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Lançamento do livro “Capoeira: uma herança cultural afro-brasileira” no Sesc de Piracicaba

Sesc de Piracicaba promoveu no dia 16 de novembrodas 10h às 12h, a sessão de autógrafos do livro Capoeira – Uma herança cultura afro-brasileira,  que acaba de ser lançado pela Selo Negro Edições. As autoras da obra, as pesquisadoras Leticia Vidor de Sousa ReisElisabeth Vidor, receberam os convidados no Ginásio de Eventos do Sesc, que fica Rua Ipiranga, 155 – Piracicaba – São Paulo.
Veja abaixo algumas fotos do lançamento, que aconteceu juntamente com o 9º Encontro de Capoeira Angola.

“A capoeira é ambígua, ao mesmo tempo jogo, dança e luta. Seus movimentos corporais privilegiam os pés e os quadris e, ao inverterem a hierarquia corporal dominante, colocam o mundo literal e metaforicamente de pernas para o ar”, explicam as autoras. Segundo elas, para entender o significado social e simbólico dessa inversão utiliza-se a linguagem do corpo como fonte principal de informação para enunciar as regras da gramática gestual da capoeira.Reconhecida hoje como um dos símbolos da cultura brasileira, a capoeira nem sempre teve esse status. Os adeptos foram perseguidos durante muitos anos, especialmente na passagem do Império para a República. Associada à vadiagem e à violência, a capoeira só deixou de ser considerada crime há pouco mais de 80 anos. Atendendo ao que preconiza a Lei 10.639/03, que torna obrigatório o ensino das culturas africanas, afro-brasileiras e indígenas nas escolas, Elisabeth e Letícia decidiram se aprofundar no estudo do tema. No livro, elas retratam as origens sociais e culturais do movimento e mostram como a capoeira contribuiu para que os negros conquistassem e ampliassem seu espaço político e social no Brasil.

A partir de uma abordagem inovadora, é possível entender a capoeira também como uma forma de resistência do negro, desde o tempo da escravidão até os dias atuais. Entre as várias culturas de resistência negra desenvolvidas no país, a capoeira é uma das mais significativas, constituída com base em culturas provenientes da África. Dividido em três capítulos, o livro traz, com detalhes, a história da capoeira carioca no século 19. As autoras fazem uma interpretação antropológica dos movimentos corporais da capoeira para a compreensão da especificidade da relação entre negros e brancos no Brasil.

 

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Capoeira


Livro Jogo de Discursos é lançado em Pernambuco e Minas Gerais

O livro Jogo de Discursos: A disputa por hegemonia na tradição da capoeira angola baiana, de autoria do jornalista e capoeirista Paulo Magalhães, terá dois lançamentos nacionais neste mês de maio.

No dia 18, sábado, a partir das 19:00, o lançamento será em Olinda (PE), no 1º Encontro da ACANNE Pernambuco. Realizado nos dias 17, 18 e 19 pela Associação de Capoeira Angola Navio Negreiro, no Espaço Alternativo, o evento contará com oficinas do Mestre Renê Bitencourt (BA) e rodas de capoeira angola. O evento é organizado pelos capoeiristas Eduardo Ramos (Baygon) e Marco Antônio (Baixinho), e constitui um marco na articulação de mais uma linhagem angoleira no estado de Pernambuco.

No sábado seguinte, dia 25, a partir das 14:00, o lançamento ocorrerá na Gruta da Lapinha, em Lagoa Santa (MG), durante X Encontro de Culturas de Raiz – Lapinha Museu Vivo. Em seguida, haverá a mesa redonda: “Cultura de Raiz e Globalização”, com a participação dos mestres Zé do Lenço (BA), Dunga (MG) e Ernestino (PI), representantes da velha guarda do samba, do reinado de N. Srª do Rosário, pesquisadores e representantes do poder público. O evento é organizado pela Associação Cultural Eu Sou Angoleiro, sob a direção do Mestre João Bosco, e a programação completa pode ser encontrada no endereço http://www.eusouangoleiro.org.br/.

