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Margareth Menezes Especial 25 anos de carreira

Margareth lança clipe da música Bonapá no AfroPop Especial 25 anos de carreira

Margareth Menezes lançará o clipe da música Bonapá, composição de Carlinhos Brown e aposta musical da cantora para o verão baiano, neste domingo que antecede o Carnaval, dia 12 de fevereiro, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, durante o AfroPop Especial 25 Anos de Carreira.
As filmagens contaram com as participações do ator e apresentador Jackson Costa, do DJ Ruy Santana, além das sambadeiras de São Brás. Já o set de gravação teve detalhes bastante especiais, como o espelho d’água e as esculturas do artista plástico Bel Borba. “Explorei as sensações que o som me causou. Foram elas que me deram o ponto de partida para criação do clipe. Estou sempre perseguindo desafios estéticos no meu trabalho e essa música foi mais que inspiradora”, contou Pico Garcez, diretor do clipe.
Através de telões instalados na Concha Acústica, o público irá assistir em primeira mão ao clipe. O lançamento na web ocorre na mesma noite, através das redes sociais e site da artista.
AfroPop Especial 25 Anos de Carreira encerra a temporada dos ensaios de verão e comemora as bodas de prata da trajetória profissional de Margareth.
Na ocasião, ela recebe as participações musicais de Gilberto Gil, Elba Ramalho, Daniela Mercury, Paula Lima e dos principais blocos afros baianos.

SP: Virada Cultural Afro

A cantora Margareth Menezes levará o seu Movimento AfroPop Brasileiro para o encerramento da Virada Cultural Afro, que acontece em São Paulo, no próximo 20 de novembro.

O show é gratuito e acontece, a partir das 20 horas, no Vale do Anhangabaú. “Estou muito feliz em participar deste ato expressivo de reconhecimento pela contribuição do povo afrobrasileiro. Lembrar da luta pelo fim da escravidão é reviver os motivos que temos para cantar a igualdade”, comentou a artista.

Esta será a primeira vez que as programações especiais pelo Dia da Consciência Negra, na capital paulista, ocorrem de forma ininterrupta, desde o dia anterior, 19 de novembro, em vários pontos da metrópole.

 

Maria Ísis


IMPRENSA – Margareth Menezes
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Carnaval na Bahia: Mestre Tonho Matéria em dose dupla

Tonho Matéria em dose dupla na segunda-feira: Cantor sai às 12h30 no Campo Grande e à noite no Movimento Afropop Brasileiro, como convidado de Margareth Menezes

Após começar o Carnaval com o bloco da Capoeira, no circuito Osmar (Campo Grande), Tonho Matéria se prepara jornada dupla na segunda-feira. Depois de fazer um show em Correntina (BA) no sábado, primeiro o cantor vai puxar um trio independente no Campo Grande, ao meio dia e meia. Às 20h30 ele participa do Movimento Afropop Brasileiro, bloco sem cordas de Margareth Menezes no circuito Dodô (Barra-Ondina). “Vai ser ótimo sair num horário tão legal, num trio sem cordas. Vai ter muito samba-reggae, ijexá e músicas ligadas a capoeira!”, diz Tonho sobre o desfile no Campo Grande.

O Bloco da Capoeira saiu, em seu quarto ano, às 21h da quinta-feira (03), com o tema meio ambiente e com sete alas: água, fogo, terra, ar, fauna, flora e vida. Cerca de duas mil pessoas – entre capoeiristas, percussionistas , dançarinos e foliões – participaram do desfile, que serviu de base para captação de imagens para o DVD de Tonho Matéria, com previsão de lançamento esse ano. O figurino de Matéria e das alas foi todo feito com material reciclado, pelos alunos da associação cultural Capoeira Mangangá, que o artista mantém no bairro de sete de abril.

Tonho Matéria:

Foi vocalista do Ara Ketu, Olodum e, entre bandas e carreira solo, já lançou sete álbuns. Compositor, tem mais de 600 músicas registradas – várias gravadas por nomes como Daniela Mercury (Olha o Gandhy aíVulcão da Liberdade), Ivete Sangalo (Pra abalarTimbaleiro) e Chiclete com Banana (Se me chamar eu vouMenina me dá seu amor), Asa de Águia, Beth Carvalho, Margareth Menezes, Olodum e Banda Eva.

Mestre capoeirista, Tonho mantém, desde 2001, a Associação Cultural de Capoeira Mangangá, que proporciona gratuitamente a jovens de comunidades aulas de capoeira, percussão, dança afro e curso pré-vestibular. O nome Mangangá é homenagem ao mestre de capoeira Manoel Henrique Pereira, o Besouro Mangangá.

