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Márcia Moura prestigia graduação de capoeira em Três Lagoas

A prefeita Márcia Moura (PMDB) participou na noite deste sábado (17) da graduação de diversas crianças, jovens e adultos que fazem parte da escola de capoeira “Filhos da Coral”. A iniciativa é de André Luiz Feitosa dos Santos, conhecido como: professor Mangueira.

Há cerca de 10 anos, André tinha o sonho de desenvolver uma atividade que englobasse crianças e jovens. Seu objetivo era tira-los das ruas e dos riscos aos quais estão expostos diariamente. “Este projeto nasceu da minha preocupação com o futuro das crianças. Quero levar conhecimento, que vai desde os cuidados com higiene até a orientação sobre uma conduta correta diante da sociedade”, comenta.

As aulas capoeira estão presente nos bairros Paranapungá, Vila Verde, São João e São Carlos, e atende 180 pessoas, com idade a partir dos 4 anos. Igor Henrique da Silva, de 19 anos afirma gostar de participar do grupo de capoeira. “Estando aqui, evito estar nas ruas. Este é um importante aprendizado para a minha vida”, complementa.

Matheus Alexandre dos Santos Dias, de 11 anos, diz que aproveita os ensinamentos passados. “O professor nos fala que não devemos ficar andando pelas ruas. Quando saio da capoeira vou direto para casa”, enfatiza.

O projeto não tem custa mensal para os alunos, e a iniciativa conta com o apoio de patrocínios. “O único gasto que se tem é anual para realizar este evento em que o graduando recebe sua corda, camiseta, certificado e o jantar para duas pessoas, no valor de R$ 50”.

Durante o discurso Márcia Moura comentou sobre como ações deste tipo colaboram no cotidiano de uma cidade como Três Lagoas. “Projetos como este valorizam a sociedade, afinal ajuda a forma cidadãos. Costumo dizer que tudo é importante, mas a auto-estima também é fator necessário e isso só se consegue com cidadania e todos estes conhecimentos que são passados por meio da capoeira. Sociedade e Poder Público têm o dever de trabalharem juntos para a melhora na qualidade de vida das pessoas”, diz.

 

PROGRAMAÇÃO

 

A cerimônia contou com apresentações de danças africanas, jogo de capoeira, exposição de objetos usados na época da escravidão e a graduação de alunos e professores. Dentro da hierarquia os alunos puderam ser graduados com cordões: verde, amarelo, azul, preto, vermelho, vermelho e preto – para instrutor, e preto e branco para professor.

 

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

 

PREFEITURA DE TRÊS LAGOAS/MS

MS: Mulheres dominando a Capoeira

Aumenta a cada dia a participação das mulheres na Capoeira em Três Lagoas. Um exemplo disso foi observado no último sábado, durante a realização do 3º Batizado Troca de Cordas da Associação Cultural Regional Brasil de Capoeira, que ocorreu no Ginásio de Esportes.

Das 60 pessoas que trocaram corda, cerca de 40 eram mulheres. Na Cidade, por meio do projeto social Educa, cerca de 120 crianças praticam capoeira, sendo que boa parte são do sexo feminino. Se esse esporte já chama atenção pelo gingado, imagine então por meio da habilidade delas!

 

Fonte: Portal Jornal do Povo de Tres Lagoas – MS – http://www.jptl.com.br

Foto: Claudio Pereira

Três Lagoas sedia 1º Festival de Cantigas de Capoeira

O fim de semana será dedicado à capoeira em Três Lagoas. A Escola de Capoeira Atletas do Bem vai promover neste sábado (29) o 1º Festival Cultural de Cantigas de Capoeira.

Cerca de 30 composições dos próprios alunos serão cantadas e julgadas, 18 serão escolhidas para a gravação do primeiro CD de cantigas da capoeira.

As 30 composições estão divididas em três ritmos, sendo Angola (música mais lenta, melódica, narram um fato), Benguela (Intermediária entre a Angola e a Regional) e Regional (ritmos mais acelerados, conhecido como “São Bento”). As canções pretendem narrar fatos cotidianos desde a esfera estadual, regional e local. Todas as melodias serão acompanhadas por berimbau, pandeiro e atabaque.

Segundo o supervisor da escola de capoeira, Mário Márcio Queiroz o evento pretende resgatar e valorizar a cultura regional e local por meio das cantigas de capoeira.

O Festival acontece à partir das 18 horas na Casa da Amizade. A entrada é franca.

CAMPEONATO

Logo após o Festival acontece o 8º Campeonato Interno de Capoeira pela Paz que neste ano contará com a participação de alunos da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) e a equipe campeã dos jogos estaduais de capoeira.

No campeonato disputam da categoria mirim (a partir de 3 anos) até a categoria sênior (a partir dos 50 anos).

No domingo (30), a partir das 9 horas, os alunos contam com palestras de dois professores de São Paulo do grupo Ingá de Capoeira. A capacitação será de capoeira contemporânea, com técnicas e golpes novos que se aprimoraram ao decorrer dos anos.

ATLETAS DO BEM

A Escola de Capoeira Atletas do Bem, supervisionada pelo professor Mário Márcio Queiroz atende aproximadamente 400 alunos em mais de 15 pontos de Três Lagoas. Mantido pela Prefeitura Municipal por meio da Secretaria de Juventude, Esporte e Lazer (Sejuvel) a escola ensina a capoeira para crianças, adolescentes, adultos e grupos da Melhor Idade com alunos de até 65 anos.

Fonte: http://www.jptl.com.br

Capoeira de luto pelo Mestre Negrito

Morreu no último sábado, 04 de julho, em acidente na estrada que liga Sete Lagoas a Fortuna de Minas, Márcio Antônio Fernandes, 47 anos, mais conhecido como Negrito. Deixou um legado que nem mesmo a morte pode apagar. Sua história de vida se tornou um grande exemplo a todos aqueles que conviveram com o capoeirista e tiveram o privilégio de conhecê-lo bem. Durante quase trinta anos, Mestre Negrito vivenciou a capoeira como poucos e transmitiu a verdadeira essência da arte àqueles que encontravam-se ao seu redor.

Segundo a terminologia, Mestre é todo o indivíduo que adquire um conhecimento especializado sobre determinada área do conhecimento humano. Apesar do título, poucas pessoas conseguem extrapolar o real sentido do termo. Dentre os raros exemplos, podemos citar o caso de Márcio Antônio Fernandes, 47 anos, mais conhecido como Mestre Negrito. Falecido no último sábado, 04 de julho, em um acidente na estrada que liga Sete Lagoas à Fortuna de Minas, Negrito deixou um legado que nem mesmo a morte pode apagar. Sua história de vida se tornou um grande exemplo a todos aqueles que conviveram com o capoeirista e tiveram o privilégio de conhecê-lo bem. Durante quase trinta anos, Mestre Negrito vivenciou a capoeira como poucos e transmitiu a verdadeira essência da arte àqueles que encontravam-se ao seu redor.

A capoeira entrou em sua vida no início dos anos 80, quando Negrito começou a aprender a arte na Escola Berimbau de Ouro, época em que a academia foi fundada pelo Mestre Marreta. Em 1989, o dedicado aluno se formou, recebendo o título de professor. De lá para cá, Negrito começou a ministrar aulas em diversas entidades locais. Vários jovens aprenderam mais do que passos da capoeira com Mestre Negrito, aprenderam, acima de tudo, exemplos de conduta e formação ética. E não foram poucas as pessoas que participaram de suas aulas. Alunos dos Colégios Caetano, Dom Silvério, Cenecista e SERPAF (Serviço de Proteção ao Menor e à Família), além de jovens do CRAS (Centro de Referência de Assistência Social), SESI (Serviço Social da Indústria) e de diversos outros núcleos, como os das cidades de Papagaio, Pompéu, Três Marias, Fortuna de Minas, Cachoeira da Prata, dentre outras, também cresceram ouvindo as lições de Negrito.

Em 1996, Mestre Negrito estabeleceu uma parceria com o SESC (Serviço Social do Comércio) e iniciou suas aulas no local. Nessa época, Negrito fundou a Escola de Capoeira Grupo Ogum. Claudete Simone Guimarães, diretora da entidade, lembra que Negrito ajudou a divulgar e desmistificar a arte da capoeira na cidade. Para ela, antes de qualquer coisa, Negrito era um legítimo educador, que deixou lições de humildade e coragem. “O Negrito tinha um laço de amizade muito forte com seus alunos. Meus três filhos tiveram aulas de capoeira com ele e aprenderam muito no período. A preocupação com os jovens também continuava após o período de aula. Além disso, sua coragem é um grande exemplo a todos. Ele enfrentou todas as dificuldades por amor à capoeira e nos deixou uma lição a ser seguida. Hoje, há uma lacuna, pois, além de ótimo profissional, Negrito era um grande amigo de todas as horas”, afirma Simone.