O livro Jogo de Discursos: A disputa por hegemonia na tradição da capoeira angola baiana trata da diversidade de concepções sobre a tradição na capoeira angola, a partir de mestres representantes de diferentes linhagens. As estratégias políticas de legitimação da capoeira angola e) as disputas em torno de sua organização ao longo da história são discutidas, utilizando fontes como jornais, observação direta e cerca de 20 entrevistas com mestres angoleiros renomados.

 

Maiores informações:

Paulo Magalhães: (71) 8741-1251 / 9273-7765

Eduardo Ramos (Olinda): (81) 9882-7467

Gercino Alves (Lagoa Santa): (31) 8561-5456

 

Serviço

 

Pernambuco:

O quê: Lançamento de Jogo de discursos: a disputa pela hegemonia na tradição da capoeira angola baiana no 1º Encontro da ACANNE

Quando: 18 de maio, a partir das 19h

Onde: Espaço Alternativo (Av. Guararapes, 847 – Jardim Atlântico – Olinda – PE)

Quanto: entrada gratuita

 

Minas Gerais:

O quê: Lançamento de Jogo de discursos: a disputa pela hegemonia na tradição da capoeira angola baiana no X Encontro de Culturas de Raiz – Lapinha Museu Vivo

Quando: 25 de maio, a partir das 14h

Onde: Museu da Lapinha (Gruta da Lapinha, acesso pelo km 44 da MG-010, direção Serra do Cipó – Lagoa Santa – MG)

Quanto: entrada gratuita


Lançamento 2ª edição do livro “Mestres e capoeiras famosos da Bahia” – Pedro Abib

Mestres e capoeiras famosos da Bahia (2ª edição), de Pedro Abib, no Lançamento Coletivo EDUFBA – Abril de 2013

Realizado através de pesquisa coordenada por Pedro Abib, Mestres e capoeiras famosos da Bahia é um dos livros que compõe a programação do Lançamento Coletivo EDUFBA – Abril de 2013. Dando continuidade às comemorações dos 20 anos da Editora, o lançamento coletivo deste mês acontecerá no auditório da Faculdade de Comunicação (FACOM-UFBA), das 17h30 às 20h30, no dia 02 de abril. Além de sessão de autógrafos, o evento contará com uma mesa-redonda, na qual autores e organizadores poderão interagir com o público. O acesso é gratuito.

“Sem a lembrança dos antepassados (serão ancestrais?), a capoeira não tem (en)canto”, afirma Frederico José de Abreu no prefácio da obra, e tal lembrança é a principal característica do livro. Ao longo de seus capítulos, são trazidos diversos nomes de importantes mestres para a história da capoeira baiana, como Besouro, Bimba, Pastinha, Bobó, Ferrerinha de Santo Amaro, entre outros.

O livro é resultado das pesquisas realizadas pelo Grupo MEL – Mídia, Memória, Educação e Lazer da Faculdade de Educação da UFBA. Atualmente, Pedro Abib é coordenador do Grupo GRIÔ: Culturas Populares, Diásporas Africanas e Educação, da Faculdade de Educação da UFBA

 

Serviço

O quê: Lançamento Coletivo EDUFBA – Abril de 2013

Quando: 02 de abril, terça-feira, das 17h30 às 20h30

Onde: Auditório da Faculdade de Comunicação – UFBA (Campus Ondina, Rua Barão de Jeremoabo, s/n, Ondina – Salvador, Bahia)

Quanto: entrada gratuita

 

Informações adicionais sobre o livro

ISBN: 978-85-232-0562-1

Ano: 2013

Área: Artes cênicas e recreativas; esportes

Número de páginas: 188 p.

