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México: Mania de Vadiar 2012

Regado de axé, capoeira e boa energia, o 2º evento Mania de Vadiar, com a Realização do capoeira Berim Brasil Internacional e que contou com a Organização do Instrutor Monge e Monitor Bujão, esta edição 2012 aconteceu nos dias 11 a 14 de outubro, em Tepotzotlán (México) e contou com grandes nomes da capoeira:

  • Mestre Wellington – Capoeira Berim Brasil São Paulo Brasil
  • Mestre King – Grupo Aprendizes Rio de Janeiro Brasil
  • Mestre Girafa – Capoeira Muzenza Alagoas Brasil
  • Mestre Calango – Grupo União Capoeira São Paulo BrasilMestre Madona – Capoeira Muzenza Toluca México
  • Contramestre Busca Longe – Capoeira Muzenza São Paulo Brasil
  • Contramestre Monise – Capoeira Berim Brasil São Paulo Brasil
  • Contra Mestre Grilo – Caçua Capoeira – México
  • Professor Onça – Atitude Capoeira Xalapa – México
  • Professor Ferrão – Filhos de Bimba – México
  • Professor Mandinga – Abolição México
  • Professor Ponteiro – Jacaranda Capoeira – México
  • Professor Bolinha – Terreiro Capoeira – GDL – México
  • Graduado Mão de Pedra (Thiago) Capoeira Berim Brasil – São Paulo Brasil

Trazendo para o México as melhores aulas e rodas, num ambiente aberto e agradável, o Mania de Vadiar proporcionou a interação da capoeira Brasil e México, contando inclusive com participantes dos EUA.

Ver os rostos cansados em aulas difíceis regidas por grandes mestres, porém com um gás de vontade exalando foi surpreendente. Os risos contidos e olhares de admiração ao verem os contramestres e mestres jogando foi cena constante.

São desses momentos que tiramos as melhores experiências, não só de capoeira, mas de vida. A capoeira une as pessoas, une sentimentos, e tudo isso aconteceu em um dos melhores ambientes possíveis, com a natureza ao redor.

Pra quem foi, temos a plena certeza que saíram realizados e pra quem perdeu talvez seja a hora de se programar para os próximos.

Texto By: Luciana Van Meenen – http://berimbrasil.com.br

Mundial Muzenza de Capoeira: no berimbau e no batuque

Na ginga e no batuque, ao som da voz e do berimbau será disputado no próximo fim de semana, de 19 a 21 de agosto, na cidade do Rio de Janeiro, o Mundial de Capoeira do Grupo Muzenza. Cascavel será representada por Fabíola da Roza, Júlio Ferreira e o professor Renê dos Santos.

Na bagagem, a experiência de anos de aulas e a vivência na capoeira. “Muzenza é um estilo de vida. Foi através da capoeira que melhorei meu condicionamento físico e me mantive fora dos vícios de fumar ou beber. Além de fazer inúmeras novas amizades com pessoas do mundo inteiro”, revelou Fabíola, que começou com o grupo Muzenza há mais de 10 anos, quando ainda morava em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, atraída pela música, dança e a luta. Há três anos, Fabi integra o grupo em Cascavel.

 

Disputas

Segundo nos contou Fabíola, em entrevista para esta Gazeta, no Mundial são disputados o jogo da capoeira, o melhor tocador de berimbau e o festival de música.

 

Festival de música

O grupo Muzenza tem 21 CD’s gravados no mundo todo. As melhores músicas são selecionadas e participam destas gravações. No festival, o grupo inscreve a música e se apresenta ao som de uma orquestra de berimbaus. Os três cascavelenses vão concorrer com duas canções escritas por Marco Aurélio, que não participará deste mundial, mas cedeu suas canções para competir.

 

Campeonato de capoeira

 

Dos três representantes da ‘cidade da serpente’, dois vão trocar de corda (graduação dentro da Muzenza): Fabi vai passar da 6ª corda, de cor laranja e verde, para a 7ª corda de cor verde; Renê que está na 9ª corda, vai passar para a 10ª de cor azul e vermelha, graduação de monitor.

As disputas dos jogos de capoeira são divididas conforme a cor da corda. “São feitas as rodas de capoeira, ao som da orquestra de berimbaus, onde são feitos os jogos. Três juízes, um central e dois laterais, avaliam a técnica, a sequência de movimentos, a destreza e os fundamentos da capoeira”, contou-nos Fabíola.

