo e do frevo, como um bem cultural brasileiro, pois reúne harmonia, arte, música, poesia, folclore, artesanato, esporte, diversão, dança, jogo, luta, rituais e tradição, em uma das mais genuínas expressões da nossa cultura popular.

Serviço:

3º Encontro Nacional de Capoeira Angola – 05 a 09 de abril de 2011

Data: 05 de abril de 2011

Horário: das 16 h às 18 h

Abertura com roda de Capoeira Angola na Praça Sete – Centro – BH, com a presença dos mestres de capoeira da cidade.

Data: 06 a 08 de abril de 2011

Horário: das 9 h às 19h30

Local: Funarte Casa do Conde – Rua Januária, 68 – Floresta – Belo Horizonte – MG

Seminários, mesas-redondas, oficinas gratuitas (criança e adulto), rodas de capoeira e encontro dos Pontos de Cultura de BH.

Inscrições para as oficinas: no local

Data: 09 de abril de 2011

Horário: das 14 h às 19 h

Local: Em frente à sede do IUNA – Rua Dr. Brochado, 1.500 – Saudade – Belo Horizonte – MG

Festa do Griôt: shows, bate-papo com Griôts, intervenções artísticas, barraquinhas de comidas típicas e apresentações de números de circo.

Toda a programação é gratuita.

 

Informações: (31) 3483-5301 e (31) 9171-9082

Blog: www.grupoiuna.blogspot.com

 

 

Emitido em 23/03/2011

Jornalista Néllie Branco

(31) 9914-4163

Iphan: Prêmio “Viva meu Mestre”

Prorrogado o prazo do edital Viva Meu Mestre – Mestres e Mestras de Capoeira

A União, por intermédio do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan, torna pública a prorrogação do período de inscrição para o Concurso Público “Prêmio Viva Meu Mestre – Edição 2010”, regulamentado pelo EDITAL DE PREMIAÇÃO Nº 001 – DPI, de 25 de outubro de 2010, publicado no D.O.U. no dia 29 de outubro 2010. As inscrições poderão ser apresentadas até o dia 12 de dezembro de 2010. Márcia Sant Anna – Diretora do Departamento de Patrimônio Imaterial.

Link: http://portal.iphan.gov.br/portal/montarDetalheConteudo.do?id=15690&sigla=Noticia&retorno=detalheNoticia

 

100 prêmios, no valor de R$ 15.000,00 (quinze mil reais) para cada premiado: Mestres e Mestras de Capoeira, com idade igual ou superior a 55 (cinqüenta e cinco) anos, cuja trajetória de vida tenha contribuído de maneira fundamental para a transmissão e continuidade da Capoeira no Brasil.

A União, por intermédio do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em parceria com a Fundação Cultural Palmares e com as Secretarias Executiva, da Identidade e Diversidade Cultural e de Políticas Culturais do Ministério da Cultura, divulga e estabelece as regras do Concurso Público “Prêmio Viva Meu Mestre – Edição 2010”.

Este concurso é uma ação vinculada ao Programa de Salvaguarda e Incentivo à Capoeira – Pró Capoeira, observando-se as leis nº 8.666/1993 e 8.313/1991; o Decreto nº 3.551/2000; o Decreto nº 5.761/2006, art. 10, inciso IV; a Portaria MinC nº 29/2009; a Convenção para Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, e a Convenção sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, da UNESCO; os Seminários Nacionais de Políticas Públicas para as Culturas Populares; e o registro, em 15 de julho de 2008, do Ofício de Mestre de Capoeira e da Roda de Capoeira como patrimônio cultural imaterial brasileiro.

Para saber mais sobre este concurso, baixe o Edital “Viva meu Mestre” (basta clicar no link)

Capoeiristas do Sul e Sudeste fazem roda de discussão no Rio

Rio de Janeiro – Capoeiristas dos estados do Sul e Sudeste se preparam para uma roda de discussão, a partir de hoje (27), no Rio. A meta é levantar sugestões para um plano nacional de salvaguarda, com medidas principalmente para a profissionalização. No evento, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) lança um prêmio para os mestres da modalidade.

Capoeirista há 40 anos, mestre Levi Tavares de Souza, de 53 anos, diz que os professores querem empregos formais e aposentadoria. Com a profissionalização, ele acredita que ficam protegidos os saberes tradicionais da prática, conhecida por aliar arte, cultura e história. O mestre lembra que desde que a capoeira deixou de ser crime, na década de 30, a questão não foi discutida.

“A capoeira não sofre mais o preconceito de antes – não é mais associada à marginalidade”, disse, lembrando que a luta que mistura golpes rápidos e movimentos acrobáticos à dança, ao som de atabaques, foi criminalizada dois anos depois da Abolição da Escravatura (1888). “Mas os mestres esbarram na exigência do diploma de educação física e na formalização”, reclamou.