Formato: 17 x 24 cm

Preço de lançamento: R$ 30,00

 

Daniele Marques
Assessoria de Comunicação
Editora da Universidade Federal da Bahia


Tradições e linhagens da capoeira angola baiana são tema do livro Jogo de Discursos, de Paulo Magalhães

Lançamento na Barroquinha conta com música, capoeira e poesia

O lançamento do livro Jogo de discursos – A disputa por hegemonia na tradição da capoeira angola baiana abrirá as comemorações da semana da consciência negra em Salvador. O evento será realizado no dia 19/11/2012, segunda-feira, a partir das 18h, no Espaço Cultural da Barroquinha. Além da apresentação da publicação, haverá uma apresentação músico-poética do grupo Vira Saia, roda de capoeira angola, coquetel e confraternização.

Fruto da dissertação de mestrado em Ciências Sociais do jornalista Paulo Magalhães,Jogo de discursos trata da diversidade de tradições relativas às diferentes linhagens e heranças na capoeira angola, trazendo uma vasta pesquisa na imprensa baiana e entrevistas com 18 mestres. Publicado pela EDFBA, o livro será comercializado neste dia por um preço especial de lançamento.

O lançamento do livro integra as atividades do evento O Sabor do Saber Ancestral, realizado pela ACANNE (Associação de Capoeira Angola Navio Negreiro) no período de 19 a 24 de Novembro de 2012, composto por uma semana de rodas, oficinas e vivências, tendo como fio condutor a relação entre a ancestralidade, a cultura, as lutas e os valores civilizatórios de matriz africana.

 

Sobre o autor

Paulo Andrade Magalhães Filho é jornalista pela UFMG, especialista em Educação e Relações Étnico-Raciais pela UESC e mestre em Ciências Sociais pela UFBA. Fundador da revistaAngoleiro é o que Eu Sou (BH – MG), foi consultor dos Encontros Pró-Capoeira realizados pelo IPHAN e membro da organização do I Seminário Baiano de Proposição de Políticas Públicas para a Capoeira. Ex-secretário da Associação Brasileira de Capoeira Angola, atualmente compõe a Coordenação de Patrimônio Cultural do Fórum de Cultura da Bahia.

 

Serviço

O quê: Lançamento do livro Jogo de discursos – A disputa por hegemonia na tradição da capoeira angola baiana

Quando: 19/11/2012, segunda-feira, às 18h

Onde: Espaço Cultural da Barroquinha (Praça Castro Alves, Salvador – BA)

Quanto: Entrada gratuita

 

Maiores informações:

 

Paulo Magalhães

(71) 8741-1251 / 9273-7765

paulomagalhaes80@gmail.com

 

Associação de Capoeira Angola Navio Negreiro

Rua do Sodré, nº 48, Largo Dois de Julho

Salvador – Bahia – Brasil

acannemestrerene.blogspot.com


Rio de Janeiro: Lançamento de Livro e Mesa Redonda

LANÇAMENTO DO LIVRO * O IMAGINÁRIO CANTADO NAS RODAS DE CAPOEIRA *  AUTOR JORGE FELIPE COLUMÁ (MESTRE COLUMÁ) DIA 29 DE OUTUBRO ÁS 14:00 HS NA LOJA DE CAPOEIRA LAPA RIO – CENTRO – RIO DE JANEIRO.

MAIORES INFORMAÇÕES: (21) 7822.5167  RADIO  23* 25688


NO DIA 29 DE OUTUBRO ÁS 19:30 HS NA UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA A CONFRARIA CARIOCA ESTARÁ REALIZANDO UMA MESA REDONDA SOBRE O TEMA *QUAL A CAPOEIRA QUE O RIO DE JANEIRO JOGA*

INFORMAÇÕES: (21) 9190.3234

CONTAMOS COM A PRESENÇA DOS AMIGOS PARA O ENGRANDECIMENTO DA NOSSA ARTE-LUTA.

