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Festival de Inverno: Grupo Capoeira Brasil

O objetivo do Festival e a Confraternização entre os Integrantes do GCB , e os Grupos amigos neste final de ano, e no ensejo aproveitamos para fazer um Seminário e discutir-mos as diretrizes do GCB para o ano que vai chegar 2010.

Programação

dia 12 sábado
12:00 – 15:00  workshops.
15:00 – 18:00  competicao masculina e feminina.
19:30 – Jantar de confraternizacao todos juntos.
20:00 – Festa Brasileira com DJ, Banda, Show de Capoeira e Maculele e Final da Competição
dia 13 domingo.
12:00 – 17:00 horas. workshops e Rodas.

Terug van weggeweest: hét Winterfestival !

Winter  festival  Tilburg 12 e 13 dec 2009 Organisatie: Mestre Paulao Ceara Programma: Zaterdag 12 dec 12:00 – 16:00 Workshops 16:00 – 18:00 Capoeira competitie 19:30 – 03:00 Diner en Braziliaans feest. Locatie: La Vida café en theater met een DJ uit Tilburg, Capoeira & Maculele show en dé El Niño band. Kosten voor diner en feest: € 10,- Zondag 13 dec 12:00 – 16:00 Workshops en Roda de Despedida. Slaapplaats: bij de Salto Kosten voor 2 dagen workshop: € 65- Contact: Mestre Paulao Ceara: +31-(0)6-33046841 of mpaulaoceara@hotmail.com

december

12 en 13 – Winter festival – Mestre Paulão Ceara

http://capoeirabrasil.nl

Gabão: Libreville – Apresentações do Raízes do Brasil

Grupo de capoeiristas brasileiros promovem diversas atividades na capital do Gabão

Integrantes do Centro Cultural de Capoeira Raízes do Brasil realizaram diferentes atividades, entre os dias 23 e 26 de maio de 2009, na cidade de Libreville. O grupo é composto por: Ralil Salomão (Mestre Ralil), Carey Million (Guru), George Fredson (Touro), André Costa (Foca), Nagi Ahmad (Nagi) e Rogério do Nascimento (Bocão).

No dia 23, os capoeiristas representaram o Brasil na XVIII Noite de Artes Marciais da Gabão. O maculelê também foi mostrado. As lutas com bastões, facas e navalhas no pé revelaram aspectos marciais que se encontram nas origens da capoeira. Outras modalidades marciais de diversos continentes e de grupos locais integraram evento. A noite contou com público significativo.

A praia, próxima ao Hotel Tropicana, foi palco para a segunda apresentação do Raízes (24/05). O público, formado em sua maioria por jovens, interagiu com a performance, apesar de Libreville não possuir grupos de capoeira. Mostras informais da modalidade, em espaços públicos, também fizeram parte do roteiro do grupo, na segunda-feira, dia 25.

Como última atividade, os capoeiristas visitaram a Escola Piloto São-Tomense, única escola primária local em que o ensino é conduzido em língua portuguesa. Os integrantes fizeram apresentações de capoeira e maculelê e mostraram às crianças vários movimentos de animais. As crianças reagiram positivamente, aprendendo alguns fundamentos da capoeira.  O mestre Ralil presenteou a escola com um berimbau e orientou os estudantes como tocá-lo.

O Diretor do Museu de Artes e Tradições do Gabão também recebeu um berimbau e afirmou que a instituição possui um exemplar do instrumento em seu acervo. Todas as atividades desenvolvidas pelo Raízes tiveram grande repercussão e difundiram a modalidade como importante traço da cultura brasileira.

Fonte: http://www.dc.mre.gov.br/

Aconteceu: Caetano e Dona Canô vão a festa de comemoração à abolição dos escravos

Acompanhado Dona Canô e Clara Veloso, Caetano Veloso participou nesta quarta, 13, da Bembé do Mercado, festa de comemoração à abolição da escravatura, em Santo Amaro da Purificação, Bahia.

O evento acontece há 120 anos e conta com várias manifestações tradicionais, como o Maculelê, a Capoeira e o Samba de Roda.

