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Festival Cultural da Melhor Idade reunirá cerca de 300 idosos

Festival Cultural da Melhor Idade reunirá cerca de 300 idosos no próximo dia 08 de dezembro, que farão apresentações de puxada de rede, samba de roda e capoeira

O projeto de Capoeira adaptada, fomentado pelo Grupo de Capoeira Mandinga e a Ong JUNTOS, avança e proporciona novidades para seus alunos da terceira idade

Dona Terezinha não perde uma aula. Sagradamente, duas vezes por semana, ela deixa de lado a rotina usual de dona de casa para praticar uma atividade um tanto inusitada para alguém com mais de 60 anos: a capoeira. Num primeiro contato, Terezinha pensou que não daria certo. Como uma atividade que pede pulos, ginga e sincronia de movimentos caberia a um idoso?

 

Cabe. Hoje, três anos depois, Dona Terezinha – ou Maria Terezinha do Nascimento, de 63 anos – aguarda ansiosa suas aulas de capoeira adaptada, atividade feita graças à iniciativa da ONG JUNTOS (Jardins Unidos No Trabalho de Obras Sociais) e do projeto Tempo da União, braço cultural da Associação de Capoeira Mandinga, que atua em diversas regiões com seus projetos sociais e culturais.

 

Terezinha faz parte de um grupo que atualmente conta com 380 idosos. Todos, segundo a própria praticante, descobriram os benefícios da terapia. As aulas de capoeira adaptada aos idosos começaram na sede da ONG JUNTOS, situada na zona leste da capital, com cerca de 60 idosos, que até então participavam de terapias ocupacionais pouco aeróbicas, como a musicoterapia.

 

Da capoeira para o interesse a práticas da cultura afro descendente, foi uma questão de tempo. No próximo dia 08 de dezembro, o grupo fará apresentações de bate latas, dança do coco, puxada de rede, teatro focando a temática da escravidão, samba de roda e maculelê. Após as apresentações haverá um campeonato de capoeira com premiação para os primeiros três colocados. “Os resultados desse trabalho são gratificantes. Não somente em termos de qualidade de vida, mas pelas lições, pela vivacidade que eu presencio no convívio diário” – afirma Cibele Moura, capoeirista há 17 anos e professora da turma, que tem seu aluno mais novo com 60 anos e, o mais velho, 94.

 

 

Sobre o evento

 

I Festival Cultural da Melhor Idade

 

 

Organização Grupo Capoeira Mandinga – ONG Juntos

Dia 08 de dezembro às 10h

Local: Sede da ONG Juntos – Rua Cânfora, 90 – Jardim Brasília.

O evento será aberto ao público e contará com a presença do Mestre Maurão, a frente do Grupo de Capoeira Mandinga e um dos maiores nomes dessa cultura no mundo.

 

“É o terceiro evento que realizamos para essa turma tão especial. No entanto, para essa edição, colocamos mais atividades culturais, uma vez que os alunos foram inseridos na capoeira, que é uma prática mantenedora das culturas regionais brasileiras que serão apresentadas.” – sinaliza Mestre Maurão.

 

Baobá Comunicação erika.balbino@baobacomunicacao.com

380 idosos são batizados na capoeira e recebem graduação no próximo dia 07 de julho

Capoeira adaptada, projeto fomentado pelo Grupo de Capoeira Mandinga e a Ong JUNTOS, batiza turma da terceira idade. O aluno mais novo tem 60 anos e, o mais velho, 94

Dona Terezinha não perde uma aula. Sagradamente, duas vezes por semana, ela deixa de lado a rotina usual de dona de casa para praticar uma atividade um tanto inusitada para alguém com mais de 60 anos: a capoeira. Num primeiro contato, Terezinha pensou que não daria certo. Como uma atividade que pede pulos, ginga e sincronia de movimentos caberia a um idoso?

Cabe. Hoje, dois anos depois, Dona Terezinha – ou Maria Terezinha do Nascimento, de 63 anos – aguarda ansiosa suas aulas de capoeira adaptada, atividade feita graças à iniciativa da ONG JUNTOS (Jardins Unidos No Trabalho de Obras Sociais) e do projeto Tempo da União, braço cultural da Associação de Capoeira Mandinga, que atua em diversas regiões com seus projetos sociais e culturais.

Terezinha faz parte de um grupo que atualmente conta com 380 idosos. Todos, segundo a própria praticante, descobriram os benefícios da terapia. “Ter a capoeira adaptada para nós, idosos, é maravilhoso. Mexer o corpo e fazer atividade é a melhor coisa que podemos buscar. Minhas articulações estão muito bem, e eu sou outra pessoa!”, diz Terezinha.