No encontro chamado Pró-Capoeira, os participantes também debatem a internacionalização da prática, levada para fora do país por vários mestres, além de formas de organização social, ações que estimulam o uso da capoeira na educação e no lazer e maneiras de garantir a preservação do meio ambiente na elaboração de instrumentos musicais como o berimbau.

“Os instrumentos são fabricados de madeira e sementes. São materiais que exigem formas adequadas de manejo”, destaca a coordenadora-geral de salvaguarda do Departamento de Patrimônio Imaterial do Iphan, Teresa Paiva Chaves. “A roda de capoeira precisa da musicalidade, precisa desses instrumentos, mas com sustentabilidade”, acrescenta.

Considerados Patrimônio Cultural Imaterial pelo Iphan há dois anos, a Roda de Capoeira e o Ofício dos Mestres passaram a exigir políticas públicas de promoção e de preservação. Nesse sentido, o instituto também lança hoje o prêmio Viva meu Mestre, que oferecerá R$ 15 mil para os professores mais velhos, em situação de vulnerabilidade social.

O edital será conhecido no encontro e contemplará professores escolhidos pelos próprios alunos. Podem participar do lançamento do prêmio e do encontro  praticantes e instituições ligadas à capoeira no Sul e Sudeste. O evento será realizado no Centro de Convenções SulAmérica, no centro, e contará com representantes da Fundação Palmares e do Ministério da Cultura.

As sugestões aprovadas no Rio para o plano nacional de salvaguarda  se somarão a contribuições de todo o país, que voltarão a ser discutidas no ano que vem em Brasília. O documento ainda contará com contribuições da roda de discussões da Região Centro-Oeste, que se reúne em  novembro. O Pró-Capoeira no Nordeste foi realizado em setembro, em Recife.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br

Esclarecimentos: Programa Pró-Capoeira – IPHAN

Em resposta ao e-mail recebido de Natália Brayner, Técnica do Departamento do Patimônio Imaterial do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional-IPHAN:

Prezados,

O Grupo de Trabalho Pró-Capoeira, coordenado por este Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional-IPHAN, solicita espaço de resposta ao texto “Uma Lei Orgânica para a Capoeira“, publicado portal da capoeira em 13 de outubro de 2010, pois o IPHAN e o Ministério da Cultura foram mencionados no referido artigo com relação à condução do Programa Pró-Capoeira ao qual atribuiram-se diretrizes de atuação que não correspondem à proposta do programa.  Enviamos um  esclarecimentos sobre o Programa Pró-Capoeira e sobre os resultados do encontro realizado em Recife entre os dia 8 e 9 de setembro de 2010.

Atenciosamente,

Natália Brayner
Técnica
Departamento do Patimônio Imaterial
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional-IPHAN

 

Prezados Capoeiras,

O Iphan esclarece ao público que o Programa Pró-Capoeira, ao contrário do que é afirmado, equivocadamente, em alguns fóruns de discussão, não é orientado pela “bandeira da capoeira como processo exclusivamente desporto-competitivo-olímpico” , tal como mencionado Prezados,

Cabe ao Iphan informar que o tema foi apresentado por um dos vários segmentos do universo da capoeira em um encontro promovido pelo Programa Pró-Capoeira; e foi divulgado pelo Iphan como uma sugestão a ser discutida pelos vários segmentos no processo de mobilização social promovido pelo Programa. O fato de o tema ter sido levantado e apresentado não significa que será encaminhado enquanto política do Estado, pois ainda há muito que discutir e debater.

Nesse sentido cabe também esclarecer o que vem a ser o Programa Pró-Capoeira:

A possibilidade de fazer política pública em prol da capoeira no Instituto do Patrimônio HIstórico e Artístico Nacional (Iphan) é muito recente; só começou efetivamente em 2008, quando a roda e o ofício dos mestres de capoeira foram registrados como patrimônio cultural do Brasil. Desde então, se faz necessária uma política de salvaguarda para estes bens culturais que seja mobilizadora, participativa e inclusiva.

Desde que as tradições da roda e o ofício dos mestres foram registrados como patrimônio cultural do país, a capoeira passou a ser interesse de política de patrimônio de Estado, e não apenas objeto de políticas de governos, as quais, usualmente, constituem-se por programas e ações passageiros e pontuais Assim, de agora em diante pode haver vários programas de governos diferentes, com nomes diferentes, mas que deverão ser pautados por diretrizes estratégicas comuns que visem a continuidade da ação do Estado em prol da capoeira, em especial no que se refere à salvaguarda dos aspectos tradicionais da capoeira reconhecidos e registrados como patrimônio cultural nacional.