Os melhores capoeiristas são premiados com troféu e medalha. “Ainda não sabemos se terá também uma premiação em dinheiro”, comentou Fabi. “É o segundo mundial que eu participo. É muito difícil conseguir premiação porque o nível é muito alto entre os competidores e depois, os brasileiros que moram na Europa, são os melhores do mundo, levam quase todos os títulos. Mas o importante é participar do evento, integrar e fazer novas amizades”, argumentou.

Em Cascavel

O grupo Muzenza no mundo inteiro é liderado pelo presidente Mestre Burguês. Em Cascavel, o grupo é organizado pelo professor Renê que é aluno do Mestre Sargento, de Portugal. Ao todo são mais de 90 capoeiristas de várias idades, que participam do Muzenza na cidade da serpente.

Viagem

Os três cascavelenses viajam hoje à noite até Foz do Iguaçu de onde partem de avião até a capital fluminense, para participar do Mundial.

 

Fonte: http://www.cgn.inf.br/

Espirito Santo: Campeonato Estadual de Capoeira

Prorrogadas as inscrições para o Campeonato Estadual de Capoeira

A Federação Capixaba de Capoeira decidiu prorrogar, para até o dia 10 de agosto, o período de inscrição para o Campeonato Estadual de Capoeira, que acontece no dia 22 de agosto, no Centro de Treinamento Jayme Navarro de Carvalho, sede da Secretaria de Estado de Esportes e Lazer, que apoia o evento.

Além de reunir os principais nomes do Espírito Santo na modalidade, o Estadual servirá como seletiva para o Campeonato Brasileiro, que será disputado em Mato Grosso do Sul.

Das diversas categorias, apenas os dois melhores, em cada uma delas, garantirão passagem para o Brasileiro. As inscrições podem ser feitas na sede da Sesport, ou pelo email da Federação Capixaba de Capoeira (fecaes-es@hotmail.com).

Os favoritos para desbancar a atual campeã, Muniz Freire, são as equipes da Grande Vitória, além de Cachoeiro, Linhares, Guarapari e São Mateus. Os critérios de avaliação da competição já estão definidos. Quem apresentar os melhores índices técnicos nos quesitos volume de jogo, harmonia, técnica e tradição, será campeão.

Reunindo nomes como da bicampeã brasileira Carla, atleta de Serra, e do terceiro colocado no último Brasileiro, Bert Karl Bereuel, de Vitória, a expectativa da organização é de uma competição de altíssimo nível e com um grande número de participantes.

“Acredito que vai ser o melhor Estadual de todos os tempos, com premiação em dinheiro e tudo. Somos mais de 20 mil capoeiristas no Espírito Santo e nossa expectativa é que mais de dois mil participem da competição”, afirmou Bert Karl Bereuel, que além de atleta é o diretor Institucional da Federação.

Informações à Imprensa:

Assessoria de Comunicação/Sesport

Júnior Costa

9901-9914 / 3235-7192

assessoria.sesport@gmail.com

Extraído do site: www.es.gov.br

Um novo líder para um novo lugar

Tal como o Ouro Verde emergiu do meio do mato em 2002, muitas lideranças surgiram com a vila. Uma das figuras mais influentes é Marcelo Barros, mais conhecido na comunidade como Careca (que apesar do apelido tem muitos cabelos). Além de presidente da Associação de Moradores do Ouro Verde, ele coordena o Centro Cultural Ilê de Bamba.

Andar nas ruas do Ouro Verde ao lado de Careca significa parar várias vezes para cumprimentos. Muitas são as formas de reconhecimento de Marcelo, desde “bate-bolas” com crianças que jogam futebol na rua até a saudação de senhoras idosas que passam pelas ruas de terra do bairro. Todo este respeito é consequência das lutas que Marcelo trava para trazer melhores condições de vida ao local.

Apesar de esquerdista convicto, Marcelo diz que os interesses do bairro estão à frente de qualquer bandeira política. “Tanto que, quando eu levei a água do bairro para os vereadores beberem, distribui para todos mesmo”, conta Marcelo. Nesta oportunidade, ele cobrava melhores condições de tratamento de água no Ouro Verde.

Muita são as bandeiras levantadas por Marcelo para melhoria do bairro. Uma das prioridades no momento é a regulamentação dos lotes. Ele considera esta luta como ganha. “Até o meio do ano tudo estará regularizado por aqui”, afirma Marcelo.

Dona Telma Malaquias, moradora do bairro desde a ocupação, reconhece o trabalho do líder comunitário “A luta dele aqui é incessante. Muito do que temos é por causa dele”, diz a moradora.