As aulas de capoeira adaptada aos idosos começaram na sede da ONG JUNTOS, situada na zona leste da capital, com cerca de 60 idosos, que até então participavam de terapias ocupacionais pouco aeróbicas, como a musicoterapia. A aceitação era pequena. “Eles não gostavam da musicoterapia e se queixavam por querer algo mais dinâmico. Inclusive, alguns idosos jogavam dominó durante a aula justamente por não gostarem dela. Agora a realidade, felizmente, é bem diferente”, afirma Cibele Moura, capoeirista há 16 anos e professora da turma.

 

Batizado

O primeiro batizado da turma de idosos aconteceu no dia 30 de abril de 2011, em frente à arena de eventos do Museu Afro, no parque do Ibirapuera, reunindo um total de 360 alunos.

Esse ano o evento acontecerá no dia 07 de julho, das 9h às 12h, no SESC Itaquera. Serão batizados 180 alunos com a segunda graduação, corda amarela; e 200 alunos com a primeira graduação de cor verde.

O evento será aberto ao público e contará com a roda de capoeira do Mestre Maurão, a frente do Grupo de Capoeira Mandinga e um dos maiores nomes dessa cultura no mundo.

“Nosso primeiro evento ocorreu em um espaço público e agora estamos dentro de uma instituição que prima pelo respeito aos idosos, pela prática de esportes e pela manutenção e fomento da cultura tradicional. Só posso estar feliz” – sinaliza Mestre Maurão.

 

Batizado dos 380 alunos da terceira idade – Projeto Tempo de União – Grupo de Capoeira Mandinga e ONG JUNTOS

 

Data: Dia 07 de julho

Horário: das 09h às 12h00

Local: Sesc Itaquera – Avenida Fernando Espírito Santo Alves de Mattos, 100

 

Projeto Tempo de União

O projeto Tempo de União é um braço dentro da Associação de Capoeira Mandinga destinado a crianças e adolescentes que atua em diferentes comunidades da capital paulista, e que fomenta atividades culturais e sociais com foco na Capoeira e tradições regionais.

 

Erika Alexandra Balbino

Baobá Comunicação, Cultura e Conteúdo

Rua Porangaba, nº 149, Bosque da Saúde

04136-020 – São Paulo – SP

+55 11 3482-2510+55 11 3482-6908

Capoeiristas Cearenses unidos para dar uma rasteira nas drogas

“Aprender para ensinar e ensinar a aprender”

Usada como ferramenta de inclusão social, a capoeira pode inibir uma das grandes preocupações que envolvem hoje a nossa juventude; as drogas. O consumo de drogas no País é muito grande e não há como combater, chega-se cogitar a liberação da mesma no Brasil, assim como ocorre em alguns Países de primeiro mundo.Enquanto nossas autoridades não chegam ao um denominador, Grupos de Capoeirano estado do Ceará resolvem realizar o projeto denominado: “Sou craque na Capoeirae nas drogas dou rasteiras”, equipe: “Juntos vamos dar uma rasteira nas drogas”.

O evento esta programado para ser realizado no mês de dezembro do corrente ano, mas os grupos já estão mobilizados em busca de apoio e patrocínio.
O projeto esta constituído por 17 Grupos de Capoeira da Capital e no Estado do Ceará, onde os mesmos pretendem mostrar a Capoeira como ferramenta de inclusão no combate as drogas, principalmente contra crack, uma droga avassaladora que vemdestruindo não só os nossos jovens, como também, muitas famílias.
Para somar nesta empreitada a equipe denominada de “Juntos vamos dar umarasteira nas drogas”, irá elaborar uma serie de atividades: palestras, doação de sangue, apresentações em terminais, praias, aulas e oficinas de Capoeira, audiências Publicas na Câmara Municipal e Assembléia Legislativa.

A Capoeira é sem sobra de duvidas na atualidade uma das maiores ferramenta deinclusão social no combate as drogas no nosso País, se não vejamos; como produtoda cultura popular e esporte, podem e devem contribuir para reverter esse quadro efavorecer a aproximação das pessoas, valorizando-as pelo que são, em essência, enão pelas suas condições sociais e materiais. Contribui também, para a construçãode espaços democráticos, onde todos tenham direitos e oportunidades iguais; para a compreensão das relações entre passado, presente e futuro; e, sobretudo, paradespertar a consciência política e a capacidade de afirmação da cidadania e dos direitos humanos fundamentais.