Negrito sempre dizia: “Capoeira não é somente jogar as pernas para o ar. Para ser um grande capoeirista é preciso conhecer a abrangência de representações que o termo envolve, como a arte, a dança, casos do maculelê e samba de roda, o folclore e seus personagens e a união entre povos que a arte da capoeira causou”. Mestre Negrito também era contra qualquer forma de violência, fosse ela verbal, física ou comportamental. “A luta está presente na capoeira e fez parte do processo de libertação dos negros, entretanto, o respeito pelo outro é importante e sempre deve prevalecer à violência”, afirmava o Mestre. Suas lições atraíam pessoas de todas as idades, credos e classes sociais. O conhecimento de Mestre Negrito era transmitido a gerações diferentes de muitas famílias. Os pais, ex-alunos do professor, levavam os filhos para as aulas de capoeira com o Mestre. Negrito também gostava de pagode, samba de roda, maculelê e dos aulões e rodas de capoeira que participava. Ele, inclusive, era conhecido por alguns como Negritinho do repilique, por ser um dos exímios tocadores do instrumento. Negrito também tinha grande facilidade de tocar atabaque, pandeiro e berimbau. O conhecimento foi passado aos alunos.

Durante toda a sua vida, o professor foi conhecido por sua educação, paciência e tranqüilidade. Ele valorizava muito a família e fazia questão de ajudar a todos. Negrito sempre foi um grande exemplo para os familiares. Para ele, a família ia muito além dos laços de sangue. “O que mais chamava a atenção dos alunos era a forma como ele conduzia seu trabalho. Ele dizia que nós éramos uma família. Sempre que chegava um novo aluno, Negrito dizia: ‘você está entrando para uma família de capoeiristas’. Em suas aulas, Mestre Negrito trabalhava com a verdadeira essência da capoeira, enquanto arte, folclore, dança, luta, jogo, terapia, união, força. Seu objetivo maior era formar cidadãos”, afirma Luís Carlos da Costa, conhecido como Sombra, ex-aluno e amigo de Negrito.

Para André Luís Gomes da Silva, o Cascudo, ex-aluno de Mestre Negrito, a convivência com Negrito ajudou a superar uma fase conturbada da vida. “Ele me ajudou muito durante a adolescência, sempre ensinando o que era correto. Mestre Negrito era como um segundo pai para mim. Além do respeito que tínhamos por ele como professor, como mestre, também tínhamos o respeito pelo amigo, porque éramos muito unidos”, afirma Cascudo. Segundo alunos, durante as aulas do Mestre Negrito a seriedade e disciplina devia prevalecer. Porém, ao fim dos encontros, Negrito era um homem expansivo e brincalhão. Seu grande carisma contagiava a todos. Para Luciano Fernandes Pereira, o Lobo, Mestre Negrito deu um verdadeiro exemplo de amor à profissão. “Negrito era um educador através da capoeira. Ele dizia que não devíamos levar a vida para a capoeira, mas a capoeira para a nossa vida. Ele sempre fez questão de desenvolver um trabalho bem feito, tanto que dedicou sua vida à capoeira. Ele viveu da arte e abriu mão de desempenhar funções em outros segmentos. Tudo para realizar um serviço de boa qualidade”, afirma o amigo e ex-aluno.

As lições do professor ultrapassaram fronteiras e foram transmitidas a pessoas de diversos países, como França, Dinamarca, Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, dentre outros. “O Mestre Negrito deixou uma legião de fãs, não só em Sete Lagoas , mas em diversas regiões do estado e em outros países. Ele foi uma pessoa que vivenciou a capoeira de uma maneira diferente. Talvez, Negrito seja o único capoeirista da cidade que teve amizade e influência nos mais variados grupos de Sete Lagoas, desde a época da capoeira de rua até hoje (época das academias). Ele é um dos poucos que passou por essas etapas sendo respeitado por todos, desde os mais velhos até os mais novos”, afirma o amigo Sombra.

Apesar do fim prematuro, Mestre Negrito deixa uma vasta herança cultural. Negrito foi um agente que transmitiu e divulgou como poucos as diversas formas de representação dos afro descendentes no país. Talvez, sua história esteja associada ao orixá que deu nome ao grupo de capoeira fundado por ele. Ogum, o orixá ferreiro na mitologia yorubá, forjava suas próprias ferramentas e foi considerado o primeiro dos orixás a descer do Orun (o céu) para o Aiye (a Terra). Acredita-se que ele tenha wo ile sun, que significa “afundar na terra e não morrer”. No caso do Mestre Negrito não foi diferente. Ele forjou suas armas para lutar pelos excluídos e por aquilo que mais amava, a capoeira, e deixou um legado cravado no coração dos que viveram à sua volta, como uma chama que jamais há de se apagar. Quem sabe, por um capricho, Olorun, o Deus supremo, estivesse procurando um guerreiro de verdade em Aiye (Terra), para compensar a falta que Ogum fazia em seu Orun (céu). Neste caso, Olorun escolheu o homem certo.

Paulo Henrique de Souza
Paulinho do Boi

Falar do Mestre Negrito é fácil devido sua fantástica obra, difícil é explicar sua partida prematura. Ao longo de nossa convivência vimos que o exercício de seu professorado, na arte da capoeira, trazia para os alunos um estreitamento de sabedoria paterna aliado à convivência respeitosa colocada pela sutileza de seus exemplos. Assim, a condução de suas ações o fazia mestre em todos os sentidos. As atitudes em prol do outro edificava e ainda edifica, em nossa alma, uma obra inesquecível e inimaginável a serviço do bem. Só quem experimentou esse espaço pequeno da vida do Mestre Negrito, sabe que o exercício do amor exigente foi a condução de sua filosofia de vida. Para nós, colegas de causa, colegas de trabalho, amigos de ações, alunos e professores fica a responsabilidade de continuar sua obra nos corações de todos que pudermos contagiar com a filosofia que ele plantou em nossos espíritos. A grande obra do Mestre Negrito foi, sem dúvida, a obra que ele construiu em nossas mentes. Sete Lagoas perdeu um heroi que agia em silêncio em prol de uma justiça social perfeita.

Missa de 7º Dia
Dia: Sexta-feira, 10 de julho
Local: Igreja de Santa Luzia e Igreja de Nossa Senhora das Graças
Horário: 19h

Dante Xavier
Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Sete Lagoas

Minas Gerais: Grupo Memória vai lançar CD

Disco será lançado durante Encontro Cultural

O grupo de Capoeira Memória ultima os preparativos para o lançamento de seu primeiro CD. Será neste fim de semana, entre os dias 28 e 30, durante o Encontro Cultural que será realizado nas quadras cobertas da Sejuvel, à circular da Lagoa Maior. Na ocasião, segundo Mário Márcio, líder do grupo, haverá também solenidade de graduação (troca de cordas).

Para a sexta-feira, primeiro dia do evento, está programado um aulão aberto ao público, com início às 18 horas. No sábado, às 9 horas da manhã, haverá a 8ª edição da Passeata Pela Paz, que percorrerá as principais ruas do centro e encerrará na Praça Ramez Tebet, com uma roda de capoeira. O ato será encabeçado pelos cerca de 70 alunos do grupo, que estarão todos vestidos de branco, mas também será aberto à comunidade. No domingo, às 9 horas, será o lançamento do CD, nas quadras do Sesi.

HOMENAGEM

Intitulado ”Três Lagoas Canta Memória”, o CD traz 18 cantigas de capoeira inéditas, todas compostas e cantadas pelos próprios integrantes do grupo. Gravado nos estúdios da Band FM, Mário Márcio diz que o CD nasceu da vontade de valorizar os alunos. Acompanhadas por berimbau, pandeiro e atabaque, as músicas retratam Três Lagoas, Mato Grosso do Sul e a região Centro-Oeste. Composta pelo líder do grupo, o carro-chefe é a canção ”Homenagem à Minha Terra”, que fala do senador Ramez Tebet. Gravado com recursos próprios, foram feitas 500 copias, que serão divulgadas por meio de parceria empresarial. No dia do evento o disco será vendido ao valor de R$ 5.