SAUDAÇÕES CAPOEIRISTAS

MESTRE BURGUÊS

 



Margareth Menezes Especial 25 anos de carreira

Margareth lança clipe da música Bonapá no AfroPop Especial 25 anos de carreira

Margareth Menezes lançará o clipe da música Bonapá, composição de Carlinhos Brown e aposta musical da cantora para o verão baiano, neste domingo que antecede o Carnaval, dia 12 de fevereiro, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, durante o AfroPop Especial 25 Anos de Carreira.
As filmagens contaram com as participações do ator e apresentador Jackson Costa, do DJ Ruy Santana, além das sambadeiras de São Brás. Já o set de gravação teve detalhes bastante especiais, como o espelho d’água e as esculturas do artista plástico Bel Borba. “Explorei as sensações que o som me causou. Foram elas que me deram o ponto de partida para criação do clipe. Estou sempre perseguindo desafios estéticos no meu trabalho e essa música foi mais que inspiradora”, contou Pico Garcez, diretor do clipe.
Através de telões instalados na Concha Acústica, o público irá assistir em primeira mão ao clipe. O lançamento na web ocorre na mesma noite, através das redes sociais e site da artista.
AfroPop Especial 25 Anos de Carreira encerra a temporada dos ensaios de verão e comemora as bodas de prata da trajetória profissional de Margareth.
Na ocasião, ela recebe as participações musicais de Gilberto Gil, Elba Ramalho, Daniela Mercury, Paula Lima e dos principais blocos afros baianos.


Ele não joga capoeira, ele faz cafuné: histórias da academia do Mestre Bimba

Ele não joga capoeira, ele faz cafuné: histórias da academia do Mestre Bimba, de Sérgio Fachinetti Doria, no Lançamento Coletivo EDUFBA – Dezembro de 2011

Com o irreverente título Ele não joga capoeira, ele faz cafuné: histórias da academia do Mestre Bimba, de autoria de Sérgio Fachinetti Doria, esta obra integra a programação do Lançamento Coletivo EDUFBA – Dezembro de 2011, que acontece no próximo dia 15, quinta-feira, às 17h30, na Biblioteca Universitária de Saúde da UFBA, em Salvador. Na ocasião, o autor recebe o público, que pode adquirir o livro por um preço especial.

Alguns aspectos da diversificada cultura brasileira são desvendados ao longo desta obra. A capoeira, expressão de luta do povo negro e uma arma para a saída das senzalas, no período da escravidão, e os capoeiristas, altamente discriminados e perseguidos, são abordados com um olhar crítico, a partir de lembranças e estudos do autor sobre Mestre Bimba e sua academia. Nascida nos tempos da escravidão e uma arte essencialmente brasileira, a capoeira foi trabalhada de forma sistemática por Mestre Bimba nas décadas de 1920 e 1930.

Após percorrer a história de Mestre Bimba e de sua academia, expondo, por exemplo, aspectos sobre seus ensinamentos, o local das aulas e a repercussão de uma campanha de marketing realizada por ele e seu grupo nos jornais soteropolitanos, o autor presenteia os leitores, ainda, com um caderno de fotos do Mestre.

 

Informações adicionais sobre este livro

ISBN: 978-85-232-0833-2

Número de páginas: 107

Ano: 2011

Formato: 15 x 21 cm

Preço promocional de lançamento: R$ 20,00

 

Serviço

O quê: Lançamento Coletivo EDUFBA – Dezembro de 2011

Quando: 15 de dezembro de 2011, quinta-feira, às 17h30

Onde: Biblioteca Universitária de Saúde da UFBA (Rua Basílio da Gama, s/n, Canela – Salvador, Bahia)

Quanto: entrada gratuita

 

Laryne Nascimento

Assessoria de Comunicação

Editora da Universidade Federal da Bahia

Telefone e fax: (71) 3283-6160

www.edufba.ufba.br | imprensaedufba@ufba.br


Obra-prima de Jacob Gorender ganha 5ª edição após 26 anos e tem lançamento em dezembro na USP

Obra-prima de Jacob Gorender ganha 5ª edição após 26 anos e tem lançamento no dia 01 de dezembro na USP

Relançada pela Editora Fundação Perseu Abramo, a polêmica tese “Escravismo colonial” reinterpreta o legado de Gilberto Freyre, renova o marxismo brasileiro e consolida-se como a mais notável contribuição contemporânea acerca deste período histórico.