Fortaleza é o epicentro de onde surgiram personagens fundamentais, que contribuíram para a formação da capoeira no Ceará. Este processo de construção começou no início da década de 1970, a capoeira antes marginalizada e criminalizada; hoje conta com cerca de 100 mil praticantes em todo o Estado. Porém, para que essas conquistas possam seguir adiante, é necessário que se discuta políticas públicas voltadas exclusivamente para a capoeira. Afinal, são 41 anos de serviços prestados, formando cidadãos, promovendo a inclusão social e afastando os jovens doenvolvimento em atividades ilícitas.

Segundo o IBGE, 62% da população cearense vivem abaixo da linha da pobreza,em contraste com uma desigual concentração de renda nas mãos de uma minoria. O desemprego atinge 200 mil pessoas, principalmente os jovens. O consumo do crack, droga altamente nociva e com capacidade veloz de degradação humana tem crescidode forma assustadora entre a juventude, soma-se a isso o fato de Fortaleza conviver com mais de 700 favelas, a maioria sem previsão de políticas publicas de educação, cultura ou lazer, medidas estas, que poderiam contribuir para amenizar sensivelmente o devastador quadro social que vem sendo pintado diariamente.

São partes integrantes para concretização deste projeto os seguintes Grupos com seus respectivos Mestres e Contra Mestres: Terreiro Capoeira, Mestre Gerson do Valle, Cordão de Ouro, Mestra Paulinha, ACAS, Mestre Simpatia, Legião Brasileira, Mestre Zebrinha, Zumbi, Mestre Wlisses, Palmares, Mestre João Baiano, Marabaiano, Mestre Jair, Benção Capoeira, Mestre Bebezão e Prainha, Muzenza, Mestre Adriano, Viver Capoeira, Mestre Indio, União Capoeira, Mestre Marrom, Capoeira Brasil, Mestre Kim, Nação Capoeira, Mestre Baleia, Berimbau de Prata, Mestre Zé Ivan, São Salvador, Mestre Aramola, Nação Negra, Mestre Humberto e Equipe Capoeira, Contra Mestre Piolho.

Em todo o Brasil, mais especialmente em nosso Estado, as drogas têm proliferado de uma maneira assustadora, levando muitos dos nossos jovens ao seu consumo ea morte; porem a Capoeira como instrumento disciplinador vem ocupando espaço dedestaque nesse contexto e oferecendo contribuições significativas através de seus educadores.

Nosso lema: “Aprender para ensinar e ensinar a aprender”, capacitando aindamais os educadores, mestres e professores em capoeira, para que possam prestarserviços eficientes, de alta qualidade e contribuir de maneira efetiva com o processo cultural local, favorecendo, entre outras coisas, a inclusão social, o combate à evasão escolar e a prevenção do envolvimento dos jovens em atividades ilícitas. Desta formaconclamamos a todos para: “JUNTOS DARMOS UMA RASTEIRA NAS DROGAS”. Finaliza Mestre Gerson do Valle, idealizador do Projeto.

Maiores informações de como participar na construção e no apoio a este projeto:

Mestre Gerson do Valle
085. 9954.8989 TIM – 8754.2803 OI – 9204.2624 CLARO – 8107.6104 VIVO
E-mail: mestregerson@yahoo.com.br

360 idosos são batizados na capoeira dentro do parque do Ibirapuera

 

Capoeira adaptada, projeto fomentado pelo Grupo de Capoeira Mandinga e a Ong JUNTOS, batiza turma da terceira idade. O aluno mais novo tem 60 anos e, o mais velho, 94.

Dona Terezinha não perde uma aula. Sagradamente, duas vezes por semana, ela deixa de lado a rotina usual de dona de casa para praticar uma atividade um tanto inusitada para alguém com mais de 60 anos: a capoeira. Num primeiro contato, Terezinha pensou que não daria certo. Como uma atividade que pede pulos, ginga e sincronia de movimentos caberia a um idoso?

Cabe. Hoje, um ano depois, Dona Terezinha – ou Maria Terezinha do Nascimento, de 62 anos – aguarda ansiosa suas aulas de capoeira adaptada, atividade feita graças à iniciativa da ONG JUNTOS (Jardins Unidos No Trabalho de Obras Sociais) e do projeto Tempo da União, braço cultural da Associação de Capoeira Mandinga, que atua em diversas regiões com seus projetos sociais e culturais.

Terezinha faz parte de um grupo que atualmente conta com 360 idosos. Todos, segundo a própria praticante, descobriram os benefícios da terapia. “Ter a capoeira adaptada para nós, idosos, é maravilhoso. Mexer o corpo e fazer atividade é a melhor coisa que podemos buscar. Minhas articulações estão muito bem, e eu sou outra pessoa!”, diz Terezinha.