 

Victor Villarpando 
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Capoeira “encanta” Bailarinos Indianos

Bahia: Festival de música e dança terá participação de Margareth Menezes

A cantora Margareth Menezes se apresenta no Teatro Castro Alves, nesta sexta-feira (26), no 1 º Festival de Música e Dança IBAS, que integra artistas do Brasil, África do Sul e Índia. O evento, que é uma iniciativa do Ministério das Relações Exteriores para aproximar os três países em desenvolvimento, terá a cantora no palco com integrantes dos seis blocos afros que formam o Movimento Afropopbrasileiro.

Na mesma noite ainda se apresentam o grupo de dança indiano Sadhya e a banda de percussão sul-africana Phambili Marimba.“Estou muito feliz com a oportunidade desta abertura de comunicação entre os três países, que tem uma história forte pela luta e sobrevivência dos povos”, comenta Margareth Menezes.

A cantora ainda não visitou os dois países, mas pretende fazer isso em 2008.

“Nossas culturas são tão próximas e ao mesmo tempo tão desconhecidas. Adoro a dança e a culinária indiana, e da África do Sul sempre lembro da luta de Nelson Mandela contra o racismo”, completa a cantora.

Pela segunda vez no Brasil e a primeira vez na Bahia, os dançarinos do Sadhya trazem para Salvador a coreografia “Jogos de Dados” criada por Santosh Nair, coreógrafo e primeiro bailarino da companhia. “Misturo movimentos que são semelhantes à capoeira, que conheci quando estive no Brasil há nove anos”, explica Santosh. “Fiquei tão encantado com o som do berimbau, que levei gravações para a Índia e tento ensinar aos bailarinos passos da capoeira”.

 