Reconhecido como um dos registros mais notáveis da historiografia recente do Brasil, O escravismo colonial, de Jacob Gorender, ganha 5ª edição pela Editora Fundação Perseu Abramo (EFPA). Publicado anteriormente entre o final da década de 1970 e a primeira metade dos anos 1980, o livro – na época, considerado polêmico por contestar as teses defendidas por pensadores devotos de Gilberto Freyre – debate a concepção histórica sobre o modelo de escravismo implantado no país e propõe a inserção do fenômeno entre as possíveis considerações sobre a formação do modelo de socioeconomia brasileira. O lançamento ocorre no mês de novembro.

 

Passados 26 anos desde a sua última edição, “O escravismo colonial” afirma-se como a mais sólida análise contemporânea acerca da argumentação gilbertiana sobre o sistema escravocrata implantado no Brasil colonial e suas consequências que perpassam a ascensão do capitalismo, em meados do século XIX, até os dias de hoje.

 

Gorender reinterpreta os clássicos modelos derivados de Freyre e desconsidera a suposta existência de um regime feudal brasileiro, subsistente ou paralelo ao sistema escravista. Sua tese de escravismo colonial suscita outra via para o entendimento da formação econômica do país, ao admitir o fenômeno como o grande responsável pelo fortalecimento da unidade lusitana na América Latina, em contraponto à fragmentação observada no território hispânico.

 

O autor convida o leitor a refletir sobre a estrutura e o sistema de produção escravista vigente no Brasil e afirma que este foi um método novo, temporal e específico deste espaço geográfico, objetivado pela produção mercantil para atender principalmente a demanda europeia. Portanto, esta forma peculiar de regime é diferente dos moldes do escravismo clássico, feudalismo e, ainda, do capitalismo, colocando o país numa situação de exceção em relação às culturas ocidentais durante todo este período histórico.

 

Sendo Gorender marxista desde a adolescência, “O escravismo colonial” dá novo fôlego para o marxismo brasileiro, ao acrescentar novas categorias de análise nos mesmos modos de produção. A obra reforça o conceito de materialismo histórico, pois, incrementa variações à fórmula de Karl Marx e o torna mais aplicável como ferramenta de estudo de sistemas econômicos que destoem dos europeus.

 

O lançamento ocorre no dia 01 de dezembro, às 19h00,  na Escola de Comunicações e Artes da USP com a realização de um debate onde estarão presentes:

Alípio Freire – jornalista e escritor, integra o Conselho Editorial do Brasil de Fato e da Editora Expressão Popular.

Dennis de Oliveira – Professor da ECA/USP e do Programa de Pós Graduação em Direitos Humanos da USP, coordenador do Celacc (Centro de Estudos Latino Americanos sobre Cultura e Comunicação)

Eunice Prudente – Professora da Faculdade de Direito e do Programa de Pós Graduação em Direitos Humanos da USP e  coordenadora do Neinb (Núcleo de Apoio à Pesquisa e Estudos Interdisciplinares sobre o Negro Brasileiro)

Flávio Jorge – diretor da Fundação Perseu Abramo e dirigente da Coordenação Nacional de Entidades Negras (CONEN)

Mario Maestri – professor titular do Programa de Pós- Graduação em História da Universidade de Passo Fundo (UPF), dirige a coleção Malungo da UPF Editora, especializada em trabalhos sobre escravidão colonial.

 

 

Jacob Gorender: intelectualidade excepcional

 

Nascido em Salvador, em 1923, Jacob Gorender é considerado hoje um dos mais importantes historiadores brasileiros. Filho de um judeu ucraniano socialista, frequentou a Faculdade de Direito de Salvador, onde militou na União de Estudantes da Bahia, durante o início de 1940.