Fonte: http://ego.globo.com/

Mestre Brasília, um dos precursores da capoeira em São Paulo, lança CD e DVD e faz batizado

Mestre Brasília, um dos precursores da capoeira em São Paulo, lança CD e DVD e faz batizado e troca de cordas

Mestre Brasília, ao lado de pouco mais de uma dúzia de mestres de capoeira, é um dos precursores dessa manifestação cultural na capital paulistana. O jogo/dança/luta ganhou força em São Paulo no início dos anos 70 quando Mestre Bimba, o pai da capoeira regional, veio da Bahia especialmente para entregar um certificado de reconhecimento ao trabalho de nove mestres. No sábado, 20, Mestre Brasília reúne nomes importantes da capoeira de São Paulo para lançamento do CD e DVD Vivências e Fundamentos de um Mestre de Capoeira e também para troca de cordas e batizado do seu grupo, o Ginga Brasília. O evento acontece das 14h às 18h na Escola Vera Cruz, na Vila Leopoldina.

O CD, produzido por Mestre Brasília, sob direção de Mestre Tiê, é uma coletânea de oito músicas de domínio público, exceto pela primeira faixa 3 Mestres, composta por Paulo dos Anjos. São clássicos das rodas de capoeira cantadas na voz de Mestre Brasília que toca também berimbau e pandeiro. Mestre Tié responde pela tumbadora, caxixi e agogô e Clóvis Venâncio faz o violão em uma homenagem do capoeirista Pedro Calasso, na faixa 4, aos mestres do Grupo dos 9 – Aílton Onça, Brasília, Joel, Limão, Gilvan, Pinatti, Silvestre, Suassuna e Zé de Freitas – e a Mestre Ananias, outra figura importante do início da capoeira na cidade de São Paulo.

O DVD, além de trazer uma rápida biografia de Mestre Brasília, baiano, nascido em Alagoinhas e discípulo de Mestre Canjiquinha, traz algumas apresentações como samba de roda e maculelê feitas pelo Mestre e seu grupo nos anos 80 em teatros da cidade de São Paulo. O DVD apresenta momentos de grande beleza como o que Mestre Brasília ensina a japoneses os fundamentos das Chamadas de Angola ou ainda em que, em um batizado nos Estados Unidos, faz um jogo memorável com Mestre Cobrinha Mansa.

Aulas, participações em batizados e apresentações pelo mundo – entre elas uma apresentação pelas ruas do Japão -, além de fundamentos da capoeira angola e também da regional, também dão um recheio saboroso ao DVD.

No sábado, além da troca de cordas e batizado do Grupo Ginga Brasília, estão previstas apresentações de maracutu, maculelê, samba e miudinho, este último um jogo de capoeira desenvolvido por Mestre Suassuna, de quem Mestre Brasília foi sócio em 1966, quando juntos abriram a Academia Cordão de Ouro. No ano seguinte, ele deixou a sociedade para abrir sua própria academia.

Serviço:

Lançamento de CD e DVD Vivências & Fundamentos de um Mestre de Capoeira – Mestre Brasília; batizado e troca de cordas e apresentações de maculelê, maracatu, samba de roda e miudinho de Mestre Suassuna

  • Local: Escola Vera Cruz
  • Rua Bauman, 73 – Vila Leopoldina´
  • Data: sábado, 20 de dezembro
  • Horário: 14h às 18h
  • Preço do kit com CD e DVD: R$ 35,00 (CD: 15,00 e DVD: 20,00)
  • Maiores Informações: (11) 9395-3907

UFRN realiza 4º Encontro de Capoeiragem em P. Negra

O Departamento de Educação Física da UFRN, em parceria com o Centro Cultural Corpo Livre de Capoeira, promove hoje e amanhã, o “4º Encontro de Capoeiragem”. O evento tem a finalidade de fazer com que capoeira do Estado se torne cada vez mais forte e continue conquistando espaço na sociedade.

Na abertura será realizada uma roda de capoeira, a partir das 18h, na Feira de Artesanato de Ponta Negra. Já no sábado a programação será na Escola de Música da UFRN: durante a manhã haverá oficinas de capoeira, dança afro, samba de roda e maculelê. À tarde ocorrerão batizados de capoeira e apresentação do Grupo Parafolclórico da UFRN.

Nesta edição, o Encontro contará com a participação de vários mestres de capoeira de outros estados como, Pernambuco, Ceará e Paraíba.

Mais informações sobre o 4º Encontro de Capoeiragem, pelo telefone: 8805-6571.