Marcelo concilia a rotina de presidente da associação com as aulas de capoeira que passa para crianças e adultos no Ilê de Bamba. Nos sábados é o dia do show.

Tal como um maestro, ele dá o ritmo da roda de capoeira. Seja com o berimbau ou pandeiro na mão, ou mesmo cantando, Careca decide quando se faz silêncio e quando se canta no local. E os membros do Ilê de Bamba simplesmente reverenciam o seu maior líder no momento.

 

Fonte: http://www.portalcomunitario.jor.br/

Mestre Pelé, o Gogó de ouro da Bahia

“Iêêêêêêêê!” O chamado de Natalício Neves da Silva, o mestre Pelé, aliado aos primeiros acordes do berimbau, é experiência que, quem viveu, não esquece. Sua voz expressiva é capaz de nos conduzir por 500 anos de história e de nos conscientizar do poder libertador que a roda de capoeira representa.

Mestre Pelé nasceu em 1934. É do tempo em que se jogava capoeira nos finais de feira e nos dias de festa. Também fez parte de uma geração dividida entre a marginalizada capoeira de rua à institucionalizada capoeira nas academias.

Primeira roda – Na infância, Pelé ajudou o pai na luta pela sobrevivência. Fazia carvão, colhia mandioca e tratava a terra. Depois, vendia as mercadorias na capital baiana. Foi assim que chegou à rampa do Mercado Modelo, próxima à igreja Nossa Senhora da Conceição da Praia, onde encontrou a nata da capoeira. “Conheci a capoeira aos 12 anos de idade, quando ia às feiras e às festas populares do recôncavo baiano. Eu ia com meu pai a Muritiba, São Félix e Cachoeira vender carvão. No final do dia, chegavam os ‘senhores’ de toda a região e começavam a brincar para se divertir. Era o povo que dava para o capoeirista o título de mestre, que disputava o título ali no jogo, jogo duro”, lembra. Foi numa dessas rodas que Pelé diz ter conhecido o lendário Besouro Mangangá. E confirma a lenda: “Ele sumia quando queria”.

Lendários – Para o mestre, era entre a Igreja da Conceição e a rampa do Mercado que rolavam as melhores rodas de capoeira da época. Em sua memória estão personagens como Valdemar da Liberdade, Caiçara, Zacarias, Traíra, Angolinha, Avani, Bel e Del (irmãos), Onça Preta, Sete Mola, Cabelo Bom e Bom Cabelo (gêmeos) e Bugalho, que o teria encantado com sua agilidade. “Tinha muita gente importante, naquela época, além de Bimba e Pastinha. Os alunos deles não jogavam muito na rua. Eles evitavam por causa das brigas, não queriam ficar difamados. O pau quebrava e a polícia na cavalaria vivia ‘escarreirando’ os capoeiras; acabando com as rodas. Os capoeiristas, por sua vez, quebravam a polícia no cacete. Bimba e Pastinha queriam evoluir, acabar com essa imagem do capoeira”.

Capoeira de Rua – O aprendizado da maioria dos capoeiristas dessa época era mesmo nas grandes rodas na rampa do Mercado Modelo e nas chamadas festas de largo, que começavam na festa de Nossa Senhora da Conceição da Praia – coração da cidade baixa, próxima ao elevador Lacerda – no dia 1º de dezembro e se prolongavam até o dia 8 do mesmo mês. Depois, vinha a festa de Santa Luzia, freqüentada pelos estivadores (trabalhadores do cais do porto), muitos deles, capoeiristas. “Era o dia todo: banho de mar, samba de roda, samba de viola – que era uma tradição. Todos os ritmos vindos do recôncavo baiano. Nestas festas, reuniam-se os melhores mestres de capoeira e os melhores tocadores de berimbau. Foi num desses momentos que comecei a cantar e a tocar”, relembra.

Foi Bugalho, carregador de embarcações que, nas horas de descanso e nas noites de lua-cheia, ensinou o menino Natalício a gingar nas areia da Praia da Preguiça. “Segui a tradição do meu mestre, Bugalho, um grande tocador de berimbau. Ele era um dos melhores, tocava muito bem o São Bento Grande, principalmente quando era noite de lua. Sentávamos na areia da praia e, quando ele tocava, era possível ouvi-lo na cidade alta”.