Fonte: Jornal da Mídia – Salvador – http://www.jornaldamidia.com.br

Cantora LUCIANE MENEZES homenageia os candomblés

LUCIANE MENEZES a super-cantora da Lapa homenageia os candomblés
antigos do Rio na sua temporada no Circo Voador – foto publicada ontem, 06 / 11/ 2005
na Coluna Ancelmo Góes – Jornal o Globo.
1.600 pessoas lotaram o Circo Voador em dois de estréia da Temporada Luciane Menezes 2005 em cartaz nas SEGUNDAS e TERÇAS FEIRAS no CIRCO VOADOR às 19 e 30 horas.
A cantora e sua Companhia Brasil Mestiço foram matérias de página nos jornais O Globo, Extra e Jornal do Brasil ( trechos abaixo ) e ontem a noite foram tema de matéria de 5 minutos no RJ TV da TV Globo.
Este ano a temporada de LUCIANE Menezes homenageia a UMBANDA e o CANDOMBLÉ.
Na 2ª parte os 16 dançarinos da Companhia BRASIL MESTIÇO ensinam o público da pista a dançar , o JONGO, a CIRANDA, o MARACATU, o LUNDU, o FORRÓ, o SAMBA de RODA, o AFOXÉ, o BUMBA-MEU-BOI.
O repertório musical é belíssimo e empolgante com músicas de Dorival Caymmi, Monarco, Paulo Cesar Pinheiro, Roque Ferreira, Lia de Itamaracá, Jongo do Quilombo São José, Samba de Coco de Arcoverde entre muitos outros.
SEGUNDAS e TERÇAS – FEIRAS, 19 e 30 horas no CIRCO VOADOR, Lapa , RJ
Ingressos a R$ 10,00 e R$ 5,00 para estudantes.
Na foto LUCIANE com Mãe Beata e Yá Regina de Yemanjá mães de santo de alguns dos terreiros de candomblé mais antigos do Rio de Janeiro que estiveram presentes no palco no dia da estréia sendo homenageadas e abençoando o espetáculo e o público.
Abaixo matérias de jornal dessa semana sobre a cantora e sua temporada no Circo Voador
O Globo Segundo Caderno 31 / 10 / 2005
Por uma Lapa Mais Democrática João Pimentel
Luciane Menezes volta ao Circo Voador e abre casa na Lapa para ritmos como a catira, a congada e o jongo
Há mais de seis anos, a cantora e pesquisadora Luciane Menezes levou para a Lapa, um repertório de cocos, maracatus, jongos, baiões, abrindo uma porta para que, além do samba e do choro, o bairro também fosse representativo para outras manifestações culturais importantes.
De volta ao Circo Voador, juntamente com o também cantor e pesquisador Marcos André, nas segundas e terças-feiras, às 19h30m, ela apresenta as novidades que tem encontrado em suas andanças pelo Estado do Rio, e se prepara para inaugurar, no início de dezembro, a casa Brasil Mestiço.
O espetáculo tem o formato parecido com o que fez no ano passado — e que levou um público surpreendente para a casa, em se tratando do início da semana.
Jornal do Brasil Caderno B 31 / 10 / 2005
Ela bebe na fonte do Brasil mestiço Monique Cardoso
Luciane Menezes cria companhia e casa de shows para apresentar cultura popular na Lapa e celebrar a diversidade
O negócio de Luciane Menezes é a diversidade.
Tanto que a cantora que se consagrou como um dos grandes nomes da música surgida na Lapa, se prepara para abrir, no mês que vem, a própria casa de shows, justamente no bairro que a revelou, que já tem nome – Brasil Mestiço – e endereço – Rua Mem de Sá, 82 – certos.
No palco, ela promete que, em vez de somente reproduzir, trará para cá grupos de cultura popular que tem conhecido nas viagens de pesquisa e de andança que há quase 20 anos faz pelo país, em busca de ritmos.
A temporada da Brasil Mestiço deixa claro esse espírito de preservação. O primeiro bloco dos shows – que serão gravados para a produção de um futuro disco – é uma homenagem às religiões afro-brasileiras e traz músicas que remetem à umbanda e ao candomblé.
Outra intenção é a de expressar o respeito pela diversidade, tema que a preocupa, devido à dificuldade de aceitação das diferenças no Rio.
A caça por repertório (para ela e, agora, para sua casa de shows) funciona assim: a cantora põe o cavaquinho e o gravador debaixo do braço e pega a estrada, atrás de rituais, festas e celebrações culturais e religiosas que acontecem pelo interior do país.
Tudo para aprender a tocar, cantar e dançar músicas de quilombos fluminenses, maracatus pernambucanos, aboios do recôncavo baiano e outras manifestações da cultura popular ainda pouco difundidas no Rio.
Mas Luciane já descobriu que nem é preciso ir tão longe para descobrir focos de resistência cultural.
Viaja todos os finais de semana para comunidades do interior do estado do Rio a fim de buscar informações sobre grupos folclóricos, alguns deles em extinção.
Na pesquisa, Luciane tem como parceiro Marcos André, que faz parte do projeto Tempo livre, do Sesc.
– Marcos já me apresentou a 11 comunidades só de jongo. O Maranhão cuida de sua cultura, Pernambuco cuida de sua cultura. Por que o Rio não cuida? Por isso vou até lá aprender para depois ensinar nas apresentações. Os jovens não podem perder o interesse por suas raízes.
O EXTRA 31 / 10 /32005
A África é na Lapa
Um dos grandes nomes do cenário musical da Lapa, Luciane Menezes faz uma homenagem às suas raízes em uma série de shows no Circo Voador: a cantora junta o samba com pontos de umbanda e candomblé.
No show de hoje, às 19h30m, estarão no palco as mães-de-santo Yá Regina Lúcia de Yemanjá e Mãe Beata de Iemanjá, abrindo a temporada que vai até 20 de dezembro, todas as segundas e terças-feiras.
– Como descendente de negros, eu gosto muito de valorizar as tradições musicais que herdamos da África.
Neste show de estréia, o candomblé e a umbanda terão destaque – adianta Luciane Menezes.
Mas as homenagens não vão parar por aí.
– Vou cantar um samba inédito de Paulo César, "Dança dos orixás" – diz.
Vinte e cinco integrantes da Companhia Brasil Mestiço, que mistura música e dança afro-brasileira, também participam do espetáculo, que tem ingressos a R$10 e R$ 5 para estudantes.
TV GLOBO RJ TV 04 / 11/ 2005
assista a matéria do RJ TV pelo endereço
http://gmc.globo.com/GMC/0,,2465-p-M375387,00.html
Ciranda, congo, lundu, samba de roda. Danças e ritmos afro-brasileiros que não existiriam mais, se não fosse o trabalho de pessoas como a cantora e pesquisadora Luciane Menezes.
Nos shows no Circo Voador, o público entende e se diverte.
A Companhia Brasil Mestiço tem 14 bailarinos selecionados em projetos sociais que ajudam a transformar as apresentações do grupo de Luciane Menezes em grandes festas, onde o público sempre cai na dança.
Os ritmos são bem variados: afoxés, congo.
“Agora eu queria que vocês abrissem uma roda, porque vai rolar uma dança sensualíssima”, pede, do palco, Luciane. É a hora do lundu.
Mas será que estes ritmos correm mesmo o risco de extinção?
“Estes ritmos correm risco de extinção. É muito importante que os jovens vejam e aprendam essas danças, pois é a cultura dos seus ancestrais”, explica Luciane.
A novidade desta temporada são os cantos e as danças que fazem parte das cerimônias de candomblé e de umbanda. Luciane Menezes montou no camarim dela, no Circo Voador, um altar com imagens de várias divindades.
Em 2004, só no Circo Voador, 20 mil pessoas entraram na roda.
A participação do público na estréia da nova série de shows, que vai até 20 de dezembro, é muito empolgante.
As apresentações são realizadas sempre às segundas e terças-feiras, às 19h30m.
A homenagem às ialorixás e mães de santo foi o momento mais emocionante do show.
Então vamos a benção final e até a próxima festa do Brasil Mestiço.
" Que Obatalá abençoe a todos ! ” finalizou a mãe de santo Mãe Beata de Yemanjá do palco na estréia .
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