Aconteceu: Mestre Nininho e o Grupo “Agbara” participam de Feira Tradicional na Região do Algarve

Feira de Setembro com mais animação
Autarquia São-Brasense deu Festa à Feira
Com a Feira de Setembro, São Brás de Alportel dá continuidade ao espírito festivo do mês de Agosto. Artesanato, doçaria, folclore e animação marcaram os ritmos da despedida do Verão, em mais um dia recheado de surpresas e boa disposição. 
 
No primeiro domingo do mês, 2 de Setembro, as ruas circundantes ao Mercado Municipal encheram-se de vendedores de todo o Algarve. Os produtos serranos, como o mel, os figos secos, as amêndoas foram os convidados especiais, não faltando a saborosa doçaria e o artesanato tradicional, num encontro para relembrar o passado em dias de presente.
 
Empenhada em valorizar as tradições culturais, a Câmara Municipal de São Brás de Alportel, tem procurado dinamizar esta Feira Tradicional, mediante a criação de um espaço dedicado aos produtos e produtores locais, e a aposta num programa de animação, que constituem novos atractivos de uma Feira, cuja história se perde na memória das gerações.
 
Assim o visitante pôde aliar as habituais compras, à diversão, desfrutando de uma tarde repleta de animação musical, com a participação do Rancho Típico Sambrasense, o Grupo de Capoeira Agbara, e a actuação do conhecido artista “Gil Rosa”, acompanhado pelas suas bailarinas.
 
Os sons tradicionais do folclore deram início a esta tarde de festa, com o Rancho Típico Sambrasense, um grupo que dedicado a preservar as tradições do barrocal e da Serra algarvia, com um repertório de corridinhos e animados bailes de roda.
 
Da cultura tradicional, para as culturas de outras terras. Do folclore para a capoeira, no palco prossegue a festa, com um espectáculo de dança pelo Grupo “Agbara”, que conjuga a luta, a dança, o desporto e a música numa só actividade – capoeira.
 
O grupo, formado por jovens desportistas, fará diversas demonstrações de capoeira, dando a conhecer alguns aspectos culturais da modalidade, como o Maculele e a Capoeira Regional. Enquanto que o maculele consiste num tipo de dança rítmica, bastante movimentada, que recorre à utilização de grimas na sua execução; a dança regional é constituída por movimentos acrobáticos, ao som dos instrumentos típicos da cultura brasileira, como o berimbau, o pandeiro ou o “atabaque”.
 
Culminado em animação, o palco deu lugar à música popular, com o conhecido artista Gil Rosa e suas bailarinas, num espectáculo pleno de alegria e boa disposição , que promete contagiou o público, e o convidou a um pezinho de dança!
 
 
 Jornal Regional – Portugal – Porto – http://www.jornalregional.com

Campo Mourão: Encontro Interno de Capoeira

O grupo de capoeira Maculelê, de Campo Mourão estará realizando hoje o 2º Encontro Interno de Capoeira, na praça central da cidade. O evento terá início às 16 horas e vai reunir cerca de 100 capoeiristas de toda a região, além de mestres renomados na modalidade. Entre os mestres presentes estará Valmir Fernandes de Lima, o mestre "Azulão", de Foz do Iguaçu.
Ele já chegou na quinta-feira em Campo Mourão para fazer uma espécie de atualização da capoeira. "Estou sempre visitando as cidades de todo o País, para fazer uma atualização e um resgate dos movimentos mais antigos da capoeira para aquelas pessoas que estão pegando corda (iniciando na modalidade)", diz o mestre Azulão.
 
Mestre Azulão está de viagem agendada para os Estados Unidos, onde vai ministrar cursos e divulgar as novidades do grupo Maculelê. "A mensagem que deixo é que as pessoas tenham um pouco mais de consciência quando fizerem o batizado. Pensem mais no futuro da capoeira e tenham humildade. Sempre digo que com humildade, malícia e razão, a gente entra e sai em todos os locais do mundo", completa.
 
O capoeirista mourãoense Ronaldo Aparecido Ramos, um dos organizadores do evento em Campo Mourão disse espera a participação também de pessoas que ainda não conheceram a capoeira. "Deixo o convite a todos, inclusive para aquelas pessoas que já fizeram capoeira mas que por um motivo de força maior tiveram que desistir. Esse encontro tem por objetivo também divulgar capoeira, pois muitas pessoas nem sabem que existe essa modalidade em Campo Mourão", finaliza. O evento marcará a troca de corda de alguns capoeiristas e o batismo de outros.
 
http://www.tribunadointerior.com.br

Pesquisa sobre o Maculelê

Caros Mestres,
 
Em parceria  com o Portal Capoeira, estou fazendo uma revisão e atualização do livro de pesquisas sobre o Maculelê – “Ôlelê Maculelê”  que foi publicado em 1989.  
 