Além das rodas da Liberdade nas tardes de domingo, em que o guarda civil Zacarias Boa Morte “tomava conta”, Pelé mostrava sua arte nas rodas de Valdemar da Liberdade, num galpão de palha de dendê, cercado de bambu. “Eu era ligeiro, tinha um sapateado que ajudava muito. Eles não me pagavam. E, quando eu chegava nas rodas da invasão do Corta Braço, no bairro de Pero Vaz, mestre Valdemar dizia: Lá vem Satanás!”

Experiência – Durante 25 anos Pelé deu aulas de capoeira  e, também, no V Batalhão da Polícia Militar. “Naquele tempo, era comum a polícia treinar capoeira”. Além dessas atividades, mestre Pelé participou, ao mesmo tempo, de importantes grupos folclóricos da Bahia como o Viva Bahia. Fez apresentações com o grupo de mestre Canjiquinha, no Belvedere da Praça da Sé, shows para turistas, onde mostrava a capoeira, o maculelê, a puxada de rede e o samba de roda.

Sorrindo muito, Pelé explica que “na capoeira, tudo sai da ginga. A ginga, o molejo e a flexibilidade são importantes para o capoeirista, tanto para defesa quanto para o ataque. Capoeira é uma dança também: a chamada capoeira de compasso, que tem a meia-lua de compasso, um movimento baixo, diferente do rabo de arraia (mais alto e rápido); a ponteira, movimento com a ponta do pé, de baixo para cima, até o queixo; o martelo, atingindo o ombro; a ponta de costela, que é um martelo mais baixo; a benção, que atinge o peito; o giratório – o capoeirista cai para trás e sai girando; o parafuso: giro no solo com a cabeça; caminhada de caranguejo, movimento para frente e para trás, de papo para o ar e com as pernas abertas; canivete – com uma das mãos no chão, encolhe-se o corpo todo na direção das mãos; relógio, gira-se sobre a queda de rim; o coice de burro, que é cair com as duas mãos para frente, levantando os dois pés etc.”.

Retorno – Mestre Pelé ficou longe da capoeira por vinte anos. Foi trazido de volta às rodas pelo projeto de resgate e valorização de mestres antigos, criado pela Associação Brasileira de Capoeira Angola (ABCA). Hoje, ele integra o Conselho de Mestres da associação e participa de eventos importantes. Recentemente, emocionou, com sua voz, quem esteve presente no enterro dos mestres Caiçara, Bom Cabrito e Zacarias Boa Morte, e na missa de sétimo dia de Caiçara.

Na ABCA, Pelé espera conseguir viabilizar o projeto de aposentadoria para mestres com mais de 65 anos de vida e 35 anos de capoeira. “O ministro da Previdência, Waldec Ornelas, já votou a aposentadoria das mães e pais de santo que, como os capoeiristas, também tiveram suas atividades proibidas e perseguidas. Além disso, também vamos conseguir provar que Capoeira Angola é cultura popular, e não arte marcial” finaliza o cantador.

 

Lucia Correia Lima – Jornalista e Diretora de Projetos e Comunicação Social da ABCA

 

Fonte: Revista Capoeira

Referências: http://abca.portalcapoeira.com/

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Baiana defende título mundial

“Vai ser uma grande responsabilidade defender o título dentro de casa. Este ano vou estar com uma torcida muito grande”, diz a instrutora Moema Lúcia Ribas Duarte, campeã feminina dos Jogos Mundiais de Capoeira de 2005, única mulher a se classificar entre os 64 melhores capoeiristas da última edição do evento. Pelo regulamento da competição, homens e mulheres competem juntos.

Baiana, 34 anos e formada em educação física, ela contará com o apoio de seus mais de 100 alunos das rodas que orienta no Parque Júlio César, na Pituba, e na Baixa do Tubo, no Vale do Matatu. Torcida que, no entanto, estará desfalcada de seu maior incentivador: Muralha, marido e também instrutor da Abadá, partiu há seis meses para Palma de Mallorca, na Espanha, em busca de melhores condições de trabalho. “Aqui a nossa arte não é valorizada”, lamenta Moema, que ganha pouco mais de R$ 2 mil por uma jornada de 40 horas semanais de aulas em academias e escolas. Em dezembro, ela e a filha de 12 anos do casal devem partir para a Europa e juntar-se ao marido.

A decisão foi tomada justamente em função do dilema que vive entre a família e o trabalho. As poucas horas que tem para ver a filha, à noite, Moema divide com os treinamentos. Além de Moema, outra esperança baiana para o mundial na categoria adulto é Tijolinho, atual campeão do Norte-Nordeste.

