Blog

moradora

Vendo Artigos etiquetados em: moradora

Um novo líder para um novo lugar

Tal como o Ouro Verde emergiu do meio do mato em 2002, muitas lideranças surgiram com a vila. Uma das figuras mais influentes é Marcelo Barros, mais conhecido na comunidade como Careca (que apesar do apelido tem muitos cabelos). Além de presidente da Associação de Moradores do Ouro Verde, ele coordena o Centro Cultural Ilê de Bamba.

Andar nas ruas do Ouro Verde ao lado de Careca significa parar várias vezes para cumprimentos. Muitas são as formas de reconhecimento de Marcelo, desde “bate-bolas” com crianças que jogam futebol na rua até a saudação de senhoras idosas que passam pelas ruas de terra do bairro. Todo este respeito é consequência das lutas que Marcelo trava para trazer melhores condições de vida ao local.

Apesar de esquerdista convicto, Marcelo diz que os interesses do bairro estão à frente de qualquer bandeira política. “Tanto que, quando eu levei a água do bairro para os vereadores beberem, distribui para todos mesmo”, conta Marcelo. Nesta oportunidade, ele cobrava melhores condições de tratamento de água no Ouro Verde.

Muita são as bandeiras levantadas por Marcelo para melhoria do bairro. Uma das prioridades no momento é a regulamentação dos lotes. Ele considera esta luta como ganha. “Até o meio do ano tudo estará regularizado por aqui”, afirma Marcelo.

Dona Telma Malaquias, moradora do bairro desde a ocupação, reconhece o trabalho do líder comunitário “A luta dele aqui é incessante. Muito do que temos é por causa dele”, diz a moradora.

Marcelo concilia a rotina de presidente da associação com as aulas de capoeira que passa para crianças e adultos no Ilê de Bamba. Nos sábados é o dia do show.

Tal como um maestro, ele dá o ritmo da roda de capoeira. Seja com o berimbau ou pandeiro na mão, ou mesmo cantando, Careca decide quando se faz silêncio e quando se canta no local. E os membros do Ilê de Bamba simplesmente reverenciam o seu maior líder no momento.

 

Fonte: http://www.portalcomunitario.jor.br/

Canoas: Capoeira estimula pessoas com necessidades especiais

Os alunos do Centro de Educação e Inclusão e Acessibilidade de Canoas (Ceia) receberam, ontem à tarde, a visita do idealizador do projeto Capoeira Inclusiva, Eraldo Gabriel de Souza. O mestre Beija-Flor, como é conhecido, trouxe a proposta para a cidade em 2005, quando ocorreram as primeiras aulas dirigidas a pessoas com deficiência. O encontro, que faz parte das atividades do Mês da Pessoa com Deficiência, contou ainda com a participação de tradicionalistas gaúchos e de um grupo de funk. A moradora do bairro Harmonia Jeisa Carolina Ávila, 25 anos, participa das aulas de capoeira desde quando o projeto foi implantado na cidade. ‘‘O que mais gosto é da ginga da capoeira’’, contou. Segundo Eraldo, o Capoeira Inclusiva estimula crianças, jovens e adultos com deficiência a superar limites. ‘‘A capoeira estimula a consciência corporal e eleva a autoestima.

É uma terapia para a inclusão’’, destacou. O projeto existe há 14 anos e é realizado em diversos locais como Minas Gerais, Ceará, Sergipe e Maranhão. Ontem o Ceia também realizou Mostra de Artes e Feira de Folclore. Na oportunidade, foram expostos os trabalhos feitos pelos alunos do Educação para Jovens e Adultos (EJA). Entre as obras de arte estavam trabalhos com uma nova leitura dos quadros do pintor brasileiro Cândido Portinari. A moradora do Mathias Velho Neide de Souza Dias, 48, foi uma das artistas. ‘‘Gosto dos trabalhos manuais.’’ Os alunos do Centro de Educação e Inclusão e Acessibilidade de Canoas (Ceia) receberam, ontem à tarde, a visita do idealizador do projeto Capoeira Inclusiva, Eraldo Gabriel de Souza. O mestre Beija-Flor, como é conhecido, trouxe a proposta para a cidade em 2005, quando ocorreram as primeiras aulas dirigidas a pessoas com deficiência. O encontro, que faz parte das atividades do Mês da Pessoa com Deficiência, contou ainda com a participação de tradicionalistas gaúchos e de um grupo de funk.

A moradora do bairro Harmonia Jeisa Carolina Ávila, 25 anos, participa das aulas de capoeira desde quando o projeto foi implantado na cidade. ‘‘O que mais gosto é da ginga da capoeira’’, contou. Segundo Eraldo, o Capoeira Inclusiva estimula crianças, jovens e adultos com deficiência a superar limites. ‘‘A capoeira estimula a consciência corporal e eleva a autoestima. É uma terapia para a inclusão’’, destacou. O projeto existe há 14 anos e é realizado em diversos locais como Minas Gerais, Ceará, Sergipe e Maranhão.

Ontem o Ceia também realizou Mostra de Artes e Feira de Folclore. Na oportunidade, foram expostos os trabalhos feitos pelos alunos do Educação para Jovens e Adultos (EJA). Entre as obras de arte estavam trabalhos com uma nova leitura dos quadros do pintor brasileiro Cândido Portinari. A moradora do Mathias Velho Neide de Souza Dias, 48, foi uma das artistas. ‘‘Gosto dos trabalhos manuais.’’