 

Muito jovem, lutou na 2ª Guerra Mundial pela Força Expedicionária Brasileira. Foi membro do Partido Comunista Brasileiro (PCB) – ao lado de personagens importantes, como Carlos Marighella – e trabalhou como jornalista nos principais veículos de esquerda daquele período. Em 1968, com o início dos anos de chumbo da ditadura militar, Gorender aproxima-se da militância armada e participa da fundação do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR).

 

Em janeiro de 1970, foi preso em São Paulo. Seguiram-se dois longos e traumatizantes anos de constantes torturas, mas também foi nesse período de Gorender teve forças para iniciar esta que atualmente é considerada a tese mais revolucionária sobre a formação socioeconômica brasileira, desde “Casa Grande & Senzala”. “O escravismo colonial” era publicado em 1978 pela editora Ática, com inesperado sucesso.

 

O preconceito contra seu autodidatismo intelectual o reservou à margem do campo acadêmico durante muitas décadas. Apenas em 1994, aos 71 anos, seu mérito foi reconhecido com o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e passou a atuar como professor visitante no Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo (USP).

 

Atualmente, com 88 anos, vive entre livros e publicações, numa simpática casa de vila do bairro da Pompeia, na zona oeste da cidade de São Paulo.

 

A Editora Fundação Perseu Abramo registra sua homenagem a Jacob Gorender e reconhece a importância deste grande pensador brasileiro, com o lançamento da 5ª edição revisada de “O escravismo colonial”, marcada para novembro de 2011.

 

Sobre a EFPA

Fundada em 1997, a Editora Fundação Perseu Abramo é um espaço para o desenvolvimento de atividades de reflexão político-ideológica, estudos e pesquisas, destacando a pluralidade de opiniões, sem dogmatismos e com autonomia. Com mais de 180 livros em catálogo, a editora conta com autores importantes como Antonio Candido, Celso Furtado, Aloysio Biondi, Michael Löwy, Marilena Chaui, Lélia Abramo, Milton Santos, Maria da Conceição Tavares, Francisco de Oliveira, Maria Rita Kehl e Leandro Konder, entre outros. Para mais informações, acesse www.efpa.com.br e siga a EFPA no twitter (@editora_perseu).

 

 

INFORMAÇÕES TÉCNICAS

 

O escravismo colonial, Jacob Gorender

Editora Fundação Perseu Abramo

ISBN 978-85-7643-082-7

650 p. – 5ª edição revisada – ano 2011

R$ 65,00

 

LOCAL: Auditório Paulo Emílio às 19h00

Escola de Comunicações e Artes –

Sala da Congregação, 1o. andar 

Avenida Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443 – Cidade Universitária

São Paulo (SP)

 

 

Erika Alexandra Balbino

Baobá Comunicação, Cultura e Conteúdo

Rua Porangaba, nº 149, Bosque da Saúde

04136-020 – São Paulo – SP

+55 11 3482-2510+55 11 3482-6908

 

Foto Gorender: Alexandre Machado


Lançamento da 2ª edição do livro A Capoeira da Indústria do Entretenimento – Corpo Acrobacia e Espetáculo para Turista Ver

Na Bahia, a ginga é item de série das pessoas. Ritmado de nascença e calejado pela vida, o baiano carrega em si os atributos para jogar capoeira. Os que se dedicam a esta arte, jogam em todo canto. Joga-se capoeira na praia, em ponto de ônibus, becos escuros, lajes ao sol, praças famosas e, não duvidem, joga-se capoeira em ladeira.

Mas, como tudo que nos cerca, a capoeira não está imune aos processos de transformação da sociedade. Assim, a arte criada pelos escravos, cultivada e difundida na Bahia por mestres como Pastinha, Bimba e seu Valdemar agora se apresenta, muitas vezes, como mero souvenir turístico.