Fonte: A Tarde Online – http://www.atarde.com.br/esporte/noticia.jsf?id=779468

Bricadeira de Criança

Hoje eu vi duas crianças
brincando de roda
numa roda de capoeira.
 
Elas cantavam e dançavam
como um casal de pássaros
 
Seus passoas eram leves
e era com essa leveza
que pretendiam limpar o mundo.
 
E queriam começar pela roda de capoeira,
onde muitos ainda
não haviam percebido
que ali não era lugar para brigar
e, ao invés disso, se deveria brincar,
brincar de fazer movimentos
de desenhar com os pés
luas novas e minguantes,
de fazer piruetas
sem se preocupar com a estética.
 
E, no meio da brincaderia,
mostrar para os homens
fortes e grandes
que, mesmo sendo
frágeis e pequenos,
poderiam ser melhores que eles
no jogo,
pois brincavam com o coração e a alma,
e eles com a única coisa que tem:
a força bruta.
 

André Esteves .∙.
 

Sulbrasileiro Abada Capoeira – Resultados

Neste último final de semana tivemos a realização dos jogos Sulbrasileiro Abada Capoeira, em Porto Alegre (4 e 5 de junho), no clube Petrópolis Tênis Clube, que foi um grande sucesso!!
Teve a presença do Mestre Nagô (RJ), Mestrando Morcego (RJ) e Professor Pernilongo(SP).
Todos os estados da região Sul tiveram presente, RS, SC, PR.
No sábado ocorreu a abertura das atividades com direito a show de bolhadeiras -demostrando um pouco da cultura gaúcha- a competição e a própria final.
 
No domingo, dia 05, foi o encerramento no Brique da Redenção com um grande Aulão e uma Roda.
 
ABADÁ Capoeira do Rio Grande do Sul agradeçe a todos que participaram: professores, instrutores e aos alunos que ajudaram na organização.
 
Para contato:
Instrutor Batman:
batmax27@hotmail.com
Graduada Abelha: abelhabada@hotmail.com 
 
Classificação final:
categoria A marrom roxa/marrom e roxa geral:
1º gororoba
2º sorridente
3º montanha
4º batman

1- melhores jogos angola:
deco e gororoba
2- benguela
bode e montanha
3- Sao Bento grande

gororoba e batman
4- iuna
bode e gororoba

5-destaque feminino
idalina

6- categoria B verde/roxa e verde geral
1º tupi
2º caboclo
3º canga
4º pão d´gua

7- melhores jogos benguela
psico e cavanha
8- Sao bento Grande

tupi e cidade
9- iuna
malzebier e caboclo

10-destaque feminino
abelha

11-master
masculino: pãodágua
feminino: barbara

12-categoria C azul/verde e azul
geral
1º bujão
2º latino
3º gato felix
4º lambão

13-melhores jogos benguela
bujão e latino
14- Sao bento Grande
poca  e veio
15- iuna
gato felix e garoto

16-destaque feminino
trakinas

17- master:
masculino: beija flor
femino: lebre

18-sênior:
garoto

19-categoria D laranja/azul e laranja geral
1º saimon
2º bandana
3º ricochete
4º geleia

20- melhores jogos benguela
kito e bandana
21- sbg
saimon e geninho

22- destaque feminino
pity

23- juvenil
nadia

24- master
azaleia

25-categoria E amarelo/laranja, amarelo geral
1º patolino
2º azamba
3º paku
4º careta

26-melhores jogos benguela
careta e patolino
27-sbg
patolino e magali

28- destaque feminino
magali brava


PORTAL CAPOEIRA – RS (www.rscapoeira.cjb.net)

Os melhores de 2004 do AEsp

  • Os melhores de 2004
AEsp escolhe o Kaspersky como melhor antivírus de 2004

Mais um ano que vai chegando ao fim e, como no final de 2003, o AEsp escolhe os melhores de 2004.

Antivírus: Kaspersky 5
Antivírus gratuito: Avast 4.5 Home
Antispyware: Spyware Doctor
Navegador: Firefox 1.0
Servidor de email: GMX
Game: Half Life 2
Programa P2P: Shareaza
Site de informática brasileiro: ForumPCS
Revista do ano: PC&CIA
Sistema Operacional: Windows XP SP2
Compactador de arquivos: Winrar 3.41
Tocador de MP3: WMP 10
DVD Player: Media Player Classic
Cliente de email: Thunderbird

*AEsp colaborou nos jornais  Estado de Minas, Jornal de Minas e Suplemento do "Minas Gerais".  Escreveu  dicas para Windows  no encarte da revista Info Exame
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