Satisfeito com o resultado deste trabalho, Mário Marcio diz que no próximo ano deverá fazer uma nova gravação, incluindo um DVD. Para tanto, já conta com 15 músicas prontas.

Sesi – Três Lagoas: Primeiro “aulão” de capoeira para mulheres

Cidade promove primeiro "aulão" de capoeira para mulheres

Evento será exclusivo para mulheres

O público feminino será destaque no esporte neste fim de semana em Três Lagoas. No sábado (6), elas dominarão as quadras da escola Sesi durante o primeiro “aulão” de capoeira para mulheres na cidade. Mário Márcio Queiroz, professor de capoeira e organizador do evento, explica que o encontro será exclusivo para o público feminino: os homens ficarão do lado de fora. “Eu mesmo não participarei do evento, será o Clube da Luluzinha da Capoeira”, declarou.
 
A abertura do “aulão” ficará sob a responsabilidade das “meninas” do grupo de capoeira da terceira idade, projeto desenvolvido no Centro de Convivência Tia Nega, Parque São Carlos. Já as técnicas de capoeira serão repassadas por: Fernanda e Moranguinho, de Três Lagoas, e professora Estrela, que veio de São Paulo para o evento.
 
Mário Márcio explicou que o encontro é destinado para mulheres de todas as idades. “Por isto foi proibida a entrada de homens, para que estas mulheres se sintam mais a vontade”. A entrada para o evento será franca.
 
Intercâmbio
 
No mesmo sábado (6), será realizado em Três Lagoas o 2º Intercambio Cultural de Capoeira. Com a presença do Mestre Hulkinho, de São Paulo (SP), o evento, desta vez pago e com entrada restrita, será marcado por duas palestras sobre a cultura de capoeira de cada região, seguido pelo curso de técnicas de capoeira. Os dois eventos serão realizados no sábado (6), das 13h às 18 horas, na quadra do Sesi.
 
Fonte: Hoje – Três Lagoas, MS – http://www.hojems.com.br/noticias/?id=9548

Aconteceu: Campo Grande – Caminhada pela Paz & Capoeira

Mobilização: Caminhada pela paz, organizada pelo Professor de Capoeira, Mario Marcio Queiróz, reúne cerca de 200 pessoas em Três Lagoas.
Cerca de 200 pessoas entre capoeiristas do Grupo Memória e cidadãos realizaram neste sábado (12) uma passeata pela Paz percorrendo as principais ruas e avenidas de Três Lagoas.
 
Os manifestantes deram um abraço simbólico no Relógio Central. Eles querem que as pessoas se conscientizem para paz, seja no trânsito ou em casa, e pedem uma Três Lagoas menos violenta.
 
A passeata foi liderada pelo professor de capoeira, Mario Marcio Queiroz. Ainda em ritmo de pacificação o professor organiza na tarde deste sábado o "VI Campeonato Interno de Capoeira Pela Paz", que contará com a presença de adeptos da capoeira.
 
RMT Online MS – Campo Grande – http://rmtonline.globo.com

9º Encontro Nacional de Capoeira do Grupo Memória de Três Lagoas

O 9º Encontro Nacional de Capoeira do Grupo Memória de Três Lagoas será realizado neste final de semana. O evento terá início já na sexta-feira, com a abertura prevista para às 18 horas.
 
De acordo com o site Perfil News, no segundo dia o encontro vai promover a passeata pela Paz, workshop e oficinas, técnicas de capoeira contemporânea com o Mestre Animal do estado de São Paulo, instrumentação, bateria e formação de instrumentos com o professor 2º grau vermelho, de Mato Grosso do Sul, maculele – dança folclórica, com o mestre Maneio de Campo Grande, saltos e acrobacias sob a regência do instrutor Alemão, de São Paulo; Angola tradicional com o mestre Nelper, de Bauru/SP; capoeira pedagógica- Psicocapoeira-didática educacional com o mestre Aranha, de São Paulo.
 
Já no domingo, por volta das 9h30, está programado o “Batizado”, ou seja, a troca de graduações pelos capoeiristas, apresentações folclóricas, e às 12h o encerramento oficial.
 
Campo Grande News – http://www.campogrande.com