Tenho conhecimentos de que, como acontece com as manifestações folclóricas de um modo geral o passar do tempo e interpretações pessoais têm influenciado para que a tradição seja modificada e, em alguns casos, descaracterizada.
 
Tenho, também, conhecimento de divulgação de conceitos equivocados como a afirmação feita em um programa popular de TV brasileira em que um Mestre apresentou o Maculelê como “estilo” da Capoeira.
 
A globalização da Capoeira não dá condições de se fazer pesquisas de campo como quando o Maculelê foi estudado em 1989 e, assim,  venho solicitar a sua participação – como Mestre – em atividade para que nos envie sua experiência sobre estas descaracterizações e o resultado desta pesquisa será apresentado na 2a. edição do livro que estará sendo lançada em dezembro deste ano.
 
Para participar desta pesquisa e colaborar com o Livro:
 
“Ôlelê Maculelê”, clique aqui.

 
Lucy Geão – Produtora Cultural por Emília Biancardi – nucleodenegocios@atarde.com.br

Pesquisa para revisão e atualização do livro de Emília Biancardi: “Ôlelê Maculelê”

O INÍCIO
 
Emília Biancardi Ferreira sempre foi apaixonada pelo folclore. Com ascendência italiana (por parte de mãe) e portuguesa-africana (pai) Emília desde adolescente, em Vitória da Conquista, ficava fascinada com os festejos dos ternos de reis. Mais tarde, quando foi designada professora de música e canto orfeônico no Instituto de Educação Isaías Alves (Iceia) ela criou, em 1962, o primeiro grupo parafolclórico da Bahia: “Viva Bahia”.
 
Era uma época em que a cultura afro-baiana não estava na moda e a capoeira e o candomblé sofriam repressão social, quando não policial. O grupo que mostrava as danças de origem africana se transformaria no “Viva Bahia”, em 1969 que depois se apresentou em toda a América do Sul, Europa, EUA, Oriente Médio e África e onde muitos Mestres começaram suas carreiras no exterior.
 
O “Viva Bahia” sobreviveu até 1983 e é a própria Emilia que conta: “O grupo de danças tradicionais populares, “Viva Bahia”, surgiu em Salvador a partir de uma pesquisa sobre raízes populares. Era um trabalho onde danças e músicas eram reproduzidas e aplicadas em espetáculos teatrais, havendo uma total observância dos postulados inspiradores destes; seja no candomblé, onde a coreografia se inspira diretamente na dança sacralizada dos orixás; seja na capoeira, onde as artes marciais africanas se aculturaram; seja no maculelê, recriação dentro dos valores da cultura negra das regras éticas do duelo; seja no samba de roda, onde este samba, tantas vezes modificado, aparece em sua forma original”.
 
Em seus mais de 40 anos de atividade artística Emília Biancardi (a) publicou os livros: “Cantorias da Bahia”, “Viva Bahia Canta”, “O Lindro Amô”, “Olêlê Maculelê” e “Raízes Musicais da Bahia” sendo estes dois últimos considerados de referência; (b) participou de dois importantes documentários sobre a Bahia – “Bahia de Todos os Sambas” e “Bahia por Exemplo” e (c) criou a “Coleção de Instrumentos Tradicionais Emília Biancardi” com mais de 500 instrumentos indígenas e africanos com várias exposições em Salvador e em outros estados..
 
O LIVRO “ÔLELÊ MACULELÊ”
 
Em 1989, após uma acurada pesquisa de campo, o livro  “Ôlelê Maculelê” foi por ela feito publicar como resultado da busca da trajetória do folguedo Maculelê na vida popular das microrregiões onde existiu e era cultivado observando-se as evoluções, já notadas naquela ocasião, que originou a perda de várias de suas características primitivas e que modificaram seu aspecto de folguedo de raízes africanas.
 
Nos dias de hoje essas modificações vêm sendo drásticas envolvendo  coreografia e indumentária fazendo com que a descaracterização do folguedo seja, ainda, mais profunda chegando ao absurdo de se colocar o Maculelê como “estilo da Capoeira” (???)..
 