É disso que trata o livro A “Capoeira” da Indústria do Entretenimento – Corpo, acrobacia e espetáculo para turista ver, do educador e pesquisador Acúrsio Esteves, patrocinado na sua 2ª edição pela FAPESB – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia, que terá sua noite de lançamento no dia 15 de setembro no auditório da Faculdade UNIME – Paralela.

Além de contar com o relançamento da obra, o evento será um espaço de discussão sobre alguns aspectos da capoeira e suas possíveis formas de inserção na sociedade, principalmente na aproximação da arte afro-brasileira com a educação.

Confira a programação:

Lançamento da 2ª edição do livro A “Capoeira” da Indústria do Entretenimento – Corpo Acrobacia e Espetáculo para Turista Ver.

  • Autor – Prof. MsC Acúrsio Esteves
  • Data – 15/09/2011
  • Local – Auditório UNIME Paralela (atrás da antiga sede do Correio da Bahia)
  • Horário – 19h

Mesa Redonda

Mediador: Prof. Esp. Dayton Starley Moita de Carvalho (Mestre Piauí) UNIME

Palestrantes:

  • Profª. Esp. Ivone Maria Portela: A Implantação da Capoeira nas Escolas da Rede Municipal de Ensino de Salvador – SECULT
  • Prof. MsC Jean Adriano Barros da Silva (Mestre Jean Pangolin): A Capoeira nos Cursos de Educação Física: Avanços e Necessidades – UFRB
  • Profª. Drª. Patrícia Campos Luce: A Aprendizagem na/da Capoeira Angola – UFBA

Encerramento do evento com roda de capoeira dos alunos do curso de Licenciatura em Educação Física da UNIME Paralela com o Prof. Esp. Jefferson Matos.

 

Com a Palavra o Autor:

 

Amigos(as) e colegas

No ano de 2010 tivemos a satisfação de ver o nosso livro escolhido, para ser patrocinado pelo Governo do Estado da Bahia por seleção pública realizada pela Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado da Bahia – FAPESB através do edital número APR0161/2010. Participaram desta seleção mais de uma centena de trabalhos relevantes de colegas de diversas instituições de ensino superior baianas.

No dia 15/09 realizaremos o lançamento da obra em evento que terá uma mesa redonda e roda aberta aos presentes e esperamos contar com a presença de todos vocês que fizeram o sucesso desse nosso trabalho nos seis anos que nos separa do lançamento da sua 1ª edição.

Por força contratual devemos disponibilizar uma oferta de 20% da obra editada para bibliotecas de instituições que tenham interesse no tema, limitada às primeiras solicitações recebidas que satisfaçam as condições abaixo citadas. Neste sentido, avaliaremos os pedidos para o recebimento de doação encaminhados por vocês, impreterivelmente até o dia 06/09/2011.

As instituições contempladas serão avisadas até o dia 12/09 por email ou telefone, devendo estar presentes para receber a obra no dia, horário e local do lançamento em anexo, através de representante abaixo qualificado e devidamente identificado. Caso a solicitante não compareça ao evento, os livros a ela destinados serão encaminhados para outra que tenha efetuado a solicitação dentro do prazo supra estabelecido e satisfeito os critérios de escolha.

 

Para efeito de seleção, as instituições solicitantes deverão fornecer os seguintes dados:

  • Nome –
  • Endereço completo –
  • Pessoa para contato –
  • Representante(s) para recebimento da obra, caso contemplada –
  • Email –
  • Telefone do setor responsável –
  • Público alvo –
  • Número aproximado de atendimentos mensais da biblioteca –
  • Natureza – (se pública, fundação ou privada)

 

Caso seja selecionada, a instituição receberá por email um modelo de recibo que deverá ser levado pelo seu representante ao lançamento, em duas vias originais sem rasuras, papel timbrado, carimbadas e assinadas pelo responsável em envelope e papel A4. Estas são condições indispensáveis para o recebimento dos livros. A quantidade de volumes a ser doada será discriminada no modelo de recibo enviado e a escolha das contempladas, bem como a quantidade de volumes a receber, ficará exclusivamente ao nosso critério.