As aulas de capoeira adaptada aos idosos começaram na sede da ONG JUNTOS, situada na zona leste da capital, com cerca de 60 idosos, que até então participavam de terapias ocupacionais pouco aeróbicas, como a musicoterapia. A aceitação era pequena. “Eles não gostavam da musicoterapia e se queixavam por querer algo mais dinâmico. Inclusive, alguns idosos jogavam dominó durante a aula justamente por não gostarem dela. Agora a realidade, felizmente, é bem diferente”, afirma Cibele Moura, capoeirista há 15 anos e professora da turma.

 

Batizado no Ibirapuera

 

No dia 30 de abril, em frente à arena de eventos do Museu Afro, no parque do Ibirapuera, todos os 360 alunos serão batizados na capoeira. O evento será aberto ao público e contará com a roda de capoeira do Mestre Maurão, líder do Grupo de Capoeira Mandinga e um dos maiores nomes dessa cultura no mundo.

A iniciativa de batizar os alunos no parque do Ibirapuera veio do próprio Mestre Maurão. “A capoeira é um instrumento catalisador de socialização. Dessa forma, nada mais justo que praticá-la e divulgá-la num parque, ao ar livre, com a interação dos visitantes. Acredito, inclusive, que não temos registro em São Paulo de um evento com essa proporção”, conclui.

 

Batizado dos 360 alunos da terceira idade – Projeto Tempo de União – Grupo de Capoeira Mandinga e ONG JUNTOS

Apoio: Administração Pública do Parque do Ibirapuera e CRAS/Itaquera

Data: Dia 30 de abril de 11 (sábado)

Horário: das 10h às

Local: Parque do Ibirapuera – em frente à arena de eventos do Museu Afro

Portões 10 e 12 do parque do Ibirapuera

 

Projeto Tempo de União

O projeto Tempo de União é um braço dentro da Associação de Capoeira Mandinga destinado a crianças e adolescentes que atua em diferentes comunidades da capital paulista, e que fomenta atividades culturais e sociais com foco na Capoeira e tradições regionais.

 

Sobre Mauro Porto da Rocha – o Mestre Maurão

Mauro Porto da Rocha – o Mestre MaurãoMestre Maurão inicia na capoeira em 1979, na cidade de Santo André/SP, no Grupo Nova Luanda, liderado por Mestre Valdenor, onde se formou no ano de 1985. Na adolescência, Mestre Maurão teve contato com o lendário Mestre Caiçara (Bahia) com quem pode ter um convívio muito próximo, tendo assim conhecimento legítimo de hábitos da velha Bahia.

 

Muitos Mestres foram referência na sua trajetória, em especial estão: Mestre Valdenor dos Santos, responsável por sua formação e Mestre Canhão (Discípulo de Mestre Bimba) que o auxiliou e orientou em sua profissionalização como capoeira. Mestre Maurão participou na década de 80 de vários campeonatos onde consagrou-se Tri-Campeão Brasileiro (consecutivo), além de ter sido por 14 anos Campeão Paulista.

 

Na década de 1990 morou na Inglaterra, onde ministrou aulas de capoeira e participou de apresentações e shows sobre a cultura brasileira. Em São Paulo, foi uma das lideranças da famosa Roda da Praça da República, considerada como uma das rodas de capoeira mais tradicionais do mundo pelo fato de juntar vários capoeiras de diversas partes do Brasil.

 

Mestre Maurão adquiriu um grande respeito não só da comunidade capoeira, mas angariou o respeito e a admiração de quem acompanhou a sua estória e o seu trabalho. Vivências e fatos que o levaram a ser internacionalmente conhecido como um grande atleta da Capoeira e um importante propagador da Cultura Afro-Brasileira.

 

 

Baobá Comunicação, Cultura e Conteúdo

(11) 3482-2510 | 3482-6908

www.baobacomunicacao.com.br

A Confraria Carioca de Capoeira – C.C.C.

A CONFRARIA CARIOCA DE CAPOEIRA – (C.C.C.)

Nasceu de um grupo de amigos e com iniciativa do Mestres Burguês – Hulk – Arerê – Columar – King – Gegê – Edvaldo Baiano – Martins – Lua – Montana

A partir da necessidade de unir seus grupos com as seguintes propostas:

1- Trabalhar juntos com ideologias diferentes em prol da CAPOEIRA . (Esse é o nosso grande desafio)

2- Respeitar a individualidade de cada Grupo e de cada Mestre.

3- Enfocar uma comunidade de CAPOEIRA.