Essa interpretação errônea feita, inclusive, num programa popular de televisão originou a inserção de uma “Ordem do Dia“ no Conselho Estadual de Cultura da Bahia que está emitindo uma Moção contra tal situação já que a autora é Conselheira do órgão e, conseqüentemente, este fato acelerou sua intenção de fazer nova Edição do “Ôlelê Maculelê” que deverá estar sendo lançado no próximo mês de dezembro.
Emília Biancardi, hoje se vê diante desta difícil situação do Maculelê que aumenta consideravelmente sua preocupação com a crescente e evidente modificação das suas características o que poderá ocasionar a perda de seu espaço no campo das manifestações tradicionais da cultura popular.
 
Assim, retomando seus estudos e com o resultado das pesquisas – via internet –  resolveu compilar várias dessas opiniões dos antigos Mestres acrescentando-as nesta 2a. edição do “Ôlêlê Maculelê”, editado em 1989, e que tem, até hoje, sua leitura recomendada por muitos Mestres como se pode constatar em inúmeros Sites dedicados à Capoeira e ao próprio Maculelê;
 
Alguns dos  depoimentos – já confirmados – que farão parte desta nova edição:  Prof. Maria Mutti, diretora do Núcleo de Incentivo Cultural de Santo Amaro (Nicsa – Prof. Zilda Paim, historiadora do Recôncavo e Mestres de Capoeira como: Mestre Morais, Mestre  Itapoan e  Mestre Bira Acordeon.
 
Lucy Geão – DRT 1857 – Produtora Cultural


 
A PESQUISA
 
ASPAS
Caros Mestres,
 
Em parceria  com o Portal Capoeira, estou fazendo uma revisão e atualização do livro de pesquisas sobre o Maculelê – “Ôlelê Maculelê”  que foi publicado em 1989.  
 
Tenho conhecimentos de que, como acontece com as manifestações folclóricas de um modo geral o passar do tempo e interpretações pessoais têm influenciado para que a tradição seja modificada e, em alguns casos, descaracterizada.
 
Tenho, também, conhecimento de divulgação de conceitos equivocados como a afirmação feita em um programa popular de TV brasileira em que um Mestre apresentou o Maculelê como “estilo” da Capoeira.
 
A globalização da Capoeira não dá condições de se fazer pesquisas de campo como quando o Maculelê foi estudado em 1989 e, assim,  venho solicitar a sua participação – como Mestre – em atividade para que nos envie sua experiência sobre estas descaracterizações e o resultado desta pesquisa será apresentado na 2a. edição do livro que estará sendo lançada em dezembro deste ano.
 
Para participar desta pesquisa e colaborar com o Livro:
 
“Ôlelê Maculelê”, clique aqui.
 
Lucy Geão – Produtora Cultural por Emília Biancardi
nucleodenegocios@atarde.com.br
FECHA ASPAS
 
Emília Biancardi
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Ceará: Alunos e vizinhos do Colégio Filgueiras Lima aprendem capoeira

Alunos e vizinhos do Colégio Filgueiras Lima aprendem capoeira
 
40 crianças de 10 a 17 anos recebem aulas de história da capoeira e outros temas até instrução sobre diferentes modalidades, como maculelê e angola.Quarenta crianças e adolescentes, alunos do Colégio Municipal Filgueiras Lima e moradores do entorno da escola, têm uma atividade especial todos os fins de tarde, de segunda a sexta-feira. São aulas do Projeto Viver Capoeira, da Associação Palmares de Capoeira e Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Município (SDE). As aulas são dadas na quadra do colégio, que fica na Avenida dos Expedicionários, 3910, Jardim América.
 
Os alunos, de 10 a 17 anos, têm uma atividade diferente a cada dia da semana: de aulas teóricas de história da capoeira e outros temas até instrução sobre diferentes modalidades, como maculelê e angola. Uma vez por semana, a turma faz uma roda de capoeira, onde põe em prática as movimentações e os golpes aprendidos.
 
As atividades esportivo-pedagógicas oferecem às crianças e aos adolescentes mais que um espaço de lazer, mas também ocupação de tempo que dificulte o aliciamento da infância e da juventude da comunidade para práticas ilícitas. O projeto Viver Capoeira ainda incentiva os estudos, ao determinar que a participação dos alunos só aconteça com a aprovação do aluno no colégio.
 
 
http://verdesmares.globo.com
O Portal Verdes Mares faz parte do Sistema Verdes Mares de Comunicação e tem como principal objetivo a cobertura jornalística do Ceará.