Para estabelecer as bases para uma política participativa neste campo, o Ministério da Cultura criou o Programa Pró-Capoeira e instituiu o Grupo de Trabalho Pró-Capoeira (GTPC) para implementá-lo.

A primeira providência, por parte do GTPC, foi observar as demandas apontadas nas recomendações de salvaguarda levantadas durante o processo de registro e buscar os encaminhamentos, como a interlocução com o Ministério da Previdência, da Educação, e outras providências. Também foram avaliadas criticamente as experiências de políticas na área com vistas ao aperfeiçoamento. E foi observada a necessidade de conhecer mais e promover a mobilização e organização da demanda dessa base social tão diversa e complexa como é a da capoeira.

Assim, num primeiro momento, foi implementado e amplamente divulgado o Cadastro Nacional da Capoeira (CNC) para coleta e atualização de dados relativos à capoeira. Estas e outras fontes de verificação, como cadastros de pontos de cultura, pesquisas acadêmicas, cadastros de editais do MinC foram utilizadas para identificação das referências deste universo cultural. Em seguida, foram idealizados os encontros Pró-capoeira como uma forma de proporcionar aos mestres de capoeira de todas as regiões do país um espaço de fala sobre as recomendações de salvaguarda apontadas durante o processo de registro da roda e do ofício dos mestres como patrimônio cultural e sobre outras demandas importantes do campo, sempre na perspectiva de construção de uma política pública de Estado para a salvaguarda destas tradições culturais. Com os contingenciamentos orçamentários, contudo, só foi possível planejar para este ano de 2010 três encontros regionais condensados. Ficando indicado e planejado um encontro nacional para o próximo ano.

Com as dimensões continentais de nosso país, milhares de capoeiras praticando neste território e para além dele e com as diversas tendências, correntes e segmentos deste universo, a implementação das bases de uma política participativa é bastante complexa. Necessariamente terá acertos e problemas, levando algum tempo para alcançar o consenso fundamental necessário ao seu bom funcionamento. A participação presencial de todos os mestres de capoeira do país nestes encontros mostrou-se tarefa irrealizável frente ao tempo e os recursos disponíveis para a condução deste processo.

Um dos encaminhamentos dados para o enfrentamento destes desafios passou pela realização de uma chamada pública de currículos para especialistas em capoeira de todas as regiões do país com vistas a ajudarem na identificação dos os mestres e mestras que são referenciais importantes para diversidade de tendências da capoeira; na organização dos encontros mediando os grupos de trabalho, sistematizando resultados, elaborando relatórios e outras providências. Um dos critérios importantes nesta seleção foi a necessidade de curso superior, já que estes consultores estão encarregados de elaborar textos referenciais, sistematizar os resultados e produzir os relatórios de cada encontro, com conhecimento do campo, de forma a orientar o GTPC na escolha dos convidados dos encontros. Convém atentar para o fato de que é vedada por lei a contratação de servidores públicos, o que impediu a seleção de capoeiras professores e pesquisadores de universidades públicas ou que exercem outras funções no poder público.

Os critérios de seleção para definição dos mestres e mestras convidados participar de cada encontro foram elaborados a partir dos resultados da sistematização de dados obtidos nos cadastros realizados pelo Ministério da Cultura no âmbito do Capoeira Viva, do Programa dos Pontos de Cultura e do próprio Pró-Capoeira. Esta sistematização também incorporou dados de pesquisas acadêmicas e da pesquisa realizada para registro da roda e do ofício de mestre de capoeira como patrimônio cultural do Brasil. Mais uma vez, ressaltamos que seria inviável, convidar todos os mestres de capoeira do país, e os critérios de representação para participação nos encontros são baseados na importância tácita e inquestionável da pessoa convidada, no tempo de atuação, no reconhecimento coletivo, na importância como formadora e transmissora de saberes e, ainda, no seu gênero. Também se procurou a garantir a representatividade dos vários segmentos praticantes da capoeira.

O primeiro encontro foi realizado em Recife no período de 8 a 9 de setembro deste ano. Além da divulgação das diretrizes conceituais do Programa através de palestras iniciais, os mestres e mestras presentes estiveram reunidos em grupos de trabalho com o objetivo de identificar situações-problema enfrentadas pelos capoeiristas em diferentes áreas temáticas e discutir possíveis sugestões de solução para as questões identificadas. Em todos os grupos estiveram em diálogo os pensamentos e posicionamentos de várias correntes e tendências ali representadas. A questão da capoeira como desporto olímpico surgiu no GT que tratou do tema Capoeira e Esporte, como uma situação-problema a ser enfrentada pelos capoeiristas e que precisa ser melhor debatida a partir de posicionamentos melhor informados sobre o assunto. O GT apresentou algumas sugestões para o enfrentamento desta questão, dentre outras, por exemplo, foi aventada a possibilidade de a capoeira agregar especializações como acontece em outras áreas e esportes: capoeira desportiva, capoeira cultural, etc. Além disso, ainda com relação a questões mais amplas relativas ao tema Capoeira e Esporte, foi reforçada a importância da presença de técnicos do Ministério dos Esportes nos encontros do Pró-Capoeira. Ressaltamos que todas e quaisquer sugestões dadas por segmentos do universo da capoeira nos encontros não se tornam automaticamente diretrizes do Programa. Significa apenas que demandas foram mapeadas e que serão postas em discussão nos encontros posteriores e no Encontro Nacional, previsto para 2011, em Salvador. Os temas e proposições levantados nos encontros de certo mostrarão a diversidade de tendências e interesses do campo da capoeira, alguns em maior ou menor grau de consenso ou conflito.

Este trabalho está começando e esperamos poder contar com a participação construtiva de todos os segmentos deste universo. Entendemos a enorme expectativa dos capoeiras, mas é preciso que todos entendam que uma política pública dessas dimensões só pode ser implementada com cautela, espírito crítico sim, mas com a perspectiva concreta de entendimento entre os segmentos envolvidos e o Estado. Além disto, estas iniciativas não invalidam outras que já estejam em andamento no que se refere à construção de uma legislação específica voltada ao campo da capoeira. Entendemos inclusive que os resultados dos encontro nacional do Pró-Capoeira podem e devem ser encaminhados à Frente Parlamentar da Capoeira e que articulações com este e outros grupos, pessoas e instituições que atuam em prol da capoeira serão necessárias e importantes para a consolidação de políticas de Estado. O universo em questão é vasto e o objetivo do Ministério da Cultura é chegar a todas as pessoas e a todos os espaços onde a capoeira é praticada.

 

Brasília, 19/10/2010

 

Grupo de Trabalho do Pró-Capoeira-GTPC

Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional-IPHAN

IPHAN: Chamada Pública de currículos para o Pró-Capoeira

Chamada Pública de currículos para o Pró-Capoeira

Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional  em 21 de outubro de 2008 registrou o Ofício de Mestres e a Roda de Capoeira  como patrimônio cultural nacional. Em 22 de julho de 2009, foi instituído Grupo de Trabalho Pró-Capoeira (GTPC) através da Portaria nº 48. Este grupo é formado por representantes de unidades do Ministério da Cultura e tem a finalidade de estruturar as bases do Programa Nacional de Salvaguarda e Incentivo à Capoeira (Programa Pró-Capoeira).

Entre as metas Programa temos a implantação do Cadastro Nacional da Capoeira e a realização de três encontros de mestres e capoeiristas nas diferentes regiões do país. Estes encontros visam promover a sistematização de demandas do campo e o planejamento estratégico das  ações de salvaguarda e incentivo à prática da capoeira. Para fazer a gestão administrativa dessas ações, foi realizado um concurso de Oscips, sendo selecionada a Oscip Centro Cultural Internacional- Intercult-BSB.

Neste momento se faz necessária a contratação de dez consultores especialistas em capoeira, sendo dois por região. Os consultores se responsabilizarão pela  identificação de pessoas que sejam referencias e que tenham representatividade para participar dos encontros; pela relatoria e consolidação dos resultados dos encontros; pela coordenação dos debates, mesas e grupos de trabalho; pela elaboração de textos e documentos referenciais. Nesse sentido, o GTPC e a Oscip Intercult estão fazendo uma chamada de currículos para o seguinte perfil:

– Nível superior em qualquer área com experiência comprovada em pesquisa no campo da capoeira.

Os interessados deverão enviar o CV preenchido conforme modelo anexo, até o dia 10/07/2010 aos e-mails salvaguarda@iphan.gov.br, capoeira@cultura.gov.br e centroculturalintercult@gmail.com, indicando no título da mensagem o perfil “Consultor de Capoeira” e região na qual atua como especialista. Serão desconsiderados os CVs remetidos após a data limite indicada neste edital.

Para concretização da contratação, os candidatos selecionados deverão entregar documentação comprobatória das informações declaradas no currículo (clique aqui para baixar o currículo).

Observamos que, em atenção às disposições do decreto nº 5.151, de 22/07/2004, é vedada a contratação de servidores ativos da Administração Pública Federal, Estadual, do Distrito Federal ou Municipal, direta ou indireta, bem como de empregados de suas subsidiárias ou controladas.

(Coordenação Geral de Salvaguarda – IPHAN)