4- Os trabalhos de cada Grupo ou Mestre continuam individualmente mais, o objetivo principal é de reunir.

5- Juntar o saber popular com o saber academico.

6- Objetivo coletividade e não ao individualismo.

7- Pensar mais na CAPOEIRA e não no seu grupo.

8- O nosso grande instrumento é o diálogo.

9- Amadurecer a ideia de fazer um evento todos juntos.

10- NOSSO LEMA:

– RESPEITAR AS DIFERENÇAS

– HUMILDADE

– UNIÃO

A necessidade de manter o respeito aos fundamentos, o compromisso e seriedade com a Capoeira. A história da capoeira no Rio de Janeiro passa a ser vista com mais credibilidade quando há  forças, de companheiros com  o compromisso da nossa CAPOEIRA.  Respeitar as diferenças , humildade, união e seriedade com a capoeira. Isto é  a  CONFRARIA CARIOCA DE CAPOEIRA – (C.C.C.)

A CONFRARIA CARIOCA DE CAPOEIRA – C.C.C.

FUNDADORES:

EDVALDO BAIANO – MARTINS – KING – MONTANA – GEGÊ – COLUMA – ARERÊ – HULK – LUA E BURGUÊS.

LANÇAMENTO DA CONFRARIA DIA 27 DE FEVEREIRO DE 2010 GRANDE RODA NA PEDRA DO SAL (PRAÇA MAUÁ, Rio de Janeiro/RJ, Brasil)

O COLEGIADO DA C.C.C

CONFRARIA DE ESCRAVOS VOLTADA PARA A LIBERTAÇÃO DE OUTROS ESCRAVOS

Capoeira Ginga Brasilia “Aprendendo mais pela Paz”

Festa de Encerramento do Ano de 2009

Na oportunidade estamos contando com a presença do Mestre Cafuné, aluno do Mestre Bimba.
Como já é do conhecimento de uma boa parte dos capoeiristas,

os trabalhos realizados por mim, tem como objetivo ampliar os conhecimentos, desmestificar alguns pontos na capoeira e organizar, para que esta arte se mantenha no seu maior estado de pureza possível.

PROGRAMAÇÃO

• 9:00h às 13:00h – aulas de toques de berimbau (trazer o seu berimbau) – sequências, movimentos desequilibrantes e balões

• 13:00h às 14:00h – almoço

• 14:00 às 17:00h – roda, batizado e troca de cordões

Mestre Brasilia

Antônio Cardoso Andrade, Mestre Brasília, nascido em 29-05-1942, é também um dos pioneiros da Capoeira paulista. Aprendeu com mestre Canjiquinha, de quem foi discípulo e amigo dedicado.

Veio para São Paulo, gostou, acabou ficando. Praticava capoeira na antiga CMTC, com mestre Melo, e na academia do mestre Zé de Freitas, no Brás. Conheceu então mestre Suassuna, e juntos fundaram uma academia, a “Cordão de Ouro”, que viria a se tornar no pólo principal da Capoeira paulista.

 

Joga com extrema elegância e habilidade.

 

Local

Local: Escola Vera Cruz
Endereço: Rua Baumann, 73 – Vila Leopoldina
Data: 20/12/2009 – Domingo
Telefone: 9395-3907.

Investimento

Valor: R$ 30,00 para depósito até dia 15/12
banco Itaú – Ag: 0185 – c/corrente:14193-4 – Antonio Cardoso Andrade
R$ 50,00 no dia 20/12.

A CORRIDA DA VIDA

Há alguns anos
Nas Olimpíadas especiais de Seattle
Nove participantes
Todos com deficiência física ou mental
Alinharam-se para a largada da corrida de 100 metros rasos

Ao sair
Todos partiram
Não exatamente em disparada
Mas com vontade de dar o melhor de si
Terminar a corrida e ganhar!
Todos
Com exceção de um garoto
Que tropeçou no asfalto
Caiu rolando e começou a chorar…

Os outros oito ouviram o choro
Diminuíram o passo
Olharam para trás
E voltaram
Todos eles!

Uma das meninas
Com síndrome de Down
Ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse      
Pronto! Agora vai sarar!

E todos os noves competidores deram os braços 
Andaram juntos até a linha de chegada
 
O estádio inteiro levantou-se
Os aplausos duraram muitos minutos
As pessoas que estavam ali naquele dia
Continuam repetindo essa história até hoje
Por que?
Porque
Lá no fundo do coração
Todos nós sabemos
O que importa nesta vida
Mais do que ganhar sozinho
É ajudar os outros a vencer!
Mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar o curso!