Todos os estabelecimentos, independente de serem ou não contemplados, receberão a informação da sua condição relativa ao pedido de doação. Caso desejem adquirir a obra, gozarão de um preço diferenciado em relação ao comercializado nas livrarias em quantidades a partir de 05 ou 10 exemplares. Quantidades inferiores a 05 exemplares serão vendidas a preço de lançamento. Também serão contemplados com preço especial estudantes devidamente identificados.

 

Cordialmente,

Acúrsio Esteves


Projeto A Cor da Cultura lança 2° pacote pedagógico sobre cultura afro-brasileira

Com o objetivo de contribuir para a inserção da temática da cultura afro-brasileira nas escolas públicas e particulares de ensino fundamental, o projeto A Cor da Cultura lança hoje (11-04-11) a segunda parte do pacote pedagógico de mesmo nome. Durante o encontro, educadores de vários estados brasileiros receberão o material que servirá de base para suas aulas no contexto étnico-racial.

O pacote é mais uma medida prática adotada a partir da aprovação da Lei 10.639, que torna obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficiais e particulares do País. DVDs com novos episódios das cinco séries que fazem parte do projeto, dois cadernos pedagógicos e três mapas (um do continente africano, outro da diáspora africana e outro dos valores civilizatórios afro-brasileiros) integram o conjunto.

PARCERIAS – O presidente da Fundação Cultural Palmares (FCP), Eloi Ferreira de Araujo, prestigia o lançamento, que acontece no Rio de Janeiro, e lembra que a obrigatoriedade do ensino sobre a temática também está registrada no Estatuto da Igualdade Racial (lei nº 12.288, capítulo II), que recebeu a sanção presidencial em 20 de julho de 2010.

A iniciativa, que objetiva fazer com que professores e estudantes percebam com outro olhar o continente africano, é resultado de parceria entre o Ministério da Educação (MEC), a Fundação Cultural Palmares (FCP), a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), o Canal Futura, a Petrobras, o Centro de Informação e Documentação do Artista Negro (Cidan) e a Fundação Roberto Marinho.

O PROJETO – Iniciado em 2004, A Cor da Cultura desenvolve produtos audiovisuais, ações culturais e coletivas que visam a valorização da história dos negros no Brasil sob um ponto de vista afirmativo. Com o novo pacote, as equipes envolvidas e representantes institucionais do projeto celebrarão mais um passo na educação de qualidade, incluindo no material escolar um trecho da História do Brasil ignorado por mais de cinco séculos.

Somente nos seus dois primeiros anos, A Cor da Cultura produziu 56 programas de televisão e capacitou mais de 3000 educadores no Norte, Nordeste e Centro-Oeste para a utilização do primeiro kit educativo. O conjunto de materiais era constituído de 3 cadernos do professor, um mini-glossário Memória das Palavras, cd musical Gonguê e o jogo Heróis de Todo Mundo.

METAS – A meta agora é difundir ainda mais o conhecimento sobre o assunto, de modo a reafirmar a importância da cultura afro-brasileira. O resultado das primeiras oficinas, realizadas em 2010, será a multiplicação do conhecimento adquirido pelo grupo, formando outros 15.000 educadores de escolas públicas.

O lançamento do conjunto de materiais pedagógicoas A Cor da Cultura acontecerá nesta segunda-feira, a partir das 19 horas, no Trapiche Gamboa, um dos berços do samba no Rio de Janeiro. Ele faz parte da programação do Comitê Gestor do projeto, que se reúne a partir das 15 horaa, para apresentação dos novos membros, do balanço e do plano de expansão do programa.

SERVIÇO
O quê: Lançamento do segundo pacote pedagógico A Cor da Cultura
Quando: 11 de abril
Horário: 19h
Onde: Trapiche Gamboa
Endereço: Rua Sacadura Cabral, n° 155, Saúde – Rio de Janeiro
Contato: (21) 2293 6522

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2011 foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes.